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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Arabica-Coffee Enters Bull-Market Territory

  NEW YORK--Arabica-coffee entered bull-market territory Tuesday, as concerns over how the steep
drop in price over the last two years would affect next season's supply buoyed prices.
  Arabica beans for delivery in March climbed as high as $1.2260 a pound on the ICE Futures U.S.
exchange. That brought coffee into bull-market territory, defined as a 20% rise from a recent low.
The contract was recently up 1% at $1.2210 a pound.
  In a report emailed Monday, Switzerland-based Volcafe Ltd., a unit of commodities trade house ED&F
Man Holdings Ltd., lowered a previous forecast for Brazil's crop next year by 15% to 51 million
60-kilogram bags.
  The projected drop in Brazil's output is due to poor flowering, the result of trees stressed from
two large crops, as well as farmers' decisions to heavily prune their trees, Volcafe said. Some
farmers chose to cut back their trees after coffee prices dropped 23% last year.
  A smaller crop in Brazil, the source of about one-third of the world's coffee, could temper fund
selling, analysts said. Last year, money managers held a record net-short position, or bets that
prices could rise, but they have been reducing those bets.
  Brazil's back-to-back bumper crops--along with higher production in neighboring Colombia, the
world's second-biggest arabica grower after Brazil--helped send prices down to seven-year lows in
November.
Fortes chuvas e muito frio são esperados nas regiões cafeeiras do México
  A forte frente fria está provocando desde ontem , com chuvas torrenciais nas regiões cafeiras do México, Tabasco e Chiapas, e muito forte a intensa em Veracruz e Quintana Roo . O sistema de massa de ar frontal polar , combinada com a entrada de umidade do Oceano Pacífico, cria potencial para chuva forte em Tamaulipas, Puebla e Oaxaca, e moderada em Jalisco , Hidalgo, Campeche, San Luis Potosi, Yucatán e Tlaxcala , bem como uma forte queda nas temperaturas nos estados do norte, nordeste , leste e centro. Para hoje, 07 de janeiro , o sistema frontal apresenta aquisição constante e , em parceria com o ingresso de umidade do Oceano Pacífico, favorece fortes chuvas em Veracruz , Tamaulipas , Tabasco , Chiapas , Quintana Roo e moderada em Nayarit , Puebla, Jalisco, Zacatecas, Michoacán, San Luis Potosí , Hidalgo , Oaxaca, Campeche e Yucatán. A massa de ar polar que as unidades de manter o ambiente gelado , com temperaturas mínimas de -5 a 0 graus Celsius e geada no planalto de Chihuahua, Coahuila, Durango, Zacatecas , Aguascalientes , Nuevo León, Tamaulipas, San Luis Potosí , Querétaro , Hidalgo, Estado do México , Puebla, Tlaxcala e Veracruz, e 0-5 graus de geada em áreas de elevado potencial de Baja California , Jalisco , Michoacán, Guanajuato , Oaxaca e Federal.Asimismo Distrito fará com potencial durante a queda de neve de manhã cedo na montanhosa com picos superiores a 3000 metros , no Estado do México , Coahuila , Nuevo León, Tamaulipas, Zacatecas, San Luis Potosí , Hidalgo, Puebla alturas , Tlaxcala e Veracruz.
Preço do café ainda sob pressão em 2014
Jornal Valor – 07/01/2014

  Os preços do café, que registraram patamares mínimos em 2013, devem continuar sem sustentação este ano em decorrência da oferta abundante, segundo analistas e representantes do setor.

Uma recuperação mais significativa só deve ocorrer em 2015. Isso porque se espera, para o ano que vem, que a demanda mundial continue crescendo e uma diminuição da produtividade dos cafezais, reflexo do menor investimento nos tratos culturais nos anos de baixa de preços.

O índice composto de preços da Organização Internacional do Café (OIC) - que agrupa vários tipos de café, como os naturais brasileiros, suaves colombianos e robustas - ficou em US$ 1,0099 por libra-peso em novembro, 5,6% abaixo da média de outubro, e atingiu seu nível mais baixo em seis anos e meio.

Na avaliação de Moris Mermelstein, consultor da MM Commodities, os preços podem cair ainda mais em relação aos patamares atuais. Ele prevê que o café arábica negociado na bolsa de Nova York, hoje pouco acima de US$ 1 por libra-peso, poderá recuar para cerca de 95 centavos de dólar no segundo trimestre. No mesmo período, o café robusta transacionado na bolsa de Londres, poderá ir a um patamar entre US$ 1.300 e US$ 1.400 a tonelada, ante os US$ 1.700 em meados de dezembro.

Nos dois casos, novas quedas são esperadas por conta da oferta elevada. Rodrigo Costa, diretor da Caturra Coffees, estima que "sem a ajuda do café robusta, o arábica não vai conseguir subir sozinho". "Não deve passar de 120 a 125 centavos [a libra-peso do arábica] e deve ficar entre 105 e 110 centavos", projeta para 2014. Para ele, o comportamento do mercado vai depender de alguma medida adicional do governo brasileiro e de como vai se desenvolver a safra brasileira. Em sua visão, o mercado pode encontrar alguma sustentação em outubro ou novembro deste ano.

Em 2013, o governo brasileiro anunciou várias medidas para ajudar a sustentar as cotações da commodity, como o reajuste do preço mínimo do café arábica, leilões de contratos de opção de venda, renegociação das dívidas e a intenção de reduzir a área cultivada com o grão. Mas o mercado continua apostando na baixa dos preços do café, avalia Fábio Silveira, da GO Associados. A razão está nos elevados estoques mundiais e no crescimento pouco significativo do consumo global do grão, observa. Silveira estima que este ano os preços continuarão baixos e poderão subir um pouco em 2015, mas não devem voltar nem ao nível de 2012. "Para voltar a US$ 1,70 [por libra-peso o arábica] vai demorar muito", afirma.

Em 2011, o preço do café arábica atingiu nível recorde, superando os US$ 3 por libra-peso. De acordo com o economista, os melhores tratos culturais durante os anos de preços mais altos terão efeitos positivos sobre a produtividade dos cafezais ainda "durante um bom tempo", o que continuará gerando grande produção num cenário de oferta global já elevada. "O consumo aumentou muito menos [em relação à produção] e 'digerir' essa diferença leva tempo", acrescenta. Para a GO Associados, o preço internacional médio do café arábica deverá ter uma perda adicional de 5% em 2014, situando-se em US$ 1,196 por libra-peso, ante uma queda de 28% registrada no ano passado sobre 2012. A projeção leva em conta a expectativa de novo incremento do estoque global, expansão da produção em países de menor produtividade e evolução lenta da economia mundial.

Já Guilherme Braga, diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (CeCafé), acredita que os preços da commodity possam subir cerca de 10% este ano. A estimativa leva em conta cenário semelhante visto em 2002, quando as cotações do produto despencaram depois de anos de altas significativas. Entretanto, o atual ciclo de baixa do café deve se estender um pouco mais porque a produção não foi drasticamente reduzida como após a crise em 2002, explica Braga. Isso porque grandes produtores, como Colômbia, Vietnã e Indonésia adotaram políticas para sustentar a renda de seus cafeicultores, o que acabou estimulando a produção.

O diretor do CeCafé estima que em dois a três anos o cenário ainda seja de maior produção global de café frente à demanda, situação que vai "refrear" altas mais significativas. A queda dos preços do café no mercado internacional fez recuar as receitas do Brasil com a exportação da commodity. Conforme o CeCafé, de janeiro a novembro de 2013 ante igual intervalo de 2012, o valor das exportações brasileiras do grão (verde e industrializado) recuou 17,9%, para US$ 4,733 bilhões. Em 2011, quando os preços atingiram níveis recorde, a receita bateu US$ 7,896 bilhões no mesmo período.

Mas o consumidor brasileiro ainda tem sido pouco favorecido pelo recuo das cotações internacionais. No mercado doméstico, de modo geral, os preços do café no varejo ficaram estáveis no ano passado até agosto e setembro. Depois começaram a registrar ligeira queda, conforme Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). Segundo ele, há um intervalo de tempo para que a indústria possa atender ao pedido de reajuste do varejo para o preço de entrega, que varia de três a seis meses, dependendo da negociação comercial. A mais recente pesquisa do Sindicafé aponta que o preço do café tradicional, no fim de novembro, em São Paulo, foi de R$ 12,55 por quilo.

Com base em dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a GO Associados estima que os estoques globais finais na safra 2013/14 (outubro de 2013 a setembro de 2014) vão totalizar 36 milhões de sacas, ante 34 milhões de sacas em 2012/13. Para o ciclo 2014/15, o estoque deverá ser ainda maior - 39 milhões de sacas. Para o Brasil, a GO Associados projeta estoque final de 7,6 milhões de sacas em 2013/14 e de 8,2 milhões de sacas em 2014/15, volumes muito superiores às 2,2 milhões de sacas observadas no ciclo 2011/12.

Mercado reage a números sobre Brasil e café na ICE tem fortes ganhos

  Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US tiveram uma segunda-feira positiva, com o março chegando a operar acima do nível psicológico de 120,00 centavos. Fundos e especuladores atuaram predominantemente no lado comprador, o que garantiu uma continuidade do bom humor já verificado ao final da semana passada.

A grande notícia do dia e que deu suporte para boa parte dos ganhos foi quanto ao anúncio de um grande player do segmento cafeeiro sobre a safra do maior produtor mundial. Segundo a Volcafé, divisão de café da EDF&Man, a safra cafeeira do país em 2014/2015 cairia acima das expectativas, refletindo as podas realizadas em várias lavouras e também a fadiga das plantas, depois de duas safras abundantes e consecutivas. A Volcafé baixou seu prognóstico de produção para 51 milhões de sacas, contra uma previsão inicial, apresentada em novembro, de 60 milhões de sacas. Para a companhia, o Brasil produziu 57,2 milhões de sacas em 2013/2014 e 56,8 milhões de sacas em 2012/2013.

A avaliação oficial do governo brasileiro, através da Conab, apontou uma safra em 2013 de 49,15 milhões de sacas e de 50,83 milhões em 2012. A Volcafé indicou que os produtores brasileiros registram podas mais severas, visando eliminar custos para o próximo ano e estimulando um produção mais abundante para a temporada futura. Essa tendência foi impulsionada por previsões de produtividade menores e também pela decepção com os preços atuais do produto. Por fim, a trading previu um déficit global de café de cerca de 5 milhões de sacas em 2014/2015, em comparação com um superávit de 6 milhões de sacas do ano anterior. Essa nova previsão pegou muitos players de surpresa e vários operadores que vinham trabalhando cenários de oferta mais efetiva agora já trabalham com outros cenários, com números não tão abundantes quanto o de um passado recentíssimo.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição março teve ganho de 465 pontos, com 121,00 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 121,45 centavos e a mínima de 115,70 centavos, com o maio registrando avanço de 460 pontos, com 123,15 centavos por libra, com a máxima em 123,50 centavos e a mínima em 117,90 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, o março teve alta de 61 dólares, com 1.705 dólares por tonelada, com o maio tendo valorização de 57 dólares, para o nível de 1.670 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado pelo predomínio das compras especulativas. Desde a manhã os ganhos foram efetivados e na segunda metade do dia o mercado se tornou ainda mais consistente, com o março chegando a tocar os 121,45 centavos de dólar por libra, no melhor patamar desde 27 de setembro do ano passado. Algumas desacelerações naturais foram verificadas, mas a finalização do pregão se deu ainda com avanços bastante interessantes, com as cotações próximas da máxima. As notícias sobre a safra brasileira fizeram com que o café deixasse de lado o segmento externo, que teve mais um dia de pressão, com perdas para as bolsas de valores. No segmento commodities, o petróleo voltou a recuar, ainda que a maior parte dos softs tenha conseguido registrar avanços.

"Essa é uma notícia muito positiva. Afinal, se a Volcafé faz uma avaliação de uma safra como essa a tendência é que tenhamos uma produção ainda mais abaixo do esperado", apontou um analista sobre os números divulgados pela tranding. "Tivemos um dia altamente positivo. O mercado se tornou mais procurado, com muitos players retornando aos seus postos e justamente em uma sessão assim tivemos um diferencial no campo fundamental, que permitiu que os ganhos se efetivassem e que o março voltasse a tocar um novo referencial, que é o de 120,00 centavos", disse um trader.

"O ambiente em geral parece apontar que maioria ainda está baixista, com muitos operadores tentando acertar o melhor ponto de entrar vendido novamente. Já vimos várias vezes um enredo parecido, e muito embora seja verdade que o Vietnã deve ser um bom vendedor durante o mês de janeiro (antes do inicio das comemorações do inicio do ano lunar), e que nos próximos 5 a 10 centavos o Brasil também participará das vendas, é bom não esquecermos que depois disto pressão mesmo só deve ocorrer a partir de abril. Isto se não continuarmos a ver reduções das estimativas de safra brasileira, que tem diminuído o clube dos que apostam em uma produção maior do que 60 milhões de sacas", indicou Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 2.054 sacas, indo para 2.702.778 sacas. Tecnicamente, o março na ICE Futures US tem resistência 121,45-121,50, 122,00, 122,50, 123,00, 123,50, 124,00, 124,50, 125,00, 125,50, 126,00 e 126,50 centavos de dólar, com o suporte em 115,70, 115,50, 115,10-115,00, 114,50, 114,00, 113,50, 113,00, 112,50, 112,00, 111,50, 111,20, 111,00, 110,50, 110,20, 110,10-110,00, 109,80 e 109,50 centavos.




Robustas seguem bom humor de arábicas e Londres avança

  Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe tiveram um dia de boa recuperação nesta segunda-feira. A posição março, que ao longo da semana passada chegou a flertar com os menores patamares desde outubro, conseguiu avanços importantes, operando acima do nível psicológico de 1.700 dólares.

De acordo com analistas internacionais, a sessão foi positiva para o café, seguindo o bom comportamento dos arábicas. Parte desse otimismo esteve ligado ao fato de uma importante trading, a Volcafé, ter lançado um novo prognóstico sobre a safra brasileira do grão, indicando que o país não deverá ter uma produção das mais consistentes em 2014, por conta do estresse das plantas após duas supersafras.

"Evidentemente que essa notícia da Volcafé foi o destaque do pregão, com os players efetuando várias especulações em cima dela. Afinal, muita gente vinha trabalhando com cenários de oferta consistentes, que podem não ocorrer efetivamente. Um levantamento de um trading importante tem um peso considerável na avaliação do mercado", disse um trader.

O março teve uma movimentação ao longo do dia de 8,52 mil contratos, contra 5,01 mil do maio. O spread entre as posições março e maio ficou em 35 dólares. No encerramento do dia, o março teve alta de 61 dólares, com 1.705 dólares por tonelada, com o maio tendo valorização de 57 dólares, para o nível de 1.670 dólares por tonelada.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

ICE Arabica-Coffee Surge on Bargain Buying, Crop Concerns

  NEW YORK  -  Arabica-coffee futures jumped 4%, nearing bull-market territory, as traders rushed in to
buy one of the biggest losers of 2013 on new concerns over this year's supply.
  Arabica coffee for delivery in March settled at $1.21 a pound, the highest since Aug. 19, for the
most-actively traded contract.
Arabica-coffee prices are up 9.3%, or 10 cents, since the start of the year.
  In a report emailed Monday, Switzerland-based Volcafe Ltd., a unit of commodities trade house ED&F
Man Holdings Ltd., said it had lowered a previous forecast for Brazil's crop next year by 15% to 51
million 60-kilogram bags. That would create a global deficit of coffee beans in the 2014-15 crop
year, Vocafe said.
  The projected drop in Brazil's output, Volcafe, is due to poor flowering, the product of trees
stressed from two large crops as well as farmers' decisions to heavily prune their trees.
   Brazil is the source of around one-third of the world's coffee and the smaller-than-expected crop
could drive up prices for a market that dropped 23% last year. Brazil's back-to-back bumper crops
along with higher production in neighboring Colombia, the world's second-biggest arabica grower
after Brazil, helped send prices down to 7-year lows in November.
But some industry experts say traders are now looking ahead.
  "We had all the bearish news in (the) price," said Rodrigo Costa, director of trading at Caturra
Coffee Corp., an Elmsford, N.Y.-based coffee importer. "There really wasn't anything substantially
new to add into the bearish fold."
Some analysts say prices could move even higher.
  "We may be getting as little overheated near term, but we should be working generally higher,"
said Sterling Smith, a futures specialist at Citigroup. "$1.00 (a pound) is off the board."
  Arabica-coffee prices ended at $1.0150 a pound on Nov. 6, the lowest point in more than seven
years.
  Orange-juice concentrate futures also rose Monday, as a cold snap in top U.S. citrus producer
Florida sparked a surge in prices. Orange juice for March rose 2.8% to end at $1.4360 a pound, the
highest settlement since Dec. 18.
  Key citrus-growing areas in the state will likely experience below- or near-freezing temperatures
Monday and Monday night, according to the National Oceanic and Atmospheric Administration.
  Cold weather could further crimp supplies of oranges from Florida, where citrus-greening disease
has already ravaged many groves. Growers in the state are expected to reap a 121 million 90-pound
box crop in the season started in October, according to the U.S. Department of Agriculture. That
would be the smallest crop in 24 years.
  Cocoa futures for March delivery fell 1.2% to $2,667 a ton. Cotton for March gained 0.8% to settle
at 83.63 cents a pound.
Raw sugar ended unchanged at 16.08 cents a pound.

Mercado global vai enfrentar uma escassez , pela primeira vez em três anos
  O mercado global de café vai enfrentar uma escassez , pela primeira vez em três anos , em 2014-15 , como a safra no Brasil , o maior produtor do mundo, ficará aquém do seu potencial , de acordo com Volcafe Ltd. Suprimentos de café provavelmente será de cerca de 5 milhões de sacas inferior ao consumo na temporada 2014-15 , disse a empresa em um relatório por e-mail hoje.

Em novembro, o comerciante estima um excedente global de 5,3 milhões de sacas . Produtores no Brasil vai ficar 51 milhões de sacas em safra 2014-15 , disse Volcafe com sede na Suíça Winterthur, . Isso é abaixo do potencial de produção de 60 milhões de sacas e compara com 57,2 milhões de sacas em 2013-14 e 56,8 milhões de sacas no ano anterior , os dados do comerciante mostrou .

"Com a safra 51 milhões - Brasil figura da cultura, o nosso equilíbrio estatístico 2014-15 torna-se um déficit de cerca de 5 milhões de sacas , vindo após dois anos de superávit estatística em 2012-13 e 2013-14 ", disse Volcafe no relatório. Futuros de café arábica negociados em Nova York caíram 23 por cento no ano passado , um terceiro declínio anual ea queda mais longa desde 1993, como a produção de feijão mundial ultrapassou a demanda .

Em novembro, Volcafe previsão excedentes de 6 milhões de sacos para 2013-14 e 7,4 milhões de sacas no ano anterior. Em 2011-12 , o comerciante estima uma carência de 200 mil sacas. Produção de arábica do Brasil virá em 35 milhões de sacas em 2014-15 e saída robusta a 16 milhões de sacas , de acordo com Volcafe . Isso se compara com 40,7 milhões de sacos e 16,5 milhões de sacas , respectivamente em 2013-14 , os dados do comerciante lançado em novembro mostrou .

A safra de arábica será menor devido à poda brusca e exaustão árvore, disse Volcafe . " Temos observado uma taxa de aborto flor maior do que o esperado ", disse Volcafe . " Essa fixação decepcionante de flores , em particular no sul de Minas , é devido ao alto estresse produtivo de duas grandes culturas em uma fila , apesar do tempo de livros didáticos . " Flores se transformar em cerejas contendo feijão. A poda e o esquelatamento de pés de café também vai reduzir a produção de arábica do Brasil, disse Volcafe .

Esta técnica de poda " erradica completamente custos" para os produtores durante a próxima safra de baixo rendimento e proporciona uma colheita abundante no prazo de dois anos , disse o comerciante. Árvores arábica do Brasil vai entrar na metade de maior rendimento de um ciclo de dois anos em 2014-15 e uma parte inferior rendimento seguirá um ano mais tarde. "Este ano , observamos as taxas de " esqueletamento "de até 17 por cento nas principais áreas arábica , muito maior do que o normal ", disse Volcafe , usando a palavra Português para skeletonizing . "Essa atividade de poda difícil ainda está em curso , como observamos os preparativos para mais desta técnica de redução de custos . "

CITIGROUP REDUZ ESTIMATIVA PARA SAFRA 2014 DO BRASIL
A produção de café no Brasil pode alcançar de 52,6
milhões de sacas a 53,2 milhões de sacas de 60 quilos em 2014, ante uma
estimativa prévia que apontava produção de 58,5 milhões de sacas, disse
Sterling Smith, especialista em futuros do Citigroup. "Os cafezais brasileiros
foram pressionadas por múltiplas florações nos últimos dois anos, e, além
disso, o excesso de podas feitas pelos produtores reduzirá o potencial das
árvores", completou.
    Os preços futuros de café arábica em Nova York podem ser negociados em
até US$ 1,47 a libra este ano, com uma safra menor do Brasil significando um
déficit de fornecimento de 3 a 4 milhões de sacas no ano-safra 2014-2015, que
começa em muitos países em primeiro de outubro, apontou Smith. Segundo ela, as
cotações podem ficar de US$ 1,15 a US$ 1,25 no curto prazo, por conta do
quadro fundamental, que ainda é de ampla oferta.
     Segundo o governo brasileiro, a produção de café do país em 2013 foi
de 49,2 milhões de sacas.

sábado, 4 de janeiro de 2014

Produção de café na Colômbia aumenta 41% em 2013

A produção de café na Colômbia aumentou 41% em 2013, ano em que as exportações sofreram um crescimento superior a um terço (35%) relativamente a 2012, informou, esta sexta-feira, a Federação Nacional do setor.

Segundo um relatório da Federação Nacional de produtores de café, ao longo de 2013, foram produzidos 10,8 milhões de sacos de 60 quilogramas, contra 7,7 milhões contabilizados em 2012, o que traduz uma subida de 41%.

O aumento da produção de café esteve em `sintonia` com as exportações totais, com a venda ao exterior de 9,6 milhões de sacos de café, reflexo de uma subida de 35% face a 2012. "A recuperação da produtividade é, sem dúvida, o mais importante, pois contribui para `resgatar` a competitividade", assinalou o gerente geral da FNC, Luis Genaro Muñoz, em declarações citadas pela agência noticiosa Efe.

A federação espera que a produtividade média continue a aumentar em 2014, "o que ajudará a compensar parcialmente o panorama incerto dos preços internacionais". "A Colômbia recuperou os seus níveis históricos de produtividade, bem como o terceiro lugar entre os países produtores de café no mundo, depois do Brasil e Vietnam", assinalou a FNC.


Produção da Índia cai para 5,183 milhões de sacas, após as fortes chuvas

  O Conselho de Café da Índia reduziu sua estimativa de produção para a atual temporada em 1,27% para 5,183 milhões de sacas devido ao efeito da monção . A projeção é menor do que a produção da última temporada de 5,250 milhões de sacas . O conselho revisou sua estimativa para a temporada que começou em novembro, depois de avaliar os danos causados pela monção em áreas de crescimento , particularmente em Karnataka. Chuva contínua durante julho-setembro em áreas como Kodagu levou à estagnação do crescimento da cultura , além de negar a luz do sol , que é essencial para a fotossíntese. Em seu break-up para esta produção temporadas , a diretoria atrelada produção de 1,7 milhões de sacas arábica e 3,483 milhões de robusta. O conselho tinha , em sua estimativa de pós- flor, produção arábica estimada em 1,850 milhões e Robusta 3,934 milhões.
Evening markets: export news fuels revivals in soy, wheat

If agricultural commodities had a, broadly, pretty dismal debut in 2014, the second session of the new year found bulls in control.

That was in particular the case in arabica coffee, which soared 4.4% to 116.35 cents a pound in New York, for March delivery.

The rebound was seen as being fuelled by technical factors, with the beans continuing to defy broker expectations of a drop below 100 cents a pound.

Indeed, the March contract managed to regain a series of moving averages, including the 20-day, 75-day and 10-day lines - and the 100-day which it ended above for only the third time since October 2012.

It is interesting that hedge funds have been taking a less downbeat view than many brokers, cutting their net short position in New York arabica coffee futures and options by more than 12,500 lots in the fortnight before Christmas, to the lowest in seven months.

Cocoa reheated

Where investors and analysts were in agreement was on cocoa, which closed up 2.3% at £1,717 a tonne in London for May delivery, and by 2.4% to $2.699 a tonne in New York for March.

Although deliveries by producers to Ivory Coast ports are up 40% year on year to 904,000 tonnes, exporters believe, the trend is expected to prove temporary, with the impact of weather setbacks earlier in the season seen wreaking a hangover.

Elsewhere among soft commodities, robusta coffee for March bounced 1.9% to $1,644 a tonne in London, helped by an estimate by India's state-run Coffee Board that the country's overall coffee output (largely robusta) will fall 10.2% to 311,500 tonnes in 2013-14.

Huge Egyptian order

Grain and oilseed markets witnessed recoveries too, most notably in wheat, which having closed below $6 a bushel in Chicago in the last session for 19 months, bounced 1.5% this time to end at $6.05 ¾ a bushel, for March delivery.

The recovery was fuelled by a huge Egyptian order, of 535,000 tonnes, which came hours after Algeria purchased 500,000-550,000 tonnes, spurring ideas that prices are low enough to spark demand.

That has been a big issue for US wheat markets - and weekly US export sales data showed why, coming in at 256,500 tonnes, below broker forecasts of a figure of 350,000-550,000 tonnes.

"Net sales of 248,500 tonnes for delivery during the 2013-14 marketing year were down 58% from the previous week and 46% from the prior four-week average," the US Department of Agriculture said.

'Widespread winterkill damage'

In fact, details of the Egyptian tender showed that US hard red winter wheat is well price competitive – excluding freight – being offered as low as $273.14 a tonne by Louis Dreyfus.

While some French grain was offered at $296.90 a tonne, Romanian, Russian and Ukrainian wheat cost $300 a tonne or more, but won patronage on grounds of cheaper shipping costs to Egypt.

Wheat prices also gained support from ideas that the US wheat crop may be suffering after all from the country's cold snap.

"Very cold temperatures early next week will likely result in some widespread winterkill damage in northern Kansas and Nebraska," WxRisk.com said.

"Some winterkill damage will be likely there on 15-20% of the Plains wheat belt."

Chinese cancellations

Wheat's strength helped corn too, which also overcame some below-expectation weekly US export sales data.

"Net sales of 154,500 tonnes for 2013-14 were down 90% from the previous week and 80% from the prior four-week average," the USDA said.

This included a decrease of 116,000 tonnes booked for China, which has rejected several US corn cargoes on grounds of containing a GM variety unapproved by Beijing.

Indeed, this was the biggest weekly cancellation by China of US corn since October 2012.

Informa downgrades

As a further setback, US ethanol production fell last week by 13,000 barrels a day to 913,000 barrels a day.

"The weekly ethanol production number was down slightly," Darrell Holaday at Country Futures said.

"But so were ethanol stocks," down 78,000 barrels at 15.58m barrels, "so nothing big in those numbers."

And as an extra fillip, Informa Economics lowered its estimate for US corn production last year by 61m bushels to 14.162bn bushels (despite raising its yield idea by 0.4 bushels per acre to 161.6 bushels per acre).

Informa, citing lower use of nutrients by farmers in these times of lower crop prices, also cut by 2.75m tonnes, to 67.4m tonnes, its forecast for Brazilian corn output in 2013-14 - well below the USDA's 70.0m-tonne figure.

Corn for March closed up 0.7% at $4.23 ½ a bushel in Chicago, recovering from a contract low of $4.18 ½ a bushel set earlier.

'Vulnerable to additional liquidation'

Soybeans for March also recovered, after spending much of the day in negative territory, to post a gain of 0.1% to finish at $12.71 ¼ a bushel.

Informa revisions were mixed, with a 31m-bushel upgrade to the estimate for last year's US crop, to 3.329bn bushels, but a downgrade of 2m tonnes to 57.5m tonnes in the forecast for the Argentine harvest, thanks to lower planting hopes.

And as a real downer, there has been plenty of comment about the oilseed's deteriorating technical in Chicago.

"Chart-wise, soybeans remain vulnerable to additional liquidation after having failed to hold several key support levels in yesterday's trade," Benson Quinn Commodities said.

Brazilian harvest reports

Chicago-based broker Allendale said: "Technical damage to the soybean and wheat charts yesterday may have a longer lasting effect unless we can quickly stop the freefall.

"The March soybean contract closed below the key 100- and 200-day moving averages."

Furthermore, the soybean harvest has started in Brazil, "bringing with it concern that China will begin to shift their interest to South American soybeans and possibly cancel purchases of U.S. soybean shipments", US Commodities said.

At RJ O'Brien, Richard Feltes flagged "excellent yield" reports, of 47.8 bushels per acre, from the early harvest in the key Brazilian state of Mato Grosso.

Bumper export sales

However, strong weekly US export sales helped quell concerns.

Weekly US export sales were strong, at 943,400 tonnes of old crop, "up 31% from the previous week and 27% from the prior four-week average", the USDA said, besides exceeding market expectations of a figure of, at best, 800,000 tonnes.

That brought the total US sales and shipments so far in 2013-14 to 40.5m tonnes, or 1.49bn bushels.

"That number is now above 1.475bn bushels the USDA is currently projecting for the entire crop year," Country Futures Darrell Holaday said.

And of 1.53m tonnes in actual exports, 716,600 tonnes headed for China, reducing the volume up for potential cancellation - unless there are GM concerns about US soybeans too, of course…