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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

De olho no impasse nos EUA, café tem dia pouco volátil na ICE

  Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quarta-feira com quedas ligeiras, em mais uma sessão caracterizada pela manutenção dos intervalos e por uma volatilidade bastante curta. Ao longo de todo intraday, a posição dezembro flutuou dentro de um intervalo de apenas 185 pontos, dentro de um range inferior ao verificado no pregão de terça-feira. O mercado de café continua a operar em cima de fatores de caráter técnico, sem um direcionamento mais claro para cima ou para baixo.

As imagens de boas floradas no cinturão cafeeiro do Brasil, somadas às novas chuvas que atingem o centro-sul do país, colaboram para que os players tenham convicção de que a safra 2014 do país deverá ser uma das maiores da história, seguindo a já ótima produção registrada neste ano de bienalidade baixa de 2013. Por sua vez, a Colômbia, que vinha amargando produções exíguas, devido à renovação das lavouras e problemas climáticos, tende a voltar a injetar mais de 10 milhões de sacas no mercado, ao passo que o Vietnã inicia a sua nova safra com a perspectiva de ser uma das mais robustas da história desse player. Diante desse quadro, até mesmo a quebra dos centro-americanos fica em outro plano, já que muitos operadores trabalham com um cenário de disponibilidade ampla, o que não propicia um cenário mais efetivo para a recuperação das cotações. Ao longo desta quarta, algumas rolagens de posições foram verificadas, principalmente entre os intervalos de dezembro e março.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição dezembro teve baixa de 60 pontos, com 115,85 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 117,50 centavos e a mínima de 115,65 centavos, com o março registrando desvalorização de 65 pontos, com 118,95 centavos por libra, com a máxima em 120,50 centavos e a mínima em 118,85 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro teve queda de 24 dólares, com 1.655 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 23 dólares, para o nível de 1.648 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado por ações técnicas, mas com muitos operadores de olho no que ocorria nos Estados Unidos. Por fim, veio a confirmação de que o Senado do país chegou a um acordo para pôr fim à paralisação dos serviços públicos federais e também para elevar o teto da dívida, o que evita, assim, o temível calote das contas públicas, o que poderia afetar a economia global como um todo. Com o acordo parcial, a elevação do teto se dará, ao menos, até 07 de fevereiro de 2014 e a reabertura dos serviços governamentais até 15 de janeiro do próximo ano.

"Os mercados vinham dando sinais de que confiavam na aprovação de um acordo neste dia chave e isso ocorreu. As bolsas de valores nos Estados Unidos se comportaram bem e subiram, assim como várias commodities. O café, por sua vez, continua dissociado dos mercados globais e parece mais focado em gravitar próximo do nível de 115,00 centavos, num cenário claro de lateralidade", disse um trader.

Os estoques de café verde dos Estados Unidos apresentaram uma diminuição de 114.771 sacas no final de setembro, somando 5.446.805 sacas, de acordo com dados divulgados pela GCA (Green Coffee Association). Em 31 de agosto, os estoques do país eram de 5.561.576 sacas. A diminuição mais efetiva de estoques se deu no armazém de São Francisco, com queda de 73.304 sacas, ao passo que o armazém de Nova Iorque computou uma retração de 72.921 sacas. Já o armazém de Baltimore teve um aumento de 70.573 sacas.

As exportações brasileiras no mês de outubro, até o dia 15, totalizaram 842.158 sacas de café, alta de 46,78% em relação às 573.757 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 18.353 lotes, com as opções tendo 2.393 calls e 1.098 puts — floor mais eletrônico. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque ficaram estáveis em 2.752.284 sacas. Tecnicamente, o dezembro na ICE Futures US tem resistência em 117,50, 117,65, 117,95-118,00, 118,50, 119,00, 119,20, 119,50, 119,90-120,00, 120,50, 120,75, 121,00-121,05, 121,10, 121,50, 122,00, 122,50, 122,20 e 122,50 centavos de dólar, com o suporte em 115,65, 115,50, 115,10-115,00, 114,50, 114,25, 114,15, 114,00, 113,85, 113,50, 113,00, 112,50, 112,00, 111,50, 111,00, 110,50, 110,10-110,00 e 109,50 centavos.





Londres amplia liquidações e se aproxima dos 1.650 dólares

  Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta quarta-feira com novas perdas, com as liquidações observadas ao longo da sessão anterior tendo continuidade e o novembro se aproximando do nível psicológico de 1.650 dólares. Apenas nesta semana, a primeira posição na bolsa britânica acumulou perda de 4,50%.

De acordo com analistas internacionais, o mercado de opções vinha conseguindo equilibrar alguns preços interessantes ao longo das últimas semanas, principalmente com a preservação do patamar de 1.750 dólares. Entretanto, depois de várias coberturas, os players passaram a liquidar de forma mais incisiva e alguns operadores já trabalham com projeções de cotações ao redor dos 1.600 dólares, já que a "sombra" das opções não mais será observada.

"Existe uma especulação sobre os estoques em Londres. Tivemos uma retração considerável no volume de café armazenado no último relatório da bolsa e, diante disso, tivemos até algum suporte para a alta dos preços. No novo levantamento de estoques, que sai ainda nesta semana, deveremos ter uma visão mais concreta de quanto café existe na casa de comercialização", disse um trader.

O novembro teve uma movimentação ao longo do dia de 5,65 mil contratos, contra 5,04 mil do janeiro. O spread entre as posições novembro e janeiro ficou em 7 dólares. No encerramento do dia, o novembro teve queda de 24 dólares, com 1.655 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 23 dólares, para o nível de 1.648 dólares por tonelada.


WORLD COFFEE PROSPECTS

    Episodes of scattered showers and thunderstorms in Sao Paulo and Minas
Gerais Brazil during the next 48 hours will favor the flowering trees after
recent warm, dry weather. Drier weather returns for the remaider of the 7 day
period.
    Drier weather benefits the maturing crop in southern Mexico and Central
America. The harvest gets underway in October.
    The main crop harvest is ongoing in Colombia. Conditions are generally
favorable.
    Rains through Vietnam has likely caused delays to the harvest of coffee
through the central highlands. The region has seen more rain early this week as
a typhoon tracks inland just north of the coffee areas.


Brazil Coffee/Citrus/Cane
    Scattered light showers observed. Temperatures above normal with highs in
the middle to upper 80s f.

Coffee/Citrus/Cane Forecast
    Episodes of scattered showers and thunderstorms through Thursday. Light to
moderate amounts with locally heavier expected. Dry conditions or just a few
light showers on Friday. Dry weather over the weekend. Dry conditions or just a
few light showers on Monday and Tuesday. Temperatures variable today, near to
below normal Thursday-Friday, near to above normal Saturday, above normal
Sunday-Tuesday.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Café recua na ICE, mas preserva suporte de 115,00 centavos de libra

  Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com quedas, mas dentro dos parâmetros recentes, com, mesmo com uma pressão moderada, o novembro conseguindo se manter acima do nível psicológico de 115,00 centavos de dólar por libra peso. Mesmo as arbitragens contra Londres não permitiram que as perdas fossem mais significativas. A bolsa britânica sofreu com fortes liquidações, que fizeram com que o suporte recente de 1.700 dólares fosse rompido, no entanto, essa movimentação não conseguiu reverberar efetivamente em Nova Iorque e o encerramento do pregão se deu apenas com perdas pontuais.

A sessão foi meramente técnica e, apesar de a volatilidade ter se ampliado de forma ainda tímida, não se observou uma movimentação mais agressiva para uma mudança de cenário. Suportes e resistências foram preservados e o mercado ainda continua a contabilizar as cotações com bases em fatores relativamente bem precificados, como a ampla disponibilidade do grão, diante de produções bastante avantajadas de países top como Brasil e Vietnã e também da recuperação produtiva da Colômbia, ao passo que os estoques continuam consistentes e a demanda cresce apenas de maneira modesta.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição dezembro teve baixa de 55 pontos, com 116,45 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 117,65 centavos e a mínima de 115,10 centavos, com o março registrando desvalorização de 50 pontos, com 119,60 centavos por libra, com a máxima em 120,75 centavos e a mínima em 118,20 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro teve queda de 55 dólares, com 1.679 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 50 dólares, para o nível de 1.671 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por um perfil bastante próximo daquele que vem sendo trabalhado ao longo das últimas sessões na bolsa nova-iorquina, com alguma tentativa de alta, rapidamente frustrada, e com os baixistas voltando a liquidar, sem, contudo, "forçarem" o dezembro para o rompimento do nível psicológico de 115,00 centavos. No segmento externo, as preocupações continuaram a ser relativas aos Estados Unidos, que mantém o cenário de paralisação dos serviços públicos, diante de um impasse sobre a economia entre situação e oposição. Nesta quarta, o dólar apresentou valorização em relação a várias moedas internacionais e isso afetou segmentos como o de commodities, sendo que várias matérias-primas flutuaram no lado negativo da escala de preços.

"Tivemos um fato relevante em Londres, com liquidações mais agressivas e com o rompimento de um suporte inicial, ainda que esse tipo de movimentação fosse esperado. Em Nova Iorque temos a manutenção de preços, sem conseguirmos vislumbrar um direcionamento mais efetivo. No entanto, os bears ainda demonstram uma consistência bastante significativa. Apenas ao 'apertarem a mão' verificamos o potencial de o dezembro já buscar um intervalo como o de 115,00 centavos. As rolagens tendem a aumentar nos próximos dias e vamos avaliar a reação dos terminais a isso", disse um trader.

Os diferenciais de café do Vietnã para a safra 2013/2014 estão sendo ajustados e tendem a enfraquecer ainda mais nas próximas semanas, quando um volume maior de grãos novos de café chegar às mesas de negociação. A afirmativa é da empresa Volcafé, que indica que os grãos prontos para exportação estão com diferenciais em alta. A safra deste ano do país apresentou uma colheita mais prematura que as safras anteriores, no entanto, a secagem tem apresentado dificuldade, diante das fortes chuvas ocorrem no país. Hoje, o café para embarque entre novembro e dezembro tem um prêmio de 130 dólares por tonelada, ao passo que esse diferencial era de 160 dólares há apenas uma semana.

As exportações brasileiras no mês de outubro, até o dia 14, totalizaram 771.189 sacas de café, alta de 34,41% em relação às 573.757 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 18.369 lotes, com as opções tendo 1.386 calls e 792 puts — floor mais eletrônico. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 5.406 sacas, indo para 2.752.284 sacas. Tecnicamente, o dezembro na ICE Futures US tem resistência em 117,65, 117,95-118,00, 118,50, 119,00, 119,20, 119,50, 119,90-120,00, 120,50, 120,75, 121,00-121,05, 121,10, 121,50, 122,00, 122,50, 122,20 e 122,50 centavos de dólar, com o suporte em 115,10-115,00, 114,50, 114,25, 114,15, 114,00, 113,85, 113,50, 113,00, 112,50, 112,00, 111,50, 111,00, 110,50, 110,10-110,00 e 109,50 centavos.




Londres sente pressão vendedora e fecha dia com forte perda

  A gangorra continua mais incisiva em Londres. Depois de experimentar bons ganhos em sessões recentes, o café negociado na Euronext/Liffe teve uma terça-feira de pressão mais efetiva, em um dia caracterizado por liquidações especulativas e rolagens de posições, principalmente no intervalo entre novembro e janeiro.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi marcado por vendas mais agressivas. Esses analistas ressaltaram que as opções de compra num patamar acima dos 1.700 dólares vinham dando alguma sustentação para o quadro atual e que, diante da falta dessa base, abre-se novamente espaço para as liquidações mais efetivas. Alguns players avaliam que, num confronto com o fundamento baixista da safra vietnamita, o novembro tendo a buscar um patamar de 1.600 dólares, ao passo que alguns outros operadores crêem em um nível ainda mais pressionado, ao redor dos 1.500 dólares.

"Após a manutenção de intervalos interessantes, rapidamente sentimos a mão forte dos vendedores. Ainda aguardamos um movimento vendedor mais forte do Vietnã, algo que só deverá ocorrer em algumas semanas, mas já verificamos uma retrações nos diferenciais do país, com uma queda do prêmio em cerca de 30 dólares por tonelada contra Londres apenas entre a semana passada e a atual", disse um trader.

O novembro teve uma movimentação ao longo do dia de 9,52 mil contratos, contra 6,68 mil do janeiro. O spread entre as posições novembro e janeiro ficou em 8 dólares. No encerramento do dia, o novembro teve queda de 55 dólares, com 1.679 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 50 dólares, para o nível de 1.671 dólares por tonelada.




Europa vê crescimento de demanda por café gelado pronto para beber

  O café gelado pronto para beber, que tem grande popularidade na Ásia, ganha cada vez mais participação no mercado de bebidas da Europa. Em geral, trata-se de variantes lácteos refrigerados, que se apresentam em embalagens plásticas com tampa, em lugar das habituais latas que são encontradas em máquinas dispensadoras do Japão ou da Coréia do Sul.

O produto tem um atrativo especial, com uma opção "on to go" para os consumidores mais jovens, que pode ser considerada como uma bebida de moda, doce e descolada. O auge das bebidas de café tem oferecido oportunidades de expansão, tanto para as marcas de café, como para provedores de leite saborizado. A Alemanha tem o maior mercado de café gelado da Europa e também experimenta um forte crescimento no mercado para os produtos refrigerados, sendo a Emmi a marca mais representativa, com sua gama de apresentações de Caffè Late, que inclui blends de café reconhecidos pelo consumidor como especiais e que também são bastante atrativos, como, por exemplo, Tahitian Vanilla ou o Gingerbread Coffee, além de contar com alternativas adoçadas com stevia e outras com leite desnatado ou sem lactose.

O café é o quarto produto de exportação da Costa Rica para a União Europeia, totalizando 83,9 milhões de dólares, entre janeiro e agosto de 2013. Praticamente a totalidade do café se exporta como "ouro" (verde), para ser torrado e moído no mercado de destino. O auge dessas apresentações à base de café garante a oportunidade de exportar o produto com maior valor agregado, assim como de encontrar novos clientes para a venda de café, nesse caso, a indústria de bebidas de base para esse produto na Europa e diversificar o mercado. O gosto mais sofisticado do consumidor europeu, que deriva em maiores exigências quanto ao produto, é também uma condição que poderia satisfazer o café da Costa Rica, que já conta com um bom reconhecimento no mercado internacional.




Liffe Cocoa Hovers Near Recent Highs; Coffee Consolidates
Neena Rai

  LONDON - Cocoa futures Wednesday traded in sight of the more than two-year
high hit in the prior trading session, as stronger-than-expected demand for the
chocolate making ingredient and the anticipation of a global deficit supported
the market.
  March cocoa futures edged 0.4% lower to GBP1,762 a metric ton. In the prior
session, futures hit GBP1,774 a ton-- the highest level since Sept. 30, 2011.
  "Cocoa futures achieved a two-year high due to concerns about the harvest in
Ivory Coast, top grower of cocoa," Phillip Futures said. "The wet weather in
Ivory Coast was hampering the harvesting of cocoa and this could support a
prolonged global deficit.
  "Traders are now waiting for the North American third quarter grind data
which was expected to increase from the previous year, indicating an
improvement in cocoa demand. With supply concerns as well as expectations of
improved demand, we remain bullish on cocoa," the brokerage said.
  January robusta coffee futures nudged up 0.5% to $1,680 a ton, as the market
consolidated from the previous session's losses when trading stops were
triggered.
  "While Vietnamese premiums continue to be high for current product, there
have been few if any takers as roasters continue to wait for new crop
supplies," said Sterling Smith, futures specialist at Citi.
  Elsewhere, European Union wheat futures traded slightly lower for November
delivery at EUR199 a ton.
  "Grain markets were mixed overnight, with corn rallying 1.5% but wheat fell
1%," said ANZ Bank. "Corresponding overnight price moves for corn and wheat
look to be driven by relative value - with the market deciding the price
premium wheat has built over corn in the past month is enough.
  "In the past week, December wheat futures have hit a USD80/ton premium to
December corn, with the premium increasing by USD25/t in the past month alone.
Wheat prices now look fully valued relative to corn, and unless corn can rally
significantly (which is unlikely), wheat prices look set to struggle
near-term," warned the bank.
  Meanwhile, Liffe sugar futures for December delivery were steady at $499.40 a
ton.
Uganda's 2012-13 Coffee Exports Soar on Favorable Weather
DOW JONES  -  Nicholas Bariyo
  
KAMPALA - Uganda's coffee exports in the 2012-13 season jumped 32% to
a more than 10-year high, after favorable weather conditions boosted crop
yields, the state-run Uganda Coffee Development Authority said Wednesday.
  Coffee exports during the season rose to 3.6 million 60-kilogram bags, up
from 2.73 million bags in the previous season, following a bumper harvest in
the central, western and southern coffee regions.
  Uganda's coffee season runs from October to September the following year.
  The increase will be welcomed by the East African nation, which has been
making an effort to restore coffee output to more than 4 million bags in the
next couple of years.
  "The weather was generally favorable throughout the season, more young trees
are coming into the production phase," a UCDA trade official said.
  Uganda surpassed its coffee export forecast for the season of 3.2 million
bags in just 11 months as farmers released more stocks onto the market
following the bumper harvest.
  During September, Uganda shipped 224,301 bags of coffee, up from 176,301 bags
exported in the same month last season.
  The coffee body also attributed the increased yields to a coffee growing
campaign launched a few years ago to replace ageing and less productive coffee
trees.
  Uganda is Africa's largest robusta coffee grower and second-largest coffee
producer after Ethiopia. Coffee is Uganda's leading foreign revenue earner
after tourism.
  But the UCDA also said Uganda's increased production comes as global coffee
production is also on the rise, suppressing local prices.
  Global coffee output is projected to rise 7.6% during the 2012-13 season to
144.4 million bags, according to the International Coffee Organization.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

No começo da colheita, prêmio para café do Vietnã cai de US$ 160 para US$ 130/t
   
No Vietnã, a colheita da safra de 2013-14 está começando e os diferenciais são ajustados para " enfraquecer ainda mais nas próximas semanas, quando as plantas começam a pressionar ", disse Volcafe . Enquanto grãos para embarque nas proximidades estão em "alta" diferenciais , ofertas para dezembro em diante são mais baixos. Diferenciais referem-se a um desconto obtido ou um prémio pago para comprar café no mercado físico em relação aos preços futuros . "O Vietnã tem fluxo mais cedo devido a novembro os 2012 floradas , mas a secagem é impedido por tempestades ", disse Volcafe . Café vietnamita para embarque em novembro e dezembro é um prêmio de US $ 130 por tonelada para o preço dos futuros , abaixo dos US $ 160 por tonelada na semana anterior , de acordo com o relatório.
Raw Sugar, Arabica Coffee Slump in Profit Taking
 
  NEW YORK - Raw-sugar and arabica-coffee futures retreated Tuesday morning, as
traders took profits from the market after a stronger real boosted prices
during the previous session.
  A stronger currency in Brazil, the No. 1 sugar and coffee grower, discourages
exports of the commodities because producers receive less reais back for their
crops sold abroad in U.S. dollars.
  Raw sugar for delivery in March ended at a nine-month high Monday, but was
recently down 1.7% at 18.71 cents a pound, below the key technical and
psychological level of 19 cents a pound.
  "The market is over-bought," said Michael McDougall, senior vice president at
brokerage Newedge in New York. But despite expectations for a massive
sugar-cane harvest in Brazil, Mr. McDougall sees room to the upside for sugar,
noting a trading range of 18 cents to 19.5 cents a pound.
  "More rain has begun to fall in the Southern producing areas and should reach
more of the center south over the next few days," Mr. McDougall said. The
center-south region produces about 90% of Brazil's sugar cane.
  "The rain could last for a week, which then would hinder the [harvest during]
the second half of October," Mr. McDougall added. "That pushes the crop further
into the tail end of the year which increases the chance of more rain induced
delays."
  He expects the final sugar production in Brazil to fall short of output
during the previous season.
  Arabica coffee for delivery in December also slid Tuesday morning, and was
recently 1.1% lower at $1.1575 a pound.
  "Fundamentally the market's still bearish," said Andre Santos, a trader at
Ally Brazilian Coffee Merchants in Plantation, Fla., citing big supplies. "We
could see the market reaching the $1.10 level sooner than later."
  Global supplies of coffee beans have swelled thanks to back-to-back bumper
crops from Brazil, the source of one-third of the world's coffee, and
recovering production from No. 2 producer Colombia.
Produção da Indonésia deve ficar em 10 milhões de sacas na safra 13/14
   
  Entregas de café de fazendas na Indonésia desacelerou como o final da colheita , de acordo com Volcafe. Entrega de café para Lampung desacelerou para 6.000 toneladas , na semana passada, se compara com cerca de 7.000 toneladas na semana encerrada em 27 de setembro . As entregas estão " em declínio semanal , claramente o final da safra está lá ", disse Volcafe . Cerca de 60 mil toneladas de café são estimadas para estar nas mãos de agricultores e intermediário. Indonésia espera uma colheita ligeiramente menor em 2013-14 do que um ano antes, em perto de 10 milhões de sacas, disse Deepak Kaul , vice-presidente de Cingapura da divisão de café na Olam International Ltd. ( OLAM ). O café da Indonésia para embarque em novembro e dezembro foram na semana passada, um prêmio de US $ 130 por tonelada acima do preço de futuros sobre NYSE Liffe , em Londres, inalterada desde o período de 7 dias anteriores, os dados mostraram Volcafe . Robusta futuros de café ganhou 1,4 por cento no período, os estoques encolher.
Café tem mais uma vez um início de semana estável na ICE
   
  A semana começou extremamente morna para o café na ICE Futures US. Em uma sessão das mais tranquilas, os preços se mantiveram presos dentro de um range estreito de apenas 145 pontos e não demonstraram um direcionamento para cima ou para baixo. Desde a abertura dos terminais, o que se verificou foram ações apenas pontuais de compra e venda, com alguns ganhos mínimos sendo aferidos. No entanto, nenhuma resistência efetiva conseguiu ser testada e, diante disso, também não se observou o acionamento de stops de compra.

O mercado letárgico vem sendo uma constante nas últimas semanas em Nova Iorque. A bolsa norte-americana parece já ter precificado mais que suficientemente vários aspectos fundamentais do segmento café e, diante da falta de outras novidades, as cotações vão sendo movimentadas apenas por "espasmos técnicos", com o dezembro não conseguindo testar resistências básicas, como o nível de 119,20 centavos, ao passo que, por outro lado, tem alguma força para se manter acima das mínimas de quase 50 meses, registradas recentemente na casa de comercialização. O viés do mercado, no entanto, é claro, se mantendo baixista no curto, médio e longo prazos, apesar do cenário notadamente sobrevendido atual.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição dezembro teve alta de 30 pontos, com 117,00 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 117,50 centavos e a mínima de 116,15 centavos, com o março registrando valorização de 25 pontos, com 120,10 centavos por libra, com a máxima em 120,55 centavos e a mínima em 119,30 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro teve alta de 1 dólar, com 1.734 dólares por tonelada, com o janeiro tendo valorização de 5 dólares, para o nível de 1.721 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por um volume modesto de negócios e pela preservação dos intervalos operados na sexta-feira. O mercado externo atua baseado no temor com as consequências da paralisação parcial da economia dos Estados Unidos, que se arrasta há vários dias e que pode redundar até mesmo num calote do país, o que poderia abrir espaço para uma pressão muito maior sobre vários segmentos. Depois de uma manhã de pressão para vários setores, uma inversão foi observada na tarde e as bolsas de valores conseguiram fechar com ganhos, o que contribuiu também para a valorização de vários segmentos de commodities, incluindo petróleo, café, açúcar, milho e soja.

"Tivemos uma sessão técnica e de poucas emoções. O cenário está precificada e não vemos players com 'apetites' mais significativos, o que faz com que passemos a assistir a esse filme sem roteiro atual. Com tão pouca efetividade, os preços se mantém presos num intervalo fraco, sem, contudo, termos um direcionamento concreto de que algo pudesse mudar. A tendência é de continuarmos nesse cenário de poucas oscilações", disse um trader.

O Conselho do Café da Índia divulgou que consumo do grão no país deve ficar em torno de 125 mil toneladas em 2013, crescimento a uma taxa de 5% a 6%. Atualmente o consumo interno representa 36% da produção desse país. Esse número é quase o dobro do estimado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, que recentemente apresentou um relatório no qual avalia o consumo indiano em 66 mil toneladas, enquanto a Organização Internacional do Café estima a demanda local em 100 mil toneladas. Segundo o presidente do Conselho, Jawaid Akhtar, a entidade encomendou um estudo para avaliar o consumo exato de café na Índia e os resultados do estudo estarão disponíveis até o final de dezembro deste ano.

"A bolsa londrina vai ter dias interessantes na semana que se inicia, dado o elevado número de calls (opções de compras) em aberto ao redor de 1.750 dólares, que é um dos motivos pelo qual o terminal não tem caído. Depois de um eventual foguetório, tudo indica que o destino será os 1.500 dólares por tonelada. A paralisação parcial do governo americano deixa inseguros os fundos que operam com informações como o COT (commitments of traders), e no caso do café como estes participantes estão vendidos, alguns têm diminuído suas exposições. Mais uma vez parece prudente aos que precisam vender café aproveitarem estes movimentos de cobertura de vendas dos especuladores. Principalmente em se tratando de mais um ano de superávit da produção, com os prognósticos de safras boas para o próximo ciclo, e estoques mundiais que 'teimam' em não cair", sustentou Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.

As exportações brasileiras no mês de outubro, até o dia 10, totalizaram 609.155 sacas de café, alta de 55,25% em relação às 392.348 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.250 sacas, indo para 2.757.690 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 8.465 lotes, com as opções tendo 1.407 calls e 1.115 puts — floor mais eletrônico. Tecnicamente, o dezembro na ICE Futures US tem resistência em 117,50, 117,95-118,00, 118,50, 119,00, 119,20, 119,50, 119,90-120,00, 120,50, 120,75, 121,00-121,05, 121,10, 121,50, 122,00, 122,50, 122,20 e 122,50 centavos de dólar, com o suporte em 116,15, 116,00, 115,50, 115,10-115,00, 114,50, 114,25, 114,15, 114,00, 113,85, 113,50, 113,00, 112,50, 112,00, 111,50, 111,00, 110,50, 110,10-110,00 e 109,50 centavos.




Londres tem pouca oscilação e mantém range para preço do café
   
  Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta segunda-feira com altas mínimas, em uma sessão marcada por um volume apenas razoável de negócios e pela manutenção dos preços dentro de um intervalo acima dos 1.700 dólares e abaixo dos 1.750 dólares. As rolagens de posição continuam efetivas e os dois primeiros contratos já contam com um volume parelho de posições em aberto.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por compras e vendas bastante conservadoras, o que não permitiu que baixas mais efetivas ou ganhos mais consistentes pudessem ser presenciados. As ações novamente tiveram um viés técnico, com o campo fundamental continuando a apresentar poucas novidades.

"O mercado ainda continua a especular muito sobre a safra do Vietnã, mas isso não reflete diretamente nos terminais. O dia foi marcado por ações bastante controladas de ambos os lados e, ao final, o que se verificou foi uma composição de preços dentro do range e com a manutenção do quadro estabelecido ao final da semana passada", disse um trader.

O novembro teve uma movimentação ao longo do dia de 5,74 mil contratos, contra 2,96 mil do janeiro. O spread entre as posições novembro e janeiro ficou em 13 dólares. No encerramento do dia, o novembro teve alta de 1 dólar, com 1.734 dólares por tonelada, com o janeiro tendo valorização de 5 dólares, para o nível de 1.721 dólares por tonelada.