Market international coffee spot
Colombians, UGQ, were offered FOB for Mar./Apr. shipment from 15¢ to 20¢ over May “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB for Mar./Apr. shipment from 21¢ to 26¢ over May “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 6¢ over the relevant months “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Apr./May/June equal shipment from 3¢ under the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Mar. through June equal shipment from 8¢ under the relevant months “C.”
Santos 4s were offered FOB for Mar./Apr/May equal shipment from 31¢ to 29¢ under the relevant months “C,” depending on description.
Brazil conillon robustas, 5/6s, screen 13, were offered FOB for Mar. shipment from 5.5¢ over May London. Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Mar./Apr. crossing from 20¢ to 22¢ over May “C.”
Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Mar./Apr. shipment from 18¢ to 20¢ over May “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Mar. shipment from 28¢ over May “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Mar./Apr. shipment from $18 over May “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Mar./Apr. shipment from $24 to $25 over, per 46 kilos, May “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Mar./Apr./May equal shipment from $33 to $35 over the relevant months “C.”
Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Mar./Apr. shipment from $32 over per 46 kilos, May “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Mar./Apr./May equal shipment from $37 to $38 over the relevant months “C.”
Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Mar./Apr. shipment from $16 over May “C.” High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Mar./Apr. shipment from $22 over per 46 kilos, May “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Mar./Apr./May equal shipment from $24 over, per 46 kilos, May “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Mar./Apr. shipment were offered FOB from $20 to $21 over May “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Mar./Apr. shipment from $4 to $5 over May “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Mar./Apr./May equal shipment from $7 to $9 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Apr. shipment, per 46 kilos, from $15 over May “C.”
Hard bean Perus, MCs, were offered FOB for Apr. shipment, per 46 kilos, from $11 to $13 over May “C.” Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Mar. shipment from 15¢ over May London. Ivory Coast robustas, grade 2, were offered exdock for prompt shipment from 16¢ over May London.
Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Mar. shipment from 6¢ over May London. Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Mar. shipment from 8¢ over May London.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
77,97, 11
77,97, 11
O que significam estes números 77,97 e 11 não é nenhuma charada ou nenhum resultado de estudo matemático, são os anos onde tivemos as maiores altas no setor cafeeiro.
Em 1.977 o preço do café teve a sua maior marca na bolsa Norte Americana atingindo o topo histórico na casa de $ 337,50 cents de dólar por libra peso, topo hoje respeitado e a ser batido em futuro próximo.
Naquele tempo 1.977, o mercado teve seu ápice devido a uma geada negra no Paraná estado brasileiro que então respondia pela maior produção do setor cafeeiro, geada esta que foi no ano de 1.975, que foi a pá de cal desta região cafeeira, depois disso a cafeicultura buscou por novas áreas produtoras, o consumo mundial ficava em 1.977 na casa de 75 milhões de sacas, para uma produção de café que se equilibrava na época com o consumo na casa também de 75 milhões de sacas, no ano da geada o estoque de passagem dos países produtores era de 44 milhões de sacas de café o que no ano de 1.977 caiu violentamente pelo fator climático citado acima 25 milhões de sacas, neste período da cafeicultura existia algumas particularidades que temos que destacar:
1- O acordo internacional do café onde não poderia se vender café abaixo de $1,20 dólar por libra peso o que daria o piso para o preço do café
2- Financiamento para abertura de novas áreas com prazo de sete anos de carência para pagamento, mostrando que a cafeicultura tinha uma política agrícola e estava em expansão.
3- Mão-de-obra abundante nas propriedades rurais e barata.
O estoque mundial mínimo de passagem desta época foi entre 1979 e 1980 que ficou em 30.450 milhões de sacas onde sua maior parte ainda ficava nos países produtores que detinham 25 milhões de sacas.
Ainda em 1.977 tivemos a máxima de preço em $337,50 e uma mínima de $148,05 cents de dólar por libra peso o que mostra um total descontrole dos preços e a sua manipulação e uma total desinformação dos países produtores, pois, tivemos o menor estoque de passagem logo dois anos apos.
Em 1.997 tivemos novamente um novo pico de preço, aonde chegamos ao topo não histórico, mas da época em $3,18 cents de dólar por libra peso, novamente pico causado por uma geada que ocorreu no ano de 1.994, o mercado vinha de um período onde os estoques mundiais estavam muitíssimo altos e os preços estavam testando valores muito baixos, onde anos anteriores a geada o mercado trabalhava na bolsa entre mínima de 49,50 e máxima de 94,55.
Fatos que temos que levar em consideração é que durante a década de 80 o Brasil passava por uma grande crise financeira aonde chegamos a ter inflação de 80% ao mês, onde a aplicação financeira era o melhor negocio que existia, e era neste mercado que a cafeicultura se defendeu nestas aplicações e como toda inflação corroia os salários da época que ficaram muito barato, outro fator que deu sustentação a cafeicultura da época.
O consumo mundial ficava na casa de 108 milhões de sacas de café, para uma produção que ficava na casa de 95 milhões de sacas em anos anteriores a 1.997, e no ano de 1.997 respectivamente foi de 103 milhões de sacas de café, ou seja, abaixo do consumo mundial o que levou o preço a subir.
Fatores que devem ser destacados da cafeicultura da época:
1-o plano real acabou com a inflação onde a alta dos preços do café alavancou a produção da época e o plantio.
2-a mão-de-obra ainda era barata o que contribuiu com o aumento de produção.
3-O acordo internacional do café foi extinto em 1989 e o mercado era livre.
4-a extinção do Instituto Brasileiro do Café, IBC, pelo governo Collor de Melo em 1990.
Com estes preços em alta o produtor aumentou muito o seu plantio o que causou um grande problema em anos futuros.
O menor estoque de passagem neste período foi na safra de 1.999/00 onde caiu para 31.364 milhões de sacas, o que mostra que o mercado trabalha prevendo o futuro próximo, muito perto do menor estoque de passagem que tivemos no pico anterior em 1.977, o estoque de passagem só começou a ser reposto no ano de 2.002, ano que tivemos uma super safra, e ano que tivemos os piores preços da história, onde cravamos o fundo em 42,20 cents de dólar por libra peso e com uma política cambial flutuante e uma troca de governo, onde tivemos preço em reais e em dólares que chega ser ridículo se pensarmos no tamanho do estoque de passagem mundial da época novamente uma desinformação, falta de política cafeeira.
Deste fundo cravado em 2.002 o café começa em uma recuperação de preço em uma tendência de alta que estamos nela ate hoje.
Chegamos em 2.010 e 2.011 com a produção crescente, mas mesmo com o crescimento da produção e novas técnicas de produtividade, os produtores passaram por uma década de prejuízos e o desestimulo era geral não só no Brasil, mas em outros países produtores.
Este ano estamos vendo uma nova escalada nos preços provocados também por fatores climáticos, mas aí começa a diferença desta alta, entre as outras duas escaladas de preços, este fator climático não foi no Brasil e sim nos países da America Central e Colômbia.
Outra diferença é que estes países da America Central perderam a competitividade quando os EUA tiraram o subsidio que dava a estes países, para investir na guerra conta o terrorismo e estão sentindo o gosto do mercado livre.
A produção mundial este ano é recorde que devera fechar este ano safra em 139 milhões de sacas de café para um consumo de café que também é recorde de 138 milhões de sacas de café um muito perto do outro com um estoque de passagem na casa de 35 milhões e sacas de café.
Conclusão desta sopa de números.
1-O fator climático citado acima nos países produtores da America Central e Colômbia mostra ser apenas o pivot para esta escalada de preço, pois vemos um aumento do consumo muito grande baixando muito rápido os estoques.
2- os preços sobem em safra recorde brasileira e mundial.
3-aumento do preço de todas as commodities em geral e não só de café.
4- A Mao de obra se torna o principal fator para um aumento na produção cafeeira no Brasil e no mundo, mão-de-obra cara e escassa
5- A revolução da classe media mundial querendo melhorias no padrão social aumentando o consumo não só de café, mas também de todas as commodities.
6- O aumento do consumo não se deu nos países mais ricos e sim em outros países principalmente nos BRICs com a expansão de suas economias.
7- Não esta havendo ainda um crescimento na área plantada, o que deve prolongar um pouco esta alta.
Bom para finalizar o que temos em cima desses dados é que como o mercado trabalha com uma previsão futura acreditamos que com o aumento do consumo o estoque de passagem ira ficar na casa de 31 milhões de sacas e com uma safra menor no Brasil e com a continuação do aumento do consumo previsto pela Abic acreditamos em um estoque de passagem para 2011/12 nos países produtores abaixo de oito milhões de sacas o menor de todos os tempos, portanto esta escalada ainda esta longe de se acabar.
O plantio devera começar novamente de forma agressiva no final deste ano de 2.011 o que poderá trazer uma safra recorde para o ano de 2.014 em torno de 65/70 milhões de sacas de café no Brasil, mas não sabemos se esta quantidade será suficiente para manter o consumo crescente, nem se haverá problemas climaticos para frustar isto.
Vamos aguardar os acontecimentos e nos manter informados para que o mercado não seja manipulado novamente por falta de informação, pois tivemos fundo de mercado sem ter ápice de estoque.
Uma boa semana a todos e que Deus os abençoe.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
O que significam estes números 77,97 e 11 não é nenhuma charada ou nenhum resultado de estudo matemático, são os anos onde tivemos as maiores altas no setor cafeeiro.
Em 1.977 o preço do café teve a sua maior marca na bolsa Norte Americana atingindo o topo histórico na casa de $ 337,50 cents de dólar por libra peso, topo hoje respeitado e a ser batido em futuro próximo.
Naquele tempo 1.977, o mercado teve seu ápice devido a uma geada negra no Paraná estado brasileiro que então respondia pela maior produção do setor cafeeiro, geada esta que foi no ano de 1.975, que foi a pá de cal desta região cafeeira, depois disso a cafeicultura buscou por novas áreas produtoras, o consumo mundial ficava em 1.977 na casa de 75 milhões de sacas, para uma produção de café que se equilibrava na época com o consumo na casa também de 75 milhões de sacas, no ano da geada o estoque de passagem dos países produtores era de 44 milhões de sacas de café o que no ano de 1.977 caiu violentamente pelo fator climático citado acima 25 milhões de sacas, neste período da cafeicultura existia algumas particularidades que temos que destacar:
1- O acordo internacional do café onde não poderia se vender café abaixo de $1,20 dólar por libra peso o que daria o piso para o preço do café
2- Financiamento para abertura de novas áreas com prazo de sete anos de carência para pagamento, mostrando que a cafeicultura tinha uma política agrícola e estava em expansão.
3- Mão-de-obra abundante nas propriedades rurais e barata.
O estoque mundial mínimo de passagem desta época foi entre 1979 e 1980 que ficou em 30.450 milhões de sacas onde sua maior parte ainda ficava nos países produtores que detinham 25 milhões de sacas.
Ainda em 1.977 tivemos a máxima de preço em $337,50 e uma mínima de $148,05 cents de dólar por libra peso o que mostra um total descontrole dos preços e a sua manipulação e uma total desinformação dos países produtores, pois, tivemos o menor estoque de passagem logo dois anos apos.
Em 1.997 tivemos novamente um novo pico de preço, aonde chegamos ao topo não histórico, mas da época em $3,18 cents de dólar por libra peso, novamente pico causado por uma geada que ocorreu no ano de 1.994, o mercado vinha de um período onde os estoques mundiais estavam muitíssimo altos e os preços estavam testando valores muito baixos, onde anos anteriores a geada o mercado trabalhava na bolsa entre mínima de 49,50 e máxima de 94,55.
Fatos que temos que levar em consideração é que durante a década de 80 o Brasil passava por uma grande crise financeira aonde chegamos a ter inflação de 80% ao mês, onde a aplicação financeira era o melhor negocio que existia, e era neste mercado que a cafeicultura se defendeu nestas aplicações e como toda inflação corroia os salários da época que ficaram muito barato, outro fator que deu sustentação a cafeicultura da época.
O consumo mundial ficava na casa de 108 milhões de sacas de café, para uma produção que ficava na casa de 95 milhões de sacas em anos anteriores a 1.997, e no ano de 1.997 respectivamente foi de 103 milhões de sacas de café, ou seja, abaixo do consumo mundial o que levou o preço a subir.
Fatores que devem ser destacados da cafeicultura da época:
1-o plano real acabou com a inflação onde a alta dos preços do café alavancou a produção da época e o plantio.
2-a mão-de-obra ainda era barata o que contribuiu com o aumento de produção.
3-O acordo internacional do café foi extinto em 1989 e o mercado era livre.
4-a extinção do Instituto Brasileiro do Café, IBC, pelo governo Collor de Melo em 1990.
Com estes preços em alta o produtor aumentou muito o seu plantio o que causou um grande problema em anos futuros.
O menor estoque de passagem neste período foi na safra de 1.999/00 onde caiu para 31.364 milhões de sacas, o que mostra que o mercado trabalha prevendo o futuro próximo, muito perto do menor estoque de passagem que tivemos no pico anterior em 1.977, o estoque de passagem só começou a ser reposto no ano de 2.002, ano que tivemos uma super safra, e ano que tivemos os piores preços da história, onde cravamos o fundo em 42,20 cents de dólar por libra peso e com uma política cambial flutuante e uma troca de governo, onde tivemos preço em reais e em dólares que chega ser ridículo se pensarmos no tamanho do estoque de passagem mundial da época novamente uma desinformação, falta de política cafeeira.
Deste fundo cravado em 2.002 o café começa em uma recuperação de preço em uma tendência de alta que estamos nela ate hoje.
Chegamos em 2.010 e 2.011 com a produção crescente, mas mesmo com o crescimento da produção e novas técnicas de produtividade, os produtores passaram por uma década de prejuízos e o desestimulo era geral não só no Brasil, mas em outros países produtores.
Este ano estamos vendo uma nova escalada nos preços provocados também por fatores climáticos, mas aí começa a diferença desta alta, entre as outras duas escaladas de preços, este fator climático não foi no Brasil e sim nos países da America Central e Colômbia.
Outra diferença é que estes países da America Central perderam a competitividade quando os EUA tiraram o subsidio que dava a estes países, para investir na guerra conta o terrorismo e estão sentindo o gosto do mercado livre.
A produção mundial este ano é recorde que devera fechar este ano safra em 139 milhões de sacas de café para um consumo de café que também é recorde de 138 milhões de sacas de café um muito perto do outro com um estoque de passagem na casa de 35 milhões e sacas de café.
Conclusão desta sopa de números.
1-O fator climático citado acima nos países produtores da America Central e Colômbia mostra ser apenas o pivot para esta escalada de preço, pois vemos um aumento do consumo muito grande baixando muito rápido os estoques.
2- os preços sobem em safra recorde brasileira e mundial.
3-aumento do preço de todas as commodities em geral e não só de café.
4- A Mao de obra se torna o principal fator para um aumento na produção cafeeira no Brasil e no mundo, mão-de-obra cara e escassa
5- A revolução da classe media mundial querendo melhorias no padrão social aumentando o consumo não só de café, mas também de todas as commodities.
6- O aumento do consumo não se deu nos países mais ricos e sim em outros países principalmente nos BRICs com a expansão de suas economias.
7- Não esta havendo ainda um crescimento na área plantada, o que deve prolongar um pouco esta alta.
Bom para finalizar o que temos em cima desses dados é que como o mercado trabalha com uma previsão futura acreditamos que com o aumento do consumo o estoque de passagem ira ficar na casa de 31 milhões de sacas e com uma safra menor no Brasil e com a continuação do aumento do consumo previsto pela Abic acreditamos em um estoque de passagem para 2011/12 nos países produtores abaixo de oito milhões de sacas o menor de todos os tempos, portanto esta escalada ainda esta longe de se acabar.
O plantio devera começar novamente de forma agressiva no final deste ano de 2.011 o que poderá trazer uma safra recorde para o ano de 2.014 em torno de 65/70 milhões de sacas de café no Brasil, mas não sabemos se esta quantidade será suficiente para manter o consumo crescente, nem se haverá problemas climaticos para frustar isto.
Vamos aguardar os acontecimentos e nos manter informados para que o mercado não seja manipulado novamente por falta de informação, pois tivemos fundo de mercado sem ter ápice de estoque.
Uma boa semana a todos e que Deus os abençoe.
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Market international
Market international
In the market for actuals here, Colombians, UGQ, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from 26¢ to 30¢ over the relevant months “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from 31¢ to 35¢ over the relevant months “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Feb. shipment from 4¢ over Mar. “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Feb. through June equal shipment from 8¢ to 6¢ under the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Feb. through June equal shipment from 12¢ to 11¢ under the relevant months “C.”
Santos 4s were offered FOB for Feb. shipment from 32¢ to 29¢ under Mar. “C,” depending on description. Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Feb./Mar. crossing from 20¢ over the relevant months “C.” Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Feb./Mar./Apr. equal shipment from 18¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Feb./Mar./Apr. equal shipment from 28¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Feb./Mar. shipment from $18 over the relevant months “C.”
Extra prime Guatemalas, were offered FOB for Feb. shipment from $21 over Mar. “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Feb. through June equal shipment from $26 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb. through June equal shipment from $34 over the relevant months “C.” Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $30 to $33 over per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $38 to $42 over the relevant months “C.” Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $16 over the relevant months “C.”
High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from $22 over per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from $26 to $28 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Feb./Mar./Apr. equal shipment were offered FOB from $20 to $22 over the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $10 over the relevant months “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb. through May equal shipment from $12 to $14 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Feb./Mar. shipment, per 46 kilos, from $16 to $17 over the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Feb. shipment from 15¢ over Mar. London. Ivory Coast robustas, grade 2, were offered exdock for prompt shipment from 16¢ over Mar. London
. Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Feb. shipment from 6¢ over Mar. London. Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Feb. sh
In the market for actuals here, Colombians, UGQ, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from 26¢ to 30¢ over the relevant months “C.”
Colombian supremos, screen 17/18, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from 31¢ to 35¢ over the relevant months “C.”
Semi washed Brazils, 2/3s, 15/16 were offered FOB for Feb. shipment from 4¢ over Mar. “C.”
Santos 2s, screen 17/18, fine cup, were offered FOB for Feb. through June equal shipment from 8¢ to 6¢ under the relevant months “C.”
Santos 2/3s, medium to good bean, fine cup, were offered FOB for Feb. through June equal shipment from 12¢ to 11¢ under the relevant months “C.”
Santos 4s were offered FOB for Feb. shipment from 32¢ to 29¢ under Mar. “C,” depending on description. Prime Mexicans were offered FOB Laredo for Feb./Mar. crossing from 20¢ over the relevant months “C.” Prime Mexicans, were offered FOB Veracruz for Feb./Mar./Apr. equal shipment from 18¢ over the relevant months “C.”
High grown Mexicans, European preparation, were offered FOB Veracruz for Feb./Mar./Apr. equal shipment from 28¢ over the relevant months “C.”
Prime Guatemalas were offered FOB, per 46 kilos, Feb./Mar. shipment from $18 over the relevant months “C.”
Extra prime Guatemalas, were offered FOB for Feb. shipment from $21 over Mar. “C.”
Hard bean Guatemalas, European preparation, were offered FOB for Feb. through June equal shipment from $26 over, per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb. through June equal shipment from $34 over the relevant months “C.” Hard bean Costa Ricas, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $30 to $33 over per 46 kilos, the relevant months “C,” and strictly hard beans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $38 to $42 over the relevant months “C.” Central standard Salvadors were offered FOB per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $16 over the relevant months “C.”
High grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from $22 over per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Salvadors, European preparation, were offered FOB for Feb./Mar. shipment from $26 to $28 over, per 46 kilos, the relevant months “C.”
Strictly high grown Nicaraguas, European preparation, for Feb./Mar./Apr. equal shipment were offered FOB from $20 to $22 over the relevant months “C.”
High grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb./Mar./Apr. equal shipment from $10 over the relevant months “C.”
Strictly high grown Hondurans, European preparation, were offered FOB, per 46 kilos, for Feb. through May equal shipment from $12 to $14 over the relevant months “C.”
Hard bean Perus, MCMs, were offered FOB for Feb./Mar. shipment, per 46 kilos, from $16 to $17 over the relevant months “C.”
Uganda robustas, screen 15, were offered exdock for Feb. shipment from 15¢ over Mar. London. Ivory Coast robustas, grade 2, were offered exdock for prompt shipment from 16¢ over Mar. London
. Vietnam robustas, grade 2, were offered exdock for Feb. shipment from 6¢ over Mar. London. Indonesian robustas, grade 4, 80 defects, were offered exdock for Feb. sh
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Os Números e a Cafeicultura.
Os Números e a Cafeicultura.
A matemática ciência exata onde os resultados são feitos em cima de cálculos com resultados previstos.
A cafeicultura tem sua própria ciência em cálculos onde os resultados nos deixa profundamente entediado e revoltado com tamanho descaso, por um setor que movimenta oito milhões de trabalhadores diretos e/ou indiretos em nosso país a fora.
Em um artigo esta semana um grande e conceituado comentarista de nosso agronegócio Rodrigo Costa diretor do setor café da New Hedge em Nova Iorque levanta novamente a questão dos números de safra brasileira, que vem ha mais de uma década digervindo entre os participantes deste mercado, enquanto se nos basearmos pelos números da entidade governamental a Conab que seria a responsável para manter a estatística do setor, estaríamos com um déficit entre produção e consumo, sem entrar na exatidão dos números apesar de não ser difícil de levantá-los, este déficit estaria na casa de 50 milhões de sacas de café nos últimos 10 anos de apuração do órgão, bom não precisa dizer que algo esta manipulado.
A grande safra brasileira ano safra 2.010/2.011 não seria diferente entre a Conab e o mercado estaria hoje esta divergência um hiato de pelo menos oito milhões de sacas.
Como a matemática é uma ciência exata nos trará resposta inexata quanto aplicamos números que divergem na execução das formulas.
Bom já sabendo que algo esta muito errado basta saber onde esta o erro, na produção, no comércio, na indústria ou na exportação, mas o que realmente interessa é quem estaria sendo beneficiado com esta manipulação.
O produtor a base desta cadeia vem há anos renovando sua divida e prorrogando o pagamento por fechar ano após ano no vermelho, portanto não seria ele o beneficiado o que resta a indústria e o comércio como vilão desta vergonha nacional.
O mercado responde de imediato quanto se encontra uma oportunidade de ganho, e alguns fundos com esta informação entraram na bolsa em meados do ano passado em plena safra “recorde” brasileira e enquanto casas comerciais vendiam para poder recomprar mais barato, sabendo da falência e da falta de informação dos produtores brasileiros, estes fundos compravam.
Se vendo dentro de uma verdadeira ratoeira estas empresas vêm pagando margens para estes fundos e rolando o prejuízo para vencimentos futuros esperando que se colha uma verdadeira safra “recorde” ou a quebra de um novo Leman Brother, o que fez desencadear a maior crise financeira do mundo em 2.008, onde estes fundos que já estavam comprados naquela época, na necessidade de fazer dinheiro pelo tamanho dos saques que estavam tendo venderam suas posições de comprado e salvaram estas empresas da ratoeira anterior.
No Brasil esta semana a Bmf bolsa de mercadoria e futuros mostrou que algo estaria errado com os números da vergonha, esta bolsa que trabalha com café natural diferente da bolsa norte americano que trabalha com café despolpado, ficou com diferencial positivo o que normalmente seria negativo, ou seja, pagou se ágio pelo café natural, ante a bolsa americana, e sabendo que são mercadorias diferentes e com preparos diferentes e valores comerciais diferentes mostra que tem algo estranho no ar.
Os fundos novamente aumentaram suas posições de comprado em Nova Iorque no rompimento da casa de 2,50 dólares por libra peso o que nos leva a crer que o mercado estaria longe de uma realização e deixando a cabeça dos vendidos um tanto mais dolorida.
O preço do nosso café que estamos hoje vivendo, realmente em momentos normais seria momentos bearish, e que os vendedores estariam rindo de orelha a orelha com seus lucros.
Mas já venho dizendo que são novos tempos, com consumo em alta, com estoques baixos, o que terá que ser estudado pelos economistas como o milagre “classe media”, o que é visto ao redor do mundo por todas as economias emergentes uma verdadeira avalanche de consumo, o que era privilegio dos países ricos e das comunidades ricas.
Com a safra brasileira entrando em ciclo de produtividade baixa, pois estaremos agora entrando nos próximos três anos com dois anos de ciclos baixos para um de alta, levará a crise de estoque por menos mais três anos.
Vejo ainda a tendência de alta por mais tempo o que trará em médio prazo o rompimento do topo histórico fato que também aconteceu há duas semanas com algodão outra commodity que esta em tendência de alta, estoque baixo e alto consumo.
A tendência de alta do café poderá ser duradoura ou simplesmente mais uma armadilha para que o produtor plante café desenfreado mente, mas isto é um tema para outro artigo.
O governo brasileiro tem que entender a oportunidade em que o mercado esta dando para levantar dados mais precisos de safra de estoque para que o produtor fique mais bem informado, e não entre de novo em período de perder seu patrimônio, o produtor deve cobrar do governo, das cooperativas, dos exportadores, mais clareza para poder administrar sua produção e patrimônio.
Acredito para esta semana em rali de recompra com o vencimento dos contratos de café na bolsa de Nova Iorque e que tenhamos mais uma semana de alta e firmeza no mercado, onde o próximo alvo da bolsa americana de café fica em 268,30, alvo geométrico de rompimento de consolidação. O que levara também a mais um rali na BMF.
Os produtores devem esperar por mais esta semana para fazer preços e para vender parte de sua safra vindoura.
Uma boa semana a todos e que Deus nos abençoe
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
A matemática ciência exata onde os resultados são feitos em cima de cálculos com resultados previstos.
A cafeicultura tem sua própria ciência em cálculos onde os resultados nos deixa profundamente entediado e revoltado com tamanho descaso, por um setor que movimenta oito milhões de trabalhadores diretos e/ou indiretos em nosso país a fora.
Em um artigo esta semana um grande e conceituado comentarista de nosso agronegócio Rodrigo Costa diretor do setor café da New Hedge em Nova Iorque levanta novamente a questão dos números de safra brasileira, que vem ha mais de uma década digervindo entre os participantes deste mercado, enquanto se nos basearmos pelos números da entidade governamental a Conab que seria a responsável para manter a estatística do setor, estaríamos com um déficit entre produção e consumo, sem entrar na exatidão dos números apesar de não ser difícil de levantá-los, este déficit estaria na casa de 50 milhões de sacas de café nos últimos 10 anos de apuração do órgão, bom não precisa dizer que algo esta manipulado.
A grande safra brasileira ano safra 2.010/2.011 não seria diferente entre a Conab e o mercado estaria hoje esta divergência um hiato de pelo menos oito milhões de sacas.
Como a matemática é uma ciência exata nos trará resposta inexata quanto aplicamos números que divergem na execução das formulas.
Bom já sabendo que algo esta muito errado basta saber onde esta o erro, na produção, no comércio, na indústria ou na exportação, mas o que realmente interessa é quem estaria sendo beneficiado com esta manipulação.
O produtor a base desta cadeia vem há anos renovando sua divida e prorrogando o pagamento por fechar ano após ano no vermelho, portanto não seria ele o beneficiado o que resta a indústria e o comércio como vilão desta vergonha nacional.
O mercado responde de imediato quanto se encontra uma oportunidade de ganho, e alguns fundos com esta informação entraram na bolsa em meados do ano passado em plena safra “recorde” brasileira e enquanto casas comerciais vendiam para poder recomprar mais barato, sabendo da falência e da falta de informação dos produtores brasileiros, estes fundos compravam.
Se vendo dentro de uma verdadeira ratoeira estas empresas vêm pagando margens para estes fundos e rolando o prejuízo para vencimentos futuros esperando que se colha uma verdadeira safra “recorde” ou a quebra de um novo Leman Brother, o que fez desencadear a maior crise financeira do mundo em 2.008, onde estes fundos que já estavam comprados naquela época, na necessidade de fazer dinheiro pelo tamanho dos saques que estavam tendo venderam suas posições de comprado e salvaram estas empresas da ratoeira anterior.
No Brasil esta semana a Bmf bolsa de mercadoria e futuros mostrou que algo estaria errado com os números da vergonha, esta bolsa que trabalha com café natural diferente da bolsa norte americano que trabalha com café despolpado, ficou com diferencial positivo o que normalmente seria negativo, ou seja, pagou se ágio pelo café natural, ante a bolsa americana, e sabendo que são mercadorias diferentes e com preparos diferentes e valores comerciais diferentes mostra que tem algo estranho no ar.
Os fundos novamente aumentaram suas posições de comprado em Nova Iorque no rompimento da casa de 2,50 dólares por libra peso o que nos leva a crer que o mercado estaria longe de uma realização e deixando a cabeça dos vendidos um tanto mais dolorida.
O preço do nosso café que estamos hoje vivendo, realmente em momentos normais seria momentos bearish, e que os vendedores estariam rindo de orelha a orelha com seus lucros.
Mas já venho dizendo que são novos tempos, com consumo em alta, com estoques baixos, o que terá que ser estudado pelos economistas como o milagre “classe media”, o que é visto ao redor do mundo por todas as economias emergentes uma verdadeira avalanche de consumo, o que era privilegio dos países ricos e das comunidades ricas.
Com a safra brasileira entrando em ciclo de produtividade baixa, pois estaremos agora entrando nos próximos três anos com dois anos de ciclos baixos para um de alta, levará a crise de estoque por menos mais três anos.
Vejo ainda a tendência de alta por mais tempo o que trará em médio prazo o rompimento do topo histórico fato que também aconteceu há duas semanas com algodão outra commodity que esta em tendência de alta, estoque baixo e alto consumo.
A tendência de alta do café poderá ser duradoura ou simplesmente mais uma armadilha para que o produtor plante café desenfreado mente, mas isto é um tema para outro artigo.
O governo brasileiro tem que entender a oportunidade em que o mercado esta dando para levantar dados mais precisos de safra de estoque para que o produtor fique mais bem informado, e não entre de novo em período de perder seu patrimônio, o produtor deve cobrar do governo, das cooperativas, dos exportadores, mais clareza para poder administrar sua produção e patrimônio.
Acredito para esta semana em rali de recompra com o vencimento dos contratos de café na bolsa de Nova Iorque e que tenhamos mais uma semana de alta e firmeza no mercado, onde o próximo alvo da bolsa americana de café fica em 268,30, alvo geométrico de rompimento de consolidação. O que levara também a mais um rali na BMF.
Os produtores devem esperar por mais esta semana para fazer preços e para vender parte de sua safra vindoura.
Uma boa semana a todos e que Deus nos abençoe
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
domingo, 30 de janeiro de 2011
A volatilidade de volta.
A volatilidade de volta.
Em uma semana curta para o mercado físico, pois tivemos dois feriados durante a semana em São Paulo capital depois em Santos também no estado de São Paulo vimos à bolsa de Nova Iorque buscando o fundo da consolidação fazendo uma mínima de 230,30 e máxima de246, 30 e fechando muito próximo da máxima da semana em 245,80 cents de dólar por libra peso.
O mercado físico café natural saindo acima de R$400,00 e café despolpado acima de R$500,00, produtores e compradores ficam cautelosos e temerários de o preço subir ainda mais, ficam observando e vendendo somente o necessário para as despesas e os compradores não saindo do diferencial que podem pagar, para não arriscar com mercadoria há este preço.
Na BMF o perto por café de qualidade foi claramente visualizada, quando o spread entre ela, e a ICE bolsa de mercadorias de Nova Iorque, diminuiu para o menor valor desde 1.997, sabendo que a qualidade dos cafés comercializados em seu contrato é muito diferente, onde na Ice o contrato C é café despolpado e na Bmf café natural bebida dura, mostrando uma valorização nos cafés com qualidades inferiores, este cenário de valorização dos cafés inferiores será vista conforme a entre safra se apertar.
O cenário se aperta à medida que a safra colhida vai sendo comercializada, temos números já fechados onde a exportação de 2010 foi recorde com 33 milhões de sacas de café de 60 kg e o consumo nacional também bateu recorde com 19,13 milhões de sacas de café somando o numero de 52,13 milhões de sacas de café sendo consumidas em um ano.
Tomando por base uma safra recorde do ano passado, em que o mercado trabalha com uma safra entre 55/58 milhões de sacas a sobra ou estoque de passagem fica muitíssimo apertado para o próximo ano safra ainda esta longe de começar, e sabendo que este próximo ano safra será de ciclo baixo poderemos esperar ainda alvos novos para o mercado.
A instabilidade política no Egito deu o tom nas bolsas ao redor do mundo, e os ursos saem da hibernação com muita voracidade e vêem lucros rápidos a sua frente jogam realmente os mercados para baixo aumentando as instabilidades nos mercados, temos que ver como vai se desfechar este episodio, pois este tipo de noticia costuma jogar água no chopp da turma de touro que só vêem alta pela frente.
Em Davos no fórum de economia o Sr. Apocalipse, premio Nobel de economia Sr. Noriel Roubini disse que a crise prevista por ele antes de se começar, crise de 2.008, não teria terminada, mas as medidas tomadas pelos países teriam feito efeito e as economias já estaria há se recuperar e não precisaríamos nos preocupar com ela por enquanto, mas sua nova preocupação seria com o fornecimento, produção e preço dos alimentos, que poderiam trazer instabilidade políticas, principalmente nos países emergentes.
O crescimento da China, Brasil e Rússia, traz uma nova realidade de consumo com seu crescimento em suas economias, e com previsão da economia americana já sair da recessão no segundo semestre de 2.011 e o discurso do seu presidente conclamando a população e o empresário a investir no país irá apimentar este cenário de oferta apertada nas commodities.
Com cenário de instabilidade política a volatilidade estará de volta nos mercados e volta a ficar perigoso para amadores que deve ficar mais liquido e tomar cuidado com este cenário.
Os alvos para nosso café nas próximas duas semanas que devera entrar em um ciclo de alta traz projeções de 268.60, 279,09, 287,45, 291,17 vamos aguardar os acontecimentos, entraremos na posição long. no rompimento da máxima e stop a 231,50.
Bons negócios a todos boa semana e que Deus nos abençoe
Wagner Pimentel
WWW.cafezinhocomamigos.blogspot.com
Em uma semana curta para o mercado físico, pois tivemos dois feriados durante a semana em São Paulo capital depois em Santos também no estado de São Paulo vimos à bolsa de Nova Iorque buscando o fundo da consolidação fazendo uma mínima de 230,30 e máxima de246, 30 e fechando muito próximo da máxima da semana em 245,80 cents de dólar por libra peso.
O mercado físico café natural saindo acima de R$400,00 e café despolpado acima de R$500,00, produtores e compradores ficam cautelosos e temerários de o preço subir ainda mais, ficam observando e vendendo somente o necessário para as despesas e os compradores não saindo do diferencial que podem pagar, para não arriscar com mercadoria há este preço.
Na BMF o perto por café de qualidade foi claramente visualizada, quando o spread entre ela, e a ICE bolsa de mercadorias de Nova Iorque, diminuiu para o menor valor desde 1.997, sabendo que a qualidade dos cafés comercializados em seu contrato é muito diferente, onde na Ice o contrato C é café despolpado e na Bmf café natural bebida dura, mostrando uma valorização nos cafés com qualidades inferiores, este cenário de valorização dos cafés inferiores será vista conforme a entre safra se apertar.
O cenário se aperta à medida que a safra colhida vai sendo comercializada, temos números já fechados onde a exportação de 2010 foi recorde com 33 milhões de sacas de café de 60 kg e o consumo nacional também bateu recorde com 19,13 milhões de sacas de café somando o numero de 52,13 milhões de sacas de café sendo consumidas em um ano.
Tomando por base uma safra recorde do ano passado, em que o mercado trabalha com uma safra entre 55/58 milhões de sacas a sobra ou estoque de passagem fica muitíssimo apertado para o próximo ano safra ainda esta longe de começar, e sabendo que este próximo ano safra será de ciclo baixo poderemos esperar ainda alvos novos para o mercado.
A instabilidade política no Egito deu o tom nas bolsas ao redor do mundo, e os ursos saem da hibernação com muita voracidade e vêem lucros rápidos a sua frente jogam realmente os mercados para baixo aumentando as instabilidades nos mercados, temos que ver como vai se desfechar este episodio, pois este tipo de noticia costuma jogar água no chopp da turma de touro que só vêem alta pela frente.
Em Davos no fórum de economia o Sr. Apocalipse, premio Nobel de economia Sr. Noriel Roubini disse que a crise prevista por ele antes de se começar, crise de 2.008, não teria terminada, mas as medidas tomadas pelos países teriam feito efeito e as economias já estaria há se recuperar e não precisaríamos nos preocupar com ela por enquanto, mas sua nova preocupação seria com o fornecimento, produção e preço dos alimentos, que poderiam trazer instabilidade políticas, principalmente nos países emergentes.
O crescimento da China, Brasil e Rússia, traz uma nova realidade de consumo com seu crescimento em suas economias, e com previsão da economia americana já sair da recessão no segundo semestre de 2.011 e o discurso do seu presidente conclamando a população e o empresário a investir no país irá apimentar este cenário de oferta apertada nas commodities.
Com cenário de instabilidade política a volatilidade estará de volta nos mercados e volta a ficar perigoso para amadores que deve ficar mais liquido e tomar cuidado com este cenário.
Os alvos para nosso café nas próximas duas semanas que devera entrar em um ciclo de alta traz projeções de 268.60, 279,09, 287,45, 291,17 vamos aguardar os acontecimentos, entraremos na posição long. no rompimento da máxima e stop a 231,50.
Bons negócios a todos boa semana e que Deus nos abençoe
Wagner Pimentel
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sábado, 29 de janeiro de 2011
O mercado cafeeiro encerra as operações nesta sexta-feira com forte valorizaçã
O mercado cafeeiro encerra as operações nesta sexta-feira com forte valorização, em N.Y. a posição março variou entre a máxima de +9,40 e mínima de -1,10 pontos, fechando com +8,05 pts. O mercado atraiu novos compradores diante a oferta apertada de grãos de qualidade. No acumulado da semana foram registrados + 4,60 pontos na posição.
Mercado cambial encerra os trabalhos em alta nesta sexta-feira, o dólar finalizou o dia com +0,48% cotado a R$ 1.686. O anúncio de que o Banco Central fará leilão de compra de dólar a termo na segunda-feira surgiu como o principal fato logo pela manhã, mas o noticiário externo tomou conta dos mercados pouco antes do meio-dia. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos abaixo do esperado e, ainda que em menor grau, a informação de que a situação política no Egito se agravou, com a presença do exército nas ruas e toque de recolher, desencadearam uma forte onde de aversão ao risco, que derrubou as bolsas e fortaleceu o dólar em relação a boa parte das moedas de outros países, incluindo o real.
O Banco Central voltou a fazer dois leilões de compra de dólares no mercado à vista, fixando no primeiro, a taxa de corte em R$ 1,6743 e no último, a taxa foi de R$ 1,684.
O presidente da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, considerou acertada a decisão do governo de liberar R$ 40 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para recuperar as lavouras de café prejudicadas por chuvas de granizo, ocorridas a partir de 1º de outubro do ano passado até hoje.
Conforme comunicado da CNA, a medida, que foi solicitada ao governo pela comissão, dá condição para que os produtores recuperem os cafezais danificados pelo fenômeno climático que atingiu, principalmente, as lavouras do sul de Minas Gerais. A decisão foi anunciada ontem, por meio de determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN), que autorizou, até o dia 30 de abril, a concessão de crédito para financiamento da recuperação de lavouras.
De acordo com Mesquita, produtores de outras regiões também poderão solicitar o crédito, desde que laudos técnicos comprovem as perdas provocadas pelo granizo. Em outubro, quando começou a ser verificado o fenômeno climático, as lavouras de café estavam numa fase inicial de produção, época das floradas que dão origem aos frutos. Com o evento, houve grande perda nas regiões atingidas, fazendo com que os produtores afetados tivessem frustração de safra. Sem essa produção, os produtores não têm como pagar os financiamentos. Segundo Mesquita, o crédito permite que os empréstimos sejam pagos posteriormente, o que garante tranquilidade aos cafeicultores.
Mercado cambial encerra os trabalhos em alta nesta sexta-feira, o dólar finalizou o dia com +0,48% cotado a R$ 1.686. O anúncio de que o Banco Central fará leilão de compra de dólar a termo na segunda-feira surgiu como o principal fato logo pela manhã, mas o noticiário externo tomou conta dos mercados pouco antes do meio-dia. O crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos abaixo do esperado e, ainda que em menor grau, a informação de que a situação política no Egito se agravou, com a presença do exército nas ruas e toque de recolher, desencadearam uma forte onde de aversão ao risco, que derrubou as bolsas e fortaleceu o dólar em relação a boa parte das moedas de outros países, incluindo o real.
O Banco Central voltou a fazer dois leilões de compra de dólares no mercado à vista, fixando no primeiro, a taxa de corte em R$ 1,6743 e no último, a taxa foi de R$ 1,684.
O presidente da Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Breno Mesquita, considerou acertada a decisão do governo de liberar R$ 40 milhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para recuperar as lavouras de café prejudicadas por chuvas de granizo, ocorridas a partir de 1º de outubro do ano passado até hoje.
Conforme comunicado da CNA, a medida, que foi solicitada ao governo pela comissão, dá condição para que os produtores recuperem os cafezais danificados pelo fenômeno climático que atingiu, principalmente, as lavouras do sul de Minas Gerais. A decisão foi anunciada ontem, por meio de determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN), que autorizou, até o dia 30 de abril, a concessão de crédito para financiamento da recuperação de lavouras.
De acordo com Mesquita, produtores de outras regiões também poderão solicitar o crédito, desde que laudos técnicos comprovem as perdas provocadas pelo granizo. Em outubro, quando começou a ser verificado o fenômeno climático, as lavouras de café estavam numa fase inicial de produção, época das floradas que dão origem aos frutos. Com o evento, houve grande perda nas regiões atingidas, fazendo com que os produtores afetados tivessem frustração de safra. Sem essa produção, os produtores não têm como pagar os financiamentos. Segundo Mesquita, o crédito permite que os empréstimos sejam pagos posteriormente, o que garante tranquilidade aos cafeicultores.
PREÇOS SOBEM 1,73% NA TERCEIRA QUADRISSEMANA DE JANEIRO - IEA
PREÇOS SOBEM 1,73% NA TERCEIRA QUADRISSEMANA DE JANEIRO - IEA
SAFRAS (28) - O Indice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR)1,2 aumentou 1,73% na terceira quadrissemana do ano. O IqPR-V (produtos de origem vegetal) registrou alta de 3,31% e o IqPR-A (produtos de origem animal) queda de 2,21%. As informações são do Instituto de Economia Agrícola de São Paulo (IEA-SP)
Quando a cana-de-açúcar é excluída do cálculo do índice, devido a sua importância na ponderação dos produtos, o IqPR cai para 1,24%, mas o IqPR-V (cálculo somente dos produtos vegetais) eleva-se para 4,53%. Com isso, nota-se a considerável pressão dos preços dos produtos vegetais no período, como
efeito relevante da temporada de chuvas torrenciais de janeiro.
Os produtos do IqPR que registraram maiores altas na terceira quadrissemana de janeiro, em comparação com o período anterior foram: tomate (51,98%), café (14,58%) e laranja para mesa (7,31%).
No caso do tomate, numa situação de demanda aquecida e safra menor, as chuvas continuadas geraram perdas de colheita, com impacto conjuntural no abastecimento do produto, elevando seus preços.
No caso do café, os preços desta commodity se elevam devido às pressões da demanda internacional e doméstica e aos menores estoques, atingindo os níveis mais elevados dos últimos anos. Ademais, a redução em especial da safra colombiana abre espaço para vendas de café brasileiro de qualidade superior, elevando os preços médios no mercado interno de arábica, como o café paulista.
Os preços da laranja de mesa refletem o impacto da demanda típica do verão sobre o consumo de sucos naturais, numa conjuntura em que a oferta está dada e dimensionada como safra de menor oferta. De outro lado, há o efeito das chuvas dos últimos dias que dificultaram a colheita e o transporte.
Os produtos que apresentaram as maiores quedas de preços na terceira quadrissemana de janeiro foram: batata (11,85%), amendoim (10,56%), feijão (9,33%) e carne suína (9,22%).
No caso da batata a considerável quantidade ofertada no período levou a expressivas reduções conjunturais dos preços recebidos. De qualquer maneira essa queda expressiva, ao eliminar a rentabilidade desse produto perecível, prenuncia novo ciclo de alta nos meses seguintes.
Os preços do amendoim, que apresentaram forte recuperação durante o ano passado, estavam um pouco acima das médias de anos anteriores e agora retornam ao seu padrão, com a entrada da safra das águas.
Quanto aos preços do feijão, a concentração da colheita em função de que o atraso do plantio pela seca levou a que muitos semeassem ao mesmo tempo, produziu a entrada de volumes expressivos das colheitas da safra das águas, num mesmo momento conjuntural.
Os preços das carnes subiram acentuadamente em 2010. Entretanto, na entrada do ano, o incremento da oferta das demais carnes reduzindo preços levou à substituição mais acentuada da carne suína.
SAFRAS (28) - O Indice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista (IqPR)1,2 aumentou 1,73% na terceira quadrissemana do ano. O IqPR-V (produtos de origem vegetal) registrou alta de 3,31% e o IqPR-A (produtos de origem animal) queda de 2,21%. As informações são do Instituto de Economia Agrícola de São Paulo (IEA-SP)
Quando a cana-de-açúcar é excluída do cálculo do índice, devido a sua importância na ponderação dos produtos, o IqPR cai para 1,24%, mas o IqPR-V (cálculo somente dos produtos vegetais) eleva-se para 4,53%. Com isso, nota-se a considerável pressão dos preços dos produtos vegetais no período, como
efeito relevante da temporada de chuvas torrenciais de janeiro.
Os produtos do IqPR que registraram maiores altas na terceira quadrissemana de janeiro, em comparação com o período anterior foram: tomate (51,98%), café (14,58%) e laranja para mesa (7,31%).
No caso do tomate, numa situação de demanda aquecida e safra menor, as chuvas continuadas geraram perdas de colheita, com impacto conjuntural no abastecimento do produto, elevando seus preços.
No caso do café, os preços desta commodity se elevam devido às pressões da demanda internacional e doméstica e aos menores estoques, atingindo os níveis mais elevados dos últimos anos. Ademais, a redução em especial da safra colombiana abre espaço para vendas de café brasileiro de qualidade superior, elevando os preços médios no mercado interno de arábica, como o café paulista.
Os preços da laranja de mesa refletem o impacto da demanda típica do verão sobre o consumo de sucos naturais, numa conjuntura em que a oferta está dada e dimensionada como safra de menor oferta. De outro lado, há o efeito das chuvas dos últimos dias que dificultaram a colheita e o transporte.
Os produtos que apresentaram as maiores quedas de preços na terceira quadrissemana de janeiro foram: batata (11,85%), amendoim (10,56%), feijão (9,33%) e carne suína (9,22%).
No caso da batata a considerável quantidade ofertada no período levou a expressivas reduções conjunturais dos preços recebidos. De qualquer maneira essa queda expressiva, ao eliminar a rentabilidade desse produto perecível, prenuncia novo ciclo de alta nos meses seguintes.
Os preços do amendoim, que apresentaram forte recuperação durante o ano passado, estavam um pouco acima das médias de anos anteriores e agora retornam ao seu padrão, com a entrada da safra das águas.
Quanto aos preços do feijão, a concentração da colheita em função de que o atraso do plantio pela seca levou a que muitos semeassem ao mesmo tempo, produziu a entrada de volumes expressivos das colheitas da safra das águas, num mesmo momento conjuntural.
Os preços das carnes subiram acentuadamente em 2010. Entretanto, na entrada do ano, o incremento da oferta das demais carnes reduzindo preços levou à substituição mais acentuada da carne suína.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Boletim Semanal do Café sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
O Café Arábica para o vencimento Mar/11 fechou com 460 pontos de alta na semana trabalhando no range de 1.605 pontos, fazendoa mínima a 230,30 e a máxima a 246,35 encerrando cotado a 245,00, na sexta-feira, com 805 pontos de alta. Marcada novamente por uma semana de forte volatilidade, a cotação do café trabalhou com movimentos mistos. Após marcar logo na segunda-feira a máxima de 241,00, fortes ativações de stops levaram o grão na sessão seguinte a marcar a mínima de 230,30, movimento também pressionado pela forte depreciação do euro frente ao dólar.
Com baixo volume de negócios durante a semana, defesa de compras foiconstantemente notada, quando então, em franco movimento de apreciação, a commodity mostrou fôlego para quebrar as resistências de 235,00 / 237,50 e posteriormente ade241,50, onde então trabalhou respeitando tal range. Na sessão desta sexta-feira, com ausência de vendas no mercado, aliada a compras especulativas, novo forte movimento de alta foi notada, quebrando a máxima anterior de 244,50, levando o café a registrar uma nova máxima de 13 anos a 246,35. Com defesa natural de vendas, considerando-se realizações de lucros, o grão perdeu um pouco de força, fechando a semana cotado a 245,00. De acordo com a Cecafé, os embarques no mês de Janeiro (de 01 a 27) somam 1.838.040 sacas,uma variação negativa de 42,7% em relação ao mesmo período do mês anterior.
As arbitragens tiveram uma semana de moderados negócios efetuados, sendo estes: H/H entre 3,00 e 9,00 abaixo, H/K entre 4,50 e 13,50 abaixo, no U/U entre 17,00 a 19,00 abaixo e no U/Z entre 14,00 e 15,50.
O mercado futuro do café em Nova York fechou com alta de 460 pontos. Confirmado mais uma vez o importante suporte em 230,00 cents, base mar11, o mercado ganhou novo impulso e acabou superando o nível de 240,00 cents e fechou em 245,00 cents. Este fechamento é muito positivo tecnicamente e projetanovas altas para a próxima semana. Principais suportes em 242,50 cents e depois 240,00 cents e principais resistências em 246,35 cents e depois 250,00 base mar11.
Com baixo volume de negócios durante a semana, defesa de compras foiconstantemente notada, quando então, em franco movimento de apreciação, a commodity mostrou fôlego para quebrar as resistências de 235,00 / 237,50 e posteriormente ade241,50, onde então trabalhou respeitando tal range. Na sessão desta sexta-feira, com ausência de vendas no mercado, aliada a compras especulativas, novo forte movimento de alta foi notada, quebrando a máxima anterior de 244,50, levando o café a registrar uma nova máxima de 13 anos a 246,35. Com defesa natural de vendas, considerando-se realizações de lucros, o grão perdeu um pouco de força, fechando a semana cotado a 245,00. De acordo com a Cecafé, os embarques no mês de Janeiro (de 01 a 27) somam 1.838.040 sacas,uma variação negativa de 42,7% em relação ao mesmo período do mês anterior.
As arbitragens tiveram uma semana de moderados negócios efetuados, sendo estes: H/H entre 3,00 e 9,00 abaixo, H/K entre 4,50 e 13,50 abaixo, no U/U entre 17,00 a 19,00 abaixo e no U/Z entre 14,00 e 15,50.
O mercado futuro do café em Nova York fechou com alta de 460 pontos. Confirmado mais uma vez o importante suporte em 230,00 cents, base mar11, o mercado ganhou novo impulso e acabou superando o nível de 240,00 cents e fechou em 245,00 cents. Este fechamento é muito positivo tecnicamente e projetanovas altas para a próxima semana. Principais suportes em 242,50 cents e depois 240,00 cents e principais resistências em 246,35 cents e depois 250,00 base mar11.
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