CFTC: fundos têm forte queda nas posições compradas em ICE
Dados da CFTC (Commodity Futures Trading Commission) divulgados nesta sexta-feira apontaram que os fundos tiveram uma queda de mais de 6,7 mil contratos em suas posições compradas no mercado futuro de café da bolsa de Nova Iorque. Já os contratos em aberto registraram uma retração expressiva em relação à semana anterior. Segundo os números apresentados, levando-se em consideração apenas as posições futuras, sem as opções, os grandes fundos possuíam 27.510 posições líquidas long (36.663 posições long — compradas — e 9.153 posições short — vendidas) no último dia 15 de março. No relatório anterior, referente a 08 de março, eles tinham em mãos 34.134 posições líquidas long (44.702 posições long — compradas — e 10.568 posições short — vendidas) As empresas comerciais registravam, no dia 15, um saldo de 30.386 posições líquidas short (65.281 posições compradas e 95.667 vendidas). No relatório anterior, elas sustentavam 38.622 posições líquidas short (63.107 posições compradas e 101.729 vendidas). Os pequenos operadores tinham, na terça-feira passada na ICE Futures US, um total de 2.876 posições líquidas compradas, sendo 9.902 compradas e 7.026 vendidas. No relatório referente a 08 de março, por sua vez, eles apresentavam 4.488 posições líquidas compradas, sendo 10.187 compradas e 5.699 vendidas. As posições em aberto na bolsa norte-americana eram de 122.449 lotes no dia 08 de março, ao passo que na semana anterior elas somaram 128.569 lotes.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Starbucks CEO Schultz Blames 'Speculation' For High Coffee Prices
.
NEW ORLEANS (Dow Jones)--Current coffee prices, trading at multi-year highs,
are the result of financial speculation and are detrimental to the industry,
Starbucks Corp's (SBUX) chief executive Howard Schultz said Friday.
"I think it's artificial. I think financial speculation has really stepped
into the market," said Schultz, speaking at the National Coffee Association's
annual meeting in New Orleans.
Arabica coffee prices have prices have surged more than 44% over the past six
months on IntercontinentalExchange, fueled partly by bad weather in major
producing nations, such as Colombia, the top producer of mild washed arabica
beans.
On Wednesday, Kraft Foods Inc. (KFT) raised its U.S. prices 20% per pound
equivalent for its Maxwell House and Yuban ground coffees. Last month, J.M.
Smucker (SJM) raised prices by 10% for many of its coffee brands.
But Schultz said the increases could turn consumers off: "I think, in the
long term, we as an industry will suffer as the consumer is not going to
respond positively to [increased] coffee prices."
NEW ORLEANS (Dow Jones)--Current coffee prices, trading at multi-year highs,
are the result of financial speculation and are detrimental to the industry,
Starbucks Corp's (SBUX) chief executive Howard Schultz said Friday.
"I think it's artificial. I think financial speculation has really stepped
into the market," said Schultz, speaking at the National Coffee Association's
annual meeting in New Orleans.
Arabica coffee prices have prices have surged more than 44% over the past six
months on IntercontinentalExchange, fueled partly by bad weather in major
producing nations, such as Colombia, the top producer of mild washed arabica
beans.
On Wednesday, Kraft Foods Inc. (KFT) raised its U.S. prices 20% per pound
equivalent for its Maxwell House and Yuban ground coffees. Last month, J.M.
Smucker (SJM) raised prices by 10% for many of its coffee brands.
But Schultz said the increases could turn consumers off: "I think, in the
long term, we as an industry will suffer as the consumer is not going to
respond positively to [increased] coffee prices."
Japan Coffee Demand Could Weaken Post-Quake -All Japan Coffee Association
Demand for coffee may weaken in Japan as last week's
devastating earthquake made urgent basic supplies a priority.
"Coffee is [a] nonessential beverage," Saeki Kunitoshi of the All Japan
Coffee Association, a Tokyo-based industry group, said in an interview. "They
want pure water first and foremost in the devastated area."
Japan was the world's third-largest coffee importer last year after the
United States and Germany, according to the International Coffee Organization.
devastating earthquake made urgent basic supplies a priority.
"Coffee is [a] nonessential beverage," Saeki Kunitoshi of the All Japan
Coffee Association, a Tokyo-based industry group, said in an interview. "They
want pure water first and foremost in the devastated area."
Japan was the world's third-largest coffee importer last year after the
United States and Germany, according to the International Coffee Organization.
quinta-feira, 17 de março de 2011
Boletim Diario do Mercado de Café - 16 Março 2011
Hencorp Commcor
O Mercado físico de café na parte da manha estava mais tomador devido a alta do futuro chegando sair negócios até R$ 535,00. Masapós a queda no mercado futuro tivemos uma retração nas ofertas. Para cafés Safra 10/11 de R$ 520,00 a R$ 530,00, com 10% a 15% de catação, epara cafés com 15% a 20% de catação R$ 510,00 a 520,00.
O fechamento do café arábica BMF para o vencimento Set/11 foi a US$ 334,65 com 7,90de alta, totalizando um volume de 2.999 contratos. Observamos arbitragem Set/Set de -17,50 a -21,00; Set/Dez de -17,50 a -20,70. O mercado de café BMF começou o dia em alta, acompanhando os mercado de NY e de Londres, chegamos a máxima a 338,50 isso quando o mercado de NY chegou até 273,00. Mas como os mercados acabaram não dandocontinuidade a alta, encontramos um pouco de liquidação de comprados, fazendo um fechamento com uma leve alta.
Hoje desceram 6 contratos de café mar/11 totalizando 505 contratos entregues.
O mercado de café para o vencimento Maio/11 encerrou cotado a 265,35, com 240 pontos de alta, e range entre 263,60 e 273,00. Contrariando a forte tendência de queda das últimas quatro sessões, a cotação do café nesta quarta-feira trabalhou predominantemente em movimento de alta, perfazendo assim certa correção aos movimentos anteriores. Abrindo o dia num gap de alta de 85 pontos, a 263,80, o grão, ganhando acentuadofôlego, pela manhã já esboçava um ganho de pouco mais de 1.000 pontos, fazendo a máxima do dia a 273,00, onde então, perto de sua resistência, relativas vendas especulativas foram notadas, movendo a commodity novamente para os níveis de 270,00. Sem mostrar grandes oscilações na sessãodehoje, o café trabalhou durante grande parte do dia entre o range de 267,00 a 270,00, quando perto de seu fechamento, maior volume de vendas foi notada até o ajuste do dia a 265,35. Na sessão de hoje não desceu nenhum canudos, totalizando no acumulado do período 287 canudos. As médias móveis de 40, 100 e 200 dias estão compreendidas em 260,20 / 234,20 e 202,80 respectivamente. De acordo com a Cecafé, os embarques de março (entreos dias 01 e 15) somam 745.651 sacas, uma variação positiva de 6,7% em relação ao mesmo período do mês anterior. O café Londres Maio/11 encerrou cotado a 2487, com 112 pontos de alta, num range de 2405 e 2494.
O Mercado físico de café na parte da manha estava mais tomador devido a alta do futuro chegando sair negócios até R$ 535,00. Masapós a queda no mercado futuro tivemos uma retração nas ofertas. Para cafés Safra 10/11 de R$ 520,00 a R$ 530,00, com 10% a 15% de catação, epara cafés com 15% a 20% de catação R$ 510,00 a 520,00.
O fechamento do café arábica BMF para o vencimento Set/11 foi a US$ 334,65 com 7,90de alta, totalizando um volume de 2.999 contratos. Observamos arbitragem Set/Set de -17,50 a -21,00; Set/Dez de -17,50 a -20,70. O mercado de café BMF começou o dia em alta, acompanhando os mercado de NY e de Londres, chegamos a máxima a 338,50 isso quando o mercado de NY chegou até 273,00. Mas como os mercados acabaram não dandocontinuidade a alta, encontramos um pouco de liquidação de comprados, fazendo um fechamento com uma leve alta.
Hoje desceram 6 contratos de café mar/11 totalizando 505 contratos entregues.
O mercado de café para o vencimento Maio/11 encerrou cotado a 265,35, com 240 pontos de alta, e range entre 263,60 e 273,00. Contrariando a forte tendência de queda das últimas quatro sessões, a cotação do café nesta quarta-feira trabalhou predominantemente em movimento de alta, perfazendo assim certa correção aos movimentos anteriores. Abrindo o dia num gap de alta de 85 pontos, a 263,80, o grão, ganhando acentuadofôlego, pela manhã já esboçava um ganho de pouco mais de 1.000 pontos, fazendo a máxima do dia a 273,00, onde então, perto de sua resistência, relativas vendas especulativas foram notadas, movendo a commodity novamente para os níveis de 270,00. Sem mostrar grandes oscilações na sessãodehoje, o café trabalhou durante grande parte do dia entre o range de 267,00 a 270,00, quando perto de seu fechamento, maior volume de vendas foi notada até o ajuste do dia a 265,35. Na sessão de hoje não desceu nenhum canudos, totalizando no acumulado do período 287 canudos. As médias móveis de 40, 100 e 200 dias estão compreendidas em 260,20 / 234,20 e 202,80 respectivamente. De acordo com a Cecafé, os embarques de março (entreos dias 01 e 15) somam 745.651 sacas, uma variação positiva de 6,7% em relação ao mesmo período do mês anterior. O café Londres Maio/11 encerrou cotado a 2487, com 112 pontos de alta, num range de 2405 e 2494.
terça-feira, 15 de março de 2011
Mecanização é viável para 68% da áreas no Sul de MG
Mecanização é viável para 68% da áreas no Sul de MG
Valor Econômico
Estudo da Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostra que produzir café no Sul de Minas pode ser mais lucrativo do que é atualmente. Diferentemente do que se imaginava, a região conhecida por sua topografia montanhosa, de clima ameno e chuvoso, tem alto potencial para ampliar a mecanização da colheita das lavouras, reduzindo assim o peso do item mais caro no custo de produção do café.
Segundo o professor do Departamento de Engenharia da UFLA, Fabio Moreira da Silva, responsável pelo estudo, 68% das áreas de café do Sul de Minas têm condições de receber as colheitadeiras para mecanizar a retirada do café das árvores. O professor observa que, atualmente, a região, responsável por 25% da produção nacional e por quase 10% da oferta mundial de café, tem menos da metade da sua área mecanizada.
O levantamento da UFLA indica que a redução no custo da colheita pode oscilar entre 26,8% e 61,7%, dependendo do sistema adotado em cada fazenda. Em propriedades que usam a colheita manual, o custo do sistema costuma variar entre R$ 2.350 e R$ 2.400 por hectare. Para quem usa a derriça semimecanizada, o hectare de café colhido custa entre R$ 1.230 e R$ 1.288, segundo a UFLA. Quando a colheitadeira é introduzida, porém, o custo para retirada dos frutos da planta fica entre R$ 900,60 e R$ 1.015,15 por hectare.
"Houve um tempo que a mecanização era malvista devido à experiência negativa de meados da década de 80. Naquele período, as lavouras não estavam preparadas, com plantas muito altas e pouca experiência", afirma Silva. Ele lembra, contudo, que uma nova tentativa ocorreu em 2008 com a falta de mão de obra nos cafezais, mas que foi limitada pela crise financeira mundial.
Diferentemente do que pregam os colombianos, mecanizar a colheita não piora a qualidade do café. No caso brasileiro pode até melhorar. A derriça - sistema mais utilizado para colher café no Brasil - mistura os grãos verdes e maduros, o que reduz a qualidade do produto. "Hoje é possível fazer regulagens para realizar com máquinas praticamente o que os colombianos fazem com a mão, seletivamente", diz Vanusia Nogueira, superintendente do Centro de Excelência de Café do Sul de Minas.
O uso de uma colheitadeira é capaz de substituir a mão de obra humana, reduzir custos e tornar a produção mais eficiente. A máquina, contudo, tem seu custo e ele não é pequeno. O preço de cada colheitadeira de café oscila entre R$ 450 mil e R$ 500 mil, valor alto para uma atividade onde predominam agricultores familiares, em propriedades de pequeno porte. "Hoje, só não coloca máquina para colher quem não tem condição de comprar", afirma Carlos Paulino, presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), maior cooperativa de café do mundo.
Há, contudo, outros fatores que limitam a adoção mais intensa de máquinas na colheita. O fato de a inclinação dos terrenos em algumas áreas gerar perdas de até 14% talvez seja o principal deles. "Esse é um índice muito alto, principalmente quando comparado aos das lavouras de soja e milho, onde as perdas médias são de 3% e 5%, respectivamente. Em algumas experiências, no entanto, fazendo ajustes nas máquinas, já conseguimos reduzir as perdas nos cafezais para 7%", afirma Silva, da UFLA
Outro gargalo à mecanização é a necessidade de fazer ajustes nos cafezais, como o plantio dos pés em linhas retas e não em curvas, como era feito em lavouras mais antigas. Além disso, a infraestrutura das fazendas precisa estar adequada, uma vez que as máquinas são mais rápidas e eficientes. "Existem alguns paradigmas a serem quebrados", afirma Vanusia.
Apesar de o Sul de Minas estar atrasado, outras regiões já fazem uso das colheitadeiras. Estimativas da P&A, consultoria especializada em café, mostram que 18% da colheita no país já é feita com o uso dessas máquinas, especialmente no oeste da Bahia e no cerrado mineiro. A maior parte da colheita, porém, é feita por meio da derriça, seja ela mecânica (15%) ou manual (61%). Os 6% restantes são de colheita manual.
Valor Econômico
Estudo da Universidade Federal de Lavras (UFLA) mostra que produzir café no Sul de Minas pode ser mais lucrativo do que é atualmente. Diferentemente do que se imaginava, a região conhecida por sua topografia montanhosa, de clima ameno e chuvoso, tem alto potencial para ampliar a mecanização da colheita das lavouras, reduzindo assim o peso do item mais caro no custo de produção do café.
Segundo o professor do Departamento de Engenharia da UFLA, Fabio Moreira da Silva, responsável pelo estudo, 68% das áreas de café do Sul de Minas têm condições de receber as colheitadeiras para mecanizar a retirada do café das árvores. O professor observa que, atualmente, a região, responsável por 25% da produção nacional e por quase 10% da oferta mundial de café, tem menos da metade da sua área mecanizada.
O levantamento da UFLA indica que a redução no custo da colheita pode oscilar entre 26,8% e 61,7%, dependendo do sistema adotado em cada fazenda. Em propriedades que usam a colheita manual, o custo do sistema costuma variar entre R$ 2.350 e R$ 2.400 por hectare. Para quem usa a derriça semimecanizada, o hectare de café colhido custa entre R$ 1.230 e R$ 1.288, segundo a UFLA. Quando a colheitadeira é introduzida, porém, o custo para retirada dos frutos da planta fica entre R$ 900,60 e R$ 1.015,15 por hectare.
"Houve um tempo que a mecanização era malvista devido à experiência negativa de meados da década de 80. Naquele período, as lavouras não estavam preparadas, com plantas muito altas e pouca experiência", afirma Silva. Ele lembra, contudo, que uma nova tentativa ocorreu em 2008 com a falta de mão de obra nos cafezais, mas que foi limitada pela crise financeira mundial.
Diferentemente do que pregam os colombianos, mecanizar a colheita não piora a qualidade do café. No caso brasileiro pode até melhorar. A derriça - sistema mais utilizado para colher café no Brasil - mistura os grãos verdes e maduros, o que reduz a qualidade do produto. "Hoje é possível fazer regulagens para realizar com máquinas praticamente o que os colombianos fazem com a mão, seletivamente", diz Vanusia Nogueira, superintendente do Centro de Excelência de Café do Sul de Minas.
O uso de uma colheitadeira é capaz de substituir a mão de obra humana, reduzir custos e tornar a produção mais eficiente. A máquina, contudo, tem seu custo e ele não é pequeno. O preço de cada colheitadeira de café oscila entre R$ 450 mil e R$ 500 mil, valor alto para uma atividade onde predominam agricultores familiares, em propriedades de pequeno porte. "Hoje, só não coloca máquina para colher quem não tem condição de comprar", afirma Carlos Paulino, presidente da Cooperativa Regional de Cafeicultores de Guaxupé (Cooxupé), maior cooperativa de café do mundo.
Há, contudo, outros fatores que limitam a adoção mais intensa de máquinas na colheita. O fato de a inclinação dos terrenos em algumas áreas gerar perdas de até 14% talvez seja o principal deles. "Esse é um índice muito alto, principalmente quando comparado aos das lavouras de soja e milho, onde as perdas médias são de 3% e 5%, respectivamente. Em algumas experiências, no entanto, fazendo ajustes nas máquinas, já conseguimos reduzir as perdas nos cafezais para 7%", afirma Silva, da UFLA
Outro gargalo à mecanização é a necessidade de fazer ajustes nos cafezais, como o plantio dos pés em linhas retas e não em curvas, como era feito em lavouras mais antigas. Além disso, a infraestrutura das fazendas precisa estar adequada, uma vez que as máquinas são mais rápidas e eficientes. "Existem alguns paradigmas a serem quebrados", afirma Vanusia.
Apesar de o Sul de Minas estar atrasado, outras regiões já fazem uso das colheitadeiras. Estimativas da P&A, consultoria especializada em café, mostram que 18% da colheita no país já é feita com o uso dessas máquinas, especialmente no oeste da Bahia e no cerrado mineiro. A maior parte da colheita, porém, é feita por meio da derriça, seja ela mecânica (15%) ou manual (61%). Os 6% restantes são de colheita manual.
segunda-feira, 14 de março de 2011
20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso acontece no próximo dia 18 de março
20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso acontece no próximo dia 18 de março
A tradicional cerimônia irá anunciar e reconhecer os melhores cafés do Brasil
A illycaffè realiza, no próximo dia 18 de março, a cerimônia de entrega do 20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso. O evento, que irá reconhecer os melhores cafeicultores do país, acontece às 19h30 no Espaço Rosa Rosarum, localizado na Rua Francisco Leitão, 416, em São Paulo (SP).
Em duas décadas, o concurso reconhecido como o principal prêmio da cafeicultura nacional vai distribuir cerca de R$ 180 mil em prêmios aos melhores produtores e classificadores do país. Desde sua criação, em 1999, a illycaffè já distribuiu mais de R$ 4 milhões.
Entre os produtores, o primeiro colocado receberá R$ 50 mil; o segundo, R$ 35 mil; o terceiro, R$ 18 mil; o quarto, R$ 9 mil; o quinto, R$ 5 mil; do sexto ao décimo lugares, R$ 2 mil e os demais recebem R$ 1,2 mil.
Além dos cafeicultores, o concurso entregará o ‘Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade’, vai eleger o ‘Fornecedor do Ano’ safra 2010/2011 e, a partir deste ano, premiará 5 classificadores: o primeiro colocado ganha R$ 3,5 mil; o segundo, R$ 2,5 mil; o terceiro, R$ 1,5 mil; o quarto e o quinto colocados, R$ 1 mil.
A escolha dos melhores cafés é feita por uma comissão julgadora, formada por especialistas nacionais e internacionais, por meio de testes com equipamento de luz ultravioleta e pela classificação do grão quanto ao aspecto, seca, cor, tipo, teor de umidade, torração e qualidade da bebida com degustação para espresso.
Fonte: Portal do Agronegócio
A tradicional cerimônia irá anunciar e reconhecer os melhores cafés do Brasil
A illycaffè realiza, no próximo dia 18 de março, a cerimônia de entrega do 20º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso. O evento, que irá reconhecer os melhores cafeicultores do país, acontece às 19h30 no Espaço Rosa Rosarum, localizado na Rua Francisco Leitão, 416, em São Paulo (SP).
Em duas décadas, o concurso reconhecido como o principal prêmio da cafeicultura nacional vai distribuir cerca de R$ 180 mil em prêmios aos melhores produtores e classificadores do país. Desde sua criação, em 1999, a illycaffè já distribuiu mais de R$ 4 milhões.
Entre os produtores, o primeiro colocado receberá R$ 50 mil; o segundo, R$ 35 mil; o terceiro, R$ 18 mil; o quarto, R$ 9 mil; o quinto, R$ 5 mil; do sexto ao décimo lugares, R$ 2 mil e os demais recebem R$ 1,2 mil.
Além dos cafeicultores, o concurso entregará o ‘Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade’, vai eleger o ‘Fornecedor do Ano’ safra 2010/2011 e, a partir deste ano, premiará 5 classificadores: o primeiro colocado ganha R$ 3,5 mil; o segundo, R$ 2,5 mil; o terceiro, R$ 1,5 mil; o quarto e o quinto colocados, R$ 1 mil.
A escolha dos melhores cafés é feita por uma comissão julgadora, formada por especialistas nacionais e internacionais, por meio de testes com equipamento de luz ultravioleta e pela classificação do grão quanto ao aspecto, seca, cor, tipo, teor de umidade, torração e qualidade da bebida com degustação para espresso.
Fonte: Portal do Agronegócio
Pressão à vista sobre as commodities
14/03/2011
Fernando Lopes | De São Paulo | vALOR ECONOMICO
Em alta acentuada desde meados de 2010, os preços da maior parte das commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior registraram fortes quedas na semana passada nas bolsas americanas e passaram a acumular perdas neste mês, ainda que os patamares praticados continuem elevados mesmo em meio à crescente volatilidade.
Se já não havia sinais concretos de que a instabilidade poderia arrefecer, em boa medida por causa do forte aumento da carga especulativa nos mercados agrícolas nos últimos anos, com as turbulências no Oriente Médio e no norte da África e o terremoto no Japão na semana passada eles se tornaram mais nebulosos.
"É preciso esperar o inesperado", insistia Antonio Sartori, da corretora gaúcha Brasoja, quando o foco da tensão no mundo árabe estava no Egito, não na Líbia, e os japoneses ainda conseguiam se concentrar na busca de saídas para a sua já combalida economia, não de corpos. "O futuro do mundo das commodities é uma grande incógnita", afirma Fabio Silveira, da RC Consultores.
A consideração de Silveira foi feita com o olhar no longo prazo, no qual ele confere ao mercado de petróleo um papel fundamental para a definição das futuras oscilações agrícolas. Mas pode ser adaptada perfeitamente bem para esta semana que se inicia, na qual o viés da instabilidade parece ter se invertido. Se de julho de 2010 a fevereiro de 2011 a intensa volatilidade produziu resultantes em geral altistas para as commodities agrícolas, graças a seus fundamentos, o quadro mudou - pelo menos para os próximos dias.
Isso porque a tensão estacionada sobre poços de petróleo passou a atrair mais investimentos financeiros às bolsas do "ouro negro" - maximizando suas altas e tirando peso das commodities agrícolas, apesar da demanda global aquecida e dos recentes problemas climáticos que afetaram as ofertas - e o alcance dos reflexos da tragédia no Japão nas economias do país e do mundo ainda é incerto.
Cálculos do Valor Data baseados nas variações de contratos futuros de segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez) de produtos negociados nas bolsas de Nova York (açúcar, café, cacau, suco de laranja e algodão) e Chicago (soja, milho e trigo) mostram que apenas o café resistiu à erosão e subiu na semana passada (0,59%). Os demais registraram quedas, que variaram de 2,95% (suco) a 13,64% (trigo).
Com isso, só café (0,99%) e algodão (1,06%) passaram a acumular valorizações em março. Em 2011, unem-se a ambos no terreno positivo de variações o cacau, o suco, o algodão e o milho, e nos últimos 12 meses as oito commodities que fazem parte do levantamento registram altas acumuladas, que vão de 12,12% (suco) a 143,76% (algodão).
Fernando Lopes | De São Paulo | vALOR ECONOMICO
Em alta acentuada desde meados de 2010, os preços da maior parte das commodities agrícolas negociadas pelo Brasil no exterior registraram fortes quedas na semana passada nas bolsas americanas e passaram a acumular perdas neste mês, ainda que os patamares praticados continuem elevados mesmo em meio à crescente volatilidade.
Se já não havia sinais concretos de que a instabilidade poderia arrefecer, em boa medida por causa do forte aumento da carga especulativa nos mercados agrícolas nos últimos anos, com as turbulências no Oriente Médio e no norte da África e o terremoto no Japão na semana passada eles se tornaram mais nebulosos.
"É preciso esperar o inesperado", insistia Antonio Sartori, da corretora gaúcha Brasoja, quando o foco da tensão no mundo árabe estava no Egito, não na Líbia, e os japoneses ainda conseguiam se concentrar na busca de saídas para a sua já combalida economia, não de corpos. "O futuro do mundo das commodities é uma grande incógnita", afirma Fabio Silveira, da RC Consultores.
A consideração de Silveira foi feita com o olhar no longo prazo, no qual ele confere ao mercado de petróleo um papel fundamental para a definição das futuras oscilações agrícolas. Mas pode ser adaptada perfeitamente bem para esta semana que se inicia, na qual o viés da instabilidade parece ter se invertido. Se de julho de 2010 a fevereiro de 2011 a intensa volatilidade produziu resultantes em geral altistas para as commodities agrícolas, graças a seus fundamentos, o quadro mudou - pelo menos para os próximos dias.
Isso porque a tensão estacionada sobre poços de petróleo passou a atrair mais investimentos financeiros às bolsas do "ouro negro" - maximizando suas altas e tirando peso das commodities agrícolas, apesar da demanda global aquecida e dos recentes problemas climáticos que afetaram as ofertas - e o alcance dos reflexos da tragédia no Japão nas economias do país e do mundo ainda é incerto.
Cálculos do Valor Data baseados nas variações de contratos futuros de segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez) de produtos negociados nas bolsas de Nova York (açúcar, café, cacau, suco de laranja e algodão) e Chicago (soja, milho e trigo) mostram que apenas o café resistiu à erosão e subiu na semana passada (0,59%). Os demais registraram quedas, que variaram de 2,95% (suco) a 13,64% (trigo).
Com isso, só café (0,99%) e algodão (1,06%) passaram a acumular valorizações em março. Em 2011, unem-se a ambos no terreno positivo de variações o cacau, o suco, o algodão e o milho, e nos últimos 12 meses as oito commodities que fazem parte do levantamento registram altas acumuladas, que vão de 12,12% (suco) a 143,76% (algodão).
domingo, 13 de março de 2011
Agora é a nossa vez!
Agora é a nossa vez!
Quem acompanhou A semana no mercado cafeeiro, tiveram fortes emoções, a semana começou com forte alta, apesar do feriado prolongado do carnaval brasileiro, o que deixou produtores e casas comercias de fora, e depois caiu em forte realização que não víamos ha quatro meses.
A alta se deu pelo fato das opções do mercado de café de vencimento em abril teve seu dia final na sexta feira ultima, onde quem estava vendido teve que entrar para recomprar suas posições, e com o livro leve com as origens não participando do mercado, tivemos um belo rali levando as cotações à $296,65, perto do numero a ser batido $3,00 por libra peso.
A preocupação se os fundos estariam saindo de suas posições compradas o que vem sustentando a alta e se não fosse à crise financeira de 2.008 que fizeram que os fundos abandonassem suas posições a casa dos $3,00 já teria sido superada há muito tempo, mas o ultimo relatório da CFTC do dia 08/03/2011 mostra que o numero de contratos em aberto voltou a subir, os fundos aumentando suas posições de comprado e as casas comercias entrando com dinheiro novo no mercado também aumentando suas posições de vendidos.
Após o rali de compra tivemos noticias vinda do macro econômico onde a nota da Espanha foi rebaixada mostrando que a crise financeira esta longe de terminar, o que desencadeou uma grande baixa nas bolsas ao redor do mundo inclusive nas commodities, mas como sabemos que as medidas que os países em crise estão tomando para aliviar a crise é de imprimir dinheiro e jogar a crise para frente, e sabemos que este método simplesmente aumenta à inflação a conclusão lógica é que as commodities não irão parar de subir, mas no primeiro instante houve uma realização no mercado na quinta-feira e na sexta o terremoto no Japão deu continuidade à queda até a metade do dia, quando o mercado encontrou suporte na casa $272,20 e voltou a subir fechando a $274,40 com 615 pontos de baixa e 160 pontos de alta na semana.
A próxima semana começa tecnicamente indefinida para a tendência de curto prazo, mas a de médio e longo prazo as analises fundamentalista não nos deixa duvida que o mercado com estoques baixos e demanda alta ira com certeza romper a casa dos $3,00 dólares por libra peso e buscar alvos históricos como de 1.997 a 318,50 e de 337,50 de 1.977, valores que em minha opinião será batido antes do fechamento das cotações do mês de maio contrato kck11 da bolsa de Nova Iorque a Ice, portanto estamos muito próximos de bater o topo histórico do café.
Vamos aguardar os acontecimentos para tomarmos qualquer decisão o produtor deve ficar atento, pois os preços que hoje são considerados alto podem ser baratos em futuro próximo, portanto vendam somente o necessário agora é a nossa vez.
Uma boa semana a todos e que Deus os abençoe.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
Quem acompanhou A semana no mercado cafeeiro, tiveram fortes emoções, a semana começou com forte alta, apesar do feriado prolongado do carnaval brasileiro, o que deixou produtores e casas comercias de fora, e depois caiu em forte realização que não víamos ha quatro meses.
A alta se deu pelo fato das opções do mercado de café de vencimento em abril teve seu dia final na sexta feira ultima, onde quem estava vendido teve que entrar para recomprar suas posições, e com o livro leve com as origens não participando do mercado, tivemos um belo rali levando as cotações à $296,65, perto do numero a ser batido $3,00 por libra peso.
A preocupação se os fundos estariam saindo de suas posições compradas o que vem sustentando a alta e se não fosse à crise financeira de 2.008 que fizeram que os fundos abandonassem suas posições a casa dos $3,00 já teria sido superada há muito tempo, mas o ultimo relatório da CFTC do dia 08/03/2011 mostra que o numero de contratos em aberto voltou a subir, os fundos aumentando suas posições de comprado e as casas comercias entrando com dinheiro novo no mercado também aumentando suas posições de vendidos.
Após o rali de compra tivemos noticias vinda do macro econômico onde a nota da Espanha foi rebaixada mostrando que a crise financeira esta longe de terminar, o que desencadeou uma grande baixa nas bolsas ao redor do mundo inclusive nas commodities, mas como sabemos que as medidas que os países em crise estão tomando para aliviar a crise é de imprimir dinheiro e jogar a crise para frente, e sabemos que este método simplesmente aumenta à inflação a conclusão lógica é que as commodities não irão parar de subir, mas no primeiro instante houve uma realização no mercado na quinta-feira e na sexta o terremoto no Japão deu continuidade à queda até a metade do dia, quando o mercado encontrou suporte na casa $272,20 e voltou a subir fechando a $274,40 com 615 pontos de baixa e 160 pontos de alta na semana.
A próxima semana começa tecnicamente indefinida para a tendência de curto prazo, mas a de médio e longo prazo as analises fundamentalista não nos deixa duvida que o mercado com estoques baixos e demanda alta ira com certeza romper a casa dos $3,00 dólares por libra peso e buscar alvos históricos como de 1.997 a 318,50 e de 337,50 de 1.977, valores que em minha opinião será batido antes do fechamento das cotações do mês de maio contrato kck11 da bolsa de Nova Iorque a Ice, portanto estamos muito próximos de bater o topo histórico do café.
Vamos aguardar os acontecimentos para tomarmos qualquer decisão o produtor deve ficar atento, pois os preços que hoje são considerados alto podem ser baratos em futuro próximo, portanto vendam somente o necessário agora é a nossa vez.
Uma boa semana a todos e que Deus os abençoe.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
INFORMATIVO CEPEA - CAFÉ ROBUSTA
INFORMATIVO CEPEA - CAFÉ ROBUSTA
As médias mensais do robusta continuam em alta. Após o aumento de 10% em janeiro, as cotações da variedade subiram mais 11% em fevereiro. No mês, o Indicador CEPEA/ESALQ do
tipo 6 peneira 13 acima teve média de R$ 214,32/saca de 60 kg, alta de 11,1% em relação à média do mês anterior. Já para o tipo 7/8 bica corrida, a média mensal foi de R$ 205,97/saca, avanço de 11,5% no mesmo período. Na Bolsa de Londres (Euronext Liffe), o contrato com vencimento em julho fechou a US$ 2.394/tonelada em 28 de fevereiro, avanço de 5,5% em relação ao dia 1º.
Boas perspectivas para safra 2011/12 capixaba
Os cafezais de robusta no Espírito Santo tiveram boas floradas no segundo semestre
de 2010, e o “pegamento” das flores foi bom, de acordo com colaboradores do Cepea. No correr de fevereiro, o baixo volume de chuva chegou a prejudicar o enchimento dos grãos em alguns cafezais.
Já no início de março voltou a chover nas regiões produtoras do Espírito Santo, e o déficit hídrico do solo foi recuperado. Assim, o crescimento do robusta capixaba deve ser retomado. Agentes acreditam que, como em toda safra, a colheita da temporada 2011/12 deve iniciar no final de abril. Com estes fatores, as perspectivas para a safra de robusta no Espírito Santo
são boas. Acredita-se que a peneira e o volume produzido da variedade robusta sejam superiores aos da safra 2010/11 – que foram bem menores que o normal, também devido à estiagem no início de 2010.
Já em Rondônia, acredita-se em produção bem menor que a verificada na safra 2010/11. O tempo seco registrado em meados de agosto de 2010 no estado limitou o volume de flores nos cafezais. Com relação às negociações, devido à necessidade de “fazer caixa”, muitos produtores colocaram seus lotes à venda no final de fevereiro. Dessa forma, os preços da variedade, principalmente o tipo 7/8 bica corrida, começaram a cair. Para o tipo 6 peneira 13 acima, os preços não recuaram com tanta intensidade, visto que a oferta deste tipo de grão é baixa. A expectativa é de que um número maior de produtores coloque seus cafés à venda
entre março e abril, para se capitalizarem para os custos de colheita.
As médias mensais do robusta continuam em alta. Após o aumento de 10% em janeiro, as cotações da variedade subiram mais 11% em fevereiro. No mês, o Indicador CEPEA/ESALQ do
tipo 6 peneira 13 acima teve média de R$ 214,32/saca de 60 kg, alta de 11,1% em relação à média do mês anterior. Já para o tipo 7/8 bica corrida, a média mensal foi de R$ 205,97/saca, avanço de 11,5% no mesmo período. Na Bolsa de Londres (Euronext Liffe), o contrato com vencimento em julho fechou a US$ 2.394/tonelada em 28 de fevereiro, avanço de 5,5% em relação ao dia 1º.
Boas perspectivas para safra 2011/12 capixaba
Os cafezais de robusta no Espírito Santo tiveram boas floradas no segundo semestre
de 2010, e o “pegamento” das flores foi bom, de acordo com colaboradores do Cepea. No correr de fevereiro, o baixo volume de chuva chegou a prejudicar o enchimento dos grãos em alguns cafezais.
Já no início de março voltou a chover nas regiões produtoras do Espírito Santo, e o déficit hídrico do solo foi recuperado. Assim, o crescimento do robusta capixaba deve ser retomado. Agentes acreditam que, como em toda safra, a colheita da temporada 2011/12 deve iniciar no final de abril. Com estes fatores, as perspectivas para a safra de robusta no Espírito Santo
são boas. Acredita-se que a peneira e o volume produzido da variedade robusta sejam superiores aos da safra 2010/11 – que foram bem menores que o normal, também devido à estiagem no início de 2010.
Já em Rondônia, acredita-se em produção bem menor que a verificada na safra 2010/11. O tempo seco registrado em meados de agosto de 2010 no estado limitou o volume de flores nos cafezais. Com relação às negociações, devido à necessidade de “fazer caixa”, muitos produtores colocaram seus lotes à venda no final de fevereiro. Dessa forma, os preços da variedade, principalmente o tipo 7/8 bica corrida, começaram a cair. Para o tipo 6 peneira 13 acima, os preços não recuaram com tanta intensidade, visto que a oferta deste tipo de grão é baixa. A expectativa é de que um número maior de produtores coloque seus cafés à venda
entre março e abril, para se capitalizarem para os custos de colheita.
Assinar:
Postagens (Atom)