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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

José Sette (OIC): mesmo que a safra brasileira seja maior que esperada não haverá excesso de café

\"A OIC tem quatro objetivos básicos em sua atuação. O primeiro é servir como fórum de cooperação internacional entre os países que exportam e importam café. Temos um quadro de membros que representa cerca de 97% da produção mundial e mais de 80% do consumo mundial.\"

\"Fazemos um trabalho para promover a transparência do mercado internacional de café através do fornecimento de estatísticas.\"

\"Trabalhamos para fazer um setor cafeeiro sustentável no longo prazo por meio de varias iniciativas.\"

\"O Encafé sempre foi um evento dos mais importantes na cafeicultura brasileira, e até mundial. Sempre foi um fórum de debates sobre as grandes questões que afligem a cafeicultura nacional. Um bom exemplo é a questão da IN 16.\"

\"A IN 16 trata-se de uma iniciativa pioneira no mundo. Acompanharemos a evolução com muito interesse.\"

\"Os fundamentos do mercado são muito favoráveis à firmeza de preços. Ao mesmo tempo estamos vendo um fluxo de grandes capitais especulativos para as commodities em geral. Com isso fica difícil separar o que é fundamento e especulação.\"

\"Os fundamentos devem ser favoráveis para o mercado de café por pelo menos um ano.\"

\"Sabemos que o número da safra brasileira é uma grande incógnita e sujeito a grandes controvérsias. Com a evolução do tempo teremos ideia melhor da safra brasileira que será fundamental para cobrir os atuais problemas com café arábica.\"

\"Certamente em 2011 haverá queda de produção, pela bienalidade baixa e qualquer que seja a produção, terá que suprir a necessidade por dois anos para frente.\"

\"Continuo a acreditar que mesmo que a safra brasileira seja maior que esperada, ainda não haverá excesso de café.\"

Fonte: Cafépoint

BARRIGA CHEIA, GOIABA TEM BICHO!!!!

BARRIGA CHEIA, GOIABA TEM BICHO!!!!

Felizmente após mais de 8 anos de vendas ininterruptas de sacas de café abaixo do custo por parte do produtor, o ano de 2010 trouxe algum alento para a tão sofrida classe cafeicultora, os preços melhoraram permitindo ao produtor (aqueles que tinham café para vender) quitar pelo menos as contas do ano. Uma nova esperança se abre no coração daqueles que amam esta lavoura, que mesmo pagando de seu próprio bolso e acumulando dividas conseguiram manter os pés de café em produção. Entretanto, não podemos cair nas mesmas armadilhas de outros tempos, pois, por mais que alguns se mostrem amigos dos cafeicultores na verdade não passam de verdadeiros parasitas (SANGUE-SUGAS), que acumularam verdadeiras fortunas em cima do suor do produtor rural nestes anos de crise.

Como explicar que de uma hora para outra os nossos cafés naturais se tornaram tão bons a ponto de concorrer com os lavados da Colômbia?

Como explicar que de repente nossos café lavados possam ser negociados na bolsa de NY, coisa inimaginável há anos atrás?

Como explicar que agora o representante do MAPA (Bertone), tenha coragem de aparecer em um debate, sobre a cafeicultura?

Muitos analistas, experts no assunto, inventarão teorias para estes questionamentos, mas nós cafeicultores sabemos que a resposta é muito simples:

“NÃO VAI FALTAR CAFÉ NO MUNDO, JÁ ESTA FALTANDO CAFÉ NO MUNDO”

“A SITUAÇÃO CLIMÁTICA NA COLOMBIA E CENTRAIS PROVOCOU ALGO INÉDITO PARA OS CAFEZAIS DESTAS REGIÕES, AS DOENÇAS FUNGICAS, QUE ESTÃO LEVANDO AS LAVOURAS DE EITO”

“ESTA FALTANDO CAFEICULTOR, PRINCIPALMENTE NO BRASIL, POIS OS FILHOS E NETOS DAQUELES QUE PASSARAM POR ESTA CRISE, PREFEREM ARRENDAR SUAS FAZENDAS PARA AS USINAS DE CANA DE AÇUCAR (SUL DE MINAS, SÃO PAULO) E GRANDES PLANTADORES DE GRÃOS (CERRADO MINEIRO, BAHIA)”

Esta situação colocou o mercado de café em alerta total, ascenderam a luz VERMELHA, mas acredito ser tarde demais, pois aqueles que ficaram na atividade só aguardam mais uma ou duas safras bem vendidas para sair da atividade. Isso vai acontecer, pois sabemos que novas crises virão, pois não temos o mínimo de planejamento, não temos política cafeeira, não temos pessoas capacitadas para tocar este barco. Temos sim, um EXCESSO DE POLITICAGEM E MALANDRAGEM dentro do agronegócio café, partindo desde o produtor, passando pelos atravessadores, exportadores e importadores, que nestes 8 anos “chuparam até os ossos do pobre cafeicultor”.

Assim, caros amigos cafeicultores, não se iludam com promessas de que devemos plantar mais café, pois chegou a hora do Brasil dominar o mercado internacional, não se iludam com Brasileiros sendo indicados para OIC, não se iludam com estes falsos plantios que a rede bobo nos mostra todos os dias, lembrem que ate pouco tempo estávamos jogados ao nada.
Cuidem daquilo que vocês possuem, façam produzir o Máximo com o mínimo para que possam sair das dívidas e serem donos de seu café e de sua vida.

CAFÉ NÃO SE PRODUZ DENTRO DE ARMAZÉNS, VAMOS MOSTRAR NOSSA FORÇA.

FOI PRECISO NOS QUEBRAREM PARA RECONHECER QUE SOMOS O ELO MAIS IMPORTANTE DA CADEIA, VAMOS MOSTRAR QUEM VAI MANDAR DAQUI PARA FRENTE, NÃO AUMENTEM SUAS ÁREAS, VAMOS MANTER NOSSA PRODUÇÃO, FAÇA VALER SEU PRODUTO E SUA DIGNIDADE, CHEGOU A NOSSA HORA CAFEICULTOR!!!!

Silvio Marcos Altrão Nisizaki
Diretor de Café do Sindicato Rural de Coromandel/MG
SINCAL

CHUVA EM MINAS GERAIS

REGIÃO SUDESTE

18/01/2011 - Terça-Feira
NUBLADO A ENCOBERTO COM CHUVA EM MINAS GERAIS. CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO PASSANDO A NUBLADO COM POSSIBILIDADE DE CHUVAS ISOLADAS NO ESPÍRITO SANTO. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA E TROVOADAS NO RIO DE JANEIRO. NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA E TROVOADAS, POR VEZES FORTE EM SÃO PAULO.
Temperatura max.: 37 °C min.: 14 °C

19/01/2011 - Quarta-Feira
NUBLADO COM CHUVAS ESPARSAS EM MINAS GERAIS. CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO PASSANDO A NUBLADO COM CHUVAS ISOLADAS NO RIO DE JANEIRO E POSSIBILIDADE NO ESPÍRITO SANTO. NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA E TROVOADAS, POR VEZES FORTE EM SÃO PAULO.
Temperatura max.: 37 °C min.: 14 °C

20/01/2011 - Quinta-Feira
NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA EM MINAS GERAIS E EM SÃO PAULO, ONDE HÁ POSSIBILIDADE DE CHUVA FORTE EM PONTOS ISOLADOS. CLARO A PARCIALMENTE NUBLADO PASSANDO A NUBLADO COM CHUVAS ISOLADAS NO RIO DE JANEIRO E POSSIBILIDADE NO ESPÍRITO SANTO.
Temperatura max.: 37 °C min.: 16 °C

21/01/2011 - Sexta-Feira
PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA NO SUL E TRIÂNGULO DE MINAS GERAIS E POR VEZES FORTE EM SÃO PAULO. DEMAIS REGIÕES MINEIRAS, PARCIALMENTE NUBLADO. PARCIALMENTE NUBLADO A NUBLADO COM PANCADAS DE CHUVA ISOLADAS NO FINAL DO PERÍODO NO RIO DE JANEIRO E ESPÍRITO SANTO.
Temperatura max.: 37 °C min.: 15 °C

domingo, 16 de janeiro de 2011

Martelo invertido

Martelo invertido
O mercado cafeeiro esta semana trabalhou ainda dentro da consolidação que fica entre 230,00 na mínima e 242,25 que era a máxima agora sendo a máxima em 244,50.
Apesar de o mercado ter feito um novo topo , logo apos fazê-lo o mercado recuou, mostrando cansaço e voltou a cair fechando a semana em 234,60.
A configuração da figura de japonese candlestick no gráfico semanal do café, também mostra que o mercado esta cansado de subir e sugere uma correção, que já tinha comentado sobre ela na semana passada, o rompimento da mínima da consolidação abre alvo para a correção com suportes técnicos em 225,00, 220,00 e 216,00 em um recuo em cima das medias e 61,8% de retração de Fibonacci.
No físico o começo do ano sempre começa lento, mas os cafés de qualidade continuam a ser disputado e os ágios são visto sendo pago a toda hora, café despolpado ficando na casa de 480,00 até 500,00 reais por saca de 60 kg e café natural de bebida fina ficando na casa de 380,00 a 450,00 por saca de 60 kg.
As chuvas que caem nas regiões cafeeiras trazem crescimento para lavoura enchimento de grãos, mas também trazem algumas doenças e dificuldades no campo para faze os tratos culturais, mas como nem tudo é perfeito tem que agradecer a nosso Pai eterno e esperar a hora de entrar no campo para fazer um trato melhor em nossas lavouras.
No campo da macro economia não existe novidades as crises continuam e não tem solução em curto prazo, o que nos resta fazer é ficar alertas para que não ser pegos de surpresa.
O cenário do café continua o mesmo também sem alteração, onde os estoques estão baixos para o consumo, fazendo com a indústria trabalhe da Mao pra boca, o clima o grande vilão da agricultura, continua atrapalhando os trabalhos de colheita dos países da America Central, onde podemos deduzir que novamente a safra deles será de baixa qualidade dando suporte à tendência de alta que deve durar ainda por muito tempo, e diminui o tamanho da correção esperada.
Vamos aguardar o movimento do mercado
Uma boa semana a todos
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com

Inverted Hammer

Inverted Hammer
The coffee market this week has also worked within the consolidation that is between 230.00 and 242.25 at least that was the maximum now being the highest at 244.50.
Although the market has made a new top, do it right after the market fell, showing fatigue and fell again by closing the week at 234.60.
The configuration of the figure of Japanese candlestick in the weekly chart of coffee, also shows that the market is tired of going up and suggests a correction, which had already commented on it last week, the disruption of consolidation of the minimum opening target for the fix brackets technicians at 225.00, 220.00 and 216.00 in a decline over the medium and 61.8% shrinkage of Fibonacci.
In the physical beginning of the year always starts slow, but quality coffees is still disputed and the premiums are being paid because all the time, getting washed coffee in the house of 480.00 to 500.00 dollars per bag of 60 kg and natural coffee drink in the house getting thin 380.00 to 450.00 per bag of 60 kg.
The rains that fall in the coffee regions bring growth to crop grain filling, but also bring some diseases and difficulties in the field to make the cultural practices, but not everything is perfect have to thank our eternal Father and wait to enter the field to make a better deal on our crops.
In the field of macro economy there is no news crises and still has no solution in the short term, what we can do is be alert not to be surprised.
The scenario remains the same coffee also unchanged, where inventories are low for consumption, making the industry work for Mao's mouth, the climate, the major killer of agriculture, continues to hamper the work of collection of Central American countries, where again we can deduce that the harvest will be poor quality of them supporting the bullish trend that should last for a long time, and decreases the size of the expected correction.
Let's wait for the market movement
A good week
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Market international

Market international
In the market for actuals here, Colombians, UGQ, sold FOB for Jan./Feb./Mar. equal shipment at 35¢ over the relevant months “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB for Jan./Feb./Mar. equal shipment from 43¢ over the relevant months “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Jan./Feb. shipment from 2¢ over Mar. “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Jan. through June equal shipment from 17¢ under the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Jan. through June equal shipment from 23¢ under the relevant months “C.”
Santos 4s were offered FOB for Jan./Feb. shipment from 36¢ to 34¢ under Mar. “C,” depending on description.
Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Jan./Feb. crossing from 17.5¢ over Mar. “C.”
Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Feb./Mar./Apr. equal shipment from 17¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Feb./Mar./Apr. equal shipment from 25¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Feb./Mar. shipment from $17 over the relevant months “C.”
Extra prime Guatemalas, were offered FOB for Feb. shipment from $23 over Mar. “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $26 to $28 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $33 to $35 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from $28 over per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar. shipment from $36 to $37 over the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $16 over the relevant months “C.”
High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb. shipment from $20 over per 46 kilos, Mar. “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from $30 to $32 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Feb./Mar./Apr. equal shipment were offered FOB from $21 over the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $12 over the relevant months “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar. shipment from $15 to $17 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Feb./Mar. shipment, per 46 kilos, from $15 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for Feb./Mar. shipment, per 46 kilos, from $14 over the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Dec. shipment from 15¢ over Mar. London. Ivory Coast robustas, grade 2, were offered exdock for prompt shipment from 14¢ over Mar. London.
Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Dec. shipment from 6¢ over Mar. London. Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Dec. shipment from 8¢ over Mar. London.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Ventos a favor para 2.011.
Depois de uma década com ventos contra esta começou a todo vapor, mostrando a cara da nova economia mundial.
O café que já passou por vários ciclos de alta e de baixa vê agora um novo ciclo de alta, só que desta vez o responsável pela alta não foi um problema climático nas lavouras brasileiras como sempre teria sido no passado, os últimos ciclos de alta da década de 70, com a geada de 75, a seca de 1986 ou a geada de 1994, apesar de ser um fator climático, desta vez não foi no Brasil e sim na America Central.
Para mim, este fator foi o que se chama de a ponta do iceberg, por vários anos os preços do café foram manipulados pelas grandes casas comercias deixando o produtor sempre debaixo do balaio esperando por preços que nunca vinham, fazendo o produtor se preocupar com a sobrevivência simplesmente há procura de produtividade e qualidade.
O aumento do consumo veio junto com o crescimento de economias dos países chamados de subdesenvolvidos, os estoques foram corroídos de uma forma perigosa deixando os participantes do mercado em xeque para qualquer fator climático que poderia acontecer.
A grande crise na locomotiva mundial e levando de arrasto o bloco europeu começada há dois anos teve por enquanto um desfecho feliz onde os economistas e os governantes resolveram a crise com a injeção de moeda circulante, nos EUA de dólar e no bloco europeu do Euro, o lançamento de moeda no mercado foi uma estratégia usada pelos economistas brasileiros na década de 80, e todos lembram o que aconteceu, uma inflação incontrolável que chegava a 30% ao mês, este será um dos fatores que levara a alta do café e das commodities em geral uma inflação internacional, não acredito em uma hiper inflação como tínhamos no Brasil, mas que ela virá podemos esperar.
A procura por commodities em tempos de crise ou guerra é um fator que acontece costumeiramente, os investidores procuram por ativos que teoricamente sejam mais seguros, e vimos isto no ano de 2.010 onde algodão, café, açúcar, ouro, foram os investimentos que deram maior retorno, acima da Bovespa, Dow Jones ou qualquer ativo derivativo de bolsa, o fator climático com a mudança do clima pelo aquecimento global, trará dificuldade para a produção de alimentos em geral, e o crescimento da China nas ultimas três décadas onde tirou 400 milhões de pessoas da pobreza e trouxe para uma classe media consumidora, principalmente de alimentos outro fator que continuará a escalada de alta das commodities.
O café com o seu ciclo de bienualidade produtivo traz 2.011 para o ano de ciclo baixo de produção, onde tivemos 2.010 com recordes de produção e na exportação, o consumo nacional em uma alta alucinante onde devemos sair da segunda para a primeira posição de consumidores de café em dois anos o que trouxe grande interesse pelas grandes indústrias mundiais de fincar bandeira por aqui, mostra que o vento esta favor e forte para o lado do produtor.
Com as economias mundiais crescente inclusive a nossa, com estoques baixos no
Brasil e nos países consumidores, com um grauzinho de dificuldade na produção vindo do clima podemos esperar por um ano de preços acima da media e com resultados positivo para a cafeicultura e para a agricultura nacional.
Tecnicamente o café vem em um gráfico com tendência de alta onde fechamos o ano com topo dos últimos 13 anos onde acredito que continuaremos nela ainda pelo menos por ais dois anos se o clima ajudar, no curto prazo o café esta em uma consolidação de topo entre 230 e 240 cents de dólar por libra peso na Ice bolsa mãe de Nova Iorque onde o rompimento para baixo traz alvos para os suportes técnicos em 225, 220, 216, o rompimento para cima de 240 temos como resistências em 242,90, 245, 247,5, 250 e o céu é o limite.
Depois da forte alta que tivemos no final do ano acredito em realização de lucro, ou seja, o rompimento para baixo de 230,00 para aliviar o mercado e movimentá-lo não mudando em nada a tendência onde abrimos trade de venda a 236,00 na Ice e de 290,5 na BMF, vamos ver no que vai dar.
Feliz 2.011 a todos que Deus os abençoe.
Paz saúde e prosperidade a todos.
Wagner Pimentel.

Exportador de café do Vietnã, prevê que as exportações do grão cresçam até 29% neste ano

O Thai Hoa Vietnam Group, maior exportador de café arábica do país, prevê que as exportações do grão cresçam até 29% neste ano, informou hoje Nguyen Van An, presidente e executivo-chefe da companhia vietnamita. Os embarques da Thai Hoa, incluindo as variedades robusta e arábica, podem atingir até 150 mil toneladas em 2011, ante 116 mil toneladas no ano passado.

A previsão de crescimento reflete a forte demanda global e um provável aumento das operações da empresa graças a uma proposta de expansão e à melhora das linhas de produção, explicou ele.

A companhia, que responde por cerca de dois terços das exportações totais do tipo arábica no Vietnã, também planeja elevar a área cultivada de dois mil para cerca de 2.500 hectares em 2011, disse o executivo. A produção vietnamita pode ficar em torno de 1,1 milhão de toneladas no ano-safra 2010/11, o que seria 10% superior à projeção divulgada pelo Ministério de Indústria e Comércio do país, em 28 de dezembro.

Os preços do café arábica devem subir nos próximos dois a três meses devido à escassez de ofertas e ao baixo nível dos estoques, estima ele. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), o contrato março fechou cotado a 233 cents por libra-peso na quinta-feira, alta de 65% frente ao ano passado. As informações são da Dow Jones.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Boletim Carvalhaes - Mercado de café apresentou-se calmo na primeira semana de 2011

Boletim semanal - ano 78 - n° 1 Santos, sexta-feira, 7 de janeiro de 2011 O mercado de café apresentou-se calmo na primeira semana de 2011. A ICE Futures US trabalhou em baixa nos dois primeiros dias, em um ajuste técnico após a alta do último dia útil do ano de 2010. No físico brasileiro poucos negócios foram fechados. Só conseguiu comprar café arábica de bebida dura para melhor da safra atual quem se dispôs a pagar de quatrocentos reais para cima. Mesmo assim, muitos produtores preferiram aguardar um melhor desenvolvimento do mercado para vender o final de suas safras. O Ministério da Agricultura decidiu realizar, no próximo dia 11, um leilão de 49,6 mil sacas de café dos estoques governamentais sob gestão do FUNCAFÉ – Fundo de Defesa da Economia Cafeeira. O Aviso de Venda de Café em Grãos Nº 006/11 (veja o Aviso de Venda e seus Anexos na seção “EXTRA”) informa que são cafés produzidos entre 1986 e 1988, que serão entregues nas condições em que se encontram, com todas as despesas de retirada e reensaque, se necessário, por conta do comprador. Ontem, dia 6, a CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento divulgou a primeira estimativa da safra brasileira de café 2011. A estimativa indica que o Brasil deverá colher entre 41,89 e 44,73 milhões de sacas de 60 kgs de café beneficiado. A área total estimada foi de 2 280,6 mil hectares, 0,4% menor que a cultivada em 2010 (veja o trabalho completo na seção “SAFRA” de nosso site). O número surpreendeu os operadores, que em sua maioria trabalhava com números abaixo de 40 milhões de sacas. Será preciso aguardar a segunda estimativa, que acontecerá com a maturação mais adiantada, para se ter idéia melhor do volume de café que teremos para atender exportação e consumo interno, já que deveremos chegar ao final do atual ano-safra, em junho de 2011, novamente com estoques muito baixos, praticamente zerados. O número divulgado, apesar de otimista, aponta para uma produção abaixo das necessidades mínimas brasileiras para atender seus compromissos de exportação e consumo interno, indicando que o aperto na oferta continuará pressionando as cotações para cima. Os dados finais dos embarques brasileiros de café em dezembro não foram divulgados até o momento em que fechamos este boletim, mas eles serão altos e fecharemos nossas exportações em 2010 com números muito bons. Apesar do desempenho brasileiro, os estoques nos países consumidores não param de cair, indicando que nossos cafés estão sendo utilizados assim que chegam a seu destino. Os estoques certificados em Nova Iorque também continuam em queda com as dificuldades na produção de lavados na América Central e Colômbia. Até hoje, dia 31, os embarques de dezembro estavam em 3.012.174 sacas de arábica e 73.154 sacas de conillon, somando 3.085.328 sacas de café verde, mais 269.664 sacas de solúvel, contra 2.996.332 sacas no mesmo dia do mês anterior. Até hoje, dia 31, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em dezembro totalizavam 3.231.252 sacas, contra 3.245.373 sacas no mesmo dia do mês anterior. Até o dia 6, os embarques de janeiro estavam em 171.233 sacas de café arábica, e 8.460 sacas de café solúvel, contra 48.770 sacas no mesmo dia de dezembro, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em janeiro totalizavam 349.667 sacas, contra 242.156 sacas no mesmo dia do mês anterior. A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 30, quinta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 7, caiu nos contratos para entrega em março próximo, 560 pontos ou US$ 7,40 (R$ 12,46) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em março próximo na ICE fecharam no dia 30, a R$ 520,13/saca e hoje, dia 7, a R$ 513,91/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em março, a bolsa de Nova Iorque fechou com baixa de 230 pontos. Escritório Carvalhaes