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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Para analistas, café arábica deve romper o suporte de US$ 1 por libra

Os contratos futuros de arábica  na ICE devem cair abaixo do valor psicológico de  US$ 1,00 por libra peso em breve, pressionados pelos abundantes suprimentos globais e os fundamentos do mercado ainda não estão sinalizando uma reviravolta no mercado depois de chegar a mínimos de vários anos .

Edward George , chefe de pesquisa de commodities da Ecobank , disse em uma entrevista que o arábica pode cair várias vezes abaixo de US $ 1,00 por libra peso "Eu não ficaria surpreso se ver ocorrendo em várias ocasiões ao longo dos próximos meses", disse George. "O principal problema para o arábica é que o panorama é tão baixo devido a produção."

A ICE para o arábica tocou uma baixa de sete anos de US$ 1,0095 por libra peso na quinta-feira , pressionado pela safra abundante do Brasil e uma recuperação da produção colombiana . Na ICE o  dezembro  fechou com alta de 255 pontos, próximo a máxima do dia U$ 1,0600 nesta terça-feira, fechando a US$ 1,0580 e o março fechou com alta de 250 pontos, a 108,80 cents.

George disse que o aumento do consumo de café arábica entre os consumidores de renda média nas economias emergentes , como a América Latina e na Ásia , poderiam ajudar a impulsionar uma recuperação no mercado. Ele também disse que espera que o aumento do uso de arábica em misturas com os preços  em torno dos pontos mais baixos do ano .

Kona Haque , analista de commodities da Macquarie Bank, disse que espera que os preços futuros do arábica caiam para 90 centavos de dólar por libra peso nos próximos três meses. " A produção de café é muito grande , e os mercados continuarão a ser mais fornecido por algum tempo ainda , apesar dos preços pouco atraentes ", disse Haque .

A consultora Judith Ganes de soft commodities, disse que há probabilidade " muito forte " que a primeira posição do arábica na ICE  venha logo  abaixo de US$ 1 por libra peso. "A gravidade é inevitável ", disse Ganes . " Não há nada de mágico sobre o nível de US$ 1. Quanto mais rápido  o mercado vir abaixo desses níveis,  mais rápido será a recuperação  , porque os agricultores vão responder muito mais rápido ", acrescentou . " Fundamentos não estão ligando para uma mudança na direção dos preços arabica ainda." Ganes disse que daqui a seis meses, o mercado de futuros pode começar a antecipar uma recuperação dos preços , com a temporada de 2015-16 visto como o primeiro período de déficit depois de uma série de excedentes. Ela acrescentou que vê uma probabilidade maior de que os governos se movimentem para apoiar os produtores de café se os preços permanecerem baixos.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Café inverte tendência inicial e começa semana com perdas na ICE
   
  Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta segunda-feira sem mudanças significativas no quadro de preços, com o fechamento no lado negativo da escala. Depois de operar com ganhos significativos ao longo da maior parte do dia, o café sofreu com algumas realizações, pouco antes do encerramento do pregão. A posição dezembro chegou, ao longo da manhã, a buscar o nível de 107,00 centavos. Depois de não conseguir avançar para tal nível, algumas realizações foram processadas e as perdas foram processadas. O mercado operou dentro de um viés técnico, com poucas novidades sendo registradas.  O café tocou, ao longo da última semana, seu piores preços em 85 meses e, diante disso, algumas correções ligeiras foram processadas ao longo dos dois últimos pregões, sendo que a expectativa era de que esse quadro pudesse se manter nesta segunda-feira.

Fundamentalmente, o mercado não apresenta mudanças significativas. As pressões hoje efetivas para o grão estão atreladas ao quadro de disponibilidade ampla, ante fortes safras de importantes players internacionais e estoques consideráveis. Esse cenário não sofreu alterações e players continuam a trabalhar com a expectativa de que novas mínimas possam ser testadas nas próximas semanas. A comercialização da safra de café do Brasil na temporada 2013/2014 chegou a 49%, até o dia 31 de outubro. O dado faz parte de levantamento da consultoria Safras & Mercado. Os trabalhos estão ligeiramente adiantados em relação ao ano passado, quando, em igual período, 48% da safra 2012/2013 estava comercializada. Há atraso em relação à média dos últimos cinco anos, que aponta que 57% da produção normalmente já está negociada no período. Em relação ao mês de setembro, houve avanço de sete pontos percentuais na comercialização. Com isso, já foram comercializadas 25,74 milhões de sacas, tomando-se por base a estimativa da empresa, de uma safra em 2013/2014 de café brasileira de 52,9 milhões de sacas.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição dezembro teve queda de 80 pontos, com 103,25 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 106,95 centavos e a mínima de 103,05 centavos, com o março registrando retração de 80 pontos, com 106,30 centavos por libra, com a máxima em 109,85 centavos e a mínima em 106,10 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição janeiro teve alta de 22 dólares, com 1.498 dólares por tonelada, com o março tendo valorização de 25 dólares, para o nível de 1.495 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado pelas ações técnicas no segmento café. Os mercados externos estiveram operando de forma relativamente calma, com as bolsas de valores nos Estados Unidos tendo poucas oscilações, assim como ocorreu com várias commodities. O dólar teve uma segunda-feira de ligeira retração em relação a uma cesta de moedas internacionais.

"Vivemos um quadro sobrevendido que era esperado diante das retrações intensas processadas recentemente. Desde maio de 2011, o mercado vem num processo de perdas, com apenas alguns hiatos corretivos. E a expectativa de muitos operadores é sobre se essa correção pode ser bem efetiva neste momento. Entretanto, verificamos pouca consistência na busca de resistências e tal expectativa pode ser frustrada, assim como já verificamos nesta segunda, com os ganhos da manhã sendo revertidos", disse um trader.

"Lideranças estão programando manifestações, com alguns defendendo fechar agências bancárias com caminhões e tratores, e então marcharem rumo à Brasília. De fato chamará a atenção. A marcha talvez até ajude a liberar mais recursos que diminuam a tarefa de passar por este período de vacas magras. Difícil vai ser convencer o mercado de que diferenciais colombianos a apenas 7 centavos de dólar por libra de prêmio, exportações brasileiras acima de 3 milhões de sacas, estoques nas origens razoáveis, disponibilidade de volumes grandes a serem vendidos e a valorização do dólar americano não sejam motivos para que os fundos mantenham suas posições vendidas. Acredito que o chão para os preços não esteja tão longe, o que infelizmente não significa (mais uma vez) dizer que um rally significativo e sustentado venha acontecer", indicou Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting

A produção total de café do Vietnã na safra 2013/2014 deve ter uma queda de 15% em relação à temporada anterior. A informação foi divulgada pela Vietnam News Agency (agência oficial do país). Com 530 mil hectares destinados à cultura do café , o país produz de 20 a 25 milhões de sacas por exercício. As exportações de café da safra 2012/2013 da nação indo-asiática caiu tanto em termos de volume e de valor, com 1,4 milhão de toneladas a ser exportados, contra uma receita de 3,030 bilhões de dólares, o que significa uma contribuição de 2% ao PIB local. A Agência indica que a Associação de Café e Cacau do Vietnã também prevê uma retração na produção, por conta, principalmente, do clima adverso.

As exportações brasileiras no mês de novembro, até o dia 08, totalizaram 308.730 sacas de café, em relação às 249.730 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 6.111 sacas, indo para 2.703.951 sacas. Tecnicamente, o dezembro na ICE Futures US tem resistência em 106,95-107,00, 107,30, 107,50, 107,80-107,85, 108,00, 108,50, 109,00, 109,20, 109,50, 109,90-110,00, 110,50, 111,00, 111,50 e 112,00 centavos de dólar, com o suporte 103,05-103,00, 102,85, 102,50, 102,00, 101,50, 101,00, 100,95, 100,50, 100,10-100,00, 99,50, 99,00, 98,50, 98,00 e 97,50 centavos.



Londres também tem correções e fecha dia com valorização
   
  Os contratos futuros de café robusta, negociados na Euronext/Liffe, encerraram esta segunda-feira com altas, seguindo o clima de correção já observado ao longo do final da semana anterior. O dia na bolsa londrina foi marcado por um volume relativamente mais consistente de negócios processados e também com a prevalência de ações compradoras.

De acordo com analistas internacionais, os robustas seguiram o comportamento positivo registrado para os grãos arábicas em Nova Iorque e também as arbitragens deram sustentação aos ganhos. A posição janeiro chegou a romper a resistência psicológica de 1.500 dólares, entretanto, nas máximas foram registradas algumas realizações e vendas de origens, limitando os ganhos finais.

"Atingimos o melhor nível de preço desde 31 de outubro. O mercado ainda dá sinais de operar numa escala baixista, entretanto, as fortes baixas recentes abriram espaço para alguns movimentos técnicos e corretivos. E diante de altas em Nova Iorque, conseguimos amenizar o quadro dramático que havia sido formado ao longo da semana passada", disse um trader.

O janeiro teve uma movimentação ao longo do dia de 5,07 mil contratos, contra 2,69 mil do março. O spread entre as posições janeiro e março ficou em 3 dólares. No encerramento do dia, o janeiro teve alta de 22 dólares, com 1.498 dólares por tonelada, com o março tendo valorização de 25 dólares, para o nível de 1.495 dólares por tonelada.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Arabica rallies from 7-yr low on technical buying; cocoa sinks
Reuters 07/11/13

NEW YORK/LONDON: Coffee futures jumped almost 4 percent in a turbulent session on Thursday on technical buying and bargain hunting after prices plunged to seven-year lows on concern about bumper crops in top producer Brazil.

Cocoa sank, nearly reversing Tuesday's gains, as an options expiration led to speculative selling, while sugar edged down. Relentless selling pushed arabica prices to $1.0095 per lb, their weakest since October 2006, and near the psychologically key $1 mark.

That sparked a flurry of technical buying that put the front month on track for its strongest one-day performance in two months.

"You're seeing a lot of bears take back, not because of any news but because they went for a buck and it got close. That was enough," said Jack Scoville, vice president for Price Futures Group in Chicago. December arabica coffee futures on ICE rallied almost 4 percent to $1.052 per lb and settled up 2.4 percent at $1.0395 per lb. December options will expire at the end of Friday's session.

Arabica has been falling for more than two years with large crops in Brazil and a rebound in Colombian production driving prices down from a peak of more than $3 per lb in May 2011 to a low on Thursday of barely more than $1.

It has not dropped below $1 since September 2006. Late Wednesday, data showed Colombia, the world's largest producer of washed arabica, will grow its biggest crop in seven years, increasing output by 43 percent.

An options expiration and a storm headed towards top grower Vietnam lent some support to robusta prices, which recovered from 3-1/2-year lows earlier in the session. Vietnamese farmers have harvested on average 20 percent of the new 2013/2014 coffee crop in the Central Highlands, traders said, indicating ample bean supply.

Liffe January robusta coffee settled up $6, or 0.4 percent, at $1,460 a tonne, after hitting a session low of $1,431.


COCOA FALLS

Cocoa plunged in its largest daily fall since Aug. 21 as investors continued to book profits, shrugging off the potential impact from a massive typhoon headed towards the Philippines, a major producer.

ICE March cocoa settled down $50, or 1.9 percent, at $2,693 a tonne, as the Ivory Coast harvest accelerates.

Traders eyed $2,630 as the next support level. "It's long liquidation and profit taking after Tuesday's rally," said Boyd Cruel, analyst at Vision Financial Markets in Chicago.

March cocoa on Liffe settled down 23 pounds, or 0.1 percent, at 1,712 pounds a tonne. ICE March raw sugar futures settled down 0.6 cent, or 0.3 percent, at 18.04 cents a lb, after hitting a six-week low of 17.93 earlier in the session.

Sugar has been in a steady decline since hitting a two-year high on Oct. 17 after a fire ravaged a major sugar terminal in top grower Brazil.

Concerns about nearby tightness have waned due to ready alternative supplies from India and Thailand.

India announced on Thursday it will carry forward stocks of 8.8 million tonnes into the new crop year.

US data showed speculators increased their net long position by 636 contracts to 156,584 in the week ended Oct. 29, which traders said was surprisingly high.

December white sugar on Liffe was off $4.9, or 1.03 percent, at $475.10 a tonne.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Bullish Reversal Day Forming On ICE Coffee Chart - Technical Analysis
Kira Brecht

  ICE December coffee futures hit a new contract low early  Thursday, but then
reversed higher. As long as the market closes higher, ideally in the upper
third of the daily range, a bullish key reversal day will be confirmed on the
daily chart.
  ICE December coffee recently traded up 220 points at $1.0370 a pound.
  The ICE coffee market has been in a long-term bear trend. Since mid October,
the pace of the selling has accelerated and a steep downtrend is seen on the
daily chart. From Oct. 15, ICE Dec coffee slid from $1.1765 to Thursday's new
contract low at $1.0095.
  Daily momentum indicators, such as the 9-day relative strength index,
stumbled to extremely oversold conditions, with an 8% reading hit on Nov. 6.
Any reading under 30% is considered oversold. The extreme oversold condition
leaves the market vulnerable to a snap-back corrective rally move at any time.
  While the technical trend across all timeframes remains solidly bearish,
Thursday's bullish reversal suggests the ICE Dec coffee market may have found a
short-term low and it is set up for a corrective rally move. Watch support at
$1.0095, the new contract low. That remains the key floor on the downside.
  On the upside, initial resistance lies at Thursday's high at $1.0520, ahead
of $1.0620 and then $1.0780, which are minor swing highs from the hourly chart.
  Shifting out to a longer-term timeframe, the ICE monthly continuation chart
shows an important low at $1.0170, the December 2008 low, which was an
important bottom on that chart. The Dec coffee contract slightly exceeded that
long-term support zone on Thursday's sell-off.
  Bottom line? The bears could take a pause here near term. The market is
extremely oversold and has touched a long-term support zone from the monthly
continuation chart. All trends remain bearish, but the bullish reversal
formation suggests a corrective move or at least a stabilization and sideways
consolidation trade could emerge short term.
Arabica Futures Bounce From More-Than-7-Year Low

NEW YORK  -  Arabica-coffee futures edged higher Thursday morning as some
traders took profits from bets that prices would continue to fall after the
market settled at a more-than-seven-year low last session.
  Arabica futures have been under pressure recently as growers in Central
America and Colombia bring in their harvests, following back-to-back bumper
harvests from No. 1 producer Brazil.
  Arabica coffee for December delivery on the ICE Futures U.S. exchange was
recently 0.6% higher at $1.0210 a pound, up from a fresh more-than-seven-year
intraday low of $1.0095 a pound.
  The International Coffee Organization, a London-based trade group, expects
global arabica-coffee supplies to outpace demand by four million bags in the
season that began Oct. 1. Those supplies should continue to pressure prices in
the near-term, traders and analysts said.
Coffee Futures Tumble to More Than Seven-Year Low; Sugar Slips
DJones - Leslie Josephs

  NEW YORK  -  Arabica-coffee prices slid to the lowest level in more than seven
years as growers in Central America and Colombia bring in their harvests amid
tepid demand from roasters.
  Arabica coffee for delivery in December fell 1.9% to $1.0150 a pound, the
lowest close for the most actively traded contract since Sept. 14, 2006, on the
ICE Futures U.S. exchange.
  Prices for arabica beans, which comprise the majority of world production,
have tumbled 29% this year as a second bumper crop from top grower Brazil hit
international markets. The latest drop is fueled as the harvests from Central
America and Colombia add to already ample supplies.
  The International Coffee Organization, a London-based trade group, expects
global arabica-coffee supplies to outpace demand by four million bags in the 12
months that began Oct. 1.
  The price drop for arabica has rattled growers, who say they are producing
the coffee at a loss. The ICO estimates the cost of producing one pound of
arabica coffee beans in Colombia and Central America is $1.10 to $1.15.
  "This year will be the second year in a row that we will have operational
losses," said Juan Pablo Echeverri, who farms 200 hectares of coffee in
Manizales, Colombia. "At these prices, the effects on the state of the coffee
plantation will be disastrous."
  Also driving prices lower are expectations of another big crop from Brazil
again next year. Flowering, an indication of the size and health of next
season's crop, has begun. "The flowering in Brazil was very good," said
Christian Wolthers, president of Wolthers America, a Florida-based importer of
central American and Brazilian coffee.
  But despite the price drop, roasters aren't rushing to buy beans.
  "The incentive isn't there to buy out too much," said Tom Isaia, president of
Coffee Express Co., a roaster based in Plymouth Township, Mich. "There's risk
involved."
  If prices fall further, roasters could be stuck with more expensive stock,
Mr. Isaia said.
  "If we knew that in September of 2014 coffee would be 40 cents more a pound,
you'd see everybody stumbling all over each other to buy some," he said.
  In other markets, raw sugar for March delivery fell 0.9% to 18.10 cents a
pound, the lowest settlement since Sept. 27.
  "The main pressure seems to have been the weakening real," said Michael
Liddiard, senior vice president at New York-based Agrilion Commodity Advisers
LLC. The Brazilian currency hit an eight-week low against the U.S. dollar in
intraday trade Wednesday.
  The weaker currency in Brazil, the No. 1 sugar and coffee grower, encourages
exports of the commodities because producers receive more reais back for their
crops sold abroad in U.S. dollars.
  Orange juice for January delivery ended up 1.2% at $1.2475 a pound, the
highest settlement since Oct. 14. Cocoa for delivery in December closed 0.2%
lower at $2,730 a ton, while cotton for December delivery settled 1.5% higher
at 77.07 cents a pound.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Robusta Coffee Futures Fall on Harvest Pressure; Cocoa Steady
Neena Rai

  Robusta coffee futures dropped in early European trading Wednesday as harvest
pressure from top grower Vietnam limited gains, while cocoa futures
consolidated after rising sharply in the previous session.
  At 1100 GMT, January robusta coffee futures fell 0.6% to $1,467 a metric ton.
Last week, the market hit its lowest level of $1,453/ton--the lowest since June
10, 2010.
  Tuesday's "weak pricing action negates any bottoming ideas seen Friday. This
market look set to make new leg lower," Sterling Smith, futures specialist at
Citi, said.
  Prices have come under pressure recently as harvesting of robusta beans gets
fully underway in the world's top producer, which some analysts say will ease
concerns about supply shortages. Along with weakness in New York's arabica
coffee market, dealers say near-term prices could trend even lower from current
levels.
  Elsewhere, March Liffe cocoa futures slipped 0.1% to GBP1,736 a ton,
consolidating after gains in the previous session. Cocoa futures jumped to a
two-week high of GBP1,740 a ton Tuesday as traders fretted that wet weather in
Indonesia, the world's third-largest producer, would crimp global supplies.
  "What people are starting to realise is that this is clearly a long-term
bullish market. The fundamentals support that too," a London-based cocoa trader
said.
  The global cocoa deficit is expected to rise to 69,000-70,000 metric tons in
the 2013-14 crop year from 52,000 tons in the previous season, Jean Marc Anga,
executive director of the International Cocoa Organization, said last month.
  European and U.S. chocolate consumption over the next five years will grow at
a maximum rate of 2% a year as more dark chocolate is consumed, which tends to
contain more cocoa than milk chocolate, Mr. Anga added.
  Sugar futures for December delivery were largely steady, slipping 0.1% to
$482.80 a ton.

Robusta coffee going the arabica way, prices fall below cost of production on good crop in Vietnam
PK Krishnakumar -  6 Nov, 2013, 05.28AM IST

KOCHI -  The coffee industry is facing tough times with robusta going the arabica way, the prices of which have fallen below the cost of production. Almost 70% of Indian coffee production is the robusta variety and the plunge in the prices has hit the grower.

Expectation of higher crop in Vietnam, the largest producer of robusta coffee, is pushing prices down in the global market. Various reports say that coffee output in Vietnam, where the harvest is about to begin, will be around 27 million bags (of 60 kg each). Last season, it was in the range of 23-24 million bags.

LIFFE robusta coffee futures for January delivery settled $6 lower at $1,483 a tonne on Monday. Robusta prices have fallen 16% since September. In India, the robusta cherry prices have gone down 15-20% to Rs 54 per kg compared with last year.

"The current situation is not economically viable for the farmers. The average annual earnings of a grower having a 5-acre farm have plummeted to Rs 50,000 from Rs 1.5 lakh earlier. We will have to wait and watch how it pans out,'' said Prashant Rajesh, secretary of Wayanad Coffee Growers Association.

Arabica prices have already hit rock bottom. The New York ICE arabica futures for December delivery reached $ 1.03 per pound, showing a 13% fall in three months. A good 'off year' crop in Brazil, the largest coffee producer, this year to the tune of over 50 million bags is said to be the major reason for this decline. Market reports suggest Brazil will have a good crop in 2014 as well, indicating a bearish price trend in the market in the coming months.

The exports are sluggish. "The growers are not interested in selling and the buyers are not aggressive though the prices have fallen drastically,'' said M P Devaiah, general manager of Allanasons, a major coffee exporter. Indian coffee export is only marginally down till the end of October. The exporters feel there may not be an increase during the year and it is likely to end up close to 3,10,612 tonne achieved in 2012-13.

Since there is an oversupply, the Indian coffee stock is likely to be sold at a discount before the harvest for the next crop begins next month.

According to market sources, the instant coffee makers could take advantage of the prices as they use robusta beans.

Meanwhile, India's next coffee crop is expected to fall below 3.47 lakh tonne projected by the Coffee Board because of heavy rains during the year

terça-feira, 5 de novembro de 2013

CONSUMO DO TIPO ARÁBICA AUMENTA À MEDIDA QUE O PREÇO CAI
 Os consumidores de café no Brasil, América, Leste Europeu e
Oriente Médio deverão colocar mais grãos arábica em seus cafés no próximo
ano, à medida que os baixos preços atraem mais demanda pelo produto de melhor
qualidade.
    Um excedente do maior produtor desse grão, o Brasil, após duas colheitas
abundantes sucessivas, ajudou a reduzir os preços para o menor valor em quatro
anos e meio nessa semana, o que deverá impulsionar os torrefadores a aumentar o
uso do grão em suas misturas.
    Porém, os consumidores que detectarem o sabor mais doce e suave em suas
xícaras provavelmente estarão mais sugestionados do que de fato perceberão a
diferença, já que os torrefadores farão mudanças nas misturas que não
poderão ser notadas pelos consumidores.
    Uma pesquisa com 10 comerciantes e torrefadores internacionais de café
mostrou que entre 3 e 4 milhões de sacas de 60 quilos de café - de um
mercado total de mais de 140 milhões - deverão ser trocadas de robusta para
arábica em 2013/14. Os grãos arábica são normalmente encontrados em marcas
de alta qualidade e tipicamente comercializados com um preço maior do que os
grãos robusta, mais resistentes e ricos em cafeína, que são amplamente usados
em bebidas espontâneas.
    Ultimamente, a diferença de preços e menor classificação entre alguns
dos grãos arábicas e dos robustas diminuiu, surgindo uma reversão na
tendência de 2011/12, quando os torrefadores aumentaram a proporção de
robusta em seus blends para cerca de 5 milhões de sacas globalmente, devido aos
preços historicamente altos dos arábicas.
    "Claramente isso está acontecendo, embora eu não ache que será uma
mudança tão grande como vimos na redução dos arábicas em 2011/12", disse
um analista europeu. "A maior mudança é no Brasil".
    O maior produtor de café do mundo também é um dos maiores consumidores,
usando mais de 20 milhões de sacas por ano. Até 1,5 milhão de sacas do
consumo de café doméstico robusta do Brasil deverão ser trocadas por arábica
em 2013/14.
    Os torrefadores de café, que tipicamente não revelam seus blends,
aumentaram a substituição de arábicas com robustas após os futuros do
arábica no ICE aumentarem para seu maior valor em 34 anos em maio de 2011 e o
prêmio sobre o robusta ter alcançado US$ 1,90/libra. O prêmio vem desde
então caindo para menos de 40 centavos e os negociantes disseram que esse
poderá cair ainda mais.
    Há um amplo espectro de qualidades dentro das variedades arábica e
robusta, de forma que os prêmios variam entre diferentes classificações, com
os comerciantes notando que o arábica do Brasil foi comercializado com
descontos em relação a alguns robustas no mês passado. "Haverá uma
substituição, mas a quantidade dependerá da qualidade dos arábicas de baixa
classificação", disse um trader de uma torrefadora internacional.
    Além do Brasil, os comerciantes e torrefadores disseram que América,
Leste Europeu e Oriente Médio também poderão ver alguma substituição, disse
o trader, notando que os mercados emergentes de café são menos sensíveis às
mudanças no sabor.
    "Em países emergentes, as pessoas vão mais pelos preços do que por
qualquer outra coisa; elas não são tão exigentes quanto à qualidade",
disse o chefe de uma comerciante internacional de café, acrescentando que o
mercado na Europa Ocidental não é tão flexível.
    A produção de café do Brasil aumenta e cai de um ano para o outro devido
a seu ciclo bianual, à medida que os cafezais de arábica precisam de tempo
para se recuperar após render grandes quantidades de cerejas. As variações
entre os anos "on" e "off" têm diminuído, entretanto, parcialmente
devido às melhoras no manejo, replantio de arvores, com variedades de maior
rendimento e maior uso de fertilizantes e irrigação.
    A Organização Internacional de Café (OIC) ainda não publicou suas
previsões para 2013/14. Estima-se que a produção global em 2012/13 foi de
145,2 milhões de sacas, das quais dois quintos são de robusta. A OIC disse que
o consumo mundial em 2012 cresceu em 2,2%, para 142 milhões de sacas. O
crescimento futuro deverá ser focado na Ásia, região onde a maioria do café
robusta é produzida, e onde o café é mais consumido na forma solúvel.
   "Eu não acho que (a substituição) significa que a demanda por robusta
está caindo. Eu acho que a demanda na Ásia está forte o suficiente para
compensar isso. A demanda por robusta e arábica crescerão nesse ano", disse
um trader.