Café tem queda na ICE e mercado especula com safra do Brasil
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US bateram nos menores níveis em dois anos, em um dia em que o mercado continuou sua linha de retração, refletindo, entre outros temos, a possível produção recorde do Brasil na atual temporada. Em apenas um mês, o grão já acumula retração de mais de 15% na bolsa nova-iorquina, sendo que nesta segunda as cotações atingiram o menor patamar desde 15 de junho de 2010. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 50 pontos, com 149,55 centavos, sendo a máxima em 150,90 e a mínima em 148,20 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 50 pontos, com a libra a 151,50 centavos, sendo a máxima em 152,75 e a mínima em 150,10 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve queda de 29 dólares, com 2.066 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 27 dólares, com 2.079 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os preços estão em queda devido a vários fatores, sendo um dos mais efetivos a percepção de que o Brasil terá uma colheita consideravelmente alta, de cerca de 60 milhões de sacas, segundo cálculos de operadores privados. As chuvas recentes que se abateram sobre as zonas cafeeiras brasileiras tornaram a colheita mais lenta e ainda há um atraso em se confirmar o volume efetivo da safra. Entretanto, muitos especuladores continuam a avaliar que a safra do país vai dar um suporte importante para a disponibilidade do grão. "Todo mundo parece que está muito envolvido com a safra de café do Brasil. Eles continuam vendendo, pois há essa sensação de um volume alto", indicou Jack Scoville, vice-presidente do Price Futures Group. Adicionalmente, fundos e outros especuladores continuam a apostar que a tendência é de que os preços possam continuam em queda. Na semana encerrada no dia 12 de junho, os especuladores de arábica adicionaram 770 posições short, numa aposta de queda nos preços, fazendo com que os especuladores tivessem 14.601 lotes líquidos vendidos, de acordo com ao Commodity Futures Trading Comission. "Certamente, não podemos ter uma idéia clara de qual será o tamanho da safra brasileira até cerca de metade de julho, quando nos teremos a maior parte dos grãos já fora das árvores", sustentou Hector Galvan, analista sênior da R. J. O'Brien Futures. "Se lá em julho nós observarmos que o colhido não bate com o que foi projetado, nós poderíamos ver facilmente o mercado retornar para um patamar de 180,00 centavos ou além disso", indicou. A demanda também será um fator potencial para abalizar os preços futuros. Após os preços dos arábicas terem batido nas máximas de 14 anos, em 308,90 centavos, em maio do ano passado, a maior parte dos torrefadores começou a diminuir o volume de arábica em seus blends, ao passo que houve um aumento no uso dos robustas. "Vários fizeram essa mudança para o robusta. A questão agora é que eles irão voltar para o arábica", indicou um trader. Somente neste ano, os futuros de café tiveram queda de 34%, o que seria um atrativo básico para os torrefadores voltarem a utilizar o arábica. No entanto, alguns operadores avaliam que, caso o consumidor esteja satisfeito com os atuais blends, com volume maior de robusta é possível que as indústrias busquem privilegiar o café de valor mais barato. Adicionalmente, a situação macroeconômica na Europa poderia continuar afetando a demanda de café e também pesa nas quedas atuais da commodity. A notícia de que um partido pró-euro venceu as eleições na Grécia teve uma leitura positiva pelos mercados internacionais nesta segunda-feira. "Os participantes do mercado sabem que a maior parte dos problemas ainda não foi resolvida. A crise das dívidas soberanas deverá continuar assustando os mercados por um longo tempo e isso poderia impedir aumentos significativos dos preços das commodities", sustentou o Commerzbank, em nota sobre o atual mercado. "Os preços do arábica na ICE adicionando os prêmios de acordo com a qualidade e origem já estão abaixo do custo de produção para grande parte dos países produtores – o que não necessariamente significa que o terminal vai parar de cair. Por outro lado, o aumento de produção por maior uso de fertilizantes e melhor cultivo parece que perde força a partir de agora. O verão no hemisfério norte e incertezas sobre novas recessões em nada ajudam nosso mercado de café, que ainda precisa negociar boa parte da safra brasileira", indicou Rodrigo Corrêa da Costa da Archer Consulting. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 18, somaram 541.287 sacas de café, queda de 34,26%, em relação às 823.385 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 5.990 sacas, indo para 1.579.138 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 28.732 lotes, com as opções tendo 75 calls e 445 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 150,90-151,00, 151,20, 151,50, 152,00, 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00 e 161,25 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,20, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres não sustenta força inicial e fecha dia com retração
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta segunda-feira com quedas, em uma sessão com movimentação relativamente fraca e com ações de rolagens, principalmente entre julho e setembro, tendo sido reportadas. O setembro voltou a se posicionar abaixo do nível psicológico de 2.100 dólares. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por altas e baixas, com o setembro chegando, ao longo da primeira metade do dia, a tocar na máxima de 2.114 dólares. No entanto, com a abertura de outros mercados, algumas novas vendas começaram a ser estimuladas, com a tendência se invertendo, até a mínima de 2.067 dólares ter sido atingida. Nas mínimas, contudo, algumas compras de comerciais foram notadas, o que permitiu uma ligeira recuperação. "Foi uma sessão efetivamente técnica e sem maiores novidades. O setembro continua a flutuar próximo de 2.100 dólares e, mesmo com as perdas do dia, alguns parâmetros ainda são mantidos. Não temos a força das semanas anteriores, mas conseguimos manter alguma consistência", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 17,7 mil contratos em aberto, contra 51,9 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 2,94 mil lotes, com o setembro tendo 4,91 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 13 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve queda de 29 dólares, com 2.066 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 27 dólares, com 2.079 dólares por tonelada.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
Café mantém viés baixista, mas fecha sexta em alta na ICE
Café mantém viés baixista, mas fecha sexta em alta na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com altas modestas, o que permitiu fazer com que uma recuperação pudesse ser observada após a mínima de dois anos ter sido testada. Algumas recompras especulativas deram sustentação aos ganhos, em um dia em que os mercados externos se mostraram de neutros a positivos, com altas para as bolsas internacionais, estabilidade para o complexo de commodities e queda do dólar em relação a uma cesta de moedas internacionais. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 85 pontos, com 150,05 centavos, sendo a máxima em 151,20 e a mínima em 149,25 centavos por libra, com o setembro tendo valorização de 95 pontos, com a libra a 152,00 centavos, sendo a máxima em 153,15 e a mínima em 151,00 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os futuros de café continuam em uma espiral de queda, com os bears (baixistas) tranqüilamente no controle das tendências técnicos. Nesta semana, o café atingiu seu menor nível desde julho de 2010, com o padrão de preço continuando bastante negativo. Esses analistas sustentaram que ao longo das últimas semanas as perdas se tornaram mais efetivas. Em 21 de maio, o setembro era negociado no nível de 183,50 centavos até atingir nesta sexta-feira o nível de 150,70 centavos. O índice de força relativa de nove dias, que é um indicador importante para avaliar o "momentum" do mercado mostra níveis profundamente sobrevendidos, com 12% nesta semana. Qualquer patamar abaixo de 30% é considerado sobrevendido e, em geral, abre espaço para que o mercado se torne mais vulnerável para um rally corretivo. Paul Hare, vice-presidente executivo do Linn Group, disse que o "setembro continua a fazer constantes novas mínimas, estendendo as ações baixistas", disse. Hare sustentou que o gráfico semanal identificou um congestionamento na zona de suporte. "Há uma grande zona de congestionamento entre 150,00 e 130,00 centavos. Geralmente, quando verificamos essas áreas elas abrem espaço para identificarmos novos suportes para o mercado", explicou. Numa continuidade das análises do comportamento do gráfico semanal, na primeira metade de 2010 a ICE viu um movimento consolidativo também entre níveis de 150,00 e 130,00 centavos. "Parece que o café deve continuar a escalada de quedas, sendo que estamos acelerando as perdas nas últimas semanas. Um patamar entre 145,00 e 150,00 centavos para o setembro no curto prazo parece bem plausível", complementou Hare. E se pudesse orientar os traders, o que recomendaria? "Ainda estaria vendedor nos rallies", finalizou. "A descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comentário semanal. Os estoques de café nos Estados Unidos tiveram alta de 49.441 sacas no final de maio, totalizando 4.521.337 sacas, informou a GCA (Green Coffee Association). No final de abril, os estoques do país eram de 4.521.377 sacas. A maior alta de estoques foi verificada no armazém de Nova Orleans, com aumento de 57.549 e maior baixa foi em Seatlle/Tacoma, com queda de 51.568 sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 14, somaram 400.948 sacas, contra 409.700 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 2.425 sacas, indo para 1.573.148 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 22.898 lotes, com as opções tendo 718 calls e 874 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 151,20, 151,50, 152,00, 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00 e 161,25 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Em dia mais calmo, Londres fecha com ligeiros ganhos
Os contratos futuro de café robusta negociados na Euronext/Liffe tiveram uma sessão tranqüila nesta sexta-feira, com ligeiros avanços para as posições mais imediatas e pequenas retrações para as mais a futuro. As rolagens de posição continuam, sendo que o setembro possui hoje um volume muito mais expressivos de contratos em aberto que o julho. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por um comportamento semelhante àquele observado na sessão anterior. Ao longo de parte do dia, os vendedores tentaram fazer o setembro flutuar abaixo dos 2.100 dólares, mas encontrou justamente nessa marca uma barreira, o que abriu espaço para algumas recompras. Ao longo do dia, essa posição chegou a bater em 2.118 dólares, mas nesse patamar o que se observou foram realizações modestas, suficientes para desacelerar os ganhos. "Foi quase uma repetição da sessão de quinta-feira, porém com um volume de negócios muito menor. Os parâmetros foram mantidos e o setembro mostrou consistência ao conseguir impedir que o nível de 2.100 dólares fosse rompido", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 19,4 mil contratos em aberto, contra 51,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 3,58 mil lotes, com o setembro tendo 4,49 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada.
Boletim semanal - ano 79 - n° 24
Santos, sexta-feira, 15 de junho de 2012
Os contratos de café com vencimento no próximo mês de julho (inverno no Brasil, maior produtor de café do mundo) na ICE Futures US, em Nova Iorque, fecharam ontem abaixo de US$ 1,50 por libra peso e hoje a US$ 1,5005, em mais uma semana de queda generalizada nas cotações do café. A crise na zona do euro, que se agrava a cada semana e agora começa a atingir até a credibilidade de bancos suíços (ontem o banco central suíço alertou que o Credit Suisse e o UBS, os dois maiores bancos do país, precisariam promover um aumento de capital para enfrentar a crise europeia – fonte: OESP de hoje, pág. B-8), é a maior razão para a queda contínua das cotações do café, mas o pessimismo dos operadores - que devido ao quadro trabalham apenas com metas de curtíssimo prazo - começa a abalar até as análises sobre os fundamentos do mercado de café. As exportações brasileiras de café neste período de entressafra (janeiro a junho) estão dentro do esperado para um ano de safra baixa, e ao final deste mês de junho, deveremos fechar o ano-safra 2011/2012 com exportações ao redor de 30 milhões de sacas! Um ótimo desempenho para o Brasil. Um ano atrás, no início da safra, ninguém esperava números acima do que estamos alcançando. Obviamente o total embarcado ficará abaixo do que conseguimos em 2010/2011, que foi ano de safra cheia, dentro da bianualidade da produção brasileira de café. Alguns analistas, contagiados com o pessimismo sobre a economia europeia, começam a explicar a queda dos embarques brasileiros, quando comparados ao mesmo período de 2011, como reflexo de uma possível queda de consumo na Europa e não da safra de ciclo baixo no Brasil. Estes embarques estão dentro do esperado e já eram projetados um ano atrás, no auge da euforia com os preços do café. Em nossa opinião, a descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país. As cotações nas bolsas de futuro estão pressionadas pela crise financeira na zona do euro e não refletem a realidade do mercado físico de café. Com este quadro, é o preço nas bolsas de futuro que faz o preço a vista no mercado físico e não o contrário, como seria o esperado. Neste período de crise, é necessário criarmos um indexador temporário que reflita a real situação do café. Em 2011 ficou claro que mesmo acima de dois dólares por libra peso não houve corrida para plantio nos principais países produtores de café. A "Green Coffee Association" divulgou que os estoques americanos de café verde totalizaram 4.570.778 em 31 de maio de 2012. Uma alta de 49.441 sacas em relação às 4.521.337 sacas existentes em 30 de abril de 2012. Até o dia 14, os embarques de junho estavam em 294.872 sacas de café arábica e 63.825 sacas de café conillon, somando 358.697 sacas de café verde, mais 42.251 sacas de café solúvel, contra 409.700 sacas no mesmo dia de maio. Até o dia 14, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em junho totalizavam 913.020 sacas, contra 888.046 sacas no mesmo dia do mês anterior. A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 8, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 15, caiu nos contratos para entrega em setembro próximo, 540 pontos ou US$ 7,15 (R$ 14,58) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em setembro próximo na ICE fecharam no dia 8 a R$ 422,46/saca e hoje, dia 15, a R$ 410,17/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em setembro, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 95 pontos.
Escritório Carvalhaes
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com altas modestas, o que permitiu fazer com que uma recuperação pudesse ser observada após a mínima de dois anos ter sido testada. Algumas recompras especulativas deram sustentação aos ganhos, em um dia em que os mercados externos se mostraram de neutros a positivos, com altas para as bolsas internacionais, estabilidade para o complexo de commodities e queda do dólar em relação a uma cesta de moedas internacionais. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 85 pontos, com 150,05 centavos, sendo a máxima em 151,20 e a mínima em 149,25 centavos por libra, com o setembro tendo valorização de 95 pontos, com a libra a 152,00 centavos, sendo a máxima em 153,15 e a mínima em 151,00 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os futuros de café continuam em uma espiral de queda, com os bears (baixistas) tranqüilamente no controle das tendências técnicos. Nesta semana, o café atingiu seu menor nível desde julho de 2010, com o padrão de preço continuando bastante negativo. Esses analistas sustentaram que ao longo das últimas semanas as perdas se tornaram mais efetivas. Em 21 de maio, o setembro era negociado no nível de 183,50 centavos até atingir nesta sexta-feira o nível de 150,70 centavos. O índice de força relativa de nove dias, que é um indicador importante para avaliar o "momentum" do mercado mostra níveis profundamente sobrevendidos, com 12% nesta semana. Qualquer patamar abaixo de 30% é considerado sobrevendido e, em geral, abre espaço para que o mercado se torne mais vulnerável para um rally corretivo. Paul Hare, vice-presidente executivo do Linn Group, disse que o "setembro continua a fazer constantes novas mínimas, estendendo as ações baixistas", disse. Hare sustentou que o gráfico semanal identificou um congestionamento na zona de suporte. "Há uma grande zona de congestionamento entre 150,00 e 130,00 centavos. Geralmente, quando verificamos essas áreas elas abrem espaço para identificarmos novos suportes para o mercado", explicou. Numa continuidade das análises do comportamento do gráfico semanal, na primeira metade de 2010 a ICE viu um movimento consolidativo também entre níveis de 150,00 e 130,00 centavos. "Parece que o café deve continuar a escalada de quedas, sendo que estamos acelerando as perdas nas últimas semanas. Um patamar entre 145,00 e 150,00 centavos para o setembro no curto prazo parece bem plausível", complementou Hare. E se pudesse orientar os traders, o que recomendaria? "Ainda estaria vendedor nos rallies", finalizou. "A descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comentário semanal. Os estoques de café nos Estados Unidos tiveram alta de 49.441 sacas no final de maio, totalizando 4.521.337 sacas, informou a GCA (Green Coffee Association). No final de abril, os estoques do país eram de 4.521.377 sacas. A maior alta de estoques foi verificada no armazém de Nova Orleans, com aumento de 57.549 e maior baixa foi em Seatlle/Tacoma, com queda de 51.568 sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 14, somaram 400.948 sacas, contra 409.700 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 2.425 sacas, indo para 1.573.148 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 22.898 lotes, com as opções tendo 718 calls e 874 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 151,20, 151,50, 152,00, 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00 e 161,25 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Em dia mais calmo, Londres fecha com ligeiros ganhos
Os contratos futuro de café robusta negociados na Euronext/Liffe tiveram uma sessão tranqüila nesta sexta-feira, com ligeiros avanços para as posições mais imediatas e pequenas retrações para as mais a futuro. As rolagens de posição continuam, sendo que o setembro possui hoje um volume muito mais expressivos de contratos em aberto que o julho. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por um comportamento semelhante àquele observado na sessão anterior. Ao longo de parte do dia, os vendedores tentaram fazer o setembro flutuar abaixo dos 2.100 dólares, mas encontrou justamente nessa marca uma barreira, o que abriu espaço para algumas recompras. Ao longo do dia, essa posição chegou a bater em 2.118 dólares, mas nesse patamar o que se observou foram realizações modestas, suficientes para desacelerar os ganhos. "Foi quase uma repetição da sessão de quinta-feira, porém com um volume de negócios muito menor. Os parâmetros foram mantidos e o setembro mostrou consistência ao conseguir impedir que o nível de 2.100 dólares fosse rompido", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 19,4 mil contratos em aberto, contra 51,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 3,58 mil lotes, com o setembro tendo 4,49 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada.
Boletim semanal - ano 79 - n° 24
Santos, sexta-feira, 15 de junho de 2012
Os contratos de café com vencimento no próximo mês de julho (inverno no Brasil, maior produtor de café do mundo) na ICE Futures US, em Nova Iorque, fecharam ontem abaixo de US$ 1,50 por libra peso e hoje a US$ 1,5005, em mais uma semana de queda generalizada nas cotações do café. A crise na zona do euro, que se agrava a cada semana e agora começa a atingir até a credibilidade de bancos suíços (ontem o banco central suíço alertou que o Credit Suisse e o UBS, os dois maiores bancos do país, precisariam promover um aumento de capital para enfrentar a crise europeia – fonte: OESP de hoje, pág. B-8), é a maior razão para a queda contínua das cotações do café, mas o pessimismo dos operadores - que devido ao quadro trabalham apenas com metas de curtíssimo prazo - começa a abalar até as análises sobre os fundamentos do mercado de café. As exportações brasileiras de café neste período de entressafra (janeiro a junho) estão dentro do esperado para um ano de safra baixa, e ao final deste mês de junho, deveremos fechar o ano-safra 2011/2012 com exportações ao redor de 30 milhões de sacas! Um ótimo desempenho para o Brasil. Um ano atrás, no início da safra, ninguém esperava números acima do que estamos alcançando. Obviamente o total embarcado ficará abaixo do que conseguimos em 2010/2011, que foi ano de safra cheia, dentro da bianualidade da produção brasileira de café. Alguns analistas, contagiados com o pessimismo sobre a economia europeia, começam a explicar a queda dos embarques brasileiros, quando comparados ao mesmo período de 2011, como reflexo de uma possível queda de consumo na Europa e não da safra de ciclo baixo no Brasil. Estes embarques estão dentro do esperado e já eram projetados um ano atrás, no auge da euforia com os preços do café. Em nossa opinião, a descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país. As cotações nas bolsas de futuro estão pressionadas pela crise financeira na zona do euro e não refletem a realidade do mercado físico de café. Com este quadro, é o preço nas bolsas de futuro que faz o preço a vista no mercado físico e não o contrário, como seria o esperado. Neste período de crise, é necessário criarmos um indexador temporário que reflita a real situação do café. Em 2011 ficou claro que mesmo acima de dois dólares por libra peso não houve corrida para plantio nos principais países produtores de café. A "Green Coffee Association" divulgou que os estoques americanos de café verde totalizaram 4.570.778 em 31 de maio de 2012. Uma alta de 49.441 sacas em relação às 4.521.337 sacas existentes em 30 de abril de 2012. Até o dia 14, os embarques de junho estavam em 294.872 sacas de café arábica e 63.825 sacas de café conillon, somando 358.697 sacas de café verde, mais 42.251 sacas de café solúvel, contra 409.700 sacas no mesmo dia de maio. Até o dia 14, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em junho totalizavam 913.020 sacas, contra 888.046 sacas no mesmo dia do mês anterior. A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 8, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 15, caiu nos contratos para entrega em setembro próximo, 540 pontos ou US$ 7,15 (R$ 14,58) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em setembro próximo na ICE fecharam no dia 8 a R$ 422,46/saca e hoje, dia 15, a R$ 410,17/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em setembro, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 95 pontos.
Escritório Carvalhaes
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Café na ICE volta a cair e setembro se aproxima de 150 cents
Café na ICE volta a cair e setembro se aproxima de 150 cents
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US parecem não ter limite nas quedas. Nesta quinta-feira, mais uma vez, fortes perdas foram reportadas e a posição julho ficou abaixo do nível psicológico de 150,00 centavos, menor nível desde junho de 2010. Novas liquidações especulativas e de fundos deram o tom dos negócios, sem que qualquer tentativa de reação mais efetiva tenha sido observada. Com isso, os bears (baixistas) encontram caminho livre para liquidar, mesmo em um dia como esta quinta, no qual os fatores externos se mostraram positivos, com queda do dólar para várias moedas internacionais, altas nas bolsas internacionais e também para o complexo commodities. Ao contrário do imaginado por muitos operadores, o nível de 150,00 centavos foi buscado, até com certa facilidade, para o setembro. A mínima do dia para a segunda posição foi de 150,70 centavos. Para alguns players, a tendência é de continuidade da pressão, sendo que o mercado não conta com nenhum indicador mais consistente para demonstrar uma mudança de tendência. Esses players lembraram que novos cafés brasileiros e indonésios chegam ao mercado e vão cumprindo a previsão de reequilibrar a oferta. Diante disso, apontaram, a expectativa é que muitos participantes liquidem suas posições, principalmente aqueles mais temerosos com a complexa situação vivida pelos mercados internacionais, abalados pela crise na Europa e pelos crescimentos mais modestos de vários países do mundo. Fundamentalmente, o mercado carece de maiores novidades. A questão climática no Brasil é acompanhada de lado, ainda que o país entre no inverno na próxima semana. Não são esperadas quedas mais proeminentes nas temperaturas do centro-sul do pais para os próximos dias. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 330 pontos, com 149,20 centavos, sendo a máxima em 152,30 e a mínima em 148,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 315 pontos, com a libra a 151,05 centavos, sendo a máxima em 154,05 e a mínima em 150,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por novas baixas, baseadas basicamente por novas vendas vinculadas a indicadores gráficos de fraqueza. Para esses analistas, o café tem uma tendência de curto, médio e longo termo baixista. "Vemos uma formação baixista no longo prazo e por mais que alguns players tentem uma correção, o que se vê são novas vendas. Engatamos nas mínimas do dia anterior para ampliar ainda mais as perdas", disse Drew Geraghty, broker de commodities do Icap North America, em Nova Jersey. A Organização Internacional do Café ampliou para 20 milhões de sacas a estimativa para a safra 2011/2012 de café robusta do Vietnã, maior produtor do grão. O dado representa uma alta de 2,7% em relação à temporada anterior. A última projeção da entidade era de uma produção de 18,3 milhões de sacas. A instituição também estima que a produção mundial de café atinja 131,9 milhões de sacas neste ano-safra, contra 131,4 milhões de sacas previstas anteriormente. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 297.438 sacas, contra 385.022 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 6.074 sacas, indo para 1.570.723 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 39.650 lotes, com as opções tendo 2.045 calls e 2.109 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50 e163,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,85, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres tem dia movimentado e consegue fechar em alta
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta quinta-feira com ligeiras altas, em uma sessão de forte movimento, com a predominância das rolagens de posições. A posição julho chegou a flutuar ligeiramente acima do nível psicológico de 2.100 dólares, no entanto, não conseguiu se sustentar nesse nível. Por sua vez, algumas ações de venda foram verificadas, até bater na mínima de 2.069 dólares, sendo que nesse nível compras de comerciais permitiram a recuperação dos preços e até as ligeiras altas ao final do dia. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por uma volatilidade média, em meio a uma considerável ação entre venda e compra especulativa. Ao final, o mercado demonstrou que ainda conta com alguma sustentação para os robustas e conseguiu manter um intervalo que, ainda que não seja aquele observado até há alguns dias, ainda mostra-se fortalecido, ao contrário, por exemplo, do que ocorre nos arábicas. "Temos um incremento nas rolagens de posições e o volume foi bem expressivo. O mercado ainda tentou buscar novas mínimas, mas voltamos a encontrar aquisições comerciais nas baixas, o que possibilitou fecharmos no lado positivo da escala, ainda que com ganhos ligeiros", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 33,3 mil contratos em aberto, contra 38,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 19,0 mil lotes, com o setembro tendo 17,8 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. Responder Encaminhar
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US parecem não ter limite nas quedas. Nesta quinta-feira, mais uma vez, fortes perdas foram reportadas e a posição julho ficou abaixo do nível psicológico de 150,00 centavos, menor nível desde junho de 2010. Novas liquidações especulativas e de fundos deram o tom dos negócios, sem que qualquer tentativa de reação mais efetiva tenha sido observada. Com isso, os bears (baixistas) encontram caminho livre para liquidar, mesmo em um dia como esta quinta, no qual os fatores externos se mostraram positivos, com queda do dólar para várias moedas internacionais, altas nas bolsas internacionais e também para o complexo commodities. Ao contrário do imaginado por muitos operadores, o nível de 150,00 centavos foi buscado, até com certa facilidade, para o setembro. A mínima do dia para a segunda posição foi de 150,70 centavos. Para alguns players, a tendência é de continuidade da pressão, sendo que o mercado não conta com nenhum indicador mais consistente para demonstrar uma mudança de tendência. Esses players lembraram que novos cafés brasileiros e indonésios chegam ao mercado e vão cumprindo a previsão de reequilibrar a oferta. Diante disso, apontaram, a expectativa é que muitos participantes liquidem suas posições, principalmente aqueles mais temerosos com a complexa situação vivida pelos mercados internacionais, abalados pela crise na Europa e pelos crescimentos mais modestos de vários países do mundo. Fundamentalmente, o mercado carece de maiores novidades. A questão climática no Brasil é acompanhada de lado, ainda que o país entre no inverno na próxima semana. Não são esperadas quedas mais proeminentes nas temperaturas do centro-sul do pais para os próximos dias. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 330 pontos, com 149,20 centavos, sendo a máxima em 152,30 e a mínima em 148,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 315 pontos, com a libra a 151,05 centavos, sendo a máxima em 154,05 e a mínima em 150,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por novas baixas, baseadas basicamente por novas vendas vinculadas a indicadores gráficos de fraqueza. Para esses analistas, o café tem uma tendência de curto, médio e longo termo baixista. "Vemos uma formação baixista no longo prazo e por mais que alguns players tentem uma correção, o que se vê são novas vendas. Engatamos nas mínimas do dia anterior para ampliar ainda mais as perdas", disse Drew Geraghty, broker de commodities do Icap North America, em Nova Jersey. A Organização Internacional do Café ampliou para 20 milhões de sacas a estimativa para a safra 2011/2012 de café robusta do Vietnã, maior produtor do grão. O dado representa uma alta de 2,7% em relação à temporada anterior. A última projeção da entidade era de uma produção de 18,3 milhões de sacas. A instituição também estima que a produção mundial de café atinja 131,9 milhões de sacas neste ano-safra, contra 131,4 milhões de sacas previstas anteriormente. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 297.438 sacas, contra 385.022 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 6.074 sacas, indo para 1.570.723 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 39.650 lotes, com as opções tendo 2.045 calls e 2.109 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50 e163,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,85, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres tem dia movimentado e consegue fechar em alta
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta quinta-feira com ligeiras altas, em uma sessão de forte movimento, com a predominância das rolagens de posições. A posição julho chegou a flutuar ligeiramente acima do nível psicológico de 2.100 dólares, no entanto, não conseguiu se sustentar nesse nível. Por sua vez, algumas ações de venda foram verificadas, até bater na mínima de 2.069 dólares, sendo que nesse nível compras de comerciais permitiram a recuperação dos preços e até as ligeiras altas ao final do dia. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por uma volatilidade média, em meio a uma considerável ação entre venda e compra especulativa. Ao final, o mercado demonstrou que ainda conta com alguma sustentação para os robustas e conseguiu manter um intervalo que, ainda que não seja aquele observado até há alguns dias, ainda mostra-se fortalecido, ao contrário, por exemplo, do que ocorre nos arábicas. "Temos um incremento nas rolagens de posições e o volume foi bem expressivo. O mercado ainda tentou buscar novas mínimas, mas voltamos a encontrar aquisições comerciais nas baixas, o que possibilitou fecharmos no lado positivo da escala, ainda que com ganhos ligeiros", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 33,3 mil contratos em aberto, contra 38,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 19,0 mil lotes, com o setembro tendo 17,8 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. Responder Encaminhar
Café rompe novos suportes e fecha dia com perdas na ICE
Café rompe novos suportes e fecha dia com perdas na ICE
Os contratos futuros de café arábica tiveram mais um dia de perdas na ICE Futures US, com a primeira posição experimentando os menores níveis em dois anos, na continuidade do cenário negro que vem sendo experimentado pela commodity ao longo dos últimos tempos. No dia, após operar próximo da estabilidade ao longo de toda a primeira parte da sessão, o café passou a ser pressionado com o acionamento de novas ordens de venda e as perdas começaram a ganhar corpo, com o julho chegando a registrar retração de 235 pontos. Nas mínimas, algumas recompras foram observadas, mas elas apenas contribuíram para diminuir ligeiramente os prejuízos. Tecnicamente, o mercado continua demonstrando um viés baixista de curto a longo prazo, com os compradores se mostrando reticentes e sem força. Por sua vez, o cenário externo continua a afetar o segmento café e apenas contribui para que os resultados ruins se ampliem. Apesar dos constantes rompimentos das “mínimas”, não se verificam acionamentos de stops, o que vem permitindo fazer com que a primeira posição continua efetivamente dentro do nível de 150,00 centavos. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 170 pontos, com 152,50 centavos, sendo a máxima em 155,15 e a mínima em 151,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 115 pontos, com a libra a 154,20 centavos, sendo a máxima em 156,40 e a mínima em 153,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, a pressão e a incerteza sobre a crise das dívidas na Europa e o foco na nova eleição na Grécia contribuem para que o mercado continue a se movimentar nervosamente, em geral, focado na liquidação de posições, com os players se voltando em direção de mercados de menor risco. "A aversão a riscos é um fato recorrendo do atual momento delicado e sentimos problemas como os do café também em segmentos como de cacau e açúcar", indicou um trader. "Quando eu lanço um olhar sobre o mercado de café só consigo ver que ele está tão fraco. A colheita no Brasil está se acelerando e isso, no curto prazo, só favorece novas vendas", indicou Sterling Smith, vice-presidente de pesquisas em commodities do Citibank, em Chicago. Operadores sustentaram que o café se mostra muito vulnerável com a situação macroeconômica, sendo que nesta quarta, com novos indicadores ruins para bolsas internacionais e para o complexo commodity em geral, novas perdas foram estabelecidas. A produção de café do Vietnã no próximo ano pode cair 15%, reduzindo, portanto, a disponibilidade de grãos para a exportação, indicou a Vicofa (Associação de Café e Cacau do Vietnã). As floradas apareceram mais cedo devido às condições climáticas desfavoráveis, o que pode prejudicar a safra que se inicia em 01 de outubro, segundo a entidade. Mais de 35% das árvores cafeeiras do país estariam consideravelmente velhas e, assim, sem condições para produzir grãos de qualidade. O consumo doméstico de café no país pode se incrementar em 10% no próximo ano no país, contra 75 do atual exercício. Para o presidente da Vicofa, Luong Van Ta, em 2011/2012, a produção do país foi estimada em 18, 3 milhões de sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 275.011 sacas, contra 301.380 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.173 sacas, indo para 1.564.649 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 41.321 lotes, com as opções tendo 1.421 calls e 547 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 155,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50 e 164,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 151,85, 151,50, 151,00, 150,50, 150,10-150,00, 149,50, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50 e 147,00 centavos por libra.
Londres interrompe sequência e fecha dia com ganhos
Os contratos futuros de café robusta tiveram uma quarta-feira de recuperação parcial, após uma seqüência de baixas que fez com que a primeira posição chegasse a testar o menor patamar em um mês. Ao longo do dia, várias ações de rolagens de posição foram reportadas e o setembro já conta com um volume maior de contratos em aberto que o julho na bolsa londrina. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por algumas compras mais efetivas por parte de especuladores, com algumas aquisições também reportadas por parte de empresas comerciais. Com isso, o julho chegou a flutuar, durante parte do dia, acima do nível psicológico de 2.100 dólares, mas ao final da sessão, com algumas realizações, o encerramento se deu abaixo desse patamar, mas com ganhos. "Voltamos a registrar pouca oferta por parte de origens e, além disso, parte das altas vieram na esteira da notícia de que o Vietnã pode ter uma redução expressiva na sua produção de café na próxima temporada. Se os estoques europeus de robusta hoje já são limitados, caso o Vietnã efetivamente oferte menos a tendência é de termos um quadro extremamente apertado", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 35,4 mil contratos em aberto, contra 37,3 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 6,44 mil lotes, com o setembro tendo 7,37 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 9 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada.
Os contratos futuros de café arábica tiveram mais um dia de perdas na ICE Futures US, com a primeira posição experimentando os menores níveis em dois anos, na continuidade do cenário negro que vem sendo experimentado pela commodity ao longo dos últimos tempos. No dia, após operar próximo da estabilidade ao longo de toda a primeira parte da sessão, o café passou a ser pressionado com o acionamento de novas ordens de venda e as perdas começaram a ganhar corpo, com o julho chegando a registrar retração de 235 pontos. Nas mínimas, algumas recompras foram observadas, mas elas apenas contribuíram para diminuir ligeiramente os prejuízos. Tecnicamente, o mercado continua demonstrando um viés baixista de curto a longo prazo, com os compradores se mostrando reticentes e sem força. Por sua vez, o cenário externo continua a afetar o segmento café e apenas contribui para que os resultados ruins se ampliem. Apesar dos constantes rompimentos das “mínimas”, não se verificam acionamentos de stops, o que vem permitindo fazer com que a primeira posição continua efetivamente dentro do nível de 150,00 centavos. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 170 pontos, com 152,50 centavos, sendo a máxima em 155,15 e a mínima em 151,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 115 pontos, com a libra a 154,20 centavos, sendo a máxima em 156,40 e a mínima em 153,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, a pressão e a incerteza sobre a crise das dívidas na Europa e o foco na nova eleição na Grécia contribuem para que o mercado continue a se movimentar nervosamente, em geral, focado na liquidação de posições, com os players se voltando em direção de mercados de menor risco. "A aversão a riscos é um fato recorrendo do atual momento delicado e sentimos problemas como os do café também em segmentos como de cacau e açúcar", indicou um trader. "Quando eu lanço um olhar sobre o mercado de café só consigo ver que ele está tão fraco. A colheita no Brasil está se acelerando e isso, no curto prazo, só favorece novas vendas", indicou Sterling Smith, vice-presidente de pesquisas em commodities do Citibank, em Chicago. Operadores sustentaram que o café se mostra muito vulnerável com a situação macroeconômica, sendo que nesta quarta, com novos indicadores ruins para bolsas internacionais e para o complexo commodity em geral, novas perdas foram estabelecidas. A produção de café do Vietnã no próximo ano pode cair 15%, reduzindo, portanto, a disponibilidade de grãos para a exportação, indicou a Vicofa (Associação de Café e Cacau do Vietnã). As floradas apareceram mais cedo devido às condições climáticas desfavoráveis, o que pode prejudicar a safra que se inicia em 01 de outubro, segundo a entidade. Mais de 35% das árvores cafeeiras do país estariam consideravelmente velhas e, assim, sem condições para produzir grãos de qualidade. O consumo doméstico de café no país pode se incrementar em 10% no próximo ano no país, contra 75 do atual exercício. Para o presidente da Vicofa, Luong Van Ta, em 2011/2012, a produção do país foi estimada em 18, 3 milhões de sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 275.011 sacas, contra 301.380 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.173 sacas, indo para 1.564.649 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 41.321 lotes, com as opções tendo 1.421 calls e 547 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 155,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50 e 164,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 151,85, 151,50, 151,00, 150,50, 150,10-150,00, 149,50, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50 e 147,00 centavos por libra.
Londres interrompe sequência e fecha dia com ganhos
Os contratos futuros de café robusta tiveram uma quarta-feira de recuperação parcial, após uma seqüência de baixas que fez com que a primeira posição chegasse a testar o menor patamar em um mês. Ao longo do dia, várias ações de rolagens de posição foram reportadas e o setembro já conta com um volume maior de contratos em aberto que o julho na bolsa londrina. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por algumas compras mais efetivas por parte de especuladores, com algumas aquisições também reportadas por parte de empresas comerciais. Com isso, o julho chegou a flutuar, durante parte do dia, acima do nível psicológico de 2.100 dólares, mas ao final da sessão, com algumas realizações, o encerramento se deu abaixo desse patamar, mas com ganhos. "Voltamos a registrar pouca oferta por parte de origens e, além disso, parte das altas vieram na esteira da notícia de que o Vietnã pode ter uma redução expressiva na sua produção de café na próxima temporada. Se os estoques europeus de robusta hoje já são limitados, caso o Vietnã efetivamente oferte menos a tendência é de termos um quadro extremamente apertado", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 35,4 mil contratos em aberto, contra 37,3 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 6,44 mil lotes, com o setembro tendo 7,37 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 9 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Café na ICE mantém fraqueza e bate na mínima de dois anos
Café na ICE mantém fraqueza e bate na mínima de dois anos
Os contratos futuros de café arábica encerraram esta terça-feira com novas perdas, em mais uma sessão caracterizada por vendas especulativas. A primeira posição chegou, ao longo da manhã, a construir uma nova mínima e bater no menor patamar desde junho de 2010. Em meio a um grande quadro de fraqueza técnica, os bears (baixistas) atuam com facilidade e controlam as cotações. Por outro lado, o mercado não dá sinais de recuperar a força. Graficamente, se observa um quadro nitidamente sobrevendido, no entanto, resistências básicas não conseguem ser superadas. Ao longo do dia, por exemplo, o julho chegou a flutuar no nível de 155,00 centavos, sem, contudo, conseguir ir além dos 155,50 centavos, o que abre espaço para que os vendedores voltem a ser ativo. O mercado em Nova Iorque observa um aumento considerável nas rolagens de posição, principalmente entre julho e setembro, sendo que o início da notificação do primeiro contrato se dará no dia 21 de junho.Os contratos em abertos ao final da sessão passada na bolsa norte-americana estavam em 153.344 lotes, menor patamar desde 30 de abril. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 90 pontos, com 154,20 centavos, sendo a máxima em 155,50 e a mínima em 153,30 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 135 pontos, com a libra a 155,35 centavos, sendo a máxima em 156,70 e a mínima em 154,80 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve estabilidade, com 2.062 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 1 dólar, com 2.070 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o mercado continua sendo pressionado por fatores técnicos e também pelo sentimento de muitos players de que a disponibilidade do grão se mostra cada vez menos apertada. A nova safra, de ciclo alto, do Brasil começa a chegar mais fortemente às mesas de comercialização, assim como os grãos da produção da Indonésia e, diante disso, muitos operadores, efetivamente, ampliam ainda mais suas vendas. Adicionalmente, continua a existir o grande temor com a crise na Europa. A terça-feira foi de calma nos mercados externos, com estabilidade para o índice CRB e alta para as bolsas de valores, mas nem esses dados mais "tranquilizadores" conseguiram dar sustentação para uma alta para o café. "Estamos seguindo uma linha baixista e os fundamentos não demonstram uma mudança de cenário. Alguns operadores duvidam sobre o rompimento do nível de 150,00 centavos, no entanto, os baixistas têm as cartas nas mãos e se sentirem confortáveis vão testar facilmente esse nível psicológico", indicou um trader. As exportações de café de El Salvador em maio caíram 46% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com 118.458 sacas, indicou o Conselho Salvadorenho de Café. A redução reflete os prejuízos causados à produção do país pelo clima ao longo da safra. Em 2011/2012, o país já remeteu ao exterior 817.996 sacas, 40% a menos que na mesma época do ano passado. Durante os primeiros oito meses do atual ano-safra, os embarques geraram uma receita de 250,24 milhões de dólares, 28% a menos que em 2010/2011. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 11, somaram 130.905 sacas, contra 165.422 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 266 sacas, indo para 1.563.476 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 53.607 lotes, com as opções tendo 2.106 calls e 847 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50 e 164,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 153,30, 153,00, 152,50, 152,30, 152,00, 151,50, 151,00, 150,50, 150,10-150,00, 149,50, 149,00, 148,50 e 148,00 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica encerraram esta terça-feira com novas perdas, em mais uma sessão caracterizada por vendas especulativas. A primeira posição chegou, ao longo da manhã, a construir uma nova mínima e bater no menor patamar desde junho de 2010. Em meio a um grande quadro de fraqueza técnica, os bears (baixistas) atuam com facilidade e controlam as cotações. Por outro lado, o mercado não dá sinais de recuperar a força. Graficamente, se observa um quadro nitidamente sobrevendido, no entanto, resistências básicas não conseguem ser superadas. Ao longo do dia, por exemplo, o julho chegou a flutuar no nível de 155,00 centavos, sem, contudo, conseguir ir além dos 155,50 centavos, o que abre espaço para que os vendedores voltem a ser ativo. O mercado em Nova Iorque observa um aumento considerável nas rolagens de posição, principalmente entre julho e setembro, sendo que o início da notificação do primeiro contrato se dará no dia 21 de junho.Os contratos em abertos ao final da sessão passada na bolsa norte-americana estavam em 153.344 lotes, menor patamar desde 30 de abril. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 90 pontos, com 154,20 centavos, sendo a máxima em 155,50 e a mínima em 153,30 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 135 pontos, com a libra a 155,35 centavos, sendo a máxima em 156,70 e a mínima em 154,80 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve estabilidade, com 2.062 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 1 dólar, com 2.070 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o mercado continua sendo pressionado por fatores técnicos e também pelo sentimento de muitos players de que a disponibilidade do grão se mostra cada vez menos apertada. A nova safra, de ciclo alto, do Brasil começa a chegar mais fortemente às mesas de comercialização, assim como os grãos da produção da Indonésia e, diante disso, muitos operadores, efetivamente, ampliam ainda mais suas vendas. Adicionalmente, continua a existir o grande temor com a crise na Europa. A terça-feira foi de calma nos mercados externos, com estabilidade para o índice CRB e alta para as bolsas de valores, mas nem esses dados mais "tranquilizadores" conseguiram dar sustentação para uma alta para o café. "Estamos seguindo uma linha baixista e os fundamentos não demonstram uma mudança de cenário. Alguns operadores duvidam sobre o rompimento do nível de 150,00 centavos, no entanto, os baixistas têm as cartas nas mãos e se sentirem confortáveis vão testar facilmente esse nível psicológico", indicou um trader. As exportações de café de El Salvador em maio caíram 46% em relação ao mesmo mês do ano anterior, com 118.458 sacas, indicou o Conselho Salvadorenho de Café. A redução reflete os prejuízos causados à produção do país pelo clima ao longo da safra. Em 2011/2012, o país já remeteu ao exterior 817.996 sacas, 40% a menos que na mesma época do ano passado. Durante os primeiros oito meses do atual ano-safra, os embarques geraram uma receita de 250,24 milhões de dólares, 28% a menos que em 2010/2011. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 11, somaram 130.905 sacas, contra 165.422 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 266 sacas, indo para 1.563.476 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 53.607 lotes, com as opções tendo 2.106 calls e 847 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50 e 164,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 153,30, 153,00, 152,50, 152,30, 152,00, 151,50, 151,00, 150,50, 150,10-150,00, 149,50, 149,00, 148,50 e 148,00 centavos por libra.
Presidente do Federal Reserve de Chicago admitiu a possibilidade de novos estímulos
Presidente do Federal Reserve de Chicago admitiu a possibilidade de novos estímulos; Ibovespa subiu 1,94%.
Apoiado no movimento positivo de Wall Street e nas expectativas de novas medidas do Federal Reserve, o Ibovespa conseguiu voltar ao patamar dos 55 mil pontos nesta terça-feira (12/6).
O índice fechou o pregão regular com alta de 1,94%, a 55.094 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 5,66 bilhões.
A alta deste pregão segue o discurso do presidente do Federal Reserve de Chicago, Charles Evans, que admitiu a possibilidade do banco central americano anunciar algum tipo de estímulo econômico.
"O que mudou de ontem para hoje é essa expectativa", comentou o sócio da Teórica Investimentos, Rogério Freitas. Segundo ele, pode haver anúncios de novas medidas do Fed já na próxima semana.
Com os rumores, o S&P 500 e o Dow Jones subiram 1,17% e 1,31%, respectivamente, acompanhados pelo Nasdaq, que registrou valorização de 1,19%.
"As possibilidades que estão em discussão no mercado são o QE3 [quantitative easing ou flexibilização quantitativa] ou a redução da rentabilidade das reservas em excesso que os bancos têm no Fed", avalia Freitas.
Para o sócio da Teórica Investimentos, os dados recentes dos Estados Unidos corroboram essa expectativa, mostrando um crescimento mais fraco da economia americana.
Nesta tarde, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou um déficit fiscal de US$ 124,636 bilhões em maio deste ano, resultado pior do que o superávit de US$ 59,1 bilhões verificado em abril.
Na Europa, a atenção segue em torno das eleições da Grécia, marcadas para o dia 17 de junho, e o resgate de € 100 bilhões aos bancos espanhóis.
Segundo a Fitch, há a possibilidade de que os ativos bancários da Espanha se deteriorem mais. Dessa forma, a agência de classificação de risco cortou a nota de 18 bancos locais.
O movimento positivo foi mais tímido por lá. O CAC 40, de Paris, o Dax, de Frankfurt, e o FTSE 100, de Londres, subiram 0,14%, 0,33% e 0,76%, nesta ordem.
Na agenda doméstica, a condição da economia brasileira segue em discussão. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta terça-feira esperar o recuo da inadimplência e o crescimento do crédito a partir do segundo semestre.
Já a presidente Dilma Rousseff voltou a defender a redução dos juros e o estímulo ao consumo, dizendo que o Brasil possui "forças internas" para fazer frente à crise internacional.
Nesta manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados do emprego na indústria, revelando uma queda de 0,3% em abril, frente a março.
Destaques
Na Bolsa, após anunciar a prorrogação em 10 dias da oferta de troca de suas ações pelas da Lan, a Tam (TAMM4) registrou a maior alta do Ibovespa, de 6,84%.
Na outra ponta ficaram os papéis preferenciais classe A da Usiminas (USIM5), com queda de 1,64%.
Câmbio
No mercado de câmbio, sem intervenções do Banco Central, o dólar comercial subiu 0,38%, cotado a R$ 2,063 na compra e R$ 2,065 na venda.
Apoiado no movimento positivo de Wall Street e nas expectativas de novas medidas do Federal Reserve, o Ibovespa conseguiu voltar ao patamar dos 55 mil pontos nesta terça-feira (12/6).
O índice fechou o pregão regular com alta de 1,94%, a 55.094 pontos. O volume financeiro negociado foi de R$ 5,66 bilhões.
A alta deste pregão segue o discurso do presidente do Federal Reserve de Chicago, Charles Evans, que admitiu a possibilidade do banco central americano anunciar algum tipo de estímulo econômico.
"O que mudou de ontem para hoje é essa expectativa", comentou o sócio da Teórica Investimentos, Rogério Freitas. Segundo ele, pode haver anúncios de novas medidas do Fed já na próxima semana.
Com os rumores, o S&P 500 e o Dow Jones subiram 1,17% e 1,31%, respectivamente, acompanhados pelo Nasdaq, que registrou valorização de 1,19%.
"As possibilidades que estão em discussão no mercado são o QE3 [quantitative easing ou flexibilização quantitativa] ou a redução da rentabilidade das reservas em excesso que os bancos têm no Fed", avalia Freitas.
Para o sócio da Teórica Investimentos, os dados recentes dos Estados Unidos corroboram essa expectativa, mostrando um crescimento mais fraco da economia americana.
Nesta tarde, o Departamento do Tesouro dos EUA anunciou um déficit fiscal de US$ 124,636 bilhões em maio deste ano, resultado pior do que o superávit de US$ 59,1 bilhões verificado em abril.
Na Europa, a atenção segue em torno das eleições da Grécia, marcadas para o dia 17 de junho, e o resgate de € 100 bilhões aos bancos espanhóis.
Segundo a Fitch, há a possibilidade de que os ativos bancários da Espanha se deteriorem mais. Dessa forma, a agência de classificação de risco cortou a nota de 18 bancos locais.
O movimento positivo foi mais tímido por lá. O CAC 40, de Paris, o Dax, de Frankfurt, e o FTSE 100, de Londres, subiram 0,14%, 0,33% e 0,76%, nesta ordem.
Na agenda doméstica, a condição da economia brasileira segue em discussão. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, afirmou nesta terça-feira esperar o recuo da inadimplência e o crescimento do crédito a partir do segundo semestre.
Já a presidente Dilma Rousseff voltou a defender a redução dos juros e o estímulo ao consumo, dizendo que o Brasil possui "forças internas" para fazer frente à crise internacional.
Nesta manhã, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou os dados do emprego na indústria, revelando uma queda de 0,3% em abril, frente a março.
Destaques
Na Bolsa, após anunciar a prorrogação em 10 dias da oferta de troca de suas ações pelas da Lan, a Tam (TAMM4) registrou a maior alta do Ibovespa, de 6,84%.
Na outra ponta ficaram os papéis preferenciais classe A da Usiminas (USIM5), com queda de 1,64%.
Câmbio
No mercado de câmbio, sem intervenções do Banco Central, o dólar comercial subiu 0,38%, cotado a R$ 2,063 na compra e R$ 2,065 na venda.
Novos dados revelam que os torrefadores estão adicionando mais robusta nos EUA
Novos dados revelam que os torrefadores estão adicionando mais robusta nos EUA
Os torrefadoras de café calmamente construíram uma façanha financeira do ano passado que passou despercebido pela maioria dos clientes, adicionando uma maior proporção do mais barato, robusta, quando preço do café de primeira linha arábica subiram. Como novos dados revelam a extensão surpreendente de que a substituição, que parece ter sido muito mais difundido do que os especialistas acreditavam ser possível, a indústria enfrenta uma questão perturbadora: Como o prêmio de preço para os arábica retornam para níveis historicamente normais, torrefadores voltam a comprar? A resposta curta parece ser NÃO. O "swing" na demanda foi surpreendentemente decisivo e rápido. Importações norte-americanas de robusta subiram quase 80 por cento no primeiro trimestre deste ano em comparação com um ano atrás, enquanto arábica caiu perto de um terço, dados da OIC mostram o que provavelmente reflete as compras feitas durante o ano passado. "O que estamos percebendo é que todo mundo subestimou a quantidade de demanda robusta, porque todo mundo pensava ... que havia apenas uma quantidade determinada de robusta que podia-se adicionar às suas misturas", disse Ernesto Alvarez, presidente-executivo da norte-americana de café da COEX Internacional. Parte do aumento da demanda robusta pode ser explicado pela mudança de gostos com parte dos consumidores norte-americanos buscando preços mais baixos nas marcas devido ao aumento dos preços. Menor custo fez com que Folgers da JM Smucker, e Maxwell House da Kraft Foods aumentassem sua participação de mercado como mostra a pesquisa. Os dados estão começando a oferecer alguma credibilidade à especulação generalizada do mercado de que alguns torrefadores dos Estados Unidos aumentaram o conteúdo robusta para um nível bem mais alto em suas ultra-secretas misturas do que muitos pensavam poder acontecer, sacrificar a qualidade ou nem tanto, a fim de manter suas margens de lucro.
Os torrefadoras de café calmamente construíram uma façanha financeira do ano passado que passou despercebido pela maioria dos clientes, adicionando uma maior proporção do mais barato, robusta, quando preço do café de primeira linha arábica subiram. Como novos dados revelam a extensão surpreendente de que a substituição, que parece ter sido muito mais difundido do que os especialistas acreditavam ser possível, a indústria enfrenta uma questão perturbadora: Como o prêmio de preço para os arábica retornam para níveis historicamente normais, torrefadores voltam a comprar? A resposta curta parece ser NÃO. O "swing" na demanda foi surpreendentemente decisivo e rápido. Importações norte-americanas de robusta subiram quase 80 por cento no primeiro trimestre deste ano em comparação com um ano atrás, enquanto arábica caiu perto de um terço, dados da OIC mostram o que provavelmente reflete as compras feitas durante o ano passado. "O que estamos percebendo é que todo mundo subestimou a quantidade de demanda robusta, porque todo mundo pensava ... que havia apenas uma quantidade determinada de robusta que podia-se adicionar às suas misturas", disse Ernesto Alvarez, presidente-executivo da norte-americana de café da COEX Internacional. Parte do aumento da demanda robusta pode ser explicado pela mudança de gostos com parte dos consumidores norte-americanos buscando preços mais baixos nas marcas devido ao aumento dos preços. Menor custo fez com que Folgers da JM Smucker, e Maxwell House da Kraft Foods aumentassem sua participação de mercado como mostra a pesquisa. Os dados estão começando a oferecer alguma credibilidade à especulação generalizada do mercado de que alguns torrefadores dos Estados Unidos aumentaram o conteúdo robusta para um nível bem mais alto em suas ultra-secretas misturas do que muitos pensavam poder acontecer, sacrificar a qualidade ou nem tanto, a fim de manter suas margens de lucro.
Chuva prejudica colheita de café na região Sudeste
Chuva prejudica colheita de café na região Sudeste
As chuvas dos últimos dias têm atrasado a colheita de café nas áreas de atuação da Cooxupé, a maior cooperativa de café do mundo, com sede em Guaxupé (MG).Em relatório divulgado ontem pela cooperativa, relativo ao período de 03 a 09 de junho, apenas 4,18% da área total pesquisada pela Cooxupé - Sul de Minas, Mogiana Paulista e Cerrado Mineiro - já foi colhida. "O número ainda é insignificante em termos de colheita", observa Carlos Augusto Rodrigues de Melo, vice-presidente da Cooxupé.Ele relata que, diante das chuvas fortes da última segunda-feira, os produtores de várias regiões do sul mineiro não colheram as lavouras ontem. Em alguns locais, o volume de água foi de 30 a 40 milímetros. De acordo com o vice-presidente, a chuva já prejudicou a qualidade dos grãos. "Se continuar a chover, teremos um dos piores anos em termos de qualidade do café", observa. Além de os grãos caírem do pé, a planta também fica comprometida com o excesso de umidade nas próximas safras.De acordo com a Somar Meteorologia, as chuvas da semana passada atrapalharam a colheita e secagem dos grãos em praticamente todas as regiões cafeeiras do Sudeste. A chegada de uma nova frente fria no fim desta semana deve trazer mais chuvas para as regiões cafeeiras.
As chuvas dos últimos dias têm atrasado a colheita de café nas áreas de atuação da Cooxupé, a maior cooperativa de café do mundo, com sede em Guaxupé (MG).Em relatório divulgado ontem pela cooperativa, relativo ao período de 03 a 09 de junho, apenas 4,18% da área total pesquisada pela Cooxupé - Sul de Minas, Mogiana Paulista e Cerrado Mineiro - já foi colhida. "O número ainda é insignificante em termos de colheita", observa Carlos Augusto Rodrigues de Melo, vice-presidente da Cooxupé.Ele relata que, diante das chuvas fortes da última segunda-feira, os produtores de várias regiões do sul mineiro não colheram as lavouras ontem. Em alguns locais, o volume de água foi de 30 a 40 milímetros. De acordo com o vice-presidente, a chuva já prejudicou a qualidade dos grãos. "Se continuar a chover, teremos um dos piores anos em termos de qualidade do café", observa. Além de os grãos caírem do pé, a planta também fica comprometida com o excesso de umidade nas próximas safras.De acordo com a Somar Meteorologia, as chuvas da semana passada atrapalharam a colheita e secagem dos grãos em praticamente todas as regiões cafeeiras do Sudeste. A chegada de uma nova frente fria no fim desta semana deve trazer mais chuvas para as regiões cafeeiras.
Exportação de café verde tem queda de 19,09%
A Secretaria de Produção e Agroenergia, do Ministério da Agricultura, com base em números da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) divulgou o relatório sobre as receitas cambiais nos cinco primeiros meses deste ano referentes à:
Exportação de café verde : teve queda de 19,09% em comparação com o mesmo período de 2011. O faturamento alcançou US$ 2,466 bilhões, ante US$ 3,047 bilhões . O volume embarcado no período teve redução de 22,68%, para 570.602 toneladas ante 738.008 t no mesmo período de 2011. O preço médio de exportação teve elevação de 4,65% no período, de US$ 4.129/t para US$ 4.321/t. A receita cambial teve crescimento para apenas 4 entre os 15 principais destinos do café brasileiro: Reino Unido (67,99%), Argentina (13,28%), Suécia (12,29%) e Eslovênia (4,80%). Em contrapartida, foi significativa a queda para Estados Unidos (32,32%), Espanha (28,02%), Rússia (23,53%) e Itália (12,55%). O principal comprador de café verde brasileiro no período, em volume, é a Alemanha, que apresentou queda de 21,60% ante o mesmo período de 2011. O segundo principal importador foram os Estados Unidos (queda de 31,83%). Entre os principais compradores, o volume embarcado aumentou para apenas dois destinos: Reino Unido (24,54%) e Suécia (5,75%). Em termos porcentuais, houve diminuiç&atil de;o expressiva no volume vendido para: Espanha (34,98%), Bélgica (32,32%), EUA (31,83%) e Coreia do Sul (25,45%) .
E xportação brasileira de café torrado e moído : apresentou queda de 14,03% em relação ao mesmo período do ano passado. Os industriais faturaram US$ 8,037 milhões . O País exportou no período 1.047 toneladas do produto, com redução de 28,48% em relação ao ano anterior (1.464 t). O preço médio da tonelada no período ficou em US$ 7.676/t, ante US$ 6.386/t, representando elevação de 20,21%. Segundo o relatório, os Estados Unidos foram o principal destino do café processado brasileiro, com redução de 7,06%, em termos de receita. O segundo principal mercado foi a Itália (-37,10%), seguido de Argentina (+1,38%) e Japão (-30,22%).
Exportação de café solúvel : registrou elevação de 9,77% em relação ao mesmo período de 2011. Os industriais faturaram US$ 263,963 milhões, em comparação com US$ 240,470 milhões entre janeiro e maio do ano passado . O País exportou no período 29.249 toneladas, com redução de 5,71% em relação a 2011 (31.019 t). O preço médio da tonelada ficou em US$ 9.025/t, ante US$ 7.752/t em 2011, representando elevação de 16,41%. Segundo o relatório, os Estados Unidos foram o principal do destino do café processado brasileiro nos primeiros cinco meses de 2012, com elevação de 3,15% em termos de receita sobre 2011. Mas também foi significativo o aumento da receita, em termos porcentuais, para Equador (200,39%), Reino Unido (128,86%), Hungria (132,64%) e Coreia do Sul (66,78%). Entre os 15 principais destinos do café processado brasileiro, apenas dois tiveram redução: Finlândia (-52,54%) e Canadá (-25,05%). O principal comprador de café solúvel brasileiro nos primeiros c inco meses do ano, em volume, foram os Estados Unidos, que apresentaram queda de 17,96% ante 2011. Em termos porcentuais, houve aumento significativo no volume vendido para Equador (184,66%), Reino Unido (116,17%) e Hungria (83,85%). Em contrapartida, houve queda em volume principalmente para: Finlândia (52,52%), Canadá (-34,03%) e Indonésia (18,16%).
Exportação de café verde : teve queda de 19,09% em comparação com o mesmo período de 2011. O faturamento alcançou US$ 2,466 bilhões, ante US$ 3,047 bilhões . O volume embarcado no período teve redução de 22,68%, para 570.602 toneladas ante 738.008 t no mesmo período de 2011. O preço médio de exportação teve elevação de 4,65% no período, de US$ 4.129/t para US$ 4.321/t. A receita cambial teve crescimento para apenas 4 entre os 15 principais destinos do café brasileiro: Reino Unido (67,99%), Argentina (13,28%), Suécia (12,29%) e Eslovênia (4,80%). Em contrapartida, foi significativa a queda para Estados Unidos (32,32%), Espanha (28,02%), Rússia (23,53%) e Itália (12,55%). O principal comprador de café verde brasileiro no período, em volume, é a Alemanha, que apresentou queda de 21,60% ante o mesmo período de 2011. O segundo principal importador foram os Estados Unidos (queda de 31,83%). Entre os principais compradores, o volume embarcado aumentou para apenas dois destinos: Reino Unido (24,54%) e Suécia (5,75%). Em termos porcentuais, houve diminuiç&atil de;o expressiva no volume vendido para: Espanha (34,98%), Bélgica (32,32%), EUA (31,83%) e Coreia do Sul (25,45%) .
E xportação brasileira de café torrado e moído : apresentou queda de 14,03% em relação ao mesmo período do ano passado. Os industriais faturaram US$ 8,037 milhões . O País exportou no período 1.047 toneladas do produto, com redução de 28,48% em relação ao ano anterior (1.464 t). O preço médio da tonelada no período ficou em US$ 7.676/t, ante US$ 6.386/t, representando elevação de 20,21%. Segundo o relatório, os Estados Unidos foram o principal destino do café processado brasileiro, com redução de 7,06%, em termos de receita. O segundo principal mercado foi a Itália (-37,10%), seguido de Argentina (+1,38%) e Japão (-30,22%).
Exportação de café solúvel : registrou elevação de 9,77% em relação ao mesmo período de 2011. Os industriais faturaram US$ 263,963 milhões, em comparação com US$ 240,470 milhões entre janeiro e maio do ano passado . O País exportou no período 29.249 toneladas, com redução de 5,71% em relação a 2011 (31.019 t). O preço médio da tonelada ficou em US$ 9.025/t, ante US$ 7.752/t em 2011, representando elevação de 16,41%. Segundo o relatório, os Estados Unidos foram o principal do destino do café processado brasileiro nos primeiros cinco meses de 2012, com elevação de 3,15% em termos de receita sobre 2011. Mas também foi significativo o aumento da receita, em termos porcentuais, para Equador (200,39%), Reino Unido (128,86%), Hungria (132,64%) e Coreia do Sul (66,78%). Entre os 15 principais destinos do café processado brasileiro, apenas dois tiveram redução: Finlândia (-52,54%) e Canadá (-25,05%). O principal comprador de café solúvel brasileiro nos primeiros c inco meses do ano, em volume, foram os Estados Unidos, que apresentaram queda de 17,96% ante 2011. Em termos porcentuais, houve aumento significativo no volume vendido para Equador (184,66%), Reino Unido (116,17%) e Hungria (83,85%). Em contrapartida, houve queda em volume principalmente para: Finlândia (52,52%), Canadá (-34,03%) e Indonésia (18,16%).
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