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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

No Paraná há quem ainda insista na cultura

  Em 2013, por causa das fortes geadas, muitos produtores de café que já estavam desanimados com a cultura, aproveitaram para erradicar o que ainda restava de cafezal em suas propriedades. No município de Cianorte, a 85 quilômetros de Maringá, a estimativa de técnicos é que pelo menos 40% dos cafezais foram eliminados. Nas últimas décadas, a cidade se destacou por ser polo de importante região produtora. Entretanto, apesar das incertezas que tomam conta da atividade, há cafeicultores que não desistem. É o caso de Ivo Garcia, dono de 80 mil pés em sociedade com o irmão João Batista e o sogro Antonio Botian. Garcia se recorda que em 2007 vendeu a maior parte de sua produção a R$ 470 a saca de 60 quilos . Hoje, o preço do produto varia entre R$ 180 a R$ 230. “Não dá nem para empatar”, lamenta o produtor, explicando que 60% dos gastos, hoje em dia, são consumidos com mão de obra. “A gente é persistente e continua cuidando bem do café”, afirma Garcia. Mas ele admite que já está cansado de ser chamado de louco por ainda insistir na cultura. “O pessoal vem, olha e diz que precisa arrancar logo esse negócio, porque não compensa mais”, acrescenta. O proprietário explica que só preserva sua lavoura de café porque mantém, com os sócios, outra fonte de renda que, aliás, tem sido bastante lucrativa: a mandioca. “Nunca ganhamos tanto dinheiro”, revela Garcia, lembrando que o preço da tonelada está entre R$ 570 e R$ 600. Com a escassez da matéria prima no país, a cotação da raiz acabou ficando “acima do normal” nos últimos meses, afirma o produtor. Segundo ele, em um alqueire é possível colher de 50 a mais de 70 toneladas e o custo de produção é inferior a um quarto do preço atual. “Um alqueire bem cuidado de mandioca pode render até 77 toneladas, como é o meu caso, assegurando um lucro líquido de R$ 30 mil. Não tem coisa melhor.” Garcia acrescenta que em sua propriedade, a mandioca está garantindo a sobrevivência do café, mas não esconde a preocupação com o futuro dessa cultura: “se continuar assim, ninguém aguenta muito tempo”. E arremata: “Vamos ver gente arrancando café até mesmo no Triângulo Mineiro”. No município de Floraí, a 50 quilômetros de Maringá, Laerte Ariosa se recorda dos bons tempos da cafeicultura, quando a atividade gerava emprego para muita gente e os proprietários conseguiam ganhar dinheiro. Dono de 5 alqueires, onde cultiva grãos, Ariosa conta que erradicou seu cafezal logo após a geada de 1975 e não quis mais saber. “Hoje em dia, só se vê produtores arrancando sua lavoura”, conclui.

Vietnam’s coffee production in the season that started Oct. 1 will be a record 29 million bags, the U.S. Department of Agriculture’s Foreign Agricultural Service said.
The estimate is 17 percent higher than the USDA’s official estimate of 24.8 million bags, FAS said in a report on the USDA website. Exports will also be a record at 25.6 million bags, versus the USDA’s estimate of 23.6 million bags, according to the report.

Vietnam’s coffee crop in 2012-13 was 26.5 million bags, with 25.6 million bags of robusta beans and 900,000 bags of arabica, according to the report. In 2013-14, the breakdown will be 27.8 million bags of robusta and 1.167 million bags of arabica, FAS said.

“Coffee cultivated area continues to expand in major growing areas, especially in Dak Lak, Lam Dong and Dak Nong provinces, despite the government of Vietnam’s recommendation to maintain at 500,000 hectares of coffee area in Vietnam due to the price competitiveness of coffee vis-a-vis other crops the past three marketing years,” FAS said. “Based on estimated statistics from the Ministry of Agriculture and Rural Develoment, Provincial Departments of Agriculture and Rural Development and local coffee industry, Vietnam’s coffee area is estimated at 633,295 hectares in 2013, about a 3 percent increase from the previous year. Actual coffee area likely exceeds government official estimates.” 
Governo de Uganda lança Política Nacional do Café

  A entrada em vigor da Política Nacional do Café lançado na semana passada foi um grande marco na indústria agrícola do país , mas os agricultores pediram ao Governo para seus benefícios por aproveitar recursos que permitam a sua implementação consistente. Os agricultores dizem que tanto quanto a política está em vigor, ainda há desafios com a criação de consciência pública associativa sobre isso , que vai exigir um fluxo consistente de informações em línguas compreendidas pelas comunidades agrícolas de café em todo o país .
Falando à imprensa após o lançamento do Instituto de Pesquisa do Café em Kituza no distrito de Mukono , Cipriano Bangirana , o vice- presidente da União Nacional do Café e do Agronegócio ( NUCAFE ) observou que a política só vai ser mais relevante se o governo lida com inúmeros desafios enfrentados pela indústria de multidão café.

"Foram membros NUCAFE no centro da política de direita do exigindo por isso , o seu processo de formulação para o lançamento . Nossa defesa continua fazendo lobby em financiamento do governo para o café enfatizam iniciativas de pesquisa , a doença de mudas resistentes e vão criar um ambiente propício para o financiamento de longo prazo ", disse. Prof Zorobabel Mujumbi , o ministro da Agricultura do Estado, disse que o Governo está a ficar mais focado em impulsionar a indústria do café ter Reconhecido o seu papel no apoio ao progresso sócio-econômico.

"O governo vai trabalhar em conjunto com outras partes interessadas na indústria de café para garantir a política é significativamente operacionalizado . Consideramos o café como um fator-chave para essa economia , especialmente em termos de lidar com a pobreza das famílias ", disse eu . Contribuindo café tem-se uma média anual de 20% da receita de exportação geral do Uganda nos últimos 10 anos.

O director-geral Uganda Coffee Development Authority , Henry Ngabirano , notou que a política vem em um momento quando adotando café norte de Uganda está crescendo , criando otimismo que a política vai servir um número maior de jogadores. A implementação e política será suportado pelo também alimentar o futuro : A ativação do ambiente para a agricultura atividades, um projeto liderado pela USAID para combater a fome global, segurança alimentar, redução da pobreza e racionalização das políticas de desenvolvimento no domínio da agricultura.

Objetivos da Política Nacional do Café visa apoiar fazendeiro de café e fortalecimento organizações a participar efetivamente em todas as etapas da cadeia de valor do café , agilizar e café Fortalecer leis e regulamentos existentes em todas as fases da cadeia de valor e garantir a adesão ao recomenda padrões de qualidade.

sábado, 14 de dezembro de 2013

Café: Com alta na Bolsa de Nova York e dólar valorizado preço no mercado físico melhora
Escritório Carvalhaes

Os contratos de café na ICE Futures US, a bolsa de Nova Iorque, trabalharam em alta esta semana e o dólar se valorizou frente ao real. Neste quadro as cotações no mercado físico brasileiro melhoraram 10 a 15 reais e o volume de negócios fechados cresceu.

Com Nova Iorque trabalhando em alta, os compradores se mostraram mais interessados e os lotes de melhor qualidade que chegaram ao mercado foram bastante disputados.

Estamos no meio do mês de dezembro e aparentemente a maioria dos produtores já vendeu o que precisava para cumprir os compromissos de final de ano. Assim, o volume de lotes oferecido ao mercado não é grande. Por outro lado, como o dia de Natal e o primeiro dia de 2014 cairão no meio da semana, muitos compradores já informaram que entrarão em férias coletivas a partir do dia 23, segunda-feira, retornando às atividades no dia 6 de janeiro. A próxima semana deverá ser a última do ano para os negócios de café no mercado físico brasileiro.

O CNC - Conselho Nacional do Café, com apoio da OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras, realizará em Brasília, nos dias 18 e 19 de dezembro, na Casa do Cooperativismo, o seminário “Rumos da Política Cafeeira no Brasil”. No evento, especialistas de mercado e lideranças do setor vão debater sobre o cenário atual e traçar um prognóstico para o futuro da cafeicultura no País (fonte: CNC).

O CECAFÉ – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, informou que no último mês de novembro foram embarcadas 2.552.238 sacas de 60 kg de café, aproximadamente 10% (291.613 sacas) menos que no mesmo mês de 2012 e 20% (628.812 sacas) a menos que no último mês de outubro. Foram 2.248.157 sacas de café arábica e 76.641 sacas de café conillon, totalizando 2.324.798 sacas de café verde, que somadas a 224.068 sacas de solúvel e 3.372 sacas de torrado, totalizaram 2.552.238 sacas de café embarcadas.

Até o dia 12, os embarques de dezembro estavam em 716.547 sacas de café arábica, e 19.693 sacas de café conilon, somando 736.240 sacas de café verde, mais 53.277 sacas de café solúvel, totalizando 789.517 sacas embarcadas, contra 695.784 sacas no mesmo dia de novembro. Até o dia 12 os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em dezembro totalizavam 1.220.544 sacas, contra 1.322.440 sacas no mesmo dia do mês anterior.

A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 6, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 13, subiu nos contratos para entrega em março próximo, 885 pontos ou US$ 11.71 (R$ 27,34) por saca. Em reais, as cotações para entrega em março próximo na ICE fecharam no dia 06 a R$ 328,22/saca e hoje, dia 13 a R$ 355,98/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em março, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 395 pontos

Café volta a ganhar corpo e março bate nos 115 cents na ICE

  Os contratos futuros de café negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com bons ganhos, com a posição março conseguindo se posicionar acima do nível psicológico de 115,00 centavos de dólar por libra peso, melhor patamar de preço desde 21 de outubro passado.

As ações do dia estiveram centradas em aquisições de aspecto especulativo. Novamente as arbitragens foram efetivas, dado que os robustas em Londres registraram avanços significativos ao longo dos últimos dias, o que havia feito com que os diferenciais com os arábicas tivesse diminuído de forma muito consistente.

O nível de 112,80 centavos, que era uma resistência importante, conseguiu finalmente ser ultrapassado e isso, como já era esperado, abriu espaço para que alguns stops de compra fossem acionados. Um operador ressaltou que, diante desse comportamento, o mercado consegue recompor ligeiramente os preços. Entretanto, salientou, o café ainda está dentro de um quadro sobrevendido e, desse modo, há algum espaço para se posicionar acima das mínimas de 85 meses, registradas em novembro. E nesse diapasão, é possível fechar o ano acima dos 100,00 centavos, contrariando várias opiniões baixistas registradas no mercado ao longo dos últimos meses.

No longo prazo, o quadro baixista ainda está estampado, amparado, prioritariamente, na oferta abundante, por conta, principalmente, das produções altas de países como Brasil, Vietnã e Colômbia.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição março teve alta de 395 pontos, com 115,25 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 115,50 centavos e a mínima de 111,75 centavos, com o maio registrando ganho de 385 pontos, com 117,45 centavos por libra, com a máxima em 117,70 centavos e a mínima em 113,75 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição janeiro teve queda de 5 dólares, com 1.816 dólares por tonelada, com o março tendo valorização de 24 dólares, para o nível de 1.799 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado pela ação dos especuladores e fundos, que voltaram a se posicionar no lado comprador. O março gradativamente foi ganhando força e fechou perto da máxima da sessão, tendo, no after hours, ganhado ainda mais corpo. No segmento externo, o dia não trouxe grandes novidades. As bolsas de valores nos Estados Unidos ficaram estáveis, assim como o dólar em relação a várias moedas internacionais. Já o complexo de commodities softs teve ganhos para café, cacau e algodão, mas quedas para o açúcar e suco de laranja.

"Tivemos um mercado cafeeiro mais movimentado e volátil que o de outros segmentos. As altas vieram quase que naturalmente. Essa reação era esperada, já que Londres se mantém consistente e os diferenciais estavam se encurtando de maneira drástica. Dificilmente Londres vai inverter essa situação de forma rápida e, portanto, é possível que tenhamos um fator de sustentação para os preços, ao menos no curto prazo. Já numa visão mais longa, a tendência ainda não é das mais positivas", disse um trader.

Dados da Euronext/Liffe (bolsa de Londres) apontaram que os estoques de café certificado nessa casa de comercialização recuaram 32% nas últimas duas semanas, indo para 31.420 toneladas. Esse volume é referente ao dia 09 de dezembro, sendo que no informe anterior o montante estocado era de 45.900 toneladas.

As exportações brasileiras no mês de dezembro, até o dia 11, totalizaram 690.691 sacas de café, alta de 21,65% em relação as 567.773 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 2.930 sacas, indo para 2.667.848 sacas. Tecnicamente, o março na ICE Futures US tem resistência em 115,50, 116,00, 116,50, 117,00, 117,50, 118,00, 118,50, 119,00, 119,50, 119,90-120,00, 120,50, 121,00, 121,50 e 122,00 centavos de dólar, com o suporte em 111,75, 111,50, 111,00, 110,50, 110,10-110,00, 109,80, 109,50, 109,35, 109,00, 108,50, 108,00, 107,50, 107,00, 106,50, 106,00, 105,80, 105,65 e 105,50 centavos.




Março volta a subir em Londres, mas fica abaixo dos US$ 1.800   

  Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta sexta-feira com altas para as posições futuras, porém com um ligeiro revés para o janeiro, por conta das ações de rolagens. O março, apesar do avanço, não conseguiu se sustentar acima dos 1.800 dólares, depois de ter tocado na máxima de 1.813 dólares.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi de novas aquisições especulativas. Levantamento realizado pela bolsa londrina mostra que os estoques certificados nessa casa de comercialização recuaram 32% em duas semanas. Diante da fraqueza do montante armazenado e da percepção que a recomposição desse volume não se dará de um dia para o outro, os compradores se mostram mais efetivos e os ganhos ocorrem naturalmente.

"Tivemos mais liquidações no janeiro, que vai diminuindo o seu montante de contratos em aberto. Porém, os compradores foram consistentes no março, no maio e os ganhos se efetivaram. O spread entre o primeiro e o segundo contrato diminuiu significativamente", disse um trader.

O janeiro teve uma movimentação ao longo do dia de 5,35 mil contratos, contra 10,8 mil do março. O spread entre as posições janeiro e março ficou em 17 dólares. No encerramento do dia, o janeiro teve queda de 5 dólares, com 1.816 dólares por tonelada, com o março tendo valorização de 24 dólares, para o nível de 1.799 dólares por tonelada.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Cocoa best bet for 2014, soybeans the worst - Rabobank

Cocoa futures represent the best bet among agricultural commodities in 2014, lifted by the prospect of a third successive season of production deficits, and soybeans the worst, set for a decline of 20%, Rabobank said.

The bank said that, next year, agricultural commodity prices in general "face headwinds as supply rebuilds, pressuring prices", with many markets to become less volatile too given more "balanced" supply and demand fundamentals.

Next year "is shaping up as a relatively balanced year for most agri commodities", Rabobank said in a report, adding that "narrower trading ranges" will be a feature of "some, in not most, markets".

"Global inventory levels have been rebuilding throughout 2013, and the rapid demand growth of recent seasons has slowed," the briefing said, highlighting the slowdown in growth in the biofuels industry.


'Bullish outlook on cocoa'

However, cocoa will be protected from the downtrend in prices by the prospect of a third consecutive year of production deficit in 2014-15, after shortfalls pegged by the bank this season at 207,000 tonnes, and last season at 154,000 tonnes.

The report noted a "bullish outlook on cocoa prices throughout 2014 as consumption continues to outstrip production, drawing down on stocks", which will this season fall below 1.5m tonnes for only the second time in at least a decade.

Cocoa futures will average $3,050 a tonne in New York in the last quarter of next year, well above the $2,734 a tonne that December 2014 futures were trading at on Friday.

Cocoa has not traded above $3,000 a tonne in New York since September 2011.


Run of surpluses to end

Prospects for sugar are somewhat bullish too, Rabobank said, foreseeing a rise in prices to 18.8 cents a pound by the end of next year, as the prospect of a production deficit in 2014-15, the first in five seasons on Rabobank estimates, supports values.

"The 204-15 global sugar balance is expected to transition into a neutral-to-deficit balance, capping ending stocks growth."

With investment in the industry slowing this, thanks to weak prices, "the rapid expansion of acreage from 2008-09 to 2013-14 will slow", with the potential for "further deficit seasons ahead".


'Substantial downward adjustment'

However, Rabobank was more downbeat on many other agricultural commodities, and in particular soybean futures, which it saw tumbling to average $10.70 a bushel in the last quarter of the year.

"Soybean prices are poised for substantial downward adjustment from current levels.

"After two consecutive years of decline, global soybean stocks are expected to recover in 2013-14 as a result of the large harvests in the Americas," reaching 75.1m tonnes at the close of the season - a record, and higher than the 70.6m tonnes the US Department of Agriculture has factored in.

Chicago soybean futures were trading at $13.17 a bushel on Friday for January delivery, and at 11.55 ¾ a bushel for the November 2014 contract.

On coffee, the bank was particularly downbeat too, forecasting a drop in New York arabica futures to 95 cents a pound by the last quarter of the year, a price not seen since July 2006, given the prospect of a large Brazilian harvest.


Corn, wheat outlooks

Rabobank was more neutral on the grains, forecasting that corn prices will "trend slightly lower" to end next year at about $4.10 a bushel, with farmers' enthusiasm for storing crops, and financial ability to withhold sales, cushioning the decline under the weight of a record US crop.

"The combination of low interest rates, low commodity prices and historically strong access to cash will incentivise US farmers to store a significant portion of the 2013 corn harvest into 2014."

On wheat, Chicago prices were seen steadying around $6.40 a bushel for most of next year.

While world wheat production next year is expected to fall by some 14m tonnes to 687m tonnes , consumption will fall too, as the large discount in corn prices encourages users to switch grains.

"While we not do expected a lot of upside for flat price, wheat prices are likely to maintain a strong premium over corn during 2014."

Arabica-Coffee Futures Rise as Investors Evaluate Demand

  NEW YORK  -  Arabica-coffee futures climbed to 7 1/2-week highs on Friday
morning, buoyed by short-covering and the idea that a near-term shortage of
robusta beans could drive up demand for arabica.
  Traders said growers in top-robusta producer Vietnam have been holding back
their beans, waiting for higher prices, despite harvesting a bumper crop. That
has pushed prices for robusta on London's Liffe exchange to 3 1/2-month highs
this week.
  The gap between the price of arabica, which is prized for its mild flavor and
typically used in gourmet blends, and more-bitter tasting robusta beans, an
instant-coffee staple, narrowed last week to a five-year low of 27.945 cents a
pound. On Friday, the spread had widened slightly to 31.942 cents a pound.
  "We expect weak arabica price outlook and subsequently narrow arabica/
robusta spread to drive higher arabica blends in 2014, and consumption is
forecast to rise by 1.6% year-on-year--the largest increase since 2007-08,"
Rabobank said in a note.
  But regardless, "arabica-coffee prices are expected to ease throughout 2014
on a third year of surplus production and producer currency weakness," which
encourages exports, Rabobank said.
  The bank expects arabica prices to average 95 cents a pound in the fourth
quarter of 2014.
  Arabica coffee for delivery in March on the ICE Futures U.S. exchange was
recently up 1.6% at $1.1305 a pound, down from an intraday high of $1.1360, a
high since Oct. 21.


AGRONEGÓCIO: CUSTO ELEVADO DA MÃO DE OBRA PREJUDICA COMPETITIVIDADE 

A presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do
Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, afirmou que sua próxima bandeira será a
mudança na legislação trabalhista vigente, para reduzir o custo Brasil.
Segundo ela, o "elevado custo da mão de obra no país é um dos principais
entraves à competividade das empresas e, por isso, as leis precisam ser
modernizadas".
    A questão foi debatida no painel "Acordos Comerciais, Abrir Mercados
para Crescer", de iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI),
realizado em Brasília, durante o 8 Encontro Nacional da Indústria. A
presidente da CNA destacou que este tema preocupa o agronegócio brasileiro,
sobretudo em se tratando de lavouras de uso intensivo de mão de obra, como
café, laranja e cacau. Gastos com pessoal muito elevados, lembrou Kátia Abreu,
"acabam deixando o Brasil fora do jogo no mercado internacional".
    Nessas áreas, segundo ela, os empresários enfrentam custos exorbitantes
sem uma alternativa capaz de, pelo menos, minorar a situação. O adversário
está aqui dentro, disse a senadora, referindo-se aos entraves legais que
impedem a redução do chamado custo Brasil.
    Para a presidente da CNA, já existe "uma luz no fim do túnel" nas
áreas de logística e infraestrutura, especialmente depois da aprovação da
Medida Provisória que abriu os portos a investimentos da iniciativa privada. No
entanto, segundo Katia Abreu, os ganhos mais significativos acontecerão em
até cinco anos, já que não é possível construir novos portos ou áreas para
armazenagem de grãos, no curto prazo. Ela reclamou da demora na concessão de
licenças ambientais para esses empreendimentos por parte dos governos
estaduais.
    A preocupação da presidente da CNA foi endossada e reforçada pelo
empresário Livaldo Aguiar dos Santos, do Grupo Romi S/A, um dos debatedores do
painel. Segundo ele, estava mesmo na hora de uma liderança forte, no Congresso
Nacional, assumir para valer esta bandeira. Ele citou como exemplo a situação
existente na Alemanha, cuja jornada de trabalho é de 36 horas semanais. "Mas
lá, a legislação permite que o trabalhador possa ter uma jornada diária de
até 10 horas, sem o pagamento de horas extras", exemplificou.
    Segundo o empresário, o trabalhador alemão só recebe hora extra se
trabalhar aos sábados e domingos. Situação completamente diferente da
existente no Brasil, "onde os gastos da indústria com pagamento de horas
extras é asfixiante".

Acordos comerciais - Para a presidente da CNA alguns segmentos do setor
industrial e até mesmo do agronegócio apresentaram resistências, no passado
recente, ao modelo de acordos comerciais bilaterais, fora da camisa de força do
Mercosul. Mas, no seu entender, a questão evoluiu. Ela alertou, contudo, que
toda a abertura comercial pode trazer perdas e ganhos.
    "Se nós queremos vender será necessário abrir nossas portas para as
importações, e, nesse caso, muitos vão sofrer porque a concorrência será
grande", assinalou.
    O objetivo do agronegócio é vender para grandes players, casos da União
Europeia, dos Estados Unidos e da China, lembrou a presidente da CNA. O acordo
que está sendo discutido entre Estados Unidos e União Europeia, segundo ela,
poderá trazer dificuldades às exportações brasileiras. O país poderia
perder até 50% do mercado que detém hoje junto àqueles mercados.  As
informações partem do site da CNA.

Robusta Coffee Gains as Liffe Stockpiles Drop 32%; Sugar Falls
Isis Almeida - Bloomberg -   Dec 13, 2013

Robusta coffee gained for a second day in London to the highest price in more than three months after bean stockpiles in exchange-tracked warehouses fell more than traders anticipated. Sugar dropped.

Bean inventories with a valid grading certificate slid 32 percent in the past two weeks to 31,420 metric tons as of Dec. 9, from 45,900 tons previously, NYSE Liffe data released after the market closed yesterday showed. That’s the lowest level since at least 2002. A Bloomberg survey of 10 traders in August showed they expected reserves to drop to 52,000 tons by the end of the year, potentially sending futures traded in London to as high as $2,000 a ton.

“The range of estimates were wide from anywhere between 400 to 1,000 lots over the fortnight,” Alex Parry, a broker at ABN Amro Clearing Bank NV, said by e-mail today. A lot is 10 tons. “This number is sizeably above the market expectation and should be supportive” to the price and the market structure.

Robusta coffee for March delivery rose 1.2 percent to $1,797 a ton by 10:48 a.m. on NYSE Liffe in London. It touched $1,804 earlier today, the highest for a most-active contract since Aug. 22. The January futures, which expire at the end of next month, were at $1,831 a ton.

Arabica coffee for delivery in March gained 1.2 percent to $1.126 a pound on ICE Futures U.S. in New York. Futures trading volumes were 8 percent higher than the average for the past 100 days at this time of day in New York, according to data compiled by Bloomberg.

Instant, Espresso

Robusta beans used to make instant coffee and espresso rallied 11 percent in November, the biggest monthly gain since 2011, on slow sales from leading producer Vietnam. Farmers in the southeast Asian nation sold 11 percent of their 1.7 million tons crop in the 2013-14 season, down from 18 percent in the same period a year earlier, a separate Bloomberg survey of 12 traders published yesterday showed.

Robusta for delivery in January was trading at a premium of $31 a ton to the March futures, up from $27 a ton a week earlier, exchange data on Bloomberg showed. The price difference between the two contracts reached $60 a ton on Dec. 9 and Dec. 10, a record since the spread started trading in 2012. A market structure in which prices of earlier-dated contracts are higher than deferred ones is called backwardation and may signal concern about supplies.

Cocoa for March delivery fell 0.1 percent to 1,767 pounds ($2,877) a ton on NYSE Liffe. The December contract expired yesterday at 1,732 pounds a ton and the delivery will be published today. In New York, cocoa for March delivery was little changed at $2,786 a ton on ICE Futures U.S.

Sucres et Denrees SA will deliver 33,060 tons of cocoa to settle the expiration of the December futures contract on NYSE Liffe, the Paris-based company said yesterday. The position has “served its purpose,” Derek Chambers, the head of cocoa at the company know as Sucden, said.

Refined, or white, sugar for March delivery fell 0.3 percent to $443.90 a ton in London. Raw sugar for March delivery was 0.1 percent lower at 16.28 cents a pound in New York.