Faltam mudas para renovação de cafezais(Como eu disse)
Fonte-Folha de São Paulo
Produtores de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná estão tendo dificuldades para renovar plantações Como muda demora cerca de seis meses para ficar pronta, alguns produtores vão deixar a renovação para 2013 Embalados pela alta das cotações, produtores de café de Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo e Paraná estão tendo dificuldades em encontrar mudas do grão para suas lavouras.Os cafeicultores aproveitam o bom momento para investir na renovação das plantações, cortando os pés antigos e plantando novos, que são mais produtivos.No último ano, o preço pago ao produtor pelo café subiu até 60%, dependendo da variedade, e tende a se manter no patamar atual. A troca dos pés de café também permite implementar a mecanização das lavouras, cada vez mais necessária devido à escassez de mão de obra no campo -que representa cerca de 35% dos custos de produção.Nesse caso, os pés são plantados de forma mais espaçada, para permitir a entrada das máquinas. "A gente só vai conseguir qualidade com lavouras modernas, plantadas num alinhamento maior, com alta tecnologia. Temos de ganhar mercado nisso", diz o pesquisador da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais) Ronaldo Nogueira de Medeiros.Em Minas, maior produtor nacional de café e onde cerca de 30% das plantações são mecanizadas, ainda há mudas, mas a expectativa é que elas acabem em breve."Das minhas mudas, já vendemos 80%, com adiantamento e tudo. Em outros anos, numa época dessas, só tinha vendido uns 30%", afirma Medeiros, que também é viveirista.A época ideal para plantio do café começa em novembro e vai até janeiro. Como uma muda demora cerca de seis meses para ficar pronta, quem não encomendou até julho terá dificuldade para conseguir agora, e pode ser obrigado a renovar a lavoura só em 2013. "Os viveiristas estavam produzindo quase sob encomenda nos últimos anos, devido à baixa procura. Agora, a demanda aumentou muito", afirma Paulo Franzini, técnico da Secretaria da Agricultura do Paraná.No Estado, a produção de mudas foi praticamente toda vendida. "Se fizessem o dobro de mudas, venderiam tudo", diz o técnico agrícola Antônio Carlos Spanhol, da cooperativa Cocamar.As mudas estão cerca de 20% mais caras do que no ano passado no Paraná -aumento ainda não observado nos outros Estados. No Espírito Santo, segundo maior produtor do país, o governo estadual promove, há 15 anos, um programa de renovação das lavouras.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Em novo dia de mercados fortalecidos, café ganha corpo na ICE
Em novo dia de mercados fortalecidos, café ganha corpo na ICE
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quinta-feira com bons ganhos, com compras especulativas e de fundos. Pela terceira sessão consecutiva, os compradores predominaram e, após o mercado ter batido em um suporte de 225,00 centavos, uma boa oscilação positiva foi desenhada, o que permite ao café uma recuperação parcial, após as fortes baixas recentes do mercado. Boa parte dos ganhos esteve atrelada ao comportamento dos mercados externos. Mais uma vez, as commodities experimentaram bons ganhos, com o aumento do número de participantes em negócios de maior risco. Também nesta quinta, as bolsas de valores dos Estados Unidos e da Europa tiveram altas, ao passo que o dólar registrou fraqueza em relação a outras moedas internacionais, o que favorece os preços das matérias-primas, por exemplo. Tecnicamente, o dezembro experimentou um suporte importante no início da semana e dava sinais de que poderia ampliar significativamente as perdas, após bater no menor nível em quase dez meses. No entanto, os bearishs (baixistas) encontraram uma zona de compras nas baixas e ainda perderam a força das liquidações. Concomitantemente, os mercados externos passaram a se animar, diante da possibilidade de se chegar a um acordo para sanear a economia de nações periféricas da zona do euro, principalmente a Grécia, que vem se mostrando sem condições de quitar suas dívidas. Com isso, os compradores passaram a ser mais efetivos e os ganhos se consolidaram, possibilitando, nesta quinta, o rompimento do nível de 235,00 centavos. No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve alta de 670 pontos com 234,40 centavos, sendo a máxima em 236,10 e a mínima em 228,05 centavos por libra, com o março tendo ganho de 680 pontos, com a libra a 237,60 centavos, sendo a máxima em 239,25 e a mínima em 231,45 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou alta de 35 dólares, com 2.025 dólares por tonelada, com o janeiro tendo valorização de 33 dólares, com 2.051 dólares por tonelada. Segundo analistas internacionais, o café, assim como várias outras commodities, caminha seguindo uma tendência externa mais forte. As perdas recentes foram influenciadas em grande parte pela radicalização do quadro de preocupação do segmento externo, principalmente com a expectativa de um calote da Grécia, que poderia ampliar uma onda negativa por toda a Europa e também pela situação próxima da recessão verificada nos Estados Unidos. "O café, efetivamente, encontrava-se sobrecomprado e, em algumas linhas gráficas ainda é possível um quadro de sobrecompra. Isso deu estímulo também para que as atividades compradoras fossem estimuladas", indicou um trader. O montante semanal de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos subiu em 6 mil pessoas na semana passada e atingiu a marca de 401 mil, divulgou o Departamento de Trabalho. O crescimento, no entanto, é inferior ao esperado pelos analistas, que estimavam demanda de 15 mil pedidos. O mercado também reagiu favoravelmente nesta quinta a uma indicação do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, em comissão no Congresso dos Estados Unidos. Ele afirmou que a instituição estaria preparada para tomar medidas adicionais para ajudar a economia norte-americana, que está "perto de tropeçar". Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 1.055 sacas, indo para 1.429.877 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 16.538 lotes, com as opções tendo 4.285 calls e 2.271 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 236,10, 236,50, 237,00, 237,50, 238,00, 238,50, 239,00, 239,50 e 239,90-240,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 228,05-228,00, 227,50, 227,00, 226,50, 226,15, 226,00, 225,50, 225,10-225,00, 224,50, 224,00, 223,50, 223,00 e 222,50 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quinta-feira com bons ganhos, com compras especulativas e de fundos. Pela terceira sessão consecutiva, os compradores predominaram e, após o mercado ter batido em um suporte de 225,00 centavos, uma boa oscilação positiva foi desenhada, o que permite ao café uma recuperação parcial, após as fortes baixas recentes do mercado. Boa parte dos ganhos esteve atrelada ao comportamento dos mercados externos. Mais uma vez, as commodities experimentaram bons ganhos, com o aumento do número de participantes em negócios de maior risco. Também nesta quinta, as bolsas de valores dos Estados Unidos e da Europa tiveram altas, ao passo que o dólar registrou fraqueza em relação a outras moedas internacionais, o que favorece os preços das matérias-primas, por exemplo. Tecnicamente, o dezembro experimentou um suporte importante no início da semana e dava sinais de que poderia ampliar significativamente as perdas, após bater no menor nível em quase dez meses. No entanto, os bearishs (baixistas) encontraram uma zona de compras nas baixas e ainda perderam a força das liquidações. Concomitantemente, os mercados externos passaram a se animar, diante da possibilidade de se chegar a um acordo para sanear a economia de nações periféricas da zona do euro, principalmente a Grécia, que vem se mostrando sem condições de quitar suas dívidas. Com isso, os compradores passaram a ser mais efetivos e os ganhos se consolidaram, possibilitando, nesta quinta, o rompimento do nível de 235,00 centavos. No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve alta de 670 pontos com 234,40 centavos, sendo a máxima em 236,10 e a mínima em 228,05 centavos por libra, com o março tendo ganho de 680 pontos, com a libra a 237,60 centavos, sendo a máxima em 239,25 e a mínima em 231,45 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou alta de 35 dólares, com 2.025 dólares por tonelada, com o janeiro tendo valorização de 33 dólares, com 2.051 dólares por tonelada. Segundo analistas internacionais, o café, assim como várias outras commodities, caminha seguindo uma tendência externa mais forte. As perdas recentes foram influenciadas em grande parte pela radicalização do quadro de preocupação do segmento externo, principalmente com a expectativa de um calote da Grécia, que poderia ampliar uma onda negativa por toda a Europa e também pela situação próxima da recessão verificada nos Estados Unidos. "O café, efetivamente, encontrava-se sobrecomprado e, em algumas linhas gráficas ainda é possível um quadro de sobrecompra. Isso deu estímulo também para que as atividades compradoras fossem estimuladas", indicou um trader. O montante semanal de pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos subiu em 6 mil pessoas na semana passada e atingiu a marca de 401 mil, divulgou o Departamento de Trabalho. O crescimento, no entanto, é inferior ao esperado pelos analistas, que estimavam demanda de 15 mil pedidos. O mercado também reagiu favoravelmente nesta quinta a uma indicação do presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, em comissão no Congresso dos Estados Unidos. Ele afirmou que a instituição estaria preparada para tomar medidas adicionais para ajudar a economia norte-americana, que está "perto de tropeçar". Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram alta de 1.055 sacas, indo para 1.429.877 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 16.538 lotes, com as opções tendo 4.285 calls e 2.271 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 236,10, 236,50, 237,00, 237,50, 238,00, 238,50, 239,00, 239,50 e 239,90-240,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 228,05-228,00, 227,50, 227,00, 226,50, 226,15, 226,00, 225,50, 225,10-225,00, 224,50, 224,00, 223,50, 223,00 e 222,50 centavos por libra.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Brazil Crop Concerns Heats Up Coffee Market 06/10/2011
Brazil Crop Concerns Heats Up Coffee Market Arabica coffee futures on ICE jump close to 3% on concernsthat late rains in Brazil's main coffee growing regions could delay the keyflowering ahead of the 2012-13 crop. "The delay of rain from now, onward,starts to represent some damage," says Guilherme Braga, director of theBrazilian Green Coffee Exporters Council. "If we don't have rain in the nextfour or five days, we could start to have some problems." Coffee for Decemberdelivery settles 2.9% higher on the day at $2.3440 a pound.
SINCAL – Virando o jogo com a queda do PIS e Confins
SINCAL – Virando o jogo com a queda do PIS e Confins
Primeiramente, necessitamos agradecer ao Sr. Marcos Foresti, Vice-Prefeito de Varginha/MG, que juntamente com o Ex-Prefeito Maurinho, nos levaram até o Ex-Vice Presidente da República Sr. José Alencar que já partiu “antes do combinado” e que Deus o colocou num pedacinho especial do céu. Estivemos duas vezes com Vice-Presidente José de Alencar que se inteirou dos problemas da cafeicultura, onde demonstramos o projeto da SINCAL. Ele nos colocou diretamente com o Ministro Dr. Miguel Jorge, que até 2010, foi o responsável pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior. Estivemos quatro vezes reunidos com o ministro e seus assessores, que trabalharam com muita dedicação junto ao Ministério da Fazenda e, se adentraram nos cálculos e verificaram o grande prejuízo que o PIS e COFINS ocasionavam aos cafeicultores e, a pátria nos descontos dos preços do café, num oligopólio criado favorecendo somente alguns elos da cadeia do agronegócio mascarando o livre mercado e, criando um verdadeiro oligopólio na mão de poucos interessados. Excluindo a possibilidade do livre comércio através de comerciantes, maquinistas, corretores e outros. Muitos exportadores não compravam direto do produtor e sim das cooperativas para se creditarem dos 9,25% de isenção tributária. Além disso, foram criadas inúmeras “Cooperativas”, praticamente com a única finalidade de aproveitar do PIS e COFINS além firmas “laranjas” que culminou em 2009/2010 a operação da Polícia Federal denominada “Operação Broca do Café” que culminou na prisão e processos de diversos homens sem patriotismo. Portanto, um verdadeiro absurdo o cafeicultor pagando pela “safadeza”. A SINCAL lutou incansavelmente e, estaremos na próxima quarta feira, dia 05/10, pessoalmente agradecendo o Ministro Dr. Miguel Jorge. Queremos também agradecer ao Dr. Paulo Mizushima, chefe Departamento Regional Sul do BNDES, como organizador das reuniões com o Ministro e participante comprometido com o assunto café. Infelizmente o Dr. Miguel Jorge deixou o Ministério, pois, trata-se de um profissional técnico e respeitadíssimo. Deixamos aqui, um agradecimento em nome dos cafeicultores ao Dr. Miguel Jorge. Temos agora a partir da assinatura da Medida Provisória que moraliza a comercialização do café e que entrará em vigor a partir de 90 dias da sua publicação benefícios ao produtor e é importante a sua conscientização. 1- A Nota Fiscal poderá ser de produtor sem aquela discriminação feita pelo Exportador de que aquele preço tipo R$530,00 a saca somente valeria se a nota fosse de Cooperativa ou de Firma que repassasse o PIS e COFINS (9,25% =R$49,02) sem custo ao comprador e nem para a Cooperativa. Quanto as firmas surgiram muitas porém a maioria ilegais. 2- O custo deste café, portanto seria de R$530,00 – R$49,02 = R$480,98. E aí estas Empresas Exportadoras vendiam o nosso café por preço mais barato ao Importador fazendo dumping no Mercado, pois aquelas que tinham dificuldade em transformar estes impostos em dinheiro via a própria Torrefação ou Indústria de Laticínios ou Empresa de Pneus etc...ficavam alijadas do negocio. 3- Caso não fosse utilizado este artifício, pura e simplesmente iam querer receber do Governo provocando um prejuízo ao País e ao Cidadão Contribuinte. 4- Este subsídio camuflado vigorou por muitos anos provocando uma diminuição na receita de Exportação e um prejuízo aos cofres públicos de vários bilhões de reais que foram transferidos para o Importador. 5- Surgirão com certeza novos Comerciantes e Exportadores que agora terão condições de trabalhar sem entrar na obscuridade e o produtor terá mais parceiros no mercado. 6- A transparência começará a retornar de novo no Comércio e este é o desejo do produtor já cansado de ser explorado pelo Sistema. Portanto, senhores cafeicultores vencemos mais uma das diversas etapas do anacronismo e verdadeira escravidão imposta pelos demais elos da cadeia do agronegócio. Paralelamente temos diversos outros projetos em andamento e a SINCAL, sem nenhum apoio financeiro de qualquer entidade, fazendo com recursos próprios de alguns diretores, continuará lutando e viraremos essa página negra que os cafeicultores estão atravessando.
Armando MatielliPresidente Executivo da SINCAL
Fernando Camargo de Souza Barros Jr.Diretor da SINCAL em Assuntos Econômicos SINCAL –
O Cafeicultor é o principal.
Primeiramente, necessitamos agradecer ao Sr. Marcos Foresti, Vice-Prefeito de Varginha/MG, que juntamente com o Ex-Prefeito Maurinho, nos levaram até o Ex-Vice Presidente da República Sr. José Alencar que já partiu “antes do combinado” e que Deus o colocou num pedacinho especial do céu. Estivemos duas vezes com Vice-Presidente José de Alencar que se inteirou dos problemas da cafeicultura, onde demonstramos o projeto da SINCAL. Ele nos colocou diretamente com o Ministro Dr. Miguel Jorge, que até 2010, foi o responsável pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior. Estivemos quatro vezes reunidos com o ministro e seus assessores, que trabalharam com muita dedicação junto ao Ministério da Fazenda e, se adentraram nos cálculos e verificaram o grande prejuízo que o PIS e COFINS ocasionavam aos cafeicultores e, a pátria nos descontos dos preços do café, num oligopólio criado favorecendo somente alguns elos da cadeia do agronegócio mascarando o livre mercado e, criando um verdadeiro oligopólio na mão de poucos interessados. Excluindo a possibilidade do livre comércio através de comerciantes, maquinistas, corretores e outros. Muitos exportadores não compravam direto do produtor e sim das cooperativas para se creditarem dos 9,25% de isenção tributária. Além disso, foram criadas inúmeras “Cooperativas”, praticamente com a única finalidade de aproveitar do PIS e COFINS além firmas “laranjas” que culminou em 2009/2010 a operação da Polícia Federal denominada “Operação Broca do Café” que culminou na prisão e processos de diversos homens sem patriotismo. Portanto, um verdadeiro absurdo o cafeicultor pagando pela “safadeza”. A SINCAL lutou incansavelmente e, estaremos na próxima quarta feira, dia 05/10, pessoalmente agradecendo o Ministro Dr. Miguel Jorge. Queremos também agradecer ao Dr. Paulo Mizushima, chefe Departamento Regional Sul do BNDES, como organizador das reuniões com o Ministro e participante comprometido com o assunto café. Infelizmente o Dr. Miguel Jorge deixou o Ministério, pois, trata-se de um profissional técnico e respeitadíssimo. Deixamos aqui, um agradecimento em nome dos cafeicultores ao Dr. Miguel Jorge. Temos agora a partir da assinatura da Medida Provisória que moraliza a comercialização do café e que entrará em vigor a partir de 90 dias da sua publicação benefícios ao produtor e é importante a sua conscientização. 1- A Nota Fiscal poderá ser de produtor sem aquela discriminação feita pelo Exportador de que aquele preço tipo R$530,00 a saca somente valeria se a nota fosse de Cooperativa ou de Firma que repassasse o PIS e COFINS (9,25% =R$49,02) sem custo ao comprador e nem para a Cooperativa. Quanto as firmas surgiram muitas porém a maioria ilegais. 2- O custo deste café, portanto seria de R$530,00 – R$49,02 = R$480,98. E aí estas Empresas Exportadoras vendiam o nosso café por preço mais barato ao Importador fazendo dumping no Mercado, pois aquelas que tinham dificuldade em transformar estes impostos em dinheiro via a própria Torrefação ou Indústria de Laticínios ou Empresa de Pneus etc...ficavam alijadas do negocio. 3- Caso não fosse utilizado este artifício, pura e simplesmente iam querer receber do Governo provocando um prejuízo ao País e ao Cidadão Contribuinte. 4- Este subsídio camuflado vigorou por muitos anos provocando uma diminuição na receita de Exportação e um prejuízo aos cofres públicos de vários bilhões de reais que foram transferidos para o Importador. 5- Surgirão com certeza novos Comerciantes e Exportadores que agora terão condições de trabalhar sem entrar na obscuridade e o produtor terá mais parceiros no mercado. 6- A transparência começará a retornar de novo no Comércio e este é o desejo do produtor já cansado de ser explorado pelo Sistema. Portanto, senhores cafeicultores vencemos mais uma das diversas etapas do anacronismo e verdadeira escravidão imposta pelos demais elos da cadeia do agronegócio. Paralelamente temos diversos outros projetos em andamento e a SINCAL, sem nenhum apoio financeiro de qualquer entidade, fazendo com recursos próprios de alguns diretores, continuará lutando e viraremos essa página negra que os cafeicultores estão atravessando.
Armando MatielliPresidente Executivo da SINCAL
Fernando Camargo de Souza Barros Jr.Diretor da SINCAL em Assuntos Econômicos SINCAL –
O Cafeicultor é o principal.
IBGE APONTA SAFRA BRASILEIRA EM 44,5 MILHÕES DE SACAS EM 2011
IBGE APONTA SAFRA BRASILEIRA EM 44,5 MILHÕES DE SACAS EM 2011
No levantamento de setembro do IBGE, a estimativa de produção de café em grão de 2.667.776 toneladas (44,5 milhões de sacas de 60 kg) teve um acréscimo de 0,5% em relação a agosto. As outras variáveis também estão apresentando acréscimos. A área total e a área destinada à colheita da cultura nacional crescem 0,1% e o rendimento médio, 0,4% em relação à estimativa anterior. Minas Gerais, o maior estado produtor, apresenta, neste mês, acréscimo de1,0% na produção esperada para 2011, totalizando 1.323.622 t (22,1 milhões de sacas de 60 kg), considerando as duas espécies em conjunto (arábica e canephora), representam 49,6% do total esperado para o País em 2011. A área a ser colhida está reavaliada em 1.027.872 ha. O rendimento, característico de um ano de "baixa", aumenta 0,9% em relação a agosto, após atualização dosdados em Mutum (na região do Rio Doce), em alguns municípios do Alto Paranaíba e da área na Zona da Mata. Percebe-se que a bianualidade vem diminuindo ao longo dos anos em virtude da ausência de geadas, que sempre nivelavam as lavouras e também devido ao manejo diferenciado de talhões dentrodas propriedades, com práticas de adensamento, irrigação, plantio de variedades mais tolerantes à ferrugem, podas, entre outros. Para o Espírito Santo, 2 maior produtor do País, não foram observadas variações em relação ao mês anterior. O estado apresenta predominância da espécie canephora (conilon e clones). Desde o final de 2010 as condições meteorológicas estiveram francamente favoráveis e a produção total do Estado(arábica + conilon) está estimada em 708.417 t (11,8 milhões de sacas), fruto do rendimento médio de 24,2 sacas/ha (1.452 kg/ha), o maior do país (consideradas as duas espécies em conjunto). Com informações do Departamento de Comunicação Social do IBGE.
No levantamento de setembro do IBGE, a estimativa de produção de café em grão de 2.667.776 toneladas (44,5 milhões de sacas de 60 kg) teve um acréscimo de 0,5% em relação a agosto. As outras variáveis também estão apresentando acréscimos. A área total e a área destinada à colheita da cultura nacional crescem 0,1% e o rendimento médio, 0,4% em relação à estimativa anterior. Minas Gerais, o maior estado produtor, apresenta, neste mês, acréscimo de1,0% na produção esperada para 2011, totalizando 1.323.622 t (22,1 milhões de sacas de 60 kg), considerando as duas espécies em conjunto (arábica e canephora), representam 49,6% do total esperado para o País em 2011. A área a ser colhida está reavaliada em 1.027.872 ha. O rendimento, característico de um ano de "baixa", aumenta 0,9% em relação a agosto, após atualização dosdados em Mutum (na região do Rio Doce), em alguns municípios do Alto Paranaíba e da área na Zona da Mata. Percebe-se que a bianualidade vem diminuindo ao longo dos anos em virtude da ausência de geadas, que sempre nivelavam as lavouras e também devido ao manejo diferenciado de talhões dentrodas propriedades, com práticas de adensamento, irrigação, plantio de variedades mais tolerantes à ferrugem, podas, entre outros. Para o Espírito Santo, 2 maior produtor do País, não foram observadas variações em relação ao mês anterior. O estado apresenta predominância da espécie canephora (conilon e clones). Desde o final de 2010 as condições meteorológicas estiveram francamente favoráveis e a produção total do Estado(arábica + conilon) está estimada em 708.417 t (11,8 milhões de sacas), fruto do rendimento médio de 24,2 sacas/ha (1.452 kg/ha), o maior do país (consideradas as duas espécies em conjunto). Com informações do Departamento de Comunicação Social do IBGE.
Café tem valorização na ICE, mas ganhos são limitados
Café tem valorização na ICE, mas ganhos são limitados
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quarta-feira com altas moderadas, em uma sessão bastante calma e com poucos negócios finalizados. As cotações do café seguiram a tendência de outras matérias-primas, que se valorizaram seguindo o comportamento de mercados acionários e também o maior "apetite" de especuladores por operações de risco. Dados sobre a possibilidade de a União Europeia criar uma estrutura de proteção para os bancos do bloco econômico foram lidos como muito positivo e animaram as bolsas e também os mercados de commodities. O petróleo, por exemplo, avançou mais de 5%, com o índice CRB, que é uma média de 14 diferentes cotações de produtos, encerrando o dia com variação positiva de mais de 1,5%. Tecnicamente, o café ainda vive um viés baixista, com as resistências básicas não conseguindo ser rompidas. Por outro lado, após ter conseguido romper o nível de 225,00 centavos, os baixistas diminuíram consideravelmente suas ações vendedoras, o que abriu espaço para recompras especulativas e para algumas aquisições de empresas comerciais. Fundamentalmente, o mercado continua no aguardo das chuvas nas zonas produtoras do Brasil, que ainda vivem uma temporada de seca considerável. Tais chuvas deverão dar suporte para floradas mais consistentes para a safra de 2012 do país, que será de ciclo alto. No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve alta de 115 pontos com 227,70 centavos, sendo a máxima em 232,00 e a mínima em 226,15 centavos por libra, com o março tendo ganho de 125 pontos, com a libra a 230,80 centavos, sendo a máxima em 235,00 e a mínima em 229,65 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou queda de 18 dólares, com 1.990 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 17 dólares, com 2.018 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o café iniciou o dia com ganhos e, na sequência, voltou a sentir a pressão de vendas especulativas. No entanto, mais uma vez, o dezembro não conseguiu nem sequer se aproximar da mínima da semana, em 219,80 centavos, o que abriu espaço para que novas ações compradoras pudessem ser proporcionadas. Nas mínimas, as indústrias de torrefação se mostraram mais ativas. "O mercado é relativamente mais técnico, mas ainda estamos sob forte influência dos mercados externos. Muitos operadores acreditam que o cenário macroeconômico está longe de ter uma definição positiva, principalmente com a crise de confiança nos bancos europeus e com a Grécia dando sinais de que pode quebrar a qualquer minuto. Se o cenário macro deixar de influenciar, a tendência é que o café possa se recuperar, já que vive, ainda, um cenário de oferta limitada", disse um trader. As exportações de café de Honduras aumentaram 22% na temporada 2010-2011, com o recorde de 3,870 milhões de sacas indicou o Instituto do Café de Honduras. A temporada, que terminou em 30 de setembro, teve um valor médio por quilo de café exportado de 2,45 dólares. O valor das exportações da safra chegaram a 1,24 bilhão de dólares, mais do que o dobro do valor alcançado na temporada passada. Em 2009/2010, as exportações de café de Honduras redundaram em 605,6 milhões dólares. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.540 sacas, indo para 1.428.822 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 11.119 lotes, com as opções tendo 5.176 calls e 2.716 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 232,00, 232,50, 233,00, 233,50-233,60, 234,00, 234,50, 234,90-235,00, 235,50, 236,00, 236,50 e 237,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 226,15, 226,00, 225,50, 225,10-225,00, 224,50, 224,00, 223,50, 223,00, 222,50, 222,00 e 221,70 centavos por libra.
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta quarta-feira com altas moderadas, em uma sessão bastante calma e com poucos negócios finalizados. As cotações do café seguiram a tendência de outras matérias-primas, que se valorizaram seguindo o comportamento de mercados acionários e também o maior "apetite" de especuladores por operações de risco. Dados sobre a possibilidade de a União Europeia criar uma estrutura de proteção para os bancos do bloco econômico foram lidos como muito positivo e animaram as bolsas e também os mercados de commodities. O petróleo, por exemplo, avançou mais de 5%, com o índice CRB, que é uma média de 14 diferentes cotações de produtos, encerrando o dia com variação positiva de mais de 1,5%. Tecnicamente, o café ainda vive um viés baixista, com as resistências básicas não conseguindo ser rompidas. Por outro lado, após ter conseguido romper o nível de 225,00 centavos, os baixistas diminuíram consideravelmente suas ações vendedoras, o que abriu espaço para recompras especulativas e para algumas aquisições de empresas comerciais. Fundamentalmente, o mercado continua no aguardo das chuvas nas zonas produtoras do Brasil, que ainda vivem uma temporada de seca considerável. Tais chuvas deverão dar suporte para floradas mais consistentes para a safra de 2012 do país, que será de ciclo alto. No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve alta de 115 pontos com 227,70 centavos, sendo a máxima em 232,00 e a mínima em 226,15 centavos por libra, com o março tendo ganho de 125 pontos, com a libra a 230,80 centavos, sendo a máxima em 235,00 e a mínima em 229,65 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou queda de 18 dólares, com 1.990 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 17 dólares, com 2.018 dólares por tonelada. De acordo com analistas internacionais, o café iniciou o dia com ganhos e, na sequência, voltou a sentir a pressão de vendas especulativas. No entanto, mais uma vez, o dezembro não conseguiu nem sequer se aproximar da mínima da semana, em 219,80 centavos, o que abriu espaço para que novas ações compradoras pudessem ser proporcionadas. Nas mínimas, as indústrias de torrefação se mostraram mais ativas. "O mercado é relativamente mais técnico, mas ainda estamos sob forte influência dos mercados externos. Muitos operadores acreditam que o cenário macroeconômico está longe de ter uma definição positiva, principalmente com a crise de confiança nos bancos europeus e com a Grécia dando sinais de que pode quebrar a qualquer minuto. Se o cenário macro deixar de influenciar, a tendência é que o café possa se recuperar, já que vive, ainda, um cenário de oferta limitada", disse um trader. As exportações de café de Honduras aumentaram 22% na temporada 2010-2011, com o recorde de 3,870 milhões de sacas indicou o Instituto do Café de Honduras. A temporada, que terminou em 30 de setembro, teve um valor médio por quilo de café exportado de 2,45 dólares. O valor das exportações da safra chegaram a 1,24 bilhão de dólares, mais do que o dobro do valor alcançado na temporada passada. Em 2009/2010, as exportações de café de Honduras redundaram em 605,6 milhões dólares. Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 1.540 sacas, indo para 1.428.822 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 11.119 lotes, com as opções tendo 5.176 calls e 2.716 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 232,00, 232,50, 233,00, 233,50-233,60, 234,00, 234,50, 234,90-235,00, 235,50, 236,00, 236,50 e 237,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 226,15, 226,00, 225,50, 225,10-225,00, 224,50, 224,00, 223,50, 223,00, 222,50, 222,00 e 221,70 centavos por libra.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Seis gurus opinam sobre a crise
Seis gurus opinam sobre a crise Coerentes, contra a política dos empoados líderes europeus Atenas - A crise do euro, ou melhor, a crise de incompetência política dos empoados líderes europeus, acessa uma crítica curva e a agonia atinge o auge, considerando que todos os cenários para a Grécia, assim como para a Europa total - do mais favorável até o mais desfavorável - estão em aberto.Tentemos iluminar determinados aspectos escuros das prováveis eventualidades que o futuro poderá reservar, por intermédio das previsões de determinados dos mais reconhecidos gurus da economia mundial.Batalha franco-alemã A "briga" entre franceses e alemães em defesa de seus próprios interesses. Assim tenta explicar o famoso economista norte-americano. E destaca que "as autoridades alemãs têm dores de consciência por ter assinado o acordo de 21 de julho e consideram que foram obrigadas a concordar com um acordo que prova-se excessivamente vantajoso para os bancos. Provavelmente, referem-se aos bancos franceses. Os alemães promovem a idéia de um corte de 50% nos títulos do erário grego em troca para aceitarem o fortalecimento do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (EFSF), a exemplo de como havia pedido aos demais europeus fazer o secretário do Tesouro dos EUA, Timothy Geitner. Os franceses opõem-se a um tão grande corte porque seus bancos mantêm particularmente grandes portfólios de papéis da dívida grega. O mesmo, ocorre também, com o Banco Central Europeu, o qual, opõe-se a este novo episódio das intermináveis medidas de salvação", opina Ed Giardeni.Bancos serão estatizados O guru da CLSA, uma das maiores empresas financeiras da região da Ásia, sustenta que "a economia mundial enfrentará ainda mais dez a 15 anos de dor e lágrimas, com única exceção a Ásia. Especificamente sobre a Europa, seus problemas não referem-se, simplesmente, à falência de certas economias, como a Grécia. O Velho Continente encontra-se em um caminho que leva à falência e, finalmente, à estatização de seus bancos privados. Já os EUA, encontram-se em uma queda que, iniciada em junho deste ano, será muito longa", prevê Russel Neypier.Desvalorização de 120% O analista da Roubini Global Economics, think tank dirigido pelo economista Nouriel Roubini (o profeta do catastrofismo), elaborou estudo especial em torno do provável espectro de desvalorização da dracma, caso a Grécia abandone o euro. Em sua análise, sustenta que "a Grécia poderia eliminar seu déficit atual de 8% na balança de contas correntes com uma desvalorização da ordem de 50%. Contudo, os mercados, provavelmente, não perdoarão a falta de fé com a qual a Grécia gerencia até o momento a crise, e a desvalorização será maior. Uma desvalorização mais realista seria da ordem de 120%. Em condições reais, este percentual poderá elevar-se mais se a - esperada - inflação fugir do controle", afirma Michael Hart.Melhor falência agora Falência ou caos é o dilema não só para a Grécia, mas para a Europa inteira, de acordo com o bilionário e mega-investidor norte-americano James Rogers. "Os europeus - diz - têm uma montanha inteira de bônus e outros "tóxicos" gregos, irlandeses e outros e não sabem o que fazer com esses. Existe somente uma solução: reunirem seus líderes em uma sala e dizer "ok, devemos eliminar dívidas. E devemos sofrer grandes prejuízos. Você, banco "X", sofrerá muito. Vamos montar uma cerca em torno de vocês e os apoiaremos para vocês manterem o sistema vivo; assim, o mundo poderá sacar dinheiro dos bancos e pagar seus compromissos". Se isso não acontecer agora, o mercado obrigará os europeus a fazer isto dentro de dois anos a partir de agora. Mas, então, estaremos falando de um caos incontrolável. Agora, falaríamos apenas sobre falências controladas", diz Rogers.Iminente falência "O governo grego deve escapar rapidamente de sua desfavorabilíssima posição", sustenta o professor de Economia da Universidade de Harvard Martin Feldstein, que explica: "A dívida da Grécia não é viável (no nível de 150% do PIB), sua economia está desabando, registra déficit crônico em sua balança de contas correntes e seus bancos sangram em depósitos. A única solução para a Grécia é a interrupção de pagamentos. Quando fizer isto, deverá ser anulado pelo menos 50% do valor de sua dívida. Mas, ao invés disso, os europeus optam postergar o inevitável mantendo a Grécia em vida. Por quê? Para darem tempo, por um lado, aos seus bancos se prepararem paro choque de uma falência grega, e, por outro, a países como a Itália e Espanha convencerem os mercados de que não terão o mesmo destino. Contudo, os europeus poderão, eventualmente, não ter o tempo que exigem. As taxas de juros de endividamento da Grécia mostram que o mercado espera sua falência para muito em breve. Os políticos da Zona do Euro aprenderão de forma cruel que enganar os mercados é uma política extremamente perigosa", alerta Feldstein."Bomba" da Previdência O famoso pelo pensamento pessimista guru dos mercados Marc Faber avalia que, "seja qual for a solução da crise atual" - suavemente, como esperam os governos de ambas as margens do Oceano Atlântico, ou anômala (como acredita ele mesmo) - "não deverá resolver os problema maior que enfrentarão as sociedades: o financiamento dos gigantescos programas de aposentadorias e Previdência Social na Europa e EUA. Trata-se de um problema pesadelo que recrudescerá nos próximos anos, conforme a geração da grande explosão populacional, após a Segunda Guerra Mundial, marcha ruma à aposentadoria. A única solução para este problema - mas, também, para muitos outros consequentes - é ser encontrado um líder disposto a cometer suicídio político e renegar promessas que foram formuladas durante uma geração inteira", sentencia Faber.As soluções existem, mas contrariam, obviamente, as opiniões dos empoados líderes políticos da União Européia, interessados apenas em salvar seus futuros políticos e os bancos dos banqueiros delinquentes que levaram as populações de ambas as margens do Oceano Atlântico ao caos. Petros Panayotídis Sucursal dos Bálcãs. Taxa Tobin nas transações monetárias européias Bruxelas - O economista laureado com o Prêmio Nobel e aluno de John Maynard Keynes James Tobin foi o primeiro a lançar a idéia de um imposto mundial sobre transações - para o mercado de câmbio - em 1972. A Comissão Européia (CE), órgão executivo da União Européia (UE) propõe a aplicação da Taxa Tobin sobre transações de bancos, seguradoras, fundos de aposentadorias e pensões, hedge funds e outros na UE a partir de 2014, imposto esse que arrecadará cerca de 57 bilhões de euros por ano.Para as transações de bônus e ações propõe-se alíquota mínima de 0,1%, e também sobre produtos monetários institucionalizados e outros similares o denominador de 0,01%. A proposta da CE deverá ser aprovada, por unanimidade, pelos 27 países-membros da UE, mas, caso seja bloqueada pelo governo britânico, então o imposto será adotado pela Zona do Euro apenas.A aplicação de tributação internacional tornou-se questão "incendiária" dos empoados politiqueiros europeus, principalmente alemães e franceses durante longos anos. Os políticos Leonel Jospin, da França, e Gerhard Schröder, da Alemanha, haviam proposto a Taxa Tobin desde 2001, mas naquela época a CE opunha-se por completo, "porque a adoção de uma idéia assim transgride os regulamentos que disciplinam a livre movimentação de capitais entre os países-membros". Driblando a taxa Será que trata-se de, no mínimo, equívoco? A tributação dos bancos em nível internacional os obrigará a pagarem os futuros pacotes de salvação, dizem. A posição dos EUA e da Grã-Bretanha foi sempre negativa, mas a proposta tem sido corajosamente defendida pelo economista e Prêmio Nobel Paul Krugman.Também o ex-primeiro-ministro britânico Gordon Brown havia se posicionado a favor da tributação das transações interbancárias. Porém, existiu sonora divergência de pontos de vista com o presidente dos EUA, Barack Obama, e assim a idéia foi abandonada.Apesar de, frequentemente, ser apresentada como uma medida radical, a Taxa Tobin sobre transações de capitais é, na realidade, bastante difundida. As despesas com estampilhas pagas por ocasião da compra de ações britânicas sobrevivem desde a época de Keynes. Contudo, já é bastante fácil serem desviadas pelos investidores que utilizam produtos.Essencialmente, medidas desta natureza são úteis apenas se passarem pelo teste dos impostos: isto é, aumentando as arrecadações sem afetar excessivamente os preços e as empresas. Mas não passam pelo teste. Frequentemente, é tão fácil evitá-los, porque não trazem arrecadação.A experiência da Suécia das supervolumosas arecadações sobre transações de ações, bônus e outros similares, realizada durante a década de 1980, foi abandonada em 1991, mas sem antes deixar de resultar em repentina queda das transações. Os investidores da Suécia escaparam do pagamento do imposto transacionando com o exterior.Entretanto, o mais importante é que a Taxa Tobin é uma forma insuficiente para o enfrentamento dos grandes pecados do setor financeiro, porque o volume das transações é um mau indício sobre a dimensão, sobre assumir risco e sobre transações de ações, títulos ou a complexidade dos bancos. Punirá as transações de "alta frequência", algo que, contudo, representava uma secundária contribuição à crise.A Taxa Tobin também não contribuirá para a prevenção de uma bolha. Os investidores que desejam negociar em mercados cujos preços já são altos não se desencorajarão por uma pequena contribuição. O setor financeiro precisa de conserto, mas um imposto assim constitui ferramenta equivocada para a tarefa.Mary Stassinákis Sucursal da União Européia.
Technical Special: ICE Coffee Bounces On Oversold Conditions
Technical Special: ICE Coffee Bounces On Oversold Conditions DJ
ICE December coffee futures bounced modestly higher in early Wednesday morning action. However, for now, any gains should merely be viewed as corrective to the overall technical downtrend seen on the daily chart. Coffee futures are over sold in the wake of the latest selling action, which leaves the market vulnerable to modest short-term gains. ICE December coffee recently traded up 110 points at $2.2765 a pound. Since the beginning of September, the bearish forces have been in firm control of the near-term technical trend. ICE December coffee has slid from$2.9085 a pound on Sept. 1 to the Oct. 3 low at $2.1980. As the market hit the early-October lows, the nine-period relative strength index (RSI), a widely watched momentum indicator, had fallen to deeply oversoldlevels under the 30% mark. On Sept. 23, the RSI hit 14%, but climbed to 20% on Oct. 3 as price hit a new selloff low. Technical traders call that a bullish divergence, when price hits a new low but the momentum tool climbs. It suggests the market is overdone on the downside, at least for the short term, and vulnerable to a corrective rally to alleviate the oversold conditions. Dave Toth, director of technical research at R.J. O'Brien, said the market was approaching a test of key short-term resistance. He pointed to the $2.3360high from Sept. 30 as key to watch. "If the market can recover about that levelit could have bullish implications," he said. Overall, Toth saw the potential that the Oct. 3 low was the end of afive-wave Elliott decline from the Sept. 1 high. Elliott moves conclude withfive waves. Also, Toth noted that the Oct. 3 low "is just one figure away from38.2% of the entire 2010-2011 rally on a log scale." Toth said that all adds up to a "good "risk/reward possibility for the restof the year" in the coffee market. He saw gains through $2.3360, if they wereto occur short-term as a signal to "pare or neutralize bearish exposure" to thecoffee market and also a signal to "start building cautious bullish positions."Toth identified the $2.1980 low as a place for a stop-loss. "The $2.1980 low is the only technical level of any pertinence below the market," he explained. However, the burden is on the bulls currently to rally through $2.3360 and then $2.4655, the Sept. 27 high, to confirm that bullish action is anything other than just corrective.
ICE December coffee futures bounced modestly higher in early Wednesday morning action. However, for now, any gains should merely be viewed as corrective to the overall technical downtrend seen on the daily chart. Coffee futures are over sold in the wake of the latest selling action, which leaves the market vulnerable to modest short-term gains. ICE December coffee recently traded up 110 points at $2.2765 a pound. Since the beginning of September, the bearish forces have been in firm control of the near-term technical trend. ICE December coffee has slid from$2.9085 a pound on Sept. 1 to the Oct. 3 low at $2.1980. As the market hit the early-October lows, the nine-period relative strength index (RSI), a widely watched momentum indicator, had fallen to deeply oversoldlevels under the 30% mark. On Sept. 23, the RSI hit 14%, but climbed to 20% on Oct. 3 as price hit a new selloff low. Technical traders call that a bullish divergence, when price hits a new low but the momentum tool climbs. It suggests the market is overdone on the downside, at least for the short term, and vulnerable to a corrective rally to alleviate the oversold conditions. Dave Toth, director of technical research at R.J. O'Brien, said the market was approaching a test of key short-term resistance. He pointed to the $2.3360high from Sept. 30 as key to watch. "If the market can recover about that levelit could have bullish implications," he said. Overall, Toth saw the potential that the Oct. 3 low was the end of afive-wave Elliott decline from the Sept. 1 high. Elliott moves conclude withfive waves. Also, Toth noted that the Oct. 3 low "is just one figure away from38.2% of the entire 2010-2011 rally on a log scale." Toth said that all adds up to a "good "risk/reward possibility for the restof the year" in the coffee market. He saw gains through $2.3360, if they wereto occur short-term as a signal to "pare or neutralize bearish exposure" to thecoffee market and also a signal to "start building cautious bullish positions."Toth identified the $2.1980 low as a place for a stop-loss. "The $2.1980 low is the only technical level of any pertinence below the market," he explained. However, the burden is on the bulls currently to rally through $2.3360 and then $2.4655, the Sept. 27 high, to confirm that bullish action is anything other than just corrective.
Assinar:
Postagens (Atom)
