Café retoma tendência pessimista e fecha dia com forte queda na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US tiveram quedas consideráveis nesta quarta-feira, com praticamente todos os ganhos obtidos na sessão passada se esvaindo. O ânimo fornecido pelos mercados externos na terça não voltou a ser observados no dia. O que se observou foram quedas consideráveis em praticamente todos mercados de maior risco e as commodities não ficaram imunes. Com isso, produtos como café, petróleo e algodão voltaram a registrar perdas. Tecnicamente, o mercado não apresenta modificações. Os bears (baixistas) dominam as ações, ao passo que os compradores voltam a se mostrar reticentes. Nesta quarta, antes das liquidações mais efetivas, o setembro não conseguiu testar níveis básicos, como o de 162,00 centavos, o que abriu espaço para que as retrações se consolidassem. As coberturas de posições short, antes do início da notificação de julho, nesta quinta-feira, não se mostraram mais efetivas, tal como observado na terça-feira. Os mercados externos se mostraram negativos, principalmente para as commodities, já que as bolsas de valores nos Estados Unidos, depois de registrarem baixas consideráveis, conseguiram se reequilibrar e fechar próximas da estabilidade. Algumas reações negativas no macroeconômico foram observadas após o Federal Reserve (equivalente ao banco central dos Estados Unidos) ter mantido a taxa de juros do país entre 0% e 0,25% e ter mantido uma operação de crédito de vendas de títulos dse curto prazo. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 585 pontos, com 150,75 centavos, sendo a máxima em 159,15 e a mínima em 150,00 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 640 pontos, com a libra a 152,40 centavos, sendo a máxima em 161,50 e a mínima em 151,10 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve queda de 20 dólares, com 2.062 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 15 dólares, com 2.086 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, a nova queda incisiva dos arábicas fez com que os diferenciais desses casas em relação aos robustas negociados em Londres voltassem a se estreitar, indo para 57 centavos por libra, contra 63 centavos observados na terça-feira. Para esses analistas, as baixas do dia ocorreram após a expectativa de que o mercado teria consistência para dar prosseguimento aos ganhos da sessão anterior, o que, de fato, não se materializou, o que abriu espaço para algumas novas liquidações. "Efetivamente, mantivemos o clima ruim que há semanas assola o café. Tivemos na terça-feira, na verdade, um hiato, mas os compradores não se mostram constantes nem dão espaço para se buscar alguma correção, diante do cenário claramente sobrevendido registrado atualmente", indicou um trader, que destacou que muitos operadores continuam atentos ao clima no Brasil e avaliam se as consistentes chuvas que atingem o centro-sul do Brasil poderiam afetar a produção do país, que para muitos seria recorde, ou mesmo a qualidade dos grãos. Nesta quinta-feira tem início a notificação para o contrato de julho na bolsa de Nova Iorque. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 19, somaram 706.833 sacas de café, contra às 823.385 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 5.020 sacas, indo para 1.589.057 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 48.900 lotes, com as opções tendo 1.127 calls e 1.250 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 159,15, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50, 164,00, 164,50 e 164,90-165,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 150,00, 149,50, 149,00, 148,50, 149,00, 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50 e 145,10-145,00 centavos por libra. Londres sente pressão externa e fecha dia com retração Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta quarta-feira com quedas, refletindo o cenário negativo dos mercados externos. a posição setembro voltou a flutuar abaixo do nível psicológico de 2.100 dólares, em um pregão que se mostrou totalmente diverso daquele do dia anterior. Os vendedores se mostraram muito mais ativos e conseguiram levar as cotações para baixo com considerável facilidade. Segundo analistas internacionais, o setembro chegou a tocar na mínima de 2.065 dólares. Nesse nível, no entanto, algumas aquisições de indústrias de torrefação foram observadas, o que permitiu desacelerar ligeiramente as perdas finais. "O mercado seguiu tendências externas, nas quais observamos retrações consideráveis em vários segmentos de maior risco, como é o caso das commodities. Os arábicas, por exemplo, que tiveram uma terça-feira de bons ganhos praticamente perdeu toda a evolução nesta quarta. Efetivamente, os mercados continuam a sofrer com os temores decorrentes da crise européia e esse é um cenário que não deve se modificar rapidamente", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 16,2 mil contratos em aberto, contra 54,1 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 5,42 mil lotes, com o setembro tendo 8,74 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 24 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve queda de 20 dólares, com 2.062 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 15 dólares, com 2.086 dólares por tonelada.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US tiveram quedas consideráveis nesta quarta-feira, com praticamente todos os ganhos obtidos na sessão passada se esvaindo. O ânimo fornecido pelos mercados externos na terça não voltou a ser observados no dia. O que se observou foram quedas consideráveis em praticamente todos mercados de maior risco e as commodities não ficaram imunes. Com isso, produtos como café, petróleo e algodão voltaram a registrar perdas. Tecnicamente, o mercado não apresenta modificações. Os bears (baixistas) dominam as ações, ao passo que os compradores voltam a se mostrar reticentes. Nesta quarta, antes das liquidações mais efetivas, o setembro não conseguiu testar níveis básicos, como o de 162,00 centavos, o que abriu espaço para que as retrações se consolidassem. As coberturas de posições short, antes do início da notificação de julho, nesta quinta-feira, não se mostraram mais efetivas, tal como observado na terça-feira. Os mercados externos se mostraram negativos, principalmente para as commodities, já que as bolsas de valores nos Estados Unidos, depois de registrarem baixas consideráveis, conseguiram se reequilibrar e fechar próximas da estabilidade. Algumas reações negativas no macroeconômico foram observadas após o Federal Reserve (equivalente ao banco central dos Estados Unidos) ter mantido a taxa de juros do país entre 0% e 0,25% e ter mantido uma operação de crédito de vendas de títulos dse curto prazo. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 585 pontos, com 150,75 centavos, sendo a máxima em 159,15 e a mínima em 150,00 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 640 pontos, com a libra a 152,40 centavos, sendo a máxima em 161,50 e a mínima em 151,10 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve queda de 20 dólares, com 2.062 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 15 dólares, com 2.086 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, a nova queda incisiva dos arábicas fez com que os diferenciais desses casas em relação aos robustas negociados em Londres voltassem a se estreitar, indo para 57 centavos por libra, contra 63 centavos observados na terça-feira. Para esses analistas, as baixas do dia ocorreram após a expectativa de que o mercado teria consistência para dar prosseguimento aos ganhos da sessão anterior, o que, de fato, não se materializou, o que abriu espaço para algumas novas liquidações. "Efetivamente, mantivemos o clima ruim que há semanas assola o café. Tivemos na terça-feira, na verdade, um hiato, mas os compradores não se mostram constantes nem dão espaço para se buscar alguma correção, diante do cenário claramente sobrevendido registrado atualmente", indicou um trader, que destacou que muitos operadores continuam atentos ao clima no Brasil e avaliam se as consistentes chuvas que atingem o centro-sul do Brasil poderiam afetar a produção do país, que para muitos seria recorde, ou mesmo a qualidade dos grãos. Nesta quinta-feira tem início a notificação para o contrato de julho na bolsa de Nova Iorque. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 19, somaram 706.833 sacas de café, contra às 823.385 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 5.020 sacas, indo para 1.589.057 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 48.900 lotes, com as opções tendo 1.127 calls e 1.250 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 159,15, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50, 164,00, 164,50 e 164,90-165,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 150,00, 149,50, 149,00, 148,50, 149,00, 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50 e 145,10-145,00 centavos por libra.
Londres sente pressão externa e fecha dia com retração
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta quarta-feira com quedas, refletindo o cenário negativo dos mercados externos. a posição setembro voltou a flutuar abaixo do nível psicológico de 2.100 dólares, em um pregão que se mostrou totalmente diverso daquele do dia anterior. Os vendedores se mostraram muito mais ativos e conseguiram levar as cotações para baixo com considerável facilidade. Segundo analistas internacionais, o setembro chegou a tocar na mínima de 2.065 dólares. Nesse nível, no entanto, algumas aquisições de indústrias de torrefação foram observadas, o que permitiu desacelerar ligeiramente as perdas finais. "O mercado seguiu tendências externas, nas quais observamos retrações consideráveis em vários segmentos de maior risco, como é o caso das commodities. Os arábicas, por exemplo, que tiveram uma terça-feira de bons ganhos praticamente perdeu toda a evolução nesta quarta. Efetivamente, os mercados continuam a sofrer com os temores decorrentes da crise européia e esse é um cenário que não deve se modificar rapidamente", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 16,2 mil contratos em aberto, contra 54,1 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 5,42 mil lotes, com o setembro tendo 8,74 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 24 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve queda de 20 dólares, com 2.062 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 15 dólares, com 2.086 dólares por tonelada.
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 20 de junho de 2012
BERNANKE: Fed certamente poderia estudar mais compras de ativos
BERNANKE: Fed certamente poderia estudar mais compras de ativos
São Paulo, 20 de junho de 2012 -
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, afirmou há pouco em entrevistacoletiva que o banco poderia estudar novos programas de compras de ativos caso necessário, pois está preparado para prover medidas adicionais para promover crescimento sustentável do país e a recuperação do mercado de trabalho. "Estamos preparados para fazer o que é necessário", afirmou, completando, no entanto, que acredita que as ferramentas de política monetárias atuais ainda têm capacidade de fortalecer a economia ao facilitar as condições de financiamento. Hoje, O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fedinformou que resolveu manter a taxa básica de juros do país entre zero e 0,25%, e anunciou a extensão até o final do ano da chamada "Operação Twist" - troca de títulos de curto prazo por papéis de longo prazo. O Fed deve adquirir títulos com maturidades de seis a 30 anos e trocá-los por papéis com maturidades de três anos ou menos. Segundo Bernanke, essa extensão é um passo muito importante para estimulara economia e pode ajudar a reduzir os juros cobrados dos títulos de dívida emitidos pelas empresas. O Fed divulgou hoje também projeções para a economia dos Estados Unidos, revisando para baixo as estimativas de crescimento da economia norte-americana. Os membros do Fed preveem que o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescerá em uma faixa entre 1,9% a 2,4%, abaixo da projeção de abril, quando estimava-se uma expansão entre 2,4% e 2,9%. Para 2013, a estimativa é de que aeconomia norte-americana avance entre 2,2% e 2,8%, números inferiores aos de 2,7% e 3,1% informados anteriormente. De acordo com Bernanke, o Fed foi muito otimista sobre o ritmo de recuperação da economia nas projeções anteriores. "Tivemos acomodação adicional sendo feita, enquanto vimos certas barreiras impedindo a economia de se fortalecer da maneira que gostaríamos", afirmou. Segundo ele, as ferramentas de política monetária usadas pelo Fed tem uma natureza mais lenta,mas continuaram a ter efeitos acomodativos na economia mesmo depois do fim das compras dos títulos.
São Paulo, 20 de junho de 2012 -
O presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos), Ben Bernanke, afirmou há pouco em entrevistacoletiva que o banco poderia estudar novos programas de compras de ativos caso necessário, pois está preparado para prover medidas adicionais para promover crescimento sustentável do país e a recuperação do mercado de trabalho. "Estamos preparados para fazer o que é necessário", afirmou, completando, no entanto, que acredita que as ferramentas de política monetárias atuais ainda têm capacidade de fortalecer a economia ao facilitar as condições de financiamento. Hoje, O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do Fedinformou que resolveu manter a taxa básica de juros do país entre zero e 0,25%, e anunciou a extensão até o final do ano da chamada "Operação Twist" - troca de títulos de curto prazo por papéis de longo prazo. O Fed deve adquirir títulos com maturidades de seis a 30 anos e trocá-los por papéis com maturidades de três anos ou menos. Segundo Bernanke, essa extensão é um passo muito importante para estimulara economia e pode ajudar a reduzir os juros cobrados dos títulos de dívida emitidos pelas empresas. O Fed divulgou hoje também projeções para a economia dos Estados Unidos, revisando para baixo as estimativas de crescimento da economia norte-americana. Os membros do Fed preveem que o Produto Interno Bruto (PIB) do país crescerá em uma faixa entre 1,9% a 2,4%, abaixo da projeção de abril, quando estimava-se uma expansão entre 2,4% e 2,9%. Para 2013, a estimativa é de que aeconomia norte-americana avance entre 2,2% e 2,8%, números inferiores aos de 2,7% e 3,1% informados anteriormente. De acordo com Bernanke, o Fed foi muito otimista sobre o ritmo de recuperação da economia nas projeções anteriores. "Tivemos acomodação adicional sendo feita, enquanto vimos certas barreiras impedindo a economia de se fortalecer da maneira que gostaríamos", afirmou. Segundo ele, as ferramentas de política monetária usadas pelo Fed tem uma natureza mais lenta,mas continuaram a ter efeitos acomodativos na economia mesmo depois do fim das compras dos títulos.
terça-feira, 19 de junho de 2012
WSJ - Europe, Weak Economy Add to Pressure on Fed 19/06/2012
WSJ - Europe, Weak Economy Add to Pressure on Fed Federal Reserve policy makers, meeting amid growing concerns about the U.S.recovery and the European debt crisis, have an array of options if they decidethe economy needs an added boost. Fed officials, concluding a two-day policy meeting Wednesday, could extend aprogram known as "Operation Twist," in which the central bank sells short-termTreasury bills and notes and plows the proceeds into longer-term securities.They also could decide to shift the proceeds into mortgage-backed securitiesrather than long-term Treasury bonds. Among other choices: launching a new round of bond-buying, known to some asquantitative easing, to expand the central bank's portfolio of assets. Or theycould alter the way they describe their plans for interest rates with anassurance that short-term interest rates will stay near zero beyond 2014. Policy makers also could stand pat but offer assurance that they stand readyto act if the economy gets weaker. With the exception of standing pat, all these moves would be aimed atbringing down long-term interest rates and reducing credit costs more broadlyto spur spending and investment. An array of recent lackluster economic news--coupled with jitters aboutEurope's crisis--has transformed the Fed's calculations. A few months ago, whenthe economic outlook was brighter, officials didn't consider taking any ofthese actions: now all are on the table. Fed officials are likely to lower their forecasts for U.S. growth this year,in light of the weak data on jobs, factory output and retail sales. The figureshave raised fears the U.S. recovery is faltering for a third consecutive yearat the same time that global growth is slowing and Europe's financial woes aremounting. The Fed is most likely to continue Operation Twist, according to a WallStreet Journal poll of 51 economists, who gave the step an average likelihoodof 44%. Extending the Twist program is among the more attractive of the Fed'soptions, in part because the program has stirred relatively little controversy. At the same time, however, its impact is limited and its effects likely wouldbe more muted if the central bank attempts to extend it, some economists said. Unlike starting another major bond-buying program, extending Operation Twistdoesn't expand the Fed's portfolio of assets and isn't expected to affect theinflation outlook much. That makes the program more palatable to Fed officialsconcerned that more ambitious steps might spur inflation worries. It alsoappeals to those who feel the central bank should be doing more to bring downthe unemployment rate, now 8.2%. But Twist offers less firepower than anotherbig round of bond buying to help support the fragile recovery, according toeconomists. "If you believe what ails the economy is not solely dependent on interestrates, as we do, then slightly lower interest rates is only going to make aslight difference," said Dan Greenhaus, chief global strategist at BTIG LLC. IfFed policy can help strengthen the recovery, then continuing Twist is only a"half-baked measure," he said. A second round of Operation Twist is likely to be smaller than the first $400billion program, since the Fed likely would have only about $240 billion ofshort-term Treasurys left to sell, said Michael Feroli, chief U.S. economist atJ.P. Morgan Chase & Co. (JPM). For example, a $150 billion extension ofOperation Twist over several months might lower longer-term interest rates byabout .05 to .10 percentage point, which in turn might increase gross domesticproduct growth over the next two years by about 0.1% per year, he said. Some think the Fed might be able to amplify the program's influence by buyingsome mortgage-backed securities instead of more long-term bonds, puttingdownward pressure on mortgage interest rates. "Because the housing market has been one of the core sources of weakness,[the Fed] would be trying to target that segment which has been holding backthe economy," said Craig Alexander, chief economist at TD Bank Financial Group.But, as in other areas, "mortgage rates are already so low, it's hard to seehow a little bit lower interest rates would have a significant impact on themarket," he said.
Coberturas e mercado externo ajudam café a voltar a subir na ICE
Coberturas e mercado externo ajudam café a voltar a subir na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com fortes ganhos, mudando o cenário baixista verificado há semanas. Em um dia caracterizados por um volume expressivo de negócios, as coberturas e as compras especulativas deram o tom dos negócios, permitindo os bons ganhos. Os especuladores teriam, no último dia 12, em mãos, combinados em futuros e opções, o maior níveis de posições vendidas desde 2006 e, diante disso, algumas coberturas eram esperadas. Além disso, alguns outros fatores deram suporte para os ganhos do dia, como a fraqueza do dólar em relação a uma cesta de moedas internacionais, na esteira da expectativa de ações de estímulo econômico por parte do Banco Central dos Estados Unidos. Também ajudaram a mobilizar o mercado a aproximação do período de notificação do primeiro contrato, assim como o temor com as chuvas nas zonas produtoras de café do Brasil, que podem atrasar ainda mais a chegada de novos grãos e comprometer a qualidade do produto. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 705 pontos, com 156,60 centavos, sendo a máxima em 156,70 e a mínima em 148,55 centavos por libra, com o setembro tendo valorização de 730 pontos, com a libra a 158,80 centavos, sendo a máxima em 159,00 e a mínima em 150,50 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 16 dólares, com 2.082 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 22 dólares, com 2.101 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os futuros de café conseguiram ter uma terça-feira de altas expressivas, com significativas coberturas de posições short, numa movimentação prévia antes do início do processo de notificação e de entregas físicas na bolsa nova-iorquina. "Nós notamos que algumas indústrias de torrefação efetuaram compras e coberturas de posições short", disse Hernando de La Roche, vice-presidente sênior da INTL Hencorp Futures. Ao longo da sessão, uma considerável volatilidade foi percebida, até os preços terem conseguido um avanço mais expressivo e finalizado no lado positivo da escola, depois de ter, na segunda-feira, ter atingido seu menor nível em dois anos. Nesta quinta-feira, dia 21, é o primeiro dia de notificação do contrato de café na bolsa nova-iorquina, o dia inicial para se expressar a entrega do grão contra um contrato futuro. Especuladores, que normalmente não aceitam a entrega física contra um contrato futuro, "fecham" suas posições antes dessa data, conforme indicaram os analistas e essa retração de qualquer força vendedora permitiu que os preços das posições pudessem ser puxados para cima. "Eu vejo que a fraqueza do dólar ante outras moedas internacionais também contribuiu para o bom andamento do mercado, com várias commodities tendo altas ao longo do dia", complementou de la Roche. "Os mercados globais estão mais animados, principalmente após o anúncio de que o G20 poderá encerrar sua reunião hoje com algumas ações mais efetivas para combater a crise, até mesmo com a criação de um fundo por parte de países emergentes", indicou um operador. As exportações de café lavado do grupo de países produtores latino-americanos tiveram alta de 5,8% em maio, com 2,90 milhões de sacas, indicou a Anacafé (Associação Nacional do Café da Guatemala), entidade responsável pela estatística do bloco. Desde o início da safra, em outubro de 2011 até o final de maio, o grupo remeteu 18 milhões de sacas ao exterior, 4,4% abaixo do mesmo período do ciclo anterior. O grupo é formado por Colômbia, Peru, República Dominicana, México, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Nicarágua e Honduras. A Colômbia, nos primeiros sete meses da safra, teve queda de 18,4% em suas remessas ao exterior, ao passo que as remessas de El Salvador teve baixa de 40%, após intensas chuvas afetarem a produção local. República Dominicana e Honduras tiveram aumentos expressivos em suas remessas, assim como costa Rica, México e Peru também registram avanço no volume de café remetido ao exterior, ao contrario de Guatemala e Nicarágua. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 18, somaram 541.287 sacas de café, queda de 34,26%, em relação às 823.385 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 4.899 sacas, indo para 1.584.037 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 46.348 lotes, com as opções tendo 1.534 calls e 846 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 156,70, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50 e 162,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,55, 149,00, 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres segue outros mercados e fecha dia com ganhos
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta terça-feira com altas, seguindo a animação de vários mercados externos e também dos arábicas em Nova Iorque. Com a retomada do potencial comprador, o setembro em Londres conseguiu voltar a se posicionar acima do nível psicológico de 2.100 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi de relativa volatilidade na bolsas londrina, com algumas novas ordens de venda tendo buscado, no início do dia, testar novas baixas. No entanto, com os ganhos externos, queda do dólar e a boa influência dos arábicas, os vendedores assumiram o controle e o setembro chegou a atingir a máxima de 2.108 dólares, sendo que, nas máximas, ligeiras realizações foram registradas. "Tivemos um dia de boas aquisições e com volatilidade relativa. As rolagens continuaram ativas e conseguimos nos posicionar, mais uma vez, acima dos 2.100 dólares, que é um nível importante neste atual mercado", disse um trader londrino. O julho na bolsa londrina tem 17,0 mil contratos em aberto, contra 52,9 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 4,25 mil lotes, com o setembro tendo 6,02 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 191 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 16 dólares, com 2.082 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 22 dólares, com 2.101 dólares por tonelada.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com fortes ganhos, mudando o cenário baixista verificado há semanas. Em um dia caracterizados por um volume expressivo de negócios, as coberturas e as compras especulativas deram o tom dos negócios, permitindo os bons ganhos. Os especuladores teriam, no último dia 12, em mãos, combinados em futuros e opções, o maior níveis de posições vendidas desde 2006 e, diante disso, algumas coberturas eram esperadas. Além disso, alguns outros fatores deram suporte para os ganhos do dia, como a fraqueza do dólar em relação a uma cesta de moedas internacionais, na esteira da expectativa de ações de estímulo econômico por parte do Banco Central dos Estados Unidos. Também ajudaram a mobilizar o mercado a aproximação do período de notificação do primeiro contrato, assim como o temor com as chuvas nas zonas produtoras de café do Brasil, que podem atrasar ainda mais a chegada de novos grãos e comprometer a qualidade do produto. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 705 pontos, com 156,60 centavos, sendo a máxima em 156,70 e a mínima em 148,55 centavos por libra, com o setembro tendo valorização de 730 pontos, com a libra a 158,80 centavos, sendo a máxima em 159,00 e a mínima em 150,50 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 16 dólares, com 2.082 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 22 dólares, com 2.101 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os futuros de café conseguiram ter uma terça-feira de altas expressivas, com significativas coberturas de posições short, numa movimentação prévia antes do início do processo de notificação e de entregas físicas na bolsa nova-iorquina. "Nós notamos que algumas indústrias de torrefação efetuaram compras e coberturas de posições short", disse Hernando de La Roche, vice-presidente sênior da INTL Hencorp Futures. Ao longo da sessão, uma considerável volatilidade foi percebida, até os preços terem conseguido um avanço mais expressivo e finalizado no lado positivo da escola, depois de ter, na segunda-feira, ter atingido seu menor nível em dois anos. Nesta quinta-feira, dia 21, é o primeiro dia de notificação do contrato de café na bolsa nova-iorquina, o dia inicial para se expressar a entrega do grão contra um contrato futuro. Especuladores, que normalmente não aceitam a entrega física contra um contrato futuro, "fecham" suas posições antes dessa data, conforme indicaram os analistas e essa retração de qualquer força vendedora permitiu que os preços das posições pudessem ser puxados para cima. "Eu vejo que a fraqueza do dólar ante outras moedas internacionais também contribuiu para o bom andamento do mercado, com várias commodities tendo altas ao longo do dia", complementou de la Roche. "Os mercados globais estão mais animados, principalmente após o anúncio de que o G20 poderá encerrar sua reunião hoje com algumas ações mais efetivas para combater a crise, até mesmo com a criação de um fundo por parte de países emergentes", indicou um operador. As exportações de café lavado do grupo de países produtores latino-americanos tiveram alta de 5,8% em maio, com 2,90 milhões de sacas, indicou a Anacafé (Associação Nacional do Café da Guatemala), entidade responsável pela estatística do bloco. Desde o início da safra, em outubro de 2011 até o final de maio, o grupo remeteu 18 milhões de sacas ao exterior, 4,4% abaixo do mesmo período do ciclo anterior. O grupo é formado por Colômbia, Peru, República Dominicana, México, Costa Rica, El Salvador, Guatemala, Nicarágua e Honduras. A Colômbia, nos primeiros sete meses da safra, teve queda de 18,4% em suas remessas ao exterior, ao passo que as remessas de El Salvador teve baixa de 40%, após intensas chuvas afetarem a produção local. República Dominicana e Honduras tiveram aumentos expressivos em suas remessas, assim como costa Rica, México e Peru também registram avanço no volume de café remetido ao exterior, ao contrario de Guatemala e Nicarágua. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 18, somaram 541.287 sacas de café, queda de 34,26%, em relação às 823.385 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 4.899 sacas, indo para 1.584.037 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 46.348 lotes, com as opções tendo 1.534 calls e 846 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 156,70, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50 e 162,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,55, 149,00, 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres segue outros mercados e fecha dia com ganhos
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta terça-feira com altas, seguindo a animação de vários mercados externos e também dos arábicas em Nova Iorque. Com a retomada do potencial comprador, o setembro em Londres conseguiu voltar a se posicionar acima do nível psicológico de 2.100 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi de relativa volatilidade na bolsas londrina, com algumas novas ordens de venda tendo buscado, no início do dia, testar novas baixas. No entanto, com os ganhos externos, queda do dólar e a boa influência dos arábicas, os vendedores assumiram o controle e o setembro chegou a atingir a máxima de 2.108 dólares, sendo que, nas máximas, ligeiras realizações foram registradas. "Tivemos um dia de boas aquisições e com volatilidade relativa. As rolagens continuaram ativas e conseguimos nos posicionar, mais uma vez, acima dos 2.100 dólares, que é um nível importante neste atual mercado", disse um trader londrino. O julho na bolsa londrina tem 17,0 mil contratos em aberto, contra 52,9 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 4,25 mil lotes, com o setembro tendo 6,02 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 191 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 16 dólares, com 2.082 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 22 dólares, com 2.101 dólares por tonelada.
Café robusta amplia participação em `blends` 19/06/2012
Café robusta amplia participação em `blends` Estima-se que o café robusta, estigmatizado pela qualidade inferior ao da espécie arábica, já faça parte de praticamente metade dos blends de cafés industrializados no Brasil, algo entre 10 milhões e 11 milhões de sacas diante de um consumo doméstico anual estimado em 20 milhões de sacas.De acordo com o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a participação do robusta nos blends no mercado nacional é de 50% a 55%, ante 20% há doze anos. Por isso, o salto é considerado importante na avaliação de representantes do setor. Já a Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) calcula que a participação do robusta já alcança cerca de 40%.Os números foram apresentados na semana passada durante um evento internacional sobre o café robusta, também conhecido como conilon, no Espírito Santo, o maior produtor nacional da variedade, com cerca de 76% da safra.No mundo, a participação do robusta é estimada em 40% - há dez anos, a fatia era de 30% -, ante 60% do arábica nos blends de café industrializado. Segundo Enio Bergoli, secretário de Agricultura do Espírito Santo, alguns especialistas acreditam que entre dez e 15 anos, a composição de robusta e arábica será igualmente dividida nas bebidas.Guilherme Braga, diretor-geral do Cecafé, acredita que, no início, o aumento do uso do robusta nos blends se deu em função de preços mais baratos na comparação com o arábica. Depois, os grãos foram escolhidos pela melhoria de sua qualidade.Braga explica que o rendimento do robusta é maior que o do arábica, e desmitifica a "fama" de produto ruim. Ele alega que, quando bem administrado, o conilon não altera a bebida final."É um bom parceiro no blend", defende. Braga afirma que um robusta de qualidade é melhor do que algumas "sobras" de arábica utilizadas para a industrialização do produto, confirmando que os cafés especiais ainda são um mercado de nicho no Brasil.Outro argumento para atestar que a qualidade do café robusta evoluiu nos últimos cinco anos está na suspensão da restrição feita pela Abic, há três meses, do uso de robusta para a produção de café gourmet certificado no Programa de Qualidade do Café (PQC).Em 2004, no início do programa, a norma técnica proibia a utilização do grão para este fim. Agora, não existem nem limites de utilização para os blends. "Deixamos a critério da indústria, desde que o produto final tenha nota acima de 7,3 pontos numa escala de zero a dez para ser classificado como gourmet", explica Nathan Herszkowicz, diretor-executivo da Abic.Herszkowicz comenta que há 15 anos, quando a indústria de torrado e moído não usava o grão robusta, havia baixa qualidade até mesmo com bebidas feitas com arábica, com grãos defeituosos que interferiam no sabor do café. Além da composição dos blends, o que estabelece a qualidade da bebida é a uniformidade dos grãos, da colheita, maturação e secagem.Além disso, ele observa que o consumo interno cresce a taxas de 3,5% a 4% ao ano, um indicativo de que a qualidade do café industrializado no mercado interno não decaiu. Para Herszkowicz, a fase do robusta é de transição para um produto de melhor qualidade, com alta tecnologia. Hoje o Brasil exporta café conilon gourmet comparado aos melhores grãos produzidos no mercado mundial. No ano passado, o país enviou 197 mil sacas de conilon diferenciado ante 2,47 milhões de sacas de conilon médios, de acordo com o Cecafé.Algumas iniciativas de ponta com o uso de tecnologias, variedade clonais, podas, irrigação e nutrição adequadas são responsáveis pela produtividade de mais de 100 sacas por hectare, no Espírito Santo, enquanto a média está em torno de 30 a 34 sacas. "A tendência é crescer muito", resume o secretário da Agricultura Enio Bergoli.Ele aponta que Brasil e Vietnã - maior produtor mundial de café robusta, que na safra 2011/12 produziu 17,385 milhões de sacas - são os únicos países capazes de aumentar a oferta do grão. A produção brasileira saltou de 6,26 milhões de sacas, em 2000/01, para 11,306 milhões na safra 2011/12.Os números para a colheita 2012/13 ainda são alvo de divergências. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta 12,3 milhões de sacas para uma safra total de café de 50,45 milhões de sacas, embora o mercado acredite em um desempenho superior.O número não fecharia as contas para a demanda interna estimada entre 10 e 11 milhões de sacas para os blends de torrado e moído; 3 milhões de sacas para a indústria de café solúvel e mais a exportação de pouco mais de 2 milhões de sacas. A soma superaria 16 milhões de sacas.Para Bergoli, o momento de maior demanda pelo robusta é um marco que credencia o Brasil como importante polo irradiador da variedade. Segundo ele, é preciso romper o preconceito da baixa qualidade, e pensar que o grão complementa o arábica. "O mercado está aberto para o conilon, não tenho dúvida de que vamos avançar pela qualidade", diz.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Café tem queda na ICE e mercado especula com safra do Brasil
Café tem queda na ICE e mercado especula com safra do Brasil
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US bateram nos menores níveis em dois anos, em um dia em que o mercado continuou sua linha de retração, refletindo, entre outros temos, a possível produção recorde do Brasil na atual temporada. Em apenas um mês, o grão já acumula retração de mais de 15% na bolsa nova-iorquina, sendo que nesta segunda as cotações atingiram o menor patamar desde 15 de junho de 2010. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 50 pontos, com 149,55 centavos, sendo a máxima em 150,90 e a mínima em 148,20 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 50 pontos, com a libra a 151,50 centavos, sendo a máxima em 152,75 e a mínima em 150,10 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve queda de 29 dólares, com 2.066 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 27 dólares, com 2.079 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os preços estão em queda devido a vários fatores, sendo um dos mais efetivos a percepção de que o Brasil terá uma colheita consideravelmente alta, de cerca de 60 milhões de sacas, segundo cálculos de operadores privados. As chuvas recentes que se abateram sobre as zonas cafeeiras brasileiras tornaram a colheita mais lenta e ainda há um atraso em se confirmar o volume efetivo da safra. Entretanto, muitos especuladores continuam a avaliar que a safra do país vai dar um suporte importante para a disponibilidade do grão. "Todo mundo parece que está muito envolvido com a safra de café do Brasil. Eles continuam vendendo, pois há essa sensação de um volume alto", indicou Jack Scoville, vice-presidente do Price Futures Group. Adicionalmente, fundos e outros especuladores continuam a apostar que a tendência é de que os preços possam continuam em queda. Na semana encerrada no dia 12 de junho, os especuladores de arábica adicionaram 770 posições short, numa aposta de queda nos preços, fazendo com que os especuladores tivessem 14.601 lotes líquidos vendidos, de acordo com ao Commodity Futures Trading Comission. "Certamente, não podemos ter uma idéia clara de qual será o tamanho da safra brasileira até cerca de metade de julho, quando nos teremos a maior parte dos grãos já fora das árvores", sustentou Hector Galvan, analista sênior da R. J. O'Brien Futures. "Se lá em julho nós observarmos que o colhido não bate com o que foi projetado, nós poderíamos ver facilmente o mercado retornar para um patamar de 180,00 centavos ou além disso", indicou. A demanda também será um fator potencial para abalizar os preços futuros. Após os preços dos arábicas terem batido nas máximas de 14 anos, em 308,90 centavos, em maio do ano passado, a maior parte dos torrefadores começou a diminuir o volume de arábica em seus blends, ao passo que houve um aumento no uso dos robustas. "Vários fizeram essa mudança para o robusta. A questão agora é que eles irão voltar para o arábica", indicou um trader. Somente neste ano, os futuros de café tiveram queda de 34%, o que seria um atrativo básico para os torrefadores voltarem a utilizar o arábica. No entanto, alguns operadores avaliam que, caso o consumidor esteja satisfeito com os atuais blends, com volume maior de robusta é possível que as indústrias busquem privilegiar o café de valor mais barato. Adicionalmente, a situação macroeconômica na Europa poderia continuar afetando a demanda de café e também pesa nas quedas atuais da commodity. A notícia de que um partido pró-euro venceu as eleições na Grécia teve uma leitura positiva pelos mercados internacionais nesta segunda-feira. "Os participantes do mercado sabem que a maior parte dos problemas ainda não foi resolvida. A crise das dívidas soberanas deverá continuar assustando os mercados por um longo tempo e isso poderia impedir aumentos significativos dos preços das commodities", sustentou o Commerzbank, em nota sobre o atual mercado. "Os preços do arábica na ICE adicionando os prêmios de acordo com a qualidade e origem já estão abaixo do custo de produção para grande parte dos países produtores – o que não necessariamente significa que o terminal vai parar de cair. Por outro lado, o aumento de produção por maior uso de fertilizantes e melhor cultivo parece que perde força a partir de agora. O verão no hemisfério norte e incertezas sobre novas recessões em nada ajudam nosso mercado de café, que ainda precisa negociar boa parte da safra brasileira", indicou Rodrigo Corrêa da Costa da Archer Consulting. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 18, somaram 541.287 sacas de café, queda de 34,26%, em relação às 823.385 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 5.990 sacas, indo para 1.579.138 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 28.732 lotes, com as opções tendo 75 calls e 445 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 150,90-151,00, 151,20, 151,50, 152,00, 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00 e 161,25 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,20, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres não sustenta força inicial e fecha dia com retração
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta segunda-feira com quedas, em uma sessão com movimentação relativamente fraca e com ações de rolagens, principalmente entre julho e setembro, tendo sido reportadas. O setembro voltou a se posicionar abaixo do nível psicológico de 2.100 dólares. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por altas e baixas, com o setembro chegando, ao longo da primeira metade do dia, a tocar na máxima de 2.114 dólares. No entanto, com a abertura de outros mercados, algumas novas vendas começaram a ser estimuladas, com a tendência se invertendo, até a mínima de 2.067 dólares ter sido atingida. Nas mínimas, contudo, algumas compras de comerciais foram notadas, o que permitiu uma ligeira recuperação. "Foi uma sessão efetivamente técnica e sem maiores novidades. O setembro continua a flutuar próximo de 2.100 dólares e, mesmo com as perdas do dia, alguns parâmetros ainda são mantidos. Não temos a força das semanas anteriores, mas conseguimos manter alguma consistência", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 17,7 mil contratos em aberto, contra 51,9 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 2,94 mil lotes, com o setembro tendo 4,91 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 13 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve queda de 29 dólares, com 2.066 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 27 dólares, com 2.079 dólares por tonelada.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US bateram nos menores níveis em dois anos, em um dia em que o mercado continuou sua linha de retração, refletindo, entre outros temos, a possível produção recorde do Brasil na atual temporada. Em apenas um mês, o grão já acumula retração de mais de 15% na bolsa nova-iorquina, sendo que nesta segunda as cotações atingiram o menor patamar desde 15 de junho de 2010. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 50 pontos, com 149,55 centavos, sendo a máxima em 150,90 e a mínima em 148,20 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 50 pontos, com a libra a 151,50 centavos, sendo a máxima em 152,75 e a mínima em 150,10 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve queda de 29 dólares, com 2.066 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 27 dólares, com 2.079 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os preços estão em queda devido a vários fatores, sendo um dos mais efetivos a percepção de que o Brasil terá uma colheita consideravelmente alta, de cerca de 60 milhões de sacas, segundo cálculos de operadores privados. As chuvas recentes que se abateram sobre as zonas cafeeiras brasileiras tornaram a colheita mais lenta e ainda há um atraso em se confirmar o volume efetivo da safra. Entretanto, muitos especuladores continuam a avaliar que a safra do país vai dar um suporte importante para a disponibilidade do grão. "Todo mundo parece que está muito envolvido com a safra de café do Brasil. Eles continuam vendendo, pois há essa sensação de um volume alto", indicou Jack Scoville, vice-presidente do Price Futures Group. Adicionalmente, fundos e outros especuladores continuam a apostar que a tendência é de que os preços possam continuam em queda. Na semana encerrada no dia 12 de junho, os especuladores de arábica adicionaram 770 posições short, numa aposta de queda nos preços, fazendo com que os especuladores tivessem 14.601 lotes líquidos vendidos, de acordo com ao Commodity Futures Trading Comission. "Certamente, não podemos ter uma idéia clara de qual será o tamanho da safra brasileira até cerca de metade de julho, quando nos teremos a maior parte dos grãos já fora das árvores", sustentou Hector Galvan, analista sênior da R. J. O'Brien Futures. "Se lá em julho nós observarmos que o colhido não bate com o que foi projetado, nós poderíamos ver facilmente o mercado retornar para um patamar de 180,00 centavos ou além disso", indicou. A demanda também será um fator potencial para abalizar os preços futuros. Após os preços dos arábicas terem batido nas máximas de 14 anos, em 308,90 centavos, em maio do ano passado, a maior parte dos torrefadores começou a diminuir o volume de arábica em seus blends, ao passo que houve um aumento no uso dos robustas. "Vários fizeram essa mudança para o robusta. A questão agora é que eles irão voltar para o arábica", indicou um trader. Somente neste ano, os futuros de café tiveram queda de 34%, o que seria um atrativo básico para os torrefadores voltarem a utilizar o arábica. No entanto, alguns operadores avaliam que, caso o consumidor esteja satisfeito com os atuais blends, com volume maior de robusta é possível que as indústrias busquem privilegiar o café de valor mais barato. Adicionalmente, a situação macroeconômica na Europa poderia continuar afetando a demanda de café e também pesa nas quedas atuais da commodity. A notícia de que um partido pró-euro venceu as eleições na Grécia teve uma leitura positiva pelos mercados internacionais nesta segunda-feira. "Os participantes do mercado sabem que a maior parte dos problemas ainda não foi resolvida. A crise das dívidas soberanas deverá continuar assustando os mercados por um longo tempo e isso poderia impedir aumentos significativos dos preços das commodities", sustentou o Commerzbank, em nota sobre o atual mercado. "Os preços do arábica na ICE adicionando os prêmios de acordo com a qualidade e origem já estão abaixo do custo de produção para grande parte dos países produtores – o que não necessariamente significa que o terminal vai parar de cair. Por outro lado, o aumento de produção por maior uso de fertilizantes e melhor cultivo parece que perde força a partir de agora. O verão no hemisfério norte e incertezas sobre novas recessões em nada ajudam nosso mercado de café, que ainda precisa negociar boa parte da safra brasileira", indicou Rodrigo Corrêa da Costa da Archer Consulting. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 18, somaram 541.287 sacas de café, queda de 34,26%, em relação às 823.385 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 5.990 sacas, indo para 1.579.138 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 28.732 lotes, com as opções tendo 75 calls e 445 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 150,90-151,00, 151,20, 151,50, 152,00, 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00 e 161,25 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,20, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres não sustenta força inicial e fecha dia com retração
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta segunda-feira com quedas, em uma sessão com movimentação relativamente fraca e com ações de rolagens, principalmente entre julho e setembro, tendo sido reportadas. O setembro voltou a se posicionar abaixo do nível psicológico de 2.100 dólares. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por altas e baixas, com o setembro chegando, ao longo da primeira metade do dia, a tocar na máxima de 2.114 dólares. No entanto, com a abertura de outros mercados, algumas novas vendas começaram a ser estimuladas, com a tendência se invertendo, até a mínima de 2.067 dólares ter sido atingida. Nas mínimas, contudo, algumas compras de comerciais foram notadas, o que permitiu uma ligeira recuperação. "Foi uma sessão efetivamente técnica e sem maiores novidades. O setembro continua a flutuar próximo de 2.100 dólares e, mesmo com as perdas do dia, alguns parâmetros ainda são mantidos. Não temos a força das semanas anteriores, mas conseguimos manter alguma consistência", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 17,7 mil contratos em aberto, contra 51,9 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 2,94 mil lotes, com o setembro tendo 4,91 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 13 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve queda de 29 dólares, com 2.066 dólares por tonelada, com o setembro tendo desvalorização de 27 dólares, com 2.079 dólares por tonelada.
domingo, 17 de junho de 2012
Café mantém viés baixista, mas fecha sexta em alta na ICE
Café mantém viés baixista, mas fecha sexta em alta na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com altas modestas, o que permitiu fazer com que uma recuperação pudesse ser observada após a mínima de dois anos ter sido testada. Algumas recompras especulativas deram sustentação aos ganhos, em um dia em que os mercados externos se mostraram de neutros a positivos, com altas para as bolsas internacionais, estabilidade para o complexo de commodities e queda do dólar em relação a uma cesta de moedas internacionais. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 85 pontos, com 150,05 centavos, sendo a máxima em 151,20 e a mínima em 149,25 centavos por libra, com o setembro tendo valorização de 95 pontos, com a libra a 152,00 centavos, sendo a máxima em 153,15 e a mínima em 151,00 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os futuros de café continuam em uma espiral de queda, com os bears (baixistas) tranqüilamente no controle das tendências técnicos. Nesta semana, o café atingiu seu menor nível desde julho de 2010, com o padrão de preço continuando bastante negativo. Esses analistas sustentaram que ao longo das últimas semanas as perdas se tornaram mais efetivas. Em 21 de maio, o setembro era negociado no nível de 183,50 centavos até atingir nesta sexta-feira o nível de 150,70 centavos. O índice de força relativa de nove dias, que é um indicador importante para avaliar o "momentum" do mercado mostra níveis profundamente sobrevendidos, com 12% nesta semana. Qualquer patamar abaixo de 30% é considerado sobrevendido e, em geral, abre espaço para que o mercado se torne mais vulnerável para um rally corretivo. Paul Hare, vice-presidente executivo do Linn Group, disse que o "setembro continua a fazer constantes novas mínimas, estendendo as ações baixistas", disse. Hare sustentou que o gráfico semanal identificou um congestionamento na zona de suporte. "Há uma grande zona de congestionamento entre 150,00 e 130,00 centavos. Geralmente, quando verificamos essas áreas elas abrem espaço para identificarmos novos suportes para o mercado", explicou. Numa continuidade das análises do comportamento do gráfico semanal, na primeira metade de 2010 a ICE viu um movimento consolidativo também entre níveis de 150,00 e 130,00 centavos. "Parece que o café deve continuar a escalada de quedas, sendo que estamos acelerando as perdas nas últimas semanas. Um patamar entre 145,00 e 150,00 centavos para o setembro no curto prazo parece bem plausível", complementou Hare. E se pudesse orientar os traders, o que recomendaria? "Ainda estaria vendedor nos rallies", finalizou. "A descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comentário semanal. Os estoques de café nos Estados Unidos tiveram alta de 49.441 sacas no final de maio, totalizando 4.521.337 sacas, informou a GCA (Green Coffee Association). No final de abril, os estoques do país eram de 4.521.377 sacas. A maior alta de estoques foi verificada no armazém de Nova Orleans, com aumento de 57.549 e maior baixa foi em Seatlle/Tacoma, com queda de 51.568 sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 14, somaram 400.948 sacas, contra 409.700 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 2.425 sacas, indo para 1.573.148 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 22.898 lotes, com as opções tendo 718 calls e 874 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 151,20, 151,50, 152,00, 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00 e 161,25 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Em dia mais calmo, Londres fecha com ligeiros ganhos
Os contratos futuro de café robusta negociados na Euronext/Liffe tiveram uma sessão tranqüila nesta sexta-feira, com ligeiros avanços para as posições mais imediatas e pequenas retrações para as mais a futuro. As rolagens de posição continuam, sendo que o setembro possui hoje um volume muito mais expressivos de contratos em aberto que o julho. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por um comportamento semelhante àquele observado na sessão anterior. Ao longo de parte do dia, os vendedores tentaram fazer o setembro flutuar abaixo dos 2.100 dólares, mas encontrou justamente nessa marca uma barreira, o que abriu espaço para algumas recompras. Ao longo do dia, essa posição chegou a bater em 2.118 dólares, mas nesse patamar o que se observou foram realizações modestas, suficientes para desacelerar os ganhos. "Foi quase uma repetição da sessão de quinta-feira, porém com um volume de negócios muito menor. Os parâmetros foram mantidos e o setembro mostrou consistência ao conseguir impedir que o nível de 2.100 dólares fosse rompido", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 19,4 mil contratos em aberto, contra 51,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 3,58 mil lotes, com o setembro tendo 4,49 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada.
Boletim semanal - ano 79 - n° 24
Santos, sexta-feira, 15 de junho de 2012
Os contratos de café com vencimento no próximo mês de julho (inverno no Brasil, maior produtor de café do mundo) na ICE Futures US, em Nova Iorque, fecharam ontem abaixo de US$ 1,50 por libra peso e hoje a US$ 1,5005, em mais uma semana de queda generalizada nas cotações do café. A crise na zona do euro, que se agrava a cada semana e agora começa a atingir até a credibilidade de bancos suíços (ontem o banco central suíço alertou que o Credit Suisse e o UBS, os dois maiores bancos do país, precisariam promover um aumento de capital para enfrentar a crise europeia – fonte: OESP de hoje, pág. B-8), é a maior razão para a queda contínua das cotações do café, mas o pessimismo dos operadores - que devido ao quadro trabalham apenas com metas de curtíssimo prazo - começa a abalar até as análises sobre os fundamentos do mercado de café. As exportações brasileiras de café neste período de entressafra (janeiro a junho) estão dentro do esperado para um ano de safra baixa, e ao final deste mês de junho, deveremos fechar o ano-safra 2011/2012 com exportações ao redor de 30 milhões de sacas! Um ótimo desempenho para o Brasil. Um ano atrás, no início da safra, ninguém esperava números acima do que estamos alcançando. Obviamente o total embarcado ficará abaixo do que conseguimos em 2010/2011, que foi ano de safra cheia, dentro da bianualidade da produção brasileira de café. Alguns analistas, contagiados com o pessimismo sobre a economia europeia, começam a explicar a queda dos embarques brasileiros, quando comparados ao mesmo período de 2011, como reflexo de uma possível queda de consumo na Europa e não da safra de ciclo baixo no Brasil. Estes embarques estão dentro do esperado e já eram projetados um ano atrás, no auge da euforia com os preços do café. Em nossa opinião, a descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país. As cotações nas bolsas de futuro estão pressionadas pela crise financeira na zona do euro e não refletem a realidade do mercado físico de café. Com este quadro, é o preço nas bolsas de futuro que faz o preço a vista no mercado físico e não o contrário, como seria o esperado. Neste período de crise, é necessário criarmos um indexador temporário que reflita a real situação do café. Em 2011 ficou claro que mesmo acima de dois dólares por libra peso não houve corrida para plantio nos principais países produtores de café. A "Green Coffee Association" divulgou que os estoques americanos de café verde totalizaram 4.570.778 em 31 de maio de 2012. Uma alta de 49.441 sacas em relação às 4.521.337 sacas existentes em 30 de abril de 2012. Até o dia 14, os embarques de junho estavam em 294.872 sacas de café arábica e 63.825 sacas de café conillon, somando 358.697 sacas de café verde, mais 42.251 sacas de café solúvel, contra 409.700 sacas no mesmo dia de maio. Até o dia 14, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em junho totalizavam 913.020 sacas, contra 888.046 sacas no mesmo dia do mês anterior. A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 8, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 15, caiu nos contratos para entrega em setembro próximo, 540 pontos ou US$ 7,15 (R$ 14,58) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em setembro próximo na ICE fecharam no dia 8 a R$ 422,46/saca e hoje, dia 15, a R$ 410,17/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em setembro, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 95 pontos.
Escritório Carvalhaes
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com altas modestas, o que permitiu fazer com que uma recuperação pudesse ser observada após a mínima de dois anos ter sido testada. Algumas recompras especulativas deram sustentação aos ganhos, em um dia em que os mercados externos se mostraram de neutros a positivos, com altas para as bolsas internacionais, estabilidade para o complexo de commodities e queda do dólar em relação a uma cesta de moedas internacionais. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve alta de 85 pontos, com 150,05 centavos, sendo a máxima em 151,20 e a mínima em 149,25 centavos por libra, com o setembro tendo valorização de 95 pontos, com a libra a 152,00 centavos, sendo a máxima em 153,15 e a mínima em 151,00 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, os futuros de café continuam em uma espiral de queda, com os bears (baixistas) tranqüilamente no controle das tendências técnicos. Nesta semana, o café atingiu seu menor nível desde julho de 2010, com o padrão de preço continuando bastante negativo. Esses analistas sustentaram que ao longo das últimas semanas as perdas se tornaram mais efetivas. Em 21 de maio, o setembro era negociado no nível de 183,50 centavos até atingir nesta sexta-feira o nível de 150,70 centavos. O índice de força relativa de nove dias, que é um indicador importante para avaliar o "momentum" do mercado mostra níveis profundamente sobrevendidos, com 12% nesta semana. Qualquer patamar abaixo de 30% é considerado sobrevendido e, em geral, abre espaço para que o mercado se torne mais vulnerável para um rally corretivo. Paul Hare, vice-presidente executivo do Linn Group, disse que o "setembro continua a fazer constantes novas mínimas, estendendo as ações baixistas", disse. Hare sustentou que o gráfico semanal identificou um congestionamento na zona de suporte. "Há uma grande zona de congestionamento entre 150,00 e 130,00 centavos. Geralmente, quando verificamos essas áreas elas abrem espaço para identificarmos novos suportes para o mercado", explicou. Numa continuidade das análises do comportamento do gráfico semanal, na primeira metade de 2010 a ICE viu um movimento consolidativo também entre níveis de 150,00 e 130,00 centavos. "Parece que o café deve continuar a escalada de quedas, sendo que estamos acelerando as perdas nas últimas semanas. Um patamar entre 145,00 e 150,00 centavos para o setembro no curto prazo parece bem plausível", complementou Hare. E se pudesse orientar os traders, o que recomendaria? "Ainda estaria vendedor nos rallies", finalizou. "A descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comentário semanal. Os estoques de café nos Estados Unidos tiveram alta de 49.441 sacas no final de maio, totalizando 4.521.337 sacas, informou a GCA (Green Coffee Association). No final de abril, os estoques do país eram de 4.521.377 sacas. A maior alta de estoques foi verificada no armazém de Nova Orleans, com aumento de 57.549 e maior baixa foi em Seatlle/Tacoma, com queda de 51.568 sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 14, somaram 400.948 sacas, contra 409.700 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 2.425 sacas, indo para 1.573.148 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 22.898 lotes, com as opções tendo 718 calls e 874 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 151,20, 151,50, 152,00, 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00 e 161,25 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 149,25, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Em dia mais calmo, Londres fecha com ligeiros ganhos
Os contratos futuro de café robusta negociados na Euronext/Liffe tiveram uma sessão tranqüila nesta sexta-feira, com ligeiros avanços para as posições mais imediatas e pequenas retrações para as mais a futuro. As rolagens de posição continuam, sendo que o setembro possui hoje um volume muito mais expressivos de contratos em aberto que o julho. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por um comportamento semelhante àquele observado na sessão anterior. Ao longo de parte do dia, os vendedores tentaram fazer o setembro flutuar abaixo dos 2.100 dólares, mas encontrou justamente nessa marca uma barreira, o que abriu espaço para algumas recompras. Ao longo do dia, essa posição chegou a bater em 2.118 dólares, mas nesse patamar o que se observou foram realizações modestas, suficientes para desacelerar os ganhos. "Foi quase uma repetição da sessão de quinta-feira, porém com um volume de negócios muito menor. Os parâmetros foram mantidos e o setembro mostrou consistência ao conseguir impedir que o nível de 2.100 dólares fosse rompido", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 19,4 mil contratos em aberto, contra 51,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 3,58 mil lotes, com o setembro tendo 4,49 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 2 dólares, com 2.095 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 2 dólares, com 2.106 dólares por tonelada.
Boletim semanal - ano 79 - n° 24
Santos, sexta-feira, 15 de junho de 2012
Os contratos de café com vencimento no próximo mês de julho (inverno no Brasil, maior produtor de café do mundo) na ICE Futures US, em Nova Iorque, fecharam ontem abaixo de US$ 1,50 por libra peso e hoje a US$ 1,5005, em mais uma semana de queda generalizada nas cotações do café. A crise na zona do euro, que se agrava a cada semana e agora começa a atingir até a credibilidade de bancos suíços (ontem o banco central suíço alertou que o Credit Suisse e o UBS, os dois maiores bancos do país, precisariam promover um aumento de capital para enfrentar a crise europeia – fonte: OESP de hoje, pág. B-8), é a maior razão para a queda contínua das cotações do café, mas o pessimismo dos operadores - que devido ao quadro trabalham apenas com metas de curtíssimo prazo - começa a abalar até as análises sobre os fundamentos do mercado de café. As exportações brasileiras de café neste período de entressafra (janeiro a junho) estão dentro do esperado para um ano de safra baixa, e ao final deste mês de junho, deveremos fechar o ano-safra 2011/2012 com exportações ao redor de 30 milhões de sacas! Um ótimo desempenho para o Brasil. Um ano atrás, no início da safra, ninguém esperava números acima do que estamos alcançando. Obviamente o total embarcado ficará abaixo do que conseguimos em 2010/2011, que foi ano de safra cheia, dentro da bianualidade da produção brasileira de café. Alguns analistas, contagiados com o pessimismo sobre a economia europeia, começam a explicar a queda dos embarques brasileiros, quando comparados ao mesmo período de 2011, como reflexo de uma possível queda de consumo na Europa e não da safra de ciclo baixo no Brasil. Estes embarques estão dentro do esperado e já eram projetados um ano atrás, no auge da euforia com os preços do café. Em nossa opinião, a descontrolada queda das cotações do café, que não encontra justificativa quando se olha para os fundamentos do mercado, exige uma rápida e forte ação do governo brasileiro. Só assim evitaremos uma grande transferência de renda dos cafeicultores brasileiros para o exterior. A situação estatística nunca foi tão clara e favorável ao Brasil, que está “com a faca e o queijo na mão” para defender os interesses da cafeicultura e do país. As cotações nas bolsas de futuro estão pressionadas pela crise financeira na zona do euro e não refletem a realidade do mercado físico de café. Com este quadro, é o preço nas bolsas de futuro que faz o preço a vista no mercado físico e não o contrário, como seria o esperado. Neste período de crise, é necessário criarmos um indexador temporário que reflita a real situação do café. Em 2011 ficou claro que mesmo acima de dois dólares por libra peso não houve corrida para plantio nos principais países produtores de café. A "Green Coffee Association" divulgou que os estoques americanos de café verde totalizaram 4.570.778 em 31 de maio de 2012. Uma alta de 49.441 sacas em relação às 4.521.337 sacas existentes em 30 de abril de 2012. Até o dia 14, os embarques de junho estavam em 294.872 sacas de café arábica e 63.825 sacas de café conillon, somando 358.697 sacas de café verde, mais 42.251 sacas de café solúvel, contra 409.700 sacas no mesmo dia de maio. Até o dia 14, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em junho totalizavam 913.020 sacas, contra 888.046 sacas no mesmo dia do mês anterior. A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 8, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 15, caiu nos contratos para entrega em setembro próximo, 540 pontos ou US$ 7,15 (R$ 14,58) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em setembro próximo na ICE fecharam no dia 8 a R$ 422,46/saca e hoje, dia 15, a R$ 410,17/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em setembro, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 95 pontos.
Escritório Carvalhaes
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Café na ICE volta a cair e setembro se aproxima de 150 cents
Café na ICE volta a cair e setembro se aproxima de 150 cents
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US parecem não ter limite nas quedas. Nesta quinta-feira, mais uma vez, fortes perdas foram reportadas e a posição julho ficou abaixo do nível psicológico de 150,00 centavos, menor nível desde junho de 2010. Novas liquidações especulativas e de fundos deram o tom dos negócios, sem que qualquer tentativa de reação mais efetiva tenha sido observada. Com isso, os bears (baixistas) encontram caminho livre para liquidar, mesmo em um dia como esta quinta, no qual os fatores externos se mostraram positivos, com queda do dólar para várias moedas internacionais, altas nas bolsas internacionais e também para o complexo commodities. Ao contrário do imaginado por muitos operadores, o nível de 150,00 centavos foi buscado, até com certa facilidade, para o setembro. A mínima do dia para a segunda posição foi de 150,70 centavos. Para alguns players, a tendência é de continuidade da pressão, sendo que o mercado não conta com nenhum indicador mais consistente para demonstrar uma mudança de tendência. Esses players lembraram que novos cafés brasileiros e indonésios chegam ao mercado e vão cumprindo a previsão de reequilibrar a oferta. Diante disso, apontaram, a expectativa é que muitos participantes liquidem suas posições, principalmente aqueles mais temerosos com a complexa situação vivida pelos mercados internacionais, abalados pela crise na Europa e pelos crescimentos mais modestos de vários países do mundo. Fundamentalmente, o mercado carece de maiores novidades. A questão climática no Brasil é acompanhada de lado, ainda que o país entre no inverno na próxima semana. Não são esperadas quedas mais proeminentes nas temperaturas do centro-sul do pais para os próximos dias. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 330 pontos, com 149,20 centavos, sendo a máxima em 152,30 e a mínima em 148,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 315 pontos, com a libra a 151,05 centavos, sendo a máxima em 154,05 e a mínima em 150,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por novas baixas, baseadas basicamente por novas vendas vinculadas a indicadores gráficos de fraqueza. Para esses analistas, o café tem uma tendência de curto, médio e longo termo baixista. "Vemos uma formação baixista no longo prazo e por mais que alguns players tentem uma correção, o que se vê são novas vendas. Engatamos nas mínimas do dia anterior para ampliar ainda mais as perdas", disse Drew Geraghty, broker de commodities do Icap North America, em Nova Jersey. A Organização Internacional do Café ampliou para 20 milhões de sacas a estimativa para a safra 2011/2012 de café robusta do Vietnã, maior produtor do grão. O dado representa uma alta de 2,7% em relação à temporada anterior. A última projeção da entidade era de uma produção de 18,3 milhões de sacas. A instituição também estima que a produção mundial de café atinja 131,9 milhões de sacas neste ano-safra, contra 131,4 milhões de sacas previstas anteriormente. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 297.438 sacas, contra 385.022 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 6.074 sacas, indo para 1.570.723 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 39.650 lotes, com as opções tendo 2.045 calls e 2.109 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50 e163,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,85, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres tem dia movimentado e consegue fechar em alta
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta quinta-feira com ligeiras altas, em uma sessão de forte movimento, com a predominância das rolagens de posições. A posição julho chegou a flutuar ligeiramente acima do nível psicológico de 2.100 dólares, no entanto, não conseguiu se sustentar nesse nível. Por sua vez, algumas ações de venda foram verificadas, até bater na mínima de 2.069 dólares, sendo que nesse nível compras de comerciais permitiram a recuperação dos preços e até as ligeiras altas ao final do dia. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por uma volatilidade média, em meio a uma considerável ação entre venda e compra especulativa. Ao final, o mercado demonstrou que ainda conta com alguma sustentação para os robustas e conseguiu manter um intervalo que, ainda que não seja aquele observado até há alguns dias, ainda mostra-se fortalecido, ao contrário, por exemplo, do que ocorre nos arábicas. "Temos um incremento nas rolagens de posições e o volume foi bem expressivo. O mercado ainda tentou buscar novas mínimas, mas voltamos a encontrar aquisições comerciais nas baixas, o que possibilitou fecharmos no lado positivo da escala, ainda que com ganhos ligeiros", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 33,3 mil contratos em aberto, contra 38,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 19,0 mil lotes, com o setembro tendo 17,8 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. Responder Encaminhar
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US parecem não ter limite nas quedas. Nesta quinta-feira, mais uma vez, fortes perdas foram reportadas e a posição julho ficou abaixo do nível psicológico de 150,00 centavos, menor nível desde junho de 2010. Novas liquidações especulativas e de fundos deram o tom dos negócios, sem que qualquer tentativa de reação mais efetiva tenha sido observada. Com isso, os bears (baixistas) encontram caminho livre para liquidar, mesmo em um dia como esta quinta, no qual os fatores externos se mostraram positivos, com queda do dólar para várias moedas internacionais, altas nas bolsas internacionais e também para o complexo commodities. Ao contrário do imaginado por muitos operadores, o nível de 150,00 centavos foi buscado, até com certa facilidade, para o setembro. A mínima do dia para a segunda posição foi de 150,70 centavos. Para alguns players, a tendência é de continuidade da pressão, sendo que o mercado não conta com nenhum indicador mais consistente para demonstrar uma mudança de tendência. Esses players lembraram que novos cafés brasileiros e indonésios chegam ao mercado e vão cumprindo a previsão de reequilibrar a oferta. Diante disso, apontaram, a expectativa é que muitos participantes liquidem suas posições, principalmente aqueles mais temerosos com a complexa situação vivida pelos mercados internacionais, abalados pela crise na Europa e pelos crescimentos mais modestos de vários países do mundo. Fundamentalmente, o mercado carece de maiores novidades. A questão climática no Brasil é acompanhada de lado, ainda que o país entre no inverno na próxima semana. Não são esperadas quedas mais proeminentes nas temperaturas do centro-sul do pais para os próximos dias. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 330 pontos, com 149,20 centavos, sendo a máxima em 152,30 e a mínima em 148,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 315 pontos, com a libra a 151,05 centavos, sendo a máxima em 154,05 e a mínima em 150,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por novas baixas, baseadas basicamente por novas vendas vinculadas a indicadores gráficos de fraqueza. Para esses analistas, o café tem uma tendência de curto, médio e longo termo baixista. "Vemos uma formação baixista no longo prazo e por mais que alguns players tentem uma correção, o que se vê são novas vendas. Engatamos nas mínimas do dia anterior para ampliar ainda mais as perdas", disse Drew Geraghty, broker de commodities do Icap North America, em Nova Jersey. A Organização Internacional do Café ampliou para 20 milhões de sacas a estimativa para a safra 2011/2012 de café robusta do Vietnã, maior produtor do grão. O dado representa uma alta de 2,7% em relação à temporada anterior. A última projeção da entidade era de uma produção de 18,3 milhões de sacas. A instituição também estima que a produção mundial de café atinja 131,9 milhões de sacas neste ano-safra, contra 131,4 milhões de sacas previstas anteriormente. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 297.438 sacas, contra 385.022 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 6.074 sacas, indo para 1.570.723 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 39.650 lotes, com as opções tendo 2.045 calls e 2.109 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 152,30, 152,50, 153,00, 153,50, 154,00, 154,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50 e163,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 148,85, 148,50, 148,00, 147,50, 147,00, 146,50, 146,00, 145,50, 145,10-145,00, 144,50, 144,00 e 143,50 centavos por libra.
Londres tem dia movimentado e consegue fechar em alta
Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta quinta-feira com ligeiras altas, em uma sessão de forte movimento, com a predominância das rolagens de posições. A posição julho chegou a flutuar ligeiramente acima do nível psicológico de 2.100 dólares, no entanto, não conseguiu se sustentar nesse nível. Por sua vez, algumas ações de venda foram verificadas, até bater na mínima de 2.069 dólares, sendo que nesse nível compras de comerciais permitiram a recuperação dos preços e até as ligeiras altas ao final do dia. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por uma volatilidade média, em meio a uma considerável ação entre venda e compra especulativa. Ao final, o mercado demonstrou que ainda conta com alguma sustentação para os robustas e conseguiu manter um intervalo que, ainda que não seja aquele observado até há alguns dias, ainda mostra-se fortalecido, ao contrário, por exemplo, do que ocorre nos arábicas. "Temos um incremento nas rolagens de posições e o volume foi bem expressivo. O mercado ainda tentou buscar novas mínimas, mas voltamos a encontrar aquisições comerciais nas baixas, o que possibilitou fecharmos no lado positivo da escala, ainda que com ganhos ligeiros", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 33,3 mil contratos em aberto, contra 38,6 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 19,0 mil lotes, com o setembro tendo 17,8 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 11 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 3 dólares, com 2.093 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 5 dólares, com 2.104 dólares por tonelada. Responder Encaminhar
Café rompe novos suportes e fecha dia com perdas na ICE
Café rompe novos suportes e fecha dia com perdas na ICE
Os contratos futuros de café arábica tiveram mais um dia de perdas na ICE Futures US, com a primeira posição experimentando os menores níveis em dois anos, na continuidade do cenário negro que vem sendo experimentado pela commodity ao longo dos últimos tempos. No dia, após operar próximo da estabilidade ao longo de toda a primeira parte da sessão, o café passou a ser pressionado com o acionamento de novas ordens de venda e as perdas começaram a ganhar corpo, com o julho chegando a registrar retração de 235 pontos. Nas mínimas, algumas recompras foram observadas, mas elas apenas contribuíram para diminuir ligeiramente os prejuízos. Tecnicamente, o mercado continua demonstrando um viés baixista de curto a longo prazo, com os compradores se mostrando reticentes e sem força. Por sua vez, o cenário externo continua a afetar o segmento café e apenas contribui para que os resultados ruins se ampliem. Apesar dos constantes rompimentos das “mínimas”, não se verificam acionamentos de stops, o que vem permitindo fazer com que a primeira posição continua efetivamente dentro do nível de 150,00 centavos. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 170 pontos, com 152,50 centavos, sendo a máxima em 155,15 e a mínima em 151,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 115 pontos, com a libra a 154,20 centavos, sendo a máxima em 156,40 e a mínima em 153,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, a pressão e a incerteza sobre a crise das dívidas na Europa e o foco na nova eleição na Grécia contribuem para que o mercado continue a se movimentar nervosamente, em geral, focado na liquidação de posições, com os players se voltando em direção de mercados de menor risco. "A aversão a riscos é um fato recorrendo do atual momento delicado e sentimos problemas como os do café também em segmentos como de cacau e açúcar", indicou um trader. "Quando eu lanço um olhar sobre o mercado de café só consigo ver que ele está tão fraco. A colheita no Brasil está se acelerando e isso, no curto prazo, só favorece novas vendas", indicou Sterling Smith, vice-presidente de pesquisas em commodities do Citibank, em Chicago. Operadores sustentaram que o café se mostra muito vulnerável com a situação macroeconômica, sendo que nesta quarta, com novos indicadores ruins para bolsas internacionais e para o complexo commodity em geral, novas perdas foram estabelecidas. A produção de café do Vietnã no próximo ano pode cair 15%, reduzindo, portanto, a disponibilidade de grãos para a exportação, indicou a Vicofa (Associação de Café e Cacau do Vietnã). As floradas apareceram mais cedo devido às condições climáticas desfavoráveis, o que pode prejudicar a safra que se inicia em 01 de outubro, segundo a entidade. Mais de 35% das árvores cafeeiras do país estariam consideravelmente velhas e, assim, sem condições para produzir grãos de qualidade. O consumo doméstico de café no país pode se incrementar em 10% no próximo ano no país, contra 75 do atual exercício. Para o presidente da Vicofa, Luong Van Ta, em 2011/2012, a produção do país foi estimada em 18, 3 milhões de sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 275.011 sacas, contra 301.380 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.173 sacas, indo para 1.564.649 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 41.321 lotes, com as opções tendo 1.421 calls e 547 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 155,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50 e 164,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 151,85, 151,50, 151,00, 150,50, 150,10-150,00, 149,50, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50 e 147,00 centavos por libra.
Londres interrompe sequência e fecha dia com ganhos
Os contratos futuros de café robusta tiveram uma quarta-feira de recuperação parcial, após uma seqüência de baixas que fez com que a primeira posição chegasse a testar o menor patamar em um mês. Ao longo do dia, várias ações de rolagens de posição foram reportadas e o setembro já conta com um volume maior de contratos em aberto que o julho na bolsa londrina. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por algumas compras mais efetivas por parte de especuladores, com algumas aquisições também reportadas por parte de empresas comerciais. Com isso, o julho chegou a flutuar, durante parte do dia, acima do nível psicológico de 2.100 dólares, mas ao final da sessão, com algumas realizações, o encerramento se deu abaixo desse patamar, mas com ganhos. "Voltamos a registrar pouca oferta por parte de origens e, além disso, parte das altas vieram na esteira da notícia de que o Vietnã pode ter uma redução expressiva na sua produção de café na próxima temporada. Se os estoques europeus de robusta hoje já são limitados, caso o Vietnã efetivamente oferte menos a tendência é de termos um quadro extremamente apertado", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 35,4 mil contratos em aberto, contra 37,3 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 6,44 mil lotes, com o setembro tendo 7,37 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 9 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada.
Os contratos futuros de café arábica tiveram mais um dia de perdas na ICE Futures US, com a primeira posição experimentando os menores níveis em dois anos, na continuidade do cenário negro que vem sendo experimentado pela commodity ao longo dos últimos tempos. No dia, após operar próximo da estabilidade ao longo de toda a primeira parte da sessão, o café passou a ser pressionado com o acionamento de novas ordens de venda e as perdas começaram a ganhar corpo, com o julho chegando a registrar retração de 235 pontos. Nas mínimas, algumas recompras foram observadas, mas elas apenas contribuíram para diminuir ligeiramente os prejuízos. Tecnicamente, o mercado continua demonstrando um viés baixista de curto a longo prazo, com os compradores se mostrando reticentes e sem força. Por sua vez, o cenário externo continua a afetar o segmento café e apenas contribui para que os resultados ruins se ampliem. Apesar dos constantes rompimentos das “mínimas”, não se verificam acionamentos de stops, o que vem permitindo fazer com que a primeira posição continua efetivamente dentro do nível de 150,00 centavos. No encerramento do dia, o julho em Nova Iorque teve queda de 170 pontos, com 152,50 centavos, sendo a máxima em 155,15 e a mínima em 151,85 centavos por libra, com o setembro tendo desvalorização de 115 pontos, com a libra a 154,20 centavos, sendo a máxima em 156,40 e a mínima em 153,70 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, a pressão e a incerteza sobre a crise das dívidas na Europa e o foco na nova eleição na Grécia contribuem para que o mercado continue a se movimentar nervosamente, em geral, focado na liquidação de posições, com os players se voltando em direção de mercados de menor risco. "A aversão a riscos é um fato recorrendo do atual momento delicado e sentimos problemas como os do café também em segmentos como de cacau e açúcar", indicou um trader. "Quando eu lanço um olhar sobre o mercado de café só consigo ver que ele está tão fraco. A colheita no Brasil está se acelerando e isso, no curto prazo, só favorece novas vendas", indicou Sterling Smith, vice-presidente de pesquisas em commodities do Citibank, em Chicago. Operadores sustentaram que o café se mostra muito vulnerável com a situação macroeconômica, sendo que nesta quarta, com novos indicadores ruins para bolsas internacionais e para o complexo commodity em geral, novas perdas foram estabelecidas. A produção de café do Vietnã no próximo ano pode cair 15%, reduzindo, portanto, a disponibilidade de grãos para a exportação, indicou a Vicofa (Associação de Café e Cacau do Vietnã). As floradas apareceram mais cedo devido às condições climáticas desfavoráveis, o que pode prejudicar a safra que se inicia em 01 de outubro, segundo a entidade. Mais de 35% das árvores cafeeiras do país estariam consideravelmente velhas e, assim, sem condições para produzir grãos de qualidade. O consumo doméstico de café no país pode se incrementar em 10% no próximo ano no país, contra 75 do atual exercício. Para o presidente da Vicofa, Luong Van Ta, em 2011/2012, a produção do país foi estimada em 18, 3 milhões de sacas. As exportações de café do Brasil em junho, até o dia 12, somaram 275.011 sacas, contra 301.380 sacas registradas no mesmo período de maio, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.173 sacas, indo para 1.564.649 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 41.321 lotes, com as opções tendo 1.421 calls e 547 puts. Tecnicamente, o julho na ICE Futures US tem uma resistência em 155,15, 155,45-155,50, 156,00, 156,50, 157,00, 157,50, 157,90-158,00, 158,50, 158,90-159,00, 159,35, 159,50, 159,90-160,00, 160,50, 161,00, 161,25, 161,50, 162,00, 162,50, 163,00, 163,50 e 164,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 151,85, 151,50, 151,00, 150,50, 150,10-150,00, 149,50, 149,00, 148,50, 148,00, 147,50 e 147,00 centavos por libra.
Londres interrompe sequência e fecha dia com ganhos
Os contratos futuros de café robusta tiveram uma quarta-feira de recuperação parcial, após uma seqüência de baixas que fez com que a primeira posição chegasse a testar o menor patamar em um mês. Ao longo do dia, várias ações de rolagens de posição foram reportadas e o setembro já conta com um volume maior de contratos em aberto que o julho na bolsa londrina. De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por algumas compras mais efetivas por parte de especuladores, com algumas aquisições também reportadas por parte de empresas comerciais. Com isso, o julho chegou a flutuar, durante parte do dia, acima do nível psicológico de 2.100 dólares, mas ao final da sessão, com algumas realizações, o encerramento se deu abaixo desse patamar, mas com ganhos. "Voltamos a registrar pouca oferta por parte de origens e, além disso, parte das altas vieram na esteira da notícia de que o Vietnã pode ter uma redução expressiva na sua produção de café na próxima temporada. Se os estoques europeus de robusta hoje já são limitados, caso o Vietnã efetivamente oferte menos a tendência é de termos um quadro extremamente apertado", disse um trader. O julho na bolsa londrina tem 35,4 mil contratos em aberto, contra 37,3 mil do setembro. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de julho com uma movimentação de 6,44 mil lotes, com o setembro tendo 7,37 mil lotes negociados. O spread entre as posições julho e setembro ficou em 9 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição julho teve alta de 28 dólares, com 2.090 dólares por tonelada, com o setembro tendo valorização de 29 dólares, com 2.099 dólares por tonelada.
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