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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

World Coffee Weather
Brazil Mostly Dry, Warm Through Sep. 13

By Andy Karst

           Kansas City, September 5 (World Weather, Inc.) – Mostly dry and warm weather will occur in Brazil coffee production regions during the coming eight days. The earliest that showers and thunderstorms can develop over any part of the region would be September 14 and most of those are expected to be light while concentrated in the south.  Coffee areas in west-central Africa will see regular rounds of showers and thunderstorms through the next week that should promote favorable conditions for coffee. 


BRAZIL
        






















    An erratic distribution of light showers occurred in coffee areas Thursday. Most of the resulting rainfall was insignificant in relation to evaporation. A few areas received between 1 and 8 millimeters, but coverage was well below 15% leaving most areas dry. High temperatures cooled in southern coffee areas with middle and upper 20s Celsius common except in coastal Sao Paulo where a few upper teens were noted. Highs further north were in the upper 20s and lower 30s except from northern Minas Gerais to central Bahia where readings were 35 to 38.  Lows this morning were 10 to 16 in most areas with readings of 19 to 25 in some northern and eastern areas. 
            Mostly dry weather is expected through Saturday, September 13. Any showers that evolve will be extremely brief and generally insignificant while temperatures are mild to warm. Daily highs will range in the middle 20s and lower 30s most often with a few lower 20s south and a few middle 30s north. Most northernmost crop areas will report extreme high temperatures no warmer than 36. Lowest morning temperatures over the coming week will be 11 to 16 in the south and 14 to 21 in the north. 
            Rain chances will increase after September 13, but most of the precipitation is expected to be light and erratically distributed across parts of coffee country. Southern areas will be influenced initially. Temperatures will not change much from September 13-18. 


Volcafé: Produção mundial cai 8,10% e déficit será de 8,8 milhões de sacas

Café terá a maior escassez em nove anos como a seca reduz a cultura no Brasil, o maior produtor, de acordo com Volcafe Ltd.
A demanda vai exceder a produção em 8,8 milhões de sacas em 12 meses a partir 01 de outubro, o maior desde 2005-06, a unidade com sede na Suíça Winterthur, das commodities trader ED & F Man Holdings Ltd., disse em um relatório por e-mail hoje. O superávit foi de 7 milhões de sacas em 2013-14. Safra de arábica do Brasil será 29,5 milhões de sacas em 2014-15, a menor em sete anos.
"A condição das árvores de café no Brasil, à frente da florada principal, é pobre", disse Volcafe, referindo-se a colheita do ano seguinte. "A grande déficit de chuvas nas áreas de arábica do Brasil tem impactado negativamente o crescimento vegetativo e potencial de rendimento."
Os preços do café arábica saltou 83 por cento este ano, como tempo danificado árvores secas que transportam a safra deste ano. O aumento forçado os compradores, incluindo JM Smucker Co., fabricante de Folgers, a marca mais vendida dos EUA, para aumentar os preços de varejo.
A produção mundial cairá 8,1 por cento, para 142,7 milhões de sacas, uma baixa de três anos, o consumo sobe 2 por cento, para 151,5 milhões de sacas, disse Volcafe.
A estimativa da safra Brasil foi elevado para 47 milhões de sacos de 45,5 milhões de sacas em maio, em parte por causa de uma safra robusta maior, de acordo com o relatório. O déficit de arábica será 6,9 milhões de sacas de robusta e 1,9 milhões de sacos.
A estimativa de produção robusta do Brasil foi elevada para 17,5 milhões de sacas de 17,1 milhões de sacas, enquanto a produção robusta da Indonésia é visto caindo para 7,5 milhões de sacas de 10,5 milhões de sacas no ano passado. Vietnã, maior produtor de robusta do mundo, produzirá 27,5 milhões de sacas de feijão, uma queda de 28,8 milhões de sacas no ano anterior, disse Volcafe.
Produção na Colômbia, o segundo maior produtor de arábica, subirá para 12 milhões de sacos a partir de uma estimativa anterior de 11,5 milhões de sacas, disse. A próxima safra está a beneficiar de melhores condições em seis temporadas, depois de um programa de renovação árvore impulsionou a saída de 7 milhões de sacas em 2011-12, disse Volcafe.

Previsão da Volcafé sobe de 45,5 para 47 milhões de sacas
A Volcafe elevou sua previsão para a safra brasileira de café 2014/15 para 47 milhões de sacas de 60 kg, disse a divisão de café da trading de commodities ED&F Man em um relatório nesta sexta-feira.A empresa, com sede na Suíça, havia estimado em abril a safra em 45,5 milhões de sacas.
"Nós ajustamos a nossa previsão de produção brasileira levemente para 47 milhões de sacas, refletindo produtividades melhores que as esperadas em Minas Gerais e uma maior safra de café conillon (robusta)", disse a Volcafe.
"Em geral, as produtividades da colheita confirmaram nossas preocupações iniciais e a safra de arábica será de 29,5 milhões de sacas, a menor desde 2007."
A Volcafe disse que a safra do Brasil deverá ficar 18 por cento abaixo da temporada anterior, resultando no maior déficit no mercado global de café desde 2005/06.
O relatório disse, no entanto, que há uma possibilidade de um déficit ainda maior em 2015/16, o que está sustentando os preços do café e mantendo o mercado em alerta.
"Mesmo que seja muito cedo para fazer uma estimativa para 2015, está claro que as condições das árvores de café no Brasil está ruim antes da principal florada", disse a Volcafe.
Caso se confirme a ampliação do déficit global em 2015/16, a relação entre estoque e consumo cairia para uma taxa sem precedentes, disse a empresa.
A Volcafe previu a safra 2014/15 do Vietnã, maior produtor global de café robusta, em 28,5 milhões de sacas, queda ante os 30 milhões da temporada passada.
"Embora a substituição pela produção de pimenta e uma geada no norte do país tenham sido negativas para a produção da próxima temporada, os bons preços do robusta têm sustentado amplamente o uso de insumos e a renovação dos cafezais", disse o relatório.Reuters 


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Cocoa Ends at 6-Week Low; Arabica Coffee Slides 3.4%
Leslie Josephs

  NEW YORK--Cocoa prices ended at a six-week low Wednesday, as traders prepared for
larger-than-expected supplies of the chocolate ingredient this year.
  The cocoa contract that expires in December fell $19, or 0.6%, to $3,146 a ton on the ICE Futures
U.S. exchange. It was the lowest closing price for the most actively traded cocoa contract since
July 22.
  Prices have dropped 2.5% since the International Cocoa Organization revised its forecast from a
supply shortfall to a surplus last week. Cocoa production will likely outpace demand by 40,000
metric tons in the season that ends Sept. 30, the London-based industry group said, compared with
its previous forecast for production to fall short by 75,000 tons.  Worldwide, cocoa production will
likely reach a record 4.345 million metric tons this season, the ICCO said, up 4.4% from its
previous forecast and 10% more than last season.
  Traders are likely taking profits from bets that prices would rise, but prices are set to rebound,
said Hector Galvan, senior market strategist at RJO Futures in Chicago.
  "The news from last week on the surplus in cocoa could also be a contributing factor," he said,
referring to the sell-off. "Nonetheless, this is still a bull market and I would not be quick to
turn my back to it."
  Cocoa futures last month rose to the highest point in more than three years, amid strong demand
for chocolate. Globally, retail chocolate sales will likely hit a record 7.3 million metric tons
this year, according to market-research firm Euromonitor International.
  In other markets, cotton for December rose 1% to 65.96 cents a pound. In a weekly report released
after the market closed on Tuesday, the U.S. Department of Agriculture rated 50% of the U.S. cotton
crop as "good" or "excellent" in the week ended Aug. 31, down one percentage point from the previous
week. The report was released Tuesday instead of Monday because of the Labor Day holiday.
  Arabica coffee for December ended down 3.4% at $2.0230 a pound, after rising to a four-month high
in the previous session. It was the largest one-day percentage drop for the most actively traded ICE
coffee contract since Aug. 19.
  Orange-juice concentrate for November was 0.3% higher at $1.4940 a pound, while October raw sugar
was 1.3% lower at 15.62 cents a pound.
Cocoa Falls to 6-Week Low; Arabica Coffee Eases From High
Leslie Josephs

  NEW YORK--Cocoa prices fell to the lowest point in six weeks on Wednesday, after a closely watched
forecast showed global supplies would be higher than expected this year.
  The cocoa contract that expires in December fell to $3,144 a ton on the ICE Futures U.S. exchange.
It was the lowest for the most actively traded cocoa contract since July 23. December cocoa was
recently down 0.4% at $3,153 a ton.
  Cocoa production will likely outpace demand by 40,000 metric tons in the season that ends Sept.
30, the International Cocoa Organization said last week. The London-based industry group had
previously expected production to fall short by 75,000 tons. Worldwide, cocoa production will likely
reach a record 4.345 million metric tons this season, the ICCO said, up 4.4% from its previous
forecast and 10% more than last season.
  Traders are likely taking profits from bets that prices would rise, but prices are set to rebound,
said Hector Galvan, senior market strategist at RJO Futures in Chicago.
  "The news from last week on the surplus in cocoa could also be a contributing factor," he said,
referring to the sell-off. "Nonetheless, this is still a bull market and I would not be quick to
turn my back to it."
  Cocoa futures last month rose to the highest point in more than three years, amid strong demand
for chocolate. Globally, retail chocolate sales will likely hit a record 7.3 million metric tons
this year, according to market-research firm Euromonitor International.
  Arabica coffee for December was down 2.7% at $2.0370 a pound, after rising to a four-month high in
the previous session.
  Orange-juice concentrate for November was 0.5% lower at $1.4820 a pound, while October raw sugar
was 0.8% lower at 15.70 cents a pound. Cotton for December was 0.1% lower at 65.28 cents a pound.

Mapa autorizo importação do produto Benevia, utilizado no combate à broca em cafezais 



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  ​O Ministério da Agricultura autorizou nesta segunda-feira, 1, em caráter emergencial e temporário, a importação do produto BeneviaTM, utilizado no combate à broca em cafezais. "Trata-se de um passo inicial e de uma importante conquista para que a broca não impacte diretamente norendimento  e na qualidade de nossos cafés", disse, em nota, o presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro. Pelos termos, a Dupont, fabricante do produto, está autorizada a importar o ingrediente ativo utilizado na elaboração do pesticida. Fonte: Agência Estado.

Cooxupé, chuvas acumuladas Janeiro a Agosto

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Arabica-Coffee Futures Hit 4-Month High as Harvest Issues Mount
Leslie Josephs

     NEW YORK--Arabica-coffee prices rose to a four-month high Tuesday as dry weather in top grower
Brazil raised concerns over the size and quality of this year's crop.
     The December arabica-coffee contract on the ICE Futures U.S. exchange was up 3.4% at $2.0825 a
pound, after hitting $2.0975 a pound earlier in the session. That was the highest price since April
30.
     Brazil's coffee-growing areas are expected to remain mostly dry for the next two weeks,
according to São Paulo-based forecaster Somar Meteorologia. The lack of moisture could hurt
prospects for next year's crop. Early rains in July prompted some trees to flower ahead of schedule.
Dry weather following flowering could cause the trees to abort the flowers, which means coffee
cherries won't develop.
     Arabica-coffee prices have gained 88% this year after Brazil's worst drought in decades
prompted exporters, growers and analysts to lower their forecasts for this year's crop. Brazil is
the world's biggest coffee exporter and the source of around half of the world's arabica beans.
     Raw sugar for October was up 1.8% at 15.76 cents a pound, while December cocoa was down 1% at
$3,197 a ton.
     Cotton for December was 1.4% lower at 65.66 cents a pound before the U.S. harvest ramps up. The
U.S. Department of Agriculture expects the crop to reach 17.5 million bales, more than 35% larger
than last season's.
Orange-juice concentrate for November was down 0.4% at $1.4940 a pound.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014


Levantamento da Cooxupé aponta seca inédita nas principais cidades produtoras de café

Segundo levantamento da Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), os municípios do Sul e Sudoeste de Minas Gerais e Alto do Rio Pardo em São Paulo vivenciam uma seca inédita neste ano, que já reflete na colheita da safra atual e que pode prejudicar significativamente a safra 2015/16. Com a possibilidade de quantidade menor do produto devido às condições climáticas nas principais regiões produtoras, a Bolsa de Nova York para o café arábica registrou expressivas altas nos últimos dias.
As cidades que apresentam maior déficit hídrico são Campos Gerais-MG – importante produtora de café no Estado, com déficit de 235,7mm, Monte Carmelo-MG, com 199,3mm e Carmo do Rio Claro-MG, com déficit de 196,7mm. No entanto, cerca de 15 municípios monitorados da área de atuação da Cooperativa tiveram menos chuva este ano em relação a 2013. Para realizar o levantamento, os técnicos da Cooxupé levam em conta a precipitação, temperatura média, número de dias e radiação solar de cada localidade.
O produtor de café da Fazenda Capetinga, José Augusto Gomes, da cidade de Campos Gerais-MG, que tem o maior déficit hídrico, afirma nunca ter visto situação parecida na cidade. “O estado está crítico, as chuvas são esporádicas, está inexplicável. Em alguns dias não temos nem água na torneira para beber. Nessa época do ano chovia-se cerca de 600mm, mas não choveu nem 100mm”, disse o cafeicultor com pouco entusiasmo.
A cidade de Campos Gerais-MG teve precipitação de apenas 349,6 mm neste ano e diferença de 70,7% com relação ao ano passado.
A falta de chuva não prejudica somente as plantações, desfolhando e queimando os pés de café, mas também impede os produtores de realizar o trabalho adequado de adubação. “Tínhamos que jogar adubo na plantação, mas não foi possível porque não tínhamos água para fazer”, disse Gomes ao NA.
Dados do Conselho Nacional do Café (CNC) apontam que a produção de café neste ano pode cair 18% quando a colheita terminar no mês que vem, para 40,1 milhões de sacas, após um declínio de 3,1% no ano passado. Para a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), a safra brasileira de café deve ficar em torno de 45 milhões e 47 milhões de sacas. No entanto, apenas quando a safra, que está sendo colhida terminar é que o setor terá números exatos para a quebra.
Segundo o coordenador de desenvolvimento técnico da Cooxupé, Maciel Yukio Nishiooka, a falta de chuva associada às altas temperaturas pode causar prejuízos as plantas e consequentemente quebra. “Os fisiologistas já mostram que poderá haver perdas devido ao pouco crescimento dos ramos plagiotrópicos (produtivos), como também a morte das raízes absorventes, comprometendo a absorção de água e nutrientes o que consequentemente pode levar a uma queda na produção”, ressalta.
No entanto, de acordo com Gomes, a preocupação agora não é mais com a safra atual, nem a de 2015. Segundo o cafeicultor, a safra 2014 já representa perda de 45% em sua fazenda e a de 2015 estima-se que tenha quebra de 35% a 40%. “Eu não estou mais preocupado com a quebra na safra de 2015, pois ela já está praticamente confirmada. O que mais me preocupa é a de 2016. Se chover agora não vai adiantar nada para a safra atual, nem para a próxima, será para a de 2016”, diz.
Com a possibilidade de menor quantidade de produto devido às condições climáticas nas principais regiões produtoras de café do Brasil, a Bolsa de Nova York vem registrando altas expressivas nos últimos dias, o valor médio da saca subiu quase 70%. Para o consumidor, o café também subiu cerca de 12%.
Se os números pessimistas se confirmarem, 2015 pode ser o terceiro ano consecutivo de queda de produção, o que seria o declínio mais longo desde 1965.

 
Déficit hídrico 2014

Município
Déficit Hídrico (mm)
Precipitação 2014 (mm)

Acumulado
Acumulado


Campos Gerais
235,7
349,6

Monte Carmelo
199,3
624,6

Carmo do Rio Claro
196,7
408,8

S.J. Rio Pardo
179,7
502,4

Alfenas
166,5
458,4

Rio Paranaíba
153,4
501,2

Coromandel
145,3
824

Guaxupé
119,5
569,9

Serra do Salitre
95
572,2

Monte Santo
76,5
756,8

Nova Resende
75,9
561,8

Caconde
61,5
584,4

Campestre
58,4
561,8

Cabo Verde
40
610,8



Variação da precipitação acumulada de janeiro a agosto entre os anos 2013 e 2014


Precipitação  jan-ago(mm)

Município
2013
2014
variação 14/13
Campos Gerais
1193,4
349,6
-70,7%
S.J. Rio Pardo
1637,8
502,4
-69,3%
Carmo do Rio Claro
1124,8
408,8
-63,7%
Rio Paranaíba
1192,8
501,2
-58,0%
Caconde
1319,8
584,4
-55,7%
Campestre
1247,8
561,8
-55,0%
Cabo Verde
1239,6
610,8
-50,7%
Serra do Salitre
1125,6
572,2
-49,2%
Nova Resende
1104,8
561,8
-49,1%
Guaxupé
1037,8
569,9
-45,1%
Alfenas
785,2
458,4
-41,6%
Monte Santo
1188,2
756,8
-36,3%
Monte Carmelo
961,2
624,6
-35,0%
Coromandel
860,6
824
-4,3%