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quarta-feira, 30 de março de 2011

Mercado quarta feira 30/3/2011

Onda3 nos 15 minutos
O mercado de café ontem fez um novo fundo em um rompimento chamado de falso rompimento em Nova Iorque voltou a subir ontem fechou a 261,45 fazendo onda 1 do gráfico de 15 minutos, hoje após teste de fundo fez uma mínima de hoje que ficou em 259,10 em onda 2 e subiu em onda 3 fazendo máxima de 265,70 e ainda continua dentro desta onda 3 com alvo em 268,00 podendo chegar a 270,00 que seria o alvo para manha.
A Bmfbovespa hoje como sempre abre muito depois que Nova Iorque já esta trabalhando, esta onda3 fica com dificuldades de visualização, mas projeta uma alta para 337,60.
O movimento de hoje da BMF ficou entre uma mínima no inicio do dia em 327,8 e sua máxima em 332,50 mais para o final do pregão.
Para amanha esperamos o final desta onda continuando desta alta de Nova Iorque que hoje fez uma nova máxima em cima do pregão de ontem e não fez mínima.
O mercado físico continua lento onde os cafés de maior qualidade encontram comprador com facilidade enquanto os cafés inferiores já estão sendo deixado de lado, onde os compradores já esperam a entrada do café da safra nova.
Café fino continua cotado na casa dos R$520,00 reais a saca enquanto o café rio na casa dos 310/330, 00 reais a saca de 60 kg.
A volatilidade deve começar a aumentar assim que começarmos a chegar perto do vencimento das opções de café em Nova Iorque que será no dia 08/04/2011, portanto vamos ter um mercado mais ativo a partir de amanha.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com

Torrefadores da Costa Rica querem importar café do Peru

29/03/2011

A Câmara de Torrefadores de Café da Costa Rica pediu a abertura de uma negociação para importar café do Peru, aproveitando o marco da negociação de um Tratado de Livre Comércio (TLC) entre os dois países. O interesse dos empresários é obter melhores condições para a importação de café verde, o qual, segundo dizem, ajudaria a compensar a escassez enfrentada pela indústria costarriquenha neste momento para abastecer o consumo interno.

A solicitação foi feita frente ao Ministério de Comércio Exterior (Comex). No entanto, o ministro da Agricultura considera que, no país, não há desabastecimento de café e insistiu que este tema seja resolvido com um dialogo entre os torrefadores de café e o Instituto de Café do país (Icafé).

Para o presidente da Câmara de Torrefadores de Café da Costa Rica, José Manual Hernando, desde 2009, como resultado das baixas colheitas, a oferta local de café tem sido insuficiente para abastecer o consumo e a exportação, de forma que, se um acordo comercial está sendo negociado, deveriam aproveitar o potencial do país. "Cada vez é mais difícil garantir localmente a matéria-prima nas quantidades e qualidades requeridas pelo setor industrial, e os efeitos desse desabastecimento está já chegando ao consumidor".

O Peru é fornecedor de café para outros países produtores, como a Colômbia, que tem sabido aproveitar suas qualidades para completar seu abastecimento para o consumo interno.

A Câmara de Torrefadores insistiu que o produtor nacional está recebendo preços muito bons pelo seu café, tanto pelo que exporta como pele que fica no país, tendo, inclusive, mais de 85% da atual colheita vendida nesse momento. Por outro lado, o setor industrial torrefador enfrenta a dificuldade de se abastecer de grão verde, que requer para fabricar o café consumido no país, de forma que pede condições de maior flexibilidade na oferta de matéria-prima.

"Sabemos que a posição das instituições do setor agrícola é a exclusão como estratégia para defender o produtor nacional, mas essa visão não pode seguir sendo a receita para todos os acordos comerciais no futuro, porque as condições de mercado do café têm mudado irreversivelmente e hoje o país está em uma posição muito diferente". A reportagem é do www.diarioextra.com, CaféPoint.

Exportações de café do Equador crescem 47% em janeiro

Agência Safras
29/03/2011

As exportações de café do Equador totalizaram 102.057 sacas de 60 quilos em janeiro, aumento de 47% frente ao embarque de 69.419 sacas no mesmo mês do ano anterior, de acordo com o Conselho Nacional do Café (Cofenac, na sigla em espanhol).

Segundo a entidade, a exportação de café em grãos em janeiro saltou para 44.766 sacas ante as 17.073 exportadas em janeiro do ano passado. Já os embarques de café solúvel cresceram 9% para 57.291, ante a 52.346 sacas em janeiro de 2010.

A receita com as exportações em janeiro deste ano aumentou 68%, totalizando US$ 16,06 milhões, comparado a arrecadação de US$ 9,56 milhões no mesmo mês do ano passado, apontou os dados da Cofenac.

Do total exportado em janeiro de 2011, 42.523 sacas de café foram vendidas para a Colômbia, 25.324 sacas para a Alemanha, 11.050 sacas para a Rússia e o restante para outros países.

O Equador produz café principalmente em Manabi, El Oro e Los Rios na região costeira, em Sucumbios e Napo na região amazônica, e Loja e Zamora na região das montanhas. As informações partem de agências internacionais.

Produção de café ameaçada pelo aquecimento global

Folha de S.Paulo

Mas, enquanto os estoques de alguns dos melhores grãos diminuem, a demanda global cresce rapidamente, com a ascensão das classes médias em economias emergentes como Brasil, Índia e China, que desenvolvem o hábito de tomar café.

As plantas de café exigem uma mistura certa de temperatura, chuva e períodos de seca para que os grãos amadureçam adequadamente e mantenham o sabor. As pragas dos cafeeiros prosperam em clima mais quente e úmido.

A maioria dos pequenos proprietários de terra na luxuriante região montanhosa de Cauca, na Colômbia, prosperou por décadas fornecendo o café Arabica, cultivado à sombra da floresta tropical, para marcas como Nespresso e Green Mountain.

A escassez do grão Arabica está sendo sentida em Nova York e Paris, enquanto os clientes se assustam com a escalada dos preços. Os analistas temem que a produção de Arabica na Colômbia não se recupere.

As grandes marcas aumentaram os preços no varejo de muitas variedades em 25% ou mais. Os lucros das redes de café como Starbucks e Green Mountain diminuíram. Os futuros do café Arabica aumentaram mais de 85% desde junho, para US$ 2,95 por meio quilo, em parte por causa das preocupações sobre o suprimento, o clima e a futura qualidade, segundo George Kopp, analista do International Futures Group em Chicago.

"A produção de café está sendo ameaçada pelo aquecimento global, e a previsão para o Arabica em particular não é boa", disse Peter Baker, especialista em café do grupo de pesquisa CABI, no Reino Unido, que se concentra em agricultura e meio ambiente, notando que as mudanças climáticas prejudicaram as plantações nas Américas Central e do Sul.

Os cafés das variedades Arabica e Robusta representam virtualmente todo o consumo. Com seu sabor mais delicado e menor conteúdo de cafeína, o Arabica é mais popular e mais caro, embora mais sensível ao clima. A produção de Robusta predomina na Ásia e na África.

As temperaturas médias nas regiões cafeeiras aumentaram quase 1 grau em 30 anos e, em algumas áreas de montanha, o dobro disso, segundo a Cenicafé, o centro de pesquisa do café da Colômbia. A chuva nessa área foi mais de 25% acima da média nos últimos anos.

Com temperaturas mais altas, os brotos das plantas abortam ou seus frutos amadurecem depressa demais. O calor também traz a ferrugem do café, um fungo devastador. As chuvas fortes danificam as flores do Arabica, e os períodos de seca de duas semanas que levam a planta a produzir grãos ocorrem com menos frequência, dizem os plantadores. Os pesquisadores da entidade estão trabalhando duro sobre esse problema.

A federação de cafeicultores aconselhou os agricultores a mudar para uma nova variedade de Arabica mais resistente, que foi desenvolvida pela Cenicafé. Os agricultores resistem porque não podem passar sem a renda enquanto as novas plantas amadurecem. Eles temem que a mudança possa afetar o sabor.

Sabor, qualidade e suprimento são questões delicadas para uma indústria cujos aficionados são notoriamente detalhistas.

A federação de cafeicultores está criando um programa de certificações de "origem do produto" semelhante ao que protege o queijo parmesão da Itália. Dessa maneira, os importadores não serão tentados a substituir o café do Brasil ou da Indonésia.

terça-feira, 29 de março de 2011

DNA do café tem dupla personalidade

CIÊNCIA
29/03/2011

Estudo brasileiro mostra que ancestral esquecido do cafeeiro é principal responsável por qualidade da bebida. Fenômeno se dá porque vegetal é híbrido, com genoma duplicado; com dados, estratégia de melhoramento muda

REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA
A chave para produzir um café ainda mais saboroso do que o disponível hoje provavelmente está no DNA de um dos ancestrais do cafeeiro, uma plantinha hoje desprezada pelos agrônomos por ser frágil e difícil de cultivar.

É justamente essa espécie, a Coffea eugenioides, a responsável por legar aos frutos do cafeeiro mais cultivado comercialmente as características mais cobiçadas, como o alto teor de açúcares.

Num estranho caso de dupla personalidade biológica, os genes da C. eugenioides ainda se manifestam de forma independente no organismo da planta cultivada.

Isso porque o C. arabica, cafeeiro mais comum no planeta hoje é um híbrido, resultado do cruzamento natural entre a C. eugenioides e outra espécie, a C. canephora, há cerca de 1 milhão de anos.

"Sabe quando a gente diz que Fulano tem os olhos da mãe e o nariz do pai? É mais ou menos isso, só que depois de um número muitíssimo maior de gerações", explica Gonçalo Guimarães Pereira, pesquisador da Unicamp.

Pereira é um dos autores de dois mapeamentos recentes sobre os genes ativos no C. arabica e no C. canephora, junto com Ramon Vidal (também da Unicamp), Jorge Mondego, do Instituto Agronômico de Campinas, e David Pot, do centro de pesquisas francês Cirad.

Já era esperado um considerável grau de esquisitice no genoma do C. arabica. É que quando as duas espécies "mães" da planta se cruzaram há cerca de 1 milhão de anos, o material genético do vegetal-filho foi duplicado.

Em vez de duas cópias de cada cromossomo, como ocorre com os seres humanos, o genoma do C. arabica tem quatro cópias de cada cromossomo. "Só que a diferença de origem se manteve. É como se houvessem dois subgenomas", diz Pereira.

Esse fenômeno se manifesta até no nível dos tecidos da planta -é como se boa parte dos frutos derivasse apenas da "receita" presente numa das espécies ancestrais, enquanto as raízes viessem da outra espécie-mãe.

No caso, a maneira como a planta comercial processa moléculas como carboidratos e alcaloides parece depender, em grande medida, da C. eugenioides.

Isso não é mera curiosidade: se quiserem plantas com mais qualidade, os produtores muito provavelmente vão precisar cruzar suas variedades com a planta. "E hoje ela é totalmente negligenciada. Para achar um exemplar aqui no Brasil foi um custo", diz Pereira, brincando que ela "é praticamente um matinho".

Para o especialista, o conhecimento pode dar um empurrãozinho na qualidade da safra cafeeira do Brasil, que hoje produz poucos cafés considerados mais finos.

As pesquisas estão nas revistas científicas "Plant Physiology" e "BMC Plant Biology". A equipe recebeu apoio do Consórcio Pesquisa Café e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Café ganha aliado de peso no Governo Federal

Ministro Fernando Pimentel reafirma compromisso com setor, em conversa com o deputado Carlos Melles durante evento em Belo Horizonte, com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do governador Antonio Anastasia.

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, tomou a iniciativa na segunda-feira (28), em Belo Horizonte, de reafirmar que tem o compromisso de ser um aliado da cafeicultura nacional junto ao Governo Federal. A informação é do presidente da Cooparaiso, deputado Carlos Melles, que encontrou-se com o ministro no evento de lançamento do programa Rede Cegonha, com a participação da presidenta Dilma Rousseff e do governador Antonio Anastasia. Melles participou da solenidade como secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas.

Embora a política pública de café esteja na alçada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, comandado pelo ministro Wagner Rossi, a contribuição de Pimentel é importante, na medida em que o ministro - durante a campanha eleitoral em 2010 - conheceu de perto os problemas que afligem o setor produtor de café, dedicando inclusive espaços em suas inserções nos programas eleitorais gratuitos para tratar especificamente do tema. Além disso, o ministro ocupa uma pasta que conhece a importância do café na balança comercial e, por conseqüência, o peso do produto na área social, como fator gerador de emprego e renda. São 1.800 municípios que tem na atividade cafeeira a locomotiva de suas economias e cerca de 8 milhões de empregos gerador no país, de forma direta e indireta.

De acordo com Melles, o ministro Pimentel destacou a necessidade de organização do setor, fato que Carlos Melles disse concordar. “Eu tenho uma expectativa positiva de que possamos nos entender melhor com o governo federal, temos que estar melhor organizados para levar novamente ao governo a situação de crise que ainda persiste em função das safras que perdemos. Atualmente o preço está muito bom (a saca de 60 kg do arábica está sendo cotada em média a R$ 520,00), mas temos um estoque de dívidas a resolver e não temos uma política para dar sustentação a esta alta nos preços”, explicou Melles.

Outro ponto que sinaliza favoravelmente ao setor, além dos preços atuais do produto, é o compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff com o setor produtor, ainda durante sua campanha. Dilma declarou em Varginha, em 16 de setembro de 2010, que iria tratar a cafeicultura como prioridade. “Aqui bate o coração do café, em parceria com o governo do estado, darei todo apoio a esta atividade”, disse a então candidata petista.

Na oportunidade, mesmo em plena campanha, Dilma obteve a confiança de lideranças do setor, entre as quais, declaração pública do próprio deputado Carlos Melles, então presidente da Frente Parlamentar do Café, que reunia 314 deputados e senadores. Vá ao YouTube e acesse o vídeo pelas palavras-chave “Melles Dilma Café”, e verá o agradecimento da Frente ao compromisso assumido pela atual presidente. Compromisso que agora o setor quer resgatar.

Coffee Break

Market Tuesday 29/3/2011

Market Tuesday 29/3/2011

The new fund made ​​coffee in the New York Stock Exchange at 257.80 today opened the day's low at 263.95 has a maximum of 264.00 and fell to the lowest. After the retreat came to test the high of the day and closed the day up 261.45 points lower at 250 which represents US3, $ 30 per bag.
Bmf on the New York market following, but as the schedules do not coincide in the market opened gap down to $ 325.00 to 324.00 made ​​the slightest recovered did the maximum 330.35 and closed at 329.50.
Coffee 260.5 broke the resistance, but could not close at this level, but the market continues to show that we can have a stronger realization.
The resistance at 263.95, 266.05, 270.00, support at 260.95 260, 00, 257.8 and 254.05.
The continuation of the correction target to play 252.00.
The physical market with few businesses waiting for the new season where we will drive vendors have to sell a better market.
Technically the market shows a correction for the short term, but the fundamentals have not changed anything, low inventory, low yield, high consumption, so this correction would be only in the short term, but for the long term we have no news.
The industry continues to Mao's mouth.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
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Mercado de terça feira 29/3/2011

Mercado de terça feira 29/3/2011

O café fez novo fundo na bolsa de Nova Iorque hoje 257,80 na mínima do dia abriu a 263,95 fez um à máxima de 264,00 e recuou para a mínima. Apos o recuo veio pra testar a máxima do dia e fechou o dia em 261,45 com 250 pontos de baixa o que representa US3,30 dólares por saca.
Na Bmf o mercado segue Nova Iorque, mas como os horários não coincidem o mercado abriu em gap down a 325,00 dólares fez a mínima em 324,00 se recuperou fez a máxima em 330,35 e fechou a 329,50.
O café rompeu a resistência 260,5, mas não conseguiu fechar neste patamar, mas o mercado continua mostrando que poderemos ter uma realização mais forte.
A resistência em 263,95, 266,05, 270,00, suporte em 260,95 260, 00, 257,8, e 254,05.
A continuação da correção joga o alvo para 252,00.
O mercado físico com poucos negócios a espera da safra nova, onde teremos vendedores precisando vender uma movimentação melhor do mercado.
Tecnicamente o mercado mostra uma correção para o curto prazo, mas os fundamentos não mudaram em nada, estoque baixo, safra baixa, consumo em alta, portanto esta correção seria só no curto prazo, mas para o longo prazo não temos novidades.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com

market internacional cafe

market internacional cafe
Colombians, UGQ, were offered FOB, for Apr./May shipment from 24¢ to 29¢ over the relevant months “C.” Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for Apr./May shipment from 30¢ to 33¢ over the relevant months “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 10¢ over the relevant months “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 5¢ over the relevant months “C.” Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 2¢ under the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for Apr/May shipment from 24¢ to 20¢ under the relevant months “C.” Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Apr. shipment from 2¢ under May London.
Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Apr. crossing from 16¢ over May “C.” Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Apr./May shipment from 14¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Apr. shipment from 20¢ to 21¢ over May “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Apr. shipment from $15 to $16 over May “C.” Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $22 to $23 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $30 to $31 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Apr. shipment from $30 over per 46 kilos, May “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $33 to $37 the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Apr. shipment from $14 over May “C.” High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr. shipment from $24 over per 46 kilos, May “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $27 to $28 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Apr. shipment were offered FOB from $23 to $24 over May “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. shipment from $3 to $4 over May “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $7 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $15 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $11 to $13 over the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Apr. shipment from 15¢ over May London. Vietnam robustas, grade 1, were offered exdock for Apr. shipment from 9¢ over May London.
Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.
Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.