Café segue mercados externos e tem dia de fortes ganhos na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quinta-feira com boas altas, com uma movimentação relevante de compras especulativas e de fundos, em um dia caracterizado por negócios acima da média recente da bolsa norte-americana. Em um mercado caracterizado por estar sobrevendido, vários players aproveitaram o dia mais "animado" dos mercados externos e exerceram uma ação mais efetiva no lado comprador, o que permitiu, inclusive, que o setembro voltasse a flutuar acima do nível psicológico de 240,00 centavos de dólar por libra. Os mercados acionários tiveram uma quinta-feira de valorização, após a pressão do dia anterior. O índice Dow Jones, por exemplo, subiu quase 5%, apenas reforçando o sentimento "extremamente especulativo" que tomou conta dos negócios após notícias como o rebaixamento da nota de crédito dos Estados Unidos e o temor de que alguns bancos franceses estariam com problemas relativos de liquidez. Um indicador sobre o emprego em terras norte-americanas também foi importante para dar um direcionamento positivo aos negócios. O Departamento de Trabalho do país indicou que o número de solicitações de seguro desemprego caiu 7 mil indo para 395 mil, o menor nível em quatro meses, algo melhor que o esperado por operadores. Fundamentalmente, o café não teve novidades, com os operadores focados em aspectos técnicos. Apesar do viés baixista ainda não ter sido abandonado, vários players trabalham com um quadro de sobrevenda para o grão e não descartam compras mais efetivas, principalmente se algumas resistências básicas, como 245,00 e 255,00 centavos para o dezembro, conseguirem ser rompidas. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 600 pontos com 240,85 centavos, sendo a máxima em 241,75 e a mínima em 234,25 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação positiva de 570 pontos, com a libra a 244,05 centavos, sendo a máxima em 244,80 e a mínima em 237,65 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 57 dólares, com 2.190 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 61 dólares, com 2.220 dólares por tonelada. Segundo analistas internacionais, o dia foi caracterizado por boas compras de especuladores e fundos, que atuaram livremente, sem a pressão dos mercados externos em queda. Com os bons ganhos no mercado acionário, muitos players se sentiram estimulados a apostar em segmentos de maior risco, como as commodities. "Reportamos muitos spreads, entre setembro e dezembro e os compradores foram efetivos, principalmente na segunda metade do dia. Diante do quadro sobrevendido, a sessão foi bastante positiva e afastou, ao menos temporariamente, a percepção de que o mercado poderia 'forçar' alguns suportes em busca de novos níveis de baixa", disse um trader. “Os dados sobre os pedidos de seguro desemprego foi outra indicação de que a economia está crescendo a um ritmo moderado”, explica Dan Veru, diretor da Investimentos da Fort Lee, ao analisar que o quadro de desespero, pintado no início desta semana em alguns mercados, pode ter sido desproporcional. A Colômbia registrou uma redução de 33% em sua produção cafeeira em julho, devido, principalmente, às condições climáticas adversas. O volume produzido no mês foi estimado em 530 mil sacas, contra 787 mil sacas de julho de 2010, apontou o diretor executivo da Federacafe (Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia), Luis Genaro Muñoz. Se comparado com junho passado, quando a produção reportada foi de 471 mil sacas, se observou uma alta de 12,25%. A Federação ainda prevê uma produção para o exercício de 2011 de 9 milhões de sacas, nível ligeiramente menor que o esperado, por exemplo, em maio, que era de 9,5 milhões de sacas. As exportações de café do Brasil em agosto, até o dia 10, somaram 719.242 sacas, contra 611.671 sacas registradas no mesmo período de julho, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 2.820 sacas, indo para 1.496.583 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 37.936 lotes, com as opções tendo 4.458 calls e 2.916 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 241,75, 242,00, 242,50, 243,00, 243,50, 244,00, 244,50, 244,90-245,00 e 245,50 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 234,25, 234,00, 233,80, 233,50, 233,00, 232,60-232,50, 232,00, 231,50 231,35, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00 e 228,50 centavos por libra.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Sara Lee tem queda de 40,6% na receita líquida no segundo trimestre
Sara Lee tem queda de 40,6% na receita líquida no segundo trimestre
A americana Sara Lee Corporation - dona no Brasil das marcas Pilão, Caboclo, Café do Ponto, Damasco, Maracaná, Bom Taí e Pacheco, entre outras - reportou hoje menores ganhos no segundo trimestre de 2011, apesar de ter alcançado melhores resultados de vendas.A receita líquida foi de US$ 111 milhões, ante US$ 187 milhões do mesmo período de 2010, uma queda de 40,6%. As vendas líquidas tiveram alta de 9%, chegando a US$ 2,3 bilhões. No segmento bebidas internacional, que inclui o Brasil, as vendas líquidas ajustadas cresceram 14% para US$ 978 milhões.As exportações de café verde do brasil foram um dos fatores que impulsionaram essa alta, segundo a empresa. A companhia também ressalta o bom desempenho de vendas da máquina de café Senseo no país e da integração com a café damasco,adquirida no ano passado.
A americana Sara Lee Corporation - dona no Brasil das marcas Pilão, Caboclo, Café do Ponto, Damasco, Maracaná, Bom Taí e Pacheco, entre outras - reportou hoje menores ganhos no segundo trimestre de 2011, apesar de ter alcançado melhores resultados de vendas.A receita líquida foi de US$ 111 milhões, ante US$ 187 milhões do mesmo período de 2010, uma queda de 40,6%. As vendas líquidas tiveram alta de 9%, chegando a US$ 2,3 bilhões. No segmento bebidas internacional, que inclui o Brasil, as vendas líquidas ajustadas cresceram 14% para US$ 978 milhões.As exportações de café verde do brasil foram um dos fatores que impulsionaram essa alta, segundo a empresa. A companhia também ressalta o bom desempenho de vendas da máquina de café Senseo no país e da integração com a café damasco,adquirida no ano passado.
Café não segue pressão de mercados e fecha estável na ICE
Café não segue pressão de mercados e fecha estável na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quarta-feira próximos da estabilidade, em uma sessão marcada por preços dentro de um range relativamente estreito, sem a predominância de vendas ou compras mais significativas. Com os mercados externos voltando a demonstrar grande nervosismo, com as bolsas de valores tendo perdas consideráveis, o café voltou a seguir a tendência das commodities e não apresentou oscilações das mais fortes. Durante a maior parte do dia, inclusive, o grão registrou ganhos, sendo que apenas na parte final da sessão algumas liquidações ligeiras fizeram com que a escala de preços tendesse ligeiramente no lado negativo. Operadores destacaram que o dia foi caracterizado por várias ações especulativas no mercado de bolsas, que afetaram, dessa forma, mais os segmentos financeiros, deixando de lado, por exemplo, as commodities. Tais especulações tiveram como foco o mercado europeu, com informações desencontradas sobre um suposto rebaixamento da nota de crédito da França. Com isso, bancos do país, como Société Générale, Crédite Agricole e PNP Paribas fecharam o dia com perdas consideráveis. Apesar de algumas agências e o governo francês terem negado um possível rebaixamento, o mercado foi afetado fortemente pelo boato. As commodities, como um todo, tiveram um dia positivo, com o índice CRB ascendendo mais de 1%, com destaque para o petróleo, que se recuperou e teve ganho de 3,13% ao final dos negócios. O dólar se manteve próximo da estabilidade. Fundamentalmente, o mercado de café não tem novidades, com a notícia de que as geadas que atingiram o centro-sul do Brasil na semana passada não terem afetado mais significativamente as lavouras cafeeiras já tendo sido assimilada pelos players. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 10 pontos com 234,85 centavos, sendo a máxima em 238,80 e a mínima em 233,80 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação negativa de 15 pontos, com a libra a 238,35 centavos, sendo a máxima em 242,40 e a mínima em 237,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 35 dólares, com 2.133 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 31 dólares, com 2.159 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o mercado tem um nível chave de suporte em 235,30 centavos para a posição dezembro, que é a mínima de 8 de agosto, que representa a atual ação vendedora recente, que é o menor nível desde janeiro. Caso o mercado teste patamares abaixo desse níveis novas ações de vendas poderiam ser desencadeadas. O mercado conseguiu sua máxima em 3 de maio, em 313,75 centavos(KCZ1) até oscilar à mínima de 8 de agosto em 235,30 centavos. O mercado recentemente se posicionou abaixo da média móvel de 200 dias, em torno de 250,79 centavos por libra peso. Operadores ao analisar o viés técnico ressaltaram que um posicionamento abaixo dessa linha tem uma tendência bearish (baixista). Terry Gabriel, estrategista técnico da Ideaglobal, indicou que "a tendência predominante desde maio é de queda. O mercado dá sensação de que deverá continuar a cair, mesmo com um cenário sobrevendido", disse o especialista, que indicou que os baixistas estão conseguindo romper (negativamente) médias móveis importantes. Para Gabriel, se o nível de 235,30 para dezembro for quebrado, isso vai acelerar as perdas e o mercado poderia se dirigir a um patamar próximo de 224,00 centavos e, numa meta de quatro semanas, até a um nível próximo aos 207,00 centavos. No entanto, se os altistas conseguirem defender o nível de 235,30 centavos, Gabriel vê potencial para o café retomar a força e poder se posicionar entre 245,00 e 250,00 centavos. A partir daí, a maior resistência estaria em 255,00 centavos. "Se conseguirmos, os preços poderiam buscar os 268,00 ou 274,00 centavos. Apesar de ser possível, não creio ser essa minha aposta mais favorita para o que irá ocorrer", disse. O estrategista aponta isso por enxergar a manutenção de um quadro baixista e aconselha aos trader: "seria um vendedor modesto até 245,00 centavos e, abaixo dos 235,50 centavos poderia atuar procurando os 207,00 centavos. Se o mercado se posicionar acima de 255,00 centavos mudaria minha visão para altista", complementou. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 1.920 sacas, indo para 1.499.403 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 26.580 lotes, com as opções tendo 7.102 calls e 2.485 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 238,80, 239,00, 239,50, 239,90-240,00, 240,50, 241,00, 241,50, 242,00, 242,50 e 243,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 233,80, 233,50, 233,00, 232,60-232,50, 232,00, 231,50 231,35, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00, 228,50 e 228,00 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quarta-feira próximos da estabilidade, em uma sessão marcada por preços dentro de um range relativamente estreito, sem a predominância de vendas ou compras mais significativas. Com os mercados externos voltando a demonstrar grande nervosismo, com as bolsas de valores tendo perdas consideráveis, o café voltou a seguir a tendência das commodities e não apresentou oscilações das mais fortes. Durante a maior parte do dia, inclusive, o grão registrou ganhos, sendo que apenas na parte final da sessão algumas liquidações ligeiras fizeram com que a escala de preços tendesse ligeiramente no lado negativo. Operadores destacaram que o dia foi caracterizado por várias ações especulativas no mercado de bolsas, que afetaram, dessa forma, mais os segmentos financeiros, deixando de lado, por exemplo, as commodities. Tais especulações tiveram como foco o mercado europeu, com informações desencontradas sobre um suposto rebaixamento da nota de crédito da França. Com isso, bancos do país, como Société Générale, Crédite Agricole e PNP Paribas fecharam o dia com perdas consideráveis. Apesar de algumas agências e o governo francês terem negado um possível rebaixamento, o mercado foi afetado fortemente pelo boato. As commodities, como um todo, tiveram um dia positivo, com o índice CRB ascendendo mais de 1%, com destaque para o petróleo, que se recuperou e teve ganho de 3,13% ao final dos negócios. O dólar se manteve próximo da estabilidade. Fundamentalmente, o mercado de café não tem novidades, com a notícia de que as geadas que atingiram o centro-sul do Brasil na semana passada não terem afetado mais significativamente as lavouras cafeeiras já tendo sido assimilada pelos players. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 10 pontos com 234,85 centavos, sendo a máxima em 238,80 e a mínima em 233,80 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação negativa de 15 pontos, com a libra a 238,35 centavos, sendo a máxima em 242,40 e a mínima em 237,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 35 dólares, com 2.133 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 31 dólares, com 2.159 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o mercado tem um nível chave de suporte em 235,30 centavos para a posição dezembro, que é a mínima de 8 de agosto, que representa a atual ação vendedora recente, que é o menor nível desde janeiro. Caso o mercado teste patamares abaixo desse níveis novas ações de vendas poderiam ser desencadeadas. O mercado conseguiu sua máxima em 3 de maio, em 313,75 centavos(KCZ1) até oscilar à mínima de 8 de agosto em 235,30 centavos. O mercado recentemente se posicionou abaixo da média móvel de 200 dias, em torno de 250,79 centavos por libra peso. Operadores ao analisar o viés técnico ressaltaram que um posicionamento abaixo dessa linha tem uma tendência bearish (baixista). Terry Gabriel, estrategista técnico da Ideaglobal, indicou que "a tendência predominante desde maio é de queda. O mercado dá sensação de que deverá continuar a cair, mesmo com um cenário sobrevendido", disse o especialista, que indicou que os baixistas estão conseguindo romper (negativamente) médias móveis importantes. Para Gabriel, se o nível de 235,30 para dezembro for quebrado, isso vai acelerar as perdas e o mercado poderia se dirigir a um patamar próximo de 224,00 centavos e, numa meta de quatro semanas, até a um nível próximo aos 207,00 centavos. No entanto, se os altistas conseguirem defender o nível de 235,30 centavos, Gabriel vê potencial para o café retomar a força e poder se posicionar entre 245,00 e 250,00 centavos. A partir daí, a maior resistência estaria em 255,00 centavos. "Se conseguirmos, os preços poderiam buscar os 268,00 ou 274,00 centavos. Apesar de ser possível, não creio ser essa minha aposta mais favorita para o que irá ocorrer", disse. O estrategista aponta isso por enxergar a manutenção de um quadro baixista e aconselha aos trader: "seria um vendedor modesto até 245,00 centavos e, abaixo dos 235,50 centavos poderia atuar procurando os 207,00 centavos. Se o mercado se posicionar acima de 255,00 centavos mudaria minha visão para altista", complementou. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 1.920 sacas, indo para 1.499.403 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 26.580 lotes, com as opções tendo 7.102 calls e 2.485 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 238,80, 239,00, 239,50, 239,90-240,00, 240,50, 241,00, 241,50, 242,00, 242,50 e 243,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 233,80, 233,50, 233,00, 232,60-232,50, 232,00, 231,50 231,35, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00, 228,50 e 228,00 centavos por libra.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Café tem dia de ligeira alta na ICE, após mercados se reerguerem
Café tem dia de ligeira alta na ICE, após mercados se reerguerem
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com ganhos modestos, em um dia em que o mercado buscou uma recuperação, após a pressão exercida pelo cenário externo ao longo da sessão passada. Na primeira parte do dia, ganhos mais expansivos puderam ser notados e, até com certa facilidade, a posição setembro conseguiu se localizar acima do nível de 235,00 centavos por libra peso. No entanto, na segunda metade da sessão, uma desaceleração foi verificada e os preços chegaram, inclusive, a testar níveis de baixa. Enquanto as bolsas de valores demonstraram uma boa recuperação, devolvendo praticamente todas as perdas do dia anterior, no segmento de commodities as pressões continuaram efetivas ao final do dia, com alguns players buscando resguardo, mais uma vez, em segmentos de menor risco. Assim, algumas matérias-primas voltaram a recuar. O cenário só não foi mais negativo devido ao dólar, que registrou uma perda considerável em relação a uma cesta de moedas internacionais, o que, efetivamente, animou alguns players mais seguros a não realizar vendas mais extremas. Fundamentalmente, o mercado de café não conta com novidades. Alguns atrasos em remessas do Vietnã continuam a ser reportadas por traders em Ho Chi Min, no entanto, tal fator já é bastante assimilado pelos operadores. Por outro lado, o clima no Brasil voltou a registrar temperaturas de amenas a altas, afastando o temor de geadas da semana anterior. Ainda em relação às geadas, cooperativas do sul de Minas Gerais reportaram que a ocorrência recente atingiu algumas lavouras da região, no entanto, as perdas deverão ser mínimas, o que contraria a expectativa anterior, que previa, inclusive, perdas consideráveis de milhares de sacas. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 55 pontos com 234,75 centavos, sendo a máxima em 238,10 e a mínima em 232,60 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação positiva de 55 pontos, com a libra a 238,50 centavos, sendo a máxima em 241,80 e a mínima em 236,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 48 dólares, com 2.098 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 44 dólares, com 2.128 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por algumas recompras, após as liquidações da segunda-feira. Com os mercados externos demonstrando uma recuperação, o café conseguiu "flutuar" mais livremente e os vendedores se mostraram reticentes, sendo mais efetivos apenas na segunda parte do dia, quando várias venda no segmento de commodities foram reportadas. Mesmo com a pressão, o café conseguiu se manter no lado positivo. No after-hours, no entanto, o fechamento se deu com perdas, ainda que também moderadas. "Conseguimos passar por esse começo de semana turbulento sem grandes oscilações. O que vimos foram quedas apenas relativas na segunda e ligeiras altas hoje, algo bem menos agressivo que o verificado, por exemplo, no petróleo. Continuamos dentro de um cenário de certa consolidação e, ainda que continuemos em um viés baixista, as perdas não estão sendo das mais consideráveis", disse um trader. Nesta terça-feira, o Banco Central dos Estados Unidos manteve inalterada a taxa básica de juros da economia, entre 0% e 0,25%. No comunicado, o Federal Reserve indicou que os riscos de piora da economia aumentaram e afirmou que as informações analisadas pelo Fomc (o comitê de política monetária dos Estados Unidos) desde junho indicam que o crescimento da economia tem sido “consideravelmente menor” do que se esperava. As exportações de café do México em julho totalizaram 256.828 sacas, 37% a mais que no mesmo mês do ano passado, informou a Associação dos Produtores de Café do México. Essas remessas geraram uma receita de 70,5 milhões de dólares, contra 40 milhões de dólares de julho de 2010. Entre outubro de 2010 e julho de 2011, as remessas do país ao exterior chegaram a 2,3 milhões de sacas, 3% a mais que nos dez primeiros meses do ano anterior. O principal destino das remessas cafeeiras do país são os Estados Unidos, com 61% do total, seguidos da Bélgica e Canadá. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 26.780 sacas, indo para 1.497.483 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 27.090 lotes, com as opções tendo 5.214 calls e 2.195 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 238,10, 238,50, 239,00, 239,50, 239,90-240,00, 240,50, 241,00, 241,50, 242,00, 242,50 e 243,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 232,60-232,50, 232,00, 231,50 231,35, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00, 228,50, 228,00, 227,50 e 227,00 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com ganhos modestos, em um dia em que o mercado buscou uma recuperação, após a pressão exercida pelo cenário externo ao longo da sessão passada. Na primeira parte do dia, ganhos mais expansivos puderam ser notados e, até com certa facilidade, a posição setembro conseguiu se localizar acima do nível de 235,00 centavos por libra peso. No entanto, na segunda metade da sessão, uma desaceleração foi verificada e os preços chegaram, inclusive, a testar níveis de baixa. Enquanto as bolsas de valores demonstraram uma boa recuperação, devolvendo praticamente todas as perdas do dia anterior, no segmento de commodities as pressões continuaram efetivas ao final do dia, com alguns players buscando resguardo, mais uma vez, em segmentos de menor risco. Assim, algumas matérias-primas voltaram a recuar. O cenário só não foi mais negativo devido ao dólar, que registrou uma perda considerável em relação a uma cesta de moedas internacionais, o que, efetivamente, animou alguns players mais seguros a não realizar vendas mais extremas. Fundamentalmente, o mercado de café não conta com novidades. Alguns atrasos em remessas do Vietnã continuam a ser reportadas por traders em Ho Chi Min, no entanto, tal fator já é bastante assimilado pelos operadores. Por outro lado, o clima no Brasil voltou a registrar temperaturas de amenas a altas, afastando o temor de geadas da semana anterior. Ainda em relação às geadas, cooperativas do sul de Minas Gerais reportaram que a ocorrência recente atingiu algumas lavouras da região, no entanto, as perdas deverão ser mínimas, o que contraria a expectativa anterior, que previa, inclusive, perdas consideráveis de milhares de sacas. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 55 pontos com 234,75 centavos, sendo a máxima em 238,10 e a mínima em 232,60 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação positiva de 55 pontos, com a libra a 238,50 centavos, sendo a máxima em 241,80 e a mínima em 236,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 48 dólares, com 2.098 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 44 dólares, com 2.128 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por algumas recompras, após as liquidações da segunda-feira. Com os mercados externos demonstrando uma recuperação, o café conseguiu "flutuar" mais livremente e os vendedores se mostraram reticentes, sendo mais efetivos apenas na segunda parte do dia, quando várias venda no segmento de commodities foram reportadas. Mesmo com a pressão, o café conseguiu se manter no lado positivo. No after-hours, no entanto, o fechamento se deu com perdas, ainda que também moderadas. "Conseguimos passar por esse começo de semana turbulento sem grandes oscilações. O que vimos foram quedas apenas relativas na segunda e ligeiras altas hoje, algo bem menos agressivo que o verificado, por exemplo, no petróleo. Continuamos dentro de um cenário de certa consolidação e, ainda que continuemos em um viés baixista, as perdas não estão sendo das mais consideráveis", disse um trader. Nesta terça-feira, o Banco Central dos Estados Unidos manteve inalterada a taxa básica de juros da economia, entre 0% e 0,25%. No comunicado, o Federal Reserve indicou que os riscos de piora da economia aumentaram e afirmou que as informações analisadas pelo Fomc (o comitê de política monetária dos Estados Unidos) desde junho indicam que o crescimento da economia tem sido “consideravelmente menor” do que se esperava. As exportações de café do México em julho totalizaram 256.828 sacas, 37% a mais que no mesmo mês do ano passado, informou a Associação dos Produtores de Café do México. Essas remessas geraram uma receita de 70,5 milhões de dólares, contra 40 milhões de dólares de julho de 2010. Entre outubro de 2010 e julho de 2011, as remessas do país ao exterior chegaram a 2,3 milhões de sacas, 3% a mais que nos dez primeiros meses do ano anterior. O principal destino das remessas cafeeiras do país são os Estados Unidos, com 61% do total, seguidos da Bélgica e Canadá. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 26.780 sacas, indo para 1.497.483 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 27.090 lotes, com as opções tendo 5.214 calls e 2.195 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 238,10, 238,50, 239,00, 239,50, 239,90-240,00, 240,50, 241,00, 241,50, 242,00, 242,50 e 243,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 232,60-232,50, 232,00, 231,50 231,35, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00, 228,50, 228,00, 227,50 e 227,00 centavos por libra.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
"Não estamos vendo os preços se comportando com os fundamentos”
"Não estamos vendo os preços se comportando com os fundamentos”
Os contratos Futuros de café arábica na ICE continuam em queda em torno de 2,4% , incapazes de escapar de aversão ao risco o sentimento dos investidores que pesava sobre o complexo de commodities. "O fato é que nós não estamos realmente vendo os preços se comportando de acordo com os fundamentos neste momento no tempo, porque o sentimento geral é bastante baixa e todo o complexo está sendo atingida por isso", disse um dealer. Dezembro de café arábica na ICE caiu 5,9 cento ou 2,4 por cento para 2,3600 dólares por libra. A geada em Minas Gerais, que atingiu na sexta-feira, teria um impacto mínimo sobre a colheita do ano seguinte. "Eu não acho que a preocupação com a geada foi para a magnitude que nós poderíamos ver uma grande redução na produção brasileira", disse ele.
Os contratos Futuros de café arábica na ICE continuam em queda em torno de 2,4% , incapazes de escapar de aversão ao risco o sentimento dos investidores que pesava sobre o complexo de commodities. "O fato é que nós não estamos realmente vendo os preços se comportando de acordo com os fundamentos neste momento no tempo, porque o sentimento geral é bastante baixa e todo o complexo está sendo atingida por isso", disse um dealer. Dezembro de café arábica na ICE caiu 5,9 cento ou 2,4 por cento para 2,3600 dólares por libra. A geada em Minas Gerais, que atingiu na sexta-feira, teria um impacto mínimo sobre a colheita do ano seguinte. "Eu não acho que a preocupação com a geada foi para a magnitude que nós poderíamos ver uma grande redução na produção brasileira", disse ele.
Quem está certo? Macquarie ou J. Ganes Consulting
NY: preço do café pode superar 260 cents/lp no 4º tri, diz Macquarie Agência Estado 08/08/2011
Os futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) devem superar 260 cents por libra-peso no quarto trimestre devido aos bons fundamentos de oferta e demanda, apesar das preocupações sobre a perspectiva macroeconômica, informou nesta segunda-feira o Macquarie Research. Na ICE, as cotações despencaram cerca de 20% depois de alcançarem as máximas em anos no mês de maio, conforme fundos liquidaram posições e embolsaram lucros, assim que a colheita brasileira começou. Na sexta-feira, o contrato setembro fechou cotado a 238 cents por libra-peso. O mercado mundial de café arábica ainda se encontra em um déficit da ordem de 1,8 milhão de sacas de 60 quilos cada, informou o Macquarie. O Brasil provavelmente colherá quase 45 milhões de sacas neste ano, com o consumo local projetado em 20 milhões de sacas. Contudo, a demanda de exportação deve somar 32 milhões de sacas. Outras origens pouco aliviarão o aperto da oferta, com a safra colombiana caindo fortemente abaixo do previsto, enquanto cafeicultores do Vietnã e da Indonésia carecem de estoques. "Nós esperamos que a demanda cresça novamente no quarto trimestre, à medida que entramos no pico sazonal de consumo de inverno", disse o banco. As informações são da Dow Jones. Café: preços devem cair nas próximas duas temporadas, diz consultoraAgência Estado08/08/2011 A corrida positiva dos preços do café deve ter realmente acabado, já que um de seus principais impulsos, a oferta apertada, deve abrir espaço para um fator baixista no mercado pela primeira vez em seis anos, de acordo com a consultora Judith Ganes-Chase, presidente da J. Ganes Consulting. Ela espera que os preços recuem de seus níveis atuais durante as próximas duas temporadas, enquanto o mercado se movimenta para um equilíbrio entre oferta e demanda em 2011/12 e, depois, para um "superávit massivo" de oferta em 2012/13. "Tenho sido altista para café por quase seis anos e acredito que a maré está virando", disse. "Os preços altos não podem durar para sempre e quanto mais tempo eles ficarem em níveis elevados, mais baixista o mercado vai ser depois." Os futuros de café em Nova York iniciaram um rali no início deste ano, enquanto os temores relacionados à oferta apertada puxaram as cotações para as máximas em décadas, a mais de 300 cents/lb em maio, e criaram um prêmio recorde para o café arábica. Mas desde então os preços caíram 25%, pois as preocupações perderam força e alguns analistas acreditam que os mercados de café agora enfrentam uma mudança estrutural, enquanto produtores respondem aos altos preços expandindo suas plantações e substituindo cafeeiros mais antigos. Ganes-Chase disse que concorda com as previsões do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estima a produção global em 135 milhões de sacas de 60 kg na temporada 2011/12, com consumo de 133 milhões de sacas, embora "uma perda de estatística entre exportações e importações" deva manter o mercado equilibrado. Com a produção da Colômbia, maior fornecedor de arábica suave, estimada entre 8,2 e 8,5 milhões de sacas, ante 9,5 milhões de sacas previstos antes pelo USDA, a oferta apertada de grãos premium manterá o mercado volátil. Como as torrefadoras dos Estados Unidos e da Europa já definiram suas misturas, apesar de recorrer a variedades mais baratas, os grãos arábica devem manter um prêmio elevado sobre a variedade robusta na próxima temporada. Entretanto, para mais adiante, Ganes-Chase está "com os baixistas", pois avalia que o aumento do consumo em países como o Brasil - que ela espera superar os Estados Unidos em dois anos como maior consumidor de café - não deve conter um aumento da oferta global no longo prazo. "Não acho que vai impactar nos preços, se estão produzindo mais de 60 milhões de sacas e são capazes de acomodá-las, além do consumo global", afirmou. "O pêndulo deve balançar de volta para o outro lado." As informações são da Dow Jones.
Os futuros do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) devem superar 260 cents por libra-peso no quarto trimestre devido aos bons fundamentos de oferta e demanda, apesar das preocupações sobre a perspectiva macroeconômica, informou nesta segunda-feira o Macquarie Research. Na ICE, as cotações despencaram cerca de 20% depois de alcançarem as máximas em anos no mês de maio, conforme fundos liquidaram posições e embolsaram lucros, assim que a colheita brasileira começou. Na sexta-feira, o contrato setembro fechou cotado a 238 cents por libra-peso. O mercado mundial de café arábica ainda se encontra em um déficit da ordem de 1,8 milhão de sacas de 60 quilos cada, informou o Macquarie. O Brasil provavelmente colherá quase 45 milhões de sacas neste ano, com o consumo local projetado em 20 milhões de sacas. Contudo, a demanda de exportação deve somar 32 milhões de sacas. Outras origens pouco aliviarão o aperto da oferta, com a safra colombiana caindo fortemente abaixo do previsto, enquanto cafeicultores do Vietnã e da Indonésia carecem de estoques. "Nós esperamos que a demanda cresça novamente no quarto trimestre, à medida que entramos no pico sazonal de consumo de inverno", disse o banco. As informações são da Dow Jones. Café: preços devem cair nas próximas duas temporadas, diz consultoraAgência Estado08/08/2011 A corrida positiva dos preços do café deve ter realmente acabado, já que um de seus principais impulsos, a oferta apertada, deve abrir espaço para um fator baixista no mercado pela primeira vez em seis anos, de acordo com a consultora Judith Ganes-Chase, presidente da J. Ganes Consulting. Ela espera que os preços recuem de seus níveis atuais durante as próximas duas temporadas, enquanto o mercado se movimenta para um equilíbrio entre oferta e demanda em 2011/12 e, depois, para um "superávit massivo" de oferta em 2012/13. "Tenho sido altista para café por quase seis anos e acredito que a maré está virando", disse. "Os preços altos não podem durar para sempre e quanto mais tempo eles ficarem em níveis elevados, mais baixista o mercado vai ser depois." Os futuros de café em Nova York iniciaram um rali no início deste ano, enquanto os temores relacionados à oferta apertada puxaram as cotações para as máximas em décadas, a mais de 300 cents/lb em maio, e criaram um prêmio recorde para o café arábica. Mas desde então os preços caíram 25%, pois as preocupações perderam força e alguns analistas acreditam que os mercados de café agora enfrentam uma mudança estrutural, enquanto produtores respondem aos altos preços expandindo suas plantações e substituindo cafeeiros mais antigos. Ganes-Chase disse que concorda com as previsões do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que estima a produção global em 135 milhões de sacas de 60 kg na temporada 2011/12, com consumo de 133 milhões de sacas, embora "uma perda de estatística entre exportações e importações" deva manter o mercado equilibrado. Com a produção da Colômbia, maior fornecedor de arábica suave, estimada entre 8,2 e 8,5 milhões de sacas, ante 9,5 milhões de sacas previstos antes pelo USDA, a oferta apertada de grãos premium manterá o mercado volátil. Como as torrefadoras dos Estados Unidos e da Europa já definiram suas misturas, apesar de recorrer a variedades mais baratas, os grãos arábica devem manter um prêmio elevado sobre a variedade robusta na próxima temporada. Entretanto, para mais adiante, Ganes-Chase está "com os baixistas", pois avalia que o aumento do consumo em países como o Brasil - que ela espera superar os Estados Unidos em dois anos como maior consumidor de café - não deve conter um aumento da oferta global no longo prazo. "Não acho que vai impactar nos preços, se estão produzindo mais de 60 milhões de sacas e são capazes de acomodá-las, além do consumo global", afirmou. "O pêndulo deve balançar de volta para o outro lado." As informações são da Dow Jones.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Para analista do setor o preço do café deve recuar nos próximos anos
Para analista do setor o preço do café deve recuar nos próximos anos O presidente da J. Ganes Consulting LLC Judith Ganes-Chase , disse que espera que os preços do café recuão a partir de seus níveis atuais nos próximos dois temporadas como o mercado se move do equilíbrio em 2011-12 e, em seguida, em um "enorme superávit" em 2012 - 13. "Eu tenho sido otimista sobre o café há quase seis anos e acredito que a maré está virando", disse ela. "Os preços altos não pode durar para sempre e quanto mais eles se sentam em níveis elevados, mais baixa que será mais tarde." Futuros de Nova York fizeram uma manifestação bolhas no início deste ano, com os receios das reservas mundiais apertados pressionado os mercados de multi-década elevações de mais de US $ 3 por libra em maio e criou um prêmio recorde de grãos de arábica. Mas os preços têm caído desde então 25% no que se refere ter facilitado e alguns analistas acreditam que os mercados de café agora enfrentam uma mudança estrutural como os agricultores respondem a preços elevados, expandindo suas plantações e substituir árvores velhas. Ganes-Chase disse que concorda com os EUA Departamento de Agricultura previsões, que produção mundial de 135 milhões de sacas de 60 kg em 2011-12 contra o consumo de 133 milhões de sacas, embora "uma perda estatística entre exportações e importações" vai manter o mercado equilibrado. Com exportação do produtor chave de leve arábica da Colômbia mais provável que seja 8.2 a 8.5 milhões de sacas, em comparação com os 9,5 milhões previstos pelo USDA, a oferta limitada dos grãos prémio irá manter o mercado volátil. E como torrefadores dos EUA e Europa têm "bastante maxed para fora suas misturas já", apesar de recorrer a variedades mais baratas, os cafés da arábica devem manter um elevado prêmio sobre a variedade robusta mais amargo na temporada adiante. Mas daqui para frente, Ganes-Chase disse que sua visão é "com os ursos", como o consumo, mesmo subindo no maior produtor do mundo Brasil - o que ela espera a ultrapassar os EUA como o maior consumidor em dois anos - parece improvável que um temperamento muito tempo prazo aumento da oferta mundial. "Eu não acho que isso terá impacto sobre os preços se eles estão produzindo mais de 60 milhões de sacas e capaz de acomodá-lo, além de uso no mundo", disse ela. "O pêndulo deve oscilar de volta para o outro lado."
domingo, 7 de agosto de 2011
Greenspan adverte que mais turbulência está por vir
NALU FERNANDES - Agencia Estado
WASHINGTON - Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), advertiu que o rebaixamento da classificação da dívida dos Estados Unidos pela Standard & Poor''s significa mais problemas para os mercados financeiros. "Considerando o fôlego com o qual o mercado caiu ao longo da última semana, é muito improvável, se a história pode servir de guia, que isso não irá levar um tempo até se estabilizar", disse o ex-chairman, em entrevista ao programa "Meet the Press", da rede NBC. "A reação inicial, na minha avaliação, vai ser negativa", afirmou.
Segundo a Dow Jones, Greenspan não está prevendo um duplo mergulho dos EUA na recessão, mas espera desaceleração.
Ele acrescentou que o mercado acionário de Israel, um dos poucos a estarem abertos, "afundou" hoje, mas disse que é difícil determinar se a causa havia sido o rebaixamento ou protestos amplos contra o alto preço ao consumidor em Israel.
Greenspan disse que há "zero probabilidade" de que os EUA deem o calote nas suas obrigações, mas acrescentou que a decisão da S&P "atingiu a autoestima dos Estados Unidos, a alma... Está tendo um efeito muito mais profundo do que eu imaginei que poderia ocorrer". As informações são da Dow Jones.
WASHINGTON - Alan Greenspan, ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), advertiu que o rebaixamento da classificação da dívida dos Estados Unidos pela Standard & Poor''s significa mais problemas para os mercados financeiros. "Considerando o fôlego com o qual o mercado caiu ao longo da última semana, é muito improvável, se a história pode servir de guia, que isso não irá levar um tempo até se estabilizar", disse o ex-chairman, em entrevista ao programa "Meet the Press", da rede NBC. "A reação inicial, na minha avaliação, vai ser negativa", afirmou.
Segundo a Dow Jones, Greenspan não está prevendo um duplo mergulho dos EUA na recessão, mas espera desaceleração.
Ele acrescentou que o mercado acionário de Israel, um dos poucos a estarem abertos, "afundou" hoje, mas disse que é difícil determinar se a causa havia sido o rebaixamento ou protestos amplos contra o alto preço ao consumidor em Israel.
Greenspan disse que há "zero probabilidade" de que os EUA deem o calote nas suas obrigações, mas acrescentou que a decisão da S&P "atingiu a autoestima dos Estados Unidos, a alma... Está tendo um efeito muito mais profundo do que eu imaginei que poderia ocorrer". As informações são da Dow Jones.
Café reflete cenário técnico e fundamental e sobe na ICE
Café reflete cenário técnico e fundamental e sobe na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram a sessão desta sexta-feira com altas, em uma sessão caracterizada por uma forte volatilidade e por muitos negócios, superando a média da bolsa nova-iorquina. Na primeira parte do dia, os preços conseguiram aferir fortes ganhos, com a percepção de que o mercado se recuperaria, até com facilidade, da retração observada na quinta-feira. No entanto, fundos e especuladores inverteram de mão e liquidaram, com as cotações chegando a bater em níveis de baixa. Mas, ao final do dia, com algumas recompras, o grão ficou com altas, ainda que relativamente modestas. Operadores indicaram que o mercado, mais uma vez, viveu ao sabor dos temores com a economia internacional, que mais uma vez pressionou bolsas de valores e o segmento de commodities. Mas, na parte da tarde, a pressão no mercado ficou menos intensa e isso permitiu a alguns setores, como o de café, até subir. Fundamentalmente, a questão climática no Brasil voltou a afetar os players. Um operador destacou que os ganhos fortes da manhã estiveram, em grande parte, atrelados ao frio no centro-sul do Brasil que gerou, inclusive, algumas geadas. No sul de Minas, maior área cafeeira do Brasil, a Cooxupé detectou geadas em vários pontos, principalmente em regiões de baixada em cidades como Botelhos e Campestre. Agrônomos dessa cooperativa apontam que a geada devera trazer perdas as lavouras de café, mas ainda é cedo para calcular a intensidade dessa quebra. Em Poços de Caldas, alguns pontos chegaram a registrar - 3,5º C. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 215 pontos com 238,00 centavos, sendo a máxima em 247,70 e a mínima em 233,50 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação positiva de 215 pontos, com a libra a 241,90 centavos, sendo a máxima em 251,20 e a mínima em 237,35 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 17 dólares, com 2.062 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 19 dólares, com 2.095 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado por boas altas na manhã e uma reversão, com perdas chegando a ser reportadas, até um final de sessão com ganhos modestos. O mercado, segundo os analistas, o mercado vinha se mostrando dentro de um padrão de consolidação, depois de várias semanas de pressão baixista, que passou a ser observada a partir da máxima de 3 de maio. No entanto, as ações desta sexta-feira foram marcadas pela volatilidade, com ganhos expressivos e o retorno dos baixistas. Nas mínimas, o mercado bateu nos menores patamares desde janeiro. Dave Toth, diretor técnico da R. J. O'Brien, em Chicago, indicou que o rompimento do nível de 237,20 centavos abriu umas preocupação entre os players, já que uma nova onda de liquidação poderia ser iniciada. No entanto, tal fato não se efetivou, já que recompras passaram a ser observadas nas mínimas, o que permitiu, inclusive, o fechamento em alta. Segundo o especialista, a baixa de 237,20 representa um ponto chave importante nos gráficos, sendo o nível tocado em 28 de julho. No lado positivo, Toth apontou que o "patamar de 248,00 centavos é fundamental para um mercado que quer se recuperar e que deve abrir espaço para testar níveis acima de 248,50 centavos, que, no longo prazo, se mostra uma linha importante de divisão para um tendência de baixa", disse. Para o especialista, o mercado pode ampliar sua pressão vendedora. "Analisando a magnitude do rally do ano passado a possibilidade de uma liquidação seria extrema", sustentou. Toth sustentou que diversos setores de commodities estão sendo afetados pelo temor generalizado do mercado e o segmento soft não é diferente. Questionado sobre o que indicaria aos traders, Toth é claro: "não esteja comprado". Para ele, a tendência do mercado é flutuar num range entre 235,00 e 245,00 centavos, sendo que efetuar algumas aquisições abaixo desse nível poderia ser um lance de risco, mas com possíveis resultados positivos. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque mantiveram-se estáveis em 1.525.063 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 48.092 lotes, com as opções tendo 5.483 calls e 2.519 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 247,70, 248,00, 248,50, 249,00, 249,50, 249,90-250,00, 250,50, 251,00, 251,50, 252,00, 252,50 e 253,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 233,50, 233,00, 232,50, 232,00, 231,50, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00 e 228,50 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram a sessão desta sexta-feira com altas, em uma sessão caracterizada por uma forte volatilidade e por muitos negócios, superando a média da bolsa nova-iorquina. Na primeira parte do dia, os preços conseguiram aferir fortes ganhos, com a percepção de que o mercado se recuperaria, até com facilidade, da retração observada na quinta-feira. No entanto, fundos e especuladores inverteram de mão e liquidaram, com as cotações chegando a bater em níveis de baixa. Mas, ao final do dia, com algumas recompras, o grão ficou com altas, ainda que relativamente modestas. Operadores indicaram que o mercado, mais uma vez, viveu ao sabor dos temores com a economia internacional, que mais uma vez pressionou bolsas de valores e o segmento de commodities. Mas, na parte da tarde, a pressão no mercado ficou menos intensa e isso permitiu a alguns setores, como o de café, até subir. Fundamentalmente, a questão climática no Brasil voltou a afetar os players. Um operador destacou que os ganhos fortes da manhã estiveram, em grande parte, atrelados ao frio no centro-sul do Brasil que gerou, inclusive, algumas geadas. No sul de Minas, maior área cafeeira do Brasil, a Cooxupé detectou geadas em vários pontos, principalmente em regiões de baixada em cidades como Botelhos e Campestre. Agrônomos dessa cooperativa apontam que a geada devera trazer perdas as lavouras de café, mas ainda é cedo para calcular a intensidade dessa quebra. Em Poços de Caldas, alguns pontos chegaram a registrar - 3,5º C. No encerramento do dia, o setembro em Nova Iorque teve alta de 215 pontos com 238,00 centavos, sendo a máxima em 247,70 e a mínima em 233,50 centavos por libra, com o dezembro registrando oscilação positiva de 215 pontos, com a libra a 241,90 centavos, sendo a máxima em 251,20 e a mínima em 237,35 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição setembro registrou alta de 17 dólares, com 2.062 dólares por tonelada, com o novembro tendo valorização de 19 dólares, com 2.095 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado por boas altas na manhã e uma reversão, com perdas chegando a ser reportadas, até um final de sessão com ganhos modestos. O mercado, segundo os analistas, o mercado vinha se mostrando dentro de um padrão de consolidação, depois de várias semanas de pressão baixista, que passou a ser observada a partir da máxima de 3 de maio. No entanto, as ações desta sexta-feira foram marcadas pela volatilidade, com ganhos expressivos e o retorno dos baixistas. Nas mínimas, o mercado bateu nos menores patamares desde janeiro. Dave Toth, diretor técnico da R. J. O'Brien, em Chicago, indicou que o rompimento do nível de 237,20 centavos abriu umas preocupação entre os players, já que uma nova onda de liquidação poderia ser iniciada. No entanto, tal fato não se efetivou, já que recompras passaram a ser observadas nas mínimas, o que permitiu, inclusive, o fechamento em alta. Segundo o especialista, a baixa de 237,20 representa um ponto chave importante nos gráficos, sendo o nível tocado em 28 de julho. No lado positivo, Toth apontou que o "patamar de 248,00 centavos é fundamental para um mercado que quer se recuperar e que deve abrir espaço para testar níveis acima de 248,50 centavos, que, no longo prazo, se mostra uma linha importante de divisão para um tendência de baixa", disse. Para o especialista, o mercado pode ampliar sua pressão vendedora. "Analisando a magnitude do rally do ano passado a possibilidade de uma liquidação seria extrema", sustentou. Toth sustentou que diversos setores de commodities estão sendo afetados pelo temor generalizado do mercado e o segmento soft não é diferente. Questionado sobre o que indicaria aos traders, Toth é claro: "não esteja comprado". Para ele, a tendência do mercado é flutuar num range entre 235,00 e 245,00 centavos, sendo que efetuar algumas aquisições abaixo desse nível poderia ser um lance de risco, mas com possíveis resultados positivos. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque mantiveram-se estáveis em 1.525.063 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 48.092 lotes, com as opções tendo 5.483 calls e 2.519 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 247,70, 248,00, 248,50, 249,00, 249,50, 249,90-250,00, 250,50, 251,00, 251,50, 252,00, 252,50 e 253,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 233,50, 233,00, 232,50, 232,00, 231,50, 231,00, 230,50, 230,10-230,00, 229,50, 229,00 e 228,50 centavos por libra.
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