Folha de S.Paulo
Mas, enquanto os estoques de alguns dos melhores grãos diminuem, a demanda global cresce rapidamente, com a ascensão das classes médias em economias emergentes como Brasil, Índia e China, que desenvolvem o hábito de tomar café.
As plantas de café exigem uma mistura certa de temperatura, chuva e períodos de seca para que os grãos amadureçam adequadamente e mantenham o sabor. As pragas dos cafeeiros prosperam em clima mais quente e úmido.
A maioria dos pequenos proprietários de terra na luxuriante região montanhosa de Cauca, na Colômbia, prosperou por décadas fornecendo o café Arabica, cultivado à sombra da floresta tropical, para marcas como Nespresso e Green Mountain.
A escassez do grão Arabica está sendo sentida em Nova York e Paris, enquanto os clientes se assustam com a escalada dos preços. Os analistas temem que a produção de Arabica na Colômbia não se recupere.
As grandes marcas aumentaram os preços no varejo de muitas variedades em 25% ou mais. Os lucros das redes de café como Starbucks e Green Mountain diminuíram. Os futuros do café Arabica aumentaram mais de 85% desde junho, para US$ 2,95 por meio quilo, em parte por causa das preocupações sobre o suprimento, o clima e a futura qualidade, segundo George Kopp, analista do International Futures Group em Chicago.
"A produção de café está sendo ameaçada pelo aquecimento global, e a previsão para o Arabica em particular não é boa", disse Peter Baker, especialista em café do grupo de pesquisa CABI, no Reino Unido, que se concentra em agricultura e meio ambiente, notando que as mudanças climáticas prejudicaram as plantações nas Américas Central e do Sul.
Os cafés das variedades Arabica e Robusta representam virtualmente todo o consumo. Com seu sabor mais delicado e menor conteúdo de cafeína, o Arabica é mais popular e mais caro, embora mais sensível ao clima. A produção de Robusta predomina na Ásia e na África.
As temperaturas médias nas regiões cafeeiras aumentaram quase 1 grau em 30 anos e, em algumas áreas de montanha, o dobro disso, segundo a Cenicafé, o centro de pesquisa do café da Colômbia. A chuva nessa área foi mais de 25% acima da média nos últimos anos.
Com temperaturas mais altas, os brotos das plantas abortam ou seus frutos amadurecem depressa demais. O calor também traz a ferrugem do café, um fungo devastador. As chuvas fortes danificam as flores do Arabica, e os períodos de seca de duas semanas que levam a planta a produzir grãos ocorrem com menos frequência, dizem os plantadores. Os pesquisadores da entidade estão trabalhando duro sobre esse problema.
A federação de cafeicultores aconselhou os agricultores a mudar para uma nova variedade de Arabica mais resistente, que foi desenvolvida pela Cenicafé. Os agricultores resistem porque não podem passar sem a renda enquanto as novas plantas amadurecem. Eles temem que a mudança possa afetar o sabor.
Sabor, qualidade e suprimento são questões delicadas para uma indústria cujos aficionados são notoriamente detalhistas.
A federação de cafeicultores está criando um programa de certificações de "origem do produto" semelhante ao que protege o queijo parmesão da Itália. Dessa maneira, os importadores não serão tentados a substituir o café do Brasil ou da Indonésia.
quarta-feira, 30 de março de 2011
terça-feira, 29 de março de 2011
DNA do café tem dupla personalidade
CIÊNCIA
29/03/2011
Estudo brasileiro mostra que ancestral esquecido do cafeeiro é principal responsável por qualidade da bebida. Fenômeno se dá porque vegetal é híbrido, com genoma duplicado; com dados, estratégia de melhoramento muda
REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA
A chave para produzir um café ainda mais saboroso do que o disponível hoje provavelmente está no DNA de um dos ancestrais do cafeeiro, uma plantinha hoje desprezada pelos agrônomos por ser frágil e difícil de cultivar.
É justamente essa espécie, a Coffea eugenioides, a responsável por legar aos frutos do cafeeiro mais cultivado comercialmente as características mais cobiçadas, como o alto teor de açúcares.
Num estranho caso de dupla personalidade biológica, os genes da C. eugenioides ainda se manifestam de forma independente no organismo da planta cultivada.
Isso porque o C. arabica, cafeeiro mais comum no planeta hoje é um híbrido, resultado do cruzamento natural entre a C. eugenioides e outra espécie, a C. canephora, há cerca de 1 milhão de anos.
"Sabe quando a gente diz que Fulano tem os olhos da mãe e o nariz do pai? É mais ou menos isso, só que depois de um número muitíssimo maior de gerações", explica Gonçalo Guimarães Pereira, pesquisador da Unicamp.
Pereira é um dos autores de dois mapeamentos recentes sobre os genes ativos no C. arabica e no C. canephora, junto com Ramon Vidal (também da Unicamp), Jorge Mondego, do Instituto Agronômico de Campinas, e David Pot, do centro de pesquisas francês Cirad.
Já era esperado um considerável grau de esquisitice no genoma do C. arabica. É que quando as duas espécies "mães" da planta se cruzaram há cerca de 1 milhão de anos, o material genético do vegetal-filho foi duplicado.
Em vez de duas cópias de cada cromossomo, como ocorre com os seres humanos, o genoma do C. arabica tem quatro cópias de cada cromossomo. "Só que a diferença de origem se manteve. É como se houvessem dois subgenomas", diz Pereira.
Esse fenômeno se manifesta até no nível dos tecidos da planta -é como se boa parte dos frutos derivasse apenas da "receita" presente numa das espécies ancestrais, enquanto as raízes viessem da outra espécie-mãe.
No caso, a maneira como a planta comercial processa moléculas como carboidratos e alcaloides parece depender, em grande medida, da C. eugenioides.
Isso não é mera curiosidade: se quiserem plantas com mais qualidade, os produtores muito provavelmente vão precisar cruzar suas variedades com a planta. "E hoje ela é totalmente negligenciada. Para achar um exemplar aqui no Brasil foi um custo", diz Pereira, brincando que ela "é praticamente um matinho".
Para o especialista, o conhecimento pode dar um empurrãozinho na qualidade da safra cafeeira do Brasil, que hoje produz poucos cafés considerados mais finos.
As pesquisas estão nas revistas científicas "Plant Physiology" e "BMC Plant Biology". A equipe recebeu apoio do Consórcio Pesquisa Café e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
29/03/2011
Estudo brasileiro mostra que ancestral esquecido do cafeeiro é principal responsável por qualidade da bebida. Fenômeno se dá porque vegetal é híbrido, com genoma duplicado; com dados, estratégia de melhoramento muda
REINALDO JOSÉ LOPES
EDITOR DE CIÊNCIA
A chave para produzir um café ainda mais saboroso do que o disponível hoje provavelmente está no DNA de um dos ancestrais do cafeeiro, uma plantinha hoje desprezada pelos agrônomos por ser frágil e difícil de cultivar.
É justamente essa espécie, a Coffea eugenioides, a responsável por legar aos frutos do cafeeiro mais cultivado comercialmente as características mais cobiçadas, como o alto teor de açúcares.
Num estranho caso de dupla personalidade biológica, os genes da C. eugenioides ainda se manifestam de forma independente no organismo da planta cultivada.
Isso porque o C. arabica, cafeeiro mais comum no planeta hoje é um híbrido, resultado do cruzamento natural entre a C. eugenioides e outra espécie, a C. canephora, há cerca de 1 milhão de anos.
"Sabe quando a gente diz que Fulano tem os olhos da mãe e o nariz do pai? É mais ou menos isso, só que depois de um número muitíssimo maior de gerações", explica Gonçalo Guimarães Pereira, pesquisador da Unicamp.
Pereira é um dos autores de dois mapeamentos recentes sobre os genes ativos no C. arabica e no C. canephora, junto com Ramon Vidal (também da Unicamp), Jorge Mondego, do Instituto Agronômico de Campinas, e David Pot, do centro de pesquisas francês Cirad.
Já era esperado um considerável grau de esquisitice no genoma do C. arabica. É que quando as duas espécies "mães" da planta se cruzaram há cerca de 1 milhão de anos, o material genético do vegetal-filho foi duplicado.
Em vez de duas cópias de cada cromossomo, como ocorre com os seres humanos, o genoma do C. arabica tem quatro cópias de cada cromossomo. "Só que a diferença de origem se manteve. É como se houvessem dois subgenomas", diz Pereira.
Esse fenômeno se manifesta até no nível dos tecidos da planta -é como se boa parte dos frutos derivasse apenas da "receita" presente numa das espécies ancestrais, enquanto as raízes viessem da outra espécie-mãe.
No caso, a maneira como a planta comercial processa moléculas como carboidratos e alcaloides parece depender, em grande medida, da C. eugenioides.
Isso não é mera curiosidade: se quiserem plantas com mais qualidade, os produtores muito provavelmente vão precisar cruzar suas variedades com a planta. "E hoje ela é totalmente negligenciada. Para achar um exemplar aqui no Brasil foi um custo", diz Pereira, brincando que ela "é praticamente um matinho".
Para o especialista, o conhecimento pode dar um empurrãozinho na qualidade da safra cafeeira do Brasil, que hoje produz poucos cafés considerados mais finos.
As pesquisas estão nas revistas científicas "Plant Physiology" e "BMC Plant Biology". A equipe recebeu apoio do Consórcio Pesquisa Café e da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
Café ganha aliado de peso no Governo Federal
Ministro Fernando Pimentel reafirma compromisso com setor, em conversa com o deputado Carlos Melles durante evento em Belo Horizonte, com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do governador Antonio Anastasia.
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, tomou a iniciativa na segunda-feira (28), em Belo Horizonte, de reafirmar que tem o compromisso de ser um aliado da cafeicultura nacional junto ao Governo Federal. A informação é do presidente da Cooparaiso, deputado Carlos Melles, que encontrou-se com o ministro no evento de lançamento do programa Rede Cegonha, com a participação da presidenta Dilma Rousseff e do governador Antonio Anastasia. Melles participou da solenidade como secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas.
Embora a política pública de café esteja na alçada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, comandado pelo ministro Wagner Rossi, a contribuição de Pimentel é importante, na medida em que o ministro - durante a campanha eleitoral em 2010 - conheceu de perto os problemas que afligem o setor produtor de café, dedicando inclusive espaços em suas inserções nos programas eleitorais gratuitos para tratar especificamente do tema. Além disso, o ministro ocupa uma pasta que conhece a importância do café na balança comercial e, por conseqüência, o peso do produto na área social, como fator gerador de emprego e renda. São 1.800 municípios que tem na atividade cafeeira a locomotiva de suas economias e cerca de 8 milhões de empregos gerador no país, de forma direta e indireta.
De acordo com Melles, o ministro Pimentel destacou a necessidade de organização do setor, fato que Carlos Melles disse concordar. “Eu tenho uma expectativa positiva de que possamos nos entender melhor com o governo federal, temos que estar melhor organizados para levar novamente ao governo a situação de crise que ainda persiste em função das safras que perdemos. Atualmente o preço está muito bom (a saca de 60 kg do arábica está sendo cotada em média a R$ 520,00), mas temos um estoque de dívidas a resolver e não temos uma política para dar sustentação a esta alta nos preços”, explicou Melles.
Outro ponto que sinaliza favoravelmente ao setor, além dos preços atuais do produto, é o compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff com o setor produtor, ainda durante sua campanha. Dilma declarou em Varginha, em 16 de setembro de 2010, que iria tratar a cafeicultura como prioridade. “Aqui bate o coração do café, em parceria com o governo do estado, darei todo apoio a esta atividade”, disse a então candidata petista.
Na oportunidade, mesmo em plena campanha, Dilma obteve a confiança de lideranças do setor, entre as quais, declaração pública do próprio deputado Carlos Melles, então presidente da Frente Parlamentar do Café, que reunia 314 deputados e senadores. Vá ao YouTube e acesse o vídeo pelas palavras-chave “Melles Dilma Café”, e verá o agradecimento da Frente ao compromisso assumido pela atual presidente. Compromisso que agora o setor quer resgatar.
Coffee Break
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, tomou a iniciativa na segunda-feira (28), em Belo Horizonte, de reafirmar que tem o compromisso de ser um aliado da cafeicultura nacional junto ao Governo Federal. A informação é do presidente da Cooparaiso, deputado Carlos Melles, que encontrou-se com o ministro no evento de lançamento do programa Rede Cegonha, com a participação da presidenta Dilma Rousseff e do governador Antonio Anastasia. Melles participou da solenidade como secretário de Estado de Transportes e Obras Públicas.
Embora a política pública de café esteja na alçada do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa, comandado pelo ministro Wagner Rossi, a contribuição de Pimentel é importante, na medida em que o ministro - durante a campanha eleitoral em 2010 - conheceu de perto os problemas que afligem o setor produtor de café, dedicando inclusive espaços em suas inserções nos programas eleitorais gratuitos para tratar especificamente do tema. Além disso, o ministro ocupa uma pasta que conhece a importância do café na balança comercial e, por conseqüência, o peso do produto na área social, como fator gerador de emprego e renda. São 1.800 municípios que tem na atividade cafeeira a locomotiva de suas economias e cerca de 8 milhões de empregos gerador no país, de forma direta e indireta.
De acordo com Melles, o ministro Pimentel destacou a necessidade de organização do setor, fato que Carlos Melles disse concordar. “Eu tenho uma expectativa positiva de que possamos nos entender melhor com o governo federal, temos que estar melhor organizados para levar novamente ao governo a situação de crise que ainda persiste em função das safras que perdemos. Atualmente o preço está muito bom (a saca de 60 kg do arábica está sendo cotada em média a R$ 520,00), mas temos um estoque de dívidas a resolver e não temos uma política para dar sustentação a esta alta nos preços”, explicou Melles.
Outro ponto que sinaliza favoravelmente ao setor, além dos preços atuais do produto, é o compromisso assumido pela presidente Dilma Rousseff com o setor produtor, ainda durante sua campanha. Dilma declarou em Varginha, em 16 de setembro de 2010, que iria tratar a cafeicultura como prioridade. “Aqui bate o coração do café, em parceria com o governo do estado, darei todo apoio a esta atividade”, disse a então candidata petista.
Na oportunidade, mesmo em plena campanha, Dilma obteve a confiança de lideranças do setor, entre as quais, declaração pública do próprio deputado Carlos Melles, então presidente da Frente Parlamentar do Café, que reunia 314 deputados e senadores. Vá ao YouTube e acesse o vídeo pelas palavras-chave “Melles Dilma Café”, e verá o agradecimento da Frente ao compromisso assumido pela atual presidente. Compromisso que agora o setor quer resgatar.
Coffee Break
Market Tuesday 29/3/2011
Market Tuesday 29/3/2011
The new fund made coffee in the New York Stock Exchange at 257.80 today opened the day's low at 263.95 has a maximum of 264.00 and fell to the lowest. After the retreat came to test the high of the day and closed the day up 261.45 points lower at 250 which represents US3, $ 30 per bag.
Bmf on the New York market following, but as the schedules do not coincide in the market opened gap down to $ 325.00 to 324.00 made the slightest recovered did the maximum 330.35 and closed at 329.50.
Coffee 260.5 broke the resistance, but could not close at this level, but the market continues to show that we can have a stronger realization.
The resistance at 263.95, 266.05, 270.00, support at 260.95 260, 00, 257.8 and 254.05.
The continuation of the correction target to play 252.00.
The physical market with few businesses waiting for the new season where we will drive vendors have to sell a better market.
Technically the market shows a correction for the short term, but the fundamentals have not changed anything, low inventory, low yield, high consumption, so this correction would be only in the short term, but for the long term we have no news.
The industry continues to Mao's mouth.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
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Novo! Clique nas palavras acima para ver traduções alternativas. Dispensar
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The new fund made coffee in the New York Stock Exchange at 257.80 today opened the day's low at 263.95 has a maximum of 264.00 and fell to the lowest. After the retreat came to test the high of the day and closed the day up 261.45 points lower at 250 which represents US3, $ 30 per bag.
Bmf on the New York market following, but as the schedules do not coincide in the market opened gap down to $ 325.00 to 324.00 made the slightest recovered did the maximum 330.35 and closed at 329.50.
Coffee 260.5 broke the resistance, but could not close at this level, but the market continues to show that we can have a stronger realization.
The resistance at 263.95, 266.05, 270.00, support at 260.95 260, 00, 257.8 and 254.05.
The continuation of the correction target to play 252.00.
The physical market with few businesses waiting for the new season where we will drive vendors have to sell a better market.
Technically the market shows a correction for the short term, but the fundamentals have not changed anything, low inventory, low yield, high consumption, so this correction would be only in the short term, but for the long term we have no news.
The industry continues to Mao's mouth.
Wagner Pimentel
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Mercado de terça feira 29/3/2011
Mercado de terça feira 29/3/2011
O café fez novo fundo na bolsa de Nova Iorque hoje 257,80 na mínima do dia abriu a 263,95 fez um à máxima de 264,00 e recuou para a mínima. Apos o recuo veio pra testar a máxima do dia e fechou o dia em 261,45 com 250 pontos de baixa o que representa US3,30 dólares por saca.
Na Bmf o mercado segue Nova Iorque, mas como os horários não coincidem o mercado abriu em gap down a 325,00 dólares fez a mínima em 324,00 se recuperou fez a máxima em 330,35 e fechou a 329,50.
O café rompeu a resistência 260,5, mas não conseguiu fechar neste patamar, mas o mercado continua mostrando que poderemos ter uma realização mais forte.
A resistência em 263,95, 266,05, 270,00, suporte em 260,95 260, 00, 257,8, e 254,05.
A continuação da correção joga o alvo para 252,00.
O mercado físico com poucos negócios a espera da safra nova, onde teremos vendedores precisando vender uma movimentação melhor do mercado.
Tecnicamente o mercado mostra uma correção para o curto prazo, mas os fundamentos não mudaram em nada, estoque baixo, safra baixa, consumo em alta, portanto esta correção seria só no curto prazo, mas para o longo prazo não temos novidades.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
O café fez novo fundo na bolsa de Nova Iorque hoje 257,80 na mínima do dia abriu a 263,95 fez um à máxima de 264,00 e recuou para a mínima. Apos o recuo veio pra testar a máxima do dia e fechou o dia em 261,45 com 250 pontos de baixa o que representa US3,30 dólares por saca.
Na Bmf o mercado segue Nova Iorque, mas como os horários não coincidem o mercado abriu em gap down a 325,00 dólares fez a mínima em 324,00 se recuperou fez a máxima em 330,35 e fechou a 329,50.
O café rompeu a resistência 260,5, mas não conseguiu fechar neste patamar, mas o mercado continua mostrando que poderemos ter uma realização mais forte.
A resistência em 263,95, 266,05, 270,00, suporte em 260,95 260, 00, 257,8, e 254,05.
A continuação da correção joga o alvo para 252,00.
O mercado físico com poucos negócios a espera da safra nova, onde teremos vendedores precisando vender uma movimentação melhor do mercado.
Tecnicamente o mercado mostra uma correção para o curto prazo, mas os fundamentos não mudaram em nada, estoque baixo, safra baixa, consumo em alta, portanto esta correção seria só no curto prazo, mas para o longo prazo não temos novidades.
Wagner Pimentel
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market internacional cafe
market internacional cafe
Colombians, UGQ, were offered FOB, for Apr./May shipment from 24¢ to 29¢ over the relevant months “C.” Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for Apr./May shipment from 30¢ to 33¢ over the relevant months “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 10¢ over the relevant months “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 5¢ over the relevant months “C.” Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 2¢ under the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for Apr/May shipment from 24¢ to 20¢ under the relevant months “C.” Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Apr. shipment from 2¢ under May London.
Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Apr. crossing from 16¢ over May “C.” Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Apr./May shipment from 14¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Apr. shipment from 20¢ to 21¢ over May “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Apr. shipment from $15 to $16 over May “C.” Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $22 to $23 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $30 to $31 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Apr. shipment from $30 over per 46 kilos, May “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $33 to $37 the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Apr. shipment from $14 over May “C.” High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr. shipment from $24 over per 46 kilos, May “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $27 to $28 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Apr. shipment were offered FOB from $23 to $24 over May “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. shipment from $3 to $4 over May “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $7 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $15 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $11 to $13 over the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Apr. shipment from 15¢ over May London. Vietnam robustas, grade 1, were offered exdock for Apr. shipment from 9¢ over May London.
Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.
Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.
Colombians, UGQ, were offered FOB, for Apr./May shipment from 24¢ to 29¢ over the relevant months “C.” Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB, for Apr./May shipment from 30¢ to 33¢ over the relevant months “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 10¢ over the relevant months “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 5¢ over the relevant months “C.” Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 2¢ under the relevant months “C.”
Santos 3/4s were offered FOB for Apr/May shipment from 24¢ to 20¢ under the relevant months “C.” Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Apr. shipment from 2¢ under May London.
Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Apr. crossing from 16¢ over May “C.” Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Apr./May shipment from 14¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Apr. shipment from 20¢ to 21¢ over May “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Apr. shipment from $15 to $16 over May “C.” Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $22 to $23 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $30 to $31 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Apr. shipment from $30 over per 46 kilos, May “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $33 to $37 the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Apr. shipment from $14 over May “C.” High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr. shipment from $24 over per 46 kilos, May “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Apr./May shipment from $27 to $28 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Apr. shipment were offered FOB from $23 to $24 over May “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr. shipment from $3 to $4 over May “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Apr./May shipment from $7 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $15 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment, per 46 kilos, from $11 to $13 over the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Apr. shipment from 15¢ over May London. Vietnam robustas, grade 1, were offered exdock for Apr. shipment from 9¢ over May London.
Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.
Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Apr. shipment from 7¢ over May London.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Market Monday 28/03/2011
Market Monday 28/03/2011
The market closed again on the Monday low of 465 points at 263.95 cents per pound weight.
The appeal of roasters that the price was too high and that the market needed a stronger fix to find a balance point seems to me that taking force and all operators who already believe is inevitable.
It would be a market this unique and fascinating is that the coffee market, the market would fall in between the Brazilian crop, low in stock, but also rose to the call super Brazilian harvest would not be surprising if it were to happen.
The shoulder head shoulder graphical figure that appears on the market to break the neck is straight from the disruption of 260.00.
Value that is very close to happening, but I'm still not totally convinced that market forces.
If that happens we will open trade in the selling end, because the aim of this shoulder head shoulder for me would be a third wave down would be a target at 245.00 after 230.00 and 215.00 final target. Let's wait to make the decision.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
The market closed again on the Monday low of 465 points at 263.95 cents per pound weight.
The appeal of roasters that the price was too high and that the market needed a stronger fix to find a balance point seems to me that taking force and all operators who already believe is inevitable.
It would be a market this unique and fascinating is that the coffee market, the market would fall in between the Brazilian crop, low in stock, but also rose to the call super Brazilian harvest would not be surprising if it were to happen.
The shoulder head shoulder graphical figure that appears on the market to break the neck is straight from the disruption of 260.00.
Value that is very close to happening, but I'm still not totally convinced that market forces.
If that happens we will open trade in the selling end, because the aim of this shoulder head shoulder for me would be a third wave down would be a target at 245.00 after 230.00 and 215.00 final target. Let's wait to make the decision.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
Mercado de segunda feira 28/03/2011
Mercado de segunda feira 28/03/2011
O mercado fechou a segunda feira novamente em baixa de 465 pontos a 263,95 cents de dólar por libra peso.
O apelo dos torradores que o preço estaria muito alto e que o mercado precisaria de uma correção mais forte para se achar um ponto de equilíbrio me parece que esta tomando força e todos os operadores já acredita que é inevitável.
Seria mais uma deste mercado inédito e fascinante que é o mercado de café, o mercado cairia na entre safra brasileira, com estoque baixo, mas também subiu na chamada super safra brasileira, não seria de estranhar se viesse acontecer.
O ombro cabeça ombro a figura gráfica que aparece no mercado o rompimento da reta pescoço se da no rompimento de 260,00.
Valor que esta muito perto de acontecer, mas ainda não estou totalmente convencido desta força do mercado.
Se acontecer iremos abrir trade na ponta vendedora, pois o alvo deste ombro cabeça ombro que pra mim seria uma onda 3 pra baixo seria alvo 1 em 245,00 depois 230,00 e 215,00 alvo final. Vamos aguardar para tomar a decisão.
Wagner Pimentel
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O mercado fechou a segunda feira novamente em baixa de 465 pontos a 263,95 cents de dólar por libra peso.
O apelo dos torradores que o preço estaria muito alto e que o mercado precisaria de uma correção mais forte para se achar um ponto de equilíbrio me parece que esta tomando força e todos os operadores já acredita que é inevitável.
Seria mais uma deste mercado inédito e fascinante que é o mercado de café, o mercado cairia na entre safra brasileira, com estoque baixo, mas também subiu na chamada super safra brasileira, não seria de estranhar se viesse acontecer.
O ombro cabeça ombro a figura gráfica que aparece no mercado o rompimento da reta pescoço se da no rompimento de 260,00.
Valor que esta muito perto de acontecer, mas ainda não estou totalmente convencido desta força do mercado.
Se acontecer iremos abrir trade na ponta vendedora, pois o alvo deste ombro cabeça ombro que pra mim seria uma onda 3 pra baixo seria alvo 1 em 245,00 depois 230,00 e 215,00 alvo final. Vamos aguardar para tomar a decisão.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
Carvalhaes - Café operou em baixa acentuada no decorrer da semana
Santos, sexta-feira, 25 de março de 2011
Escritório Carvalhaes
O crescente número de notícias negativas para a economia mundial levou muitos investidores a adotarem uma postura mais cautelosa e diversos mercados tiveram uma semana de resultados negativos, entre eles o do café.
A crise financeira na zona do euro retornou às manchetes ao ficar claro que mais um país, Portugal, será obrigado a pedir ajuda para arrumar suas contas e voltar a se adequar aos padrões da união monetária. A escalada da intervenção militar internacional para implantar uma zona de exclusão aérea na Líbia aumenta a tensão no oriente médio, região vital para o abastecimento mundial de petróleo. A situação no Japão com o terremoto, tsunami e crise nuclear devido aos danos sofridos na usina de Fukushima, levaram mais incertezas aos analistas econômicos. Esses acontecimentos acabaram derrubando muitas bolsas ao redor do mundo.
As de café operaram em baixa acentuada no decorrer da semana, mas começaram a se recuperar ontem à tarde e hoje, sexta-feira, a ICE em Nova Iorque já fechou em alta de 280 pontos. O mercado físico brasileiro não acompanhou a baixa das bolsas. Alguns compradores diminuíram o valor de suas ofertas e os vendedores se retiraram do mercado. Os fundamentos do mercado de café se revelam mais consistentes a cada dia, levando os cafeicultores a não aceitarem pressão sobre os preços. Com a reversão das bolsas a partir do final do pregão de ontem, as ofertas voltaram ao patamar da semana passada e vários lotes foram vendidos.
A CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento divulgou seu relatório final do “Levantamento de Estoques Privados de Café do Brasil”, adotando como data de referência o próximo dia 31 de março. O volume apurado foi de 8 943 988 sacas, confirmando que na prática o estoque de passagem em 30 de junho próximo será zero. Se adotarmos para os últimos três meses do ano-safra, abril, maio e junho, um consumo interno médio mensal de 1,5 milhão de sacas e exportação média mensal de 2,5 milhões de sacas, precisaremos, até o final de junho, de 12 milhões de sacas!
Esses números indicam que os primeiros lotes da nova safra 2011/2012 serão usados para fechar o “balanço” do ano-safra que está terminando. Como a nova safra, de ciclo baixo, não será suficiente nem para as necessidades brasileiras de consumo e exportação do novo ano-safra, que começará em primeiro de julho, fica clara a razão do nervosismo dos operadores e dos factóides que são lançados quase que diariamente no mercado, tentando levantar uma cortina de fumaça sobre os fundamentos.
Até o dia 24, os embarques de março estavam em 1.354.557 sacas de café arábica, 81.026 sacas de café conillon, somando 1.435.583 sacas de café verde, e 157.177 sacas de solúvel, contra 1.461.504 sacas no mesmo dia de janeiro. Até o dia 24, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em março totalizavam 2.081.640 sacas, contra 2.264.645 sacas no mesmo dia do mês anterior.
A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 18, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 25, caiu nos contratos para entrega em maio próximo, 760 pontos ou US$ 10,06 (R$ 12,61) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em maio próximo na ICE fecharam no dia 18 a R$ 610,15/saca e hoje, dia 25, a R$ 589,09/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em maio, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 280 pontos.
Escritório Carvalhaes
O crescente número de notícias negativas para a economia mundial levou muitos investidores a adotarem uma postura mais cautelosa e diversos mercados tiveram uma semana de resultados negativos, entre eles o do café.
A crise financeira na zona do euro retornou às manchetes ao ficar claro que mais um país, Portugal, será obrigado a pedir ajuda para arrumar suas contas e voltar a se adequar aos padrões da união monetária. A escalada da intervenção militar internacional para implantar uma zona de exclusão aérea na Líbia aumenta a tensão no oriente médio, região vital para o abastecimento mundial de petróleo. A situação no Japão com o terremoto, tsunami e crise nuclear devido aos danos sofridos na usina de Fukushima, levaram mais incertezas aos analistas econômicos. Esses acontecimentos acabaram derrubando muitas bolsas ao redor do mundo.
As de café operaram em baixa acentuada no decorrer da semana, mas começaram a se recuperar ontem à tarde e hoje, sexta-feira, a ICE em Nova Iorque já fechou em alta de 280 pontos. O mercado físico brasileiro não acompanhou a baixa das bolsas. Alguns compradores diminuíram o valor de suas ofertas e os vendedores se retiraram do mercado. Os fundamentos do mercado de café se revelam mais consistentes a cada dia, levando os cafeicultores a não aceitarem pressão sobre os preços. Com a reversão das bolsas a partir do final do pregão de ontem, as ofertas voltaram ao patamar da semana passada e vários lotes foram vendidos.
A CONAB – Companhia Nacional de Abastecimento divulgou seu relatório final do “Levantamento de Estoques Privados de Café do Brasil”, adotando como data de referência o próximo dia 31 de março. O volume apurado foi de 8 943 988 sacas, confirmando que na prática o estoque de passagem em 30 de junho próximo será zero. Se adotarmos para os últimos três meses do ano-safra, abril, maio e junho, um consumo interno médio mensal de 1,5 milhão de sacas e exportação média mensal de 2,5 milhões de sacas, precisaremos, até o final de junho, de 12 milhões de sacas!
Esses números indicam que os primeiros lotes da nova safra 2011/2012 serão usados para fechar o “balanço” do ano-safra que está terminando. Como a nova safra, de ciclo baixo, não será suficiente nem para as necessidades brasileiras de consumo e exportação do novo ano-safra, que começará em primeiro de julho, fica clara a razão do nervosismo dos operadores e dos factóides que são lançados quase que diariamente no mercado, tentando levantar uma cortina de fumaça sobre os fundamentos.
Até o dia 24, os embarques de março estavam em 1.354.557 sacas de café arábica, 81.026 sacas de café conillon, somando 1.435.583 sacas de café verde, e 157.177 sacas de solúvel, contra 1.461.504 sacas no mesmo dia de janeiro. Até o dia 24, os pedidos de emissão de certificados de origem para embarque em março totalizavam 2.081.640 sacas, contra 2.264.645 sacas no mesmo dia do mês anterior.
A bolsa de Nova Iorque – ICE, do fechamento do dia 18, sexta-feira, até o fechamento de hoje, sexta-feira, dia 25, caiu nos contratos para entrega em maio próximo, 760 pontos ou US$ 10,06 (R$ 12,61) por saca. Em reais por saca, as cotações para entrega em maio próximo na ICE fecharam no dia 18 a R$ 610,15/saca e hoje, dia 25, a R$ 589,09/saca. Hoje, sexta-feira, nos contratos para entrega em maio, a bolsa de Nova Iorque fechou com alta de 280 pontos.
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