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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Arabica Coffee Extends Gains on Worries About Brazil Rains
Alexandra Wexler

     NEW YORK--Arabica-coffee futures jumped higher for a second consecutive session on Tuesday as
waning rains in top-grower Brazil spurred traders to bet prices would move even higher.
     Traders also closed out bets that prices would fall, taking profits after the arabica market
ended at 10 1/2 -month lows last week. Buy stops, or pre-placed orders to buy when prices hit a
certain level, were triggered early Tuesday as futures rose above $1.70 a pound.
     Prices had been under pressure recently as rainfall in Brazil's coffee-growing areas appeared
to be helping the trees recover from 2014's severe drought, easing traders' concerns that this
year's crop might be damaged. But some of those fears are now creeping back into the market.
     "For this month, we expect rain within the average--the problem will be the distribution," said
Marco Antonio dos Santos, agro-meteorologist at Somar Meteorologia, a São Paulo-based weather
forecaster. "If we only get it as localized downpours, then some areas, or even some farms, could
get less rain than they need."
     Brazil's National Coffee Council, which represents cooperatives, said rainfall in the country's
biggest coffee-growing region was below the historical average during the month of December. Last
year, Brazil's dry weather began in January, culminating in the worst drought in decades.
     Arabica coffee for delivery in March on the ICE Futures U.S. exchange ended up 4.1% at $1.7490
a pound on Tuesday, the highest level since Dec. 16. Futures have gained 8.6% this week.
     "For coffee growing, the conditions are good for the moment, but they're not ideal," Mr. dos
Santos said. "We'd need good rain above the average to be ideal."
     In other markets, raw-sugar futures posted their biggest daily gain in nearly four months after
buy stops were triggered at several levels above 14.5 cents a pound.
     The March contract rose 4.3% to 14.87 cents a pound, the highest settlement for the most
actively traded contract since Dec. 19.
     "Concerns about dry conditions during the very important January/February period have led to an
improved chart picture," said James Cassidy, head of the sugar desk at brokerage Newedge. Brazil is
the world's biggest sugar producer.
     Still, oversupply continues to plague the market for the sweetener, which fell for a fourth
straight year in 2014, the longest losing streak for raw sugar since at least 1971, the oldest data
available from CQG.
     Cocoa for March delivery eased 1.4% to $2,902 a ton, the lowest settlement since Dec. 15, while
orange juice for delivery in March fell 2.9% to $1.4225 a pound in profit-taking. March-delivery
cotton fell 0.8% to 60.20 cents a pound.

PETRÓLEO: Excesso de oferta volta a pressionar e cotações aprofundam perdas
 Os contratos futuros do petróleo
aceleraram as perdas observadas ontem, com o WTI abaixo de US$ 48 o barril e o
Brent em US$ 51, diante da persistente preocupação em torno do excesso de
oferta da commodity no mercado internacional.
   Depois que Rússia e Iraque anunciaram aumento no fornecimento em dezembro,
agora é a produção norte-americana que chama atenção dos investidores. O
Departamento de Energia divulga amanhã os estoques de petróleo da semana
encerrada em 2 de janeiro.

   "A qualquer momento esperamos mais sinais de que a queda dos preços do
petróleo vai começar a impactar a produção dos Estados Unidos, que foi a
maior razão para que a Arábia Saudita declarasse guerra contra os
norte-americanos", disse o analista-sênior de mercado do The Price Futures
Group, Phil Flynn.
   De acordo com especialistas consultados, a decisão tomada
em novembro do ano passado pela Organização dos Países Exportadores de
Petróleo (Opep) de manter a produção diária inalterada em 30 milhões de
barris está relacionada com os Estados Unidos, cujo avanço de produção de
petróleo não-convencional tomou participação de mercado do cartel.

   "Se existe alguma dúvida de que os sauditas estão tentando atingir os
Estados Unidos, basta ver que, na segunda-feira, eles reduziram o preço cobrado
pelo petróleo para os norte-americanos, mas elevaram para a Ásia", afirmou.
   Segundo Flynn, a queda dos preços do petróleo afeta significativamente a
economia mundial e as empresas de energia já sentem o impacto direto dessa
desvalorização.

   "Estamos vendo as ações das empresas perderem valor e muitas delas serem
rebaixadas. Demissões e falta de investimentos estão se transformando em dor
econômica", acrescentou.
   O contrato futuro do WTI, negociado na plataforma Nymex e com vencimento em
fevereiro de 2015, caiu 4,22%, para US$ 47,93 o barril, enquanto o contrato do
petróleo Brent, negociado na plataforma ICE e com vencimento no mesmo mês,
teve queda de 3,78%, a US$ 51,10 o barril.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Arabica Coffee Extends Gains on Worries About Brazil Rains
Alexandra Wexler
 
     NEW YORK--Arabica-coffee prices surged Tuesday, extending the previous session's gains as rains
dwindle in Brazil, the top grower and exporter of the beans.
     Traders closed out bets that prices would continue to fall after the market ended at 10 1/2
-month lows last week. Buy stops, or pre-placed orders to buy when prices hit a certain level, were
also triggered early Tuesday as futures rose above $1.70 a pound.
     Arabica coffee for delivery in March on the ICE Futures U.S. exchange was recently up 3.6% at
$1.7415 a pound, the highest level since Dec. 22. Futures have gained 8.1% this week.
     Prices had been under pressure recently as rainfall in Brazil's coffee-growing areas appeared
to be helping the trees recover from 2014's severe drought, easing traders' concerns that this
year's crop might be damaged. But some of those fears are now creeping back into the market.
     "Despite erratic rainfall, coffee plantations, orange and sugar cane are in a better position,
since the soil is cultivated where such crops have good levels of humidity, but even so, the
conditions are not ideal for the development of crops, only satisfactory," said São Paulo-based
forecaster Somar Meteorologia.
     Brazil's National Coffee Council, which represents coffee cooperatives, said rainfall in the
country's biggest coffee-growing region was below the historical average during the month of
December. Last year, Brazil's dry weather began in January, culminating in the worst drought in
decades.
     "Traders have fresh in their memory last year's drought," said Rodrigo Costa, director of
coffee at Société Générale.
     Meanwhile, raw-sugar futures spiked Tuesday morning as buy-stops were triggered above 14.5
cents, 14.6 cents and 14.7 cents a pound, sending the contract for delivery in March to a two-week
high of 15.06 cents a pound.
     Futures have since pulled back, with March-delivery sugar recently up 2.7% at 14.64 cents a
pound.
     "Obviously some selling came in to take advantage of that stop activity, " said Michael
McDougall, senior vice president at brokerage Newedge. "It's going to be tough to sustain any rally
at this point in time."
     Oversupply continues to plague the market for the sweetener, which fell for a fourth straight
year in 2014, the longest losing streak for raw sugar since at least 1971, the oldest data available
from CQG.
     In other markets, cocoa for March delivery eased 0.2% to $2,937 a ton, while orange juice for
delivery in March fell 1.4% to $1.4445 a pound. March-delivery cotton rose 0.7% to 61.15 cents a
pound.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Café, 2.015 o que esperar?

O ano de 2.014 será lembrado como a maior seca que a cafeicultura moderna viu.
Nada foi igual, estudado e comentado.
A seca inaugurou como o poder da força da mídia pode alavancar uma notícia, houve largas publicações de estudos fisiológicos e desta forma tivemos várias aulas gratuitas e aprendemos muito, e agradeço assim aos grandes mestres brasileiros que se expuseram e nos passaram seus conhecimentos.
O mercado que estava sensível a tudo precificou rapidamente e vimos o preço subirem em uma velocidade alucinante, e desta forma tivemos o 2.014 com preços médios remunerativos, alguns ainda o acham pouco, mas esquecem da ultima tendência de baixa assistido por todos de 2.011 a 2.013.
Novamente os preços acima da média histórica trazem novos investimentos e assim vimos todo ciclo se repetir, mas novamente vimos o mercado se moldar a esta anomalia climática com uma solução que também foi usada na ultima tendência de alta, o aumento do uso dos cafés robustos nos blends.
Esta nova forma de consumo de café, que só amenta, é hoje o grande vilão do mercado cafeeiro, a produção deste tipo de café, é mais barata, o rendimento na indústria é maior e o consumo mundial não para de crescer, portanto uma realidade dura para como diria um amigo, os arábicos.
A alta tão alardeada na mídia, com alvos estratosféricos onde alguns especialistas acreditavam em $3,00 por libra e até acima, eu mesmo acreditei por certo período, teve como grande inimigo a troca no blend pela indústria por cafés robusta, portanto a possível falta de arábica ficou em xeque, tivemos a precificação da quebra da safra por causa da seca, fato inegável, mas trouxe a tona também a falta de estrutura da centenária cafeicultura nacional, onde tínhamos uma falta de café eminente, teve a indústria nacional abastecida, e uma exportação acima do normal, e ainda temos cafés estocados, esta conclusão que os produtores nacionais não colhem a quantidade por hectare divulgada, sendo a produção uma quantidade bem acima, desta forma o parque cafeeiro nacional possui um potencial produtivo ainda desconhecido, deixando assustados os mais otimistas dos traders.
O clima a vedete do mercado de 2.014 ainda esta em voga, podemos ter uma nova seca, portanto os problemas climáticos que algum tempo atrás, não muito tempo assim, parecia que não nos atingiria nunca, bate a nossa porta a cada dia, este fator, o climático, ainda trará volatilidade ao mercado nos próximos anos, será de agora em diante um fator sempre levado em forte consideração nas análises, mas como a cafeicultura do norte paranaense que já foi o grande centro produtor na década de 1.960 até meados de 1.970, e teve sua pá de cal por problemas climáticos, à produção de arábica em minas correm sérios riscos se repetir a seca deste ano de 2.014, a cada seca o robusta/conilon aumenta sua área, sua tecnologia, sua produtividade, sua lucratividade, portanto tem que se levar muito a sério o que acontece hoje na cafeicultura, como diria um poeta, É preciso saber viver...
Teremos no primeiro semestre de 2.015 realmente uma diminuição de estoques no Brasil, o que traz tensão ao mercado, mas não acredito que faltará produto, temos uma grande crise na economia nacional, ajustes já anunciados para o segundo mandato do governo PT, temos a crise mundial partindo para um segundo round, a crise mundial agora é disputa por vender petróleo, a mãe das comodites, o preço cai violentamente no mercado internacional, o que provoca uma grande saída dos fundos da ponta compradora, são fundos que investem o que o mercado chama de cestas de comodites, esta saída provoca falta de liquidez o mercado logicamente atingindo o café também.
Rússia anunciando ajustes, Brasil anunciando ajustes, China desacelerando, Europa ainda não encontrou a fórmula, portanto economicamente não temos nada a favor do mercado do nosso cafezinho.
As bolsas começa o ano em queda, deverá se manter assim até fevereiro onde teremos a troca do contrato hoje o vigente é o março, neste período entrará em vigor o maio, acredito que neste período estaremos sobre vendidos e a safra dos países produtores acima da linha do Equador já tenha sido praticamente comercializada, assim teremos um repique nos preços, neste período também já teremos a safra 2.015 brasileira melhor avaliada.
Alvos gráficos hoje se mostra que iremos buscar entre 1,30 a 1,4 centos de dólar de libra peso, para depois termos um repique.
O dólar fica como a variante da esperança, pois sua tendência alta no mercado internacional e nacional mostra como acalanto ao produtor, diminuindo uma dura realidade que bate a porta.
Tivemos nos últimos anos, recuperação de lavouras, tratos culturais melhores, aumento de área plantada e de produtividade, no futuro bem próximo o mercado irá precificar este investimento e uma nova crise será instalada na cafeicultura.
Ainda temos tempo para prudência e ação, ou seja, o produtor ainda pode procurar algum tipo de seguro no mercado que deixe sua lavoura remunerativa para os próximos dois anos e garantindo sua sobrevivência, pois o tempo do salve se quem puder esta chegando.

Wagner Pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com




segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Mercado global terá déficit de oferta de 800 mil scs em 2014/15 - OIC
O mercado global de café estará em
déficit de 800 mil sacas de 60 kg na temporada 2014/15, por perdas na colheita
de arábica pela seca no maior produtor global, o Brasil, e problemas causados
por doença fúngica na América Central, afirmou uma autoridade da
Organização Internacional do Café (OIC). Apesar disso, o mundo tem estoques
suficientes para atender ao consumo projetado de 146 milhões de sacas, disse na
sexta-feira o diretor-executivo da OIC, o brasileiro Roberio Oliveira Silva,
durante conferência na Etiópia. As informações partem da Reuters Brasil.

    Ainda assim, a projeção --a primeira vez que a OIC colocou um número
sobre o déficit esperado-- vai reforçar a preocupação de que os danos da
seca no Brasil levem a uma menor safra em 2015/16 no país. Seria o primeiro
déficit global no mercado global de café em cinco anos.

    Silva disse que a demanda por arábica do Brasil em 2015/16 vai superar a
oferta em 3 milhões de sacas. Essa é uma porção importante das exportações
anuais projetadas em 32,5 milhões de sacas. Ele afirmou que, apesar da falta
de estimativas governamentais, acredita que a produção brasileira de arábica
vai ser significativamente afetada na próxima temporada.

    "Minha percepção sobre isso, sendo um brasileiro e falando com muitas
pessoas do Brasil, sem ter uma estimativa do governo, é que vamos ter problemas
 no próximo ano em termos de safra", afirmou Silva.

    "A questão principal continua a ser o potencial da próxima safra no
Brasil, para 2015/16", disse Silva. "A safra de arábica vai sofrer."

    Problemas na safra do Brasil, juntamente com os danos de uma doença
fúngica conhecida como roya na América Central, impulsionaram os preços do
café arábica na ICE Futures neste ano para máximas de dois anos e meio de
2,2910 dólares por libra-peso, embora desde então eles tenham caído para até
 1,8640 dólar.

     Silva acrescentou que a arbitragem entre arábica e o café robusta, mais
barato e de menor qualidade, dobrou nos últimos seis meses, causando um
deslocamento da demanda em direção ao robusta.
 
DÓLAR AMERICANO FIRMA E PRESSIONA COMMODITIES, Por Rodrigo Costa 



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Comentário Semanal - de 3 a 7 de novembro de 2014
DÓLAR AMERICANO FIRMA E PRESSIONA COMMODITIES
O Banco Central Europeu aprovou com unanimidade o plano de compra de títulos da entidade, que incrementará seu balanço em 1 trilhão de euros para os próximos dois anos, e o presidente Mario Draghi disse que estudará outros estímulos para a região – embora sempre mencione que é necessário esforços dos países membros em fazer reformas estruturais.
O desemprego nos Estados Unidos no mês de outubro caiu para 5.8%, o nível mais baixo desde julho de 2008. A boa notícia vem acompanhada do aumento da participação na força de trabalho, e estes fatores contribuíram para o Dow Jones e o S&P500 fazerem novas altas históricas – uma bela recuperação da queda durante o mês que chegou próximo a 9% em um momento.
O dólar americano neste cenário reina quase que absoluto, firmando bastante sobre diversas moedas, e pressionando as commodities – que são denominadas em dólar.
O café em Nova Iorque fechou a semana com perdas de US$ 7.41 por saca, e em Londres apenas US$ 1.74 mais baixo. Diante de uma liquidação de fundos em diversas matérias-primas e de um Real que negociou a R$ 2.5881, a performance não foi de toda ruim.
Por outro lado o gráfico fica vulnerável e um novo mergulho abaixo de 180.00 centavos para o contrato de março de 2014 vai causar um frio na espinha dos altistas que acompanham a posição comprada dos fundos de perto. Aliás, muito tem se falado sobre a liquidação dos fundos de índice que de fato terão que diminuir sua posição, mas que só acontecerá no começo de 2015 e eu particularmente acho improvável que alguém se antecipe as estas vendas antes de ter uma idéia do pegamento das floradas no Brasil..
O mercado físico foi um pouco melhor movimentado, muito embora em volume tímido. Compradores mantêm uma postura calma no gerenciamento dos seus livros, aproveitando para fazer fixações (leia-se, comprar futuros) já que os diferenciais não estão tão interessantes quanto há duas semanas.
A tranquilidade dos países consumidores é reflexo do constante incremento dos estoques no destino, transferência que é justificada pela subida dos preços no ano e que mantém o fluxo alto com os vendedores performando disciplinadamente suas vendas feitas durante todo o período. Prova da movimentação do inventário é o recorde que o Brasil acaba de bater nos três primeiros meses de embarque de seu ano safra, com um volume de exportação de 12,378,146 sacas, atrás apenas dos 12,083,164 sacas de julho a outubro de 2010.
Outro país que se destaca é a Colômbia, que tanto o volume de produção como de exportação não para de subir, voltando aos patamares que não víamos desde 2008. A Guatemala, entretanto, teve a pior exportação acumulada em doze meses desde 1993/1994, com um total de 3,11 milhões de sacas, sofrendo ainda os efeitos da ferrugem que infestou seus cafezais.
Novas estimativas para a safra brasileira de 2015/2016 estão sendo comentadas por alguns agentes, e os números estão menos pessimistas do que anteriormente se falava – não custa dizer que ainda é prematuro falar algo diante de tanta incerteza. Para fins de exercício devemos questionar os alarmistas que apontam para uma safra menor que 40 milhões de sacas, pois se a produção de conillon for de 17 milhões de sacas, teremos que ver um volume da produção do arábica menor do que 23 milhões de sacas para que isto aconteça.
As chuvas têm sido mais regulares, com volume razoável, e com isto as fotos mostram árvores todas salpicadas de branco. Porém em diversas regiões nota-se um desfolhamento acentuado, fazendo com que agrônomos alertem para um pegamento aquém do ideal.
O COT (relatório de posicionamento dos traders) indicou que os fundos diminuíram seus longs para os níveis das conversas de “pré-seca” de outubro, o que me faz imaginar que não veremos uma liquidação muito maior, pois muitos querem ao menos esperar até Dezembro para terem uma noção melhor das lavouras brasileiras.
Uma recuperação do dólar e o arábica respeitando os 180 centavos, vão desestimular os vendedores e na sequência deve provocar uma correção que acelerará recompras com um eventual rompimento dos nível de US$ 193.70 para contrato de março de 2015.
Uma boa semana e bons negócios a todos.
Rodrigo Costa*

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

ICE Coffee Hits Support Zone -- Technical Analysis
Kira Brecht

  The near term technical trend outlook is bearish for ICE March coffee futures, but the market has
fallen to a support zone that could stabilize price action.
ICE March coffee recently traded down 295 points at $1.8955 a pound.
  Since hitting a recent high at $2.2910 on October 13, the bears have been in control of the
short-term trend, driving coffee prices lower to the November 4 low at $1.8640. Coffee prices have
retreated swiftly in recent weeks and have now hit a support zone, which could stall or slow the
recent selling pressure. The market is testing long-term 200-day moving average support at $1.8931.
Coffee prices breached the 200-day moving average briefly on Tuesday, but rebounded above that zone
by the final bell.
  The March coffee contract has been trading above its 200-day moving average since late January. It
is largely considered to be a proxy for the long-term trend is a widely watched technical indicator.
This area could act as support in the short-term.
  Overall, the shorter-term moving average outlook is bearish for March coffee as the contract is
trading below its 20-day, 40-day and 100-day moving averages.
  However, daily momentum studies, including the 9-day relative strength index and slow stochastics
have fallen to oversold levels on the recent coffee price retreat. The oversold readings reveal that
coffee prices are vulnerable to a period of sideways consolidation or even upward correction. The
bears may be losing some steam.
  On a multi-month basis, March coffee futures have traded back and forth within a wide range band
since April. Minor trends have been seen, but the larger trend is neutral between major resistance
at $2.2450-$2.2910 and major support at $1.6645. There is an intervening support zone at $1.8060,
the mid-September swing low. That zone is important near term chart support and was the starting
point for the minor rally move seen in September and early October.
  The combination of the 200-day moving average, the proximity of the mid-September swing low, along
with oversold momentum readings, could stall the recent selling pressure. Or, the bears could drive
for a quick test of the September low at $1.8060, but then that floor could act as a sticking point.

  Bottom line? The near term trend outlook is weak. But, the market is oversold and near important
technical chart support levels. The larger multi-month trend for coffee prices remains neutral and
choppy within a large range. For now, the bears may need to pause to take a rest after the
significant price slide seen from the mid-October high.
  But, if major support at the 200-day moving average and then the September swing low at $1.8060
cracks, it will show the bears remain in firm control of the trend. If that were to unfold, March
coffee would be vulnerable to additional price deterioration with a major target at the July 15 low
at $1.6645.


quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Safra de café do Brasil em 2015 deve atingir até 47 mi sacas, prevê Rabobank

(Reportagem de Reese Ewing)

A safra de café do Brasil no ano que vem deverá atingir, na melhor das hipóteses, 47 milhões de sacas de 60 kg, estável ante o volume de 2014, previu um analista do Rabobank.
Rafael Barbosa, especialista de alimentos e agronegócio do banco, disse esperar o retorno das chuvas nas próximas semanas às regiões de café atingidas pela seca, o que provavelmente desencadeará o florescimento generalizado em todo o cinturão produtor para a temporada 2015.
Mesmo assim, ele não vê "muito espaço" para uma colheita muito maior no próximo ano, mesmo que as chuvas ocorram com regularidade a partir de agora pelo resto da temporada.
"Minha opinião é que estamos começando uma safra com potencial em 2015 para o mesmo tamanho da de 2014: 47 milhões de sacas", disse Barbosa.
"A partir de agora, até o início da colheita, o clima vai definir se é possível --ou não-- de se atingir esse potencial", afirmou.
Ele acrescentou que, se as chuvas não se concretizarem ou se houver mais problemas climáticos para o desenvolvimento da nova safra no maior produtor global, "poderíamos ver uma diminuição de oferta (em produção) no próximo ano e uma colheita consideravelmente menor".
Mas ele ressalvou que este não era o seu cenário básico.
"Eu assumo que as chuvas voltarão e que o tempo vai se desenvolver normalmente."
Segundo Barbosa, das 47 milhões de sacas colhidas na safra deste ano, os grãos arábica representaram 30 milhões de sacas e os de robusta, 17 milhões.
Na próxima semana, chuvas cobrem grande parte da área agrícola do Brasil, inclusive regiões de café, segundo a Somar Meteorologia.

Fonte: Reuters
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Early Ag Weather Watch - Oct 30
 

EARLY LOOK WEATHER REPORT
 
NATIONAL TEMPERATURE/RAINFALL EXTREMES:
HIGH WED...94 AT THERMAL CA
LOW  WED...11 AT HETTINGER ND
24 HOUR RAINFALL ENDING AT 06:00 PM CDT: CHARLESTON WV 0.96 INCH
 
US OUTLOOK AND MODEL DISCUSSION 6-10 DAY PERIOD:
 
The US and European models are in fair to good agreement during the first
few days of this period, although there is a slight difference as it concerns
timing of a trough that moves west to east across the northern US and Great
Lakes region during this period. The models are in fair agreement during the
last couple of days of the period. I am using a little more of today's European
model as it concerns the last part of the period.
Today's US model shows a strong short wave trough tracking from the northern
plains across the upper Midwest and Great Lakes region from Thursday to
Saturday of next week. If real this would likely mean somewhat colder weather
returning briefly at the end of the period. The European model is weaker with
this feature and would suggest no significant change in temperatures. Neither
model has much moisture associated with the trough in the US while the US model
has somewhat more precipitation moving across southern Canada.
 
MAJOR WORLD HIGHLIGHTS/IMPACT:
 
MATO GROSSO/GOIAS, BRAZIL (SOYBEANS): A somewhat drier period through Sunday
will favor planting in areas that received significant rains last week and have
adequate soil moisture. The next chance for scattered coverage rain appears to
be early next week.
 
SAO PAULO AND MINAS GERAIS BRAZIL (COFFEE, SUGARCANE): The region looks to be
somewhat drier and somewhat warmer during the next 4-5 days, although not
totally dry since there will be a few showers occurring at times. The period
Monday through Wednesday of next week looks to be more active. Increasing
showers should favor flowering coffee and developing sugarcane during that time
frame.
 
MIDWEST: Rain returns to the southern growing areas late in the 5 day and early
in the 6-10 period, leading to slow downs in the harvest of summer crops and
the planting of winter wheat. A more favorable pattern for field work elsewhere
in the region during this period.
 
DELTA: Improving conditions for summer crop harvests and winter wheat planting
during at least the next 5 days. Wet weather may redevelop after that leading
to field work delays.
 
NORTH PLAINS: Mostly favorable harvest weather during the next 7-10 days.
 
CENTRAL/SOUTH PLAINS: Mostly favorable conditions for the harvest of summer
crops and the planting of winter wheat during the next 4 days. Mostly favorable
conditions for developing winter wheat at this time. Rain in southern growing
areas after this period should help maintain/improve growing conditions.
 
SOUTH AFRICA (MAIZE/SUGARCANE): Hotter, drier weather continues for another 4
or 5 days. This likely means further planting delays for maize through north
and west areas. A strong trough moves in after that which has the potential to
bring widespread showers and thunderstorms to the region.
 
UKRAINE/WEST AND SOUTH RUSSIA: Drier weather and variable temperatures during
the next 5-7 days. This favors any late summer crop harvests and the final
planting effort for winter grains. Soil moisture should favor development of
winter grains in west and south areas but it may be too dry is some north and
east growing areas.
 
INDIA: Tropical cyclone 04a, with 50 knot winds, was located near 20.2n/64.3 at
0900 gmt Thursday or in the northern Arabian Sea about 294 miles east of
Masirah island. The system has been moving towards the northeast at 5 knots.
This system is now expected to weaken and dissipate over water before reaching
the coast of either southeast Pakistan or northwest Gujarat India.
 
EXPANDED SUMMARIES/FORECASTS:
 
Midwest corn, soybean and winter wheat
 
Summary...
 
WEST: Dry yesterday. A little drizzle has developed over western areas during
the night. Temperatures averaged near normal yesterday.
 
EAST: A little light rain in the northeast, drier elsewhere in the region.
Temperatures averaged near to slightly below normal.
 
Forecast...
 
WEST: Mostly dry today through Saturday. Temperatures average above normal
today, below or well below normal Friday and Saturday.
Mostly dry Sunday. Chance for rain or showers through northern Missouri and
southeast Iowa during Monday through early Tuesday. Drier elsewhere in the
region during this time. Mostly dry later Tuesday. Temperatures average near to
above normal.
 
EAST: A few light or very light showers may occur today or tonight, favoring
southern and eastern areas. Showers may linger in the east, drier west, during
Friday. Mostly dry Saturday. Temperatures average near normal today, below
normal tomorrow and Saturday.
Mostly dry Sunday. Chance for showers or rain through southern Illinois
across to the Ohio river valley during Monday or Tuesday. Only light showers
through northeast areas during this period, little through the northwest.
Temperatures average below normal Sunday, near to above normal Monday and
Tuesday.
 
6-10 Day Outlook: Temperatures are expected to average near to above normal
during this period. Rainfall near to above normal south, near to below normal
north.
 
North Plains (Spring Wheat, Corn, Soybeans)
 
Summary: Dry or with only a few very light showers through southwest North
Dakota during the past 24 hours. Temperatures averaged above normal through the
west, below normal central and east.
 
Forecast: Mostly dry today through early Saturday. Showers or light rain may
develop through the central Montana area later Saturday or during Saturday
night, continued dry elsewhere in the region during this time. Temperatures
average above normal in the west during this period. The eastern areas should
be colder today and Friday before warming to near normal during Saturday.
Chance for showers or scattered light precipitation during Sunday. Drier
Monday. Dry Tuesday. Temperatures average near to above normal during this
period.
 
6-10 Day Outlook...Temperatures are expected to average near to above normal
during this period, coolest northeast areas. Rainfall near to below normal.
 
Central/Southern Plains (Winter Wheat, Corn, Soybean, Sorghum)
 
Summary: Mostly dry during the past 24 hours. Temperatures averaged near to
above normal yesterday.