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sábado, 30 de abril de 2011

Funds held long positions in ICE

Funds held long positions in ICE

Data from the CFTC (Commodity Futures Trading Commission) released on Friday showed that the funds held long positions in coffee futures market of the New York Stock Exchange. Already outstanding contracts were stable compared to the previous week. According to figures presented, taking into account only the future positions, without options, the big funds had net long positions 34,124 (42,612 long positions - bought - and short positions 8488 - sold) last April 26. In the previous report regarding the April 19, they were dealing with 34,483 net long positions (41,405 long positions bought and sold short 6,922 positions). Commercial enterprises, recorded on 26, a net balance of 38,489 short positions (long positions 58,930 and 97,428 sold). In the previous report, they held 38,158 net short positions (long positions 60,110 and 98,268 sold). The smaller operators had, on Tuesday evening at ICE Futures U.S., a total of 4,377 net long positions, and 8,482 bought and sold 4108. In the report covering the April 19, in turn, they had net long positions 3675, 4524 and 8199 bought and sold. Open positions in the U.S. exchange were 116,698 lots on April 26, while the previous week they totaled 116,648 lots.
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Após dia volátil, café fecha com ganhos modestos na ICE

Após dia volátil, café fecha com ganhos modestos na ICE

Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com ganhos, ainda que modestos, em uma sessão caracterizada por uma boa volatilidade. Na primeira parte do dia os contratos registraram perdas consideráveis e uma desaceleração mais forte já era prevista, no entanto, os baixistas, da mesma forma como verificado nas sessões anteriores, não demonstraram fôlego para registrar novas vendas e, assim, um movimento de recompras passou a ser detectado, e na metade do dia os ganhos se consolidaram. Apesar das altas, o mercado não conseguiu testar as máximas da sessão anterior, o que colaborou para que os avanços se tornassem tímidos, sendo que, no after-hours, ligeiras perdas chegaram a ser observadas.

Com o comportamento desta sexta, o julho na bolsa nova-iorquina fechou a semana com alta de 1,80%, após conseguir atingir, mais uma vez, os maiores níveis de preço em 14 anos. Operadores ressaltam que o mercado é sólido, sob o aspecto fundamental, com a oferta ainda bastante comedida e com os estoques internacionais estando em níveis historicamente baixos. Por sua vez, ainda há a preocupação com o clima. Enquanto a Colômbia sofre, mais uma vez com as chuvas que não cessam e que trazem problemas para grande parte do país, o Brasil se aproxima da temporada de frio que, tradicionalmente, é representada pela cautela por parte dos participantes. Esses players vivem a partir de maio com um olho no monitor e outro nas previsões climáticas. Apesar de há anos não registrar geadas severas, o inverno no Brasil pode trazer surpresas e, nesse contexto, os participantes não podem se descuidar, já que os efeitos de um problema climático sobre as cotações são bastante intensos.

No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 65 pontos com 299,85 centavos, sendo a máxima em 301,50 e a mínima em 294,70 centavos por libra, com o setembro registrando oscilação positiva de 65 pontos, com a libra a 302,50 centavos, sendo a máxima em 303,95 e a mínima em 297,30 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, não foi realizada sessão nesta sexta-feira, devido ao casamento real.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado por momentos distintos. Inicialmente uma queda mais forte foi processada, mas com os bearish (baixistas) dando, mais uma vez, sinais claros de que têm dificuldades consideráveis em forçar alguns suportes, o que abre espaço para que novas compras e recompras sejam registradas. Além disso, o dia foi marcado pela recuperação dos mercados externos, o que, efetivamente, auxiliou o café a se posicionar próximo do nível psicológico de 300,00 centavos, ainda que distante da máxima da quinta-feira, em 303,40 centavos. "As commodities tiveram um dia de ganho, com os grãos dando um grande suporte para isso. A recuperação desse mercado, que na quinta-feira caiu forte foi imediata e nesta sexta chegamos a ter valorização de mais de 5% para produtos como o milho, além de altas para outros, como a soja. O dólar, por sua vez, se mostrou ainda fraco e não conseguiu avançar sobre uma cesta de moedas internacionais", ressaltou um trader.

"O Brasil entra agora em uma safra de ciclo baixo e a atenção dos operadores se volta para a colheita e para o clima. Com estoques baixos em todo o mundo, os problemas com as mudanças climáticas preocupam bastante. A Colômbia voltou a sofrer com fortes chuvas e no Brasil algumas regiões estão sofrendo com chuvas típicas de verão em pleno outono", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu boletim semanal.

As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 28, somaram 2.242.432 sacas, contra 2.165.994 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 10.634 sacas indo para 1.590.226 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 9.928 lotes, com as opções tendo 3.293 calls e 1.790 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 301,50, 302,00, 302,50, 303,00, 303,40-303,50, 304,00, 304,50, 304,90-305,00, 305,50 e 306,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 294,70, 294,50, 294,00, 293,50, 293,00, 292,50, 292,00, 291,50, 291,00, 290,50 e 290,10-290,00 centavos por libra.

CFTC: fundos mantiveram posições compradas na ICE

CFTC: fundos mantiveram posições compradas na ICE

Dados da CFTC (Commodity Futures Trading Commission) divulgados nesta sexta-feira apontaram que os fundos mantiveram suas posições compradas no mercado futuro de café da bolsa de Nova Iorque. Já os contratos em aberto ficaram estável em relação à semana anterior. Segundo os números apresentados, levando-se em consideração apenas as posições futuras, sem as opções, os grandes fundos possuíam 34.124 posições líquidas long ( 42.612 posições long — compradas — e 8.488 posições short — vendidas) no último dia 26 de abril. No relatório anterior, referente a 19 de abril, eles tinham em mãos 34.483 posições líquidas long (41.405 posições long compradas e 6.922 posições short vendidas). As empresas comerciais registravam, no dia 26, um saldo de 38.498 posições líquidas short (58.930 posições compradas e 97.428 vendidas). No relatório anterior, elas sustentavam 38.158 posições líquidas short (60.110 posições compradas e 98.268 vendidas). Os pequenos operadores tinham, na terça-feira passada na ICE Futures US, um total de 4.374 posições líquidas compradas, sendo 8.482 compradas e 4.108 vendidas. No relatório referente a 19 de abril, por sua vez, eles apresentavam 3.675 posições líquidas compradas, sendo 8.199 compradas e 4.524 vendidas. As posições em aberto na bolsa norte-americana eram de 116.698 lotes no dia 26 de abril, ao passo que na semana anterior elas somaram 116.648 lotes.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Coffee May Rise 40% on Frost After Kraft, Smucker Raised Prices

Coffee May Rise 40% on Frost After Kraft, Smucker Raised Prices

Brazil, the world’s biggest coffee grower, is facing the risk of frost after hail this month, raising the prospect of a 40 percent jump in bean costs after Kraft Foods Inc. and J.M. Smucker Co. already increased prices.

The chance of frost in Brazil increased with the weakening of La Nina, a cooling of waters in the Pacific Ocean, Brazil’s Somar Meteorologia said this week. Frost in 1994 damaged 35 percent of the crop by 1997, sending prices up 39 percent that year, according to Somar. Should cold weather damage trees this year, coffee may rise to a record $4.20 a pound, the median in a Bloomberg survey of 11 analysts, traders and investors.

Arabica beans have already jumped 24 percent this year on signs demand is outpacing supply. The shortage will be 6.2 million bags in the crop year starting in October, according to Rabobank International. Kraft, maker of Maxwell House coffee, raised prices three times last year. It estimated in February that North American commodity costs would increase $700 million to $800 million this year, or about 1.5 percent of 2010 revenue.

“There is no room for disruption,” said Rodrigo Costa, vice-president of institutional sales at Newedge USA LLC in New York, who correctly forecast a year ago that coffee would climb. “If Brazil has a frost, not only will we see uncharted prices but the situation might become unbearable.”

Arabica coffee for July delivery closed yesterday at $2.992 a pound in New York, after surging to a 14-year high of $3.034, and have more than doubled in the past year. Cocoa futures in New York are up 2.7 percent for the same period and raw sugar is 51 percent higher.

Folgers Coffee
Kraft, based in Northfield, Illinois, increased U.S. prices on Maxwell House and Yuban ground coffees by about 22 percent on March 16, spokeswoman Bridget MacConnell said. Orrville, Ohio- based Smucker, maker of Folgers coffee, raised them by 10 percent in February, Vincent Byrd, director and president of U.S. retail coffee, said on a conference call that month.

Global food costs tracked by the United Nations reached an all-time high in February and the World Bank says that contributed to 44 million more people being driven into poverty in the past year. Inflation is accelerating worldwide, spurring central banks from China to the euro region to increase interest rates, potentially curbing consumer spending.

Arabica coffee, preferred by coffee shops such as Starbucks Corp., climbed as rains associated with La Nina damaged crops in Colombia, the fourth largest producer last year, according to the U.S. Department of Agriculture. Brazil’s crop will be 13 percent smaller than last year, Brazil’s Agriculture Ministry estimates.

Colder Atmosphere
La Nina is now declining and all climate models suggest further weakening, Australia’s Bureau of Meteorology said on April 27.

“As La Nina fades and the atmosphere becomes colder, the cold masses from the South Pole gain intensity and may reach the Center South region” of Brazil, Marco Antonio dos Santos, an agronomist at Somar in Sao Paulo, said on April 27. The Center South includes the state of Minas Gerais, Brazil’s biggest grower of arabica beans.

Cold weather from the South Pole is due in the Center South in the week of May 9 and temperatures are forecast to fall to about 5 degrees Celsius (41 degrees Fahrenheit), Santos said. Coffee trees can be damaged if temperatures fall below 1 degree Celsius, he said.

Frost in Brazilian growing regions can damage trees bearing the following year’s crop. Coffee futures soared to a record $3.375 a pound in 1977 after damage from the “black frost” in Brazil two years earlier, according to Bloomberg data.

“Even without weather disruptions there will be a deficit,” Newedge’s Costa said.

April Hail
There was hail this month in some Brazil growing regions, and the damage was estimated at 50,000 to 60,000 bags, according to Somar. Brazil produced 55.5 million bags last year, according to the USDA. This year’s crop is estimated at between 41.9 million bags to 44.7 million bags by Brazil’s Agriculture Ministry.

“The wild card will be the weather in Brazil,” said Walter “Bucky” Hellwig, who helps oversee $17 billion at BB&T Wealth Management in Birmingham, Alabama and correctly forecast higher gold and oil prices in February. “If Brazil does not have a big crop we will see pressure on prices.”

The earliest frost to damage the crop in Brazil was May 31, 1979, according to Newedge estimates. Brazil’s winter season traditionally extends through August. While Brazilian coffee isn’t deliverable against futures contracts in New York, it’s used in blends by roasters.

Falling Inventories
Stockpiles in producing countries have been falling since 2003, when inventories were at 52.7 million bags, data from the London-based International Coffee Organization show. The 13 million bags in storage now represent 1 1/2 months of global exports, the lowest in at least half a century, according to Jose Sette, the ICO’s executive director.

Inventories in producing nations are 69 percent lower than in 1997 and 71 percent lower than in 1977, years in which coffee prices climbed following frost damage, according to ICO data. Stockpiles were 42 million bags in 1997 and 45 million bags in 1977, Sette said.

“Given what frosts have done to prices in the past, coupled with the tight inventories of arabica, the upside potential if there is a frost is extreme, and records are very likely to be broken,” Keith Flury, an analyst at Rabobank in London said.
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Market International coffee price

Market International coffee price

Colombians, UGQ, sold FOB, for May/June shipment at 10¢ and at 12¢ over July “C.” Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for May/June shipment from 16¢ to 20¢ over July “C.” Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for May/June shipment from 10¢ over July “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for July through Dec. equal shipment from 14¢ under the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for July through Dec. equal shipment from 19¢ under the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for May/June shipment from 19¢ to 16¢ under July “C,” and offered FOB for July through Dec. equal shipment from 29¢ to 26¢ under the relevant months “C.”
Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for May/June shipment from 4¢ over July London.
Prime Mexicans were offered FOB Laredo for May/June crossing from 4¢ to 5¢ over July “C.”
Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for May through Aug. equal shipment from 2¢ to 3¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for May through Aug. equal shipment from 7¢ to 9¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, May/June shipment from $7 over July “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for May through Aug. equal shipment from $15 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May through Aug. equal shipment from $20 to $22 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for May/June shipment from $30 over, per 46 kilos, July “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May/June/ July equal shipment from $33 to $34 the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for May/June shipment from $7 over July “C.” High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for May/June/July equal shipment from $10 over per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for May/June/July equal shipment from $15 to $16 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for May/June/July equal shipment were offered FOB from $17 to $18 the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May/June shipment from $2 over July “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for May/June/July equal shipment from $6 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for May/June shipment, per 46 kilos, from $1 over July “C.” Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for May/June shipment, per 46 kilos, from equal to July “C.” Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for May shipment from 15¢ over July London.
Vietnam robustas, grade 1, were offered exdock for May shipment from 9¢ over July London.
Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for May shipment from 7¢ over July London.
Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for May shipment from 8¢ over July London.

Em dia volátil, café volta a mostrar solidez e fecha com ganhos

Em dia volátil, café volta a mostrar solidez e fecha com ganhos

Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quinta-feira com altas, em uma sessão caracterizada por uma boa volatilidade. Depois de experimentar ganhos expressivos e romper a primeira resistência, no nível de 302,50 centavos, a posição julho passou a registrar algumas vendas e baixas chegaram a ser reportadas. Próximo do fechamento do intraday, os compradores voltaram a atuar e alguns ganhos foram observados após os ajustes dos monitores. Traders observaram que o mercado continua dando sinais de força, conseguindo, inclusive, romper níveis importantes de ganho. Esses operadores sustentaram que os dois novos focos a serem buscados pelo mercado podem ser 308,50 e 313,95 centavos por libra, antes de se tentar a máxima de maio de 1997, quando atingiu o nível de 318,00 centavos.

Mais uma vez, o café operou dissociado dos mercados externos. Nesta quinta, os grãos, por exemplo, tiveram um comportamento de fraqueza, com perdas expressivas sendo observadas em vários segmentos. Os softs, por sua vez, tiveram um comportamento ligeiramente melhor. O índice CRB, que mede uma cesta de 19 diferentes matérias-primas, encerrou o dia próximo da estabilidade. Fundamentalmente, o mercado continua tendo o suporte contínuo do atual cenário de oferta. Países chaves esperam produções apenas modestas para a temporada, que conta com uma disponibilidade bastante baixa, assim como são fracos os estoques internacionais, seja em países produtores como em nações consumidoras. Esse cenário, somado a uma demanda em crescimento constante, permite que muitas ações especulativas sejam empreendidas no mercado, garantindo que os ganhos consideráveis dessas semanas sejam assimilados e incorporados.

No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 280 pontos com 299,20 centavos, sendo a máxima em 303,40 e a mínima em 296,00 centavos por libra, com o setembro registrando oscilação positiva de 270 pontos, com a libra a 301,85 centavos, sendo a máxima em 305,90 e a mínima em 298,80 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou alta de 21 dólares, com 2.531 dólares por tonelada, com o julho tendo valorização de 19 dólares, com 2.555 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o mercado voltou a demonstrar consistência nesta quinta-feira, com uma abertura apenas moderada e com os ganhos se consolidando ao longo da manhã. Os bearish (baixistas) ampliaram a pressão vendedora que, contudo, não conseguiu ampliar as perdas e o mercado se distanciou, ainda mais, do primeiro grande suporte, no nível de 279,65 centavos. "Tivemos efetivamente um dia interessante, já que, mesmo com um volume de negócios não tão forte, a volatilidade foi considerável e o mercado foi testado nas baixas e conseguiu uma boa recuperação, minutos antes do encerramento do período do intraday", disse um trader.

Nesta quinta-feira 88 notificações foram postadas contra o maio na bolsa de Nova Iorque, totalizando agora 2.355.

A produção de café da Costa Rica em 2010/2011, até o dia 25 de abril, totalizou 1,57 milhão de sacas, 8% a mais que no mesmo período da safra passada, indicou o Instituto de Café da Costa Rica. Cerca de 80% da produção já foi vendida ao exterior, com uma preço médio de 2,17 dólares por libra, muito acima do 1,55 dólar da safra anterior. As exportações até o último dia 25 somaram 1,25 milhão de sacas, contra 1,10 milhão de sacas de 2009/2010. O consumo doméstico foi estimado em 158.688 sacas, contra 137.627 sacas do ano anterior.

As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 27, somaram 2.091.407 sacas, contra 1.809.696 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.308 sacas indo para 1.579.592 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 14.405 lotes, com as opções tendo 2.989 calls e 3.840 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 303,40-303,50, 304,00, 304,50, 304,90-305,00, 305,50 e 306,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 296,00, 295,50, 295,10-295,00, 294,50, 294,00, 293,50, 293,00, 292,50, 292,00, 291,50 e 291,00 centavos por libra.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Chuvas intensas atingem cerca de 75% do território da Colômbia

As intensas precipitações que atingem a Colômbia na primeira onda de inverno (temporada de águas) deste ano, cujo fim está prevista para junho, afetam ao menos 75% do território do país, confirmaram autoridades governamentais. Segundo dados, o departamento (Estado) de Bolívar, no norte, as águas destruíram povoados inteiros, com um grande número de desabrigados e danos graves à infraestrutura da região. Em Cundinamarca, no centro, as fortes chuvas causaram cenário similar e fizeram com que as autoridades ordenassem a evacuação parcial do município de Chía, às margens do rio Bogotá. A onda de chuvas também deteriora a malha viária do país e a perda de grandes extensões de terras plantadas. O Ministério colombiano da Fazenda informou que outra das consequências das chuvas é que possivelmente elas terão um impacto sobre os preços de alguns produtos que fazem parte da cesta básica familiar. Segundo o coordenador de informação, atenção e prevenção de desastres, Hugo Gamba, a intensa onda de inverno, que atinge o país desde janeiro, trouxe problemas para 28 dos 32 departamentos locais. Para ele, é "absolutamente necessário seguir realizando medidas preventivas.". Nesta semana, o presidente do país, Juan Manuel Santos, anunciou que, para atender a emergência da situação, propôs a alocação de 2,5 bilhões de dólares, sendo que a "maioria dos recursos é orientada a satisfazer a grande necessidade humanitária", observou. "Nosso sistema está funcionando, a assistência humanitária, que é prioridade, chega oportunamente a quem necessita", ressaltou o dirigente. Além da Colômbia, a Venezuela também registra problemas com as chuvas, com dez dos 24 departamentos tendo problemas com as chuvas, com o registro de mais de trinta mortes

4º Fórum Coffee & Dinner promoverá discussão sobre os desafios do mercado cafeeiro nesta década

Mais Café

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27/04/2011 20:16
4º Fórum Coffee & Dinner promoverá discussão sobre os desafios do mercado cafeeiro nesta década



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O 4º Fórum Coffee & Dinner, agendado para o dia 31/05/2011 em São Paulo, terá como tema central os "Desafios para a Nova Década" relacionados ao mercado cafeeiro. A cada dois anos o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) organiza o evento, que reúne agentes do setor cafeeiro para debater assuntos importantes ligados às tendências e desafios da cafeicultura brasileira e mundial.

Como 2011 é o ano da Itália no Brasil, nesta edição o destaque será a indústria italiana de café. A idéia é mostrar sua importante contribuição em termos de desenvolvimento de novas formas de consumo, melhoria na qualidade do produto, inovação de equipamentos, envolvimento responsável nas questões de sustentabilidade e a posição de liderança do Brasil como exportador de café para este importante mercado.

O evento, dividido em duas etapas, contará com fórum formado por três painéis: Brasil, Produção e Mercado e Consumo. Neles, serão abordados conteúdos relacionados à produção, clima, economia nacional e internacional, mercados, preços, consumo, sustentabilidade e responsabilidade social.

À noite, o encerramento ficará por conta de um jantar oferecido na Sala São Paulo, com a solenidade de premiação "Empreendedores do Café" e uma apresentação artística da Orquestra e Coro do Projeto Guri.

CAFÉ/CEPEA: Chuvas seguem atrasando colheita de robusta no ES

28 abr 2011 Cepea, 28 – As freqüentes chuvas continuam atrasando a colheita de café robusta da safra 2011/12 capixaba. Segundo colaboradores do Cepea, devido ao atraso nos trabalhos de campo, a quantidade de café à venda no mercado ainda é limitada – visto que grãos restantes da temporada 2010/11 têm sido ofertados em pequenos volumes.


Nessa quarta-feira, 27, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 acima fechou o dia a R$ 224,27/saca de 60 kg, aumento de 1,92% entre 20 e 27 de abril. Quanto ao arábica, as negociações continuam em ritmo lento.

O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a R$ 537,14/saca de 60 kg na quarta, ligeiro aumento de 0,33% entre 20 e 27 de abril. (Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br)