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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

international market coffee

 Colombians, UGQ, were offered FOB, for Feb./Mar. shipment from 26¢ to 28¢ over the relevant months “C.” Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for Feb./Mar. shipment from 30¢ to 33¢ over the relevant months “C.” Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Feb. shipment from 9¢ over Mar. “C.” Santos 3/4s were offered FOB for Feb. shipment from 10¢ under Mar. “C,” and were offered FOB, for Mar. through June equal shipment from 13¢ under the relevant months “C.” Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Feb. shipment from 50¢ to 52¢ over Mar. London. Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Jan./Feb. crossing from 4¢ to 5¢ over Mar. “C.” Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Feb. through June equal shipment from 2¢ to 3¢ over the relevant months “C.” Extra prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Feb. through /June equal shipment from 6¢ over the relevant months “C.” High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Feb. through June equal shipment from 9¢ to 10¢ over the relevant months “C.” Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, for Feb. through May equal shipment from $6 over the relevant months “C.” Extra Prime Guatemalas, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $9 to $10 over the relevant months “C.” Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Feb. through May equal shipment from $12 to $14 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb. through May equal shipment from $19 to $20 over the relevant months “C.” Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Feb. through May equal shipment from $21 to $22 over, per 46 kilos, the relevant months “C.” Strictly hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Feb. through May equal shipment from $28 to $31 over, per 46 kilos, the relevant months “C.” Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $4 over the relevant months “C.” High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $8 to $9 per 46 kilos, over the relevant months “C.” Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb. through May equal shipment from $12 to $13 over, per 46 kilos, the relevant months “C.” High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $2 over the relevant months “C.” Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $5 to $6 over the relevant months “C.” Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Feb. shipment from 28¢ over Mar. London. Vietnam robustas, grade 1, were offered exdock for Feb. shipment from 25¢ over Mar. London. Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Feb. shipment from 23¢ over Mar. London. Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Feb. shipment from 27¢ over Mar. London.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Coffee Crop in Colombia Shrinks to Lowest Level Since 1976


Jan. 17 (Bloomberg) -- Coffee production in Colombia, the world’s second-largest supplier of arabica beans, shrank to a 35-year low after excess rainfall, diseases and a lack of sunshine curbed output.
The harvest tumbled 12 percent to 7.809 million bags in 2011, the lowest level since 1976, from 8.923 million bags a year earlier, Colombia’s National Federation of Coffee Growers said in a statement yesterday in Bogota. The crop missed the growers’ November target of about 8 million bags of 60 kilograms (132 pounds) each.
Arabica futures futures have rallied 4.7 percent on ICE Futures U.S. in New York since Dec. 16 on reduced supplies from Colombia. Farmers will have a “very hard” time this year increasing production if adverse weather persists, Federation Chief Executive Officer Luis Munoz said in November.
Exports from Colombia declined 1.2 percent to 7.73 million bags in 2011 from 7.82 million bags, according to the statement. Arabica coffee is grown mainly in Latin America and favored for specialty drinks such as those made by Starbucks Corp.
The La Nina weather event that caused flooding and landslides last year has abated this month, Mines Minister Mauricio Cardenas said last week.
The 2011 crop was less than a harvest of 7.812 million bags in 2009, when wet weather led to a 32 percent decline in the crop. Brazil is the largest producer of arabica beans.
--Editors: Thomas Kutty Abraham, Jake Lloyd-Smith
To contact the reporter on this story: Heather Walsh in Bogota at hlwalsh@bloomberg.net
To contact the editor responsible for this story: Dale Crofts at dcrofts@bloomberg.net

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Estrela cadente

Estrela cadente


O mercado de café depois de uma bela reação vindo do fundo, fundo este que deve ser ate a safra nova chegar o fundo do poço, mostra nesta quinta feira dia 12 de janeiro uma figura de correção, o que pode trazer nesta sexta feira esta correção com alvo em 222,50 cents de dólar por libra peso.

Dentro dos tamanhos dos movimentos do mercado, onde já descrevi em um artigo neste espaço que se chamou a “Magia dos Mercados”, tivemos um movimento perfeito, o primeiro movimento que tem o tamanho de 2000 pontos na ICE bolsa de mercadorias de Nova Iorque que saiu de 217,00 tinha como alvo 237,00 foi um pouco acima, não se sustentou e caiu logo após fechando em 233,90.

O mercado deve testar amanha a mínima do dia de hoje que seria 231,85 se romper tem alvos mais para baixo.

O mercado já vem há vários dias dentro de uma consolidação de fundo, esta consolidação tem o intervalo de 220,00 a 250,00, portanto o mercado não mostra a direção e ficamos ainda sem poder dar uma direção para onde isto vai dar.

Depois de fazer um topo acima de $3.00 dólares por libra peso no ano passado o mercado veio fazendo topos e fundos descendentes aonde em vários artigos vieram discriminei os alvos, o mercado realmente veio buscando estes alvos, mas uma variante que também vinha fazendo topos e fundos descendentes mudou a direção e deu sustentação ao mercado, fazendo que o físico não caísse como a bolsa caiu.

Esta variante, o dólar, mudou de direção depois de uma canetada do governo e assumiu uma nova direção onde temos alvos em médio prazo acima de R$2,00, vai continuar a dando sustentação ao mercado.

O lado fundamental do mercado teve mudanças de um ano para cá, onde teremos safras maiores nos seus principais produtores, mas não trará o conforto que a indústria deseja, a florada foi boa, mas o pegamento já não foi tão bom assim, e a safra esperada e desejada pelo mercado acima de 55 milhões de sacas com possibilidade de 60 milhões já e descartada por seus participantes e o mercado pode assumir uma tendência de alta.

A demanda e a produção ainda estão com diferencias muitos justos e o mercado mão pode sofrer com nenhum problema climático que pode trazer um novo topo histórico.

O outono brasileiro e começo do verão trouxeram temperaturas a baixo do normal e o consumo que sazonalmente nesta época tem a tendência de diminuir não houve este ano agravando a oferta.

Produtores capitalizados e de férias, diga se de passagem merecidas, depois de 10 anos de sofrimento, faz com que o começo do ano seje apertado às ofertas, deixando a indústria nacional em área de risco e disputando mercadorias com importadores.

A entre safra começa com boas perspectivas para o mercado, aperto de oferta, chuvas na Colômbia, consumo elevado para época no Brasil, e uma estimativa de safra apesar de maior do que do ano passado não satisfaz o mercado nos deixa confiante para preços para os próximos dias.

Vamos aguardar esta correção técnica que devera acontecer a partir de amanha, se não houver realmente mostrara muita firmeza no mercado, para tomada de decisão, deveremos alcançar os preços do ano passado no mercado físico e temos tudo para romper.

Uma boa semana a todos e que Deus os abençoe

Wagner Pimentel

www.cafezinhocomamigos.blogspot.com

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Estimativa Conab safra 2012

Por Lucia Kassai
    10 de janeiro (Bloomberg) -- A safra de café do Brasil,
maior produtor mundial, deve atingir um recorde este ano com a
entrada das plantações na segunda metade do ciclo de maior
produtividade e com a ocorrência de chuvas, disse hoje a
Companhia Nacional de Abastecimento.
    A estimativa é de que a safra fique entre 49 milhões de
sacas e 52,3 milhões de sacas, o que representa uma elevação em
relação aos 43,5 milhões de sacas colhidos no ano passado, disse
hoje a Conab em comunicado distribuído por e-mail com a primeira
estimativa do órgão ligado ao Ministério da Agricultura para
safra deste ano.
    A produção do grão do tipo arábica deve ficar entre 36,4
milhões de sacas e 39 milhões de sacas, um aumento em relação
aos 32,2 milhões de sacas do ano passado. A produção do robusta,
usado principalmente em café solúvel, deve somar entre 12,6
milhões de sacas e 13,3 milhões de sacas este ano, ante 11,3 do
período anterior.
    Uma saca de café pesa 60 quilos. A colheita de café no País
começa em maio.
    Uma nova estimativa para safra deste ano de café será
divulgada em 10 de maio, segundo o website da Conab.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Mercado - 09/01/2012


Mercado  -  09/01/2012
Qualidade do café tem sido o maior diferencial do mercado atual

  O mercado de café teve um ano de preços consistentes. A libra peso na bolsa de Nova Iorque se manteve, durante todo o período acima dos 200 centavos de dólar. O cenário só não foi mais favorável devido ao nervosismo dos mercados externos, o que afetou as cotações de praticamente todas as matérias-primas. Para José Luiz Burato, da Burato Corretora de Mercadorias, a avaliação do comportamento do café no ano, ainda assim, é positiva. "Podemos dizer que foi um ano bom, de maneira geral, terminou, infelizmente, com algumas quedas, não motivadas até pelo próprio mercado de café, que ainda tem perspectivas positivas, pelo fato de a produção e o consumo estarem bastante equilibrados. Não temos excesso de oferta, pelo contrário, acho até que o mercado está mais procurado. Com isso, temos boas perspectivas de manutenção e até alta para os preços. Infelizmente, no final do ano passado tivemos muitas notícias sobre a crise na Europa, muitos problemas em alguns países consumidores, e isso fez com que as bolsas, não só de café como de vários outros produtos, elas tivessem um recuo até significativo e o café não passou isento disso", sustentou. José Luiz Burato acredita que no curto prazo é possível uma recuperação das cotações que, no entanto, pode ser contida caso se mantenha o quadro negativo dos mercados externos. A partir de maio, o Brasil começa a colocar no mercado a sua nova safra que, ao contrário do esperado anteriormente, não será recorde e isso também deverá ter uma "leitura" específica pelos mercados. "Não devemos, porém, ficar esperando preços muito altos, como R$ 600 reais para a saca. O produtor deve pensar em um preço que acredita que o café pode atingir, dentro da realidade do mercado, já que, queira ou não, à medida em que a safra se aproxima ocorre a entrada de novos cafés e o mercado começa a ter uma maior oferta. Mas, mantendo o quadro atual, mantemos a expectativa de os preços voltarem a um patamar de até R$ 500, que acho ser um preço razoável para este ano de 2012", complementou. Burato continua a lembrar que a qualidade do café tem sido o maior diferencial do mercado atual. Cafés mais finos conseguem cotações consideravelmente altas, principalmente após importantes produtores de cafés suaves, como Colômbia e países centro-americanos, terem sofrido quebras de safra devido a problemas climáticos.

Mercado  -  09/01/2012
Incertezas na economia ainda pressionam o café

  Depois de atingirem o menor patamar em quase três semanas, durante o pregão, os preços futuros do café tipo arábica se recuperaram e fecharam a sexta-feira em alta na bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em maio tiveram valorização de 225 pontos, cotados a US$ 2,2455 por libra-peso. Mesmo assim, a posição perdeu 2,22% em relação ao encerramento da sexta-feira anterior. Segundo o analista da corretora Newedge USA, de Nova York, Márcio Bernardo, o mercado de café segue influenciado pelo clima de desconfiança dos agentes financeiros frente às dificuldades enfrentadas pela Europa. "Os fundos viram que o café estava vulnerável e aumentaram suas posições de venda, o que pesou sobre as cotações". Segundo ele, o volume de negociações segue abaixo do esperado para esta época do ano, com as torrefadoras comprando "da mão para a boca" devido às restrições de crédito nos países desenvolvidos. "O mercado está travado", afirma. O analista pondera que os fundamentos do mercado são positivos, com previsões pouco otimistas para a colheita do café no Brasil e na Colômbia. "Teremos uma safra apertada, e não há sobra de café no mundo. Seria bastante justificável o mercado operar em níveis de preço um pouco mais elevados, mas o clima é de muita incerteza", acredita.

Exportações  -  09/01/2012
Receitas com Café de Burundi cai 54% em dezembro

  A receita de café de Burundi foi US$ 2,2 milhões em dezembro com a venda de 546,161 kg, ante US $ 4,8 milhões em novembro, disse a ARFIC em relatório mensal STI. "Poucos eram quantidades de café vendidas em dezembro devido à fraca demanda para os compradores internacionais porque a maioria foi (nos feriados sazonais)," ARFIC disse. O preço médio por kg caiu em dezembro para 4,09 dólar a partir de $ 4,24 em novembro. Receitas nas estimativas atual temporada 2011/12 ARFIC cairia para 52,1 milhões dólares a partir de 82,8 milhões dólares americanos na temporada anterior devido a uma má colheita. Produção deve cair de 24.000 toneladas para 13,000 toneladas na safra 2010/11, a colheita Dependendo de natureza cíclica e rendimentos mais baixos dos arbustos de idade. O país central, minúscula Africano quer aumentar produção de café para STI anual entre 40.000 e 50.000 toneladas por temporada nos próximos cinco anos pelo substituição de árvores envelhecimento Com uma variedade nova e maior rendimento.

Exportações  -  09/01/2012
Exportação do agronegócio de Minas cresce e bate recorde

  As exportações do agronegócio de Minas Gerais em 2011 movimentaram US$ 9,7 bilhões. O valor recorde apresentou um crescimento de 27,6% em relação ao ano anterior. O desempenho do Estado superou a média nacional do setor, que registrou um aumento de 23,8%. Os principais destinos das vendas dos produtos de Minas para o exterior foram Estados Unidos, Alemanha, Japão, Itália e China. As informações são da Secretaria de Estado de Agricultura de Minas Gerais (Seapa), baseadas nos dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (MDIC). O café foi responsável por mais da metade das vendas do agronegócio mineiro para o exterior. O valor negociado no ano passado foi de US$ 5,8 bilhões. Um crescimento de 41,6% na comparação com 2010. Segundo o Superintendente de Política e Economia Agrícola da Secretaria, João Ricardo Albanez, os estoques mundiais estão em queda desde 2002, elevando os preços internacionais. “Em 2002, os estoques mundiais de café eram suficientes para abastecer o mercado por 333 dias. No ano passado, a quantidade de café estocada era o equivalente a 72 dias de consumo em todo o mundo”, explica. No ano passado, Minas Gerais exportou café para 74 países. Os principais clientes foram Alemanha, Estados Unidos, Itália, Japão e Bélgica. Albanez comenta que a perspectiva é de que em 2012 os estoques continuem em baixa, mantendo o mercado favorável para o setor. Outro destaque nas exportações foi o complexo soja (grão, farelo e óleo). As vendas cresceram 44,9% e atingiram US$ 605,3 milhões. A comercialização da soja em grão foi a que apresentou o maior valor no ano, com uma movimentação de US$ 326,6 milhões. A China foi responsável por quase a metade das vendas dos produtos do complexo soja exportados por Minas Gerais. Outros mercados de destaque no ano passado foram Holanda, Tailândia, Índia e Espanha. No total, 79 países importaram a soja em grão e seus derivados produzidos por Minas Gerais. Açúcar A comercialização de açúcar para o exterior em 2011 também apresentou um crescimento expressivo. O valor dos embarques por Minas Gerais chegou a US$ 1,3 bilhão, graças a um crescimento de 31,1% em relação ao ano anterior. Mais uma vez, a China lidera a lista dos principais compradores, seguida do Irã, Egito, Rússia, e Argélia. “A China é o quarto maior produtor mundial de açúcar. Mas a produção não é suficiente para atender a demanda interna, por isso o país também é um grande importador do produto”, explica João Ricardo Albanez. As vendas de açúcar por Minas Gerais também foram favorecidas pela redução dos estoques mundiais nos últimos anos. “O Brasil, que é o maior produtor, também apresentou uma redução da sua produção. Minas Gerais foi uma exceção, com aumento da produção de açúcar nos últimos anos. Com isso, conseguimos ampliar nossa participação no mercado internacional”, explica. As vendas de carne (bovina, suína e aves) por Minas Gerais no ano passado somaram US$ 832 milhões, com um crescimento de 10,6% em relação a 2010. O destaque do grupo foi a carne de frango, que registrou um crescimento de 36,5%. Saldo positivo O saldo da balança comercial do agronegócio de Minas Gerais em 2011 foi superavitário. Enquanto o Estado exportou US$ 9,7 bilhões, as importações de produtos do agronegócio foram apenas de US$ 382 milhões. Ou seja, o saldo positivo foi de US$ 9,3 bilhões. O agronegócio responde por 23,5% do saldo da balança comercial de todo o Estado. Os principais produtos do setor importados por Minas Gerais são trigo, algodão e arroz.

Exportações  -  09/01/2012
Exportações de café do México aumenta de 52% na atual safra

  As exportações de café do México aumentou 52% durante os três primeiros meses da temporada 2011-2012 do mesmo período do ciclo passado, para 512,.032 sacas de 60 kg, disse a Associação Mexicana de produção de café( Amecafe), nesta segunda-feira. No mês passado, as exportações atingiram 163.190 sacas, um aumento de 23% em relação ao mesmo mês de 2010. A maioria das exportações foi para os EUA, que recebeu 63% do total. A Alemanha foi o destino Recebendo a quantidade segunda maior, com 9% do café. O café em dezembro no valor de US$ 46,070 milhões , acima dos US$ 30.070 no mês de dezembro de 2010. Os preços do café têm diminuído ano a ano, mas têm volumes e levou a um aumento no valor Compensado. Exportações eram em sua maioria composta de grãos de café, representando 60% do total, enquanto 39% era composta de café solúvel ou extractos de café e 1% café torrado e moído WS. México está esperando uma safra de café robusta Depois de uma decepcionante 2010-2011. As previsões são de cerca de 4 milhões de sacas. O ciclo do café começou em outubro passado e vai até setembro deste ano. O país é o quarto exportador maior de lavada arábica mundial, que busca um prêmio para os futuros de arábica na Bolsa InterContinental devido ao seu sabor suave e uso em misturas gourmet.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Café: número de propriedades certificadas em Minas aumenta 19%

A cafeicultura mineira teve mais um ano de resultados positivos, principalmente com as vendas externas, e o setor procura se fortalecer para exportar mais e atender ao mercado interno com produtos de qualidade. O número de propriedades cafeeiras aprovadas para certificação no Estado subiu para 1.438, um aumento de 19% em relação ao ano anterior, informa a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa). 
Conforme explica o assessor especial de Café da Seapa, Níwton Castro Moraes, a certificação de propriedades cafeeiras é realizada por meio do Certifica Minas Café. “Trata-se de um Programa Estruturador do governo estadual, executado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e pela Emater-MG, instituições vinculadas à Secretaria, com o objetivo de possibilitar o crescimento da participação da produção nos mercados nacional e internacional”, diz Moraes.
A certificação atesta a conformidade das fazendas produtoras com as exigências do comércio mundial, possibilitando ao café mineiro consolidar sua posição e conquistar novos mercados. De acordo com o assessor, “a crescente adesão ao programa confirma o interesse dos produtores em introduzir nas lavouras as boas práticas recomendadas pelos técnicos, que resultam em safras maiores, de alta qualidade e, por isso, mais valorizadas, dentro de um processo produtivo com sustentabilidade ambiental, social e econômica.”
Moraes explica que  a Emater, em suas unidades que cobrem praticamente todo o Estado, faz o registro das propriedades interessadas e dá as orientações para a adequação às boas práticas. O IMA realiza as auditorias preliminares para checar os ajustes de acordo com os padrões internacionais. Concluindo o processo, uma certificadora de reconhecimento internacional faz a auditoria final e concede a certificação às propriedades aprovadas.

Qualidade comprovada
Para Marco Vale, gerente de Certificação do IMA, o sistema desenvolvido pelo Certifica Minas Café representa um diferencial de grande importância. “Com a certificação é possível comprovar a qualidade de todo o processo produtivo”, observa. “As propriedades integradas ao programa adotam práticas de produção que, além de possibilitar safras maiores e melhores, atendem às normas ambientais e trabalhistas”, enfatiza o gerente.
Atualmente, há propriedades certificadas em 211 municípios mineiros, ou seja, a cobertura é de 25% do mapa do Estado, acrescenta.  As lavouras incluídas no programa estão localizadas em regiões tradicionais de café como a Zona da Mata, Cerrado, Sul e agora também na Chapada de Minas com a inclusão de Capelinha, além da região Norte, com propriedades em Rio Pardo e Taiobeiras.
Uma das características do Certifica Minas Café é a crescente inserção de pequenas propriedades. “A agricultura familiar já responde por 90% das fazendas de café no Estado e aquelas que ainda não obtiveram a certificação têm a oportunidade de aderir e assim ampliar as condições de comercialização do produto no mercado interno, além de participar das exportações”, explica Vale.  
“As propriedades certificadas passam a integrar um cenário novo, pois aumenta o compromisso com a utilização de boas práticas de produção e de aperfeiçoamento da gestão do negócio”, acrescenta o gerente. “O conjunto de ações necessárias para obter e manter a certificação, além de melhorar a qualidade do produto, leva à redução de custos. Aumenta a aceitação do café de Minas no mercado interno e externo”, finaliza.
No quadro das exportações totais do Estado, o café fica atrás apenas do minério de ferro, posição confirmada em 2011. Entre janeiro e novembro deste ano, a receita das exportações mineiras de café alcançou US$ 5,2 bilhões, cifra 44,9% superior à registrada em idêntico período de 2010. Foi de 58,4% a participação do produto nas exportações totais do agronegócio nos onze meses, que atingiram US$ 8,9 bilhões.
Os negócios com café procedente de Minas Gerais, realizados exclusivamente em novembro de 2011, responderam por 61,7% da cifra total de US$ 1,0 bilhão obtida no mês pelos produtos agrícolas e pecuários do Estado.  A cotação média do produto foi de U$ 5,1 mil a tonelada, valor 48,9% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.
Liderança na produção
Minas Gerais é o maior produtor de café do Brasil. O Estado responde por 50,2% da safra nacional, pois a produção mineira prevista para este ano deve alcançar 22,1 milhões de sacas, segundo o IBGE. Os dez municípios que apresentam maior produção de café em Minas Gerais, segundo o IBGE, somam colheitas de 3,7 milhões de sacas, ou 16,9% da safra mineira de café. Esta é a relação: Patrocínio (alto Paranaíba), 523,9 mil sacas; Três Pontas (Sul de Minas), 444,0 mil sacas; Manhuaçu (Zona da Mata), 435,6 mil sacas; Monte Carmelo (Alto Paranaíba), 412,5 mil sacas; Nepomuceno, Carmo da Cachoeira e Boa Esperança (Sul de Minas), respectivamente 367,9 mil sacas, 360,0 mil sacas, e 320,0 mil sacas; Rio Paranaíba (Alto Paranaíba), 291,9 mil sacas; Nova Resende (Sul de Minas), 290,2 mil sacas; e Araguari (Triângulo), 288,4 mil sacas

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Feliz Natal

Desejo a Todos um feliz Natal e prospero ano novo
um ano cheio de harmonia e paz para todos
e agradeço a todos a parceria de mais um ano 
wagner

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Café na ICE tem retração, mas não consegue ampliar perdas

Análises - 21/12/2011


Café na ICE tem retração, mas não consegue ampliar perdas



Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quarta-feira com quedas, em um dia caracterizado por algumas ações vendedoras por parte, especialmente, de especuladores que, no entanto, não conseguiram avançar as baixas, uma vez que encontraram uma zona compradora próxima do nível psicológico de 220,00 centavos de dólar por libra peso. A sessão foi caracterizada por um volume limitado de negócios, como vários players já tendo encerrado o ano e já projetando os negócios para 2012. A quarta foi marcada por uma tentativa dos baixistas em buscar alguns suportes, após dois dias de bons ganhos. No entanto, o que se viu foi uma limitação desses operadores em um ponto chave da escala de preço. Operadores destacaram que as ações do dia tiveram um perfil baseado, principalmente, na correção, após dois dias de bons ganhos. Tecnicamente, o mercado segue a tendência observada por vários especialistas, que previam uma correção para cima depois das fortes baixas recentes, que fez com que o mercado passasse a atuar em uma base sobrevendida. No longo prazo, no entanto, a tendência ainda é baixista, conforme alguns aspectos como a média móvel de 200 dias, que se encontra em um nível muito acima do atual patamar de preços. No encerramento do dia, o março em Nova Iorque teve queda de 290 pontos com 219,90 centavos, sendo a máxima em 222,80 e a mínima em 218,50 centavos por libra, com o maio tendo desvalorização de 280 pontos, com a libra a 222,70 centavos, sendo a máxima em 225,25 e a mínima em 221,40 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição janeiro registrou queda de 24 dólares, com 1.823 dólares por tonelada, com o março tendo desvalorização de 19 dólares, com 1.868 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, a quarta-feira foi caracterizada por vendas especulativas que, em significativo grau, estiveram em linha com o cenário externo. As bolsas de valores dos Estados Unidos tiveram uma quarta de retração, notadamente nas ações referentes a tecnologia, na Nasdaq. O índice CRB, por sua vez, conseguiu ter um relativo avanço, puxado, principalmente, pelo petróleo, que conseguiu ter um bom desempenho e avançar quase 2%. "Tivemos um dia baseado em alguma correção, após duas altas consideráveis e consecutivas. Os baixistas tentaram ampliar as baixas e testaram um nível próximo de 218,00 centavos, no entanto, uma desaceleração das perdas foi observada", sustentou um trader. "Mais uma vez não tivemos um grande volume de negócios e verificamos que os produtores estão realizando vendas bastante limitadas", observou Alex Oliveira, analista da Newedge, em Nova Iorque. O volume das exportações de um grupo de nove países produtores da América Latina registrou aumento de 6,18% em novembro, indicou a Anacafé (Associação Nacional dos Produtores de Café da Guatemala). A entidade indicou que as remessas de El Salvador, México, Nicarágua, Honduras, Costa Rica, Guatemala, Colômbia, Peru e República Dominicana atingiram 1.728.987 sacas no mês, sendo que dessas nações, apenas Colômbia, Nicarágua e Peru e República Dominicana tiveram queda nas exportações, com a maior retração, de 28,45%, sendo da Nicarágua. Na safra atual, iniciada em outubro, esse grupo de país remeteu 3.221.894 sacas ao exterior. Em 2010/2011, o bloco finalizou a safra com a exportação de 26.350.495 sacas. A estiagem ocorrida entre novembro de 2010 e fevereiro de 2011 afetou lavouras em fase de enchimento de grãos, mas não foi tão prejudicial quanto se esperava para a safra de café 2011/2012 estimada em 43,48 milhões de sacas, informou a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). O melhor desempenho se deve principalmente às condições climáticas favoráveis na maioria das regiões produtoras, em conseqüência dos tratos culturais feitos pelos cafeicultores em 2009, que refletiram na safra atual, e aos bons preços do café, que permitiram mais investimentos na lavoura. A nova previsão, divulgada na manhã de hoje pela empresa, aponta também, como fator determinante para o aumento da produção, o melhor rendimento do café colhido no final da safra em Minas Gerais, Bahia e Paraná. Esse último levantamento da produção nacional de café de 2011/2012 estima uma produção 9,6 por cento menor que o volume colhido na safra anterior. As exportações de café do Brasil em dezembro, até o dia 20, somaram 1.455.898 sacas, contra 1.319.343 sacas registradas no mesmo período de novembro, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 1.175 sacas, indo para 1.525.366 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 9.240 lotes, com as opções tendo 1.296 calls e 1.983 puts. Tecnicamente, o março na ICE Futures US tem uma resistência em 222,80, 223,00, 223,50-223,60, 224,00, 224,50, 224,90-225,00, 225,50, 226,00, 226,50, 227,00, 227,50, 228,00, 228,50 e 229,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 218,50, 218,00, 217,50, 217,00, 216,50, 216,00, 215,50, 215,10-215,00, 214,50, 214,00 e 213,75 centavos por libra.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Café tem novas compras na ICE e segue bom humor externo 20-12

Café tem novas compras na ICE e segue bom humor externo




O contrato futuro de arábica de março, tinha, há pouco, na ICE Futures US, alta de 400 pontos, com 223,45 centavos de dólar por libra peso, depois de bater na máxima de 223,60 centavos. O maio tinha, há instantes, valorização de 390 pontos. De acordo com analistas internacionais, o dia é de compras e recuperação na bolsa nova-iorquina. Depois de ter testado o suporte de um ano na segunda-feira, os preços se mostram em recuperação e muitos players, pressionados por um quadro sobrevendido, voltam a realizar recompras. Os bons ganhos do café também seguem o comportamento positivo dos mercados externos. As bolsas de valores nos Estados Unidos operam com altas próximas de 2%, o que permite às commodities também registrar bons ganhos, com a contrapartida das baixas do dólar. "Ao contrário do que estávamos verificando, esta terça-feira se mostra bem mais positiva. Os ganhos estão sendo observados e nos afastamos rapidamente da área de suporte testada na segunda-feira. Temos uma mistura de cenário macroeconômico positivo e recompras especulativas e, com isso, estamos ampliando ainda mais os ganhos da sessão passada", disse um trader. Um operador destacou que o mercado volta a se mostrar temeroso com a Colômbia. O país sofre com safras fracas e neste ano, quando a expectativa era de recuperação, as condições climáticas voltam a se mostrar críticas. Várias zonas do país sofrem com as chuvas, que afetam lavouras, estradas rurais e cidades. O governo do país já contabiliza 170 mortes por causa das precipitações. As exportações de café do Brasil em dezembro, até o dia 19, somaram 1.341.165 sacas, contra 1.319.343 sacas registradas no mesmo período de novembro, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Tecnicamente, o março na ICE Futures US tem uma resistência em 223,60, 224,00, 224,50, 224,90-225,00, 225,50, 226,00, 226,50, 227,00, 227,50, 228,00, 228,50 e 229,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 219,00, 218,50, 218,00, 217,50, 217,00, 216,50, 216,00, 215,50, 215,10-215,00, 214,50, 214,00 e 213,75 centavos por libra.