Colombians, UGQ, were offered FOB, for Mar. through July equal shipment from 31¢ to 32¢ over the relevant months “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for Mar. through July equal shipment from 35¢ to 37¢ over the relevant months “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Mar. through June equal shipment from 8¢ over the relevant months “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Mar. through June equal shipment from 9¢ over the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Mar. through June equal shipment from 5¢ over the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for Mar./Apr./May equal shipment from 6¢ under the relevant months “C,” and were offered FOB, for Aug. through Dec. equal shipment from 14¢ to 15¢ under the relevant months “C.”
Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Apr. shipment from 23¢ over May London. Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Mar./Apr./May crossing from 6¢ over the relevant months “C.”
Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Apr./May/June equal shipment from 3¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Apr./May shipment from 9¢ to 10¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May/June equal shipment from $6 over the relevant months “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from $14 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. through July equal shipment from $21 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Apr. through July equal shipment from $21 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Apr. through July equal shipment from $30 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Apr./May shipment from $5 over the relevant months “C.”
High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from $12 per 46 kilos, over the relevant months “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from $15 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. through June equal shipment from $2 under the relevant months “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from equal to to $1 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for July through Sept. equal shipment, per 46 kilos, from equal to the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for July through Sept. equal shipment, per 46 kilos, from $1 under the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Apr. shipment from 30¢ over May London. Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Apr. shipment from 14¢ over May London. Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Apr. shipment from 23¢ over May London.
quarta-feira, 21 de março de 2012
EXCEDENTE DE CAFÉ SERÁ MENOR QUE 1 MILHÃO DE SACAS, DIZ SOCGEN
EXCEDENTE DE CAFÉ SERÁ MENOR QUE 1 MILHÃO DE SACAS, DIZ SOCGEN
O excedente global de café na temporada mundial , que começa em outubro, será menor que as estimativas atuais do mercado, de acordo com a Societe Generale SA. Segundo a instituição, os excedentes devem ultrapassar a demanda em 818 mil sacas no período 2012/13, abaixo das expectativas de 1 milhão a 2 milhões de sacas, segundo divulgou em relatório Michael Haigh, chefe global de pesquisas em commodities do banco, com sede em Nova York. Na temporada atual, a 2011/12, a previsão é de déficit de 3,1 milhões de sacas. “Enquanto reconhecemos o excedente esperado decorrente, em grande parte, da previsão de safra recorde do Brasil, nós também vemos a demanda aumentar, principalmente em países produtores”, acrescenta Haigh.
O consumo mundial de café deve aumentar em 1,4% para 136,2 milhões de sacas em 2012/13, contra 134,4 milhões de sacas na safra atual, segundo projeções da Societe Generale. A produção vai aumentar para 137,1 milhões de sacas ante 131,2 milhões de sacas de 2011/12. O principal fator para a alta é o aumento da produção do grão arábica no Brasil, o maior produtor mundial, que entra no ano de alta produtividade do ciclo bienal da cultura. “O clima, entretanto, continua a ser o maior risco. A seca em fevereiro levantou preocupações sobre o potencial da cultura”, disse Haigh referindo-se ao Brasil. “Qualquer retorno às condições de seca representa um risco-chave tanto para o tamanho da produção brasileira quanto para nossas previsões de preços médios a curto prazo”, acrescenta. Segundo o relatório, os preços do café arábica negociados na bolsa de Nova York são estimados em uma média de US$ 1,9047 a libra-peso no segundo trimestre.
Para o terceiro trimestre do ano, o relatório prevê uma queda para US$ 1,8209. As cotações ainda devem se recuperar para US$ 1,9126 nos últimos três meses do ano. O Societe Generale também diz que a substituição do café arábica por grãos mais baratos, como o robusta, está chegando ao fim, e a demanda pelo arábica deve começar a aumentar
O excedente global de café na temporada mundial , que começa em outubro, será menor que as estimativas atuais do mercado, de acordo com a Societe Generale SA. Segundo a instituição, os excedentes devem ultrapassar a demanda em 818 mil sacas no período 2012/13, abaixo das expectativas de 1 milhão a 2 milhões de sacas, segundo divulgou em relatório Michael Haigh, chefe global de pesquisas em commodities do banco, com sede em Nova York. Na temporada atual, a 2011/12, a previsão é de déficit de 3,1 milhões de sacas. “Enquanto reconhecemos o excedente esperado decorrente, em grande parte, da previsão de safra recorde do Brasil, nós também vemos a demanda aumentar, principalmente em países produtores”, acrescenta Haigh.
O consumo mundial de café deve aumentar em 1,4% para 136,2 milhões de sacas em 2012/13, contra 134,4 milhões de sacas na safra atual, segundo projeções da Societe Generale. A produção vai aumentar para 137,1 milhões de sacas ante 131,2 milhões de sacas de 2011/12. O principal fator para a alta é o aumento da produção do grão arábica no Brasil, o maior produtor mundial, que entra no ano de alta produtividade do ciclo bienal da cultura. “O clima, entretanto, continua a ser o maior risco. A seca em fevereiro levantou preocupações sobre o potencial da cultura”, disse Haigh referindo-se ao Brasil. “Qualquer retorno às condições de seca representa um risco-chave tanto para o tamanho da produção brasileira quanto para nossas previsões de preços médios a curto prazo”, acrescenta. Segundo o relatório, os preços do café arábica negociados na bolsa de Nova York são estimados em uma média de US$ 1,9047 a libra-peso no segundo trimestre.
Para o terceiro trimestre do ano, o relatório prevê uma queda para US$ 1,8209. As cotações ainda devem se recuperar para US$ 1,9126 nos últimos três meses do ano. O Societe Generale também diz que a substituição do café arábica por grãos mais baratos, como o robusta, está chegando ao fim, e a demanda pelo arábica deve começar a aumentar
Café encerra dia estável na ICE e mantém parâmetros recentes
Café encerra dia estável na ICE e mantém parâmetros recentes
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com estabilidade, em uma sessão sem maiores variações, com os preços se mantendo presos no intervalo construído recentemente, após as fortes perdas registradas. Os preços, ao longo dos últimos dias, continuam a flutuar dentro de uma estrutura de pouco mais de 500 pontos, sem que compradores ou vendedores se mostrem mais efetivos para buscar romper resistências ou suportes. Ao longo desta terça-feira, o café conseguiu manter os parâmetros mesmo com a influência externa negativa. O índice CRB, por exemplo, que mede a variação de 14 das principais commodities, encerrou o dia com queda de mais de 1%, influenciado pelo dólar em alta e também pelo mau humor das bolsas de valores nos Estados Unidos. No meio da tarde, quando a bolsa de Nova Iorque já havia encerrado as operações, começaram a ser registradas notícias sobre um tremor de terra no México, que atingiu a capital, Cidade do México, assim como a região turística de Acapulco e algumas zonas cafeeiras importantes, como Oaxaca. O Instituo Estatal de Proteção Civil de Oaxaca informou que, após um primeiro monitoramento nas várias regiões do Estado, apenas danos leves foram verificados e não foram detectadas vítimas. Segundo essa entidade, o sismo teve magnitude de 7,8 graus na escala Richter, com epicentro a 20 quilômetros de Ometepec, em Guerrero. Nesse Estado, que também é cafeeiro, autoridades informaram que não foram registradas mortes, no entanto, ao menos 500 casas sofreram danos, com os principais problemas sendo observados em Ometepec e Xochustlahuaca. Não há informações sobre danos em lavouras cafeeiras. No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve alta de 10 pontos com 183,60 centavos, sendo a máxima em 185,50 e a mínima em 182,35 centavos por libra, com o julho tendo desvalorização de 5 pontos, com a libra a 186,35 centavos, sendo a máxima em 188,25 e a mínima em 185,15 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou alta de 8 dólares, com 2.032 dólares por tonelada, com o julho tendo valorização de 5 dólares, com 2.002 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi técnico e sem maiores novidades, com o cenário de consolidação continuando a ser observado, dentro de um padrão construído após as fortes pressões recentes. Graficamente, o mercado se mostra sobrevendido, mas não parece existir força entre os compradores para uma correção mais efetiva, ao passo que vários dos analistas ainda continuam a avaliar o cenário como baixista. Os preços do café arábica neste ano deverão flutuar em uma médio de 205,87 centavos de dólar por libra peso. A avaliação é de um estudo da Societé Generale, que indica que a produção quase recorde do Brasil permitiu aliviar a situação de oferta apertada. "Nós esperamos que os preços continuem tendendo a baixa ao longo da safra brasileira, mas revertendo o quadro para cima na parte final da safra 12/13, quando a oferta vai voltar a ficar restrita, ao mesmo tempo em que a demanda ganhará força", disse Michael Haig, analista da empresa. Ele ressaltou que a demanda continua em alta e que a tendência, na continuidade do ano, é de se voltar a verificar uma situação de pouca disponibilidade. Os estoques de café em Nova Iorque, por exemplo, estão em níveis históricos de baixa e isso deverá ser um fator importante para garantir um preço limite para as baixas na ICE. As exportações de café do bloco latino de produtores de grãos lavados apresentaram queda de 6% nos primeiros cinco meses de 2011/2012, atingindo 9,92 milhões de sacas, indicou a Anacafé (Associação Nacional de Café da Guatemala), entidade responsável pela estatística do grupo. A Nicarágua foi o país que experimentou maior baixa no período, com retração de 40%, com 346.719 sacas. El Salvador, Colômbia e Peru tiveram baixas de 33%, 18% e 2% em suas remessas, respectivamente. Já o México teve alta de 40% nos envios, com 1,02 milhão de sacas. Honduras teve alta de 18% nas remessas, ao passo que a República Dominicana, Costa Rica e Guatemala registraram ampliação das vendas em 18%, 7% e 2%, respectivamente. Em fevereiro, os países em conjunto remeteram 2,54 milhões de sacas ao exterior, volume similar ao do mesmo mês de 2011. As exportações de café do Brasil em março, até o dia 16, totalizaram 794.727 sacas de café, alta de 3,05% em relação às 771.147 sacas registradas no mesmo período de fevereiro, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.178 sacas, indo para 1.549.301 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 17.903 lotes, com as opções tendo 2.388 calls e 1.922 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 185,50, 186,00, 186,50, 187,00, 187,50, 188,00, 188,50, 189,00, 189,40, 189,50, 189,90-190,00, 190,50, 191,00, 191,50, 192,00, 192,50, 193,00, 193,50, 194,00 e 194,50 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 182,35, 182,00, 181,70, 181,50, 181,05-181,00, 180,50, 180,10-180,00, 179,50, 179,00, 178,50, 178,00, 177,50 e 177,00 centavos por libra.
CAFÉ: NOVA YORK ANDA DE LADO FECHA COM GANHOS MODESTOS
Nova York, 20 - Os contratos futuros do café tiveram ganhos modestos nesta terça-feira na bolsa ICE Futures US, em Nova York, em dia de consolidação. Os lotes para entrega em maio fecharam em alta de 10 pontos ou 0,05%, cotados a 183,60 cents/lb. Um recente aperto no spread entre os preços do café premium e do café amargo reduziu o incentivo para que torrefadoras aumentem a parcela de robusta em suas misturas, afirmou hoje a Organização Internacional de Café (OIC). Isso pode acabar sustentando os preços dos grãos de café arábica, de qualidade superior. "Embora a arbitragem entre o robusta e o arábica tenha diminuído nos últimos meses, a diferença entre os preços se mantém alta em termos históricos", disse José Dauster Sette, chefe de operações na OIC. "Talvez seja mais correto falar em redução do incentivo para o aumento da parcela de robusta nas misturas do que em estímulo para a inclusão de mais arábica." O preço do arábica ainda está relativamente alto, disse Sette, e a oferta ainda é bem baixa, principalmente levando-se em conta os volumes exportados da Colômbia e de outros países produtores. Mesmo assim, Sette diz que o cenário pode mudar nos próximos meses, com a entrada da produção brasileira no mercado - que deve ficar próxima de níveis recordes. Os preços de café arábica deverão ficar em 205,87 cents/lb em média este ano, segundo relatório do banco Société Generale divulgado hoje. O documento menciona que a produção no Brasil, principal produtor desse tipo de café, deve ficar próxima de níveis recordes, em meio à crescente demanda de países produtores. Segundo o analista Michael Haig, os preços devem continuar baixos até o começo da colheita no Brasil. Depois, devem reverter a tendência e continuar subindo até o final do ano, com o aperto da oferta, supondo que a demanda continue forte. Veja abaixo como ficaram os principais vencimentos em Nova York e Londres. As informações são da Dow Jones. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta terça-feira com preços ligeiramente mais altos. O mercado teve uma sessão volátil, caindo inicialmente para depois recuperar-se, mas reduziu o movimento positivo e fechou com irrisórios ganhos. O mercado teve uma sessão volátil dentro de margens relativamente estreitas. Cobertura de posições vendidas e indicações de um movimento mais lento de vendas da América Central e do Brasil garantiram sustentação. Mas não houve uma firmeza até o fim e o mercado reduziu a alta. As perdas no mercado financeiro internacional no dia, com o dólar avançando, foram indicadas como fator de pressão. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em maio fecharam negociados a 183,60 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 0,10 centavo, ou de 0,05%. A posição julho fechou a 186,35 cents, com alta de 0,05 cent, ou de 0,02%. Em sessão esvaziada, Londres tem dia de altas ligeiras Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta terça-feira com altas, em uma sessão bastante esvaziada, com poucos negócios reportados e com os preços se mantendo dentro do intervalo observado ao longo do final da semana passada e também do começo desta semana. De acordo com analistas internacionais, o dia não acrescentou novidades aos negócios com café robusta na casa de comercialização londrina. Após uma abertura ligeiramente em baixa, o que se verificou foi uma tentativa frustrada de se buscar o nível de 2.000 dólares para a posição maio, sendo que, ao falhar nesse intento, novas ordens de compra passaram a ser registradas, com alguns ganhos sendo acumulados, mas sem que patamares mais consistentes de preço conseguissem ser buscados. "Tivemos uma sessão técnica e, sem novidades, muitos operadores também permaneceram de lado. O volume negociado foi exíguo e os preços continuaram a gravitar em um intervalo ligeiramente acima dos 2.000 dólares, com as ofertas das origens se mantendo restritas", disse um trader. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de maio com uma movimentação de 2,90 mil lotes, com o julho tendo 988 lotes negociados. O spread entre as posições março e maio ficou em 30 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição maio registrou alta de 8 dólares, com 2.032 dólares por tonelada, com o julho tendo valorização de 5 dólares, com 2.002 dólares por tonelada.
BC SUSTENTA DÓLAR À VISTA ACIMA R$ 1,82; DÓLAR/ABRIL12 CAI São Paulo, 20 -
O dólar à vista sustentou-se em alta ante o real em mais uma sessão marcada por baixo volume de negócios. Um operador de corretora de câmbio disse que as medidas do governo estão travando os negócios, após os ajustes de posições no primeiro momento posterior a cada novidade. A tendência é de continuidade da diminuição de volume, afirmou. O avanço de preço à vista pelo segundo dia seguido, porém, não evitou que o Banco Central fizesse um leilão de compra à tarde assim que a moeda renovou a mínima, de R$ 1,8180 (-0,66%) no balcão. A taxa de corte no leilão ficou em R$ 1,8210. Já a máxima intraday do dólar balcão, pela manhã, foi de R$ 1,8350 (+1,61%). Alguns operadores de bancos e corretoras consultados pela AE atribuíram a desaceleração do dólar à vista durante à tarde a um movimento de realização de lucros no day trade, uma vez que a moeda spot subiu bastante mais cedo e os agentes financeiros venderam depois, contabilizando lucros e pressionando as cotações. Além disso, a entrada do BC no fim do dia fixando taxa de corte acima de R$ 1,82, deixou a sensação no mercado de que poderia ter algum fluxo de entrada e o BC fez o leilão a fim de absorver essa liquidez e impedir que o dólar cedesse mais, observou o operador Moacir Marcos Júnior, da corretora InterBolsa Brasil. "O dólar futuro perdeu força reagindo a esse possível ingresso à tarde", afirmou. No mercado futuro, às 16h48, o dólar abril 2012 recuava 0,22%, a R$ 1,8235, com giro financeiro de US$ 12,762 bilhões - 9% superior ao de ontem. Antes do leilão do BC, este vencimento de dólar estava em baixa de 0,05%, a R$ 1,8265; mas pela manhã chegou a subir até máxima de R$ 1,8415 (+0,77%). No leilão de hoje, o primeiro desde sexta-feira, a taxa de corte de R$ 1,8210 ficou acima do preço à vista na naquele momento, num claro sinal de que o BC desejava puxar o preço da moeda. Logo após a intervenção, o dólar spot ainda permaneceu na mínima por alguns minutos, mas depois retomou parte dos ganhos e fechou a R$ 1,8210 (+0,83%). Na BM&F, o dólar pronto encerrou com avanço de 0,85%, a R$ 1,8216, sendo a mínima de R$ 1,8197 e máxima de R$ 1,8275. O giro financeiro registrado na clearing de câmbio até 16h47 somava US$ 1,050 bilhão (US$ 796 milhões em D+2). O volume de negócios hoje está um pouco melhor que o da véspera, quando o total à vista somou US$ 917 milhões, dos quais US$ 902 milhões em D+2, de acordo com o Banco Central. O preço em alta do dólar à vista também ficou em linha com o comportamento externo da moeda norte-americana e refletiu ainda um mercado doméstico na defensiva com possíveis novas medidas cambiais. "Como há perspectiva de compras de moeda pelo Banco do Brasil e o BC para o Tesouro antecipar quitação de dívida externa e para o Fundo Soberano, quem tem moeda em mãos segura posição esperando novas altas de preço", disse o gerente de câmbio de uma corretora. "O potencial de compra do Tesouro é de US$ 15 bilhões", lembrou.
Câmbio
O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta de 0,38%, a R$ 1,8160 para compra e R$ 1,8180 para venda. Na segunda-feira, a divisa havia encerrado com alta de 0,44%, cotada a R$ 1,8110. O cenário externo de maior tensão voltou a refletir no mercado brasileirode câmbio e influenciar na cotação da divisa estadunidense. Embora a Gréciatenha recebido a primeira parcela do novo resgate, a situação de outros países da zona do euro segue mantendo investidores cautelosos.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta terça-feira com estabilidade, em uma sessão sem maiores variações, com os preços se mantendo presos no intervalo construído recentemente, após as fortes perdas registradas. Os preços, ao longo dos últimos dias, continuam a flutuar dentro de uma estrutura de pouco mais de 500 pontos, sem que compradores ou vendedores se mostrem mais efetivos para buscar romper resistências ou suportes. Ao longo desta terça-feira, o café conseguiu manter os parâmetros mesmo com a influência externa negativa. O índice CRB, por exemplo, que mede a variação de 14 das principais commodities, encerrou o dia com queda de mais de 1%, influenciado pelo dólar em alta e também pelo mau humor das bolsas de valores nos Estados Unidos. No meio da tarde, quando a bolsa de Nova Iorque já havia encerrado as operações, começaram a ser registradas notícias sobre um tremor de terra no México, que atingiu a capital, Cidade do México, assim como a região turística de Acapulco e algumas zonas cafeeiras importantes, como Oaxaca. O Instituo Estatal de Proteção Civil de Oaxaca informou que, após um primeiro monitoramento nas várias regiões do Estado, apenas danos leves foram verificados e não foram detectadas vítimas. Segundo essa entidade, o sismo teve magnitude de 7,8 graus na escala Richter, com epicentro a 20 quilômetros de Ometepec, em Guerrero. Nesse Estado, que também é cafeeiro, autoridades informaram que não foram registradas mortes, no entanto, ao menos 500 casas sofreram danos, com os principais problemas sendo observados em Ometepec e Xochustlahuaca. Não há informações sobre danos em lavouras cafeeiras. No encerramento do dia, o maio em Nova Iorque teve alta de 10 pontos com 183,60 centavos, sendo a máxima em 185,50 e a mínima em 182,35 centavos por libra, com o julho tendo desvalorização de 5 pontos, com a libra a 186,35 centavos, sendo a máxima em 188,25 e a mínima em 185,15 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição maio registrou alta de 8 dólares, com 2.032 dólares por tonelada, com o julho tendo valorização de 5 dólares, com 2.002 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o dia foi técnico e sem maiores novidades, com o cenário de consolidação continuando a ser observado, dentro de um padrão construído após as fortes pressões recentes. Graficamente, o mercado se mostra sobrevendido, mas não parece existir força entre os compradores para uma correção mais efetiva, ao passo que vários dos analistas ainda continuam a avaliar o cenário como baixista. Os preços do café arábica neste ano deverão flutuar em uma médio de 205,87 centavos de dólar por libra peso. A avaliação é de um estudo da Societé Generale, que indica que a produção quase recorde do Brasil permitiu aliviar a situação de oferta apertada. "Nós esperamos que os preços continuem tendendo a baixa ao longo da safra brasileira, mas revertendo o quadro para cima na parte final da safra 12/13, quando a oferta vai voltar a ficar restrita, ao mesmo tempo em que a demanda ganhará força", disse Michael Haig, analista da empresa. Ele ressaltou que a demanda continua em alta e que a tendência, na continuidade do ano, é de se voltar a verificar uma situação de pouca disponibilidade. Os estoques de café em Nova Iorque, por exemplo, estão em níveis históricos de baixa e isso deverá ser um fator importante para garantir um preço limite para as baixas na ICE. As exportações de café do bloco latino de produtores de grãos lavados apresentaram queda de 6% nos primeiros cinco meses de 2011/2012, atingindo 9,92 milhões de sacas, indicou a Anacafé (Associação Nacional de Café da Guatemala), entidade responsável pela estatística do grupo. A Nicarágua foi o país que experimentou maior baixa no período, com retração de 40%, com 346.719 sacas. El Salvador, Colômbia e Peru tiveram baixas de 33%, 18% e 2% em suas remessas, respectivamente. Já o México teve alta de 40% nos envios, com 1,02 milhão de sacas. Honduras teve alta de 18% nas remessas, ao passo que a República Dominicana, Costa Rica e Guatemala registraram ampliação das vendas em 18%, 7% e 2%, respectivamente. Em fevereiro, os países em conjunto remeteram 2,54 milhões de sacas ao exterior, volume similar ao do mesmo mês de 2011. As exportações de café do Brasil em março, até o dia 16, totalizaram 794.727 sacas de café, alta de 3,05% em relação às 771.147 sacas registradas no mesmo período de fevereiro, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.178 sacas, indo para 1.549.301 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 17.903 lotes, com as opções tendo 2.388 calls e 1.922 puts. Tecnicamente, o maio na ICE Futures US tem uma resistência em 185,50, 186,00, 186,50, 187,00, 187,50, 188,00, 188,50, 189,00, 189,40, 189,50, 189,90-190,00, 190,50, 191,00, 191,50, 192,00, 192,50, 193,00, 193,50, 194,00 e 194,50 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 182,35, 182,00, 181,70, 181,50, 181,05-181,00, 180,50, 180,10-180,00, 179,50, 179,00, 178,50, 178,00, 177,50 e 177,00 centavos por libra.
CAFÉ: NOVA YORK ANDA DE LADO FECHA COM GANHOS MODESTOS
Nova York, 20 - Os contratos futuros do café tiveram ganhos modestos nesta terça-feira na bolsa ICE Futures US, em Nova York, em dia de consolidação. Os lotes para entrega em maio fecharam em alta de 10 pontos ou 0,05%, cotados a 183,60 cents/lb. Um recente aperto no spread entre os preços do café premium e do café amargo reduziu o incentivo para que torrefadoras aumentem a parcela de robusta em suas misturas, afirmou hoje a Organização Internacional de Café (OIC). Isso pode acabar sustentando os preços dos grãos de café arábica, de qualidade superior. "Embora a arbitragem entre o robusta e o arábica tenha diminuído nos últimos meses, a diferença entre os preços se mantém alta em termos históricos", disse José Dauster Sette, chefe de operações na OIC. "Talvez seja mais correto falar em redução do incentivo para o aumento da parcela de robusta nas misturas do que em estímulo para a inclusão de mais arábica." O preço do arábica ainda está relativamente alto, disse Sette, e a oferta ainda é bem baixa, principalmente levando-se em conta os volumes exportados da Colômbia e de outros países produtores. Mesmo assim, Sette diz que o cenário pode mudar nos próximos meses, com a entrada da produção brasileira no mercado - que deve ficar próxima de níveis recordes. Os preços de café arábica deverão ficar em 205,87 cents/lb em média este ano, segundo relatório do banco Société Generale divulgado hoje. O documento menciona que a produção no Brasil, principal produtor desse tipo de café, deve ficar próxima de níveis recordes, em meio à crescente demanda de países produtores. Segundo o analista Michael Haig, os preços devem continuar baixos até o começo da colheita no Brasil. Depois, devem reverter a tendência e continuar subindo até o final do ano, com o aperto da oferta, supondo que a demanda continue forte. Veja abaixo como ficaram os principais vencimentos em Nova York e Londres. As informações são da Dow Jones. Nova York A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta terça-feira com preços ligeiramente mais altos. O mercado teve uma sessão volátil, caindo inicialmente para depois recuperar-se, mas reduziu o movimento positivo e fechou com irrisórios ganhos. O mercado teve uma sessão volátil dentro de margens relativamente estreitas. Cobertura de posições vendidas e indicações de um movimento mais lento de vendas da América Central e do Brasil garantiram sustentação. Mas não houve uma firmeza até o fim e o mercado reduziu a alta. As perdas no mercado financeiro internacional no dia, com o dólar avançando, foram indicadas como fator de pressão. As informações partem de agências internacionais de notícias. Os contratos do café arábica para entrega em maio fecharam negociados a 183,60 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 0,10 centavo, ou de 0,05%. A posição julho fechou a 186,35 cents, com alta de 0,05 cent, ou de 0,02%. Em sessão esvaziada, Londres tem dia de altas ligeiras Os contratos futuros de café robusta negociados na Euronext/Liffe encerraram esta terça-feira com altas, em uma sessão bastante esvaziada, com poucos negócios reportados e com os preços se mantendo dentro do intervalo observado ao longo do final da semana passada e também do começo desta semana. De acordo com analistas internacionais, o dia não acrescentou novidades aos negócios com café robusta na casa de comercialização londrina. Após uma abertura ligeiramente em baixa, o que se verificou foi uma tentativa frustrada de se buscar o nível de 2.000 dólares para a posição maio, sendo que, ao falhar nesse intento, novas ordens de compra passaram a ser registradas, com alguns ganhos sendo acumulados, mas sem que patamares mais consistentes de preço conseguissem ser buscados. "Tivemos uma sessão técnica e, sem novidades, muitos operadores também permaneceram de lado. O volume negociado foi exíguo e os preços continuaram a gravitar em um intervalo ligeiramente acima dos 2.000 dólares, com as ofertas das origens se mantendo restritas", disse um trader. O dia na bolsa de Londres teve o contrato de café de maio com uma movimentação de 2,90 mil lotes, com o julho tendo 988 lotes negociados. O spread entre as posições março e maio ficou em 30 dólares. No encerramento da sessão na Euronext/Liffe, a posição maio registrou alta de 8 dólares, com 2.032 dólares por tonelada, com o julho tendo valorização de 5 dólares, com 2.002 dólares por tonelada.
BC SUSTENTA DÓLAR À VISTA ACIMA R$ 1,82; DÓLAR/ABRIL12 CAI São Paulo, 20 -
O dólar à vista sustentou-se em alta ante o real em mais uma sessão marcada por baixo volume de negócios. Um operador de corretora de câmbio disse que as medidas do governo estão travando os negócios, após os ajustes de posições no primeiro momento posterior a cada novidade. A tendência é de continuidade da diminuição de volume, afirmou. O avanço de preço à vista pelo segundo dia seguido, porém, não evitou que o Banco Central fizesse um leilão de compra à tarde assim que a moeda renovou a mínima, de R$ 1,8180 (-0,66%) no balcão. A taxa de corte no leilão ficou em R$ 1,8210. Já a máxima intraday do dólar balcão, pela manhã, foi de R$ 1,8350 (+1,61%). Alguns operadores de bancos e corretoras consultados pela AE atribuíram a desaceleração do dólar à vista durante à tarde a um movimento de realização de lucros no day trade, uma vez que a moeda spot subiu bastante mais cedo e os agentes financeiros venderam depois, contabilizando lucros e pressionando as cotações. Além disso, a entrada do BC no fim do dia fixando taxa de corte acima de R$ 1,82, deixou a sensação no mercado de que poderia ter algum fluxo de entrada e o BC fez o leilão a fim de absorver essa liquidez e impedir que o dólar cedesse mais, observou o operador Moacir Marcos Júnior, da corretora InterBolsa Brasil. "O dólar futuro perdeu força reagindo a esse possível ingresso à tarde", afirmou. No mercado futuro, às 16h48, o dólar abril 2012 recuava 0,22%, a R$ 1,8235, com giro financeiro de US$ 12,762 bilhões - 9% superior ao de ontem. Antes do leilão do BC, este vencimento de dólar estava em baixa de 0,05%, a R$ 1,8265; mas pela manhã chegou a subir até máxima de R$ 1,8415 (+0,77%). No leilão de hoje, o primeiro desde sexta-feira, a taxa de corte de R$ 1,8210 ficou acima do preço à vista na naquele momento, num claro sinal de que o BC desejava puxar o preço da moeda. Logo após a intervenção, o dólar spot ainda permaneceu na mínima por alguns minutos, mas depois retomou parte dos ganhos e fechou a R$ 1,8210 (+0,83%). Na BM&F, o dólar pronto encerrou com avanço de 0,85%, a R$ 1,8216, sendo a mínima de R$ 1,8197 e máxima de R$ 1,8275. O giro financeiro registrado na clearing de câmbio até 16h47 somava US$ 1,050 bilhão (US$ 796 milhões em D+2). O volume de negócios hoje está um pouco melhor que o da véspera, quando o total à vista somou US$ 917 milhões, dos quais US$ 902 milhões em D+2, de acordo com o Banco Central. O preço em alta do dólar à vista também ficou em linha com o comportamento externo da moeda norte-americana e refletiu ainda um mercado doméstico na defensiva com possíveis novas medidas cambiais. "Como há perspectiva de compras de moeda pelo Banco do Brasil e o BC para o Tesouro antecipar quitação de dívida externa e para o Fundo Soberano, quem tem moeda em mãos segura posição esperando novas altas de preço", disse o gerente de câmbio de uma corretora. "O potencial de compra do Tesouro é de US$ 15 bilhões", lembrou.
Câmbio
O dólar comercial encerrou as negociações hoje com alta de 0,38%, a R$ 1,8160 para compra e R$ 1,8180 para venda. Na segunda-feira, a divisa havia encerrado com alta de 0,44%, cotada a R$ 1,8110. O cenário externo de maior tensão voltou a refletir no mercado brasileirode câmbio e influenciar na cotação da divisa estadunidense. Embora a Gréciatenha recebido a primeira parcela do novo resgate, a situação de outros países da zona do euro segue mantendo investidores cautelosos.
Café e outros softs vão ter “circuit-breaker” na bolsa de Nova Iorque
Café e outros softs vão ter “circuit-breaker” na bolsa de Nova Iorque
A ICE Futures US informou nesta sexta-feira que vai implantar um sistema de "circuit-breaker" nos negócios com commodities softs e energia, a partir do próximo mês de abril, em um esforço para reduzir a volatilidade das cotações. O sistema, denominado de "intervalo de limites de preço", irá definir níveis máximos e mínimos de prelos, com base em uma "cotação âncora", que vai poder ser modificada ao longo do dia. Se os preços variarem além desse limite os negócios serão interrompidos por alguns segundos. Na sucursal européia da ICE o instrumento vai ser implantado no segmento de energia a partir de 1 de abril. O petróleo Brent terá um limite de 1,25 dólar acima ou abaixo do preço âncora, recalculado a cada três segundos para os negócios que ultrapassem os limites. Os futuros de petróleo terão um limite de 10 dólares com o mesmo padrão de recálculo. Para o açúcar, algodão, café arábica, suco de laranja e cacau negociados na ICE Futures US, em Nova Iorque, o preço âncora será reajustado a cada 15 segundos, a partir de 9 de abril. Os limites irão de 60 centavos a 100 dólares, dependendo da commodity. Se os preços se moverem além desses limites, os negócios terão uma paralisação de 30 segundos. O sistema, segundo a bolsa, funciona como um "disjuntor" temporário na plataforma eletrônica para diminuir a probabilidade de existirem picos de curto prazo que sejam fora de um padrão normal. "Espera-se que essa proteção seja ativa em casos de movimentos extremos de preço de curto prazo", indicou a bolsa em comunicado. No segmento de commodities softs, assim como em outros mercados, oscilações extremas têm sido comuns nos últimos anos. Os movimentos bruscos, freqüentemente, são acionados pelo comércio baseado em sistemas tecnológicos, que, em determinados casos, geram um "efeito dominó" de compra e venda. Um exemplo ocorreu em 1 de março de 2011, quando o cacau caiu mais de 10% em questão de segundos. Um mês antes, o açúcar havia experimentado uma retração de 6% também em segundos ao longo de uma sessão normal. Na semana passada, o sistema de "disjuntor" foi aplicado no índice de câmbio dos Estados Unidos, que reflete o comportamento da divisa em relação a uma cesta de moedas. Esses picos de preço "obviamente têm sido prejudiciais ao mercado', indicou John Stott, diretor de negócios de commodities da Infinium Capital Menagement. "A maior parte dos operadores que são afetados por esse tipo de movimento sofre prejuízo. Acho que é uma medida bem-intencionada da bolsa em procurar adotar esse sistema", complementou.
A ICE Futures US informou nesta sexta-feira que vai implantar um sistema de "circuit-breaker" nos negócios com commodities softs e energia, a partir do próximo mês de abril, em um esforço para reduzir a volatilidade das cotações. O sistema, denominado de "intervalo de limites de preço", irá definir níveis máximos e mínimos de prelos, com base em uma "cotação âncora", que vai poder ser modificada ao longo do dia. Se os preços variarem além desse limite os negócios serão interrompidos por alguns segundos. Na sucursal européia da ICE o instrumento vai ser implantado no segmento de energia a partir de 1 de abril. O petróleo Brent terá um limite de 1,25 dólar acima ou abaixo do preço âncora, recalculado a cada três segundos para os negócios que ultrapassem os limites. Os futuros de petróleo terão um limite de 10 dólares com o mesmo padrão de recálculo. Para o açúcar, algodão, café arábica, suco de laranja e cacau negociados na ICE Futures US, em Nova Iorque, o preço âncora será reajustado a cada 15 segundos, a partir de 9 de abril. Os limites irão de 60 centavos a 100 dólares, dependendo da commodity. Se os preços se moverem além desses limites, os negócios terão uma paralisação de 30 segundos. O sistema, segundo a bolsa, funciona como um "disjuntor" temporário na plataforma eletrônica para diminuir a probabilidade de existirem picos de curto prazo que sejam fora de um padrão normal. "Espera-se que essa proteção seja ativa em casos de movimentos extremos de preço de curto prazo", indicou a bolsa em comunicado. No segmento de commodities softs, assim como em outros mercados, oscilações extremas têm sido comuns nos últimos anos. Os movimentos bruscos, freqüentemente, são acionados pelo comércio baseado em sistemas tecnológicos, que, em determinados casos, geram um "efeito dominó" de compra e venda. Um exemplo ocorreu em 1 de março de 2011, quando o cacau caiu mais de 10% em questão de segundos. Um mês antes, o açúcar havia experimentado uma retração de 6% também em segundos ao longo de uma sessão normal. Na semana passada, o sistema de "disjuntor" foi aplicado no índice de câmbio dos Estados Unidos, que reflete o comportamento da divisa em relação a uma cesta de moedas. Esses picos de preço "obviamente têm sido prejudiciais ao mercado', indicou John Stott, diretor de negócios de commodities da Infinium Capital Menagement. "A maior parte dos operadores que são afetados por esse tipo de movimento sofre prejuízo. Acho que é uma medida bem-intencionada da bolsa em procurar adotar esse sistema", complementou.
terça-feira, 20 de março de 2012
WSJ Americas - Suprimento volátil de café preocupa torrefadoras WSJ Americas
WSJ Americas - Suprimento volátil de café preocupa torrefadoras WSJ Americas
Terça-feira, 20, Março, 2012
Por LESLIE JOSEPHS
As torrefadoras de café estão lutando tanto por fatia de mercado quanto por matéria-prima, à medida que enfraquece a oferta do cobiçado pequeno grão colhido à mão. A indústria vai falar muito sobre este e outros assuntos voltados para o mercado em mutação na conferência anual da Associação Nacional do Café dos Estados Unidos, nesta semana.A partir de quinta-feira, executivos de empresas que vivem do café, como a Starbucks Corp, a Kraft Foods Inc., e a JM Smucker Co. vão se juntar a grupos de produtores, casas de comércio de commodities e bancos na reunião em Charleston, no Estado americano da Carolina do Sul.Outro tema de discussão será o crescimento explosivo das máquinas que servem uma única xícara de café. A Starbucks está no centro do frenesi do assunto. Atualmente, a empresa vende seu café nos sachês K-Cup, que trabalham com a máquina Keurig. As máquinas, feitas pela Green Mountain Coffee Roasters, estão na faixa de preço de US$ 80 a US$ 250. Mas, este mês, a Starbucks afirmou que vai começar a vender sua própria máquina, a Verismo, no segundo semestre, o que derrubou as ações da Green Mountain Coffee Roasters."O segmento premium da máquina de uma única xícara é o negócio que mais cresce dentro da indústria global de café", disse Howard Schultz, presidente da Starbucks, em um comunicado à imprensa anunciando o produto.Em um estudo sobre as tendências de beber café, feito pela Associação Nacional do Café dos Estados Unidos, no ano passado, foi constatado que as máquinas de servir uma única xícara de café estão penetrando no mercado a uma taxa de crescimento de 1% ao ano, e 35% das pessoas com a máquina fez a compra nos últimos seis meses.O grande desafio para torrefadores, porém, é o fornecimento de café. As chuvas torrenciais na Colômbia - que produz o grão arábica leve, o tipo frequentemente usado em café gourmet – danificaram as plantações, e juntamente com uma colheita de entressafra menor no Brasil, levou os preços ao maior patamar em 14 anos, no ano passado.Quando os preços subiram, especialistas do setor dizem que os torrefadores mudaram suas misturas. Com a escassez dos grãos colombianos, e com os preços altos do café do solo nutrido por vulcões da América Central, os torrefadores se viraram para o arábica brasileiro, que é mais barato e geralmente é colhido mecanicamente e processado de maneira diferente.Quando esses grãos ficaram muito caros, as torrefadoras foram atrás do robusta.Para alguns conhecedores de café, robusta é uma palavra suja. Mais fácil de cultivar e primo menos caro do arábica, está em grande oferta neste ano, graças a uma forte colheita do principal produtor de robusta, o Vietnã.Mas agora os preços do arábica estão caindo com a expectativa do que ocorra uma safra recorde nesta temporada no Brasil, a fonte de um terço de café do mundo. Os preços estão em baixa há 16 meses, e a diferença de preço entre o arábica e o robusta caiu para o menor nível desde agosto de 2010.Portanto, a questão na reunião Associação Nacional do Café é se as torrefadoras vão melhorar a qualidade das suas misturas, reduzindo o uso do robusta e aumentando o do arábica.As concessionárias de cafés especiais, em uma reunião recente da indústria em Nova York, parecem pensar que sim."Eu acho que vai ajudar um monte de torrefadoras", disse John Coyne, um comerciante em Edison, no Estado de Nova Jersey, que trabalha para a importadora de café Real New York Inc. "Eles devem ter um pouco mais de dinheiro para gastar" em grãos de melhor qualidade.
Terça-feira, 20, Março, 2012
Por LESLIE JOSEPHS
As torrefadoras de café estão lutando tanto por fatia de mercado quanto por matéria-prima, à medida que enfraquece a oferta do cobiçado pequeno grão colhido à mão. A indústria vai falar muito sobre este e outros assuntos voltados para o mercado em mutação na conferência anual da Associação Nacional do Café dos Estados Unidos, nesta semana.A partir de quinta-feira, executivos de empresas que vivem do café, como a Starbucks Corp, a Kraft Foods Inc., e a JM Smucker Co. vão se juntar a grupos de produtores, casas de comércio de commodities e bancos na reunião em Charleston, no Estado americano da Carolina do Sul.Outro tema de discussão será o crescimento explosivo das máquinas que servem uma única xícara de café. A Starbucks está no centro do frenesi do assunto. Atualmente, a empresa vende seu café nos sachês K-Cup, que trabalham com a máquina Keurig. As máquinas, feitas pela Green Mountain Coffee Roasters, estão na faixa de preço de US$ 80 a US$ 250. Mas, este mês, a Starbucks afirmou que vai começar a vender sua própria máquina, a Verismo, no segundo semestre, o que derrubou as ações da Green Mountain Coffee Roasters."O segmento premium da máquina de uma única xícara é o negócio que mais cresce dentro da indústria global de café", disse Howard Schultz, presidente da Starbucks, em um comunicado à imprensa anunciando o produto.Em um estudo sobre as tendências de beber café, feito pela Associação Nacional do Café dos Estados Unidos, no ano passado, foi constatado que as máquinas de servir uma única xícara de café estão penetrando no mercado a uma taxa de crescimento de 1% ao ano, e 35% das pessoas com a máquina fez a compra nos últimos seis meses.O grande desafio para torrefadores, porém, é o fornecimento de café. As chuvas torrenciais na Colômbia - que produz o grão arábica leve, o tipo frequentemente usado em café gourmet – danificaram as plantações, e juntamente com uma colheita de entressafra menor no Brasil, levou os preços ao maior patamar em 14 anos, no ano passado.Quando os preços subiram, especialistas do setor dizem que os torrefadores mudaram suas misturas. Com a escassez dos grãos colombianos, e com os preços altos do café do solo nutrido por vulcões da América Central, os torrefadores se viraram para o arábica brasileiro, que é mais barato e geralmente é colhido mecanicamente e processado de maneira diferente.Quando esses grãos ficaram muito caros, as torrefadoras foram atrás do robusta.Para alguns conhecedores de café, robusta é uma palavra suja. Mais fácil de cultivar e primo menos caro do arábica, está em grande oferta neste ano, graças a uma forte colheita do principal produtor de robusta, o Vietnã.Mas agora os preços do arábica estão caindo com a expectativa do que ocorra uma safra recorde nesta temporada no Brasil, a fonte de um terço de café do mundo. Os preços estão em baixa há 16 meses, e a diferença de preço entre o arábica e o robusta caiu para o menor nível desde agosto de 2010.Portanto, a questão na reunião Associação Nacional do Café é se as torrefadoras vão melhorar a qualidade das suas misturas, reduzindo o uso do robusta e aumentando o do arábica.As concessionárias de cafés especiais, em uma reunião recente da indústria em Nova York, parecem pensar que sim."Eu acho que vai ajudar um monte de torrefadoras", disse John Coyne, um comerciante em Edison, no Estado de Nova Jersey, que trabalha para a importadora de café Real New York Inc. "Eles devem ter um pouco mais de dinheiro para gastar" em grãos de melhor qualidade.
domingo, 18 de março de 2012
Fundos aumentaram a posição vendida.
Fundos aumentaram a posição vendida.
Em mais uma semana de baixa para o café vemos no final de semana que a posição dos fundos aumentaram em 3.163 contratos vendidos mantendo a posição vendedora que já vinham carregando segundo relatório da CFTC que saiu na ultima sexta feira, onde trouxe os fundos vendidos em 19.015 contratos ante a posição da semana anterior que era de 15.852 contratos.
A semana demonstrou que o suporte de 180,00 cents de dólar por libra peso realmente é forte e como suporte puro, que significa encontro de vários fractais. Para a superação de um suporte puro o mercado normalmente faz um grande esforço e quando não consegue a superação é ponto para fazer trade de contra tendência, como estamos em tendência de baixa podemos ver se não houver a superação de 1,80 alguma recuperação, que seria ótimo para os comprados.
A semana teve 186,70 na máxima e 181,05 na mínima uma semana onde a volatilidade e a velocidade da baixa diminuíram no respeito do suporte técnico, a superação da máxima pode dar trade na compra de contra tendência e da mínima a continuação da tendência, os indicadores ainda não demonstra nenhuma reação para o mercado e se voltar a subir o que me parece deve ser somente para fazer pivot para novas baixas, continuando na precificação da safra brasileira.
Durante a tendência de alta de 2010 e 2011 os fundos foram os grandes compradores e sustentadores da alta, com um grande volume de dinheiro despejado no mercado pelo governo norte americano para que a crise não fosse mais aguda do que já vinha sendo os fundos foram os grandes compradores, e sabendo que para estes fundos o interessante é que os movimentos dos mercados sejam mais duradouros, pois trabalham com grandes volumes de dinheiro e posições fazendo preços médios, após o mercado ter falhado na onda 5 pra cima que tinha alvo em 3,45 cents de dólar por libra peso e o final do Q.E2 estes fundos fizeram suas liquidações e depois passaram para a ponta vendedora como vemos nos relatórios semanais da CFTC. Como estamos vendo semana a semana o aumento na ponta vendedora destes fundos e eles não entram em movimentos pequenos acredito que o fundo do posso esteja longe ainda de ser atingido, portanto aos participantes do mercado fiquem atentos a estes dados, as casas comercias e indústria também segundo o mesmo relatório demonstra uma diminuição da ponta vendedora, mas ao se aproximar da safra e os produtores vierem ao mercado com mais força, pois durante a colheita é o período onde o produtor tem a maior despesa, as casas comercias deverão voltar a aumentar suas posições vendidas o que pode trazer resultados não favoráveis ao produtor.
A safra de conilon já esta iniciada em algumas regiões do Brasil como em Rondônia, portanto a safra já começou outro fator baixista no mercado que o produtor deve estar atento.
No mercado físico interno no Brasil se nota um aumento de oferta por parte de produtores, que ao chegarem ao mercado recebem ofertas bem abaixo do esperado e ainda resistem à venda aos patamares praticados, mas valores que pareciam baixos já estão sendo aceitos pelos fornecedores da indústria nacional, como R$250,00 para o conilon tipo 7/8 safra atual, pois o novo já esta sendo negociado bem abaixo deste patamar, que o vendedor estava resistente no final de semana alguns negócios já foram reportados pelo mercado neste valor. No arábica preços para cafés naturais de boa qualidade abaixo de R400, 00 também foram oferecidos e negociados bem longe já dos R$500,00, mas volto a dizer ainda remuneram o produtor .
A safra se aproxima, não é pequena, e os fundos na ponta vendedora nos resta agora assistir o mercado para onde vai nos levar e torcer por uma recuperação, pois tecnicamente e na minha humilde opinião, que não deve ser levada para se fazer posições, pois é somente opinião, não temos chances de ver os preços que o mercado trabalhou no ano passado.
Uma boa semana a todos e que Deus os abençoe
Wagner Pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com
Em mais uma semana de baixa para o café vemos no final de semana que a posição dos fundos aumentaram em 3.163 contratos vendidos mantendo a posição vendedora que já vinham carregando segundo relatório da CFTC que saiu na ultima sexta feira, onde trouxe os fundos vendidos em 19.015 contratos ante a posição da semana anterior que era de 15.852 contratos.
A semana demonstrou que o suporte de 180,00 cents de dólar por libra peso realmente é forte e como suporte puro, que significa encontro de vários fractais. Para a superação de um suporte puro o mercado normalmente faz um grande esforço e quando não consegue a superação é ponto para fazer trade de contra tendência, como estamos em tendência de baixa podemos ver se não houver a superação de 1,80 alguma recuperação, que seria ótimo para os comprados.
A semana teve 186,70 na máxima e 181,05 na mínima uma semana onde a volatilidade e a velocidade da baixa diminuíram no respeito do suporte técnico, a superação da máxima pode dar trade na compra de contra tendência e da mínima a continuação da tendência, os indicadores ainda não demonstra nenhuma reação para o mercado e se voltar a subir o que me parece deve ser somente para fazer pivot para novas baixas, continuando na precificação da safra brasileira.
Durante a tendência de alta de 2010 e 2011 os fundos foram os grandes compradores e sustentadores da alta, com um grande volume de dinheiro despejado no mercado pelo governo norte americano para que a crise não fosse mais aguda do que já vinha sendo os fundos foram os grandes compradores, e sabendo que para estes fundos o interessante é que os movimentos dos mercados sejam mais duradouros, pois trabalham com grandes volumes de dinheiro e posições fazendo preços médios, após o mercado ter falhado na onda 5 pra cima que tinha alvo em 3,45 cents de dólar por libra peso e o final do Q.E2 estes fundos fizeram suas liquidações e depois passaram para a ponta vendedora como vemos nos relatórios semanais da CFTC. Como estamos vendo semana a semana o aumento na ponta vendedora destes fundos e eles não entram em movimentos pequenos acredito que o fundo do posso esteja longe ainda de ser atingido, portanto aos participantes do mercado fiquem atentos a estes dados, as casas comercias e indústria também segundo o mesmo relatório demonstra uma diminuição da ponta vendedora, mas ao se aproximar da safra e os produtores vierem ao mercado com mais força, pois durante a colheita é o período onde o produtor tem a maior despesa, as casas comercias deverão voltar a aumentar suas posições vendidas o que pode trazer resultados não favoráveis ao produtor.
A safra de conilon já esta iniciada em algumas regiões do Brasil como em Rondônia, portanto a safra já começou outro fator baixista no mercado que o produtor deve estar atento.
No mercado físico interno no Brasil se nota um aumento de oferta por parte de produtores, que ao chegarem ao mercado recebem ofertas bem abaixo do esperado e ainda resistem à venda aos patamares praticados, mas valores que pareciam baixos já estão sendo aceitos pelos fornecedores da indústria nacional, como R$250,00 para o conilon tipo 7/8 safra atual, pois o novo já esta sendo negociado bem abaixo deste patamar, que o vendedor estava resistente no final de semana alguns negócios já foram reportados pelo mercado neste valor. No arábica preços para cafés naturais de boa qualidade abaixo de R400, 00 também foram oferecidos e negociados bem longe já dos R$500,00, mas volto a dizer ainda remuneram o produtor .
A safra se aproxima, não é pequena, e os fundos na ponta vendedora nos resta agora assistir o mercado para onde vai nos levar e torcer por uma recuperação, pois tecnicamente e na minha humilde opinião, que não deve ser levada para se fazer posições, pois é somente opinião, não temos chances de ver os preços que o mercado trabalhou no ano passado.
Uma boa semana a todos e que Deus os abençoe
Wagner Pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com
É difícil prever safras, diz Carvalhaes
Quanto é A discussão se a safra brasileira de café será 2 milhões ou 3 milhões de sacas maior ou menor é sem sentido, segundo Eduardo Carvalhaes, do Escritório Carvalhaes, de Santos (SP). O quadro é de aperto entre produção, consumo e exportação.
Difícil Até para Conab e secretarias de agriculturas, que têm pesquisadores, é difícil prever safras. Acreditar na precisão dos números divulgados por operadores de mercado, sem equipes técnicas, fica difícil, diz ele.
Vendas A comercialização da safra brasileira 2011/12 de café -que engloba o período de julho a junho- atingiu 85% até fevereiro. A estimativa é da consultoria Safras & Mercado.
Mais robusta Na avaliação da consultoria, a comercialização do café do tipo conillon já atingiu 91%, enquanto a do tipo arábica está em 83%
Difícil Até para Conab e secretarias de agriculturas, que têm pesquisadores, é difícil prever safras. Acreditar na precisão dos números divulgados por operadores de mercado, sem equipes técnicas, fica difícil, diz ele.
Vendas A comercialização da safra brasileira 2011/12 de café -que engloba o período de julho a junho- atingiu 85% até fevereiro. A estimativa é da consultoria Safras & Mercado.
Mais robusta Na avaliação da consultoria, a comercialização do café do tipo conillon já atingiu 91%, enquanto a do tipo arábica está em 83%
ESTOQUES E PRODUÇÃO DE ARÁBICAS APERTADOS
ESTOQUES E PRODUÇÃO DE ARÁBICAS APERTADOS
A semana foi a mais positiva para o mercado acionário europeu em mais de dois meses, empurrada por indicadores animadores vindos da Alemanha, e por uma diminuição da enxurrada de notícias ruins e preocupantes do sul da Europa.
Nos Estados Unidos o discurso do FOMC (equivalente ao COPOM brasileiro) também animou os investidores que resolveram vender títulos de renda-fixa e aumentar suas exposições em ações, ajudando o Dow Jones a atingir o mais alto patamar desde 31 de dezembro de 2007.
O mercado de café na ICE fez uma nova mínima na segunda-feira, 181.05 centavos de dólar por libra-peso, negociando dentro de um intervalo estreito durante as outras sessões. A queda em cindo dias foi de US$ 5.09 por saca, com desempenho similar na BM&F. Londres fechou com perda de US$ 1.00 por saca.
O comportamento do físico para os cafés naturais tem sido mais franco, ou em outras palavras os diferenciais se tornaram mais atrativos para compradores que aproveitam para fazer alguns negócios. O motivo de não fazer mais negócios parece estar relacionado com o psicológico afetado pela queda do terminal e do basis juntos, e também do aparente grande volume de fixação do flat-price (bolsa) a patamares bem mais altos – o que limita e assusta os traders.
Já os produtores tentam manter os nervos controlados, digerindo apenas parcialmente a forte queda no ano.
Informações sobre estoques nos países consumidores, divulgadas durante a semana, mostraram que nos Estados Unidos havia 4,500,017 sacas no final de fevereiro, uma queda de apenas 6,793 sacas comparado com janeiro, enquanto na Europa a queda em janeiro foi de 343,424 sacas, estando no final do mês em 9,689 milhões de sacas. A dúvida dos participantes é quanto há estocado no Brasil, dado o volume exportado e as ofertas que apareceram recentemente no mercado.
A movimentação da moeda brasileira apontada por um grande banco de investimento em estar sobrevalorizada em torno de 20%, fez com que alguns altistas também ficassem mais cautelosos.
O fato é que a grande safra brasileira 2012/2013, que segundo a mídia televisiva e escrita está por trás da queda de 20% no ano do “C”, não é um monstro como estão falando, haja vista que a produção da variedade arábica será menor do que o último ciclo de alta de produção.
É importante separar o joio do trigo, ou o arábica do conillon, que segundo diversas estimativas indicam que o volume do último passará de 16 milhões de sacas. Logo se na safra 10/11 o país produziu 42 milhões de arábica e 14 milhões de conillon, e agora produzirá 39 milhões de um e 16 milhões de outro – justamente depois dos estoques do arábica terem sido os mais utilizados – a conclusão é que o pequeno superávit será insuficiente para absorver o déficit que teremos na safra 13/14.
Não é nada não é nada, é alguma coisa sim!
Cuidado com as opiniões e noticiários que normalmente se tornam altistas próximos das “máximas” e baixistas próximos das “mínimas”.
Tenham uma excelente semana e muito bons negócios,
Rodrigo Corrêa da Costa
A semana foi a mais positiva para o mercado acionário europeu em mais de dois meses, empurrada por indicadores animadores vindos da Alemanha, e por uma diminuição da enxurrada de notícias ruins e preocupantes do sul da Europa.
Nos Estados Unidos o discurso do FOMC (equivalente ao COPOM brasileiro) também animou os investidores que resolveram vender títulos de renda-fixa e aumentar suas exposições em ações, ajudando o Dow Jones a atingir o mais alto patamar desde 31 de dezembro de 2007.
O mercado de café na ICE fez uma nova mínima na segunda-feira, 181.05 centavos de dólar por libra-peso, negociando dentro de um intervalo estreito durante as outras sessões. A queda em cindo dias foi de US$ 5.09 por saca, com desempenho similar na BM&F. Londres fechou com perda de US$ 1.00 por saca.
O comportamento do físico para os cafés naturais tem sido mais franco, ou em outras palavras os diferenciais se tornaram mais atrativos para compradores que aproveitam para fazer alguns negócios. O motivo de não fazer mais negócios parece estar relacionado com o psicológico afetado pela queda do terminal e do basis juntos, e também do aparente grande volume de fixação do flat-price (bolsa) a patamares bem mais altos – o que limita e assusta os traders.
Já os produtores tentam manter os nervos controlados, digerindo apenas parcialmente a forte queda no ano.
Informações sobre estoques nos países consumidores, divulgadas durante a semana, mostraram que nos Estados Unidos havia 4,500,017 sacas no final de fevereiro, uma queda de apenas 6,793 sacas comparado com janeiro, enquanto na Europa a queda em janeiro foi de 343,424 sacas, estando no final do mês em 9,689 milhões de sacas. A dúvida dos participantes é quanto há estocado no Brasil, dado o volume exportado e as ofertas que apareceram recentemente no mercado.
A movimentação da moeda brasileira apontada por um grande banco de investimento em estar sobrevalorizada em torno de 20%, fez com que alguns altistas também ficassem mais cautelosos.
O fato é que a grande safra brasileira 2012/2013, que segundo a mídia televisiva e escrita está por trás da queda de 20% no ano do “C”, não é um monstro como estão falando, haja vista que a produção da variedade arábica será menor do que o último ciclo de alta de produção.
É importante separar o joio do trigo, ou o arábica do conillon, que segundo diversas estimativas indicam que o volume do último passará de 16 milhões de sacas. Logo se na safra 10/11 o país produziu 42 milhões de arábica e 14 milhões de conillon, e agora produzirá 39 milhões de um e 16 milhões de outro – justamente depois dos estoques do arábica terem sido os mais utilizados – a conclusão é que o pequeno superávit será insuficiente para absorver o déficit que teremos na safra 13/14.
Não é nada não é nada, é alguma coisa sim!
Cuidado com as opiniões e noticiários que normalmente se tornam altistas próximos das “máximas” e baixistas próximos das “mínimas”.
Tenham uma excelente semana e muito bons negócios,
Rodrigo Corrêa da Costa
illycaffè divulga resultado do 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso
O grande vencedor do 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso foi José Lourenço Filho. O cafeicultor da região das Matas de Minas (MG) foi premiado com R$ 50 mil durante a entrega do tradicional concurso, em cerimônia realizada pela illycaffè no dia 16 de março, em São Paulo (SP). No total, a empresa distribuiu mais de R$ 180 mil em prêmios aos 50 finalistas e a cinco classificadores eleitos. O prêmio, realizado há 21 anos no país, já soma mais de US$ 4 milhões oferecidos aos produtores de café.
Entre os primeiros colocados na lista dos melhores cafés brasileiros da safra 2011/2012, a segunda posição ficou para Marisa Coli Noronha, que ganhou R$ 35 mil; o terceiro lugar ficou para José Flávio Ferraz Reis, que levou o prêmio de R$ 18 mil; o quarto colocado, Dimas Mendes Bastos, recebeu R$ 9 mil; o quinto lugar foi de Édio Anacleto Miranda, que ganhou R$ 5 mil. Os produtores classificados do sexto ao décimo lugar foram reconhecidos com R$ 2 mil cada um. O sexto premiado foi Antônio de Azevedo e Silva Júnior; no sétimo lugar, ficou Pedro Aescio de Souza; no oitavo lugar, Marina Scognamiglio Ribeiro do Valle; em nono lugar, Carlos Roberto de Miranda; e o décimo colocado foi Edivandro Martins Amâncio. Os demais 40 finalistas receberam R$ 1,2 mil cada um.
Nesta edição do Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso, somente o Estado de Minas Gerais disputou as primeiras colocações, com 10 produtores entre os 10 vencedores. Entre as regiões, o destaque ficou para as Matas de Minas, com seis finalistas, incluindo o campeão. Três vencedores são da região do Sul de Minas e um do Cerrado Mineiro.
De julho a setembro de 2011, a illycaffè recebeu quase 500 amostras vindas de diferentes Estados do Brasil, tais como: Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Goiás e Espírito Santo. No total, entre os 50 finalistas divulgados em novembro, Minas Gerais conquistou 48 posições e São Paulo as outras duas colocações.
A análise e classificação dos cafés foram realizadas pela Assicafé, laboratório científico que presta serviço exclusivo à marca no Brasil. As 50 amostras finalistas foram avaliadas por especialistas brasileiros e estrangeiros, utilizando as mais avançadas técnicas de seleção, sob a coordenação do Dr. Aldir Alves Teixeira, consultor técnico da illycaffè.
Entre os classificadores, selecionados a partir do número de amostras inscritas, em primeiro lugar ficou Edivaldo Batista Generoso (3 Irmãos Corretora de Café), com um prêmio de R$ 3,5 mil. O segundo melhor colocado foi Wellington Carlos Pereira (Cocarive), com reconhecimento de R$ 2,5 mil; o terceiro colocado foi Luiz Evandro Ribeiro (Cooxupé), que levou o prêmio de R$ 1,5 mil; o quarto lugar foi de João Bernardo de Medeiros Neto (Peneira Alta Armazéns Gerais), com reconhecimento de R$ 1 mil; e o quinto colocado entre os classificadores foi Márcio Prado (Exportadora Guaxupé), com prêmio de R$ 1 mil.
Escolhido pelo júri do Clube illy do Café, o “Fornecedor do Ano” safra 2011/2012 foi Virgolino Adriano Muniz, de Minas Gerais. O produtor e um acompanhante farão uma viagem cultural à Itália, onde conhecerão a sede da illycaffè, em Trieste, além da famosa cidade de Veneza.
O júri, que elegeu o produtor da região do Sul de Minas, considerou critérios como: fidelidade no fornecimento; eficiência; pontualidade na entrega; condições do produto; correspondência do lote com a amostra original; ordem da documentação; cumprimento da qualidade e quantidades vendidas; participação no Programa de Reconhecimento às Melhores Práticas & Sustentabilidade; e participação no 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso.
O “Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade”, instituído desde 2008, foi concedido à Cambuhy Agrícola, de Matão (SP). Parte do Programa de Reconhecimento às Melhores Práticas & Sustentabilidade, os Questionários de Sustentabilidade foram respondidos por 270 produtores inscritos no Clube illy do Café. E, após visitas técnicas a 249 fazendas participantes, a comissão de avaliação considerou que as propriedades estão empregando melhores práticas agrícolas e buscando soluções para se tornarem sustentáveis sob o ponto de vista social, ambiental e econômico. Sinal de que o engajamento dos cafeicultores é a cada ano maior.
O vencedor e os finalistas do 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso são:
1º
José Lourenço Filho
Matas de Minas
2º
Marisa Coli Noronha
Sul de Minas
3º
José Flávio Ferraz Reis
Sul de Minas
4º
Dimas Mendes Bastos
Matas de Minas
5º
Edio Anacleto Miranda
Matas de Minas
6º
Antônio de Azevedo e Silva Júnior
Cerrado
7º
Pedro Aescio de Souza
Matas de Minas
8º
Marina Scognamiglio Ribeiro do Valle
Sul de Minas
9º
Carlos Roberto de Miranda
Matas de Minas
10º
Edivandro Martins Amâncio
Matas de Minas
Entre os classificadores que mais tiveram amostras inscritas, os premiados foram:
1º
Edivaldo Batista Generoso
Viçosa (MG)
2º
Wellington Carlos Pereira
Carmo de Minas (MG)
3º
Luiz Evandro Ribeiro
Guaxupé (MG)
4º
João Bernardo de Medeiros Neto
São Sebastião do Paraíso (MG)
5º
Márcio Prado
Guaxupé (MG)
O Fornecedor do Ano
Virgolino Adriano Muniz, Sul de Minas (MG)
Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade
Cambuhy Agrícola, de Matão (SP)
Entre os primeiros colocados na lista dos melhores cafés brasileiros da safra 2011/2012, a segunda posição ficou para Marisa Coli Noronha, que ganhou R$ 35 mil; o terceiro lugar ficou para José Flávio Ferraz Reis, que levou o prêmio de R$ 18 mil; o quarto colocado, Dimas Mendes Bastos, recebeu R$ 9 mil; o quinto lugar foi de Édio Anacleto Miranda, que ganhou R$ 5 mil. Os produtores classificados do sexto ao décimo lugar foram reconhecidos com R$ 2 mil cada um. O sexto premiado foi Antônio de Azevedo e Silva Júnior; no sétimo lugar, ficou Pedro Aescio de Souza; no oitavo lugar, Marina Scognamiglio Ribeiro do Valle; em nono lugar, Carlos Roberto de Miranda; e o décimo colocado foi Edivandro Martins Amâncio. Os demais 40 finalistas receberam R$ 1,2 mil cada um.
Nesta edição do Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso, somente o Estado de Minas Gerais disputou as primeiras colocações, com 10 produtores entre os 10 vencedores. Entre as regiões, o destaque ficou para as Matas de Minas, com seis finalistas, incluindo o campeão. Três vencedores são da região do Sul de Minas e um do Cerrado Mineiro.
De julho a setembro de 2011, a illycaffè recebeu quase 500 amostras vindas de diferentes Estados do Brasil, tais como: Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Bahia, Goiás e Espírito Santo. No total, entre os 50 finalistas divulgados em novembro, Minas Gerais conquistou 48 posições e São Paulo as outras duas colocações.
A análise e classificação dos cafés foram realizadas pela Assicafé, laboratório científico que presta serviço exclusivo à marca no Brasil. As 50 amostras finalistas foram avaliadas por especialistas brasileiros e estrangeiros, utilizando as mais avançadas técnicas de seleção, sob a coordenação do Dr. Aldir Alves Teixeira, consultor técnico da illycaffè.
Entre os classificadores, selecionados a partir do número de amostras inscritas, em primeiro lugar ficou Edivaldo Batista Generoso (3 Irmãos Corretora de Café), com um prêmio de R$ 3,5 mil. O segundo melhor colocado foi Wellington Carlos Pereira (Cocarive), com reconhecimento de R$ 2,5 mil; o terceiro colocado foi Luiz Evandro Ribeiro (Cooxupé), que levou o prêmio de R$ 1,5 mil; o quarto lugar foi de João Bernardo de Medeiros Neto (Peneira Alta Armazéns Gerais), com reconhecimento de R$ 1 mil; e o quinto colocado entre os classificadores foi Márcio Prado (Exportadora Guaxupé), com prêmio de R$ 1 mil.
Escolhido pelo júri do Clube illy do Café, o “Fornecedor do Ano” safra 2011/2012 foi Virgolino Adriano Muniz, de Minas Gerais. O produtor e um acompanhante farão uma viagem cultural à Itália, onde conhecerão a sede da illycaffè, em Trieste, além da famosa cidade de Veneza.
O júri, que elegeu o produtor da região do Sul de Minas, considerou critérios como: fidelidade no fornecimento; eficiência; pontualidade na entrega; condições do produto; correspondência do lote com a amostra original; ordem da documentação; cumprimento da qualidade e quantidades vendidas; participação no Programa de Reconhecimento às Melhores Práticas & Sustentabilidade; e participação no 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso.
O “Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade”, instituído desde 2008, foi concedido à Cambuhy Agrícola, de Matão (SP). Parte do Programa de Reconhecimento às Melhores Práticas & Sustentabilidade, os Questionários de Sustentabilidade foram respondidos por 270 produtores inscritos no Clube illy do Café. E, após visitas técnicas a 249 fazendas participantes, a comissão de avaliação considerou que as propriedades estão empregando melhores práticas agrícolas e buscando soluções para se tornarem sustentáveis sob o ponto de vista social, ambiental e econômico. Sinal de que o engajamento dos cafeicultores é a cada ano maior.
O vencedor e os finalistas do 21º Prêmio Ernesto Illy de Qualidade do Café para Espresso são:
1º
José Lourenço Filho
Matas de Minas
2º
Marisa Coli Noronha
Sul de Minas
3º
José Flávio Ferraz Reis
Sul de Minas
4º
Dimas Mendes Bastos
Matas de Minas
5º
Edio Anacleto Miranda
Matas de Minas
6º
Antônio de Azevedo e Silva Júnior
Cerrado
7º
Pedro Aescio de Souza
Matas de Minas
8º
Marina Scognamiglio Ribeiro do Valle
Sul de Minas
9º
Carlos Roberto de Miranda
Matas de Minas
10º
Edivandro Martins Amâncio
Matas de Minas
Entre os classificadores que mais tiveram amostras inscritas, os premiados foram:
1º
Edivaldo Batista Generoso
Viçosa (MG)
2º
Wellington Carlos Pereira
Carmo de Minas (MG)
3º
Luiz Evandro Ribeiro
Guaxupé (MG)
4º
João Bernardo de Medeiros Neto
São Sebastião do Paraíso (MG)
5º
Márcio Prado
Guaxupé (MG)
O Fornecedor do Ano
Virgolino Adriano Muniz, Sul de Minas (MG)
Diploma de Reconhecimento às Melhores Práticas e Sustentabilidade
Cambuhy Agrícola, de Matão (SP)
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