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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Nestle Faces Coffee Capsule Lawsuit in France ZURICH

Nestle Faces Coffee Capsule Lawsuit in France ZURICH
(AFP)--
Nestle SA (NESN.VX) faced a fresh legal challenge to itsNespresso coffee capsule business when a rival said Wednesday it had filed alawsuit against the food giant in France. The Swiss generic capsule maker Ethical Coffee Company, which has won legalbattles against Nestle for the right to market its biodegradable capsules inGermany and Switzerland, claims Nestle has tried to discredit its products inFrance via its Nespresso club, internet blogs and distributors. "Basically we want to stop this slurring and disloyal competition," ECC chiefexecutive and founder Jean-Paul Gaillard told AFP, accusing Nestle of providing"false information" to "smear our products." Nestle told AFP in an email that the ECC allegations were "unfounded",insisting it always acted according to the principles of free and fair tradeand that it abided by "all applicable laws and regulations." "We vigorously object to these unfounded declarations and we look forward topresenting our arguments within the appropriate framework," Nestle Nespresso'sgeneral counsel Daniel Weston said, adding that the ECC allegations "were partof a recurrent pattern." A source close to ECC said on condition of anonymity that the lawsuit soughtdamages of more than 50 million euros ($65 million). Gaillard, who jumped ship as Nespresso managing director to create ECC in2008, insisted that the company had no choice but to bring its battle to court. "When we launched [the capsules] we knew there would be a fight," he toldAFP, adding that there was "no problem with a normal fair fight betweencompanies, but when it becomes unfair there is only one way to go, and that isthe courts." ECC launched its capsules in France in 2010 and in nine other Europeancountries in 2011. The French sector represents around 60% of ECC's turnover,it said. In a bid to protect Nespresso's capsule sales, which hit CHF3 billion Swissfrancs in 2011, Nestle fought back with lawsuits in several countries. But the food giant suffered a double blow in July when Swiss and Germancourts decided not to grant an injunction against the sale of ECC'sbiodegradable coffee capsules. The overall market for such capsules is expected to reach over $8.0 billionby 2014.

At 54 million Brazil is expected to harvest a record ,Fueled by Conillons,

Fueled by Conillons,
 At 54 million Brazil is expected to harvest a record “low” cropBrazil’s total coffee output in 2013 may reach 54 million bags, a record for the smaller crop of the biennial harvest.While Brazil is the coffee largest producer, its components are as follows:■Largest unwashed arabica■2nd Robusta Producer■2nd/3rd Washed Arabica ProducerThe bumper low cycle crop comes from the continuous expansion of conillon (robusta) production in Brazil.  It is not that arabica production doesn’t fall, following the traditional pattern, even with the enhanced care that high prices allowed.  It is more that conillon production keeps gaining and becoming a larger share of the total production.Brazil is by far the second largest producer of Robusta, and nowhere on the world is robusta production growing as fast as in Brazil;  encouraged by huge profit margins derived from high productivity and low costs.This matches a global pattern of explosive robusta demand, both in the form of replacement, as a world hit by the crisis looks for the cheaper, and of fresh new demand in emerging markets.

Mercado externo influencia e café vai às mínimas de 30 meses na ICE

Mercado externo influencia e café vai às mínimas de 30 meses na ICE
   Os contratos futuros de café arábica negociados na bolsa de Nova Iorque encerraram esta terça-feira com novas baixas, após voltarem a flutuar nos menores patamares de 30 meses. Vendas especulativas e de fundos deram o tom dos negócios, com o café seguindo outras commodities e setores econômicos que demonstraram temor com a manutenção do imbróglio envolvendo o "abismo fiscal" nos Estados Unidos.  A terça-feira foi iniciada com a perspectiva de que o mercado continuaria "preso" em um nível próximo dos 150,00 centavos, sem um grande direcionamento. Mais uma vez, os altistas não conseguiram levar o mercado a buscar patamares básicos, o que abriu espaço para algumas novas vendas especulativas. Mesmo diante de um quadro amplamente sobrevendido, o que se observou foram liquidações mais efetivas e cotações chegando a tocar nas mínimas da última semana, seguindo, principalmente, o clima de fraqueza também do segmento macroeconômico. A aversão a riscos aumentou consideravelmente no dia, com quedas efetivas para várias commodities, como alguns segmentos softs, petróleo e ouro. As bolsas de valores nos Estados Unidos conseguiram fechar com estabilidade, ao passo que o dólar registrou perdas em relação a uma cesta de moedas internacionais.  No encerramento do dia, o março em Nova Iorque apresentou queda de 235 pontos, com 148,35 centavos, sendo a máxima em 152,15 e a mínima em 147,10 centavos por libra, com o maio tendo desvalorização de 240 pontos, com a libra a 151,20 centavos, sendo a máxima em 154,75 e a mínima em 150,00 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição janeiro teve queda de 30 dólares, com 1.877 dólares por tonelada, com o março tendo desvalorização de 29 dólares, com 1.881 dólares por tonelada.  De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado pela manutenção da força dos baixistas, que testaram novas mínimas no nível de 147,00 centavos, diante da falta de consistência dos compradores. Alguns desses analistas ressaltaram que o mercado continua focado em uma perspectiva de safra elevada em diversos mercados globais, o que permitiria que a disponibilidade de café fosse bastante efetiva.  Alguns participantes sustentam que Colômbia, centro-americanos e vietnamitas estariam fornecendo um volume expressivo de café, ao passo que o Brasil teria colhido uma safra recorde. "Esses players, no entanto, não estariam fazendo um exercício básico para mercados de commodities, que é o de avaliar o que vai ocorrer a frente.  Sabemos que os estoques estão em níveis bastante sofríveis e também sabemos que o Brasil vai ter uma safra menor em 2013, por conta da bienalidade, além de alguns centro-americanos sofrerem com doenças do café, como a ferrugem. Diante disso, a perspectiva de disponibilidade no ano que vem não será das mais animadoras, mas, até o momento, o mercado não vem refletindo isso", disse um trader.  A economia global voltou a demonstrar nervosismo nesta terça-feira após o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ter indicado que a Casa Branca não seguirá uma proposta dos republicanos para a contenção do "abismo fiscal". O presidente continua a insistir em aplicar mais impostos na população mais abastada e manter alguns programas sociais. Com essa colocação, o mercado leu claros sinais de que um grande impasse se mantém sobre a questão, que deve ser resolvida até o final deste mês.  Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 4.337 sacas, indo para 2.504.749 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 17.815 lotes, com as opções tendo 2.685 calls e 3.400 puts — floor mais eletrônico. Tecnicamente, o março na ICE Futures US tem uma resistência em 152,15, 152,50, 153,00, 153,15, 153,50, 154,00, 154,50, 154,90-155,00, 155,50, 156,00, 156,20-156,25, 156,50, 157,00, 157,15, 157,50, 158,00, 158,50 e 159,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 147,10-147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00, 143,50, 143,00, 142,50, 142,00 e 141,50 centavos por libra.   
 Londres sofre com vendas especulativas e fica abaixo de referencial  
 Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta terça-feira com quedas, que fizeram com que a posição março voltasse a flutuar abaixo do nível psicológico de 1.900 dólares, no menor patamar desde 26 de novembro.  O dia foi caracterizado por liquidações especulativas, que se tornaram mais agudas ao final do pregão, refletindo um aumento do mau humor dos mercados externos, principalmente quanto a situação macroeconômica.  De acordo com analistas internacionais, após chegar a registrar alguns ganhos no início da sessão, o café foi, progressivamente, sofrendo a pressão das vendas especulativas, seguindo outros mercados e também os arábicas em Nova Iorque, até culminar no nível de baixa de 1.871 dólares. Nesse patamar, algumas aquisições de comercias e recompras chegaram a ser observadas, mas que apenas auxiliaram para desacelerar ligeiramente as baixas. "Com o desânimo externo e com os arábicas flutuando nos menores níveis de preço em 30 meses, a pressão foi forte para os robustas e voltamos a fechar em baixa e a romper o referencial de 1.900 dólares. Os mercados externos continuam a exercer grande influência e não conseguimos observar uma força mais relevante no segmento cafeeiro para divergir do clima ruim do ambiente macro", disse um trader. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de janeiro com uma movimentação de 6,73 mil lotes, com o março tendo 4,01 mil lotes negociados. O spread entre as posições janeiro e março ficou em 4 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição janeiro teve queda de 30 dólares, com 1.877 dólares por tonelada, com o março tendo desvalorização de 29 dólares, com 1.881 dólares por tonelada.
   PERSPECTIVA CAMBIO E JUROS: Saída de divisa deve pressionar alta de dólar 
 São Paulo, 4 de dezembro de 2012 -
Apesar da queda nos dos últimos dias, odólar comercial poderá voltar a sofre pressão de alta com a tendência de saída de divisa do país e a maior demanda por moeda estrangeira no final do ano, aponta Maurício Nakahodo, consultor de pesquisas econômicas do Banco de Tokyo-Mitsubishi.  
"No final do ano temos muitas remessas de lucro de dividendo e tendência de saída de dólar que pode pressionar o câmbio para cima. Muitas empresas também já estão fazendo suas estratégias de headge para o ano que vem, alémda preocupação com abismo fiscal nos Estados Unidos também colaborar com a tendência de alta", explica Nakahodo.
  O dólar comercial encerrou as negociações de hoje com queda de 0,18% a R$2,1140 para compra e R$ 2,1160 para venda. Durante o dia, a divisa oscilou entre a mínima de R$ 2,1010 e a máxima de R$ 2,1260.   No mercado futuro, o contrato de dólar com vencimento em janeiro de 2013 caiu 0,16%, a R$ 2.128,500.   Ontem, após a moeda atingir a cotação de R$ 2,14, o Banco Central (BC) voltou a atuar com leilão de swap, segurando o avanço da moeda norte-americana.   
Juros   A maioria dos contratos futuros de Depósito Interfinanceiro (DI) encerrou opregão da BM&FBovespa de hoje em queda, pelo terceiro pregão consecutivo. Segundo Nakahodo, a queda mais acentuada dos DIs hoje reflete a produção industrial fraca divulgada hoje pelo IBGE. "Apesar da expansão, a produção industrial frustrou as expectativas e derrubou os juros hoje", diz o consultor de pesquisas econômicas do Banco de Tokyo-Mitsubishi. 
 De acordo com dados do IBGE, a produção industrial brasileira avançou 2,3% em outubro na comparação anual, interrompendo a trajetória de 13 meses consecutivos de taxas negativas neste tipo de comparação. Em relação a setembro, o indicador avançou 0,9%, após registrar queda de 0,6% em setembro. No ano, a produção industrial acumula queda de 2,9%. 
      O mercado estimava que a produção industrial brasileira registrasse aumento de 2,55% no mês de outubro, na comparação com igual mês do ano anterior, conforme a mediana das projeções do Termômetro CMA.    
   Mais líquido, o contrato para janeiro 2014 caiu de 7,17% para 7,10%, movimentando R$ 57,8876 bilhões, seguido do para janeiro de 2015, que cedeu de 7,76% para 7,60%, com giro de R$ 29,273 bilhões.        Entre os DIs com vencimento no curto prazo, o para julho de 2013 recuou de 7,05% para 7,04% (R$ 21,553 bilhões) e o janeiro de 2013 passou de 7,108% para 7,100% (R$ 11,918 bilhões).        Em relação aos contratos de longo prazo, o para janeiro de 2017 recuou de 8,68% para 8,52% (R$ 12,046 bilhões) e o para janeiro de 2016 caiu de 8,33% para 8,18% (R$ 7,622 bilhões).   O número de contratos negociados atingiu 1.888.059, uma alta de 53,91% quando comparado aos negócios realizados no pregão de ontem. O volume financeiro somou R$ 167,862 bilhões.

   MERCADO EUA: Falta de acordo sobre abismo fiscal influencia perdas 
 São Paulo, 4 de dezembro de 2012 - Os índices do mercado de ações dos Estados Unidos encerraram as negociações de hoje em ligeira queda, refletindo a falta de acordo dos membros do congresso sobre medidas para resolver as questões fiscais do país. O Dow Jones perdeu 0,11%, em 12.951,78 pontos; o S&P500 recuou 0,17%, em 1.407,05 pontos; e o Nasdaq Composto teve retração de 0,18%, em 2.996,69 pontos.   Em um dia sem indicadores econômicos relevantes, as atenções dos agentes de mercado ficaram voltadas para as negociações no Congresso para resolver o chamado "abismo fiscal". O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reafirmou hoje em uma entrevista que o governo e o Congresso possuem a habilidade para resolver a questão do abismo fiscal. No entanto, é preciso garantir um plano que equilibre cortes de gastos e aumento de receitas.   
     "Para sermos sérios em reduzir o déficit e investir em educação, pesquisa e proteger a classe média, precisaremos aumentar os impostos sobre os mais ricos", disse. "A questão não é apenas sentar em uma sala [com republicanos e democratas], mas o reconhecimento que teremos de levantar receitasuficiente e fazer cortes". 
 O presidente da Casa dos Representantes do Congresso, o republicano John Boehner, porém, continuou defendendo que Obama apresente uma proposta que não inclua aumento nos impostos dos mais ricos. Se o presidente realmente quer evitar o abismo fiscal, ele não fez nada para evitar isso", afirmou. Pelo contrário, apontou Boehner, Obama ofereceu um plano que não poderia ser aceitonem pela Casa dos Representantes - que é a câmara baixa do Congresso - e nem pelo Senado. 
 Mais cedo, os índices chegaram a operar em alta por um momento, após a divulgação do índice que mede a atividade econômica da cidade de Nova York. O indicador, que foi o único divulgado hoje, subiu para 52,5 pontos em novembro, ante os 45,9 pontos registrados em outubro, informou o Instituto de Gerência e Oferta (ISM, na sigla em inglês). Em novembro de 2011, o índice marcou 49,9 pontos. Toda leitura abaixo de 50 pontos mostra contração, enquanto acima de 50 pontos indica expansão da atividade.  

   PERSPECTIVA: Dados de trabalho e indústria dos EUA podem estimular mercado
  São Paulo, 4 de dezembro de 2012 - A divulgação de dados do mercado de trabalho e do setor industrial nos Estados Unidos deve influenciar o movimento do Ibovespa no pregão de amanhã. Estes indicadores, caso venham em linha ou umpouco melhores que o esperado, podem estimular um movimento de alta na bolsa brasileira, de acordo com a expectativa de especialistas.   Henrique Kleine, economista da Magliano Corretora, afirma que os investidores brasileiros têm operado muito em função de notícias e indicadores externos. "Esses números podem animar as bolsas lá fora se vierempositivos, refletindo no mercado brasileiro", comenta.   Os dados do mercado de trabalho são o principal destaque do dia, de acordo com André Perfeito, economista da Gradual. "Os números de amanhã vão dar ainda o tom de como deve vir o relatório oficial de emprego norte-americano, que sai na sexta-feira", ressalta.     Às 11h15, será divulgado o número de vagas criadas pelo setor privado norte-americano em novembro. Em outubro, foram criados 158 mil postos de trabalho. O mercado estima que foram abertas 125 mil vagas no setor privado em novembro. Ainda nos Estados Unidos, o Departamento do Comércio informa, às 13h, as encomendas às fábricas de outubro. Em setembro, houve alta de 4,8% em relação a agosto. A expectativa é de queda de 0,1%. 
 Outro indicador importante é o índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) do setor de serviços da China, relativo a novembro, que serádivulgado na noite de hoje. Apesar de considerar mais relevantes os números sobre o setor industrial do país, que já foram divulgados na semana passada, omercado acompanha com atenção indicadores chineses, diz Perfeito.   
        O leilão de títulos da dívida na Espanha, previsto para amanhã, também pode influenciar o mercado. O governo espanhol deve vender de 3,5 a 4,5 bilhõesde euros em títulos com vencimento em 2015, 2019 e 2022. "A Espanha ainda não aceitou ajuda internacional, fazendo com que o mercado siga olhando para a Europa", afirma Kleine.   No pregão de hoje, o Ibovespa encerrou o dia em queda, influenciado pela permanência das preocupações com o abismo fiscal nos Estados Unidos. O principal índice da BM&FBovespa caiu 1,10%, aos 57.563 pontos. O volume negociado na bolsa foi de R$ 6,8 bilhões.   Kleine afirma que a questão do abismo fiscal segue indefinida e pode continuar pressionando as bolsas. O republicano John Boehner, presidente da Casados Representantes norte-americana, afirmou hoje que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, "tem a obrigação" de oferecer uma proposta para redução do déficit do país que possa ser aprovada tanto pelas duas câmaras do Congresso.   O economista da Magliano afirma ainda que as declarações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, acabaram desanimando os investidores, apesar dos estímulos para o setor de construção civil. No início do dia, as medidas estimularam os ganhos nas empresas do setor, mas os papéis não sustentaram o movimento. "Ficou claro que alguns objetivos traçados pelo governo para a economia brasileira não foram atingidos. Isso mostra que o governo segue tendo de dar incentivos, o que não agradou o mercado", considera.     O pessimismo do mercado influenciou na queda das blue chips. As PNAs da Vale(VALE5) caíram 1,69%, a R$  36,06, e registraram o maior giro financeiro, de R$ 508,483 milhões. Em seguida, as preferenciais da Petrobras (PETR4) cederam 0,94%, a R$ 18,82, movimentando R$ 452,273 milhões, e as Itaú Unibanco (ITUB4)recuaram 1,09%, a R$  32,64, a R$ 308,999 milhões.      A maior queda do índice foi da Marfrig (MRFG3), que recuou 15,49%, a R$ 9,05, no dia da precificação da sua oferta pública primária de ações. Na avaliação de Leandro Martins, analista-chefe da Walpires Corretora, os papéis deverão seguir em queda no médio prazo após terem rompido a barreira dos R$ 10 no pregão de hoje. O preço registrado hoje foi o menor desde 2 de agosto, quando foi atingido o patamar de R$ 9,02. Ontem, as ações da companhiatambém tiveram forte baixa, fechando com desvalorização de 7,67%.   No sentido inverso, o maior ganho foi da MMX (MMXM3), mineradora do grupo EBX, com alta de 6,18%, a R$ 3,95, após o conselho de administração da companhia ter aprovado um aumento de capital de R$ 1,37 bilhão por meio de subscrição privada de novas ações.   Os índices das bolsas norte-americana terminaram o dia em campo negativo. ODow Jones perdeu 0,11%, em 12.951,78 pontos; o S&P 500 recuou 0,17%, em 1.407,05 pontos; e o Nasdaq Composto teve retração de 0,18%, em 2.996,69 pontos.   Os contratos futuros do petróleo internacional encerraram as negociações de hoje em queda. Na plataforma ICE, os futuros do Brent com vencimento em janeiro perderam 0,97%, a US$ 109,84 o barril. Na Nymex,os futuros do WTI para omesmo mês tiveram queda de 0,66%, a US$ 88,50 o barril.