Páginas

quarta-feira, 5 de maio de 2010

05/05 10:21 CAFÉ: FUNDAMENTOS INDICAM PREÇO DE 165 CTS EM NY NO FINAL DO ANO - GUAXUPÉ

05/05 10:21 CAFÉ: FUNDAMENTOS INDICAM PREÇO DE 165 CTS EM NY NO FINAL DO ANO - GUAXUPÉ

Diante do cenário fundamental, que indica aperto na relação
entre oferta e demanda, os preços do café devem subir até o final do ano, tanto
no Brasil como na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE). Diretor comercial da
Exportadora Guaxupé, João Carlos Hopp Júnior, acredita que a cotação em Nova
York poderá atingir com facilidade a casa de 165,00 centavos de dólar por
libra-peso até o final do ano.
Além do desequilíbrio na relação de oferta e demanda, o diretor também
lembra que há muito especulador comprado em Nova York. "Se a situação
financeira internacional não apresentar uma piora consistente, há a
possibilidade de aumento na entrada de capital especulativo no café,
contribuindo para a elevação nos preços", projetou.
Para o mercado interno, Hopp prevê uma linha ascendente nos preços. "O
mercado deve trabalhar no curto prazo com preços estáveis. Os patamares podem
cair um pouco durante a safra, mas depois voltam a subir. Acredito que a melhor
estratégia no mercado futuro neste momento é comprar em agosto e vender durante
o Carnaval", sugeriu.
Caso esta tendência se confirme, o diretor comercial acredita em incremento
na produção e nos tratos culturais da próxima safra brasileira. "O quadro de
oferta e demanda mundial é tão grave que dificilmente a produção brasileira não
irá subir nos próximos anos, Os estoques de passagem são extremamente baixos",
completou.
Para Hopp, nos próximos cinco a sete anos a produção brasileira de café
terá que subir para uma média de 65 milhões a 70 milhões de sacas. "Apesar do
encarecimento dos custos, principalmente da mão de obra, acredito que o Brasil
tem área e tecnologia suficiente para enfrentar este desafio", apostou.
A previsão para a safra 2010 do Brasil da Exportadora Guaxupé oscila entre
53 milhões e 55 milhões de sacas. Mesmo com a boa safra, o mercado deve chegar a
1o de julho com estoques praticamente zerados da safra anterior, o que garante
este cenário positivo. Hopp aposta que na atual temporada o superávit mundial
deverá ser de 4 milhões de sacas, mas que no ano que vem a relação entre oferta
e demanda global poderá apontar um déficit de 8 milhões de toneladas.
Para 2012, o equilíbrio entre oferta e demanda só acontecerá com preços
mais altos, que garantam alguma sobra ou aumento na produção. E este incremento,
segundo o diretor, deve partir do Brasil. "Não vejo como outros países da
América Latina ou a Colômbia consigam aumentar consideravelmente a produção.
Esta elevação deverá partir do Brasil e acontecerá somente com aumento nos
preços".
Este desequilíbrio no quadro de oferta e demanda é consequência do aumento
do consumo, que cresce a uma taxa de 2,5% ao ano. "Houve uma mudança de
mentalidade. Os jovens passaram a consumir café. E o pontencial de aumento ainda
é muito grande", finalizou, durante palestra realizada ontem no Seminário
Perspectivas para o Agribusiness em 2010 e 2011, realizado pelo BM&FBOVESPA e
pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA).

50 SAFRA DE 60 MLS DE SCS EM 2010 É ERRO DE AVALIAÇÃO DO MERCADO

05/05 10:50 SAFRA DE 60 MLS DE SCS EM 2010 É ERRO DE AVALIAÇÃO DO MERCADO

O diretor da Exportadora Valorização Empresa de Café, Luiz
Otávio Araripe, considera um enorme erro de julgamento do mercado trabalhar com
uma safra brasileira de café em 2010 entre 58 milhões e 60 milhões de sacas.
Para ele, levando-se em conta a área estimada pelo Instituto Brasileiro de
Geografia e Estatística (IBGE), e contando com os atuais níveis de produtividade
do país, que giram entre 15 sacas e 21 sacas por hectare, dependendo da
bienalidade, este número, que parece consenso no mercado, não fecha.
Segundo Araripe, com uma produtividade de 20,7 sacas por hectare, a
produção seria de 44,257 milhões de sacas. Se os níveis forem excelentes, a
safra bateria em 50,243 milhões de sacas. Para chegar próximo dos 58 milhões, o
rendimento teria que ser de 27 sacas por hectare, muito acima da média. "Isso
só ocorreria com um aumento gigantesco de área", aponta.
O mais recente levantamento do IBGE indica produção de 44,3 milhões de
sacas, A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) prevê uma safra entre 45,9
milhões e 48,6 milhões de sacas. O número do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA) ainda não foi divulgado, mas o diretor acredita que deverá
girar em 52 milhões de sacas.
Com essa safra abaixo do que o mercado trabalha, a relação de oferta e
demanda mundial já registraria um déficit de 1 milhão de sacas em 2010/11, com
oferta de 134 milhões e procura de 135 milhões de sacas. A situação seria ainda
pior em 2011/12, com oferta de 127 milhões e consumo de 138 milhões, gerando um
déficit de 11 milhões de sacas e derrubando os estoques mundiais para a casa de
4 milhões de sacas.
"O aperto nos estoques é inevitável. Podemos encarreirar três anos
consecutivos de déficit. Por isso, os preços tendem a subir", avalia Araripe. O
consumo mundial de café apresentava um crescimento médio de 1,5% a 1,6% ao ano.
Nos últimos anos, no entanto, este ritmo aumento para 2% a 2,5%. O consumo per
capta mundial é de 1,1 quilo/ano e o potencial de crescimento é muito grande.
Dos 10 países com maior população do mundo, sete deles apresentam taxa per capta
próxima de zero, entre eles India e China.
Segundo Araripe, com os atuais custos e preços praticados a produção de
café e seu aumento são insustentáveis. Para preencher esta lacuna, somente com
aumento na produção. E este aumento viria através do mercado, com preços
melhores. "As cotações têm que subir para que o Brasil aumente a sua área. Qual
o nível de preço adequado? Isso só o mercado irá responder", disse o diretor,
que palestrou ontem durante o Seminário Perspectivas para o Agribusiness em 2010
e 2011, realizado pela BM&FBOVESPA e o Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA), em São Paulo.

Em dia negativo para mercados, café tem baixa moderada na ICE

Em dia negativo para mercados, café tem baixa moderada na ICE

Os contratos futuros de café arábica registraram quedas nesta terça-feira, com vendas técnicas e de fundos especulativos, que seguiram as liquidações na maior parte das commodities, por conta do rally do dólar. No entanto, o mercado ainda continua altista e não contou com perdas tão expressivas. No encerramento do dia, o maio teve baixa de 100 pontos, com 137,40 centavos de dólar por libra peso, com a mínima em 136,35 e a máxima em 138,25 centavos por libra, com o julho tendo desvalorização de 105 pontos, com a libra a 137,50 centavos, sendo a máxima em 138,70 e a mínima em 136,40 centavos por libra. Na

Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio teve alta de 49 dólares, com 1.341 dólares por tonelada, ao passo que o julho teve oscilação positiva de 43 dólares, com 1.378 dólares por tonelada. Segundo analistas internacionais, os futuros de café caíram sob a pressão de vendas especulativas de fundos, ligadas às altas do dólar.

Traders apontaram que vários players fugiram para um mercado mais seguro como o dólar, por conta do temor dos problemas econômicos da Grécia, que poderiam se espalhar e contaminar outras zonas do euro. O dólar forte é baixista para as commodities. A despeito das baixas, o café continua em um nível relativamente alto, considerando que o petróleo, por exemplo, declinou 3,6%, ao passo que o índice médio da Dow Jones Industrial recuou 2% no momento de fechamento do café. "Considerando a força do dólar e as perdas em todas as commodities e bolsas de valores, o café teve uma performance bastante estável", disse Rodrigo Costa, vice-presidente de vendas institucionais da Newedge, em Nova Iorque. A pequena disponibilidade de café no mercado físico, além da escassez de grãos de alta qualidade, além da aproximação de uma temporada cujo clima traz temores ao mercado, permitiram fazer com que o café não recuasse tão fortemente, apontou um broker. Traders comerciais, ou usuários finais, compraram nos futuros, misturando-se com outros traders, o que permitiu uma recuperação das perdas verificadas ao longo do dia.

Fundos especulativos venderam pela manhã, principalmente quando o dólar subiu consideravelmente e os preços futuros ficaram próximos de pontos chave de suporte. O julho chegou no nível de máxima de três semanas e meia, em 138,70 centavos no começo do dia, quando encontrou com a média móvel de resistência de 100 dias e, posteriormente, caiu. Esse movimento da média de resistência é um indicador técnico que pode apontar para interesse de vendas, o que poderia vir a barrar novos ganhos. Outra potencial barreira para as altas de preço é a produção forte do Brasil, que o mercado especula ser recorde. Isso seria uma ampla oportunidade para que os preços ficassem pressionados.

Os novos grãos brasileiros devem chegar ao mercado no final de maio e começo de junho. A consultoria brasileira Safras & Mercado espera uma safra neste ano entre 51,6 e 54,2 milhões de sacas, ao passo que alguns agentes de mercado acreditam em um volume entre 59 e 60 milhões de sacas. O café para julho precisa se posicionar acima dos 141,00 centavos por libra para que o rally iniciado na semana passada continue, ao passo que, na outra mão, uma retração para o nível de 131,00 centavos poderia acelerar as perdas, disse um broker. Traders de café deverão continuar preocupados com o dólar nesta quarta-feira, já que a questão "Grécia" deve continuar na pauta do mercado. Se o dólar se mantiver em alta contra o euro, a tendência é das perdas também continuarem a ocorrer.

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram um aumento de 3.633 sacas, totalizando 2,415 milhões. Os contratos em aberto na bolsa nova-iorquina tiveram uma ampliação de 740 lotes, indo para 136.297. O maio ainda conta com 327 contratos remanescentes, sendo que tal posição tem sua expiração definitiva em 18 de maio. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 17.927 lotes, com as opções tendo 4.470 calls e 3.480 puts. Tecnicamente, o maio tem uma resistência no patamar de 138,70, 139,00, 139,90-140,00, 140,50 e 141,00 centavos por libra peso, com o suporte se localizando em 136,40, 136,00, 135,10-135,00, 134,50 e 134,00 centavos.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Mais uma crise no caminho das commodities

Ainda que tenha elevado a volatilidade dos preços das principais commodities
agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior, o recrudescimento da crise
financeira na Europa, sobretudo na Grécia, não teve forças para atropelar os
fundamentos de oferta e demanda e determinar, sozinho, uma direção comum para
esses mercados em abril.
Levantamento do Valor Data com base nas médias mensais dos contratos de segunda
posição de entrega (normalmente os de maior liquidez) transacionados nas bolsas
de Chicago e Nova York mostra que quatro dos oito produtos analisados (milho,
trigo, açúcar e suco de laranja) encerraram o mês passado com ganhos em relação
a março, enquanto a outra metade (soja, cacau, algodão e café) registraram
quedas na mesma comparação.
Com esses resultados, seis das oito commodities (açúcar, café, cacau, soja,
milho e trigo) fecharam abril com preços médios inferiores aos de dezembro de
2009, enquanto apenas duas (suco e algodão) apresentam ganhos. Em relação às
médias praticadas em abril do ano passado, soja, milho e trigo, negociados em
Chicago, registram baixas, ao passo que as demais, referenciadas em Nova York,
têm altas.
Conforme Vinícius Ito, analista da Newedge em Nova York, ainda que não tenha
determinado resultados comuns - só altas ou só baixas - para as oscilações das
commodities agrícolas em abril, a elevação das apostas de grandes fundos de
investimentos, principalmente especulativos, no ouro, como parte de uma
estratégia de defesa contra a crise europeia, ajudou a oferecer alguma
sustentação às cotações.
A grosso modo, as carteiras de commodities desses fundos são divididas, com
maior ou menor peso, por diversos produtos, e investimentos maiores em um deles
podem ajudar a oferecer suporte aos demais. Eventuais ganhos com uma commodity
também têm de ser reinvestidos para o capital não ficar parado. É um perfil
diferente dos "commercials", investidores normalmente ligados ao setor e que
mantêm lastros nos mercados físicos. Para esses, os fundamentos de oferta e
demanda de cada segmento têm uma influência maior do que para os especulativos.
Em Nova York, foi uma combinação "financeiro-fundamental" que provocou forte
erosão da cotação média do açúcar em abril na comparação com março. A safra
brasileira começou e as perspectivas para a demanda global derraparam,
combinação que naturalmente provocaria pressões "baixistas", mas uma liquidação
especulativa maximizou a tendência - como também havia acontecido quando os
fundamentos eram "altistas" e as cotações atingiram máximas em três décadas - e
o tombo foi de quase 12%.
Com menos intensidade, combinação semelhante também derrubou os preços do suco,
cuja cotação média de abril foi mais de 8% inferior a do mês anterior. Terminou
o período durante o qual as baixas temperaturas na Flórida - que reúne o
segundo maior parque citrícola do mundo, atrás do de São Paulo - ameaçavam os
pomares, o que tirou sustentação dos preços, e fundos aproveitaram para
desarmar posições, amplificando a baixa.
No mercado nova-iorquino de cacau, a expectativa de aumento da demanda mundial
atraiu investimentos especulativos que chegaram a impulsionar as cotações ao
maior patamar em 12 semanas. Ao fim e ao cabo, o preço médio dos contratos de
segunda posição em abril ficou mais que 5% superior ao do mês anterior.
O algodão, por sua vez, foi influenciado pelos efeitos positivos do aumento da
demanda da China e encerrou o mês com pequena valorização de sua cotação média
- mas o suficiente para transformar o produto no de maior alta em relação à
média de abril de 2009 (65,61%). O café, que completa o time dos principais
produtos agrícolas negociados em Nova York que fazem parte do levantamento do
Valor Data, permaneceu praticamente estável.
Na bolsa de Chicago, o mês passado marcou o início do "weather market"
vinculado aos efeitos climáticos sobre o desenvolvimento da nova safra
americana (2010/11). Como costuma definir Antonio Sartori, da corretora gaúcha
Brasoja, é um período em que se negocia chuva, não grãos. E, pelo menos por
enquanto, não há sinais de catástrofes, o que preserva as projeções de boa
safra no maior player agrícola do planeta, como já indicara o primeiro
levantamento do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) sobre as intenções
de plantio naquele país.
Sendo assim, o milho encerrou abril com cotação média quase 3% inferior à de
março, apesar dos sinais de que a China poderá elevar as importações do produto
americano, que emergiram já no fim do mês. A mesma China que deverá ampliar as
exportações de soja nos próximos meses, como indicou a respeitada publicação
alemã "Oil World", e foi decisiva para garantir a alta de 2,7% do preço médio
do grão em Chicago. O trigo, como o café, seguiu na mesma faixa de negociações
praticada em março.
Os cálculos do Valor Data também mostram que o primeiro quadrimestre de 2010
foi o de maiores preços médios desde 2000 para açúcar, cacau e algodão. Nos
casos de café e soja, foi o segundo melhor, abaixo apenas da cotação média dos
primeiro quatro meses de 2008; o suco perdeu para 2007.

domingo, 2 de maio de 2010

O MERCADO SE ARRISCA

O mercado cafeeiro continua em um grande trade range entre 130,00 a 140,00 onde quando chega a 130,00 testa valores menores nao tendo força para cair recupera volta a subir batendo cabeça no nivel de 140,00 volta cair, portanto para os operadores quando o cafe chega ao nivel de 130,00 hora de comprar ou sair da posiçao de vendido ou as duas coisas , e quando chega ao no nivel de 140,00 hora de sair da posiçao de comprado e entrar na posiçao de vendido.
A forma de compra das grandes industrias e dos grandes trading onde trabalham com contratos futuros a ser entregue, lhes dao a confiança de poder usar seus estoques e os abaixando a niveis arriscado,podendo tomar um contra vapor a qualquer momento mas isto so aconteceria se tivessemos um fator climatico forte,e por outro lado ja vamos para uma decada sem geadas, e me desculpem os produtores do sul que seriam afetados se acaso tivessemos uma, seria um doce amargo, mas para o mercado a tabua de salvaçao.
Estes contratos tendo que ser compridos sobre a pena de nao mais comprar cafe destes fornecedores que nao os cumpra traz serios prejuizos para nossa cafeeicultura cafe sao vendidos a preços muitas vezes abaixodo custo e o produtor nao teno outro recurso a nao ser vender o cafe no mercado para se custear é obrigado a vender cafe a mercado.
Estrategicamente se o governo nos apoiasse em uma fase que o mercado se arrisca queimando estoques ha espera de uma possivel super safra brasileira, ao inves disto o que temos sao os representantes do setor ficar so jogando palavras ao vento, teriamos a oportunidade de dar a volta por cima e novamente comandar o mercado e nao ser comandados.
Sabendo que a chance deste apoio a nossa classe é praticamente nula contratos sao firmados e ficam fingindo de morto a espera do verdadeiro moribundo do mercado, o produtor, que vem ao mercado entregar sua mercadoria a ele.
FicaMOS entao a espera de algum fator climatico que nao esta na mao de ninguem para que tenhamos alguns anos de bonança.
Tecnicamente o mercado continua sem tendencia definida trabalhando no trade range ha 64 pregoes ou mais de 3 meses, a falta de mercadoria algum fator climatico ou apoio do governo nos levaria a romper para cima, o nao acontecimento de nenhum dos fatos acima e a certeza que iremos colher uma safra acima de 55 milhoes de sacas de cafe levara o rompimento pra baixo buscando niveis abaixo de 120,00 dolar por libra peso.
A crise na economia da zona do Euro pode trazer um novo pessimismo ao mercado e a continuaçao da sangria nas bolsas que vimos pelo mundo na semana passada.
O dolar no Brasil na contra mao continua caindo pois quando uma crise começa ele começa subir que para o preço do cafe seria salutar ,mas depois da injeçao de dolar pelo governo americano na crise de 2.008 ele começa a sobrar e o governo tem que comprar para que nao sobre esta moeda por aqui tambem e faça um estraga maior.
Bom amigos é isso ,a semana que se inicia é esperada uma volatilidade maior e a busca do teste do topoa nterior na casa de 141,00 , primeira resistencia na casa de 136,00 e suporte na casa 132,90 e 130,00.
Estamos comprados em 2 contratos a preço medio de 131,45 e com a alta da semana subismo o stop para 131,50 se nocaso de mercado nao ter força pra buscar o topo sairtemos do trade sem prejuizos.
Uma boa semana a todos e tenham todos bons negocios.
wagner pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Dólar reverte tendência e café consegue ter altas na ICE Futures

Dólar reverte tendência e café consegue ter altas na ICE Futures

Os contratos futuros de café arábica encerraram esta quinta-feira na ICE Futures US com altas modestas, com compras especulativas ligadas à fraqueza do dólar, com os preços, no entanto, não conseguindo transpor importantes resistências. No encerramento do dia, o maio teve alta de 65 pontos, com 134,50 centavos de dólar por libra peso, com a mínima em 133,50 e a máxima em 134,80 centavos por libra, com o julho tendo valorização de 70 pontos, com a libra a 134,60 centavos, sendo a máxima em 135,00 e a mínima em 133,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio teve alta de 22 dólares, com 1.266 dólares por tonelada, ao passo que o julho teve oscilação positiva de 23 dólares, com 1.308 dólares por tonelada. A fraqueza do dólar permitiu o acionamento de compras especulativos no segmento de commodities, atraindo traders que apostam em mercados de maior risco. Os ganhos do dia foram muito menos pronunciados após o rally produzido na quarta-feira, com o mercado conseguindo ter batido na resistência gráfica principal do momento, no nível de 135,00 centavos por libra para o intervalo julho. O café continuou seus rallies, após ter batido nesta semana os seus menores níveis em oito semanas, no entanto, os avanços estão limitados por fortes resistências, sendo que abaixo desses níveis se verificam fundamentos bearish (baixistas), principalmente por conta da nova safra brasileira, que poderá ser recorde, disse. Alguns traders continuam afirmando que a nova safra brasileira, cujas colheitas se inicia em breve, poderá ser bastante grande, atingindo até 60 milhões de sacas. Os altistas, no entanto, apontam que o problema central do mercado de café é a pobre qualidade dos grãos da safra brasileira, sendo que ainda há uma forte possibilidade de os produtores do país armazenarem grande parte de seus cafés, no aguardo de preços melhores. Outros comentários de mercado ressaltam que os melhores cafés do Brasil já estariam comercializados, sendo que outros seriam utilizados no consumo doméstico. Na Colômbia, maior produtor mundial de cafés lavados suaves, o clima seco também preocupa. As áreas produtoras do país sofreram com chuvas bastante escassas em fevereiro, segundo apontou o Centro Nacional de Pesquisas do Café da Colômbia, que confirmou a verificação de produtores, que anteriormente apontavam que o clima negativo afetou a formação final dos grãos da safra de meio de ano, denominada de mitaca. A seca pode causar um enchimento irregular dos grãos, assim como a formação de "pretos", que reduzem a qualidade e também diminuem a produção. Tecnicamente, o julho de café pode buscar a resistência de 138,00 centavos de dólar e, posteriormente, os 141,00 centavos, apontou Spencer Patton, analista e chefe de investimentos do Steel Vine Investiments, em Chicafo. Ele acredita que o café tenha uma força adicional para ficar longe do seu principal suporte, em 130,00 centavos. Segundo Terry Gabriel, estrategista técnico da Ideaglobal, o mercado pode se mover acima das médias móveis de 100 e 200 dias, situando-se entre 137,10 e 137,20 centavos. "Essa convergência de duas médias móveis na linha de resistência faria com que houvesse muita dificuldade de se ter um direcionamento para baixo, sendo que esperamos que o mercado busque novos níveis de alta, em torno do patamar de 137,00 centavos", disse Gabriel. As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 28, somaram 1.790.410 sacas, contra 1.673.649 sacas do mesmo período de março, de acordo com o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa nova-iorquina tiveram alta de 5.824 sacas, totalizando 2.411.273. Os contratos em aberto na bolsa nova-iorquina tiveram uma queda de 3.357 contratos, indo para 135.058. O maio ainda tem 619 posições em aberto, antes da expiração definitiva no próximo dia 18. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 14.497 lotes, com as opções tendo 5.814 calls e 2.437 puts. Tecnicamente, o maio tem uma resistência no patamar de 135,00, 135,50, 136,00 e 137,00 centavos por libra peso, com o suporte se localizando em 133,20, 133,00, 131,50, 131,00, 130,00 e 129,50 centavos.

Pesquisa identifica fungo associado ao café de boa qualidade

Pesquisa identifica fungo associado ao café de boa qualidade

Uma pesquisa coordenada pela pesquisadora da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), a agrônoma Sara Maria Chalfoun, verificou que um dos micro-organismos encontrados no café, ao contrário dos demais, está associado a bebidas de boa qualidade. Trata-se do fungo Cladosporium cladosporioides, que ganhou o "apelido" de "fungo do bem".
Na ocasião da descoberta, Chalfoun, em parceria com o professor Carlos José Pimenta, da Universidade Federal de Lavras (Ufla), e com o então doutorando Marcelo Cláudio Pereira, atualmente bolsista de pós-doutorado do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia do Café (INCT Café), identificou que a antibiose é um dos mecanismos de atuação do C. cladosporioides. "Ele impede o desenvolvimento de outros micro-organismos pela capacidade de parasitá-los e de produzir metabólitos tóxicos. Além disso, o "fungo do bem" não promove fermentações lática e butírica típicas de outros fungos que prejudicam a qualidade final do produto", explica.
Os pesquisadores também descobriram que em plantações de café que recebiam tratamentos fitossanitários (uso de defensivos agrícolas para combate de pragas), o C. cladosporioides sofria redução drástica ou deixava de existir, não exercendo, assim, seu papel de bioprotetor. "Com isso, sentimos a necessidade de desenvolver uma formulação contendo o fungo, visando reintroduzi-lo ou equilibrar a sua população nas áreas cafeeiras", explica Chalfoun.
O primeiro passo foi isolar o C. cladosporioides, que, segundo a pesquisadora, possui o status de GRAS (Generaly Regarded Air Safe), isto é, não causa mal nem à planta nem ao homem. Em seguida, a equipe trabalhou no desenvolvimento e teste de formulações com o agente biológico, prolongando a sua vida sob condições de armazenamento e seu estabelecimento no campo.
O desenvolvimento da fórmula poderá atender a uma grande demanda de produtores que perdem qualidade no café, com problemas graves em diferentes regiões do país. "Ele pode ser uma ferramenta única, capaz de substituir o uso de produtos químicos que têm um apelo extremamente negativo", argumenta.
A fazenda Santa Helena, em Alfenas, testou o produto em março do ano passado. Margeada pela represa de Furnas, a lavoura sofria com alto teor de umidade e, consequentemente, com a proliferação de pragas. O uso de defensivos agrícolas acabou levando à extinção do C. cladosporioides. "Depois da aplicação do produto em 50 plantas verificamos a multiplicação do fungo, já ajudando no combate dos micro-organismos prejudiciais à qualidade do café e na melhora do gosto da bebida", relata o técnico em Agropecuária da fazenda, Paulo Sérgio da Silva.
O produto ainda não está à venda. A invenção foi patenteada em 2004 e está disponível como uma tecnologia em fase de transferência. Mediante pagamento de royalties para as instituições criadoras, empresas podem adquirir o direito de exploração e comercializá-lo. "Nossa expectativa é que o produto já esteja no mercado pronto para ser utilizado na safra de café de 2011", diz.
O agente bioprotetor surge como uma alternativa de tratamento. "Não existe produto similar, com possibilidade de proteger continuamente a qualidade do café", diz. De acordo com a pesquisadora, em 1,4 mil fungicidas (produtos que destroem fungos) registrados no país, apenas 16 são biológicos - 1,1% do total de defensivos. Para ela, a tendência é a redução cada vez maior do uso de fungicidas sintéticos, o que vem ao encontro de relevantes preocupações com a saúde e com o meio ambiente.
Uma fábrica de inovações
Para a manipulação e seleção do fungo, foi instalada, em 2007, uma biofábrica no Sistema de Incubadoras da Universidade Federal de Lavras (Ufla). Sua função é gerar produtos inovadores para serem empregados na agropecuária, na indústria alimentícia e no meio ambiente. Existem outras biofábricas em Itapetininga (SP) e em Vitória da Conquista (BA) que trabalham, principalmente, com produtos derivados do fungo Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana.
Na de Minas Gerais, já foram identificados micro-organismos capazes de garantir a proteção de cultivos, o controle de doenças e pragas, a absorção de metais existentes no solo, a solubilização do fosfato, a produção de enzimas e até a purificação da água utilizada na agricultura. "Estamos empenhados no desenvolvimento de métodos sustentáveis de melhoria de processos e produtos, com preocupações prioritárias como a segurança alimentar e preservação do meio ambiente", ressalta Chalfoun.
Para a implantação, os pesquisadores contaram com recursos provindos do Programa de Incentivo à Inovação da Universidade Federal de Lavras (Ufla) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), além da assessoria do Instituto Inovação. Também apoiaram a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig), o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e a Prefeitura Municipal de Lavras. Recentemente, a biofábrica recebeu aporte de recursos provenientes INCT Café e do Programa Prime - Primeira Empresa Inovadora, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Fechamento em baixa pronunciamento de Bernanke

Fechamento em baixa pronunciamento de Bernanke

Cafe volta a fechar em baixa nesta quarta feira seguindo outras bolsas pelo mundo, mas como o fechamento da ICE se deu durante o pronunciamento sobre a economia Americana pelo presidente do FED (Banco Central Americano) o Sr.Brenanke ,que a economia ainda encontra dificuildades na area trabalhista e que terá que infrentar muitas dificuldades no curto e medio prazo, mexeu com as cotaçoes no fim dos pregões por todas as bolsas, como algumas ja estavam fechadas como as bolsas Asiaticas essas terão a reaçao amanha.
Cafe fechou a 137.55 por libra peso com queda de 135 pontos.
O petroleo que ja estava esticado terve sua reaçao natural e começou a corrigir com queda logo após o pronunciamento e que podera puxar outras comodities e tambem uma alta do dolar.
No mercado´físico a falta de mercadoria ainda dará suporte aos preços por algum tempo até a nova safra dar um alivio as ofertas apertadas.
Podemos esperar com este cenário uma correçao no preço do café nas bolsas nao afetando muito o seu preço no físico, mas um cenário de estrema cautela onde ficamos esperando oportunidade mais clara para fazermos compra ou venda na bolsa.
O mercado físico continua a deixa para aproveitarem o período para fazerem preços por que ainda esta favorável vender a este patamar de pçreços.
Na zona da Mata cafe mercado ficou assim:
cafe rio R$207.00
cafe duro R$280.00
cafe duro riado R$250.00
cafe duro riado rio R$220.00
cafe cereja R$310.00.
Tenham todos uma boa semana e bons negocios.
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ventos a favor

Ventos a favor
A semana começa grraficamente muito interessante.
Apesar dos fundos comprarem 13.000 contratos semana passada para repor as posiçoes em aberto vendido e indicadores no grafico semanal ainda apontam para uma continuaçao da tendencia de alta.
Os preços trabalham dentro de um canal de alta e que nos leva a projeçoes mais altas antes da queda.
Semana passada escrevi queria ver um raly antes de começar a temporada de vendas da nova safra o que deve começar dentro de alguns dias.
A extrema falta de vendedores e estoques a niveis baixissimo ainda darao suporte e o tom do mercado.
No grafico semanal tivemos hoje o rompimento da media movel exponencial de 72 periodos o que tabem dara sustentaçao a este emrcado até a proxima safra.
Na semana passada noticias no fimde semana de recuperaçao da maior economia do mundo e que a recessao esta proxima do seu fim,coisa que particularmente acredito que esta longe do seu fim, nos triuxe novo folego, onde investidores venderam dolar e compraram ativos de maiores riscos,e as comodities estao sendo puxada pelo petroleo que fechou a cima dos $86.00 dolares.
Uma nova bolha esta se formando e como nao podemos fazer nada a nao ser aproveitar quando o vento sopa a nosso favor que nem sempre funciona deste jeito.
O fechamento hoje a 139,65 esta exatamente em cima de uma resistencia onde o rompimento nos levar a 146.3.
suporte em 136.25 e e 133.85
A abertura das Bandas de Bolinger nos dara uma volatilidadew maior na semana.
Um recuo para estes suportes nos dara chance de compra por enquanto o mercado pra nos ficou esticado e temos que ficar de fora.
O nao rompimento da casa 139.65 pode nos dar uma venda que nocas seria do mes de julho e nao de maio.
Vamos aguardar paa amanha para ver se teremos oportunidades.
No mercado fisico da zona da mata mineira
cafe duro a R$280.00
duro segundo linha R$270.00
duro riado entre R$250.00 e R$260.00
duro riado rio R$220.00 a 230.00
rio R$210.00
Tenham todos uma boa semana
Bons negocios a todos e aproveitem o vento a favor da falta de mercadoria que vai durar pouco tempo

wagner pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com