Páginas

terça-feira, 3 de maio de 2011

Market international today

Market international today

Colombian UGQ, were offered FOB, for May/June shipment from 12¢ to 15¢ over July “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for May/June shipment from 17¢ to 20¢ over July “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for May/June shipment from 10¢ over July “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for July through Dec. equal shipment from 14¢ under the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for July through Dec. equal shipment from 19¢ to 17¢ under the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for May/June shipment from 20¢ to 17¢ under July “C,” and offered FOB for July through Dec. equal shipment from 30¢ to 28¢ under the relevant months “C.”
Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for May/June shipment from 2¢ to 4¢ over July London.
Prime Mexicans were offered FOB Laredo for May/June crossing from 4¢ over July “C.”
Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for May through Aug. equal shipment from 2¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for May through Aug. equal shipment from 7¢ to 8¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, May/June shipment from $7 over July “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for May through Aug. equal shipment from $12 to $13 over, per 46 kilos, the relevant months “C,”
and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May through Aug. equal shipment from $19 to $20 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for May/June shipment from $28 over, per 46 kilos, July “C,”
and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May/June/ July equal shipment from $29 to $30 the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for May/June shipment from $7 over July “C.” High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for May/June/July equal shipment from $9 to $10 over per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for May/June/July equal shipment from $14 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for May/June/July equal shipment were offered FOB from $15 to $17 the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May/June shipment from $2 over July “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May/June/July equal shipment from $6 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for May/June shipment, per 46 kilos, from equal to July “C.” Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for May/June shipment, per 46 kilos, from $3 under July “C.” Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for May shipment from 14¢ over July London. Vietnam robustas, grade 1, were offered exdock for May shipment from 9¢ over July London.
Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for May shipment from 7¢ over July London.
Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for May shipment from 8¢ over July London.

Café tem bons ganhos na ICE com suporte técnico e fundamental

Café tem bons ganhos na ICE com suporte técnico e fundamental

Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta segunda-feira com fortes ganhos, com o contrato de julho se posicionando acima do intervalo psicológico de 300,00 centavos de dólar por libra, atingindo, portanto, os maiores níveis de preço em quase 14 anos.

Contrariando a tendência de outros mercados, que tiveram uma segunda-feira de perdas, o café, praticamente desde a abertura, foi impulsionado pelas compras de especuladores e fundos, que continuam estimulados por fatores técnicos e também pelos aspectos fundamentais, como a oferta bastante curta do grão, os estoques escassos e também o clima. Várias commodities, incluindo praticamente todo o complexo de grãos, tiveram um dia de baixas. O mercado de softs, por sua vez, conseguiu se manter próximo da estabilidade, excluindo-se o café, que voltou a registrar bons ganhos.

O índice CRB, que mede a variação de uma cesta de 19 importantes commodities, encerrou o dia com perdas de mais de meio por cento. O café, contudo, tem um perfil gráfico bastante interessante. Os fechamentos continuam se dando acima das médias móveis mais longas, como de 100 dias, por exemplo, e também as mais imediatas, como de 20 dias. Isso estimula alguns players a se manter no lado comprador, sustentando os ganhos. Por outro lado, os bearishs (baixistas) continuam demonstrando uma grande dificuldade para buscar alguns suportes, sendo que as vendas não demonstram continuidade.

No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 525 pontos com 305,10 centavos, sendo a máxima em 307,20 e a mínima em 296,75 centavos por libra, com o setembro ficando registrando valorização de 530 pontos, com a libra a 307,80 centavos, sendo a máxima em 309,75 e a mínima em 299,90 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, não houve sessão, devido ao feriado do Dia do Trabalho.

De acordo com analistas internacionais, o café voltou a demonstrar consistência, amparado em um cenário fundamental que, há alguns meses, já garante uma forte oscilação dos preços para cima. Por sua vez, os gráficos também dão uma sinalização positiva. Apesar de não ter o "acompanhamento" do Índice de Força Relativa, o café consegue buscar altas e mira em seu principal objetivo de curto prazo, que é o nível de 318,00 centavos por libra, máxima de maio de 1997. "Temos duas linhas a serem transpostas, que estariam no patamar de 308,50 e 313,95 centavos por libra. Após isso, a tendência é de o julho buscar as máximas de 14 anos.

O mercado demonstra consistência para isso e temos de lembrar, ainda, que estamos no período 'climático' do mercado, ou seja, quando há um natural resguardo de temor que ocorra qualquer problema nas lavouras do Brasil, por conta do frio", disse um trader. Ele citou ainda que o mercado discutiu bastante nesta segunda-feira um relatório emitido pelo Ministério da Agricultura da Colômbia, no qual é destacado que as doenças do café estão conseguindo ter uma evolução forte no país, devido às chuvas que não param. Alguns players nova-iorquinos já projetam nova quebra de safra para o país sul-americano, só faltando saber de quanto seria o percentual de redução. "Estamos verificando que os compradores comerciais estão muito lentos.

A indústria resiste em comprar café nos atuais níveis de preço com o medo de ter de repassar essas altas para o consumidor e ele não ter a intenção de pagar por isso", disse Gerardo de León, diretor de comercialização de café da Federação das Cooperativas de Café da Guatemala. Ele sustentou que os estoques internacionais estão muito baixos e a tendência é que os compradores tenham de entrar comprando nas próximas semanas.

As exportações de café da Índia entre janeiro e abril tiveram um aumento de 46,45, totalizando 142.509 toneladas métricas. As remessas de café arábica tiveram aumento de 47%, com 30.745 toneladas, com os embarques de robusta crescendo 58,4%, com 77.978 toneladas, informou o Escritório de Café do país. O total de embarques nos sete primeiros meses da atual temporada, iniciada em 1º de outubro, atingiu 209.010 toneladas métricas, contra 141.899 toneladas do mesmo período do ano anterior.

Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 307,20, 307,50, 308,00, 308,50, 309,00, 309,50, 309,90-310,00, 310,50 e 311,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 296,75, 296,50, 296,00, 295,50, 295,00, 294,70, 294,50, 294,00, 293,50, 293,00, 292,50 e 292,00 centavos por libra.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

NY FECHA COM FORTE VALORIZAÇÃO, SUPERANDO LINHA DOS US$ 3,00/LIBRA

A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o
café arábica encerrou as operações desta segunda-feira com preços
acentuadamente mais altos. As cotações dispararam e atingiram os patamares
mais elevados em 14 anos, mais uma vez. E o mais importante foi que o mercado
conseguiu fechar acima dos US$ 3,00 por libra-peso, linha psicológica que NY
vem testando há tempo.
As preocupações com a oferta restrita global mantêm os preços bem
sustentados na bolsa. O Brasil colhe este ano uma safra pequena dentro do ciclo
bienal da cultura, o que acentua os temores com a escassez na disponibilidade do
grão. Chuvas excessivas na Colômbia completam o cenário de apreensão no
mercado. As informações partem de agências internacionais de notícias.

Os contratos do café arábica para entrega em maio fecharam negociados a
304,55 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 5,20 cents, ou de
1,7%. A posição julho fechou a 305,10 cents, com alta de 5,25 cents, ou de
1,7%.

Inmet prevê chuvas para todo o mês de maio

Brasília (29/04/2011) - O mês de maio será de chuvas para boa parte do país. Segundo o Boletim Climático Trimestral do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para o período entre maio e julho, chuvas acima da média normal devem ser esperadas no norte das regiões Norte e Nordeste. A previsão também se estende para o leste da Região Nordeste. No resto do país, o nível de chuvas fica próximo do normal esperado para esta época do ano, com exceção das regiões Centro-Oeste e Sudeste do país, que terão níveis de chuva abaixo da média no período que se estende entre o fim do outono e início do inverno. Na região Sul, as temperaturas ficarão baixas intercaladas a períodos menos frios. O mês começa com chuva e queda na temperatura para o sul do país. No fim de semana, deve chover forte com rajadas de vento de até 90 km/h no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina, oeste e norte do Paraná. Na segunda-feira, 2 de maio, a temperatura terá declínio acentuado com possível formação de geadas na madrugada. A temperatura deve cair também no Mato Grosso do Sul e em São Paulo, onde chuvas fortes também são esperadas. Nas demais áreas da região Centro-Oeste, o tempo fica claro no domingo, 1º de maio. No Sudeste, chove em áreas isoladas do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Na segunda-feira, 2 de maio, deve chover no sul e oeste de São Paulo e no norte do Espírito Santo. O tempo fica claro a parcialmente nublado em Minas Gerais no sábado, 30 de abril. A previsão é de chuvas em toda a região Norte e Nordeste. O Aviso Especial nº 165 alerta para acumulado significativo de chuva em Alagoas, Sergipe e leste da Bahia no sábado. (Da Redação, com informações do Inmet) REGIÃO SUDESTE 30/04/2011 - Sábado NUBLADO A PARCIALMENTE NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA NO ESPÍRITO SANTO E RIO DE JANEIRO. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA EM SÃO PAULO. CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO COM NEVOEIRO AO AMANHECER EM MINAS GERAIS. Temperatura max.: 33 °C min.: 10 °C 01/05/2011 - Domingo NUBLADO A PARCIALMENTE NUBLADO COM CHUVAS ISOLADAS NO ESPÍRITO SANTO. CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO PASSANDO A NUBLADO NO RIO DE JANEIRO. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA EM SÃO PAULO. CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO EM MINAS GERAIS. Temperatura max.: 34 °C min.: 10 °C 02/05/2011 - Segunda-Feira CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO PASSANDO A NUBLADO COM POSSIBILIDADE DE CHUVAS ISOLADAS EM MINAS GERAIS. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM CHUVAS ISOLADAS NO ESPÍRITO SANTO, RIO DE JANEIRO E SÃO PAULO. Temperatura max.: 34 °C min.: 10 °C 03/05/2011 - Terça-Feira NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA NO SUDESTE E CENTRO DE MINAS GERAIS. DEMAIS REGIÕES MINEIRAS PARCIALMENTE NUBLADO. NUBLADO A ENCOBERTO COM CHUVA NO RIO DE JANEIRO. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA E TROVOADAS ISOLADAS NO ESPÍRITO SANTO. NUBLADO COM CHUVAS OCASIONAIS NO VALE DO PARAÍBA E POSSIBILIDADE NAS DEMAIS ÁREAS DE SÃO PAULO. Temperatura max.: 33 °C min.: 8 °C

Crop scouts try to predict costs in the U.S

Tom Polansek | The Wall Street Journal

Several major food manufacturers will follow this week to the wheat fields of Kansas in search of a forecast of U.S. crop, and possibly the cost of commodities in the coming months.

General Mills Inc, Sara Lee Corp.. and Nestle SA should send officials to the large barn in the United States to attend the annual round of visits to the plantations of the state. They will join officials, representatives of mills and journalists who try to assess the impact of drought on wheat crop in Kansas.

A record number of people should participate in visits because of growing fears about the impact of poor harvest in the price of corn, said Ben Handcock, executive vice president of the Wheat Quality Council, an industry association that sponsors the visits.

Kansas produced 16% of American wheat and is the country's biggest producer of hard red winter wheat, the variety that is ground to produce flour for bread. The price of this variety has nearly doubled since last summer, amid fears of low in stocks. If the crop in Kansas is worse than expected, the impact can raise the costs of both food manufacturers and restaurants.

"Everyone wants to give this poor harvest to make sure it's true," Handcock said.

High commodity prices have boosted the cost of flour, sweeteners based on corn and meat, among other products used by food manufacturers and restaurants. General Mills and Kellogg Co. have already increased prices in response to rising grain and other commodities. McDonald's Corp. is also readjusting prices and recently doubled the forecast of rising commodity prices in the U.S. this year to a range of 4% to 4.5%.

Kellogg, Sara Lee and Kraft Foods Inc. will disclose its results in parallel to the visits. The Sysco Corp., A major food distributor to restaurants, among other clients, will release results this week.

The cost of commodities should be a crucial factor for many food companies. For Kraft, "inflation expectations have increased the cost of commodities on the rise in cheese, meat and coffee," wrote analyst Alexia Howard of Sanford C. Bernstein in a report released last week.

The cereal maker Ralcorp Holdings Inc. and pasta to face pressure on the cost of commodities throughout the year, as well as they completed their hedges against rising prices, especially wheat, Howard said.

The officials and others who participate in the visits, known as crop scouts, will explore the fields to count the seeds and measure the plants in order to predict the average income before the harvest begins in a few weeks. The weather can influence the acquisition strategy of grain companies and forecasts of commodity prices. The group visiting the crops will disclose in order to estimate a fifth of the wheat crop in Kansas.

The collections of the U.S. southern plains, which occurs before other important crops such as corn and soybeans, can determine whether the rise in commodities is a distortion in one year or a persistent problem. The companies will probably have to pay more if the producers broadcast a lower yield than expected and there is a rise in the futures market.

Analysts now predict a significant loss of wheat crop because of drought that runs from southern Texas to Kansas and Colorado. Citigroup predicts that farmers will harvest 17.8 million tonnes of hard red winter wheat, a decline of 30% compared to last year.

"The Pizza Huts of life and everyone around will be looking," said Sid Love, analyst with Kropf & Love local brokerage Consulting.

When released the results last month, Yum Brands Inc., owner of Pizza Hut and other fast food chains, estimated that commodity inflation is expected to reach 7% this year.

Rising oil prices is also fueling concerns about the high price of agricultural commodities. The futures contract for gasoline last week reached the highest price in 33 months after Ben Bernanke, the chairman of the U.S. central bank, the Fed said the bank has no way to contain the rise of raw materials.

The Fed kept interest rates close to zero at its monthly meeting last week, and considered "transitional" to high oil, grain and cotton. Bernanke, in his first press conference ever held after a council meeting on monetary policy, noted that the growing demand for fuel in emerging markets and turmoil in the Middle East and North Africa have limited what the central bank can do to soften the rising commodity prices.

Semana começa com frente fria no Sudeste

informações do SOMAR e INMET


Uma frente fria avança pela Região Sudeste neste início de semana e já mostra uma característica bem típica do Outono, ou seja, não organiza muita chuva sobre o interior do Brasil. Na terça-feira, essa frente fria enfraquece no litoral do Espírito Santo. Junto com essa frente fria, se espera a chegada de uma nova massa de ar polar, responsável por queda das temperaturas no Paraná, São Paulo e sul de Minas Gerais. Essa é a primeira massa de ar polar mais forte da temporada, mesmo assim não deve trazer frio extremo para as regiões produtoras, que devem ter mínima acima dos 6C.

RONDONIA

As condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de declínio acentuado de temperatura do ar, entre os dias 02/05/2011 e 03/05/2011.

MINAS GERAIS

As condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de declínio de temperatura do ar no TRIÂNGULO, SUL, CENTRO e ZONA DA MATA do estado, entre os dias 03/05/2011 e 04/05/2011.


SAO PAULO

As condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de declínio de temperatura do ar no dia 02/05/2011.

PARANA

As condições meteorológicas são favoráveis à ocorrência de declínio acentuado de temperatura do ar no dia 02/05/2011.


Previsão do tempo para a região Sudeste

segunda, 02 de maio de 2011

PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM CHUVAS ISOLADAS EM MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO, RIO DE JANEIRO E LESTE DE SÃO PAULO. DEMAIS ÁREAS PARCIALMENTE NUBLADO.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 33°C MIN.: 8°C

terça, 03 de maio de 2011

NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA E TROVOADAS ISOLADAS EM MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO E RIO DE JANEIRO. DEMAIS ÁREAS PARCIALMENTE NUBLADO.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 31°C MIN.: 7°C


quarta, 04 de maio de 2011

NUBLADO A ENCOBERTO COM PANCADAS DE CHUVA E TROVOADAS ISOLADAS NO LESTE E NORDESTE DE MINAS GERAIS, ESPÍRITO SANTO E RIO DE JANEIRO. DEMAIS ÁREAS NUBLADO A PARCIALMENTE COM NÉVOA ÚMIDA.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 5°C


quinta, 05 de maio de 2011

NUBLADO COM CHUVA COM CHUVAS ISOLADAS PASSANDO A PARCIALMENTE NUBLADO NO RIO DE JANEIRO E ESPÍRITO SANTO. NEVOEIROS ISOLADOS AO AMANHECER NO LESTE DE SÃO PAULO.

TEMPERATURA: ESTAVEL MAX.: 32°C MIN.: 7°C


Publicidade

Olheiros de safra tentam prever custos nos EUA

WALL STREET JOURNAL AMERICAS
02/05/2011



Tom Polansek | The Wall Street Journal

Vários grandes fabricantes de alimentos seguirão esta semana para os campos de trigo do Estado do Kansas em busca de uma previsão da safra americana e, possivelmente, do custo das commodities nos próximos meses.

A General Mills Inc, a Sara Lee Corp. e a Nestlé SA devem enviar funcionários para o grande celeiro dos Estados Unidos, para participar da temporada anual de visitas às plantações do Estado. Eles se juntarão a autoridades, representantes de moinhos e jornalistas que tentam avaliar o impacto da seca na safra de trigo do Kansas.

Um número recorde de pessoas deve participar das visitas, devido aos temores crescentes sobre o impacto da safra ruim no preço do trigo, disse Ben Handcock, vice-presidente executivo do Conselho de Qualidade do Trigo, uma associação do setor que patrocina as visitas.

O Kansas produziu 16% do trigo americano e é o maior produtor do país de trigo de inverno vermelho duro, a variedade que é moída para produzir farinha de pão. O preço dessa variedade quase dobrou desde meados do ano passado, devido a temores de baixa nos estoques. Se a safra do Kansas for pior que o esperado, o impacto pode elevar os custos tanto dos fabricantes de alimentos quanto dos restaurantes.

"Todo mundo quer conferir essa safra ruim para ter certeza que é verdade", disse Handcock.

A alta das commodities já impulsionou o custo da farinha, de adoçantes à base de milho e da carne, entre outros produtos usados por fabricantes de alimentos e restaurantes. A General Mills e a Kellogg Co. já aumentaram os preços em resposta à alta dos grãos e outras commodities. O McDonald's Corp. também está reajustando os preços e dobrou recentemente a previsão de alta das commodities nos EUA este ano, para uma faixa de 4% a 4,5%.

A Kellogg, a Sara Lee e a Kraft Foods Inc. vão divulgar seus resultados em paralelo às visitas. A Sysco Corp., importante distribuidora de alimentos para restaurantes, entre outros clientes, divulgará os resultados esta semana.

O custo das commodities deve ser um fator crucial para muitas empresas de alimentos. Para a Kraft, "as expectativas de inflação no custo das commodities aumentaram diante da alta no queijo, na carne e no café", escreveu a analista Alexia Howard, da Sanford C. Bernstein, num relatório divulgado semana passada.

A fabricante de cereais matinais e macarrão Ralcorp Holdings Inc. deve enfrentar pressão no custo das commodities no decorrer do ano, e também à medida que forem concluídos seus hedges contra alta nos preços, especialmente no trigo, disse Howard.

Os funcionários e outros que participarão das visitas, conhecidos como olheiros de safra, vão explorar os campos para contar as sementes e medir as plantas com o objetivo de prever o rendimento médio antes de a colheita começar, em algumas semanas. A previsão pode influenciar a estratégia de aquisição de grãos das empresas e as previsões dos preços das commodities. O grupo que visita as lavouras vai divulgar no fim de quinta uma estimativa da safra de trigo do Kansas.

A colheitas das planícies do sul dos EUA, que ocorre antes de outras colheitas importantes como milho e soja, pode determinar se a alta das commodities é uma distorção em apenas um ano ou um problema persistente. As empresas provavelmente terão de pagar mais se os produtores divulgarem uma safra menor que a esperada e houver uma alta no mercado de futuros.

Os analistas já preveem uma perda significativa na safra de trigo por causa da seca que vai do sul do Texas ao Kansas e ao Colorado. O Citigroup prevê que os produtores vão colher 17,8 milhões de toneladas de trigo de inverno vermelho duro, um declínio de 30% ante o ano passado.

"As Pizza Huts da vida e todo mundo por aí vão estar de olho", disse Sid Love, analista da corretora local Kropf & Love Consulting.

Quando divulgou os resultados, no mês passado, a Yum Brands Inc., dona da Pizza Hut e outras redes de fast food, calculou que a inflação das commodities deve chegar a 7% este ano.

A alta do petróleo também está alimentando as preocupações com a alta do preço das commodities agrícolas. O contrato futuro da gasolina atingiu na semana passada a maior cotação em 33 meses, depois que Ben Bernanke, o presidente do banco central americano, o Fed, disse que o banco não tem como conter a alta das matéria-primas.

O Fed manteve os juros próximos do zero em sua reunião mensal, na semana passada, e considerou "transitória" a alta do petróleo, dos grãos e do algodão. Bernanke, na primeira entrevista coletiva já realizada depois de uma reunião do conselho de política monetária, notou que a demanda crescente por combustíveis nos mercados emergentes e a turbulência no Oriente Médio e no Norte da África limitaram o que o banco central americano pode fazer para suavizar a alta das commodities.

Real perdeu seu trono, já não é o melhor carry trade mundial

Real perdeu seu trono, já não é o melhor carry trade mundial

O ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, está eliminando o melhor “carry trade” (operação de arbitragem de taxa de juros) do mundo. A taxa de retorno do investidor aplicado em ativos denominados em reais no exterior caiu para 1,6% na semana passada, menor patamar em sete anos, depois de registrar 8,1% em 30 de março. Isso está levando os investidores a se afastar das operações de arbitragem, que consistem em tomar dinheiro a juros menores em um lugar e aplicar em outra localidade com juros maiores. Quem conta essa história são os contratos de NDF (non-deliverable forward) de um mês. Os NDFs são contratos de moeda sem entrega física, permitindo que investidores em qualquer lugar do mundo invistam em moeda brasileira, por exemplo, sem jamais ter visto um real de perto. O que está acabando com a atrativa taxa de retorno do carry trade é o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 6% cobrado nas captações externas inferiores a dois anos. A medida deixou o financiamento em dólares dentro do Brasil mais caro, atingindo, também, as operações de arbitragem. Essa queda na taxa de retorno sinaliza o fim de um período de dois anos no qual o real foi a melhor opção em termos de arbitragem. Tomar financiamento nos Estados Unidos e aplicar no real gerou uma taxa de retorno de 66% em dois anos (até março). Esse é o maior ganho entre 41 moedas acompanhadas pela Bloomberg. Na semana passada, a mesma operação resultou em perda de 0,5%, pior resultado dentro do universo avaliado. “O real não é mais a estrela”, disse o estrategista para América Latina do BNB Paribas, Diego Donadio, de São Paulo. “Todas as restrições que o governo tomou nos últimos meses e trimestres – IOF aqui, IOF ali – tudo isso levou a atritos no mercado.” Enquanto o real perde favoritismo, os investidores estão investindo em moedas como o zloti da Polônia e o peso colombiano. O carry trade com essas moedas, segundo o Royal Bank of Scotland, resulta em retorno de 13,7% para o zloti e 7,3% para o peso.

02/05 13:33 DJ Kraft Brazil Expansion Shows Confidence In Market

02/05 13:33 DJ Kraft Brazil Expansion Shows Confidence In Market

to expand in Brazil over the next two years is just one more example of the
high expectations for demand growth in the South American market. Brazilians
a major factor in the current coffee futures rally, since investors foresee
squeezing global supplies. Arabica futures for July delivery hit a 14-year high