segunda-feira, 18 de abril de 2011
CFTC: fundos aumentaram nas posições compradas na ICE
Dados da CFTC (Commodity Futures Trading Commission) divulgados nesta sexta-feira apontaram que os fundos aumentaram em 3.498 lotes suas posições compradas no mercado futuro de café da bolsa de Nova Iorque. Já os contratos em aberto registraram queda de 2.534 lotes em relação à semana anterior. Segundo os números apresentados, levando-se em consideração apenas as posições futuras, sem as opções, os grandes fundos possuíam 29.513 posições líquidas long (36,667posições long — compradas — e 7.154 posições short —vendidas) no último dia 12 de abril. No relatório anterior, referente a 05 de abril, eles tinham em mãos 26.015 posições líquidas long (36.455 posições long— compradas — e 10.440 posições short — vendidas). As empresas comerciais registravam, no dia 12, um saldo de 31.968 posições líquidas short (67.970 posições compradas e 99.938 vendidas). No relatório anterior, elas sustentavam 28.520 posições líquidas short (65.051 posições compradas e 93,571 vendidas). Os pequenos operadores tinham, na terça-feira passada na ICE Futures US, um total de 2.455 posições líquidas compradas, sendo8.065 compradas e 5.610 vendidas. No relatório referente a 05 de abril, por sua vez, eles apresentavam 2.505 posições líquidas compradas, sendo 7.081 compradas e 4.576 vendidas. As posições em aberto na bolsa norte-americana eram de121.875 lotes no dia 12 de abril, ao passo que na semana anterior elas somaram124.409 lotes.
Brazil’s Robusta Harvest May Be Delayed on Rains, Broker Says
The robusta coffee harvest in Brazil, the world’s second-largest producer of the variety, may only begin next month after rainfall in March, according to Rio de Janeiro-based broker
Flavour Coffee.
“The heavy rains during March and yet cloudy days may delay the start of the harvesting for May,” the broker said in a weekly report e-mailed yesterday.
Harvesting of the 2011-12 crop in the state of Espirito Santo, Brazil’s main robusta-producing region, was expected to commence in the second half of April, CEPEA, a University of Sao
Paulo research group, said last month.
The “general shape” of robusta trees is “nice,” with “plenty of cherries,” Flavour Coffee said. Trees still need “some weeks until maturation starts,” it said.
Flavour Coffee.
“The heavy rains during March and yet cloudy days may delay the start of the harvesting for May,” the broker said in a weekly report e-mailed yesterday.
Harvesting of the 2011-12 crop in the state of Espirito Santo, Brazil’s main robusta-producing region, was expected to commence in the second half of April, CEPEA, a University of Sao
Paulo research group, said last month.
The “general shape” of robusta trees is “nice,” with “plenty of cherries,” Flavour Coffee said. Trees still need “some weeks until maturation starts,” it said.
domingo, 17 de abril de 2011
Vamos surfar esta onda.
Vamos surfar esta onda.
O mercado do café vem em uma grande tendência de alta desde junho de 2010, de onde o preço saiu de 130,00 cents de dólar por libra peso ate os níveis que estão agora na casa de 288,00 para o mês de maio e 291,00 para o mês de julho.
Considerando que podemos tentar analisar o mercado através de ondas a saída do preço e baixo até o seu primeiro recuo a média de phi ao cubo teríamos a onda 1 e a onda 2 o recuo observado em outubro, o movimento a seguir abriu uma bela onda 3 do gráfico semanal onde o rompimento de 2,00 dólares por libra peso configurou esta onda que terminou em 296,65 para o gráfico de maio e 298,15 para o gráfico de julho.
O rompimento de 2,00 por libra peso considerado por muitos algo que seria impossível de acontecer, aconteceu e estamos muito próximos dos 3,00 por libra peso, o que seria a algum tempo atrás inimaginável.
A correção técnica que tivemos depois do topo de 296,65 jogando o preço a beijar a media de phi ao cubo seria uma onda 4 deste movimento também considerada normal, após este movimento o mercado veio com muita força em busca do topo anterior e seu rompimento configura a onda 5 onde é esta onda que teremos que aprender a surfá-la.
Este movimento após o rompimento tem como alvo principal 3,83 cents de dólar por liba peso e podemos esperar este alvo em um movimento de 21 semanas para que o preço faça um movimento de simetria perfeita.
Esta nova onda vem de encontro com a safra nova que começa no Brasil nas regiões mais quentes logo após o feriado da semana santa e se intensifica no meio do mês de maio, portanto um novo ciclo se inicia.
O gráfico do mês de maio para a Ice de Nova Iorque, bolsa que regula as cotações do preço físico para o mercado cafeeiro no mundo, tem seu primeiro dia de chamada de entrega para o dia 20 de abril próxima quarta feira onde esta alta que estamos visualizando nas telas se refere à rolagem de posições para o próximo mês que seria julho de 2.011, que traz o final da safra 2.010 e recomeça também um novo ciclo que seria a safra 2.011.
Fazendo um balanço rápido deste ciclo que se termina ele nos traz informações necessárias para poder julgar que o próximo que não devera ser diferente do que este que esta terminando, a tendência de alta permanece com alvo principal em 3,83 cents de dólar.
O lado fundamental do mercado devera se agravar este ano onde a disputa pelo café brasileiro devera se intensificar, pois somos os únicos que teremos a disposição do mercado matéria prima para fornecer, relembrando que entraremos em um ciclo onde teremos 2 anos de safra baixa de produção e um de safra alta que seria a próxima safra de 2.012.
A crise financeira mundial estourada em 2.008 e que nela estamos convivendo, parece que não ira atrapalhar a escalada no crescimento do consumo e como já vimos o consumidor de café depois de conquistado passa a ser um fiel degustador de xícaras de café diárias.
O lado da macro economia não tem atrapalhado nem o crescimento de consumo nem a escalada nesta tendência de alta, as noticias que deveriam atrapalhar o mercado simplesmente vem de encontro com uma necessidade de correção gráfica quando o preço se distancia das medias de phi ao cubo.
Esta nova safra vem para o mercado com um pesadelo a mais para os que precisam de mercadoria, a mudança de jogo por parte do governo na lei da PIS/COFINS, onde grandes casas comercias e indústria colocavam em seus livros contábeis o incentivo fiscal deste tributo onde o governo repassa em sua integralidade este tributo, daria para imaginar o tamanho deste montante, pois a PIS/COFINS representaria quase 10% do valor total da transação, imaginando que se exportou o ano passado 6 bilhões de reais em café seria realmente uma bela dor de cabeça imaginar que tem que se tirar 600 milhes de reais dos livros contábeis que era considerado por muitas casas comercias e indústrias como parte do lucro ou ate o lucro todo da transação. Segundo fontes o governo estaria a favor do final da cobrança deste tributo , pois ele o governo seria o principal prejudicado , e colocaria o pequeno comerciante em pé de igualdade com os grandes comerciantes e cooperativas que ou não precisavam recolher e ou tinham o incentivo.
Tecnicamente o gráfico de café fechou perto da máxima da semana sugerindo a continuação da tendência em curto prazo o teste do topo anterior com a possibilidade muito clara de seu rompimento jogando para alvos inicias entre 3,06 e 3,11 onde existe a possibilidade de iniciar uma correção.
Vamos aguardar os acontecimentos temos uma bela onda de alta que se inicia onde os produtores deverão fazer seu papel de casa trazendo o produto novo para o mercado com a maior qualidade possível, pois é isto que o mercado precisa, pois a sobra de estoque que existe no mercado se fosse feito uma auditoria decente se encontraria muito café impróprio para o consumo humano.
Os estoques terão um alivio imediato com a safra nova, mas deveremos terminar a safra com números memores do se esta iniciando.
Vamos surfar esta onda.
Uma boa semana a todos bons negócios e bom feriado, que Deus os abençoe.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
O mercado do café vem em uma grande tendência de alta desde junho de 2010, de onde o preço saiu de 130,00 cents de dólar por libra peso ate os níveis que estão agora na casa de 288,00 para o mês de maio e 291,00 para o mês de julho.
Considerando que podemos tentar analisar o mercado através de ondas a saída do preço e baixo até o seu primeiro recuo a média de phi ao cubo teríamos a onda 1 e a onda 2 o recuo observado em outubro, o movimento a seguir abriu uma bela onda 3 do gráfico semanal onde o rompimento de 2,00 dólares por libra peso configurou esta onda que terminou em 296,65 para o gráfico de maio e 298,15 para o gráfico de julho.
O rompimento de 2,00 por libra peso considerado por muitos algo que seria impossível de acontecer, aconteceu e estamos muito próximos dos 3,00 por libra peso, o que seria a algum tempo atrás inimaginável.
A correção técnica que tivemos depois do topo de 296,65 jogando o preço a beijar a media de phi ao cubo seria uma onda 4 deste movimento também considerada normal, após este movimento o mercado veio com muita força em busca do topo anterior e seu rompimento configura a onda 5 onde é esta onda que teremos que aprender a surfá-la.
Este movimento após o rompimento tem como alvo principal 3,83 cents de dólar por liba peso e podemos esperar este alvo em um movimento de 21 semanas para que o preço faça um movimento de simetria perfeita.
Esta nova onda vem de encontro com a safra nova que começa no Brasil nas regiões mais quentes logo após o feriado da semana santa e se intensifica no meio do mês de maio, portanto um novo ciclo se inicia.
O gráfico do mês de maio para a Ice de Nova Iorque, bolsa que regula as cotações do preço físico para o mercado cafeeiro no mundo, tem seu primeiro dia de chamada de entrega para o dia 20 de abril próxima quarta feira onde esta alta que estamos visualizando nas telas se refere à rolagem de posições para o próximo mês que seria julho de 2.011, que traz o final da safra 2.010 e recomeça também um novo ciclo que seria a safra 2.011.
Fazendo um balanço rápido deste ciclo que se termina ele nos traz informações necessárias para poder julgar que o próximo que não devera ser diferente do que este que esta terminando, a tendência de alta permanece com alvo principal em 3,83 cents de dólar.
O lado fundamental do mercado devera se agravar este ano onde a disputa pelo café brasileiro devera se intensificar, pois somos os únicos que teremos a disposição do mercado matéria prima para fornecer, relembrando que entraremos em um ciclo onde teremos 2 anos de safra baixa de produção e um de safra alta que seria a próxima safra de 2.012.
A crise financeira mundial estourada em 2.008 e que nela estamos convivendo, parece que não ira atrapalhar a escalada no crescimento do consumo e como já vimos o consumidor de café depois de conquistado passa a ser um fiel degustador de xícaras de café diárias.
O lado da macro economia não tem atrapalhado nem o crescimento de consumo nem a escalada nesta tendência de alta, as noticias que deveriam atrapalhar o mercado simplesmente vem de encontro com uma necessidade de correção gráfica quando o preço se distancia das medias de phi ao cubo.
Esta nova safra vem para o mercado com um pesadelo a mais para os que precisam de mercadoria, a mudança de jogo por parte do governo na lei da PIS/COFINS, onde grandes casas comercias e indústria colocavam em seus livros contábeis o incentivo fiscal deste tributo onde o governo repassa em sua integralidade este tributo, daria para imaginar o tamanho deste montante, pois a PIS/COFINS representaria quase 10% do valor total da transação, imaginando que se exportou o ano passado 6 bilhões de reais em café seria realmente uma bela dor de cabeça imaginar que tem que se tirar 600 milhes de reais dos livros contábeis que era considerado por muitas casas comercias e indústrias como parte do lucro ou ate o lucro todo da transação. Segundo fontes o governo estaria a favor do final da cobrança deste tributo , pois ele o governo seria o principal prejudicado , e colocaria o pequeno comerciante em pé de igualdade com os grandes comerciantes e cooperativas que ou não precisavam recolher e ou tinham o incentivo.
Tecnicamente o gráfico de café fechou perto da máxima da semana sugerindo a continuação da tendência em curto prazo o teste do topo anterior com a possibilidade muito clara de seu rompimento jogando para alvos inicias entre 3,06 e 3,11 onde existe a possibilidade de iniciar uma correção.
Vamos aguardar os acontecimentos temos uma bela onda de alta que se inicia onde os produtores deverão fazer seu papel de casa trazendo o produto novo para o mercado com a maior qualidade possível, pois é isto que o mercado precisa, pois a sobra de estoque que existe no mercado se fosse feito uma auditoria decente se encontraria muito café impróprio para o consumo humano.
Os estoques terão um alivio imediato com a safra nova, mas deveremos terminar a safra com números memores do se esta iniciando.
Vamos surfar esta onda.
Uma boa semana a todos bons negócios e bom feriado, que Deus os abençoe.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
sábado, 16 de abril de 2011
CFTC: fundos aumentaram nas posições compradas na ICE
CFTC: fundos aumentaram nas posições compradas na ICE
Dados da CFTC (Commodity Futures Trading Commission) divulgados nesta sexta-feira apontaram que os fundos aumentaram em 3.498 lotes suas posições compradas no mercado futuro de café da bolsa de Nova Iorque. Já os contratos em aberto registraram queda de 2.534 lotes em relação à semana anterior. Segundo os números apresentados, levando-se em consideração apenas as posições futuras, sem as opções, os grandes fundos possuíam 29.513 posições líquidas long (36,667posições long — compradas — e 7.154 posições short —vendidas) no último dia 12 de abril. No relatório anterior, referente a 05 de abril, eles tinham em mãos 26.015 posições líquidas long (36.455 posições long— compradas — e 10.440 posições short — vendidas). As empresas comerciais registravam, no dia 12, um saldo de 31.968 posições líquidas short (67.970 posições compradas e 99.938 vendidas). No relatório anterior, elas sustentavam 28.520 posições líquidas short (65.051 posições compradas e 93,571 vendidas). Os pequenos operadores tinham, na terça-feira passada na ICE Futures US, um total de 2.455 posições líquidas compradas, sendo8.065 compradas e 5.610 vendidas. No relatório referente a 05 de abril, por sua vez, eles apresentavam 2.505 posições líquidas compradas, sendo 7.081 compradas e 4.576 vendidas. As posições em aberto na bolsa norte-americana eram de121.875 lotes no dia 12 de abril, ao passo que na semana anterior elas somaram124.409 lotes.
Dados da CFTC (Commodity Futures Trading Commission) divulgados nesta sexta-feira apontaram que os fundos aumentaram em 3.498 lotes suas posições compradas no mercado futuro de café da bolsa de Nova Iorque. Já os contratos em aberto registraram queda de 2.534 lotes em relação à semana anterior. Segundo os números apresentados, levando-se em consideração apenas as posições futuras, sem as opções, os grandes fundos possuíam 29.513 posições líquidas long (36,667posições long — compradas — e 7.154 posições short —vendidas) no último dia 12 de abril. No relatório anterior, referente a 05 de abril, eles tinham em mãos 26.015 posições líquidas long (36.455 posições long— compradas — e 10.440 posições short — vendidas). As empresas comerciais registravam, no dia 12, um saldo de 31.968 posições líquidas short (67.970 posições compradas e 99.938 vendidas). No relatório anterior, elas sustentavam 28.520 posições líquidas short (65.051 posições compradas e 93,571 vendidas). Os pequenos operadores tinham, na terça-feira passada na ICE Futures US, um total de 2.455 posições líquidas compradas, sendo8.065 compradas e 5.610 vendidas. No relatório referente a 05 de abril, por sua vez, eles apresentavam 2.505 posições líquidas compradas, sendo 7.081 compradas e 4.576 vendidas. As posições em aberto na bolsa norte-americana eram de121.875 lotes no dia 12 de abril, ao passo que na semana anterior elas somaram124.409 lotes.
Café na ICE Futures tem nova alta e já mira níveis de 1997
Café na ICE Futures tem nova alta e já mira níveis de 1997
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com altas expressivas, em mais uma sessão caracterizada por compras expressivas de especuladores e de fundos, o que permitiu que o maio rompesse, com considerável facilidade, o nível de 285,00 centavos e ampliasse ainda mais os ganhos, com o encerramento do dia se dando próximo das máximas.
As médias móveis do mercado, inclusive para posições mais imediatas, se mostram fortalecidas, com os fechamentos se dando acima de tais indicadores o que é uma sinalização de que o mercado continua operando em um viés altista. Graficamente, o mercado se mostra também consistente e algumas análises indicam uma propensão para que o nível de máxima de quase 14 anos, alcançado em 9 de março, seja testado, o que poderia abrir espaço para uma tentativa consistente de o maio ir para um range entre 311,00 e 318,00 centavos, próximo do nível observado em maio de 1997. No final de 2010, o mercado pouco acreditava que esse patamar de 1997 pudesse ser testado, apesar dos ganhos consistentes que já eram experimentados. Agora, tais patamares são críveis, o que demonstra que a situação fundamental é consideravelmente apertada. Muitos players projetam uma disponibilidade ainda muito curta ao longo de 2011, que sofrerá de forma adicional, já que o Brasil irá ofertar menos no mercado, por conta da bianualidade da cultura.
Os estoques, por sua vez, como já demonstrado pelos números da Organização Internacional do Café, atingem seus menores números em décadas, seja nos armazéns de consumidores como de produtores, em um cenário propício para que o sentimento bullish (altista) que domina o mercado continue a ser verificado.
No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve alta de 570 pontos com 288,10 centavos, sendo a máxima em 288,65 e a mínima em 282,40 centavos por libra, com o julho tendo oscilação positiva de 595 pontos, com a libra a 291,10 centavos, sendo a máxima em 291,65 e a mínima em 285,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou queda de 4 dólares, com 2.462 dólares por tonelada, com o julho tendo desvalorização de 1 dólar, com 2.468 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, o dia se caracterizou por ratificar o quadro de força altista. O julho iniciou a sessão acima dos 285,00 centavos e preservou esse nível, mesmo testando os 285,20 centavos, sendo que, após isso, gradativamente, as compras passaram a ser processadas e os ganhos se concretizaram, com o nível de 290,00 centavos sendo rompido. "Tecnicamente, o mercado se mostrou muito positivo hoje e isso foi observado nesse rompimento de resistência mínimas com facilidade. A tendência se mantém de alta e é possível que as máximas de 14 anos sejam buscas no curto prazo, se não tivermos uma pressão externa, evidentemente", disse um trader, que lembrou que tal pressão não foi observada, por exemplo, nesta sexta, dia em que as commodities voltaram a subir — o índice CRB fechou com valorização de 0,59% —, assim como as bolsas norte-americanas. "Os baixos estoques de café em todo o mundo e a produção mundial crescendo menos que o consumo, não são reflexo apenas das mudanças climáticas. São conseqüência principalmente dos preços praticados por muitos anos no comércio internacional, mascarados até o ano passado pelos estoques internacionais. Com os estoques perigosamente baixos, o quadro ficou claro e os preços começaram a reagir. O agravamento dos problemas climáticos complica ainda mais o cenário", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comunicado semanal de mercado.
Os estoques de café nos Estados Unidos tiveram uma alta de 104.360 sacas no final de março, totalizando 4.232.153 sacas, informou a GCA (Green Coffee Association). No final de fevereiro, os estoques do país eram de 4.127.793 sacas. A maior alta de estoques foi verificada no armazém de Nova Iorque, com aumento de 34.674 sacas, com o aumento nos armazém de Jacksonville sendo de 25.000 sacas. A maior retração foi observada no armazém de Norfolk, com baixa de 12.521 sacas.
As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 14, somaram 944.415 sacas, contra 745.651 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.673 sacas indo para 1.565.303 sacas.
O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 21.518 lotes, com as opções tendo 5.675 calls e 4.976 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 288,65, 289,00, 289,50, 289,90-290,00, 290,50, 291,00, 291,50, 292,00, 293,50 e 294,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 282,40, 282,00, 281,50, 281,00, 280,50, 280,20, 280,00, 279,50, 279,00, 278,50, 278,00, 277,50 e 277,00 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com altas expressivas, em mais uma sessão caracterizada por compras expressivas de especuladores e de fundos, o que permitiu que o maio rompesse, com considerável facilidade, o nível de 285,00 centavos e ampliasse ainda mais os ganhos, com o encerramento do dia se dando próximo das máximas.
As médias móveis do mercado, inclusive para posições mais imediatas, se mostram fortalecidas, com os fechamentos se dando acima de tais indicadores o que é uma sinalização de que o mercado continua operando em um viés altista. Graficamente, o mercado se mostra também consistente e algumas análises indicam uma propensão para que o nível de máxima de quase 14 anos, alcançado em 9 de março, seja testado, o que poderia abrir espaço para uma tentativa consistente de o maio ir para um range entre 311,00 e 318,00 centavos, próximo do nível observado em maio de 1997. No final de 2010, o mercado pouco acreditava que esse patamar de 1997 pudesse ser testado, apesar dos ganhos consistentes que já eram experimentados. Agora, tais patamares são críveis, o que demonstra que a situação fundamental é consideravelmente apertada. Muitos players projetam uma disponibilidade ainda muito curta ao longo de 2011, que sofrerá de forma adicional, já que o Brasil irá ofertar menos no mercado, por conta da bianualidade da cultura.
Os estoques, por sua vez, como já demonstrado pelos números da Organização Internacional do Café, atingem seus menores números em décadas, seja nos armazéns de consumidores como de produtores, em um cenário propício para que o sentimento bullish (altista) que domina o mercado continue a ser verificado.
No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve alta de 570 pontos com 288,10 centavos, sendo a máxima em 288,65 e a mínima em 282,40 centavos por libra, com o julho tendo oscilação positiva de 595 pontos, com a libra a 291,10 centavos, sendo a máxima em 291,65 e a mínima em 285,20 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou queda de 4 dólares, com 2.462 dólares por tonelada, com o julho tendo desvalorização de 1 dólar, com 2.468 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, o dia se caracterizou por ratificar o quadro de força altista. O julho iniciou a sessão acima dos 285,00 centavos e preservou esse nível, mesmo testando os 285,20 centavos, sendo que, após isso, gradativamente, as compras passaram a ser processadas e os ganhos se concretizaram, com o nível de 290,00 centavos sendo rompido. "Tecnicamente, o mercado se mostrou muito positivo hoje e isso foi observado nesse rompimento de resistência mínimas com facilidade. A tendência se mantém de alta e é possível que as máximas de 14 anos sejam buscas no curto prazo, se não tivermos uma pressão externa, evidentemente", disse um trader, que lembrou que tal pressão não foi observada, por exemplo, nesta sexta, dia em que as commodities voltaram a subir — o índice CRB fechou com valorização de 0,59% —, assim como as bolsas norte-americanas. "Os baixos estoques de café em todo o mundo e a produção mundial crescendo menos que o consumo, não são reflexo apenas das mudanças climáticas. São conseqüência principalmente dos preços praticados por muitos anos no comércio internacional, mascarados até o ano passado pelos estoques internacionais. Com os estoques perigosamente baixos, o quadro ficou claro e os preços começaram a reagir. O agravamento dos problemas climáticos complica ainda mais o cenário", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comunicado semanal de mercado.
Os estoques de café nos Estados Unidos tiveram uma alta de 104.360 sacas no final de março, totalizando 4.232.153 sacas, informou a GCA (Green Coffee Association). No final de fevereiro, os estoques do país eram de 4.127.793 sacas. A maior alta de estoques foi verificada no armazém de Nova Iorque, com aumento de 34.674 sacas, com o aumento nos armazém de Jacksonville sendo de 25.000 sacas. A maior retração foi observada no armazém de Norfolk, com baixa de 12.521 sacas.
As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 14, somaram 944.415 sacas, contra 745.651 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.673 sacas indo para 1.565.303 sacas.
O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 21.518 lotes, com as opções tendo 5.675 calls e 4.976 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 288,65, 289,00, 289,50, 289,90-290,00, 290,50, 291,00, 291,50, 292,00, 293,50 e 294,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 282,40, 282,00, 281,50, 281,00, 280,50, 280,20, 280,00, 279,50, 279,00, 278,50, 278,00, 277,50 e 277,00 centavos por libra.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Market International coffee
Market International coffee
Colombians, UGQ, were offered FOB, for Apr./May/June equal shipment from 24¢ to 26¢ over the relevant months “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for Apr./May/June equal shipment from 30¢ to 31¢ over the relevant months “C.
” Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 3¢ over the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 4¢ under the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for Apr/May shipment from 19¢ to 17¢ under the relevant months “C.”
Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Apr. shipment from 2¢ under to equal to May London. Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Apr./May/June crossing from 9¢ to 11¢ over the relevant months “C.”
Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Apr./May/June equal shipment from 6¢ to 9¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Apr. through July equal shipment from 10¢ to 12¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Apr./May/June equal shipment from $9 over the relevant months “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Apr. through July equal shipment from $15 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. through July equal shipment from $21 to $23 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $30 over per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. through July equal shipment from $32 to $33 the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Apr./May/June equal shipment from $7 over the relevant months “C.”
High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from $10 over per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr. through July equal shipment from $14 to $16 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Apr. through July equal shipment were offered FOB from $18 to $20 the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May/June equal shipment from $4 to $5 over the relevant months “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May/June equal shipment from $7 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $1 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from equal to the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Apr. shipment from 15¢ over May London. Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.
Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Apr. shipment from 7.5¢ over May London.
Colombians, UGQ, were offered FOB, for Apr./May/June equal shipment from 24¢ to 26¢ over the relevant months “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for Apr./May/June equal shipment from 30¢ to 31¢ over the relevant months “C.
” Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 3¢ over the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 4¢ under the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for Apr/May shipment from 19¢ to 17¢ under the relevant months “C.”
Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Apr. shipment from 2¢ under to equal to May London. Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Apr./May/June crossing from 9¢ to 11¢ over the relevant months “C.”
Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Apr./May/June equal shipment from 6¢ to 9¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Apr. through July equal shipment from 10¢ to 12¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Apr./May/June equal shipment from $9 over the relevant months “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Apr. through July equal shipment from $15 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. through July equal shipment from $21 to $23 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $30 over per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. through July equal shipment from $32 to $33 the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Apr./May/June equal shipment from $7 over the relevant months “C.”
High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from $10 over per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr. through July equal shipment from $14 to $16 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Apr. through July equal shipment were offered FOB from $18 to $20 the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May/June equal shipment from $4 to $5 over the relevant months “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May/June equal shipment from $7 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $1 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from equal to the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Apr. shipment from 15¢ over May London. Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.
Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Apr. shipment from 7.5¢ over May London.
Café volta a subir na ICE e gráficos apontam para viés altista
Café volta a subir na ICE e gráficos apontam para viés altista
Os contratos de café negociados na ICE Futures US encerraram esta quinta-feira com altas, influenciadas por compras especulativas e, em menor grau, de fundos, em uma sessão caracterizada por rolagens, com o diferencial de maio para julho se alargando ligeiramente. O maio se consolidou no nível de 280,00 centavos, apesar de, no início dos negócios, algumas tentativas de romper esse suporte tivesse sido tentadas. No nível de 279,00 centavos, no entanto, o mercado voltou a sentir a fraqueza dos bearish (baixistas) e, pouco a pouco, os ganhos foram retomados, sendo que, na segunda parte do dia, algumas realizações de lucro limitaram parte dos ganhos. O mercado externo colaborou para as altas do café.
O índice CRB teve um dia de ligeiros ganhos, assim como as bolsas de valores nos Estados Unidos, ao passou que o dólar voltou a experimentar baixas. No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve alta de 170 pontos com 282,40 centavos, sendo a máxima em 285,00 e a mínima em 279,15 centavos por libra, com o julho tendo oscilação positiva de 145 pontos, com a libra a 285,15 centavos, sendo a máxima em 287,70 e a mínima em 281,60 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou queda de 30 dólares, com 2.466 dólares por tonelada, com o julho tendo desvalorização de 31 dólares, com 2.469 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, os futuros de café ampliaram os ganhos nesta quinta-feira, numa continuidade do viés altista técnico iniciado depois das baixas de 5 de abril. O perfil do mercado é altista, com uma pequena resistência se situando na máxima de quase 14 anos, alcançada em 9 de março, em 298,15 centavos de dólar por libra peso. O mercado de café em Nova Iorque vem observando uma formação de longo prazo altista por meses. Recentemente, uma ação corretiva para baixo foi iniciada, após 9 de maio, que, no entanto, não demonstrou continuidade, o que deu suporte para uma retomada dos ganhos. "Aparentemente, as baixas de março foram caracterizadas por uma fase corretiva. Sem que tivéssemos, contudo, um impulso mais forte para as perdas", disse Terry Gabriel, estrategista técnico da Ideaglobal, em Nova Iorque. Entre 9 de março e 5 de abril os preços para a primeira posição do café variaram entre 298,15 e 256,75 centavos.
Gabriel disse que na mínima do início de abril o mercado "voltou os olhos para as baixas e começaria, então, a retomar as altas, com o objetivo de retomar as máximas de março", sustentou. Analisando os gráficos, Gabriel disse que na "base semanal, as médias móveis de curto e médio prazos estão ainda subindo, o que figura que o mercado estaria ainda vivenciando os avanços nas cotações iniciados em julho passado. O avanço ainda se mostra intacto", observou o especialista.
No viés de alta, Gabriel identifica uma zona bullish (altista) nos monitores. "Parece que provavelmente poderemos nos mover para o alto, em uma área entre 311,00 e 318,00 centavos. Se esse rally se efetivar, no curto e médio prazo, poderíamos testar os níveis de alta alcançados em 1997, ano em que, no mês de maio, Nova Iorque tocou os 318,00 cents", disse. Na área negativa, Gabriel vê dois suportes mais consideráveis em 272,00 e 256,00 centavos por libra. "Eu esperaria dificuldades para esses suportes serem rompidos", disse, acrescentando que o mercado continua demonstrando força e que pode contar com alguma volatilidade, no entanto, a tendência é de mais altas, com recuos apenas modestos em determinadas sessões.
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.575 sacas indo para 1.566.976 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 31.696 lotes, com as opções tendo 3.512 calls e 5.507 puts. As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 13, somaram 824.715 sacas, contra 745.651 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 285,00, 285,50, 286,00, 286,50, 287,00, 287,50, 288,00, 288,50, 289,00, 289,50 e 289,90-290,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 279,15, 279,00, 278,50, 278,00, 277,50, 277,00, 276,50, 276,00, 275,50 e 275,10-275,00 centavos por libra.
Os contratos de café negociados na ICE Futures US encerraram esta quinta-feira com altas, influenciadas por compras especulativas e, em menor grau, de fundos, em uma sessão caracterizada por rolagens, com o diferencial de maio para julho se alargando ligeiramente. O maio se consolidou no nível de 280,00 centavos, apesar de, no início dos negócios, algumas tentativas de romper esse suporte tivesse sido tentadas. No nível de 279,00 centavos, no entanto, o mercado voltou a sentir a fraqueza dos bearish (baixistas) e, pouco a pouco, os ganhos foram retomados, sendo que, na segunda parte do dia, algumas realizações de lucro limitaram parte dos ganhos. O mercado externo colaborou para as altas do café.
O índice CRB teve um dia de ligeiros ganhos, assim como as bolsas de valores nos Estados Unidos, ao passou que o dólar voltou a experimentar baixas. No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve alta de 170 pontos com 282,40 centavos, sendo a máxima em 285,00 e a mínima em 279,15 centavos por libra, com o julho tendo oscilação positiva de 145 pontos, com a libra a 285,15 centavos, sendo a máxima em 287,70 e a mínima em 281,60 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou queda de 30 dólares, com 2.466 dólares por tonelada, com o julho tendo desvalorização de 31 dólares, com 2.469 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, os futuros de café ampliaram os ganhos nesta quinta-feira, numa continuidade do viés altista técnico iniciado depois das baixas de 5 de abril. O perfil do mercado é altista, com uma pequena resistência se situando na máxima de quase 14 anos, alcançada em 9 de março, em 298,15 centavos de dólar por libra peso. O mercado de café em Nova Iorque vem observando uma formação de longo prazo altista por meses. Recentemente, uma ação corretiva para baixo foi iniciada, após 9 de maio, que, no entanto, não demonstrou continuidade, o que deu suporte para uma retomada dos ganhos. "Aparentemente, as baixas de março foram caracterizadas por uma fase corretiva. Sem que tivéssemos, contudo, um impulso mais forte para as perdas", disse Terry Gabriel, estrategista técnico da Ideaglobal, em Nova Iorque. Entre 9 de março e 5 de abril os preços para a primeira posição do café variaram entre 298,15 e 256,75 centavos.
Gabriel disse que na mínima do início de abril o mercado "voltou os olhos para as baixas e começaria, então, a retomar as altas, com o objetivo de retomar as máximas de março", sustentou. Analisando os gráficos, Gabriel disse que na "base semanal, as médias móveis de curto e médio prazos estão ainda subindo, o que figura que o mercado estaria ainda vivenciando os avanços nas cotações iniciados em julho passado. O avanço ainda se mostra intacto", observou o especialista.
No viés de alta, Gabriel identifica uma zona bullish (altista) nos monitores. "Parece que provavelmente poderemos nos mover para o alto, em uma área entre 311,00 e 318,00 centavos. Se esse rally se efetivar, no curto e médio prazo, poderíamos testar os níveis de alta alcançados em 1997, ano em que, no mês de maio, Nova Iorque tocou os 318,00 cents", disse. Na área negativa, Gabriel vê dois suportes mais consideráveis em 272,00 e 256,00 centavos por libra. "Eu esperaria dificuldades para esses suportes serem rompidos", disse, acrescentando que o mercado continua demonstrando força e que pode contar com alguma volatilidade, no entanto, a tendência é de mais altas, com recuos apenas modestos em determinadas sessões.
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.575 sacas indo para 1.566.976 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 31.696 lotes, com as opções tendo 3.512 calls e 5.507 puts. As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 13, somaram 824.715 sacas, contra 745.651 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 285,00, 285,50, 286,00, 286,50, 287,00, 287,50, 288,00, 288,50, 289,00, 289,50 e 289,90-290,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 279,15, 279,00, 278,50, 278,00, 277,50, 277,00, 276,50, 276,00, 275,50 e 275,10-275,00 centavos por libra.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Mesmo com cenário externo negativo, café preserva suporte na ICE
Mesmo com cenário externo negativo, café preserva suporte na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com quedas, ainda que bastante modestas, em um dia em que os mercados externos estiveram agitados e acumularam perdas significativas, refletindo o temor com a situação no Japão, país que ampliou seu alerta de risco para a radiação nuclear na usina de Fukushima. Os mercados questionam o poder de recuperação do país, diante de tantos problemas. Assim, essa que é uma das maiores economias mundiais poderia ver seu poder de demanda cair drasticamente e isso afeta segmentos diversos, como foi o caso, nesta terça-feira, do petróleo e de alguns metais.
O café iniciou o dia em queda e chegou a registrar perdas consideráveis, mas, mais uma vez, os bearishs (baixistas) não demonstraram força para puxar o mercado para níveis inferiores aos suportes mais básicos e, passo a passo, um movimento de recuperação foi sendo desenhado na segunda metade do dia e as perdas, ao final dos negócios, não foram das mais pronunciadas. No after-hours, as perdas tiveram uma ligeira ampliação. Um operador observou que o dia foi caracterizado pela negatividade nos mercados externos.
O índice CRB, por exemplo, fechou a terça-feira com perdas de quase 2%, ao passo que o petróleo, que chegou a recuar mais de 3% ao longo do dia, desacelerou essas baixas na segunda parte do dia e recuou 0,39%. No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve queda de 80 pontos com 273,80 centavos, sendo a máxima em 275,70 e a mínima em 270,20 centavos por libra, com o julho tendo oscilação negativa de 70 pontos, com a libra a 276,90 centavos, sendo a máxima em 278,65 e a mínima em 273,50 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou alta de 4 dólares, com 2.431 dólares por tonelada, com o julho tendo estabilidade em 2.426 dólares por tonelada.
Segundo analistas internacionais, mesmo com o recuo no final do dia, a sessão desta terça-feira foi caracterizada, novamente, pela força dos contratos de café. O maio foi pressionado e atingiu o nível de 270,20 centavos, mas conseguiu preservar o nível psicológico de 270,00 centavos, o que deu espaço para que recompras e novas compras especulativas fossem verificadas, com as cotações voltando a se aproximar do nível de fechamento da segunda-feira. "Tivemos uma sessão que tinha todos os aspectos para novas baixas, mas a força das compras reequilibrou o jogo. Estamos focados nos aspectos fundamentais, como a oferta limitada e os estoques sofríveis e isso dá um bom estímulo para a manutenção dos preços", disse um trader. "Tivemos um dia em que muita gente se perguntou o que pode acontecer com a economia, com um foco particular na situação do Japão", disse John Kilduff, sócio da Again Capital LCC, em Nova Iorque.
O Equador exportou 233.841 sacas de café no primeiro bimestre do ano, volume 42% superior às 158.022 sacas remetidas ao exterior no mesmo período de 2010, indicou o Conselho Nacional do Café do país. Entre janeiro e fevereiro, o embarque de café verde atingiu 92.762 sacas, ao passo que as remessas de solúvel atingiram 131.079 sacas. As exportações totais geraram uma receita de 34,13 milhões de dólares, 59% acima do aferido em 2010. A Colômbia liderou as compras de café equatoriano, seguida da Alemanha, Rússia e Polônia. As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 11, somaram 518.315 sacas, contra 321.264 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram baixa de 635 sacas indo para 1.567.123 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 42.169 lotes, com as opções tendo 2.204 calls e 2.728 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 275,70, 276,00, 276,50 276,90-277,00, 277,50, 278,00, 278,50, 279,00, 279,50, 279,90-280,00, 280,50 e 281,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 270,20, 270,00, 269,85, 269,50, 269,00, 268,50, 268,00, 267,50, 267,00, 266,50, 266,00, 265,50 e 265,10-265,00 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com quedas, ainda que bastante modestas, em um dia em que os mercados externos estiveram agitados e acumularam perdas significativas, refletindo o temor com a situação no Japão, país que ampliou seu alerta de risco para a radiação nuclear na usina de Fukushima. Os mercados questionam o poder de recuperação do país, diante de tantos problemas. Assim, essa que é uma das maiores economias mundiais poderia ver seu poder de demanda cair drasticamente e isso afeta segmentos diversos, como foi o caso, nesta terça-feira, do petróleo e de alguns metais.
O café iniciou o dia em queda e chegou a registrar perdas consideráveis, mas, mais uma vez, os bearishs (baixistas) não demonstraram força para puxar o mercado para níveis inferiores aos suportes mais básicos e, passo a passo, um movimento de recuperação foi sendo desenhado na segunda metade do dia e as perdas, ao final dos negócios, não foram das mais pronunciadas. No after-hours, as perdas tiveram uma ligeira ampliação. Um operador observou que o dia foi caracterizado pela negatividade nos mercados externos.
O índice CRB, por exemplo, fechou a terça-feira com perdas de quase 2%, ao passo que o petróleo, que chegou a recuar mais de 3% ao longo do dia, desacelerou essas baixas na segunda parte do dia e recuou 0,39%. No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve queda de 80 pontos com 273,80 centavos, sendo a máxima em 275,70 e a mínima em 270,20 centavos por libra, com o julho tendo oscilação negativa de 70 pontos, com a libra a 276,90 centavos, sendo a máxima em 278,65 e a mínima em 273,50 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou alta de 4 dólares, com 2.431 dólares por tonelada, com o julho tendo estabilidade em 2.426 dólares por tonelada.
Segundo analistas internacionais, mesmo com o recuo no final do dia, a sessão desta terça-feira foi caracterizada, novamente, pela força dos contratos de café. O maio foi pressionado e atingiu o nível de 270,20 centavos, mas conseguiu preservar o nível psicológico de 270,00 centavos, o que deu espaço para que recompras e novas compras especulativas fossem verificadas, com as cotações voltando a se aproximar do nível de fechamento da segunda-feira. "Tivemos uma sessão que tinha todos os aspectos para novas baixas, mas a força das compras reequilibrou o jogo. Estamos focados nos aspectos fundamentais, como a oferta limitada e os estoques sofríveis e isso dá um bom estímulo para a manutenção dos preços", disse um trader. "Tivemos um dia em que muita gente se perguntou o que pode acontecer com a economia, com um foco particular na situação do Japão", disse John Kilduff, sócio da Again Capital LCC, em Nova Iorque.
O Equador exportou 233.841 sacas de café no primeiro bimestre do ano, volume 42% superior às 158.022 sacas remetidas ao exterior no mesmo período de 2010, indicou o Conselho Nacional do Café do país. Entre janeiro e fevereiro, o embarque de café verde atingiu 92.762 sacas, ao passo que as remessas de solúvel atingiram 131.079 sacas. As exportações totais geraram uma receita de 34,13 milhões de dólares, 59% acima do aferido em 2010. A Colômbia liderou as compras de café equatoriano, seguida da Alemanha, Rússia e Polônia. As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 11, somaram 518.315 sacas, contra 321.264 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram baixa de 635 sacas indo para 1.567.123 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 42.169 lotes, com as opções tendo 2.204 calls e 2.728 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 275,70, 276,00, 276,50 276,90-277,00, 277,50, 278,00, 278,50, 279,00, 279,50, 279,90-280,00, 280,50 e 281,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 270,20, 270,00, 269,85, 269,50, 269,00, 268,50, 268,00, 267,50, 267,00, 266,50, 266,00, 265,50 e 265,10-265,00 centavos por libra.
terça-feira, 12 de abril de 2011
Depois de ser pressionado, café fecha estável na ICE Futures
Depois de ser pressionado, café fecha estável na ICE Futures
Os contratos futuros de café arábica encerraram esta segunda-feira com ligeiras quedas, em um movimento de recuperação, após ter registrado perdas consideráveis na parte da manhã. Mesmo em um dia de indicadores externos negativos, o café conseguiu mostrar solidez ao ver o intervalo de 270,00 centavos para o maio rompido. Passo a passo, o mercado foi tendo recuperação e encerrou os negócios bem próximo da estabilidade. Logo na abertura, algumas vendas especulativas e de fundos foram verificadas e ampliadas. No entanto, os bearish (baixistas) mais uma vez demonstraram pouco fôlego e não conseguiram ampliar as liquidações. Com isso, um movimento de recompra foi registrado, o que permitiu que o fechamento do intraday se desse próximo do nível de encerramento da sexta-feira. No after-hours, algumas vendas novas foram detectas e as baixas foram relativamente mais consistentes.
Um operador indicou que o mercado se comportou com consistência nesta segunda-feira, já que conseguiu estabilizar um quadro de pressão, mesmo em um cenário negativo. Ao longo do dia, por exemplo, o índice CRB recuou, influenciado, diretamente, pelo petróleo, que acumulou perdas de quase 3%. Além disso, o dólar, que vinha registrando um quadro de fraqueza nos últimos dias, conseguiu encerrar com ligeiros ganhos em relação a uma cesta de moedas internacionais.
No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve queda de 35 pontos com 274,60 centavos, sendo a máxima em 276,90 e a mínima em 269,85 centavos por libra, com o julho tendo oscilação negativa de 25 pontos, com a libra a 277,60 centavos, sendo a máxima em 279,80 e a mínima em 272,80 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou baixa de 41 dólares, com 2.427 dólares por tonelada, com o julho tendo desvalorização de 21 dólares, com 2.426 dólares por tonelada.
Segundo analistas internacionais, o mercado deu uma boa demonstração técnica de força nesta segunda-feira. O julho conseguiu manter o intervalo de 272,80 centavos, apesar de alguma atividade considerável dos bearish, com isso, os contratos conseguiram voltar a registrar estabilidade. Os baixistas, por sua vez, mostram que o ímpeto vendedor recente parece já não ter mais tanta solidez. "Mesmo com um cenário externo de pressão, conseguimos uma recuperação considerável e, assim, ao longo da segunda parte do dia flutuamos próximos da estabilidade ou com algumas baixas não tão intensas.
Caso as commodities voltem a se reacomodar, principalmente com o petróleo não caindo tanto, é possível que voltemos a contar com uma força maior dos compradores", disse um trader. "A volatilidade alta dos mercados futuros acontece em um momento que os agentes, leia-se exportadores, dealers, e torradores, evitam ter posições grandes em aberto com o receio do aperto do fluxo de caixa — sem falar que há uma falta de consenso com relação ao preço 'justo' da commodity. Muitos compradores também têm tido o cuidado de não aumentar a exposição depois de um período complicado em termos de recebimento de café, que ou não foram entregues, ou resultaram em entregas de qualidades inferiores às contratadas" indicou Rodrigo Corrêa da Costa, analista da Archer Consulting, em Nova Iorque.
A produção de café do Burundi mais que triplicou e atingiu as 24 mil toneladas métricas, contra 6,3 mil toneladas da temporada passada, com o auxílio do clima favorável e também da temporada bianual de alta. A entidade de representação do café do país africano indicou que a safra 2010/2011 tinha a perspectiva de ficar em 25 mil toneladas métricas, mas, devido à presença de pragas em algumas lavouras, houve uma retificação no número em 1 mil toneladas. O país, que produz majoritariamente café arábica, tem um parque cafeeiro velho, com 50% das plantas tendo mais de 40 anos. O governo recentemente realizou um programa de estímulo à renovação de lavouras, visando o aumento da produtividade e da produção.
As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 8, somaram 425.304 sacas, contra 321.264 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 5.050 sacas indo para 1.567.578 sacas.
O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 39.216 lotes, com as opções tendo 1.483 calls e 2.531 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 276,90-277,00, 277,50, 278,00, 278,50, 279,00, 279,50, 279,90-280,00, 280,50, 281,00, 281,50 e 282,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 269,85, 269,50, 269,00, 268,50, 268,00, 267,50, 267,00, 266,50, 266,00, 265,50 e 265,10-265,00 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica encerraram esta segunda-feira com ligeiras quedas, em um movimento de recuperação, após ter registrado perdas consideráveis na parte da manhã. Mesmo em um dia de indicadores externos negativos, o café conseguiu mostrar solidez ao ver o intervalo de 270,00 centavos para o maio rompido. Passo a passo, o mercado foi tendo recuperação e encerrou os negócios bem próximo da estabilidade. Logo na abertura, algumas vendas especulativas e de fundos foram verificadas e ampliadas. No entanto, os bearish (baixistas) mais uma vez demonstraram pouco fôlego e não conseguiram ampliar as liquidações. Com isso, um movimento de recompra foi registrado, o que permitiu que o fechamento do intraday se desse próximo do nível de encerramento da sexta-feira. No after-hours, algumas vendas novas foram detectas e as baixas foram relativamente mais consistentes.
Um operador indicou que o mercado se comportou com consistência nesta segunda-feira, já que conseguiu estabilizar um quadro de pressão, mesmo em um cenário negativo. Ao longo do dia, por exemplo, o índice CRB recuou, influenciado, diretamente, pelo petróleo, que acumulou perdas de quase 3%. Além disso, o dólar, que vinha registrando um quadro de fraqueza nos últimos dias, conseguiu encerrar com ligeiros ganhos em relação a uma cesta de moedas internacionais.
No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve queda de 35 pontos com 274,60 centavos, sendo a máxima em 276,90 e a mínima em 269,85 centavos por libra, com o julho tendo oscilação negativa de 25 pontos, com a libra a 277,60 centavos, sendo a máxima em 279,80 e a mínima em 272,80 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou baixa de 41 dólares, com 2.427 dólares por tonelada, com o julho tendo desvalorização de 21 dólares, com 2.426 dólares por tonelada.
Segundo analistas internacionais, o mercado deu uma boa demonstração técnica de força nesta segunda-feira. O julho conseguiu manter o intervalo de 272,80 centavos, apesar de alguma atividade considerável dos bearish, com isso, os contratos conseguiram voltar a registrar estabilidade. Os baixistas, por sua vez, mostram que o ímpeto vendedor recente parece já não ter mais tanta solidez. "Mesmo com um cenário externo de pressão, conseguimos uma recuperação considerável e, assim, ao longo da segunda parte do dia flutuamos próximos da estabilidade ou com algumas baixas não tão intensas.
Caso as commodities voltem a se reacomodar, principalmente com o petróleo não caindo tanto, é possível que voltemos a contar com uma força maior dos compradores", disse um trader. "A volatilidade alta dos mercados futuros acontece em um momento que os agentes, leia-se exportadores, dealers, e torradores, evitam ter posições grandes em aberto com o receio do aperto do fluxo de caixa — sem falar que há uma falta de consenso com relação ao preço 'justo' da commodity. Muitos compradores também têm tido o cuidado de não aumentar a exposição depois de um período complicado em termos de recebimento de café, que ou não foram entregues, ou resultaram em entregas de qualidades inferiores às contratadas" indicou Rodrigo Corrêa da Costa, analista da Archer Consulting, em Nova Iorque.
A produção de café do Burundi mais que triplicou e atingiu as 24 mil toneladas métricas, contra 6,3 mil toneladas da temporada passada, com o auxílio do clima favorável e também da temporada bianual de alta. A entidade de representação do café do país africano indicou que a safra 2010/2011 tinha a perspectiva de ficar em 25 mil toneladas métricas, mas, devido à presença de pragas em algumas lavouras, houve uma retificação no número em 1 mil toneladas. O país, que produz majoritariamente café arábica, tem um parque cafeeiro velho, com 50% das plantas tendo mais de 40 anos. O governo recentemente realizou um programa de estímulo à renovação de lavouras, visando o aumento da produtividade e da produção.
As exportações de café do Brasil em abril, até o dia 8, somaram 425.304 sacas, contra 321.264 sacas registradas no mesmo período de março, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 5.050 sacas indo para 1.567.578 sacas.
O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 39.216 lotes, com as opções tendo 1.483 calls e 2.531 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 276,90-277,00, 277,50, 278,00, 278,50, 279,00, 279,50, 279,90-280,00, 280,50, 281,00, 281,50 e 282,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 269,85, 269,50, 269,00, 268,50, 268,00, 267,50, 267,00, 266,50, 266,00, 265,50 e 265,10-265,00 centavos por libra.
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