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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Smucker Cutting Coffee Prices, Citing Decline In Green CoffeeFutures

Smucker Cutting Coffee Prices, Citing Decline In Green CoffeeFutures

--J.M. Smucker cutting prices by average of 6% on Folgers, Dunkin Donuts
coffees
--Cites decline in green coffee costs as reason for decline
--Price cuts could prompt response from Kraft, Starbucks

J. M. Smucker Co. (SJM) is cutting prices on Folgers
and Dunkin Donuts bagged coffee, electing to use the recent pullback in green
coffee prices to chase market share rather than pad margins.
Smucker on Tuesday said it is cutting coffee prices on its brands by an
average of 6%, a move coming after a year in which the company raised prices a
total of 23% due to rapidly rising costs.
Smucker appears to be the first major coffee roaster to cut prices, which
could put pressure on competitors like Kraft Foods Inc. (KFT), which owns
Maxwell House, and Starbucks Corp. (SBUX) to respond by either lowering prices
or increasing promotions. A Kraft Foods spokeswoman, Bridget MacConnell, said
the company has not announced any price cuts on coffee.
Starbucks Chief Executive Howard Schultz, speaking on CNBC Tuesday, said that
the coffee giant has locked in its coffee inventory for all of 2012, a long
buying period that ensures stability but doesn't benefit as much when costs
fall. Schultz said Starbucks will look at cutting prices on some items, and
will rely on its loyalty program to offer customers deals.
"We are looking for certain ways we can lower [prices on] certain items,"
Schultz said.
Smuckers tends to buy green coffee in 18 to 22 week intervals, Smucker
President Vincent Byrd said on the company's June earnings call, a shorter time
frame that allows it to adjust prices based on costs. The strategy can force
the company to raise prices faster when costs increase, but allow it to take
advantage of declines.
Smucker's price cuts come as consumers face a fresh batch of economic jitters
over debt concerns in the U.S. economy and the prospect of a prolonged economic
weakness. Food manufacturers, who have been raising prices in the face of
higher costs, have expressed caution about the ultimate pushback from
consumers.
Coffee makers have been among the more aggressive players in raising pricing,
as they've been under pressure over the past year as green coffee prices rose
rapidly. Starbucks, for instance, in May increased retail prices 17% on bagged
coffee sold in its cafes.
But recently, they've gotten a break. Benchmark arabica coffee futures on
IntercontinentalExchange have fallen 21% since hitting a 14-year peak above $3
a pound in early May, as concerns over supplies waned during Brazil's harvest.
Prices could fall even further, analysts say, when other major growers in Latin
America start their harvests in the last quarter of this year.
Smucker shares fell 1.2% in early trading to $75, but are up more than 14%
year to date.

Karl Marx, o visionário​. "O capitalism​o pode destruir-s​e", diz Roubini

No início do século, Nouriel Roubini recebeu a alcunha de Dr. Doom, devido às previsões catastróficas que fazia para a economia mundial. A crise no imobiliário confirmou-se, tal como Roubini tinha alertado e o economista turco de origem judaica e naturalizado norte-americano passou a ser considerado como uma das vozes a ser ouvida.

Agora, em entrevista ao "Wall Street Journal", Roubini afirma que "os mercados não estão a fazer nada, não estão a ajudar a crise. Os riscos deixaram-nos nervosos e as empresas acabam por não contratar pessoas, porque dizem que não há tanta procura, mas chegámos a um paradoxo. Se não se contratam trabalhadores, não há verbas dos salários, não há confiança dos consumidores e não há consumo, logo não há a tal procura". O economista explica ainda que "nos últimos dois ou três anos estivemos ainda pior, porque tivemos uma redistribuição de rendimentos do trabalho para o capital, dos salários para os lucros e os desequilíbrios entre rendimentos e riqueza aumentaram. Karl Marx estava certo, em algum ponto, o capitalismo pode destruir-se a si próprio, porque não se pode continuar a transferir rendimentos dos salários para os lucros sem ter menor capacidade de trabalho e uma menor procura".

Ainda assim, Roubini não considera que a economia dos Estados Unidos esteja perto desse ponto, apesar de todo o risco que enfrenta. Mas não deixa de referir que as possibilidades de EUA, Europa e Japão entrarem numa segunda recessão conjunta são de 50%, o que pode colocar parte do sistema financeiro em insolvência.

Ontem, o multimilionário norte-americano Warren Buffett escreveu um artigo de opinião no "New York Times", em que enviou um recado a Barack Obama. Buffett entende que a partilha de sacrifícios pedidos à população é injusta para as classes mais pobres e não se dá ao trabalho de medir palavras: "Parem de mimar os super-ricos", defende. Para revelar que a austeridade o tem mimado: " Verifiquei junto dos meus amigos milionários para saber que sacrifícios lhes foram pedidos, mas também eles ficaram intactos. No último ano, a minha conta fiscal foi de 6 938 744 dólares, apenas 17,4% dos meus rendimentos tributáveis, o que é uma percentagem menor do que a que foi paga pelas outras 20 pessoas do meu escritório. As suas taxas de impostos estavam entre 33% e 41%", explica.


Obélix poderia dizer que estes americanos são loucos. Roubini cita Marx; Buffet pede mais impostos

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Liffe Coffee May Rise Above $2,400/Ton

Liffe Coffee May Rise Above $2,400/Ton
On Winter Demand-MacquarieDJLondon robusta coffee futures will likely rebound toover $2,400 a metric ton in the fourth quarter as roasters are expected toaccelerate purchases to meet upcoming demand during the winter season, saidMacquarie Research. Robusta coffee futures on the London International Financial Futures Exchangeended at $2,280/ton Friday, the benchmark's highest close since July 18, asLiffe inventories fell for the second consecutive week. As coffee availability from key producing countries becomes increasinglytight, roasters are also likely to continue drawing certified stocks held inthe NYSE Liffe nominated warehouses, a move which will also support prices, thebank said in a note recently. Despite a large crop of over 18.5 million 60-kilogram bags this year in toprobusta supplier Vietnam, virtually all of this has been sold, and the countryhas very little stocks to see them through to the 2011-12 harvest due November,it said. Up to 670,000 bags of contracted exports faced delays last week because ofdwindling stocks and there are fears of washouts or shipment cancellations, thebank said, citing estimates by some trading executives. Robusta supplies are also tight in Indonesia, another major Asian producer,it said. Coffee output in Indonesia will likely slump 30% to about 490,000 metrictons this year as excessive rains damaged the crop, Indonesian Coffee ExportersAssociation Executive Secretary Rachim Kartabrata said in a recent interview. Still, Macquarie predicts that prices will ease once the Vietnam harvestgains momentum towards the end of the year. By the middle of 2012, weakness from the arabica market will likely addfurther downward pressure as top producer Brazil harvests its bumper crop, itsaid.

domingo, 14 de agosto de 2011

Martelo de Fundo no semanal.

Martelo de Fundo no semanal.
Em semana de mercados agitados as commodities tiveram oscilações menores que ativos das bolsas internacionais.
As noticias macro econômicas foram extremamente ruins o que levou os governos a tomarem medidas de emergência para amenizar a crise, mas como estas medidas demandam tempo para que tenham resultados o que temos de concreto seria que os mercados irão ficar ainda mais voláteis. Para diminuir a volatilidade nas bolsas Européias , os governos como exemplo da Alemanha proibiram a venda a descoberto de ativos o que provocou uma diminuição na sangria e fizeram que investidores aproveitassem para repor os ativos vendidos e colocarem lucro dentro de casa o que provocou no final de semana menos vermelho para os mercados.
As commodities como café e açúcar que tem fundamentos fortes este ano, pois têm o Brasil como seu maior produtor e fornecedor mundial, tendo uma safra de ciclo baixo foi o que menos sofreu no mercado, mas também não tivemos alteração no quadro de baixa.
A semana começou pesada, mas como tínhamos para sexta feira o vencimento das opções de café na Ice, o vencimento trouxe novos ares para o mercado e o café fechou melhor a semana, tendo a mínima de 231,35 e a máxima de 242,50 e fechamento de 240,35, a figura gráfica no semanal tem um martelo de fundo, figura gráfica pode nos trazer uma reversão na tendência de baixa das ultimas semanas.
O mercado vem dentro de um canal de baixa deve tentar agora testar o topo deste canal na casa de 249,50 e podendo até romper o que seria muito bom para o mercado já que esta perdendo a sua força para baixa, dando força a esta teoria temos estocástico saindo da posição de sobre vendido e IFR4 já fazendo topos e fundos ascendentes.
A queda de braço travada entre o produtor e mercado, onde temos uma safra menor e estoques baixos, pode trazer resultados nas próximas semanas coincidindo com o primeiro dia de chamada de entrega no dia 22/08/2011, prazo que os vendidos têm que se posicionar quanto à entrega da mercadoria, ainda se paga ágio para os cafés superiores do tipo Colombiano apesar do diferencial ter diminuído, este diferencial esta na casa de $23,00 dólares por saca para o bica corrida e de 27/28 para a peneira 17/18.
O mercado para as próximas semanas deverá continuar a ser muito volátil e investidores que não tiverem acompanhamento técnico não deve se arriscar no mercado para que não perca dinheiro.
Outro fator que também da força a esta teoria que podemos ter uma melhora nos preços para próximas semanas, é o fato de que houve uma geada de tamanho moderado e ainda ano se sabe o tamanho do estrago feito, onde algumas fontes falam em 500 mil sacas e outras que poderia a chegar em 2 milhões de sacas, mas o que poderia realmente ser grave é a teoria de alguns agrônomos dizendo que o frio “pode” ter atingido o botão floral o que realmente teria sido um estrago de grandes proporções danificando a próxima safra, mas para isto teremos que esperar pelos próximos dias, pois a florada ainda não esta próxima.
A safra já esta bem adiantada sua fase de colheita o que já teríamos em torno de 80% colhido em nível de Brasil, com uma qualidade de grãos superior a safra passada, apesar de ser de grãos miúdos o que proporcionou uma quebra de rendimento na hora do beneficiamento do café.
Bom a semana deve começar pesada ainda temos a crise muito forte na Europa e EUA, a volatilidade alta, mas o rompimento da máxima da semana pode nos dar trade de compra sendo o problema o tamanho do stop que esta abaixo da mínima da semana, mas s e o trade evoluir pode se ajustar.
Boa semana a todos e que Deus abençoe a todos os pais neste dia de hoje, e em especial meu pai um cafeicultor cheio de esperanças aos 77 anos.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspo.com



Café tem ligeira queda na ICE, mas fecha semana positivamente

Café tem ligeira queda na ICE, mas fecha semana positivamente
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com quedas ligeiras, com o mercado não contando com grandes oscilações e com a posição setembro conseguindo se manter acima do intervalo psicológico de 240,00 centavos de dólar por libra peso. Na primeira metade do dia, os preços chegaram a registrar ganhos consideráveis, no entanto, nas máximas, algumas realizações e vendas especulativas foram reportadas, sendo que, com isso, as cotações voltaram a flutuar próximos da estabilidade. O mercado se moveu baseado em aspectos técnicos. Sem a pressão dos últimos dias dos mercados externos, alguns ganhos foram testados e, posteriormente, alguma desaceleração pode ser verificada. O café acompanhou outras commodities, que tiveram valorização na primeira parte do dia, mas sofreram com algumas vendas especulativas ao final do processo. Entretanto, as perdas foram mínimas, assim como a redução do índice CRB ao longo do dia foi de apenas 0,02%. Alguns operadores destacaram o comportamento positivo do café ao longo dos últimos dias, sendo que, ao ficar do lado da pressão dos segmentos acionários, conseguiu se posicionar em um range ligeiramente acima do anterior e se afastar, desse modo, ao menos temporariamente, do suporte de 235,30 centavos, para o dezembro, que, se rompido, poderia abrir espaço para novas liquidações. Fundamentalmente, o mercado analisou a nova estimativa de produção da Colômbia, que não deverá, mais uma vez, cumprir sua meta de obter 9,5 milhões de sacas. No aspecto climático, o Brasil continua tendo temperaturas altas para este período do ano, o que afasta qualquer possibilidade de uma nova ocorrência de geadas e que também abre espaço para a finalização mais rápida do processo de colheita. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve queda de 50 pontos com 240,35 centavos, sendo a máxima em 239,40 e a mínima em 242,50 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação negativa de 20 pontos, com a libra a 243,85 centavos, sendo a máxima em 245,50 e a mínima em 242,50 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 58 dólares, com 2.248 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 60 dólares, com 2.280 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por cotações presas em um range relativamente mais estreito, sendo que a pressão vendedora se deu apenas nas máximas, principalmente após o dezembro não ter conseguido romper o nível de 245,50 centavos. No entanto, os bearishs (baixistas) ainda se mostram consideravelmente reticentes. "Tecnicamente, o mercado ainda é de desconfiança e o viés baixista não pode ser descartado. Seria muito importante que algumas resistências mais fortes fossem rompidas", disse um trader. A produção mundial de café deve ter ligeira retração na safra 2011/2012, por conta de produções mais consistentes na Ásia e na Colômbia, que compensarão a safra menor no Brasil. A previsão foi apresentada pela Organização Internacional de Café. A entidade sustentou que a produção mundial deverá ser de 130 milhões de sacas, contra as 133,3 milhões de sacas registradas em 2010/2011. Embora geadas tenham sido reportadas em áreas produtoras de café do centro-sul do Brasil, a Organização informou que relatórios preliminares sugerem que danos à safra do próximo ano serão mínimos. "No café, as bolsas fecham a semana com ganhos. Os fundamentos acabaram se impondo sobre as más notícias do mercado financeiro. Os estoques mundiais estão perigosamente baixos e a safra mundial esperada pela Organização Internacional do Café ficará abaixo do atual consumo mundial, que continua apresentando bom desempenho e crescimento", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comentário semanal. As exportações de café do Brasil em agosto, até o dia 11, somaram 869.129 sacas, contra 611.671 sacas registradas no mesmo período de julho, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.690 sacas, indo para 1.494.893 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 29.539 lotes, com as opções tendo 3.388 calls e 2.792 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 242,50, 243,00, 243,50, 244,00, 244,50, 244,90-245,00, 245,50, 246,00 e 246,50 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 239,40, 239,00, 238,50, 238,00, 237,50, 237,00, 236,50, 236,00, 235,50, 235,10-235,00, 234,50, 234,25, 234,00, 233,80, 233,50, 233,00 e 232,60-232,50 centavos por libra.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Café segue mercados externos e tem dia de fortes ganhos na ICE

Café segue mercados externos e tem dia de fortes ganhos na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quinta-feira com boas altas, com uma movimentação relevante de compras especulativas e de fundos, em um dia caracterizado por negócios acima da média recente da bolsa norte-americana. Em um mercado caracterizado por estar sobrevendido, vários players aproveitaram o dia mais "animado" dos mercados externos e exerceram uma ação mais efetiva no lado comprador, o que permitiu, inclusive, que o setembro voltasse a flutuar acima do nível psicológico de 240,00 centavos de dólar por libra. Os mercados acionários tiveram uma quinta-feira de valorização, após a pressão do dia anterior. O índice Dow Jones, por exemplo, subiu quase 5%, apenas reforçando o sentimento "extremamente especulativo" que tomou conta dos negócios após notícias como o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos e o temor de que alguns bancos franceses estariam com problemas relativos de liquidez. Um indicador sobre o emprego em terras norte-americanas também foi importante para dar um direcionamento positivo aos negócios. O Departamento de Trabalho do país indicou que o número de solicitações de seguro desemprego caiu 7 mil indo para 395 mil, o menor nível em quatro meses, algo melhor que o esperado por operadores. Fundamentalmente, o café não teve novidades, com os operadores focados em aspectos técnicos. Apesar do viés baixista ainda não ter sido abandonado, vários players trabalham com um quadro de sobrevenda para o grão e não descartam compras mais efetivas, principalmente se algumas resistências básicas, como 245,00 e 255,00 centavos para o dezembro, conseguirem ser rompidas. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 600 pontos com 240,85 centavos, sendo a máxima em 241,75 e a mínima em 234,25 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação positiva de 570 pontos, com a libra a 244,05 centavos, sendo a máxima em 244,80 e a mínima em 237,65 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 57 dólares, com 2.190 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 61 dólares, com 2.220 dólares por tonelada. Segundo analistas internacionais, o dia foi caracterizado por boas compras de especuladores e fundos, que atuaram livremente, sem a pressão dos mercados externos em queda. Com os bons ganhos no mercado acionário, muitos players se sentiram estimulados a apostar em segmentos de maior risco, como as commodities. "Reportamos muitos spreads, entre setembro e dezembro e os compradores foram efetivos, principalmente na segunda metade do dia. Diante do quadro sobrevendido, a sessão foi bastante positiva e afastou, ao menos temporariamente, a percepção de que o mercado poderia 'forçar' alguns suportes em busca de novos níveis de baixa", disse um trader. “Os dados sobre os pedidos de seguro desemprego foi outra indicação de que a economia está crescendo a um ritmo moderado”, explica Dan Veru, diretor da Investimentos da Fort Lee, ao analisar que o quadro de desespero, pintado no início desta semana em alguns mercados, pode ter sido desproporcional. A Colômbia registrou uma redução de 33% em sua produção cafeeira em julho, devido, principalmente, às condições climáticas adversas. O volume produzido no mês foi estimado em 530 mil sacas, contra 787 mil sacas de julho de 2010, apontou o diretor executivo da Federacafe (Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia), Luis Genaro Muñoz. Se comparado com junho passado, quando a produção reportada foi de 471 mil sacas, se observou uma alta de 12,25%. A Federação ainda prevê uma produção para o exercício de 2011 de 9 milhões de sacas, nível ligeiramente menor que o esperado, por exemplo, em maio, que era de 9,5 milhões de sacas. As exportações de café do Brasil em agosto, até o dia 10, somaram 719.242 sacas, contra 611.671 sacas registradas no mesmo período de julho, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 2.820 sacas, indo para 1.496.583 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 37.936 lotes, com as opções tendo 4.458 calls e 2.916 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 241,75, 242,00, 242,50, 243,00, 243,50, 244,00, 244,50, 244,90-245,00 e 245,50 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 234,25, 234,00, 233,80, 233,50, 233,00, 232,60-232,50, 232,00, 231,50 231,35, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00 e 228,50 centavos por libra.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Sara Lee tem queda de 40,6% na receita líquida no segundo trimestre

Sara Lee tem queda de 40,6% na receita líquida no segundo trimestre
A americana Sara Lee Corporation - dona no Brasil das marcas Pilão, Caboclo, Café do Ponto, Damasco, Maracaná, Bom Taí e Pacheco, entre outras - reportou hoje menores ganhos no segundo trimestre de 2011, apesar de ter alcançado melhores resultados de vendas.A receita líquida foi de US$ 111 milhões, ante US$ 187 milhões do mesmo período de 2010, uma queda de 40,6%. As vendas líquidas tiveram alta de 9%, chegando a US$ 2,3 bilhões. No segmento bebidas internacional, que inclui o Brasil, as vendas líquidas ajustadas cresceram 14% para US$ 978 milhões.As exportações de café verde do brasil foram um dos fatores que impulsionaram essa alta, segundo a empresa. A companhia também ressalta o bom desempenho de vendas da máquina de café Senseo no país e da integração com a café damasco,adquirida no ano passado.

Café não segue pressão de mercados e fecha estável na ICE

Café não segue pressão de mercados e fecha estável na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quarta-feira próximos da estabilidade, em uma sessão marcada por preços dentro de um range relativamente estreito, sem a predominância de vendas ou compras mais significativas. Com os mercados externos voltando a demonstrar grande nervosismo, com as bolsas de valores tendo perdas consideráveis, o café voltou a seguir a tendência das commodities e não apresentou oscilações das mais fortes. Durante a maior parte do dia, inclusive, o grão registrou ganhos, sendo que apenas na parte final da sessão algumas liquidações ligeiras fizeram com que a escala de preços tendesse ligeiramente no lado negativo. Operadores destacaram que o dia foi caracterizado por várias ações especulativas no mercado de bolsas, que afetaram, dessa forma, mais os segmentos financeiros, deixando de lado, por exemplo, as commodities. Tais especulações tiveram como foco o mercado europeu, com informações desencontradas sobre um suposto rebaixamento da nota de crédito da França. Com isso, bancos do país, como Société Générale, Crédite Agricole e PNP Paribas fecharam o dia com perdas consideráveis. Apesar de algumas agências e o governo francês terem negado um possível rebaixamento, o mercado foi afetado fortemente pelo boato. As commodities, como um todo, tiveram um dia positivo, com o índice CRB ascendendo mais de 1%, com destaque para o petróleo, que se recuperou e teve ganho de 3,13% ao final dos negócios. O dólar se manteve próximo da estabilidade. Fundamentalmente, o mercado de café não tem novidades, com a notícia de que as geadas que atingiram o centro-sul do Brasil na semana passada não terem afetado mais significativamente as lavouras cafeeiras já tendo sido assimilada pelos players. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 10 pontos com 234,85 centavos, sendo a máxima em 238,80 e a mínima em 233,80 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação negativa de 15 pontos, com a libra a 238,35 centavos, sendo a máxima em 242,40 e a mínima em 237,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 35 dólares, com 2.133 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 31 dólares, com 2.159 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o mercado tem um nível chave de suporte em 235,30 centavos para a posição dezembro, que é a mínima de 8 de agosto, que representa a atual ação vendedora recente, que é o menor nível desde janeiro. Caso o mercado teste patamares abaixo desse níveis novas ações de vendas poderiam ser desencadeadas. O mercado conseguiu sua máxima em 3 de maio, em 313,75 centavos(KCZ1) até oscilar à mínima de 8 de agosto em 235,30 centavos. O mercado recentemente se posicionou abaixo da média móvel de 200 dias, em torno de 250,79 centavos por libra peso. Operadores ao analisar o viés técnico ressaltaram que um posicionamento abaixo dessa linha tem uma tendência bearish (baixista). Terry Gabriel, estrategista técnico da Ideaglobal, indicou que "a tendência predominante desde maio é de queda. O mercado dá sensação de que deverá continuar a cair, mesmo com um cenário sobrevendido", disse o especialista, que indicou que os baixistas estão conseguindo romper (negativamente) médias móveis importantes. Para Gabriel, se o nível de 235,30 para dezembro for quebrado, isso vai acelerar as perdas e o mercado poderia se dirigir a um patamar próximo de 224,00 centavos e, numa meta de quatro semanas, até a um nível próximo aos 207,00 centavos. No entanto, se os altistas conseguirem defender o nível de 235,30 centavos, Gabriel vê potencial para o café retomar a força e poder se posicionar entre 245,00 e 250,00 centavos. A partir daí, a maior resistência estaria em 255,00 centavos. "Se conseguirmos, os preços poderiam buscar os 268,00 ou 274,00 centavos. Apesar de ser possível, não creio ser essa minha aposta mais favorita para o que irá ocorrer", disse. O estrategista aponta isso por enxergar a manutenção de um quadro baixista e aconselha aos trader: "seria um vendedor modesto até 245,00 centavos e, abaixo dos 235,50 centavos poderia atuar procurando os 207,00 centavos. Se o mercado se posicionar acima de 255,00 centavos mudaria minha visão para altista", complementou. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 1.920 sacas, indo para 1.499.403 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 26.580 lotes, com as opções tendo 7.102 calls e 2.485 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 238,80, 239,00, 239,50, 239,90-240,00, 240,50, 241,00, 241,50, 242,00, 242,50 e 243,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 233,80, 233,50, 233,00, 232,60-232,50, 232,00, 231,50 231,35, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00, 228,50 e 228,00 centavos por libra.