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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Huge hedge fund wheat bets 'limit price downside'
23rd Sept 2013

The extent of hedge funds' negative positioning on wheat has got so large that it may limit their appetite for more, brokers warned, even as prices outperformed those of fellow grains.
Managed money, a proxy for speculators, reduced its net long position in futures and options in the main 13 US-traded agricultural commodities by nearly 29,000 contracts in the week to last Tuesday, analysis of data from the Commodity Futures Trading Commission regulator shows.
The reduction came despite a continued and dramatic rebuilding by hedge funds of a net long position in raw sugar futures and options, and an increase in their record bets on rising lean hog prices.
However, in grains, hedge funds extended positioning for falling prices to levels which – in Chicago wheat – approached historic highs, ringing alarm bells over the potential for further short bets.

Record harvest
Indeed, hedge funds raised their net short – the level to which short bets, which profit when values fall, exceed long holdings, which benefit when prices rise – to 50,882 contracts, a level beaten only twice on records going back to 2006.
The positioning came in the week following a US Department of Agriculture upgrade, in its monthly Wasde crop report, by 3.5m tonnes, to a record 708.9m tonnes, in its forecast for world wheat production in 2013-14, with the forecast for end-season inventories raised by 3.3m tonnes to 176.3m tonnes.
Higher supplies, in meaning less need for buyers to compete, signal lower prices.
Furthermore, hedge funds continued to nudge higher their net long on soybeans, for which the Wasde was deemed more positive for prices, cutting US yield and end-stocks estimates.
Long bets in soybeans are often balanced against short positions in grains.

'Take some courage'
However, wheat markets have proved relatively resilient in recent sessions, against a backdrop of concerns about the quality of Black Sea harvests, with late rains seen as threatening a reduction in milling specifications, while the Argentine crop is taxed by dry weather.
Furthermore, demand for US wheat has proved strong at recent prices, with latest weekly data showing the US making export sales of more than 700,000 tones and actual shipments of 1.2m tonnes, the biggest in 23 years.
Establishing new short positions in Chicago wheat "would take some courage", Brian Henry at broker Benson Quinn Commodities said.
Commerzbank said: "The lion's share of the bearish news should be priced in, which should limit any further downside potential for wheat prices."

Wheat v corn
However, one other technical extreme that is grabbing investors' attention is the relative price of the grain to corn, with wheat's premium returning close to the $2-a-bushel a level which sparked selling early last month.
Wheat for December stood at $6.47 ¾ a bushel at 06:30 Chicago time (12:30 UK time), when December corn stood at $4.49 ¼ a bushel.

Sentiment in corn has been dented by stronger-than-expected yields from the US harvest.
Hedge funds in the week to last Tuesday raised their net short by nearly 40,000 contracts to a historically high 104,211 lots.

Cocoa concerns
Among soft commodities, hedge funds increased their net long position in cocoa to a record high 67,946 contracts.
Concerns over weather in the key West African producing region, at a time of reviving demand, have continued to spur bullish comment on the bean from the likes of Macquarie and Marex Spectron.
And speculators hiked their net long position in raw sugar too, by 25,795 contracts, taking to more than 75,000 lots in two weeks their bullish swing in net positioning on the sweetener.
Prices have been boosted by ideas that demand has been stronger than thought, while wet weather has slowed the cane harvest in Brazil's key Centre South, with further price gains made since Tuesday after the Federal Reserve's surprise move to stick with emergency economic support weakened the dollar, including against Brazil's real.

Hog bets
Hedge funds extended their record net long in Chicago lean hog futures and options too, as a drop in hog slaughter raised concerns about a shortage of supplies which could support prices.
Total hog slaughter in federally Inspected facilities for the week ending September 13 was, at 2.172m head, down 10.5% compared to a year before.

domingo, 22 de setembro de 2013

Colômbia terá a maior colheita de café em 4 anos

O dilema é continuar produzindo mais café , com colheitas renovadas , mas com os mesmos preços de 2008 , abaixo do custo.

Com o preço deprimido dos últimos cinco anos, 425 875 pesos por carga de 125 quilos , no fechamento de ontem , a Colômbia é próximo da meta de 10 milhões de sacas produzidas este ano , o que não é desde 2008.

O modo de produção está se recuperando permitiu que o valor total da safra é de 600.000 milhões a mais que no ano passado , de acordo com a Federação Nacional de Cafeicultores . No ano encerrado em agosto, a produção chegou a 9,6 milhões de sacas, o nível mais alto desde junho de 2009.

"Apesar disso, há uma maior tranquilidade nos bolsos dos produtores ", disse Luis Genaro Muñoz, gerente da aliança.

Agora , considerando-se o valor de 650 mil pesos por carga de passar embutida nos custos de produção , eu não seria rentável para a produção de café. No entanto, a figura está a ser revisto , de acordo com os resultados produzidos pela Comissão de café de Ajuste do Setor , que só começou .

Por outro lado, na reunião da Comissão Nacional do Café de hoje, onde eles assento e Ministros das Finanças da Agricultura, seria de esperar que o Governo a garantir um cheque de 1,4 bilhões de pesos para pagar o PIC subsídio em 2014.

"É óbvio que mudou quatro aspectos do cultivo do café em busca de competitividade , o que foi reivindicado na época ea realidade de hoje ", disse Muñoz .

Após o programa de renovação , as culturas de hoje são mais jovens em relação às áreas de há cinco anos.

Como a densidade arbusto por hectare , passou de 4642-5015 árvores no mesmo período , isso contribui para as áreas reformadas em melhor forma do rosto mudanças climáticas ea incidência de pragas e doenças.

Hoje , a Colômbia tem 555 mil hectares renovados e continuar renovando a uma taxa de 80 mil hectares por ano.

Carlos Rojas , presidente da ASOEXPORT , os exportadores associação privada , aprovou o trabalho gravado , embora alegou aos produtores que necessitam de áreas de trabalho culturais ( adubação, por exemplo) , enquanto aguardava a natureza da oferta ambiental (chuva , sol e umidade) devem ser suficientes para as culturas floresçam.

Em fertilizantes, o gerente da Federação anunciou negociações avançadas com empresas líderes de produção , à espera de vir a negociar uma boa parte das 400 mil toneladas de fertilizantes café crescente demanda no próximo ano .

Uma perspectiva otimista para a cafeicultura e os melhores preços é complementada pelas expectativas dos analistas de mercado em todo o mundo Marex Spectron Group, por exemplo, diz que a vontade de o défice de cereais excesso de oferta, por causa do aumento do consumo.
Por sua vez, sugere que Volcafé problemas de ferrugem na América Central e no Peru dar lugar à oferta colombiana e isso levará a melhores preços. Finalmente , por favor, também têm um aumento do consumo nos países emergentes e dos próprios produtores.

16 ESTUDOS EM ANDAMENTO

A Comissão convidou Coffee Ajuste do Setor , anunciada pelo presidente Santos, uma vez que a prisão de café, em 8 de março , está sendo executado 16 estudos que cobrem todos os aspectos do café colombiano .

Uma grande interesse e impacto particular, é o custo , produtividade e rentabilidade em outros países produtores de café .

No entanto , nenhum destes são conhecidos por algo em particular, porque o segredo do diretor da comissão , o especialista Juan Jose Echavarria , tem sido total.

Espera-se que nos dias de hoje , Echavarria dar a conhecer alguns aspectos da forma como o trabalho e os detalhes que permitem saber o quão longe você ter avançado o trabalho desta comissão. Juan Carlos Dominguez Economia e redação empresarial





A pérdida sale la mayor cosecha de café en 4 años


Septiembre 19 de 2013 - 12:18 am

El dilema de los cafeteros es seguir produciendo más, con cultivos renovados, pero con los mismos precios del 2008, por debajo de los costos.

Con el precio más deprimido de los últimos cinco años, 425.875 pesos por carga de 125 kilos (dos bultos de café), al cierre de ayer, Colombia se acerca a la meta de los 10 millones de sacos producidos este año, que no se ve desde el 2008.

La manera en que se viene recuperando la producción ha permitido que el valor total de la cosecha sea de 600.000 millones de pesos más que la del año pasado, según la Federación Nacional de Cafeteros. En el año terminado en agosto, la producción alcanzó los 9,6 millones de sacos, mayor nivel desde junio del 2009.

“Pese a esto, no se registra una mayor tranquilidad en el bolsillo de los productores”, dijo Luis Genaro Muñoz, gerente del gremio.

Ahora, si se considera el valor de 650.000 pesos por carga para pasar a ras en costos de producción, hoy no sería rentable producir café. Sin embargo, la cifra está revisándose, según los resultados que arroje la Comisión de Ajuste del Sector Cafetero, que apenas arrancó (ver recuadro).

Por otro lado, en la reunión del Comité Nacional de Cafeteros de hoy, donde tienen asiento los ministros de Hacienda y de Agricultura, se esperaría que el Gobierno asegure un cheque por 1,4 billones de pesos para pagar el subsidio PIC en el 2014.

“Son evidentes cuatro aspectos que cambiaron la caficultura en búsqueda de la competitividad, lo que se alegó en su momento y hoy es realidad”, afirmó Muñoz.

Tras el programa de renovación, hoy los cultivos son más jóvenes respecto a las áreas de hace cinco años.

En cuanto a la densidad de arbustos por hectárea, esta pasó de 4.642 a 5.015 árboles en el mismo lapso; a esto se suma que las áreas renovadas enfrentan en mejor forma el cambio climático y la incidencia de las plagas y las enfermedades.

Hoy, Colombia tiene 555.000 hectáreas renovadas y seguirá renovando a un ritmo de 80.000 hectáreas anuales.

Carlos Rojas, presidente de Asoexport, la asociación de exportadores privados, avaló el trabajo anotado, aunque reclamó a los productores por las labores culturales que requieren las áreas (fertilización, por ejemplo), mientras que espera que la naturaleza de la oferta ambiental (lluvia, sol y humedad) sea la necesaria para que los cultivos florezcan.

Sobre los fertilizantes, el gerente de la Federación anunció que lleva conversaciones adelantadas con las compañías productoras, a la espera de llegar a negociar una buena parte de las 400.000 toneladas de abonos que demandará la caficultura el próximo año.

Un panorama optimista para la caficultura y los mejores precios se complementa con las expectativas de los analistas del mercado mundial

Marex Spectron Group, por ejemplo, dice que el grano pasará de la sobreoferta al déficit, a causa del incremento del consumo.

Por su parte, Volcafé apunta a que los problemas de roya en los países centroamericanos y Perú den paso a la oferta colombiana y ello se traduzca en mejores precios.

Por último, a favor también se tiene el incremento del consumo en los países emergentes y en los mismos productores.

16 ESTUDIOS EN MARCHA

La llamada Comisión de Ajuste del Sector Cafetero, anunciada por el presidente Santos, una vez terminado el paro de los cafeteros, el 8 de marzo pasado, está ejecutando 16 estudios que cubren todos los aspectos de la caficultura colombiana.

Uno particular, de alto interés e impacto, es el de costos, productividad y rentabilidad en otros países cafeteros.

Sin embargo, de ninguno de estos se sabe algo en particular, pues el hermetismo del director de la comisión, el experto Juan José Echavarría, ha sido total.

Se espera que, en estos días, Echavarría dé a conocer algunos aspectos de cómo avanza el trabajo y algunos detalles que permitan saber hasta dónde ha avanzado el trabajo de esta comisión.

Juan Carlos Domínguez


sábado, 21 de setembro de 2013

Colômbia amplia pesquisa sobre viabilidade do café robusta

  O Ministério da Agricultura da Colômbia volta a avaliar o plantio de café do tipo robusta no país. A variedade seria plantada em áreas mais baixas e com características mecanizadas. O ministro da Agricultura, Rubém Darío Lizarralde, não descartou a efetiva possibilidade de o país sul-americano iniciar os plantios desse tipo de café. Previamente, o dirigente havia manifestado que queria conhecer os resultados de pesquisas sobre o tema. "O Cenicafé (Centro Nacional de Pesquisas de Café da Colômbia) tem muito a aportar e dizer sobre o tema, somando aos resultados que já são verificados em várias partes do mundo", disse. O ministro salientou que "sou amigo de que os temas sejam discutidos, de que as receitas sejam colocadas no preto e no branco, e que todas as pessoas tenham conhecimento. Sou favorável da comunicação e da transparência", salientou. Desse modo, o ministro não descartou a possibilidade de que na Colômbia se abra a discussão se a econômica local dará o aporte necessário para o plantio desse tipo de café, que pode ser o complemento para o suave arábica lavado, que é o grão símbolo desse país. Em várias consultas que foram feitas sobre o tema, a Federacafe (Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia) se posicionou contrariamente a essa iniciativa, pois alega que tem feito muitas ações em favor da qualidade do grão suave. Hoje, o Vietnã é o maior produtor mundial de café robusta. Em apenas 25 anos, o país viu sua produção crescer fortemente e hoje essa nação só não é maior produtora de café que o Brasil. O robusta é considerado um grão de menor qualidade, mas tem uma demanda forte para a confecção do café instantâneo e para blends para espresso. O valor dos robustas no mercado é consideravelmente mais baixo que o do arábica.



Prêmio para café colombiano nos EUA cai à mínima de 11 meses

  Exportadores colombianos de café reduziram o prêmio sobre os preços ao menor nível em 11 meses para atrair mais compradores nesta semana, em meio à maior safra em seis anos, embora as ofertas sejam escassas devido à queda nos futuros em Nova York para a mínima em quatro anos, disseram importadores norte-americanos. Os prêmios para grãos colombianos em armazéns norte-americanos caíram cerca de 30 por cento nas últimas cinco semanas, com o grande produtor de arábica lavado de alta qualidade buscando recuperar fatia de mercado, após cinco anos de colheitas abaixo da média. "Eles não estiveram tão agressivos ligando para mim como estavam nas semanas anteriores. Antes, eu tinha todos os exportadores colombianos me ligando para vender", disse um importador dos EUA. Os preços mais baixos para o café colombiano deverá forçar produtores da América Central, onde um surto de doenças fúngicas tem prejudicado a produção, a baixarem os preços quando a colheita começar no final deste ano. Indústrias de café não estão com pressa para comprar depois de já terem garantido suprimentos da Colômbia e do Brasil --país onde o café é, em geral, mais barato em relação ao colombiano--, e aguardam para ver até onde o mercado vai cair, disseram importadores. "Eles estão bastante confortáveis agora e não estão numa corrida para comprar café, e o mercado está caindo todos os dias", disse o presidente da importadora de café verde Balzac Bros, Ray Keane, da Carolina do Sul, referindo-se a torrefadoras norte-americanos. O prêmio médio para o café colombiano de boa qualidade em armazéns norte-americanos caiu para 18 centavos ao longo da semana, ante 19,8 centavos de dólar na semana passada, menor nível desde outubro de 2012.
Em sessão fraca, café tem dia de retração de preços na ICE

  Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com quedas, devolvendo integralmente as ligeiras evoluções verificadas ao longo do pregão anterior. Mais uma vez, o café teve um dia de pouca emoção na casa de comercialização norte-americana, com o dezembro, como já esperado, se posicionando próximo do nível psicológico de 115,00 centavos por libra peso, em uma sessão caracterizada por um volume muito baixo de negócios processados.

Apesar das baixas, nenhum suporte mais efetivo foi testado, ao passo que os compradores se mostram reticentes. A sessão também foi marcada por uma volatilidade pífia, com a primeira posição variando dentro de um range de apenas 170 pontos. A falta de novidades continua dando as cartas para o segmento cafeeiro. Questões como a safra brasileira e vietnamita — consideravelmente altas — e mesmo a quebra dos centro-americanos, por conta da ferrugem do colmo, parecem estar consistentemente precificadas, ao passo que outros fatores relevantes, como o leilão de opções no Brasil, não redundaram em uma movimentação mais consistente por parte dos players.

No encerramento do dia em Nova Iorque, a posição dezembro teve quedas de 115 pontos, com 114,65 centavos de dólar por libra peso, com a máxima em 115,90 centavos e a mínima de 114,20 centavos, com o março registrando perda de 110 pontos, com 117,75 centavos por libra, com a máxima em 118,85 centavos e a mínima em 117,40 centavos. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro teve desvalorização de 9 dólares, com 1.678 dólares por tonelada, com o janeiro recuando 10 dólares, para o nível de 1.673 dólares por tonelada.

De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado pela falta de novidades. As chuvas que atingiram o cinturão cafeeiro do Brasil já foram consideravelmente assimiladas e contribuíram para que o dezembro mudasse de uma flutuação ao redor dos 120,00 centavos para 115,00 centavos. Os mercados externos tiveram uma sexta-feira negativa, o que colaborou para que o café fosse ainda mais pressionado. O dólar subiu em relação a várias moedas internacionais, incluindo o real brasileiro, o que deu suporte para quedas para a maior parte das matérias-primas globais.

"O café continua enfrentando vários fatores baixistas, tendo a questão da disponibilidade como principal pano de fundo. Diante de um cenário em que várias origens importantes vão manter uma oferta consistente ao longo da temporada, vários players não se mostram preocupados em garantir compras mais significativas, mesmo com a aproximação da temporada mais fria do ano no hemisfério norte", disse um trader.

O segundo leilão de contratos de opção de venda de café realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento negociou 8.615 títulos, que correspondem a 861,5 mil sacas e 86,2% do total ofertado. O prêmio médio saiu por R$ 1,906/saca, com ágio de 11,1% em relação ao valor de abertura.

As exportações de café de Uganda na temporada 2012/2013 devem ter aumento de pelo menos 34% ante o ano anterior, impulsionadas pelo clima favorável, indicou a Autoridade para o Desenvolvimento do Café de Uganda. Segundo a entidade, as remessas na atual temporada, que termina no final de setembro, devem somar 3,66 milhões de sacas, em comparação com as 2,73 milhões de sacas da safra anterior.

As exportações brasileiras no mês de setembro, até o dia 19, totalizaram 10767.438 sacas de café, alta de 18,76% em relação às 898.798 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).

Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 640 sacas, indo para 2.777.245 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 9.685 lotes, com as opções tendo 2.832 calls e 1.558 puts — floor mais eletrônico. Tecnicamente, o dezembro na ICE Futures US tem resistência em 115,90-116,00, 116,50, 116,70, 117,00, 117,50, 118,00, 118,50, 119,00, 119,20, 119,50, 119,90-120,00, 120,50, 120,75, 121,00-121,05, 121,10, 121,50, 122,00, 122,50, 122,20, 122,50, 122,75, 123,00 e 123,50 centavos de dólar, com o suporte em 114,20, 114,00-113,95, 113,50, 113,00, 112,50, 112,00, 111,50, 111,00, 110,50, 110,10-110,00, 109,50, 109,00, 108,50, 108,00 e 107,50 centavos.





Em sessão morna, Londres tem nova retração para café

  Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta sexta-feira com pequenas quedas, em uma sessão de movimentação apenas regular e com os preços voltando a demonstrar pouca volatilidade. O conhecido "mais do mesmo" voltou a dar o tom dos negócios.

De acordo com analistas internacionais, o dia chegou a esboçar alguma tentativa de reação logo nos primeiros movimento do pregão. Entretanto, as ordens de compra foram pífias, abrindo espaço para que algumas novas vendas fossem processadas, com o novembro chegando a tocar na mínima de 1.666 dólares. As perdas vieram na esteira, também, de algumas arbitragens, já que Nova Iorque teve uma nova sessão de retração.

"Foi uma sessão técnica, letárgica, bem próxima daquilo que vem sendo verificado ao longo das últimas semanas em Londres. Não conseguimos testar resistências efetivas e, por outro lado, as baixas são pontuais, próximas das mínimas observadas ao longo do começo desta semana", disse um trader.

O novembro teve uma movimentação ao longo do dia de 6,55 mil contratos, contra 4,991 mil do janeiro. O spread entre as posições novembro e janeiro ficou em 5 dólares. No encerramento do dia, o novembro teve desvalorização de 9 dólares, com 1.678 dólares por tonelada, com o janeiro recuando 10 dólares, para o nível de 1.673 dólares por tonelada.





Preço em queda e câmbio estimularam participação em leilão de café

  Os preços mais baixos do café no mercado explicam o maior interesse dos cafeicultores no leilão de contratos de opção de venda futura que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizou nesta sexta-feira, 20, segundo avaliação da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé). Só nesta semana, o Indicador Cepea/Esalq do tipo 6 do arábica recuou 3,75%. 'Além disso, deu tempo de alguns produtores se acertarem com a documentação', disse o superintendente comercial da cooperativa, Lúcio Dias. 'E não podemos nos esquecer do dólar, que caiu.' Este foi o segundo leilão de contratos de opção de uma série de três programados. Na sexta-feira passada, foram negociados 8.565 contratos (856 mil sacas), ou 85,65% da oferta, sem ágio sobre o prêmio de abertura de R$ 1,715/saca. Hoje, a Conab negociou 8.615 contratos, que correspondem a 861,5 mil sacas, ou 86,2% das 1 milhão ofertadas (10 mil contratos). O prêmio médio saiu por R$ 1,906/saca, com ágio de 11,1% em relação ao valor de abertura. Dias ponderou que esse resultado pode não se repetir no próximo leilão, que será realizado na sexta-feira, 27. 'Há o saldo de Bahia, Espírito Santo e Paraná para ser comercializado ainda', explicou. Nos dois últimos pregões, apenas em São Paulo e em Minas Gerais houve negociação de 100% do volume ofertado.

Arabica-Coffee Futures Slip to Fresh More Than 4-Year Low

  NEW YORK  -  Arabica-coffee futures slid to a fresh more than four-year low
Friday as expectations for massive supplies continued to weigh on the market.
  Brazilian coffee growers are expected to harvest 47.5 million 60-kilogram
(132-pound) bags of coffee this year, a record for an "off-year" harvest,
government crop agency Conab said earlier this month.
  No. 1 coffee grower and exporter Brazil's two-year coffee production cycle is
characterized by alternating years of higher and lower productivity, and 2013
is a down year.
  "Harvest pressure from Brazil's very large off-year crop is continuing to
weigh on the market," said Sterling Smith, a futures specialist at Citigroup in
Chicago. And, "beneficial rains are being seen in most of Brazil's coffee
growing areas, which will allow the 2014 crop to get off to a good start."
  Arabica coffee for December delivery on the ICE Futures U.S. exchange ended
down 1% at $1.1465 a pound in thin volume trade, the lowest settlement since
July 10, 2009.
  Coffee had rallied Thursday for the first time in four sessions after the
U.S. dollar weakened against the Brazilian real, following the Fed's decision
to maintain its bond-buying program.
  A stronger real discourages growers and processors from selling their
products abroad, since they would receive less of the local currency back for
the dollar-denominated commodities.
  But the real has since weakened against the dollar, and the market is still
worried about big supplies.
  "I think coffee is probably going to see new lows" in the near-term, said
Hernando de la Roche, senior vice president at INTL FCStone in Miami. There are
simply "plenty of supplies" to go around, he added.
  Cocoa futures eased Friday after the market failed to retest the key
technical and psychological level of $2,650 a ton.
  Cocoa futures touched a one-year high of $2,657 a ton in intraday trade
Thursday before pulling back, but the market continues to be supported by
concerns about the quantity and quality of the upcoming West African cocoa
harvest.
  Traders say dry weather in the No. 1 cocoa-producing region during a key
period of growth could hurt output.
  Cocoa for December delivery on the ICE Futures U.S. exchange ended 0.8% lower
at $2,608 a ton.
  Raw sugar for October delivery settled 0.1% higher at 17.18 cents a pound,
and cotton for December delivery closed down 0.2% at 84.52 cents a pound.
Orange-juice futures bucked the general trend in softs, ending up 0.2% at
$1.2555 a pound as investors took profits from short positions.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Brazil’s Coffee Trees to Flower a 2nd Time Next Week After Rain
Bloomberg - Isis Almeida - 2013-09-20T10:36:44Z.
.
Coffee trees in Brazil, the world’s largest producer, will probably flower for a second time next week as rain continues to fall over growing regions, inducing blossoming before next year’s crop, local brokers said.

A good amount of rain fell over the coffee belt this week, helping keep flowers that blossomed last weekend on the trees, Rio de Janeiro-based broker Flavour Coffee said in a report e-mailed yesterday. Flowers will become the cherries that contain the beans to be harvested. While mostly dry weather will return today, rain is seen for the eastern part of Southeast Brazil next week, Sao Paulo-based forecaster Somar Meteorologia said in a report yesterday.

There were “lots of rains throughout the coffee belt, washing away the drought speculation and bringing flowering for most of the area,” Thiago Cazarini, a broker at Cazarini Trading Co. in Varginga, Minas Gerais, Brazil’s biggest arabica-producing state, said in a separate report yesterday. “Stronger rains continue and if it stops raining soon and the sun comes, we might see another flowering next week.”

Arabica coffee futures, down 20 percent on ICE Futures U.S. in New York this year, are heading for a third annual decline, the longest slump since 1993. Supply is outpacing demand and Brazil is now gathering a record crop for a year in which trees enter the lower-yielding half of a two-year cycle, the government estimates.

Brazilian Real

The amount of coffee sold in Brazil this week was smaller than in the previous seven-day period as a stronger Brazilian real means lower margins for exporters, Flavour Coffee said. The real, down 6.8 percent this year, rallied 3.2 percent on Sept. 18 after the Federal Reserved left its fiscal stimulus intact.

“Producers and cooperatives tried to keep the prices, but with the stronger Brazilian currency and lower New York-ICE, the exporters couldn’t afford to pay,” Flavour Coffee said.

Brazilian arabica beans of good-cup quality were at a discount of 18 cents to 21 cents a pound to the price on ICE, according to Flavour Coffee data. That is little changed from a discount of 19 cents to 21 cents a pound last week. Fine-cup beans were unchanged at a discount of 13 cents a pound to the exchange prices. Fine-cup beans are usually more expensive because of their taste profile.

Premiums

Conillons, as Brazilian robusta beans are known, were offered this week at a premium of 8 cents a pound ($176 a metric ton) to the price on NYSE Liffe in London, according to Flavour Coffee. That’s up from a premium of 5 cents a pound last week. The premium asked by growers “did not attract any buying interest,” the broker said, adding that some grades of arabica were the same price as robusta or even cheaper.

Robusta coffee is grown mainly in Asia and parts of Africa and used for instant drinks and espresso. Arabica coffee is grown mainly in Latin America and favored for specialty drinks such as those made by Starbucks Corp. (SBUX)

Robusta coffee for delivery in November was 0.7 percent lower at $1,675 a ton by 10:30 a.m. in London. Arabica coffee for December delivery retreated 0.5 percent to $1.152 a pound in New York.




Cafezais do Brasil deverão ter a 2º florada na próxima semana após a chuva
   
  Os cafezais no Brasil provavelmente terão a segunda florada na próxima semana devido a chuva continua a cair sobre regiões produtoras , induzindo florescimento antes safra do próximo ano, disse corretores locais . Uma boa quantidade de chuva caiu sobre o cinturão de café esta semana, ajudando a manter as flores que floresceram na semana passada sobre as árvores , disse do Rio de Janeiro corretor da Flavour Coffee . Flores vai se tornar as cerejas que contêm os grãos a ser colhida . Enquanto na maior parte do tempo seco vai voltar hoje , a chuva é vista para a parte leste da região Sudeste do Brasil na próxima semana , São Paulo com base em previsão Somar Meteorologia disse em um relatório ontem. Havia " muitas chuvas em todo o cinturão do café , lavando a especulação seca e trazendo flores para a maioria da área", informa Thiago Cazarini , corretor da Cazarini Trading Co. em Varginga , em um relatório separado ontem. " Chuvas mais fortes continuam e se ele pára de chover em breve , o sol vem , poderemos ver outro floração na próxima semana. " Os Futuros de café arábica , queda de 20 por cento na ICE Futures dos EUA em Nova York este ano , estão indo para um terceiro declínio anual , a maior queda desde 1993. Abastecimento está superando a demanda eo Brasil agora está reunindo uma safra recorde para um ano em que as árvores entrar na metade de baixo rendimento de um ciclo de dois anos, o governo estima . A quantidade de café vendido no Brasil esta semana foi menor do que no período de sete dias anterior como um real mais forte significa margens menores para os exportadores , disse Flavour Coffee. O real, teve queda de 6,8 por cento este ano , reuniram-se 3,2 por cento em 18 de setembro após a reservada Federal deixou seu estímulo fiscal intacta. " Os produtores e cooperativas tentaram manter os preços, mas com a moeda brasileira mais forte e mais baixa em Nova York, ICE , os exportadores não podiam pagar ", disse ele . Grãos arábica brasileiros de boa qualidade foram copo com um desconto de 18 centavos a 21 centavos de dólar por libra, de acordo com dados Café Sabor . Isso é pouco mudou de um desconto de 19 centavos a 21 centavos de dólar por libra na semana passada. Café Fine- copo ficaram inalteradas em um desconto de 13 centavos de dólar por libra para os preços de troca. Café Fine- copo são geralmente mais caros por causa de seu perfil de sabor . Conillons , como grãos de robusta brasileiros são conhecidos , foram oferecidas esta semana em um prêmio de 8 centavos de dólar por libra ( 176 dólares a tonelada ) para o preço na NYSE Liffe , em Londres, de acordo com o sabor do café . Isso é acima de um prêmio de 5 centavos de dólar por libra na semana passada. O prêmio pedido pelos produtores "não atrair qualquer interesse de compra ", o corretor disse, acrescentando que alguns tipos de arábica foram o mesmo preço tão robusta ou até mais barato .

SEMANA: CAFÉ TEM PIOR PREÇO DESDE JULHO DE 2009 EM NY
Nem o começo dos leilões de contratos de opção de venda
do café do governo brasileiro - na sexta-feira passada (13/09), com nova
operação nesta sexta-feira agora (20/09) - evitou que os preços continuassem
caindo no mercado internacional. A semana voltou a ser de perdas, com as
cotações recuando aos patamares mais baixos desde julho de 2009 na Bolsa de
Mercadorias de Nova York (ICE Futures), que baliza a comercialização
internacional do arábica.
    O sentimento é de tranquilidade para os compradores globais, e isso impede
uma reação nos preços. O Brasil finaliza a colheita de uma boa safra,
recorde para um ciclo baixo produtivo na bienalidade cafeeira, o clima é
favorável para as floradas que vão levar à safra 2014, e agora no final do
ano ainda entram as safras da Colômbia e da América Central de arábicas de
alta qualidade. É um prato cheio para a demanda, com as grandes torrefações
pelo mundo mantendo compras da mão-para-boca, com estoques curtos, sabendo que
existe boa oferta com as origens. O Vietnã começa a colheita do robusta
também agora em outubro, o que completa o cenário de tranquilidade para os
consumidores.
    Na Bolsa de Nova York, o contrato dezembro do arábica fechou esta
quinta-feira a 115,80 centavos de dólar por libra-peso. Depois de testar a
linha de US$ 1,20 e rompê-la, o mercado busca um novo fundo, e tem as
cotações mais baixas dos últimos quatro anos. Em relação ao fechamento da
semana passada, NY já acumula queda de 3,5% (até a quinta-feira 19/09), e
recua também nesta sexta-feira (20/09), aprofundando o buraco da semana. Na
Bolsa de Londres, perdas de 3,4% na semana até a quinta-feira, no contrato
novembro.
    O dólar também vem jogando contra, mantendo trajetória de recuo depois
das recentes altas. E isso completa o cenário negativo para a formação de
preços do café no Brasil. No comercial, a moeda americana acumula queda de
3,5% na semana até a quinta-feira (19).
    Desta forma, o mercado físico brasileiro, em que pese a determinação dos
produtores em evitar a venda, segue com quedas nas cotações. No sul de Minas
Gerais, na semana o café arábica bebida boa acumula baixa de 5,3%, recuando de
R$ 285,00 para R$ 270,00 a saca. Já o conillon tipo 7 em Vitória/Espírito
Santo caiu de R$ 235,00 para R$ 229,00, baixa de 2,5%.
Cocoa Futures Ease as Market Hits Technical Resistance
Neena Rai

 LONDON - Cocoa futures eased in early European trading Friday as the market
failed to breach key technical resistance levels, traders and analysts said.
  "London cocoa prices continue to test resistance at GBP1,694 a metric ton
with the most recent sessions unable to breach this level," Kash Kamal,
research analyst at Sucden Financial said.
  Dry weather concerns in West Africa coupled with higher-than-expected demand
for the chocolate making ingredient drove futures to a one year high Tuesday of
GBP1,729 a ton. Friday, March Liffe cocoa futures slipped 0.3% to GBP1,680 a
ton.
  "The probability of the market going higher is more than it moving lower in
the medium-term," a trader said. "Let's not forget that industry are also short
of cover right now."
  European wheat futures for November delivery traded flat, with gains capped
by the recent strength of the euro against the dollar. A stronger euro against
the dollar against the dollar hampers the competitiveness of European exports
abroad.
  Eastern European Union countries are likely to increase exports by up to 12
million tons between 2012-13 and 2020-21, Rabobank said in a note, offering
possibilities for the nearby net-importing Mediterranean region, some western
EU countries and for Far East Asia.
  "The southern EU as well as the Middle East and North Africa are steady
net-importers of corn and wheat from Europe and the Americas," the bank said.
"In addition, the MENA region's fast-growing population and GDP per capita will
continue to drive imports higher in the next decades."
  November robusta coffee futures for November delivery traded down 0.7%, at
$1,675 a ton, weighed down by expectations of a bumper crop out of top producer
Vietnam and weakness in New York's arabica market.
  Elsewhere, December sugar futures traded 0.2% lower at $486.70 a ton as ample
supplies of the sweetener continue to cap gains.