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segunda-feira, 30 de maio de 2011

CONSUMO DE CAFÉ CRESCE NO BRASIL, MAS PRODUÇÃO FICA ESTAGNADA

CONSUMO DE CAFÉ CRESCE NO BRASIL, MAS PRODUÇÃO FICA ESTAGNADA




O mercado de café vive uma situação de desequilíbrio, segundo especialistas no setor. O consumo e a exportação do Brasil crescem, mas a produção não aumenta no mesmo ritmo. Além disso, os estoques mundiais são cada vez menores. Nessa terça, dia 24, foi aberta em Santos, litoral paulista, uma exposição que mostra um pouco deste momento, considerado pelos especialistas, de incertezas para setor.

Numa visita ao museu do café em Santos, pode ser conhecido um pouco da história desta produção, que já representou a principal economia do Brasil. Como era o trabalho na lavoura, como eram feitos os negócios com café. O prédio do museu se destaca no centro histórico da cidade. Atrai turistas, que na cafeteria da entrada, podem até apreciar o cafezinho brasileiro.

– A gente tem um público habitual, e esse público, que consome o nosso café, às vezes não dimensiona a importância que ele tem atualmente em termos gerais – diz a diretora técnica do Museu do Café, Marilia Bonas.

Quem visitar o museu do café nestes próximos dias vai conhecer mais que história. O pessoal organizou uma exposição sobre o mercado do café atualmente. A ideia é ressaltar a importância do produto no dia a dia do brasileiro e mais que isto, na economia do país. Segundo analistas, a exposição tem base numa estatística preocupante.

– A verdade é que há um equilíbrio muito precário entre a produção no Brasil, o mundo e o consumo mundial – afirma o analista de mercado Eduardo Carvalhaes Filho.

Conforme dados da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), o Brasil é responsável por 35% do café produzido no planeta. Exporta 33 milhões de sacas por ano para consumidores do primeiro mundo, e embolsa US$ 5,7 bilhões. No mercado interno, a indústria comemora o aumento de consumo, cerca 5% ao ano. A previsão para 2011 é de mais de 20 milhões de sacas, o que significa que cada brasileiro vai beber em torno de 85 litros de café este ano.

Outro dado da divulgado, é que não há Estado brasileiro que não produza café. Minas Gerais, em maior quantidade, chega a 25 milhões de sacas. Depois vem o Espírito Santo e São Paulo.

Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção brasileira deve chegar a 45 milhões de sacas neste ano, seis milhões a mais que em 2009, quando também ocorreu o chamado ciclo de produção mais baixa. Segundo Carvalhaes, o ritmo de crescimento da produção não acompanhou a demanda nos últimos anos, e os estoques mundiais estão acabando.

– Nos países produtores praticamente não existe mais estoque. E nos países consumidores os estoques estão muito baixos. Não chegam para três meses de consumo – informa.

Carvalhaes também é diretor de uma corretora de café. Ele conta que viu, no último ano, a cotação do produto dobrar na bolsa de Nova York. Saiu do US$1,50 por libra peso para US$ 3.

– A tendência é de bons preços para o café. A safra pode ser um pouco maior, o consumo um pouco menor. Nós temos que prestar muita atenção na economia do mundo. A tendência tanto em 2011 quanto em 2012 é de alta nos preços do café – esclarece.

A possível escassez de café não chega a preocupar a indústria. O diretor executivo da Abic, Natan Herszkowicz, acredita que os preços altos podem causar um efeito positivo no campo, estimulando a produção no ano que vem com cafés de melhor qualidade.

– Os melhores cafés vão ter que ser disputados. Disputa significa preço maior. Vai levar quem pagar mais. O brasileiro vai continuar tomando café a cada dia. Em média, 95% da população acima dos 15 anos toma café todo dia, e o que a gente deseja é que o Brasil continue sendo o país onde mais cresce o consumo de café no mundo.

A exposição no Museu do Café começou nesta terça, dia Nacional do Café, e vai até o dia 24 de junho.

Fonte: Diário Agrícoloa

Semana de tempo seco, com geadas na região cafeeira ao amanhecer

informações do SOMAR, INMET e IAPAR


Uma fraca massa de ar polar que avançou pelo oceano, foi responsável por temperaturas mais baixas em parte da Região Sudeste. Nos próximos dias, a massa de ar polar enfraquece e o frio da madrugada diminui. Na sexta-feira, uma frente fria avança pelo oceano, mas novamente só traz chuva para a faixa leste do Sudeste, durante o fim de semana.

A massa de ar frio permanece atuando no estado do Paraná, nesta terça-feira. As temperaturas continuam baixas no começo da manhã, em parte pela presença da massa de ar frio que ainda predomina na região, mas também devido a perda radiativa de calor junto a superfície.

PARANA

As condições meteorológicas são favoráveis à formação de geada, no SUL e REGIÃO CENTRAL, ao amanhecer do(s) dia(s) 31/05/2011.

São previstas geadas de fraca intensidade na Região Metropolitana de Curitiba, Lapa, Norte Pioneiro, Ivaiporã, Campo Mourão e Sudoeste paranaense. Também são previstas formação de geadas de intensidade moderada nas regiões de Castro, Telêmaco Borba, Ponta Grossa, Irati, Guarapuava e Palmas, para as próximas 24 horas.

Minas Gerais

As condições meteorológicas são favoráveis à formação de geada, em áreas isoladas do SUL, ao amanhecer do(s) dia(s) 31/05/2011.

SAO PAULO

As condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de declínio da temperatura com formação de geada, na SERRA DA MANTIQUEIRA, ao amanhecer do(s) dia(s) 29/05/2011 e 30/05/2011.

RIO GRANDE DO SUL

As condições meteorológicas são favoráveis à formação de geada, na SERRA DO NORDESTE, ao amanhecer do(s) dia(s) 31/05/2011.

SANTA CATARINA

As condições meteorológicas são favoráveis à formação de geada, no PLANALTO SUL e PLANALTO NORTE, ao amanhecer do(s) dia(s) 31/05/2011.


Previsão do tempo para a região Sudeste

segunda, 30 de maio de 2011

PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO PASSANDO A ENCOBERTO COM CHUVA NO ESPÍRITO SANTO, CENTRO E NORTE DO RIO DE JANEIRO. PODE CHOVER NO NORDESTE DE SÃO PAULO. DEMAIS ÁREAS PARCIALMENTE NUBLADO.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 6°C


terça, 31 de maio de 2011

NUBLADO A PARCIALMENTE NUBLADO COM POSSIBILIDADE DE CHUVAS ISOLADAS NO ESPÍRTIO SANTO. PODE GEAR NO VALE DO PARANAPANEMA EM SÃO PAULO. DEMAIS ÁREAS COM NEBULOSIDADE VARIÁVEL E COM NÉVOA SECA EM MINAS GERAIS.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 4°C


quarta, 01 de junho de 2011

PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM CHUVA EM ÁREAS ISOLADAS DO RIO DE JANEIRO E DO ESPÍRITO SANTO. DEMAIS ÁREAS COM NEBULOSIDADE VARIÁVEL.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 5°C


quinta, 02 de junho de 2011

CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO EM MINAS GERAIS. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO, PASSANDO A ENCOBERTO COM CHUVAS NO ESPÍRITO SANTO E CENTRO NORTE DO RIO DE JANEIRO. DEMAIS ÁREAS DO RIO DE JANEIRO, PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 6°C

CÓDIGO FLORESTAL - O projeto sai da Câmara conforme queriam os ruralistas, e Dilma promete vetar os pontos mais polêmicos

POR GERSON FREITAS JR. | CARTA CAPITAL

A votação das controversas mudanças no Código Florestal rachou a base aliada e impôs ao governo Dilma sua primeira derrota na Câmara dos Deputados. Os congressistas aprovaram não só o texto básico do relator Aldo Rebelo, apoiado "com ressalvas" pelo Planalto, mas também a Emenda 164, que a presidenta classificou como "vergonhosa" e prometeu vetar.
A vitória dos ruralistas foi acachapante. O relatório teve 474 votos a favor e apenas 63 contra. Navotação do destaque, foram 273 contra 182.0 resultado não surpreendeu. A aprovação, tanto do relatório quanto da emenda, era dada como certa já nas primeiras horas da terça-feira 24. A única dúvida era se o governo aceitaria a derrota ou abortaria a votação, como fez duas semanas antes. Fragilizado pelo escândalo do vertiginoso enriquecimento de Antonio Palocci, o Planalto não viu outra saída senão aceitar os fatos.

Visivelmente constrangido, o líder do Partido dos Trabalhadores, Paulo Teixeira, recomendou o voto no relatório de Rebelo. "O projeto ainda tem problemas sérios, mas avançou muito em relação à proposta inicial", justificou minutos antes do pleito. E, embora não tenha liberado a bancada, disse que o partido "entenderia" eventuais dissidências. Ao todo, 35 de 81 deputados.

No outro lado, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves, comandou a rebelião da base contra o governo. O partido do vice, Michel Temer, votou em peso a favor do relatório e da Emenda 164, da qual foi um dos signatários. O governo promete alterar o projeto no Senado. O Planalto quer incluir na proposta a recomposição obrigatória de 20% de todas as áreas de preservação permanente, como topos de morros e margens de rios, e penas adicionais aos agricultores que reincidirem em agressões ao meio ambiente. "Vamos deixar claro que o governo tem uma proposta alternativa", disse Cândido Vaccarezza, o líder governista na Câmara.

O Planalto espera que a discussão no Senado ocorra com mais serenidade. A avaliação é de que, na Câmara, o embate entre ruralistas e ambientalistas extrapolou em muito o tom desejável e arruinou qualquer possibilidade de acordo. Por isso, Dilma deverá reeditar o decreto que isenta de multa os proprietários de terra que desmataram ilegalmente, a fim de dar mais tempo aos senadores. O decreto atual vence em 11 de junho. O valor das multas a serem aplicadas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Humanos Naturais e Renováveis (Ibama) e ainda não pagas até 22 de julho de 2008 extrapola a casa dos 2,4 bilhões de reais. Mato Grosso, Pará, Rondônia e Amazonas respondem por 85% desse valor.

"O Congresso não deve votar com uma faca no pescoço. Não havendo condição de se chegar a um acordo antes desse prazo, o governo já sinalizou que prorrogará o decreto", afirma Marco Maia, presidente da Câmara dos Deputados. O presidente do Senado, José Sarney, declarou que o projeto deverá ser apreciado "sem atropelo" por ao menos três comissões: Constituição e Justiça, Meio Ambiente e Agricultura.

Segundo o líder do governo na casa, Romero Jucá, a relatoria do projeto ficará por conta do presidente da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), parlamentar de confiança do Planalto.

Caso não consiga reverter o resultado obtido na Câmara, Dilma prometeu vetar os pontos mais críticos ou mesmo todo o texto do Código Florestal. Embora seja uma prerrogativa constitucional do presidente da República, a medida poderia abrir uma crise entre os poderes logo no primeiro ano de mandato. Para evitar esse desgaste, o governo vai trabalhar para garantir a fidelidade de sua ampla base aliada no Senado.

Na Câmara, a votação do Código Florestal voltou a colocar em xeque a relação entre o governo e o PMDB. Em seu discurso, Eduardo Alves tentou negar a conclusão óbvia de que ajudava a derrotar o governo. "Não sou um aliado do governo Dilma. Eu sou o governo Dilma." Logo em seguida, inflamado, desafiou o Planalto. "Esta é a hora de esta Casa (a Câmara) se afirmar. Isto aqui é um poder", afirmou, sob aplausos efusivos da oposição. "Eduardo Alves fez um discurso histórico de defesa do Parlamento", elogiou o colegaACM Neto. Alves, vale lembrar, é candidato à presidência da Câmara, cargo pretendido também por Aldo Rebelo.

Em sua tentativa de defender o Planalto, Vaccarezza saiu-se de maneira desastrosa. Após afirmar, corretamente, que é o presidente quem fala pelo governo em um regime presidencialista, o petista caiu em desgraça ao afirmar que o Congresso "corre risco quando vota contra o governo". Foi a senha para que os parlamentares transformassem a votação da Emenda 164 em um ato de independência da Câmara contra uma suposta ingerência do Executivo. Após a derrota, o líder governista disse que a relação com o PMDB não foi abalada com o episódio. "É uma página virada."

A Emenda 164 é o ponto mais crítico do novo Código Florestal. Proposta por parlamentares do PMDB, revoga o artigo 8° do texto relatado por Aldo Rebelo. Com esse artigo, o governo federal havia assegurado o direito de regulamentar, por decreto, quais APPs poderiam continuar a ser usadas pela agricultura e quais deveriam ser recompostas. O objetivo era distinguir áreas de preservação utilizadas por culturas há muitos anos, como as de café em Minas Gerais, daquelas que foram desmatadas ilegalmente, após a vigência do Código Florestal. Com a emenda, caberá aos estados fazer a distinção.

O governo federal desconfia da capacidade dos estados de fazer cumprir a lei. O que impediria que unidades da federação como o Mato Grosso, dominado por representantes do agronegócio, de liberar o plantio de soja em áreas de preservação permanente sob o artifício do "interesse social"? Na prática, argumentam os ambientalistas, a medida consolida todas as ocupações irregulares e anistia os desmatadores.

Por outro lado, argumenta o deputado Moreira Mendes (PPS), líder da frente parlamentar agropecuária, a prerrogativa de regulamentar as exceções por decreto transformaria a questão em moeda de troca política para o governo federal. "O governo quer é aprovar um código restritivo, que é o que conta para quem vê de fora, e depois liberar as ocupações no varejo." Para Duarte Nogueira, líder do PSDB na Câmara, a proposta governista é "autoritária", pois "submete a sobrevivência de culturas centenárias à caneta do governo".

De todo modo, a grande ameaça do novo Código é moral. Ao anistiar os proprietários de terra que desmataram ilegalmente, o Brasil passa mensagem de que o crime compensa. "O produtor que sempre seguiu a lei, que manteve as áreas de preservação permanente e reserva legal, vai chegar à conclusão de que errou", afirma Teixeira. Tal percepção seria a principal causa da disparada no ritmo de desmatamento da Amazônia, apontada pelos satélites do Inpe, nos últimos meses.

A senadora Kátia Abreu, presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), argumenta que não faz sentido falar em anistia se os produtores terão de aderir a um plano de regularização que prevê a recomposição (parcial) das áreas devastadas. "Além disso, a lei não abre qualquer brecha para quem desmatou após julho de 2008. Estes vão ter de se entender com a Justiça."

Para se verem livres das penalidades por crimes ambientais, os produtores em situação irregular terão de aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA), conduzido pela União em conjunto com os estados, no prazo de até um ano após a criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR), o que deve acontecer em até 90 dias após a publicação da futura lei.
Quem aderir ao PRA terá de assinar um termo de adesão e compromisso que vai especificar os procedimentos de recuperação ambiental. Cumpridos os termos, as punições são extintas. Contudo, o precedente justifica a desconfiança de que, passados alguns anos e descumpridas as ordens do PRA, os produtores rurais voltem a apelar ao argumento da "segurança jurídica" para conseguir um novo perdão.

No mais, o relatório votado contém avanços importantes em relação às primeiras versões apresentadas por Rebelo. O governo conseguiu garantir a manutenção das áreas de reserva legal e preservação permanente previstos no código atual. Ou seja, a nova legislação não autoriza novos desmatamentos em relação àqueles que já seriam permitidos atualmente. A flexibilização vale apenas para aqueles que terão de recompor áreas derrubadas. Em outras palavras, o novo Código Florestal não autoriza a devastação da Amazônia, como sugere a retórica ambientalista.

A discussão sobre as mudanças no Código Florestal foi, desde o início, um campo aberto para argumentos falaciosos e delirantes. No dia da votação, a senadora Kátia Abreu chegou a afirmar que as ONGs de defesa ao meio ambiente agiam como a máfia italiana ou as milícias cariocas "ao extorquir empresários sob a ameaça de desmoralização pública". Espera-se que, no Senado, o debate tenha a lucidez que o tema exige.

Frio continua no Paraná, com risco para formação de geadas no sul da região cafeeira

Frio continua no Paraná, com risco para formação de geadas no sul da região cafeeira





Com informações do INMET e IAPAR


O frio continua no Paraná, com risco para formação de geadas. Com destaque no centro-sul e Região Metropolitana de Curitiba onde a intensidade deve variar de moderada a forte, nas próximas 24 horas.

No sul da região cafeeira é previsto formação de geadas de fraca intensidade em locais de baixadas e em pontos isolados.

Em Minas Gerais as condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de baixa umidade relativa do ar, , em torno de 30% no Noroeste e Norte do estado, no período entre os dias 28/05/2011 e 29/05/2011.


Previsão do tempo para a região Sudeste

segunda, 30 de maio de 2011

PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO PASSANDO A ENCOBERTO COM CHUVA NO ESPÍRITO SANTO, CENTRO E NORTE DO RIO DE JANEIRO. PODE CHOVER NO NORDESTE DE SÃO PAULO. DEMAIS ÁREAS PARCIALMENTE NUBLADO.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 6°C


terça, 31 de maio de 2011

NUBLADO A PARCIALMENTE NUBLADO COM POSSIBILIDADE DE CHUVAS ISOLADAS NO ESPÍRTIO SANTO. PODE GEAR NO VALE DO PARANAPANEMA EM SÃO PAULO. DEMAIS ÁREAS COM NEBULOSIDADE VARIÁVEL E COM NÉVOA SECA EM MINAS GERAIS.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 4°C


quarta, 01 de junho de 2011

PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM CHUVA EM ÁREAS ISOLADAS DO RIO DE JANEIRO E DO ESPÍRITO SANTO. DEMAIS ÁREAS COM NEBULOSIDADE VARIÁVEL.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 5°C


quinta, 02 de junho de 2011

CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO EM MINAS GERAIS. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO, PASSANDO A ENCOBERTO COM CHUVAS NO ESPÍRITO SANTO E CENTRO NORTE DO RIO DE JANEIRO. DEMAIS ÁREAS DO RIO DE JANEIRO, PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 6°C