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sábado, 19 de outubro de 2013

Três Corações investe R$ 150 mi no segmento de dose única

Serão 16 produtos em dose única (em porções), inclusive chá, em embalagens com 10 cápsulas cada

A torrefadora mineira de café Três Corações, joint venture com a nordestina Santa Clara, vai lançar nacionalmente a marca "Tres", que compreende diversos produtos para o segmento de dose única.

A empresa pretende investir cerca de R$ 150 milhões no setor nos próximos 5 anos, sem incluir uma unidade fabril, provavelmente no sul ou norte de Minas Gerais, pois atualmente a tecnologia é importado da Itália.

São três as versões das máquinas de café para dose única da Três Corações (Modo, Gesto e Serv), as quais já foram lançadas em maio durante evento do setor supermercadista, em São Paulo.

Serão 16 produtos em dose única (em porções), inclusive chá, em embalagens com 10 cápsulas cada.

O especialista em Tecnologia de Café da Três Corações, Lauro Araújo Ré, informou que o segmento de dose única, ou monodose, "não é uma febre, nem modismo. Ainda é um nicho no Brasil, mas veio para ficar", disse ele, que participa do 21º Encontro das Indústrias de Café (Encafé), em Guarujá, no litoral paulista.

Segundo Araújo Ré, o segmento de máquinas em dose única representa atualmente apenas 1% do total de vendas de café no Brasil. Nos Estados Unidos, o índice é de 7%, enquanto na França alcança 30%. "A expectativa é de crescimento de até 18% até 2017", comentou.

Pesquisa da ACNielsen mostra que a taxa de crescimento do segmento de dose única foi de 12% em 2012.

Estariam ativas atualmente cerca de 700 mil máquinas no país, mas a presença em lares é de apenas 0,6% (276 mil domicílios). Na Espanha, 15% dos lares têm uma máquina monodose. O índice sobe para 50% em países como Holanda e França.
Café fecha semana com estabilidade e sem novidades na ICE
   
  Lateralidade. Clima letárgico. Assim pode ser descrita a última sessão da semana para o café na ICE Futures US, na qual praticamente nenhuma novidade foi verificada, com os preços se mantendo presos fielmente dentro de um intervalo curto e muito próximo dos 115,00 centavos de dólar, algo que, aliás, foi percebido ao longo de praticamente todas as cinco sessões desta semana. Ao longo desta sexta, o dezembro, muito pouco volátil, operou dentro de um range de apenas 105 pontos.

A falta de novidades impressiona quem atua no mercado de café há um bom tempo e se acostumou com os altos e baixos dessa commodity. A questão da disponibilidade desponta como o tema central das discussões dos players, sendo que a maior parte deles avalia o cenário sob um prisma baixista. Desde maio de 2011, as cotações estão enfrentando um quadro de retração considerável, cujo ápice se deu recentemente, quando a posição dezembro tocou os menores patamares em mais de 49 meses, no nível de 113,20 centavos de dólar por libra peso. Diante de uma safra brasileira alta colhida em um ano de bienalidade baixa, como é 2013, e com a perspectiva de o país registrar uma das suas maiores produções em 2014, o quadro disponível volta a se mostrar tranquilo para os compradores, que ainda têm a seu favor os estoques relativamente confortáveis e produções crescentes em origens como Colômbia e Vietnã. Tanta oferta inviabiliza o temor com a quebra registrada nos países centro-americanos devido à ferrugem do colmo.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição dezembro teve baixa de 5 pontos, com 114,65 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 115,10 centavos e a mínima de 114,05 centavos, com o março registrando desvalorização de 10 pontos, com 117,70 centavos por libra, com a máxima em 118,05 centavos e a mínima em 117,10 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro teve queda de 8 dólares, com 1.631 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 15 dólares, para o nível de 1.618 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi também de certa tranquilidade nos mercados externos. No segmento cambial, o dólar não demonstrou maior força em relação a várias moedas internacionais e fechou com estabilidade, ao passo que, passado o temor de um calote na economia norte-americana, as bolsas de valores nos Estados Unidos voltaram a respirar com tranquilidade e subiram, ao passo que o segmento de commodities não teve uma sexta-feira de maiores oscilações.

"Estamos vendo compradores e vendedores efetuando movimentos apenas pontuais. Há um significativo tempo não registramos uma venda mais agressiva ou uma compra mais incisiva, daquelas que mudavam a 'cor do terminal' em questão de segundos. O mercado de café está lento e muitos operadores não acreditam que essa tendência de lateralidade, de lentidão vá passar de uma hora para outra. Pelo contrário. Por termos vários fundamentos já bem assimilados pelo mercado, os players se mostram pouco afeitos a buscar uma mudança de cenário e se mostram tranquilos em permitir que os preços fiquem quase que imutáveis ao redor de um referencial psicológico", disse um trader.

A China está tendo um rápido aumento na quantidade de café que entra no país nos últimos anos, com o aumento das importações do grão em cerca de 43% em relação à temporada 2012/2013. De 2007 a 2011, a China importou 137 mil toneladas de café. No último ano, o aumento foi de 56%, passando de 1.025 milhão de sacas para 1,6 milhão de sacas. Desse total, 103.900 toneladas foram importadas do Vietnã - que representam mais de 75% das importações de café da China e 90% do total das exportações de café da Asean para a China. Além disso, durante o primeiro semestre de 2012, a China já havia importado 15 mil toneladas de café vietnamita.

As exportações brasileiras no mês de outubro, até o dia 16, totalizaram 861.783 sacas de café, alta de 5,88% em relação às 813.906 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 14.101 lotes, com as opções tendo 1.681 calls e 518 puts — floor mais eletrônico.

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 3.685 sacas, indo para 2.748.599 sacas. Tecnicamente, o dezembro na ICE Futures US tem resistência em 115,10 115,50, 116,00, 116,35, 116,50, 117,00, 117,50, 117,65, 117,95-118,00, 118,50, 119,00, 119,20, 119,50, 119,90-120,00, 120,50, 120,75, 121,00-121,05, 121,10, 121,50, 122,00, 122,50, 122,20 e 122,50 centavos de dólar, com o suporte em 114,05-114,00, 113,85, 113,50, 113,20, 113,00, 112,50, 112,00, 111,50, 111,00, 110,50, 110,10-110,00, 109,50, 109,00 e 108,50 centavos.




Londres sente pressão vendedora e recua quase 6% na semana
   
  Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta sexta-feira com novas perdas, consolidando uma semana das mais negativas, com perdas pronunciadas. A posição novembro fechou o período com o recuo de 5,89%, com as baixas vindo na esteira dos vencimentos de opções registrados ao longo da semana, o que vinha permitindo a manutenção de alguns intervalos.

De acordo com analistas internacionais, sem maiores amarras, o mercado volta a se debater sobre a safra de café do Vietnã, que deve colocar nas mesas de comercialização um volume consideravelmente alto de grãos e poderá exercer uma pressão ainda maior sobre os preços praticados no terminal londrino. Esses novos cafés devem começar a se avolumar em algumas semanas, já que o país indo-asiático ainda sofre para secar os lotes iniciais, face às chuvas incessantes das últimas semanas.

"É provável que os intervalos atuais não consigam ser preservados. Estamos num processo de baixa, mas ainda não testamos um patamar como o de 1.600 dólares que, se rompido, permitirá que stops de venda possam ser acionados. A boa disponibilidade vai pesar sobre os preços", disse um trader.

O novembro teve uma movimentação ao longo do dia de 4,73 mil contratos, contra 7,54 mil do janeiro. O spread entre as posições novembro e janeiro ficou em 6 dólares. No encerramento do dia, o novembro teve queda de 8 dólares, com 1.631 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 15 dólares, para o nível de 1.618 dólares por tonelada.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

ENCAFÉ: SAFRA 2014 DO BRASIL DEVE CAIR PARA 52 / 53 MI SACAS-COOXUPÉ
A safra brasileira de café em 2013 deve ter fechado em
56,550 milhões de sacas de 60 quilos , segundo números apurados no mercado,
destacou o superintendente comercial da Cooxupé (Cooperativa Regional de
Cafeicultores em Guaxupé), Lúcio Araújo Dias, que participou do 21o Encafé
(Encontro Nacional das Indústrias do Café), que ocorre de 16 a 20 de outubro
no Guarujá, litoral de São Paulo.
    A safra 2013 é dita de ciclo baixo produtivo dentro da bienalidade
cafeeira, que alterna anos de produção maiores com anos de queda no volume de
grãos nas árvores de café. Em 2014, entretanto, ano que tende a ser de maior
produção por esse aspecto bienal do café, a safra deverá cair para 52 a 53
milhões de sacas, estimou Lúcio Dias.
    Ele explicou que importantíssimas regiões produtoras do sul de Minas
Gerais e da Zona da Mata foram muito prejudicadas por condições climáticas
desfavoráveis recentemente, o que inverteu a bienalidade. Assim, em 2013 essas
regiões colheram uma safra melhor, que vai cair no ano que vem.
    Lúcio Dias comentou ainda que a qualidade da safra em 2013 está bem
abaixo do normal. Na região de atuação da Cooxupé no sul de Minas Gerais e
São Paulo, que em anos normais chega a colher 80% de cafés finos do total,
este ano o índice caiu para 43%. Já os grãos considerados de baixa qualidade
no sul de Minas Gerais e SP envolvem nessa safra 24% do total, quando em bons
anos podem ficar em apenas 5% ou menos. O cerrado mineiro teve condições
melhores, com 74% da safra sendo de cafés finos, 20% de grãos médios e 6% de
baixa qualidade.

ENCAFÉ: ESTOQUE FINAL 2013/14 BRASILEIRO DEVE FICAR EM TORNO DE 4 MI SCS-COOXUPÉ
O estoque final da safra brasileira de café 2013/14
(julho/julho) deverá ficar em cerca de 4 milhões de sacas de 60 quilos. A
projeção é do superintendente comercial da Cooxupé (Cooperativa Regional de
Cafeicultores em Guaxupé), Lúcio Araújo Dias, que participou do 21o Encafé
(Encontro Nacional das Indústrias do Café), que ocorre de 16 a 20 de outubro
no Guarujá, litoral de São Paulo.
    Como representante da maior cooperativa de café do Brasil e do mundo,
Lúcio Dias surpreendeu ao apresentar números de mercado para a safra
brasileira de café. Com base nesses números levantados, ele indicou que a
produção nacional em 2013 chegou a 56,550 milhões de sacas, sendo 40,450
milhões de sacas de arábica e 16,1 milhões de sacas de conilon. Ele indicou o
consumo no ano em 20,3 milhões de sacas.
    Ainda assim, Lúcio Dias ressaltou que não há sobras exorbitantes para a
próxima temporada. Balanço do estoque de café verde apresentado por ele
mostrou um saldo de 49,468 milhões de sacas em 31 de agosto de 2013 (30,839
milhões de sacas de arábica e 18,629 milhões de conilon).
    Ele comentou que não vê como se comenta uma explosão de consumo de
conilon no Brasil, com o arábica sendo deixado de lado. Para isso, demonstrou
que em setembro os dados mostram uma exportação brasileira de 2,287 milhões
de sacas (2,146 milhões de arábica e apenas 141 mil sacas de conilon). Houve
ainda embarque de 275 mil sacas de solúvel. E, mais, o consumo interno foi em
setembro apontado neste balanço em 1,692 milhão de sacas. Deste volume de
consumo, 1,353 milhão de sacas envolveu arábica e somente 339 mil sacas (20%
do total). "O que estão sendo comprado de verde agora e que deve ser comprado
em outubro e novembro dos produtores vai ser 80% de arábica e 20% de conilon",
disse, contestando outras palestras que alertaram para um empate na demanda por
conilon e arábica no Brasil.
    Com este consumo e exportações em setembro, e levando-se em
consideração um estoque de 49,468 milhões de sacas ao fim de agosto, Lúcio
Dias apresentou um estoque em 30 de setembro de 2013 de 45,214 milhões de
sacas, sendo 27,285 milhões de arábica e 17,929 milhões de conilon.
Mantendo-se as exportações e o consumo na média do mês de setembro, o Brasil
chegaria ao final de junho de 2014 com um estoque de passagem para a safra
2014/15 de 6,928 milhões de sacas. Tirando disso os 3 milhões de sacas das
opções, que deverão ser todas exercidas se o preço do café não melhorar, o
estoque de passagem ficaria em 3,9 milhões de sacas, comentou o
superintendente à Agência SAFRAS.
Encafé : Economista José Mendonça de Barros prevê sequências de preços baixos

Os preços internacionais do café deverão continuar baixos por um bom tempo. Essa é a estimativa do economista e consultor da MB Associados, José Roberto Mendonça de Barros, que foi palestrante no 21o Encafé (Encontro Nacional das Indústrias do Café), que ocorre de 16 a 20 de outubro no Guarujá, litoral de São Paulo.

Para os produtores, segundo Mendonça de Barros, o desafio é o controle de custos, porque o cenário de preços não é favorável. Citou o aumento na utilização do robusta pelas indústrias globalmente, participação maior que “veio para ficar”, segundo ele.
A oferta vai crescer no curto a médio prazo, aponta Mendonça de Barros.

Ele observa que a Colômbia está crescendo e que no Brasil os efeitos da bienalidade são bem menores agora, com a melhora na produtividade e tecnologia na lavoura.

“A tendência é de baixa, e muito mais no arábica que no robusta”, comentou, referindo-se ao fato de que o aumento do uso de robusta nos blends pode dar melhor sustentação aos preços, o que já está sendo visto no mercado há um bom tempo. Apesar desse cenário desfavorável, o economista não concorda com a ideia do governo refazer grandes estoques de café, porque isso no passado custou caro adiante para o setor. “Refazer estoques é uma solução perdedora já na saída”, afirmou. O produtor terá de gerenciar melhor os custos e aumentar a produtividade para enfrentar as baixas cotações.

No lado da indústria, com a matéria prima mais barata, esse quadro deve ser um estímulo para as empresas buscarem fazer produtos diferenciados e com mais qualidade.
Coffee Board nixes options pricing strategy
The Gleaner – Jamaica - Friday | October 18, 2013

Risk-management training delivered by the World Bank has assisted in sensitising the group to the need for diversified markets given the price volatility of coffee, says the Coffee Industry Board (CIB).

Coffee producers were advised that they could hedge against falling coffee price by taking up positions in the coffee futures market. They can also sell coffee contracts in the futures market to cover the quantity of coffee to be produced.

However, Dave Gordon, senior information officer at the CIB, said the commodity board has no cause to apply such price-management strategies because it deals in a niche market product - Jamaica Blue Mountain coffee (BMC) - that is not traded on commodity exchanges.

CIB operates both as a regulator of the coffee market and marketer of the product.

The exposure to options trading was good information, "but BMC does not relate to futures and hedging. It's a premium product and scarce. Even when Japan is taking less it is still low in supply," Gordon said.

The World Bank seminars were delivered under a three-year project for improving agriculture risk management in the Caribbean, which ended in 2012.

The information officer said that local farmers had learned to spread their risk by organising groupings of family-run farms to sell to several buyers.

"When they are out there in the field transacting at the depot, they are not selling all their coffee to one man. They select a number of processors and coffee traders, so that if one develops cash flow problems they will have some income," he said.

World Bank training was conducted in five modules: understanding price risk and its impact on operations; risk assessment and break-even analyses; physical coffee contracts to manage price risk; hedging and options contracts; and integrating a price risk-management programme into business operations.
Goldman Sachs Cuts Arabica Coffee Forecasts by 7.7% on Weather
Isis Almeida - Oct 18, 2013 7:23 AM GMT-0300

Goldman Sachs Group Inc. cut its price forecasts for arabica coffee traded in New York by 7.7 percent, citing favorable weather and the biggest stockpiles of the variety favored by Starbucks Corp. (SBUX) in five years.

The beans traded on the ICE Futures U.S. exchange will be at $1.20 a pound in three, six and 12 months, the bank said in a report e-mailed today. That’s down from last month’s forecast for $1.30 a pound. Arabica coffee futures fell 20 percent this year on signs of bigger harvests in leading producer Brazil and Colombia, the second-biggest grower of the variety.

“Arabica coffee prices continued to decline last month on larger than expected Colombian production and favorable weather for the upcoming crop in Brazil,” Damien Courvalin, an analyst at the bank in New York, wrote in the report.

Futures are heading for a third year of declines, the longest losing streak since 1993. The commodity is the fourth worst performer this year in the Standard & Poor’s GSCI gauge of 24 raw materials, with only gold, silver and corn down by more. Stockpiles at the end of this season will be 30.5 million bags, the highest since 2008-09, estimates the U.S. Department of Agriculture. A bag of coffee weighs 60 kilograms (132 pounds).

Coffee prices could rebound if there are further cuts to production in Central America, where leaf rust disease has hit crops, or if funds decide to close out bets on lower prices, Goldman said. Large and small speculators excluding index funds have been betting on lower prices since 2011, data from the U.S. Futures Trading Commission compiled by Bloomberg showed.

Arabica coffee for December deliver was little changed at $1.1475 a pound on ICE by 5:53 a.m. in New York.

Sugar Surplus

While the global sugar surplus will be smaller this season than previously expected because of import demand from China and Indonesia, stockpiles will rise for a fourth consecutive season, Goldman said. Prices rallied 11 percent last month as rainfall reduced output in Brazil’s center south, the main growing region of the world’s leading producer, and funds started buying.

“We view the recent rally as likely excessive given current fundamentals, exacerbated by the covering of large net short ICE speculative positions,” Courvalin said.

Sugar prices will be at 17.50 cents a pound in three months and 19 cents a pound in six and 12 months, the bank forecasts. The sweetener, which fell to as low as 15.93 cents a pound in July, was trading today at 18.96 cents a pound for March delivery.

Cocoa Inventories

Global cocoa inventories will decline for a second year as processing rises. Bean grinding in Europe gained 4.7 percent in the third quarter, according to the European Cocoa Association. In Asia, grindings rose 12 percent and in North America advanced 8.2 percent in the same period, according to the Cocoa Association of Asia and the National Confectioners Association.

Futures will be at $2,500 a ton in three, six and 12 months, the bank said. The forecast is below current prices because of record bullish speculators bets at a time of “high” stocks-to-use ratio, the bank said.

Cocoa for December delivery was down 1 percent to $2,740 a ton in New York. The beans used to make chocolate gained 22 percent this year, this year’s best performing commodity on the GSCI, ahead of cotton and natural gas.
ENCAFÉ: SAFRA 2013 DO BRASIL FOI DE 52 MI DE SACAS - ASSOCAFÉ
 A safra brasileira de café em 2013 foi de 52 milhões de
sacas de 60 quilos, com um pequeno efeito da bienalidade - que alterna anos de
safras maiores com safras menores, já que a produção em 2012 deve ter ficado
em torno de 55 milhões de sacas. A opinião é do presidente da Associação
dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), João Lopes Araújo. Ele concedeu
entrevista exclusiva à Agência SAFRAS durante o 21o Encafé (Encontro Nacional
das Indústrias do Café), que ocorre de 16 a 20 de outubro no Guarujá,
litoral de São Paulo.
    A Companhia Nacional do Abastecimento (Conab) apontou a safra 2013 do
Brasil em seu último levantamento em 47,5 milhões de sacas, contra 50,8
milhões de sacas em 2012. Para João Lopes, esses números estão fora da
realidade porque não batem com os dados de exportação e consumo. Por isso,
fora do Brasil o mercado não dá crédito a estimativa do governo brasileiro.
    A produção da Bahia em 2013 deve fechar em 2,0 milhões de sacas (1,1 a
1,2 milhão de sacas de arábica e 800 a 900 mil sacas de conillon). Para 2014,
João Lopes acredita numa produção de 2,5 milhões de sacas, com a produção
do conillon superando 1,0 milhão de sacas. A safra do ano que vem não será
maior na Bahia porque o arábica tem a produção já comprometida pela seca. Em
2015, a Bahia poderá alcançar produção de 3,0 a 3,5 milhões de sacas, com
o conillon atingindo 2,0 milhões.
    Esse crescimento na produção do conillon, segundo o dirigente da
Assocafé, é resultado do aumento do plantio. "Plantamos mais de 30 milhões
de mudas de conillon na Bahia nos últimos três anos", comentou.




ENCAFÉ: PRESIDENTE DA ASSOCAFÉ NÃO ACREDITA EM RECUPERAÇÃO NOS PREÇOS

Os preços do café no mercado internacional não devem se
recuperar nos próximos dois a três anos. A análise é do presidente da
Associação dos Produtores de Café da Bahia (Assocafé), João Lopes Araújo.
Ele concedeu entrevista exclusiva à Agência SAFRAS durante o 21o Encafé
(Encontro Nacional das Indústrias do Café), que ocorre de 16 a 20 de outubro
no Guarujá, litoral de São Paulo. Para João Lopes, só houve situação pior
em 2002, quando o café estava em US$ 40 / 42 a saca.
    Além das questões de oferta e demanda, o cenário atual é também
reflexo da "incompetência na política do café", afirma João Lopes. Lembra
que o Funcafé (Fundo de Defesa da Economia Cafeeira) tinha R$ 3,1 bilhões
desde o ano passado. E com os produtores colhendo agora uma safra grande em
2013, mesmo em ciclo baixo produtivo dentro da bienalidade cafeeira, o governo
não liberou recursos em tempo adequado para a colheita. O resultado foi que os
cafeicultores colheram e tiveram de vender ao preço de mercado sem contar com
financiamentos de colheita.
    Agora, para João Lopes, o governo deveria entrar comprando café ao preço
mínimo, de R$ 307,00 a saca, via AGF (Aquisição do Governo Federal) ou por
outro meio. "O dinheiro das opções para os produtores só entra em março.
Mas é preciso um tratamento de choque no mercado agora", defende.
    Se não exercer agora o preço mínimo, as cotações seguirão
pressionadas, afirma o dirigente da Assocafé. Ele observa que o estoque de
passagem de 2013 para 2014 no Brasil será de 5 a 6 milhões de sacas. "Se o
governo tirar um pouco dessa sobra do mercado ajuda numa reação dos preços",
aponta. Sem isso, João Lopes aponta que não há forma do mercado
recuperar-se. "Existe uma sobra, mas não é tanto, então basta um pequeno
empurrão", sugere.
    "Não creio que Nova York caia mais que isso, mas não vai subir",
adverte. Ele afirma que os países produtores teriam de achar um jeito, junto à
Organização Internacional do Café (OIC), de ter um mecanismo para
referência aos preços internacionais diferente de NY. "Não tem nada a ver
com a oferta e demanda toda essa volatilidade dos preços de NY", critica.
    O dirigente da Assocafé afirmou ainda que em 2011 vendeu café despolpado
a R$ 520,00 a saca e hoje o preço é R$ 280,00. Mas, o preço no varejo não
caiu isso. "Com quem está todo esse lucro?", questiona.
    A participação cada vez maior do conillon (ou robusta) nos blends de
café, no Brasil e no mundo, é fator que preocupa, diz João Lopes. "Isso é
um tiro no pé que o industrial fez. Já há blends com mais robusta que
arábica. O resultado, que tenho dito, é que o café está perdendo o aroma e o
sabor", alerta, ressaltando que o robusta é importantíssimo para a Bahia e
para o Brasil, para os blends da indústria, mas não nas quantidades que estão
utilizando agora.



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

ICE Coffee Bears Target Contract Low - Technical Analysis
Kira Brecht

  ICE Dec coffee futures are failing from a test of resistance at the $1.1800
zone and are falling to lower levels Thursday.
  The longer-term bear trend has been relentless and all counter-trend rallies
in recent months have been shallow and short-lived. The market is within
striking distance of the contract low and the bears will be gunning for a
retest of that floor.
  ICE Dec. coffee recently traded down 150 points at $1.1435 a pound.
  On the downside Dec coffee futures scored their most recent contract low, in
a series of fresh contract lows in recent months, at $1.1320, hit on Oct. 1.
Following the touch of that new low, coffee shifted into a consolidative and
corrective phase. But, upside action was limited to $1.1795.
  A pattern of lower lows and lower daily highs is seen on the daily chart in
recent months. While the bears have been relentless in recent months, downside
momentum has been lacking. Each time the market edges to a new contract low, a
corrective or consolidative phase follows. The bears lack strong momentum for a
strong new selling wave lower.
  Let's take a look at the new contract lows since late June. On June 20, ICE
Dec. coffee fell to a new contract low at $1.2050, but then corrected higher
and consolidated until the August 1 new contract low at $1.1815 presaged
another multi-week correction. Next significant stop lower was the September 5
low at $1.1525, which was followed by a modest upward correction. Then, the
next contract low was seen at $1.1395 hit on Sept. 18, before the most recent
low at $1.1320 on Oct. 1.
  The bears continue to dominate action. But, the trend is lackluster, and a
lack of strong downside follow-through is evident.
  Overall, action has been choppy, but remains dominated by the bull's failure
to extend upside corrections. Rallies are consistently used as selling spots.
  If Dec. coffee continues to follow this pattern, which has been unfolding for
months, a brief dip to a new contract low is possible near term. But, from
there, another corrective phase could unfold slightly higher.
Orange Juice Slides Further; Cotton, Sugar, Coffee Flat
  NEW YORK  -  Orange-juice futures have fallen into bear-market territory for a
third time in three days, as the market struggles amid poor demand.
  Total U.S. retail sales of the beverage totaled 563.2 million gallons during
the season that ended Sept. 28, according to Nielsen data released Monday, the
lowest since at least the 1998-99 season, the oldest data available.
  A lack of weather threats to the groves in No. 1 orange-growing state Florida
and the dearth of government data due to the shutdown also were pressuring the
market.
  The orange-juice market is down more than 20% from its May 30 high, with the
contract for November delivery recently trading 1.5% lower at $1.2190 a pound.
Futures would need to close below $1.23 a pound to officially be in a bear
market.
  Raw sugar for March delivery on ICE was recently 0.1% lower at 18.99 cents a
pound. Arabica coffee for delivery in December was 0.1% higher at $1.1600 a
pound, while December cotton was 0.1% higher at 83.20 cents a pound.