Mesmo com bolsa em baixa o físico permanece firme.
O mercado de café se manteve firme em todas as praças cafeeiras mesmo com a bolsa em baixa no fechamento da semana.A queda de braço esta sendo vencida pelos produtores.
O mercado teve uma máxima de 246,55 e fechou perto da mínima da semana em 228,90 com a mínima de 228,50, são valores baixistas e figura gráfica de martelo invertido no semanal mostra também a continuação da tendência de baixa.
A alta do dólar tem compensado a baixa nas bolsas e o mercado físico se mantém firme, o que pode significar uma faca de dois “legumes”, se as bolsas subirem pode significar que o mercado pode subir muito e também pode cair muito, portanto toda precaução por parte dos participantes do mercado deve ser tomada, a volatilidade deve continuar muito alta.
Com a entrada do outubro também entra a nova temporada de safras 2.012/2013, onde os produtores que colhem nestas regiões se preparam para colher seus lucros, pois café a R$500,00 ou acima de $2,20 cents de dólar por libra peso significa colher lucros e não colher prejuízos.
A Federacafe (Federação Nacional dos cafeicultores da Colômbia), em nota nesta sexta feira soltou o balanço da produção de 2011/2011 que ficou em torno de 8,6 milhões de sacas e que a próxima safra que começa agora neste outubro esta projetada para 10 milhões de sacas e que com o aumento de plantio e melhores tratos culturais deve chegar a uma produção de 15 milhões de sacas até 2015, segundo Luis Genaro Muñoz, diretor executivo da entidade, ele destaca que o projeto de replantio e aumento de área deve chegar em 80 mil hectares, sendo que destes 80 mil foram feito 30 mil ano passado, o projeto seria para 120 mil hectares.
O relatório dos fundos que sai toda sexta feira o CFTC (Commodity Futures Trading Commision) mostra que os fundos saíram de suas posições compradas em 8217 contratos, o que deu para se notar com a tamanha liquidação que a bolsa fez na semana passada, fazendo a maior baixa da semana, a quantidade de contratos em aberto diminuíram também de uma semana para outros em 1232 lotes tendo agora um total de 114.276 contratos em aberto.
O momento para o produtor é de expectativa para a nova temporada de chuvas que segundo os metereologistas devem aumentar seus volumes a partir do meio de outubro, ou seja, a temporada deve vir dentro do esperado, com a temporada de chuva traz as floradas e novas previsões para o mercado, que com certeza vai ser bem acima da quantidade produzida no ano de 2.011, o que parece que vai ser uma normalidade em todas as regiões cafeeiras do Brasil e também nos países concorrentes, vamos aguardar para ver.
No mercado financeiro quando se tem lucro em um ativo, e o mercado traz alguns indícios que pode haver uma reversão na tendência, o que a analise técnica sugere é que se façam realizações parciais, para que o investidor não seja pego desprevenido, e o restante coloca-se stop, ou seja, se cair abaixo de determinado valor faça a realização, espero que o produtor entenda isso como um conselho, e não se arrisque, mas que não tome essa opinião como incentivo cada um faz com seu café aquilo que bem entenda e ache melhor.
Tecnicamente o mercado fecha na mínima da semana sugere novas baixas, a saída dos fundos mostra que meu comentário da semana passada, que a alta não deveria ter sido só pela analise fundamentalista que continua extremamente forte, mas sim na expectativa de um novo afrouxamento das finanças o quantative easing ou Q.E3, que não ocorreu e os fundos se retiram da ponta compradora, mercado fechou abaixo da media de 144 períodos e abre alvo pra buscar a media de 305 períodos entre 2.00 e 2.10 cents de dólar por libra peso.
Bom fim de semana e que Deus abençoe a todos.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
sábado, 1 de outubro de 2011
Colômbia projeta produzir 10 milhões de sacas de café em 2011/2012
A produção de café da Colômbia poderia aumentar para 10 milhões de sacas na temporada que começa no próximo mês, por conta do fim das chuvas que afetaram consideravelmente as três safras passadas, indicou a Federacafe (Federação Nacional dos Cafeicultores da Colômbia).
A safra 2010/2011 tem a expectativa de ser fechada com uma produção de 8,6 a 8,7 milhões de sacas, segundo Luis Genaro Muñoz, diretor executivo da entidade. A produção nas três temporadas anteriores foi menor que 12,5 milhões de sacas, registradas em 2007/2008, segundo cálculos da Organização Internacional do Café. "Se o clima ficar normal, sem o La Niña ou o El Niño, a produção colombiana poderá passar das 10 milhões de sacas", indicou Muñoz em entrevista na sede da Organização, em Londres.
O El Niño é um fenômeno climático que faz com que exista um aquecimento das águas do Pacífico e redunda em secas em determinadas regiões, principalmente da América Latina, com a La Niña atuando diferentemente, com o aumento das chuvas. A safra de café nesse país sul-americano deverá voltar a ter um comportamento normal a partir de 2012/2013, na visão de Muñoz, sendo que, segundo ele, os planos da Colômbia são passar a contar com 14 milhões de sacas em 2015, com o adequado funcionamento integral do atual programa de renovação de lavouras.
"Nós estamos replantando 80 mil hectares apenas neste ano, sendo que fizemos mais de 30 mil hectares no ano passado. Queremos chegar a 120 mil hectares até o final deste ano", sustentou o dirigente que ainda sublinhou que outras ações empreendidas são treinamentos de produtores, aumento do uso de fertilizantes e utilização de variedades mais resistentes a doenças e às mudanças climáticas.
Os preços do café podem se manter acima dos 200,00 centavos de dólar por libra peso na bolsa de Nova Iorque se a oferta do grão continuar limitada, indicou Muñoz, que crê que o volume disponível de café deverá continuar curto por cinco ou seis anos por conta, principalmente, do crescimento do consumo. "Pelo que estamos vendo no campo fundamental, podemos concluir que Nova Iorque tem um novo piso por volta dos 200,00 centavos. Se o mercado continua curto, continuaremos tendo volatilidade", sustentou.
O consumo de café na Colômbia cresceu 1% em 2010, depois de 20 anos de estabilidade, indicou o dirigente, que ressaltou que o país tem a perspectiva de aumentar sua demanda doméstica em cerca de 30% nos próximos cinco anos.
A safra 2010/2011 tem a expectativa de ser fechada com uma produção de 8,6 a 8,7 milhões de sacas, segundo Luis Genaro Muñoz, diretor executivo da entidade. A produção nas três temporadas anteriores foi menor que 12,5 milhões de sacas, registradas em 2007/2008, segundo cálculos da Organização Internacional do Café. "Se o clima ficar normal, sem o La Niña ou o El Niño, a produção colombiana poderá passar das 10 milhões de sacas", indicou Muñoz em entrevista na sede da Organização, em Londres.
O El Niño é um fenômeno climático que faz com que exista um aquecimento das águas do Pacífico e redunda em secas em determinadas regiões, principalmente da América Latina, com a La Niña atuando diferentemente, com o aumento das chuvas. A safra de café nesse país sul-americano deverá voltar a ter um comportamento normal a partir de 2012/2013, na visão de Muñoz, sendo que, segundo ele, os planos da Colômbia são passar a contar com 14 milhões de sacas em 2015, com o adequado funcionamento integral do atual programa de renovação de lavouras.
"Nós estamos replantando 80 mil hectares apenas neste ano, sendo que fizemos mais de 30 mil hectares no ano passado. Queremos chegar a 120 mil hectares até o final deste ano", sustentou o dirigente que ainda sublinhou que outras ações empreendidas são treinamentos de produtores, aumento do uso de fertilizantes e utilização de variedades mais resistentes a doenças e às mudanças climáticas.
Os preços do café podem se manter acima dos 200,00 centavos de dólar por libra peso na bolsa de Nova Iorque se a oferta do grão continuar limitada, indicou Muñoz, que crê que o volume disponível de café deverá continuar curto por cinco ou seis anos por conta, principalmente, do crescimento do consumo. "Pelo que estamos vendo no campo fundamental, podemos concluir que Nova Iorque tem um novo piso por volta dos 200,00 centavos. Se o mercado continua curto, continuaremos tendo volatilidade", sustentou.
O consumo de café na Colômbia cresceu 1% em 2010, depois de 20 anos de estabilidade, indicou o dirigente, que ressaltou que o país tem a perspectiva de aumentar sua demanda doméstica em cerca de 30% nos próximos cinco anos.
Em dia de mercados negativos, café amplia perdas na ICE - 30/09/11
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US encerraram esta sexta-feira com novas baixas. Em uma sessão de volatilidade moderada, os preços chegaram até a registrar ganhos, mas não se sustentaram, principalmente devido ao cenário negativo verificado nos mercados externos.
Por sua vez, as baixas foram moderadas, com o primeiro grande suporte para o contrato de dezembro, em 225,00 centavos por libra, não sendo nem sequer testado. Tecnicamente, o mercado continua a dar demonstração de seguir uma tendência claramente baixista, com os compradores não sendo efetivos. As indústrias de torrefação esboçam algum esforço de aquisição, mas seus movimentos são limitados, já que muitos desses comerciais trabalham com a perspectiva de preços ainda mais deprimidos no curto e médio prazo.
Para operadores, a tendência para a próxima semana é de se buscar situar o dezembro entre 225,00 e 215,00 centavos, que é um nível técnico interessante. Graficamente, o mercado dá sinais de estar sobrevendido, mas alguns players acreditam que ainda há espaço para ampliação das liquidações.
Fundamentalmente, o mercado aguarda o início da safra de suaves de Colômbia e centro-americanos, o que deverá, em algumas semanas, permitir uma oferta maior de cafés. Por outro lado, continua a expectativa sobre as chuvas no Brasil. Essa primavera, até o momento, continua sendo bastante seca e as lavouras necessitam de novas precipitações para as floradas e o devido pegamento.
No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve queda de 225 pontos com 228,90 centavos, sendo a máxima em 233,60 e a mínima em 228,50 centavos por libra, com o março tendo retração de 235 pontos, com a libra a 232,05 centavos, sendo a máxima em 236,85 e a mínima em 231,80 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou queda de 15 dólares, com 1.979 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 14 dólares, com 2.013 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por uma nova onda negativa nos mercados externos. As bolsas de valores voltaram a recuar, caindo mais de 2% nos Estados Unidos. O índice CRB também caiu mais de 2%, pressionado por um novo fortalecimento do dólar. As perdas na macroeconomia estiveram relacionadas a notícias negativas sobre o desempenho industrial da China e também sobre renda pessoal nos Estados Unidos, além da incerteza sobre o incremento do fundo de apoio aos países à beira do calote na zona do euro.
"As notícias negativas ajudaram a ampliar o cenário negativo para o café. Apesar das quedas, não testamos alguns dos suportes mais fortes, o que é apenas um respiro em uma semana que parecia ser de recuperação e que se encerrou com continuidade de perdas", sustentou um trader, que lembrou que o café recuou 21% em Nova Iorque ao longo de novembro.
"O clima e o preocupante atraso no início do período de chuvas sobre as regiões produtoras de café do Brasil foi outro assunto bastante discutido e especulado neste mês de setembro. As chuvas ainda não chegaram, em muitas regiões do cerrado não chove há mais de 100 dias, mas segundo os meteorologistas, devem começar a se regularizar a partir de meados da próxima semana. Chegam atrasadas, em algumas regiões já se constatam prejuízos, principalmente nos cafeeiros mais novos, mas, se o regime de chuvas realmente se normalizar na próxima semana, teremos uma boa safra de ciclo alto", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comentário semanal.
As exportações mundiais de café nos 11 primeiros meses da temporada 2010/2011 tiveram um incremento de 11,7%, segundo dados da Organização Internacional do Café. As nações produtoras remeteram para todos os destinos um total de 96,1 milhões de sacas, contra 86,0 milhões de sacas do mesmo período do ano anterior. As remessas de arábica chegaram a 67,1 milhões de sacas, contra 60,8 milhões de sacas do mesmo período de 2009/2010, ao passo que os envios de robusta ficaram em 37,2 milhões de sacas, contra 32,4 milhões de temporada passada. As remessas globais em agosto tiveram queda, indo para 7,21 milhões de sacas, ante 7,94 milhões de sacas de agosto de 2010.
As exportações de café do Brasil em setembro, até o dia 29, somaram 2.257.138 sacas, contra 2.038.163 sacas registradas no mesmo período de agosto, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 999 sacas, indo para 1.430.987 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 21.315 lotes, com as opções tendo 2.061 calls e 3.481 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 233,60, 234,00, 234,50, 234,90-235,00, 235,50, 236,00, 236,50, 237,00, 237,50, 238,00, 238,50 e 239,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 228,50, 228,00, 227,50, 227,00, 226,50, 226,00, 225,50, 225,10-225,00, 224,50 e 224,00 centavos por libra.
Por sua vez, as baixas foram moderadas, com o primeiro grande suporte para o contrato de dezembro, em 225,00 centavos por libra, não sendo nem sequer testado. Tecnicamente, o mercado continua a dar demonstração de seguir uma tendência claramente baixista, com os compradores não sendo efetivos. As indústrias de torrefação esboçam algum esforço de aquisição, mas seus movimentos são limitados, já que muitos desses comerciais trabalham com a perspectiva de preços ainda mais deprimidos no curto e médio prazo.
Para operadores, a tendência para a próxima semana é de se buscar situar o dezembro entre 225,00 e 215,00 centavos, que é um nível técnico interessante. Graficamente, o mercado dá sinais de estar sobrevendido, mas alguns players acreditam que ainda há espaço para ampliação das liquidações.
Fundamentalmente, o mercado aguarda o início da safra de suaves de Colômbia e centro-americanos, o que deverá, em algumas semanas, permitir uma oferta maior de cafés. Por outro lado, continua a expectativa sobre as chuvas no Brasil. Essa primavera, até o momento, continua sendo bastante seca e as lavouras necessitam de novas precipitações para as floradas e o devido pegamento.
No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve queda de 225 pontos com 228,90 centavos, sendo a máxima em 233,60 e a mínima em 228,50 centavos por libra, com o março tendo retração de 235 pontos, com a libra a 232,05 centavos, sendo a máxima em 236,85 e a mínima em 231,80 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou queda de 15 dólares, com 1.979 dólares por tonelada, com o janeiro tendo desvalorização de 14 dólares, com 2.013 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, o dia foi caracterizado por uma nova onda negativa nos mercados externos. As bolsas de valores voltaram a recuar, caindo mais de 2% nos Estados Unidos. O índice CRB também caiu mais de 2%, pressionado por um novo fortalecimento do dólar. As perdas na macroeconomia estiveram relacionadas a notícias negativas sobre o desempenho industrial da China e também sobre renda pessoal nos Estados Unidos, além da incerteza sobre o incremento do fundo de apoio aos países à beira do calote na zona do euro.
"As notícias negativas ajudaram a ampliar o cenário negativo para o café. Apesar das quedas, não testamos alguns dos suportes mais fortes, o que é apenas um respiro em uma semana que parecia ser de recuperação e que se encerrou com continuidade de perdas", sustentou um trader, que lembrou que o café recuou 21% em Nova Iorque ao longo de novembro.
"O clima e o preocupante atraso no início do período de chuvas sobre as regiões produtoras de café do Brasil foi outro assunto bastante discutido e especulado neste mês de setembro. As chuvas ainda não chegaram, em muitas regiões do cerrado não chove há mais de 100 dias, mas segundo os meteorologistas, devem começar a se regularizar a partir de meados da próxima semana. Chegam atrasadas, em algumas regiões já se constatam prejuízos, principalmente nos cafeeiros mais novos, mas, se o regime de chuvas realmente se normalizar na próxima semana, teremos uma boa safra de ciclo alto", indicou o Escritório Carvalhaes, em seu comentário semanal.
As exportações mundiais de café nos 11 primeiros meses da temporada 2010/2011 tiveram um incremento de 11,7%, segundo dados da Organização Internacional do Café. As nações produtoras remeteram para todos os destinos um total de 96,1 milhões de sacas, contra 86,0 milhões de sacas do mesmo período do ano anterior. As remessas de arábica chegaram a 67,1 milhões de sacas, contra 60,8 milhões de sacas do mesmo período de 2009/2010, ao passo que os envios de robusta ficaram em 37,2 milhões de sacas, contra 32,4 milhões de temporada passada. As remessas globais em agosto tiveram queda, indo para 7,21 milhões de sacas, ante 7,94 milhões de sacas de agosto de 2010.
As exportações de café do Brasil em setembro, até o dia 29, somaram 2.257.138 sacas, contra 2.038.163 sacas registradas no mesmo período de agosto, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 999 sacas, indo para 1.430.987 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 21.315 lotes, com as opções tendo 2.061 calls e 3.481 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 233,60, 234,00, 234,50, 234,90-235,00, 235,50, 236,00, 236,50, 237,00, 237,50, 238,00, 238,50 e 239,00 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 228,50, 228,00, 227,50, 227,00, 226,50, 226,00, 225,50, 225,10-225,00, 224,50 e 224,00 centavos por libra.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Tributação da cadeia produtiva do café cru é alterada
Tributação da cadeia produtiva do café cru é alterada
Nova sistemática também altera as condições das linhas de créditos para o mercado interno e exportações Foi publicado no DOU, nesta sexta-feira (30/9), a Medida Provisória 545, assinada ontem pela presidente Dilma Roussef, que altera a tributação do PIS/Cofins para as empresas sujeitas ao regime de lucro real. A nova sistemática isenta de tributação toda a cadeia do café cru, concede crédito presumido de 80% do crédito de 9,25% para o café adquirido nas operações do mercado interno e na exportação do café industrializado, bem como estabelece crédito presumido de 10% dos 9,25%, do valor da saca de café cru exportada. “Esta publicação representa uma vitória do entendimento conjunto dos setores do café que, juntamente com o Ministério da Fazenda e da Agricultura, tiveram a competência e o equilíbrio para discutir exaustivamente o assunto e chegar à melhor solução possível”, diz Américo Sato, presidente da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café. O pedido de mudança partiu do CeCafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, em maio de 2010, e ganhou a adesão da ABIC, da ABICS – Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel e da Cooxupé, maior cooperativa de produtores de café do país. A MP 545 corrige a sistemática anterior, que prejudicava os agricultores, estimulava fraudes e sonegações e gerava concorrência desleal entre grandes e pequenas torrefadoras. O texto da MP assinado pela presidente Dilma coincide com o sugerido pela ABIC e pelos demais setores do agronegócio café. O varejo supermercadista não sofrerá nenhuma alteração na tributação, continuando com os mesmos procedimentos válidos atualmente. A MP 545 entrará em vigor a partir de 90 dias da data de hoje.
Nova sistemática também altera as condições das linhas de créditos para o mercado interno e exportações Foi publicado no DOU, nesta sexta-feira (30/9), a Medida Provisória 545, assinada ontem pela presidente Dilma Roussef, que altera a tributação do PIS/Cofins para as empresas sujeitas ao regime de lucro real. A nova sistemática isenta de tributação toda a cadeia do café cru, concede crédito presumido de 80% do crédito de 9,25% para o café adquirido nas operações do mercado interno e na exportação do café industrializado, bem como estabelece crédito presumido de 10% dos 9,25%, do valor da saca de café cru exportada. “Esta publicação representa uma vitória do entendimento conjunto dos setores do café que, juntamente com o Ministério da Fazenda e da Agricultura, tiveram a competência e o equilíbrio para discutir exaustivamente o assunto e chegar à melhor solução possível”, diz Américo Sato, presidente da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café. O pedido de mudança partiu do CeCafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil, em maio de 2010, e ganhou a adesão da ABIC, da ABICS – Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel e da Cooxupé, maior cooperativa de produtores de café do país. A MP 545 corrige a sistemática anterior, que prejudicava os agricultores, estimulava fraudes e sonegações e gerava concorrência desleal entre grandes e pequenas torrefadoras. O texto da MP assinado pela presidente Dilma coincide com o sugerido pela ABIC e pelos demais setores do agronegócio café. O varejo supermercadista não sofrerá nenhuma alteração na tributação, continuando com os mesmos procedimentos válidos atualmente. A MP 545 entrará em vigor a partir de 90 dias da data de hoje.
Credit Suisse Trims Cocoa, Coffee, Sugar Price Outlook Credit Suisse has trimmed its three
Credit Suisse Trims Cocoa, Coffee, Sugar Price Outlook Credit Suisse has trimmed its three- and 12-month priceoutlook for cocoa, coffee and raw sugar, all traded on Intercontinental FuturesExchange in New York. The three-month cocoa price outlook was trimmed back to $2,700 a metric tonfrom the prior August forecast of $3,000/ton, while the 12-month view was cutto $2,400/ton from $2,800/ton, the Swiss banking group said. "Cocoa prices have been overvalued for nearly four years now," Credit Suissesaid. "At current levels, the market still looks expensive, but prices nowfinally seem to be on the right track for a more reasonable valuation." A more bearish outlook for sugar is also expected. Sugar is forecast to hit 26 cents a pounds in both three and 12 months, downfrom the August view of 32 cents and 33 cents a pound respectively. "On the fundamental side, while Brazilian sugar output is expected todisappoint this season, large crops in India, Thailand, Europe and Russiashould keep the market sufficiently supplied," the bank said. "The global sugarmarket is likely to end the 2011/2012 marketing year with a significantsurplus, limiting price upside." Arabica coffee is predicted to touch $2.20 a pound in three months and $2 in12 months, compared with the August forecasts of $2.85 and $2.40. "After the sell-off in recent weeks, the technical picture has deteriorated.The trend is now neutral, momentum is actually negative," Credit Suisse said."Overall, we think there are further downside risks for coffee prices given thesignificant overvaluation and deteriorating technicals."
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
ROBÉRIO SILVA É ELEITO NOVO DIRETOR EXECUTIVO DA OIC
ROBÉRIO SILVA É ELEITO NOVO DIRETOR EXECUTIVO DA OIC
O diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Robério Silva, foi eleito novo diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC). O Ministério das Relações Exteriores confirmou há pouco a informação em Brasília. Ele foi eleito em encontro que se realiza em Londres, do Conselho Internacional da entidade.
O diretor do Departamento do Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Robério Silva, foi eleito novo diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC). O Ministério das Relações Exteriores confirmou há pouco a informação em Brasília. Ele foi eleito em encontro que se realiza em Londres, do Conselho Internacional da entidade.
NY FECHA EM BAIXA COM INDICAÇÕES DE CHUVAS BENÉFICAS NO BRASIL
NY FECHA EM BAIXA COM INDICAÇÕES DE CHUVAS BENÉFICAS NO BRASIL
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quinta-feira com preços acentuadamente mais baixos. As cotações recuaram e atingiram os níveis mais baixos em oito meses. O mercado cedeu diante das previsões de clima favorável às lavouras brasileiras de café em outubro, com condições mais adequadas para as floradase para o pegamento das floradas, que vão resultar na safra 2012. As informações partem de agências internacionais de notícias. As preocupações ainda com a economia global pressionaram o mercado em NY,apesar de notícias melhores quanto à economia europeia, como a aprovação na Alemanha de ajuda a países com dificuldades financeiras na zona do euro. Os contratos do café arábica para entrega em dezembro fecharam negociadosa 231,15 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 2,35 cents,ou de 1%. A posição março/2012 fechou a 234,40 cents, com queda de 2,40 centavos, ou de 1%.
A Bolsa de Mercadorias de Nova York (Ice Futures US) para o café arábica encerrou as operações desta quinta-feira com preços acentuadamente mais baixos. As cotações recuaram e atingiram os níveis mais baixos em oito meses. O mercado cedeu diante das previsões de clima favorável às lavouras brasileiras de café em outubro, com condições mais adequadas para as floradase para o pegamento das floradas, que vão resultar na safra 2012. As informações partem de agências internacionais de notícias. As preocupações ainda com a economia global pressionaram o mercado em NY,apesar de notícias melhores quanto à economia europeia, como a aprovação na Alemanha de ajuda a países com dificuldades financeiras na zona do euro. Os contratos do café arábica para entrega em dezembro fecharam negociadosa 231,15 centavos de dólar por libra-peso, com desvalorização de 2,35 cents,ou de 1%. A posição março/2012 fechou a 234,40 cents, com queda de 2,40 centavos, ou de 1%.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Grão cru de café atinge o melhor preço em 50 anos
Os diversos recordes registrados pelo café este ano estão colocando o Brasil em posição de destaque ainda maior no cenário internacional. Maior produtor mundial, o país contabilizou no ano passado 48,1 milhões de sacas de 60 quilos, das quais 33 milhões foram destinadas ao mercado externo.Em 2011, ano de ciclo de baixa para a safra, a redução dos estoques somou-se a fatores como o aumento do consumo e a queda da safra colombiana, que perdeu entre 2 milhões e 3 milhões de sacas em três anos, para fazer o preço do café em grão cru alcançar o melhor patamar dos últimos 50 anos e bater na casa dos R$ 520 a saca - o dobro do registrado pouco mais de 12 meses atrás."Esse conjunto de fatores, somados ao dólar valorizado, fez os preços subirem a níveis inimagináveis há um ano", diz Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e presidente executivo do Sindicato da Indústria do Café do Estado de São Paulo.No mercado externo, o preço do café arábica era de US$ 1,30 no ano passado. Em 2011, chegou a US$ 3 - e tende a continuar alto. O Brasil está ganhando produtividade e qualidade. Antes ausente, o café brasileiro hoje compõe 50% dos blends da rede mundial Starbucks. Agora vai ser servido na rede de Alain Ducasse, ícone da gastronomia mundial. O privilégio pertence ao café Jacu, da fazenda Camocim, na região de Pedra Azul (ES), e exemplifica a sofisticação alcançada pelo produto nacional. De alto valor agregado, com preço que supera R$ 5 mil a saca, resulta de grãos consumidos e defecados pelo jacu, pássaro típico da Mata Atlântica. "Queremos mostrar que o Brasil produz o melhor café do mundo", explicou Henrique Sloper, proprietário da Camocim e integrante da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês).O esforço se justifica. O segmento não chega a 3% do mercado mundial, mas cresce entre 7% e 10% ao ano. O subsegmento de cafés orgânicos tem expansão anual de 20% e plus de mais de 100 pontos na bolsa de Nova York, onde chega a 350 pontos. Segundo dados da certificadora UTZ, o Brasil hoje também é líder global em volume de cafés certificados, com 1 milhão de sacas em 2010, 38% do total mundial. "A certificação rende em média US$ 10 de prêmio", diz Vanduir Antonio Caixeta, gerente comercial do Alto Cafezal, grupo que congrega trade e 12 fazendas em Patrocínio (MG), das quais duas já são certificadas e mais duas estão em preparação.O comportamento do grupo reflete a profissionalização do produtor e o desempenho atual do café brasileiro, com mais foco em produtividade do que em expansão. Além de investimentos voltados ao aperfeiçoamento de tratos culturais, irrigação, campo experimental para identificar espécies mais resistentes, o Alto Cafezal gastou mais de R$ 5 milhões em um armazém com capacidade para 300 mil sacas e processamento diário de 3 mil."O pessoal tem se capacitado da porteira para dentro e para fora", diz Caixeta. Isso significa entender mais de mercado, comercialização, câmbio. O grupo, que embarca entre 100 mil e 120 mil sacas ao ano, faz hedge em café e em dólar para lidar com possíveis oscilações. A produção própria soma 2,2 mil hectares, com média de 80 mil sacas anuais e projeto de nos próximos quatro anos chegar a 3 mil hectares e 100 mil sacas por ano.Os planos levam em conta a manutenção dos preços mesmo com cenário financeiro incerto. "O otimismo vem do equilíbrio entre produção e demanda, com ganhos de produtividade, custos de produção mais competitivos e melhoria no perfil qualitativo", concorda Guilherme Braga, diretor executivo do Conselho de Exportadores do Café do Brasil (Cecafé). Mas ele lembra que os preços melhoraram também para os países concorrentes do Brasil - e, nos próximos anos, a expansão da produção pode ser um fator de pressão. "O desafio é continuar o processo de melhoria. O mundo está disposto a comprar café diferenciado e pagar por isso", afirma BragaSegundo ele, o cenário atual reflete a característica de altas e baixas do café, cujo pico de valorização no final dos anos 90 foi seguido de forte queda nos preços entre 2001 e 2002, quando a saca chegou a ficar abaixo de US$ 40. O resultado foi o ajuste na produção mundial, com os países reduzindo rapidamente sua oferta. "Os preços hoje são o dobro dos de 2007, mas sujeitos a grande volatilidade, mesmo sem alteração substancial nos fundamentos", alega.Braga observa que commodities, principalmente café, estão valorizadas, sobem e descem de acordo com a tendência de aplicação de fundos que buscam liquidez e são sujeitas a oscilações. Nos últimos três meses, com o vaivém da crise, os preços chegaram a US$ 2,95 e caíram a US$ 2,30, sem registro de aumento de produção ou de queda no consumo. Em meados de setembro, o movimento de alta e baixa se repetiu com novas notícias a respeito do mau desempenho econômico grego. "Não houve modificação nos fundamentos", aponta o diretor do Cecafé.
Os diversos recordes registrados pelo café este ano estão colocando o Brasil em posição de destaque ainda maior no cenário internacional. Maior produtor mundial, o país contabilizou no ano passado 48,1 milhões de sacas de 60 quilos, das quais 33 milhões foram destinadas ao mercado externo.Em 2011, ano de ciclo de baixa para a safra, a redução dos estoques somou-se a fatores como o aumento do consumo e a queda da safra colombiana, que perdeu entre 2 milhões e 3 milhões de sacas em três anos, para fazer o preço do café em grão cru alcançar o melhor patamar dos últimos 50 anos e bater na casa dos R$ 520 a saca - o dobro do registrado pouco mais de 12 meses atrás."Esse conjunto de fatores, somados ao dólar valorizado, fez os preços subirem a níveis inimagináveis há um ano", diz Nathan Herszkowicz, diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e presidente executivo do Sindicato da Indústria do Café do Estado de São Paulo.No mercado externo, o preço do café arábica era de US$ 1,30 no ano passado. Em 2011, chegou a US$ 3 - e tende a continuar alto. O Brasil está ganhando produtividade e qualidade. Antes ausente, o café brasileiro hoje compõe 50% dos blends da rede mundial Starbucks. Agora vai ser servido na rede de Alain Ducasse, ícone da gastronomia mundial. O privilégio pertence ao café Jacu, da fazenda Camocim, na região de Pedra Azul (ES), e exemplifica a sofisticação alcançada pelo produto nacional. De alto valor agregado, com preço que supera R$ 5 mil a saca, resulta de grãos consumidos e defecados pelo jacu, pássaro típico da Mata Atlântica. "Queremos mostrar que o Brasil produz o melhor café do mundo", explicou Henrique Sloper, proprietário da Camocim e integrante da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, na sigla em inglês).O esforço se justifica. O segmento não chega a 3% do mercado mundial, mas cresce entre 7% e 10% ao ano. O subsegmento de cafés orgânicos tem expansão anual de 20% e plus de mais de 100 pontos na bolsa de Nova York, onde chega a 350 pontos. Segundo dados da certificadora UTZ, o Brasil hoje também é líder global em volume de cafés certificados, com 1 milhão de sacas em 2010, 38% do total mundial. "A certificação rende em média US$ 10 de prêmio", diz Vanduir Antonio Caixeta, gerente comercial do Alto Cafezal, grupo que congrega trade e 12 fazendas em Patrocínio (MG), das quais duas já são certificadas e mais duas estão em preparação.O comportamento do grupo reflete a profissionalização do produtor e o desempenho atual do café brasileiro, com mais foco em produtividade do que em expansão. Além de investimentos voltados ao aperfeiçoamento de tratos culturais, irrigação, campo experimental para identificar espécies mais resistentes, o Alto Cafezal gastou mais de R$ 5 milhões em um armazém com capacidade para 300 mil sacas e processamento diário de 3 mil."O pessoal tem se capacitado da porteira para dentro e para fora", diz Caixeta. Isso significa entender mais de mercado, comercialização, câmbio. O grupo, que embarca entre 100 mil e 120 mil sacas ao ano, faz hedge em café e em dólar para lidar com possíveis oscilações. A produção própria soma 2,2 mil hectares, com média de 80 mil sacas anuais e projeto de nos próximos quatro anos chegar a 3 mil hectares e 100 mil sacas por ano.Os planos levam em conta a manutenção dos preços mesmo com cenário financeiro incerto. "O otimismo vem do equilíbrio entre produção e demanda, com ganhos de produtividade, custos de produção mais competitivos e melhoria no perfil qualitativo", concorda Guilherme Braga, diretor executivo do Conselho de Exportadores do Café do Brasil (Cecafé). Mas ele lembra que os preços melhoraram também para os países concorrentes do Brasil - e, nos próximos anos, a expansão da produção pode ser um fator de pressão. "O desafio é continuar o processo de melhoria. O mundo está disposto a comprar café diferenciado e pagar por isso", afirma BragaSegundo ele, o cenário atual reflete a característica de altas e baixas do café, cujo pico de valorização no final dos anos 90 foi seguido de forte queda nos preços entre 2001 e 2002, quando a saca chegou a ficar abaixo de US$ 40. O resultado foi o ajuste na produção mundial, com os países reduzindo rapidamente sua oferta. "Os preços hoje são o dobro dos de 2007, mas sujeitos a grande volatilidade, mesmo sem alteração substancial nos fundamentos", alega.Braga observa que commodities, principalmente café, estão valorizadas, sobem e descem de acordo com a tendência de aplicação de fundos que buscam liquidez e são sujeitas a oscilações. Nos últimos três meses, com o vaivém da crise, os preços chegaram a US$ 2,95 e caíram a US$ 2,30, sem registro de aumento de produção ou de queda no consumo. Em meados de setembro, o movimento de alta e baixa se repetiu com novas notícias a respeito do mau desempenho econômico grego. "Não houve modificação nos fundamentos", aponta o diretor do Cecafé.
Café sobe na ICE e segue retomada de humor dos mercados externos - 27/09
Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US tiveram um dia de ganhos, em continuidade com a recuperação iniciada na sessão passada, com compras de torrefadores, ainda que em menor grau, e de especuladores e de fundos. Ao longo da manhã, os preços chegaram a registrar fortes valorizações, seguindo o comportamento do mercado externo, que teve ganhos expressivos no segmento de bolsas e também para várias commodities.
Na segunda metade do dia, no entanto, algumas realizações e vendas especulativas fizeram com que as cotações tivessem uma desaceleração, mas a posição dezembro conseguiu se manter acima do intervalo de 240,00 centavos. Operadores avaliam que o mercado ainda tem um viés baixista, sendo que algumas resistências básicas ainda não estão conseguindo ser superadas.
Fundamentalmente, o mercado ainda está atento ao clima, com o Brasil não registrando uma normalização das chuvas no centro-sul, com poucas floradas tendo sido verificadas até o momento. Por outro lado, institutos meteorológicos do México divulgaram que as chuvas devem continuar a ser verificadas nas regiões cafeeiras do país. Na segunda-feira, a área de Tapachula teve mais de 5 mil desabrigados, sendo que Mérida, Veracruz, Chiapas também foram afetadas. Não há noticias sobre danos nas lavouras de café até o momento.
No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve alta de 490 pontos com 240,85 centavos, sendo a máxima em 246,55 e a mínima em 237,35 centavos por libra, com o março tendo ganho de 485 pontos, com a libra a 243,95 centavos, sendo a máxima em 249,50 e a mínima em 240,55 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou alta de 32 dólares, com 1.986 dólares por tonelada, com o janeiro tendo valorização de 32 dólares, com 2.020 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, o bom comportamento do café no dia esteve intimamente ligado ao desempenho dos mercados globais, que aferiram fortes altas na parte da manhã e encerraram o dia com ganhos, ainda que não tão consideráveis quanto os da primeira metade da sessão. Esses analistas ressaltaram que muitos players trabalham com a perspectiva de alguma solução para o imbróglio econômico existente na Europa. Diante disso, alguns segmentos experimentaram fortes ganhos nesta terça, como o cobre, que subiu 4,8%, a prata, 5,2% e o petróleo que aferiu valorização de 5,3%.
Os ganhos mais incisivos da manhã refletiam uma notícia de que a Europa iria ampliar o fundo de resgate do bloco, buscando, desse modo, combater a crise da dívidas em nações com economias mais enfraquecidas. Na parte da tarde, o gabinete alemão, que tenta apoio parlamentar para implementar medidas acordadas junto à União Européia para ajuda financeiros a outros países membros, negou que o fundo estaria sendo ampliado. Tal negativa diminuiu o "ânimo" das bolsas internacionais que, mesmo assim, encerraram o dia com valorização. "Mesmo com a negativa, o mercado está acreditando que possa existir a elaboração de uma plataforma econômica de apoio na Europa para tentar conter o quadro ruim que vigora até o momento", sustentou Michael Gross, analista da OptionSellers.com.
"Acreditamos que as altas para as commodities vieram pela percepção de que os problemas na Europa podem ser contornados. E, caso a Europa não caia num buraco negro, a tendência é de os preços voltarem a se fortalecer. Também estamos verificando ganhos em commodities agrícolas, por conta da oferta apertada", sustentou Mark Waggoner, diretor da corretora Excel Futures.
As exportações de café do Brasil em setembro, até o dia 26, somaram 1.932.876 sacas, contra1.915.622 sacas registradas no mesmo período de agosto, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 2.422 sacas, indo para 1.428.377 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 19.789 lotes, com as opções tendo 3.955 calls e 5.533 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 246,55, 247,00, 247,50, 248,00, 248,50, 249,00, 249,50, 249,90-250,00, 250,50, 251,00 e 251,55 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 237,35, 237,00, 236,50, 236,00, 235,50, 235,10-235,00, 234,50, 234,00, 233,50 e 233,00 centavos por libra.
Na segunda metade do dia, no entanto, algumas realizações e vendas especulativas fizeram com que as cotações tivessem uma desaceleração, mas a posição dezembro conseguiu se manter acima do intervalo de 240,00 centavos. Operadores avaliam que o mercado ainda tem um viés baixista, sendo que algumas resistências básicas ainda não estão conseguindo ser superadas.
Fundamentalmente, o mercado ainda está atento ao clima, com o Brasil não registrando uma normalização das chuvas no centro-sul, com poucas floradas tendo sido verificadas até o momento. Por outro lado, institutos meteorológicos do México divulgaram que as chuvas devem continuar a ser verificadas nas regiões cafeeiras do país. Na segunda-feira, a área de Tapachula teve mais de 5 mil desabrigados, sendo que Mérida, Veracruz, Chiapas também foram afetadas. Não há noticias sobre danos nas lavouras de café até o momento.
No encerramento do dia, o dezembro em Nova Iorque teve alta de 490 pontos com 240,85 centavos, sendo a máxima em 246,55 e a mínima em 237,35 centavos por libra, com o março tendo ganho de 485 pontos, com a libra a 243,95 centavos, sendo a máxima em 249,50 e a mínima em 240,55 centavos por libra. Na Euronext/Liffe, em Londres, a posição novembro registrou alta de 32 dólares, com 1.986 dólares por tonelada, com o janeiro tendo valorização de 32 dólares, com 2.020 dólares por tonelada.
De acordo com analistas internacionais, o bom comportamento do café no dia esteve intimamente ligado ao desempenho dos mercados globais, que aferiram fortes altas na parte da manhã e encerraram o dia com ganhos, ainda que não tão consideráveis quanto os da primeira metade da sessão. Esses analistas ressaltaram que muitos players trabalham com a perspectiva de alguma solução para o imbróglio econômico existente na Europa. Diante disso, alguns segmentos experimentaram fortes ganhos nesta terça, como o cobre, que subiu 4,8%, a prata, 5,2% e o petróleo que aferiu valorização de 5,3%.
Os ganhos mais incisivos da manhã refletiam uma notícia de que a Europa iria ampliar o fundo de resgate do bloco, buscando, desse modo, combater a crise da dívidas em nações com economias mais enfraquecidas. Na parte da tarde, o gabinete alemão, que tenta apoio parlamentar para implementar medidas acordadas junto à União Européia para ajuda financeiros a outros países membros, negou que o fundo estaria sendo ampliado. Tal negativa diminuiu o "ânimo" das bolsas internacionais que, mesmo assim, encerraram o dia com valorização. "Mesmo com a negativa, o mercado está acreditando que possa existir a elaboração de uma plataforma econômica de apoio na Europa para tentar conter o quadro ruim que vigora até o momento", sustentou Michael Gross, analista da OptionSellers.com.
"Acreditamos que as altas para as commodities vieram pela percepção de que os problemas na Europa podem ser contornados. E, caso a Europa não caia num buraco negro, a tendência é de os preços voltarem a se fortalecer. Também estamos verificando ganhos em commodities agrícolas, por conta da oferta apertada", sustentou Mark Waggoner, diretor da corretora Excel Futures.
As exportações de café do Brasil em setembro, até o dia 26, somaram 1.932.876 sacas, contra1.915.622 sacas registradas no mesmo período de agosto, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
Os estoques certificados de café na bolsa de Nova Iorque tiveram queda de 2.422 sacas, indo para 1.428.377 sacas. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 19.789 lotes, com as opções tendo 3.955 calls e 5.533 puts. Tecnicamente, o setembro na ICE Futures US tem uma resistência em 246,55, 247,00, 247,50, 248,00, 248,50, 249,00, 249,50, 249,90-250,00, 250,50, 251,00 e 251,55 centavos de dólar por libra peso, com o suporte em 237,35, 237,00, 236,50, 236,00, 235,50, 235,10-235,00, 234,50, 234,00, 233,50 e 233,00 centavos por libra.
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