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quarta-feira, 7 de outubro de 2009

E o mercado físico heim?

E o mercado físico heim?

A bolsa de café em seus últimos pregões mostrou sua cara, caiu em movimento de realização de lucro depois de um período de alta na semana passada. Passado o período de sangria sem noticias fundamentais em sem força pra cair fez o movimento inverso acompanhado todas as bolsas .Em movimento de rally fundos entraram comprando mas não conseguiu quebrar a resistência anterior na casa dos 138.50 pontos,mas saiu da casa dos 125.3 pontos fechando hoje a 134.25 cents de dólar por libra peso .
O dólar mantendo sua tendência saiu da casa dos R$1.80 e veio pra casa dos R$1.76 continuando seu ritual de queda, e podando no mercado físico o repasse da alta da ICE.
Agora e o mercado físico heim?
Este esta uma beleza deixando o produtor com vontade de vender sua propriedade tal à felicidade dele em produzir café. A bolsa com seus movimentos técnicos característicos só dá pra quem atua nela muito longe da realidade do mercado físico que seria bem mais próximo do amigo produtor.
A bolsa cai perde força volta a subir, perde a força volta a cair e o mercado patina na mesmo, não muda nada.
Na zona da mata café rio saiu do R$188,00/190.00 com a alta veio pra 192/195
Os cafés melhores de bebida na casa dos R$240,00/242,00. O que nos da o sentimento que o mercado esta a espera de algum milagre divino ou esperando que chegue a hora de entregar as opções do governo pra ver se o mesmo ira realmente receber estes cafés na casa dos R$300,00.
Enquanto isso o silencio nas praças cafeeiras impera com poucos negócios e o produtor igual a peixe:
Só nada!!!!

Wagner Pimentel

www.cafezinhocomamigos.blogspot.com

MANHUAÇU MG 07/10/09

Fiscalização apreende 1 milhão de quilos de agrotóxicos na Syngenta

Brasília, 5 de outubro de 2009 - 9h50

Fiscalização apreende 1 milhão de quilos de agrotóxicos na Syngenta



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou cerca de 1 milhão de quilos de agrotóxicos com irregularidades e adulterações, na fábrica da empresa Syngenta, de origem suíça, em Paulínia (SP). Os problemas foram encontrados após fiscalização da Agência, realizada na última semana.



Após três dias nas instalações da maior empresa em vendas de agrotóxicos no Brasil e no mundo no ano de 2008, a equipe da Anvisa encontrou várias irregularidades na importação, produção e comércio de produtos agrotóxicos. A ação contou com apoio da Polícia Federal.



Do total de produtos interditados, 600 mil kg correspondiam a agrotóxicos e componentes com datas de fabricação e de validade adulteradas. Esses produtos não poderão ser utilizados ou comercializados até que se restituam as datas verdadeiras de produção e de validade.



A empresa também foi autuada por destruição total das etiquetas de identificação de lote, data de fabricação e de validade do agrotóxico Flumetralin Técnico Syngenta, igualmente interditado. Vários lotes do mesmo produto também foram interditados por apresentarem certificado de controle de impurezas sem assinatura, data da sua realização ou com data de realização anterior à produção do lote analisado.



O controle de impurezas toxicologicamente relevante no Flumetralin Técnico é obrigatório uma vez que tais impurezas são reconhecidamente carcinogênicas e capazes de provocar desregulação hormonal. Também foram interditados todos os lotes do produto PrimePlus, formulados com os lotes interditados do Flumetralin Técnico.



Outro produto técnico interditado com o certificado de análise insatisfatório (sem assinatura e sem a quantidade real de ingrediente ativo) foi o Score Técnico. Já o agrotóxico Verdadeiro 600 teve as embalagens interditadas por confundir o agricultor quanto ao perigo do produto. Apesar de ser da classe toxicológica mais restritiva, as cores dos rótulos do referido agrotóxico induziam o agricultor a concluir que o produto poderia ser pouco tóxico.



A Syngenta também foi autuada por venda irregular do agrotóxico Acarmate (Cihexatina). A fiscalização da Anvisa identificou que o produto, com venda restrita ao estado de São Paulo, era comercializado para outros estados.



A empresa foi notificada, ainda, a efetuar alterações no sistema informatizado que possui de modo que seja possível controlar efetivamente, lote a lote, a quantidade dos componentes utilizados nos Produtos Formulados. Dentro de 30 dias, a empresa está sujeita a nova fiscalização para verificação do cumprimento das condições estabelecidas na notificação.



As infrações encontradas podem ser penalizadas com a aplicação de multas de até R$1,5 milhão e com o cancelamento dos informes de avaliação toxicológica dos agrotóxicos em que foram identificadas tais irregularidades. Em caso de possibilidade de outras infrações além das administrativas, a Anvisa encaminha representação à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal para possível investigação criminal.





Adulteração



Agrotóxicos são produtos com alto risco para saúde e meio ambiente e, por isso, sofrem restrito controle de três órgãos de governo: Anvisa, IBAMA e Ministério da Agricultura. Alterações na fórmula desses produtos aumentam significativamente as chances do desenvolvimento de diversos agravos à saúde como câncer, toxicidade reprodutiva e desregulação endócrina em trabalhadores rurais e consumidores de produtos contaminados.



Só este ano, a Anvisa já apreendeu, 5,5 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. As fiscalizações ocorrem, principalmente, quando são identificados indícios de irregularidades nos produtos acabados.







Fiscalização apreende agrotóxicos adulterados na Bayer

http://www.anvisa.gov.br/imagens/noticias_destaques/280909_destaque_maior.jpg


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária interditou, na última sexta-feira (24), 1 milhão de litros de agrotóxicos adulterados, em Belford Roxo (RJ). A fiscalização, realizada pela Agência com apoio da Polícia Federal, ao longo de toda semana passada na empresa Bayer, de origem alemã, identificou a produção de agrotóxicos com formulação adulterada, sem autorização dos órgãos competentes.

No total foram encontradas irregularidades em 12 agrotóxicos. O caso mais grave, identificado pela Agência, foi a importação do ingrediente ativo do agrotóxico Procloraz e a produção do agrotóxico comercial Sportak 450 EC, sem controle obrigatório de impurezas toxicologicamente relevantes. A falta desse controle pode causar câncer nos trabalhadores expostos ao agrotóxico e na população que ingere alimentos contaminados com tais produtos.

A interdição é valida por 90 dias, prazo em que os produtos não poderão ser produzidos nem comercializados. Caso sejam comprovadas as irregularidades, a empresa poderá pagar multa de até R$ 1,5 milhão por irregularidade.

No começo do ano, a Bayer, segunda maior empresa no segmento de agrotóxicos em todo mundo em 2008, teve o registro do agrotóxico Evidence (imidacloprido) cancelado. O produto, usado nas culturas de cana de açúcar e fumo, era produzido com adulteração na fórmula.

Adulteração

Agrotóxicos são produtos com alto risco para saúde e meio ambiente e, por isso, sofrem restrito controle de três órgãos de governo: Anvisa, IBAMA e Ministério da Agricultura. Alterações na fórmula desses produtos aumentam significativamente as chances do desenvolvimento de diversos agravos à saúde como câncer, toxicidade reprodutiva e desregulação endócrina em trabalhadores rurais e consumidores de produtos contaminados.

Só este ano, a Anvisa já apreendeu, 4,5 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. As fiscalizações ocorrem, principalmente, quando são identificados indícios de irregularidades nos produtos acabados.

Produtos Apreendidos

Produto


Ingrediente ativo


Culturas

Sphere Max


Ciproconazole + trifloxistrobina


Café e soja

Cropstar


Imidaclopride + tiodicarbe


Milho

Rovral SC 500


Iprodiona


Alface, batata, café, cebola, cenoura, cevada, crisântemo, feijão, morango, pêssego, pimentão, trigo e uva

Folicur 200 EC


Tebuconazole


Abacaxi, álamo, algodão, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, batata, beterraba, cacau, café, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva

Tríade


Tebuconazole


Abacaxi, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, batata, beterraba, cacau, café, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva

Tamaron BR


Metamidofós


Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo

Quasar


Metamidofós


Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo

Rivat


Metamidofós


Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo

Dinafós


Metamidofós


Feijão e soja

Sportak 450 EC


Procloraz


Cebola, cenoura, cevada, mamão, manga, melancia, rosa, tomate e trigo

Procloraz Técnico


Procloraz


Produto não acabado sem indicação agrícola

Sencor 480


Metribuzim


Aspargo, batata, café, cana de açúcar, mandioca, soja, tomate e trigo

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

ICE Future sobe 3,20% com compras especulativas de fundos

ICE Future sobe 3,20% com compras especulativas de fundos



Compras especulativas por parte dos fundos e rallies em mercados de commodities e de bolsas de valores garantiram bons ganhos( + 3,20%) para os contratos de café arábica negociados nesta terça-feira na ICE Futures US, em um dia caracterizado, também, pela retração do dólar ante outras moedas internacionais. No encerramento do dia, o dezembro apresentou alta de 415 pontos, com 133,60 centavos de dólar por libra peso, com a mínima em 129,70 e a máxima em 135,35 centavos por libra, com o março aferindo um ganho final da ordem de 405 pontos, com a libra a 136,50, sendo a máxima em 138,20 e a mínima em 132,65 centavos de dólar.



Na Euronext/Liffe, a posição novembro teve alta de 43 dólares, com 1.419 dólares por tonelada, ao passo que o janeiro teve valorização de 42 dólares, com 1.447 dólares por tonelada. Desde a manhã os contratos de café passaram a verificar altas, mas não chegaram a testar as máximas da segunda-feira. Entretanto, os contratos passaram a ganhar mais força com a retração do dólar e com rallies em vários segmentos de commodities. Sendo assim, novos ganhos passaram a ser produzidos, principalmente com as perdas do dólar se acentuando em relação a outras moedas. Os preços do café encontraram algumas resistências quando os produtores do Brasil passaram a vender um pouco mais, com a força do real brasileiro contra o dólar norte-americano, disse Rodrigo Costa, vice-presidente de vendas institucionais da Newedge USA, em Nova Iorque.



As bolsas de valores internacionais passaram a se comportar de forma positiva, diante de um cenário bullish (altista) da economia internacional, que fez, inclusive, que o banco central da Austrália fosse estimulado a aumentar a taxa de juros do país oceânico .Com as altas, alguns stops de compra no dezembro para o café foram verificados acima de 131,50 e 133,50 centavos por libra, permitindo que a posição atingisse a máxima de 135,35 centavos de dólar por libra peso, sustentou Boyd Cruel, analista sênior de commodities softs da Vision Financial Markets, de Chicago. O direcionamento do mercado de café deverá continuar a depender das condições dos mercados externos, ressaltou Cruel. Caso o clima positivo continue, a tendência é se testar a resistência de 138,30 centavos para o dezembro, apontou. Essa cotação é uma resistência técnica "triple top", que, em três tentativas anteriores, não conseguiu ser rompida.



O dezembro de café tem possibilidades técnicas de superar a resistência de 137,30 centavos nesta quarta-feira, no entanto, se tal objetivo não puder ser alcançado e os 132,00 centavos volte a ser testado, é possível que o contrato volte a procurar se posicionar próximo do suporte de 130,00 centavos, disse Veronique Lashinski, analista técnica da Newedge USA, em Chicago.



As exportações de café do Brasil em outubro, até o dia 5, somaram 28.530 sacas, contra 1.370 sacas do mesmo período de setembro, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os contratos em aberto na bolsa nova-iorquina tiveram um aumento de 1.006 lotes, indo para um total de 100.001. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 15.479 lotes, com as opções tendo 4.551 calls e 4.795 puts. O dezembro na ICE Futures US tem suporte em 129,70, 129,60-129,50, 129,30, 129,15, 129,00, 128,70, 128,65 e 128,50 centavos de dólar por libra peso, com a resistência em 135,35, 135,50, 135,70, 135,85, 136,00, 136,20, 136,40-136,50, 136,70, 136,85 e 137,00 centavos por libra.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Escancarando a rotulagem

Escancarando a rotulagem


Nesta semana muito esta se discutindo sobre a rotulação do café. Não vejo mal nenhum em dar essa informação a mais para o consumidor ,e um direito do mesmo, a não ser que as industrias tem algo a esconder.
Os blends de café usando o café canephora foi a saída que as indústrias encontraram para diminuir o custo final do produto, esse tipo de café rende mais na hora da torra, enquanto um saco de 60 kg de arábica rende a media de 48 kg de café torrado, o conilon na media rende 50 kg de café, e da aquilo que alguns consumidores chamam de tinta, que no café arábica puro realmente é menor.
Nos últimos anos desde o governo de Fernando Henrique e depois do Luis Inácio da Silva vimos uma escalada no salário mínimo que saiu da casa dos $70 dólares para o atual que chega à casa do $262 dólares. Esse aumento de renda per capta no Brasil alavancou a nossa economia como um todo onde batemos recordes de produção de carros, carne, soja, milho, algodão, roupas, vende-se tudo a mais no Brasil. Lógico que também iríamos vender mais café torrado também, é a segunda bebida mais consumida no Brasil perdendo só pra água.
Esta semana vi comentários que o café aumentou sua venda de café torrado porque colocou no blend o café conilon, será que ficaram todos cegos, o recorde de café torrado vendido no Brasil se deu por causa da melhoria da economia, quem, que não quer ver isso, é uma questão de lógica, o consumo maior é porque tem mais dinheiro para se consumir, consome-se mais café porque é uma bebida tradicional do brasileiro, quando chega uma visita oferece-se logo um cafezinho.
A economia mundial cresceu muito nestes últimos anos, dando uma trégua com essa crise que se iniciou o ano passado, mas segundo a OIC o consumo do café continua crescendo, e vai continuar assim. Temos muitos mercado inexploradas para atingir.
O consumo segundo a entidade OIC cresce a uma razão de 2.4% ao ano, se torramos 130 milhões de sacas de café ao ano teremos um crescimento a uma razão de 3.12 milhões de sacas ao ano, em 10 anos teremos um acréscimo de 31.2 milhões de sacas de café em 20 anos serão 62.4 milhões de sacas, isso se não cairmos na graça do consumidor chinês.
Com o aquecimento global, o aumentando de áreas dedicadas ao plantio de cana para se fazer etanol, uma tecnologia que ira se espalhar pelo mundo .
Onde iremos encontrar terras o suficiente para a produção de café, para agüentar um aumento de consumo desses?
Quando chegam visitas em minha casa e toma o café que ofereço logo querem saber que café que é, e respondo meu café é 100% arábica de bebida dura pra melhor, e me perguntam onde encontraria um café parecido pra comprarem, respondo é difícil, as marcas não tem interesse de fazer um café melhor para o consumidor.
Concluindo o consumo aumentou porque existe mais dinheiro no mercado para comprar café e pronto, dar essa conotação para o café conilon seria encher a bola deste tipo de café demais para meu gosto.
O consumidor bem informado vai preferir um café de qualidade superior, também terá mercado para os cafés blendados existe consumidor para todos os gostos.

Wagner Pimentel
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MANHUAÇU MG 05/10/09
É o Bem contra o Mal

A batalha épica do bem contra o mal, ou o mal contra o bem, já faz parte de nossa historia, é bíblico, e em várias passagens, vemos isto o tempo todo no nosso cotidiano.
A reação do MST contra uma Cpi mostrando sua força de lobby e que este infiltrado dentro do governo, fica nídito quando parlamentares recuam, para formar a sua Cpi.
Ameaçaram a sociedade com outra Cpi, a das cooperativas, e cooperativas de créditos, onde pessoas envolvidas se movimentaram e conseguiram jogar uma balde de água fria impedindo a formação da mesma. Neste caso tenho que ficar do lado do Mst se existe alguma falcatrua, que se investigue as cooperativas , o dinheiro que ali está pertence aos impostos pago pela população e deve servir para a população que precise desta forma de financiamento, agora parar uma CPI contra o MST por essa causa isto é um absurdo.Queremos por as coisas nos pratos limpos , nós que somos prejudicados temos o direito e o dever de cobrar uma postura digna de quem foi eleito pela vontade popular e irá passar por esse processo dentre mais alguns meses.
Este movimento que arrasta uma montanha de pessoas que ficam amontoadas em beira de estradas , sem saneamento básico sem médicos são manipulados ,ficam simplesmente se embebedando,usando drogas e se prostituindo, esperando uma ordem de dirigentes malucos para invadir e depredar patrimônio publico e/ou particular. Só chamam atenção por sua violência e quando acontece de ser sair fora do controle os produtores são crucificados em praça publica.
Esta semana saiu novos dados do Ibge sobre o senso agropecuário de 2.006 onde mostra claramente que o produtor corre e sempre correra atrás de sua produtividade, não precisamos de leis para aumentar a nossa produtividade estamos mesmo faltando uma política agrícola a altura somos o espelho do mundo na área agrícola.
A opinião publica sabe que esta historia de reforma agrária nos moldes do século que já se passou há muito tempo não faz o menor sentido. A reforma da forma exposta da foice e do martelo só existe hoje na cabeça de revolucionários démodé, nem nos paises de origens deu certo a corrupção lá era é maior do que a de cá.
A China ataca o mundo ferozmente com seus produtos tentando correr atrás do tempo perdido para colocar sua população no mundo globalizado.
Os habitantes que ficaram no campo, 50% deles sonham com o mundo colorido dos anúncios, e da televisão, dos grandes centros, portanto a concentrarão de terra é e continuará sendo inevitável.
A opinião publica não se interessa mais por este tipo de assunto como a reforma agrária porque sabe que nós produtores desempenhamos nosso trabalho com amor e dedicação, não lhes falta nada nos centros urbanos, onde para eles buscar nas lojas uma sacola de arroz ou feijão açúcar, lata de óleo, carne, leite os encontra a sua disposição, Nós produtores estamos 100% do tempo proporcionando uma vida mais saudável para a população como um todo o fartura que proporcionamos é responsável por um superávit de 36 bilhões de reais, alcançado em ano de crise, que devera ser bem superior ano que vem que saímos da marolinha. este dinheiro daria pra comprar simplesmente 1.2 milhões de carros populares no valor de R$30.000,00 reais cada.nossa fartura vai para o mundo em exportações que batem recordes mês a mês.
Queremos ser respeitados, essa nova lei do índice de produtividade serviria só pra piorar a situação, trazer intranqüilidade e insegurança.
Somos pessoas do bem e não queremos passar para o outro lado simplesmente por causa de uma lei sem propósito.
É o Bem contra o Mal... E você de que lado esta?


wagner pimentel
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.MANHUAÇU MG 05/10/09

sábado, 3 de outubro de 2009

EDITORIAL O GLOBO

EDITORIAL O GLOBO
Sábado, 03 Outubro 2009 08:32 |
EDITORIAL
02/10/2009

Papel do campo


A monocultura caracterizou a economia brasileira desde os primórdios da colonização. Primeiro a cana-de-açúcar, depois o algodão e o café, principalmente, sustentaram por muitas décadas a economia do país. A geração dessa riqueza foi também a base da urbanização e do processo de industrialização que ocorreu ao longo do século XX. Em face dessa transformação, o Brasil deixou de ser rural a partir dos anos 50 e hoje tem mais da metade da sua população vivendo em cidades grandes e no seu entorno.

A atividade agrícola não é mais separada das demais. O conceito de setor primário se desatualizou em face da formação de cadeias produtivas que integram a agropecuária à indústria e aos serviços. O conceito do agronegócio talvez defina melhor esse tipo de atividade econômica que une campo e cidade.

Assim, além dos produtos tradicionais, como açúcar, algodão e café, o Brasil se destaca na soja, no milho, na produção de biocombustíveis (etanol e biodiesel), no processamento de carnes, no suco de laranja, na celulose, etc. Além de grãos, o agronegócio tem proporcionado aos brasileiros (e também a consumidores no exterior) uma alimentação saudável, com produtos que chegam quase sempre frescos à mesa.

Nesse sentido, o agronegócio combina a exploração de grandes extensões de terras com a produção de hortigranjeiros proveniente de pequenas e médias propriedades familiares.

O último censo agropecuário do IBGE, com dados de 2006, confirmou essa evolução. Há mais investimentos em mecanização e tecnologia, o que leva a produção a aumentar mais pelos ganhos de produtividade do que pela área cultivada, o que é importante para se conciliar atividade econômica com preservação ambiental.

Por outro lado, é inevitável que essa estrutura de produção ocasione uma concentração de propriedades nas regiões de culturas extensivas em capital, com menos utilização de mão de obra. É, portanto, ilusória a leitura da questão agrícola por meio do coeficiente de Gini.

É um fenômeno negativo para o país? A julgar pelos resultados proporcionados pelo agronegócio — tem sido o maior responsável pelo superávit comercial — e pela fartura de alimentos oferecida aos centros urbanos — fiador de inflações baixas —, a resposta é que o modelo vem dando certo. Não por acaso, a sociedade brasileira deixou de ficar cultuando ilusões em relação aos movimentos que pregam a distribuição de terras como saída para todos os nossos problemas. A reforma agrária só faz sentido se inserida nessa cadeia produtiva.

A ameaça dos ruralistas

A ameaça dos ruralistas
Sábado, 03 Outubro 2009 10:24 |
Insatisfeita com a atuação do Planalto na CPI do MST, bancada dos grandes produtores rurais promete desobedecer Planalto nas próximas votações
A atuação do governo para que os parlamentares da base retirassem as assinaturas do requerimento que pedia a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar os repasses financeiros feitos ao Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) abriu ainda mais as feridas entre o Planalto e a bancada ruralista. Ao todo, 42 políticos abandonaram o abaixo-assinado, o que inviabilizou a CPI, que precisa de um número mínimo de 171 assinaturas para instaurar a comissão.


Composta por quase 100(1) integrantes, sendo 58% de partidos aliados, o grupo de grandes produtores rurais reclama da falta de incentivos e da atuação do governo no desenvolvimento de uma política agrícola. Nos bastidores, parlamentares de diferentes partidos prometem reagir e ameaçam o governo de desobedecer às orientações das legendas em votações de interesse do Planalto, caso o Executivo insista em adotar medidas que beneficiam movimentos sociais em detrimento dos ruralistas.


Entre as maiores mágoas do setor de agronegócio - que foi, segundo o IBGE, o maior responsável pelo superávit do país no ano passado - está a constante ameaça do governo de mudar os critérios de classificação das propriedades rurais. Esses parâmetros servem para definir se as fazendas são produtivas ou não e, a partir daí, decidir quais delas serão usadas para a reforma agrária. Para tentar impedir que a ideia evoluísse, o PMDB se reuniu com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e ameaçou pedir o seu cargo ao Planalto, caso ele assinasse o decreto interministerial modificando os critérios de classificação. "Ele é indicado da legenda. E a própria legenda se reuniu, votou, e decidiu que ele não poderia assinar aquele documento. Ele desistiu. Afinal, ou perderia o cargo ou teria de deixar a legenda. Por enquanto isso está suspenso", conta o peemedebista Osmar Serraglio (PR), integrante da bancada ruralista.


A insatisfação do grupo de produtores é multipartidária e envolve integrantes da base aliada. "Este governo não ajudou ao nosso setor, apesar de o país depender do agronegócio. Se não fosse o produtor, o superávit estaria com prejuízo de pelo menos 30 bilhões de reais. Temos vários pleitos. Nenhum atendido. Temos enfrentado problemas e o governo só possui políticas, mesmo ruins, para os pequenos produtores. Isso tem gerado uma insatisfação generalizada", diz o peemedebista Valdir Colatto (SC). "Realmente há críticas. Há divergências e insatisfações. Nada tem sido feito pelo governo Lula. No entanto, no governo FHC foi ainda pior", completa Nelson Marquezelli (PTB-SP), outro integrante do grupo ruralista. O petebista foi um dos 42 parlamentares da base aliada que retiraram a assinatura do requerimento que pedia a CPI do MST.


Chantagens

Nos bastidores, alguns parlamentares que fazem parte da bancada ruralista admitem que a comissão que iria investigar os repasses financeiros feito pelo ministério do Desenvolvimento Agrário ao MST, e que foi abortada pelos governistas, era uma forma de pressionar o governo pela lista de pleitos (ver quadro) do setor. Além, claro, de representar uma atitude de represália contra as atitudes do Executivo para beneficiar movimentos sociais ligados à terra. Os ruralistas são antigos inimigos desses movimentos e não são raros os casos de enfrentamento armado entre os setores.


Ontem, depois de serem informados da retirada das assinaturas até por integrantes da bancada do agronegócio, parlamentares do governo e da oposição, que continuaram apoiando a CPI, não tinham dúvidas de que a mudança de posição dos parlamentares ocorreu em troca da promessa de liberação imediata de emendas parlamentares. Apesar da derrota, os deputados ruralistas afirmaram que iriam recomeçar a coleta de assinaturas e apresentar novo requerimento. "Houve um movimento truculento do governo. Vamos reagir à altura e insistir na CPI. Alguma coisa se deu em troca dessa postura súbita dos colegas que desistiram de apoiar uma comissão tão importante para abrirmos a caixa-preta do MST. O governo não tem ações para beneficiar o setor rural e faz bondades para esse tipo de movimento", afirmou o líder do DEM, Ronaldo Caiado.


Em defesa do governo, aliados dizem que o Planalto tem ajudado os grandes produtores, e citam a decisão de fazer o estoque regulador da produção do café para evitar a queda na produção. Lembram também que as políticas em defesa dos pequenos agricultores estão a todo vapor, por meio da implementação de empréstimos a juros baixos.



1- Lobby

A bancada ruralista no Congresso representa uma frente parlamentar cuja atuação ocorre principalmente em defesa dos interesses dos grandes produtores rurais. Atualmente, a bancada é composta por cerca de 90 parlamentares e tem demonstrado força nas articulações pelo engavetamento de projetos que não interessam ao setor, como os que combatem o trabalho escravo. Nesta legislatura, o número de grandes produtores eleitos cresceu 58% em relação à legislatura anterior.


Propostas recusadas


Confira as propostas dos ruralistas não atendidas pelo governo:


Criação do Fundo Garantidor para a agricultura

Instituição de um seguro para a lavoura

Elaboração de políticas de empréstimos a juros baixos

Aprovação de uma legislação ambiental flexível para grandes produtores

Desistência definitiva do governo de modificar os critérios de classificação de propriedades rurais, usados para taxá-las de produtivas ou não

Descentralização do poder do Ibama de conceder licenças ambientais



Guerra de licenças ambientais

O mal-estar criado ontem por conta da operação do governo para abortar a CPI do MST apenas agravou uma crise vivida pelos ruralistas no Congresso. A bancada tenta aprovar um projeto que institui o Código Ambiental Brasileiro e revoga o atual Código Florestal. A mudança pretende flexibilizar as regras para a concessão de licenças ambientais para produtores rurais e regulariza a situação dos que desmataram áreas superiores ao que o governo agora considera ideal. Integrantes do PV e do PSol têm reagido às manobras dos produtores para aprovar as mudanças na comissão especial destinada a avaliar o Projeto de Lei 1876/99, que apenas propõe um novo Código Florestal.


Parlamentares ambientalistas afirmam que integrantes da bancada ruralista estão se aproveitando do fato de serem maioria na comissão para aprovar propostas que diminuem a fiscalização dos órgãos do governo nas terras destinadas ao agronegócio, além de reduzirem o rigor da legislação ambiental. "Esta é uma comissão que terá uma grande tensão, pois as alterações são uma conspiração de violação do Código Florestal Brasileiro, um dos melhores do mundo", opina Ivan Valente (PSol-SP).


O deputado Valdir Colatto (PMDB-SC) reage. Autor do projeto que pretende extinguir o Código Florestal, ele afirma que é preciso fazer com o Ibama divida com órgãos estaduais e municipais a responsabilidade para conceder licenças e fiscalizar as áreas produtoras. "Eles não sabem o que estão falando. Deveriam se limitar à posição de minoria que representam. Queremos apenas descentralizar as prerrogativas de um único órgão e facilitar o crescimento do agronegócio."


A comissão especial tentará na próxima semana, pela terceira vez, eleger seu presidente, vices e relator. As duas tentativas anteriores foram suspensas por conta de bate-bocas entre ruralistas e ambientalistas

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Arabica x Conilon - Rotulagem - Uma visão "de fora da caixa"

Gustavo Figueira de Paula comentou em: 02/10/2009 09:41
Bom dia a todos.
Tenho acompanhado os artigos referente à "batalha épica" arabica x conilon, e o tom dos discursos, se transformado em imagens, lembraria algo como uma luta de boxe entre Myke Tyson e George Foreman.
De tudo que li, pinço alguns aspectos que me parecem o mais sensatos e realistas - e é a partir destes aspectos que deveríamos repensar todas as discussões

[29/09/2009)
Humberto Soares
Aimorés - Minas Gerais - Estudante

precisamos de uma vez por todas entender que não existe mais para a indústria a tão propalada diferença entre café conilon e arábica, com pesquisa e muito trabalho chegaram a resultados que permitem no processo industrial entregar um blend final que atenda aos anseios do consumidor, inclusive os mais exigentes.Quem tem oportunidade de participar como mero assistente em testes cegos de bebida ultimamente está vendo que este discurso "ARABIQUEIRO" só existe no meio daqueles que preferem fugir da realidade e não enxergar o impressionante salto, quantitativo, produtivo, qualitativo e sensorial que experimentou o conilon no Brasil nos últimos anos.
Quanto à quantidade de um e outro nos blends ele é medido pela quantidade de conilon produzido no mundo, e desculpem pelas palavras duras a seguir, não há como frear o aumento de produção de conilon nos próximos anos e a consequente sobra de arábica se as condições climáticas se mantiverem dentro da normalidade.
Esta informação não tem caráter de abrir um debate e muito menos de expressar uma opinião, é sim uma constatação mercadológica que esta implicando profundas mudanças no agronegócio do café que já está em andamento há alguns anos, e que vai trazer o desaparecimento de uma parcela de cafeicultores, não ineficientes como disse o ministro, e sim não competitivos por razões que todos conhecem, e ás vezes também se negam a enxergar.

A única chance do arábica virar este jogo é ficar mais barato que o conilon, mas isso nos parece um pouco difícil, devido às características que trazem diferenças de custo bem visíveis, mas com pesquisa e muito trabalho, quem sabe... não podemos duvidar da capacidade humana em criar soluções e achar caminhos novos para velhos problemas.

Também vale a pena ler um outro comentário:



[30/09/2009]

Marden Cicarelli

Monte Carmelo - Minas Gerais - Produção de café

"Senhores,
De fato esta discussão está tomando rumos desnecessariamente belicosos. Como consumidor, eu quero ter o direito de saber o que estou tomando. A informação no rótulo não obrigaria a indústria a nunca alterar suas composições - isso é um ataque à minha inteligência, pois o lote e a data de validade se alteram e isso não inviabilizou a indústria. Aliás, é possível que, se a lei não lhes obrigasse, nem mesmo essa informação os rótulos trariam - em nome do aumento da margem de lucros." (...)
"Repito: a indústria não está de lado nenhum que não o seu. Interessa a ela comprar o produto no melhor preço e vender idem (interessante como "melhor" tem duas acepções nesse caso!) Danem-se os produtores, danem-se os consumidores. É da natureza do capitalismo. Se não enxergamos isso, problema nosso."

Aqui começo o meu comentário.
Primeiramente, na linha do que disse Humberto Soares, pesquisa e muito trabalham resultaram na capacidade de produzir blends de alto nível. BLENDS. MISTURAS. Nem arábica, nem conilon. Uma mistura. Ambos são importantes. E não se iludam, nem uns, nem outros - a pesquisa e o trabalho não param. Chegara, e não tardará, o momento que uma variedade que combina o melhor das duas espécies, tanto a nível de produtividade e robustez, quanto a nível de qualidade de bebida, tomara o espaço de ambas.
Isto não é uma profecia. É uma constatação de quem olha de fora, lá de longe, para onde o trabalho sério aponta, desconectado da busca imediata e desesperado por fatias de mercado. Sim, meus caros, logo a preocupação não será em como contrapor (ou compor) arábica e robusta, mas em como resistir ao avanço incontrolável de uma nova variedade melhor que ambas!! Certamente ela virá (a genética não respeita estas questões) e trará uma nova realidade para a cafeicultura.
Tomara que isto ocorra no Brasil, e não no Vietnã. Se não, meus caros, estaremos todos "ferrados".
Agora puxo uma linha a partir do comentário de Marden Cicarelli.
Primeiro aspecto é que de fato, a indústria não quer saber de ninguém - só dela mesma. E não adianta indignação ou surpresa nesta hora - a função da empresa é gerar lucro, e só. Todo o resto faz por estrita obrigação legal ou por questões de vantagem comercial. E é assim mesmo que o coisa funciona a 1.000 anos!! E vai continuar assim.
Mas lembre-se que o produtor de café, sim, também é um empresário!! Um industrial!! Agroindustrial!! Também quer seu lucro! E dane-se o resto... não me venha falar de consciência, cooperativismo, etc. Tudo isso, como os outros industriais, se faz por sobrevivência e imagem no mercado. Isso é um fato. E que me provem do contrário os que não concordam. Então, como empresários que são, defendem seu lado... apenas questiono se o método utilizado é o mais adequado. Acho que existem métodos mais inteligentes do que ataques desenfreados.
Não defendo aqui nem um lado nem outro. Não tenho competência para tais julgamentos. Mas uma coisa é inegável: a estratégia da ABIC em informar o consumidor com suas campanhas e propagar a imagem de qualidade do café industrializado é muito INTELIGENTE. INTELIGÊNCIA é a maior arma!! Produtores, usem a vossa! Usem mais! Usem melhor!
O homem sábio escuta. O ignorante, grita. Essa é um ditado velho como o mundo...
Não me estenderei muito. Mas deixo aqui uma informação que tomara seja relevante para alguém.
Existe ou não uma tecnologia capaz de analisar o blend de café??
Uns dizem que sim, outros que não. Mas ninguém mostra nada...
Bom, existe sim. Modestamente, tenho acompanhado as evoluções neste segmento específico a nível mundial nos últimos anos, e garanto que é plenamente viável. Mais que isso, sou um dos raríssimos doidos que cria (ou inventa, se preferir) métodos de analisar café. E garanto que é possível e melhor, economicamente viável.
Mais que isso, assim como o código de barras é impresso, pode-se imprimir na embalagem de cada pacote de café vendido no Brasil (e são milhões)
- Blend
- Sabor
- Aroma
- Corpo
- Fragrância
- Acidez
- Doçura
- Amargor
- Teor de impurezas (seja lá que impureza for)
- Torra
- e o que mais se quiser imprimir...
Veja, digo que pode porque a validade e lote são impressos - então qualquer informação pode ser impressa. E porque existe tecnologia para determinar cada parâmetro destes no café embalado!!
Digo que existe e mostro para quem quiser. Só que isso não é uma coisa que se mostra em um fórum. Mostra-se ao vivo, cara-a-cara. Deixo o convite a quem quiser ver.
Por último fica a provocação: se a tecnologia existe, quem vai pagar por ela? Os produtores? Os torrefadores? Ambos? Nenhum? Aí é com o mercado. Cada empresário que decida o que é bom para si, e que corra para agarrar seu pedaço. Afinal, toda empresa visa lucro...
Ao consumidor, fica o direito de escolher de quem comprar. Que no fim é quem detem o poder. Se comprar, sucesso, se não comprar, fracasso. É a lógica do mercado, para os produtores e para torrefadores.

Abraços a todos.
Gustavo de Paula

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Diretor Científico

BRSensor Ltda.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

CAFÉ VERDE: EXPORTAÇÕES SOMAM 2,442 MILHÕES DE SACAS EM SETEMBRO - SECEX

01/10 15:44 CAFÉ VERDE: EXPORTAÇÕES SOMAM 2,442 MILHÕES DE SACAS EM SETEMBRO - SECEX



As exportações de café verde do Brasil renderam US$ 350,9

milhões em setembro (21 dias úteis), com média diária de embarques de US$ 16,7

milhões. A média é 4,7% maior na comparação com os US$ 16 milhões obtidos

diariamente em agosto de 2009, quando os embarques de café verde haviam rendido

US$ 335,2 milhões. Em setembro do ano passado, as exportações haviam somado US$

436,8 milhões, com 2,646 milhões de sacas embarcadas, com preço médio de US$

165,00 por saca de 60 quilos.

A quantidade de café em grão exportada em setembro de 2009 foi de 2,442

milhões de sacas de 60 quilos, com média diária de 116,3 mil sacas. A média

diária de agosto havia sido de 113,8 mil sacas. Pela média diária, os embarques

de café verde cresceram 2,2% em setembro, na comparação com o mês anterior. As

exportações acumuladas de setembro de 2008 haviam totalizado 2,647 milhões de

sacas, com média diária de 120,3 mil sacas. Pela média diária, os embarques de

café caíram 15,9% em valor e 3,3% em quantidade em setembro na comparação com o

mesmo mês de 2008.

O preço médio obtido pela saca de café verde em setembro/09 foi de US$

143,6, valor 2,4% superior ao registrado em agosto, mas 13% menor do que os US$

165,00 por saca da média de julho de 2008.

Os principais mercados para o café em grão do Brasil em setembro foram

Alemanha, Estados Unidos e Itália. As informações partem da Secretaria de

Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e

Comércio Exterior (MDIC).