OPINIÂO - QUEM PAGARÁ PELOS PREJUÍZOS CAUSADOS PELO MST? , pergunta a CNA
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, vem a público solicitar que as autoridades responsáveis pelos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário adotem medidas imediatas para garantir que, além das punições previstas nas leis do país, os invasores do MST, Movimento dos Sem Terra, sejam civilmente responsabilizados e condenados a ressarcir os danos causados, de forma premeditada e criminosa, à Fazenda da Cutrale, em São Paulo. A este respeito, a CNA pede a atenção e a reflexão da sociedade brasileira para os seguintes pontos:
1) as imagens da televisão mostrando a invasão e a destruição da Fazenda comprovam que o banditismo do MST passou do ponto de retorno. Não é de agora que isso acontece. Contando com a certeza da impunidade, eles são responsáveis por inúmeros atos criminosos: invadem propriedades, queimam máquinas, interditam estradas, entre outras ilegalidades. E não respondem pelos crimes que cometem;
2) as leves críticas que o MST recebe das principais autoridades do governo federal representam, de fato, um atestado de impunidade. Com isto, a devastadora jornada de crimes e de terror dos invasores que comandam o MST caracteriza afronta os valores do Estado de Direito;
3) o MST não pode contar com recursos dos impostos pagos pelo povo brasileiro para a destruição criminosa de lavouras, máquinas e equipamentos agrícolas, como o Brasil viu pela televisão. Tais ações não passam de crimes que não têm rigorosamente nada a ver com a reforma agrária.
4) a Fazenda da Cutrale foi depredada depois de a Justiça haver determinado sua reintegração de posse. A violência e os prejuízos econômicos causados ali pelo MST atingiram aos proprietários e a todos os funcionários da empresa. Oito das nove casas dos empregados foram arrombadas e saqueadas;
A CNA reitera que é preciso estabelecer quem será responsabilizado pelos crimes e prejuízos causados pelos foras da lei do MST. Não é possível que nada aconteça depois de tudo que vimos. Não pode ser normal o uso do dinheiro de impostos para financiar atos criminosos e jornadas de terror. É muita injustiça obrigar o povo brasileiro, que tem a cultura dos direitos e deveres, a pagar pelos crimes em série, a violência e as ilegalidades do MST.
Brasília, 10 de outubro de 2009
SENADORA KÁTIA ABREU
Presidente
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Estudo aponta custos de produção do café nas principais regiões produtoras do País
Estudo aponta custos de produção do café nas principais regiões produtoras do País
(09/10/2009 14:42)
Artigo publicado na revista Informações Econômicas (edição de setembro/2009), do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, calcula e compara os custos de produção do café nas principais regiões produtoras brasileiras. O objetivo é fornecer subsídios aos cafeicultores para acompanhamento de seu negócio e para os governos formularem políticas públicas.
Os resultados indicam que as regiões que apresentam maior vantagem comparativa em relação aos custos de produção são o Norte Novo (Cornélio Procópio) e o Norte Velho (Jacarezinho) do Estado do Paraná. Essas regiões apresentam custos de produção inferiores aos observados na maior parte das outras áreas produtoras, principalmente se comparado com o Sul e Cerrado de Minas, Mogiana Paulista, Alto Caparaó e Planalto e Oeste baianos.
Em seguida, aparecem a região da Mogiana (Estado de São Paulo) e o Sul e o Cerrado de Minas Gerais. Além de apresentarem custos de produção similares, essas regiões apresentam excelentes condições para o desenvolvimento da cultura e são reconhecidas por produzir cafés de excelente qualidade de bebida, principalmente o sul de Minas e a Mogiana. Este fator, se estrategicamente explorado, pode resultar em prêmios no mercado de café de qualidade, conferindo ainda maior capacidade competitiva para esses cinturões.
O trabalho foi elaborado pelos pesquisadores Flávia Maria de Mello Bliska (IAC-APTA), Celso Luis Rodrigues Vegro (IEA-APTA), Paulo César Afonso Júnior e Elessandra Aparecida Bento Mourão (Embrapa Café) e Cleide Helena Santos Cardoso (estudante de Agronomia da Universidade Federal de São Carlos). Eles apuraram que os valores estimados neste estudo são em geral inferiores aos da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), que foram apresentados no levantamento de custo de produção disponibilizado em 2006 para o mesmo período.
Outros destaques
Entre os destaques da nova edição da revista, encontra-se ainda a análise da evolução do plantio de seringueiras no Estado de São Paulo entre 1995/96 e 2007/08, nos aspectos socioeconômicos, tecnológicos, agronômicos e ambientais. "Concluiu-se que o setor está crescendo com sinais claros de expansão de área, sendo esta uma lavoura estratégica do ponto de vista do emprego agrícola, mais precisamente, na fixação de famílias residentes no meio rural. A expansão da cultura da seringueira é relevante sobre o prisma ambiental pela sua capacidade de estocar carbono, bem como por substituir pastagens mal manejadas, que contribuem para o aumento do teor de carbono na atmosfera".
Outros destaques são os estudos sobre as exportações da cadeia de produção de cana para indústria (período 1997-2008); emprego na agricultura paulista; o agronegócio nos investimentos diretos brasileiros; e a nova estimativa de oferta e demanda de milho.
As informações partem do Governo do Estado de São Paulo, noticiou o Agrolink.
(09/10/2009 14:42)
Artigo publicado na revista Informações Econômicas (edição de setembro/2009), do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, calcula e compara os custos de produção do café nas principais regiões produtoras brasileiras. O objetivo é fornecer subsídios aos cafeicultores para acompanhamento de seu negócio e para os governos formularem políticas públicas.
Os resultados indicam que as regiões que apresentam maior vantagem comparativa em relação aos custos de produção são o Norte Novo (Cornélio Procópio) e o Norte Velho (Jacarezinho) do Estado do Paraná. Essas regiões apresentam custos de produção inferiores aos observados na maior parte das outras áreas produtoras, principalmente se comparado com o Sul e Cerrado de Minas, Mogiana Paulista, Alto Caparaó e Planalto e Oeste baianos.
Em seguida, aparecem a região da Mogiana (Estado de São Paulo) e o Sul e o Cerrado de Minas Gerais. Além de apresentarem custos de produção similares, essas regiões apresentam excelentes condições para o desenvolvimento da cultura e são reconhecidas por produzir cafés de excelente qualidade de bebida, principalmente o sul de Minas e a Mogiana. Este fator, se estrategicamente explorado, pode resultar em prêmios no mercado de café de qualidade, conferindo ainda maior capacidade competitiva para esses cinturões.
O trabalho foi elaborado pelos pesquisadores Flávia Maria de Mello Bliska (IAC-APTA), Celso Luis Rodrigues Vegro (IEA-APTA), Paulo César Afonso Júnior e Elessandra Aparecida Bento Mourão (Embrapa Café) e Cleide Helena Santos Cardoso (estudante de Agronomia da Universidade Federal de São Carlos). Eles apuraram que os valores estimados neste estudo são em geral inferiores aos da CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), que foram apresentados no levantamento de custo de produção disponibilizado em 2006 para o mesmo período.
Outros destaques
Entre os destaques da nova edição da revista, encontra-se ainda a análise da evolução do plantio de seringueiras no Estado de São Paulo entre 1995/96 e 2007/08, nos aspectos socioeconômicos, tecnológicos, agronômicos e ambientais. "Concluiu-se que o setor está crescendo com sinais claros de expansão de área, sendo esta uma lavoura estratégica do ponto de vista do emprego agrícola, mais precisamente, na fixação de famílias residentes no meio rural. A expansão da cultura da seringueira é relevante sobre o prisma ambiental pela sua capacidade de estocar carbono, bem como por substituir pastagens mal manejadas, que contribuem para o aumento do teor de carbono na atmosfera".
Outros destaques são os estudos sobre as exportações da cadeia de produção de cana para indústria (período 1997-2008); emprego na agricultura paulista; o agronegócio nos investimentos diretos brasileiros; e a nova estimativa de oferta e demanda de milho.
As informações partem do Governo do Estado de São Paulo, noticiou o Agrolink.
Recorde de entrega física na bolsa em setembro (09/10/2009 08:01)
Recorde de entrega física na bolsa em setembro
(09/10/2009 08:01)
Com a proximidade da realização do primeiro leilão de contratos de opção de venda de café e o anúncio da liberação de mais recursos para a aquisição do produto, o mercado do grão torna-se mais volátil e a BM&FBovespa registra recorde de entrega física no último mês.
A Bolsa verificou em setembro a liquidação de 4.557 contratos, equivalentes a 455,7 mil sacas - mais de 17% do volume total exportado pelo Brasil no período. O recorde anterior era de dezembro de 2003 com 2.147 contratos. Além da forte intervenção do governo, a dificuldade para se encontrar café arábica de qualidade nos preços praticados no mercado contribuiu para o alto volume de contratos.
A demanda dos exportadores aumentou pelo segundo mês consecutivo e o volume vendido ao mercado externo somou 2,6 milhões de sacas em setembro, o que pode ser indicador da dificuldade das tradings em adquirir café no mercado, avalia Eduardo Carvalhaes, diretor do Escritório Carvalhaes. "Os exportadores estão indo buscar café físico na BM&F na entrada de safra. Isso pode ser reflexo da dificuldade em comprar café no mercado", diz Carvalhaes. Segundo ele, os preços na Bolsa estariam remuneradores e os produtores confiantes na política governamental.
De fato a cotação na BM&F mostrou um repique significativo no último mês. Os contratos com vencimento em dezembro de 2009 encerraram o mês de agosto negociados a US$ 143,40 a saca. Três semanas depois, no dia 23 de setembro, os contratos atingiram o pico de US$ 158,50/sc. O café iniciou o mês de outubro estável e ontem os contratos para dezembro deste ano fecharam cotados a US$ 156,50 a saca. "A diferença de quase US$ 15 justifica o interesse. A oportunidade veio mais do lado do produtor, mas o exportador também está fixando", afirma Gil Barabach, analista da Safras & Mercado. "Até o final do ano pode ter novos recordes", completa.
(09/10/2009 08:01)
Com a proximidade da realização do primeiro leilão de contratos de opção de venda de café e o anúncio da liberação de mais recursos para a aquisição do produto, o mercado do grão torna-se mais volátil e a BM&FBovespa registra recorde de entrega física no último mês.
A Bolsa verificou em setembro a liquidação de 4.557 contratos, equivalentes a 455,7 mil sacas - mais de 17% do volume total exportado pelo Brasil no período. O recorde anterior era de dezembro de 2003 com 2.147 contratos. Além da forte intervenção do governo, a dificuldade para se encontrar café arábica de qualidade nos preços praticados no mercado contribuiu para o alto volume de contratos.
A demanda dos exportadores aumentou pelo segundo mês consecutivo e o volume vendido ao mercado externo somou 2,6 milhões de sacas em setembro, o que pode ser indicador da dificuldade das tradings em adquirir café no mercado, avalia Eduardo Carvalhaes, diretor do Escritório Carvalhaes. "Os exportadores estão indo buscar café físico na BM&F na entrada de safra. Isso pode ser reflexo da dificuldade em comprar café no mercado", diz Carvalhaes. Segundo ele, os preços na Bolsa estariam remuneradores e os produtores confiantes na política governamental.
De fato a cotação na BM&F mostrou um repique significativo no último mês. Os contratos com vencimento em dezembro de 2009 encerraram o mês de agosto negociados a US$ 143,40 a saca. Três semanas depois, no dia 23 de setembro, os contratos atingiram o pico de US$ 158,50/sc. O café iniciou o mês de outubro estável e ontem os contratos para dezembro deste ano fecharam cotados a US$ 156,50 a saca. "A diferença de quase US$ 15 justifica o interesse. A oportunidade veio mais do lado do produtor, mas o exportador também está fixando", afirma Gil Barabach, analista da Safras & Mercado. "Até o final do ano pode ter novos recordes", completa.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
AGF - Como os produtores de café devem proceder para vender café ao Governo
AGF - Como os produtores de café devem proceder para vender café ao Governo
INFORMATIVO DEPUTADO SILAS BRASILEIRO
“Como os produtores de café devem proceder para vender café ao Governo ”
Conforme já divulgamos em informativos anteriores, o Governo Brasileiro autorizou a CONAB a adquirir 1.000.000(um milhão) de sacas de café diretamente dos produtores. O preço pago por saca de café pelo Governo para cafés arábicas bebidas duro para melhor, será de R$261,69 para tipo 6 e R$254,01 para tipo 7. O Governo irá comprar também cafés tipo 7 bebida riada a R$240,16 e tipo 7 bebida rio a R$213,16. Todas as aquisições são acrescidas de reembolso do valor da sacaria e do ICMS. Cada produtor poderá participar com até mil sacas de 60 kg.
A CONAB deverá divulgar em breve as normas para aquisição e informou que está apenas aguardando o repasse dos recursos por parte do Tesouro Nacional para iniciar as operações.
Os produtores interessados devem tomar as seguintes providências:
- Comunicar a gerencia operacional (GEOPE) da superintendência estadual da CONAB(vide endereços no final deste informativo), via telefone, email, ou pessoalmente, sobre a intenção de realizar a venda para o Governo. Feita esta comunicação, a CONAB irá informar ao produtor em quais armazéns ele pode realizar a entrega. Esta comunicação já pode ser feita, sendo importante para que a CONAB faça a distribuição dos recursos conforme a demanda apresentada.
- Após a comunicação a CONAB irá entrar em contato com os interessados indicando a partir de que data a entrega pode ser realizada.
- No dia da entrega a CONAB efetua a classificação e empilhamento do café, e emite o certificado de depósito e a AGF (que é a Nota Fiscal de aquisição da CONAB).
- De posse da AGF, o produtor se dirige a uma agência do Banco do Brasil, que providenciará o pagamento do café.
- Para os produtores rurais Pessoas Jurídicas é necessário a inscrição no SICAF (cadastro de fornecedores do Governo Federal), com a apresentação das certidões negativas de FGTS, INSS, Receitas Federal, Estadual e Municipal.
- Para os produtores rurais Pessoas Físicas, basta a apresentação da Declaração de Produtor Rural atualizada.
Somadas as aquisições diretas e as opções de venda, cujos exercícios se iniciam em novembro próximo, o Governo irá adquirir aproximadamente 4 milhões de sacas dentro dos próximos 180 dias. Acreditamos que a partir das primeiras vendas ao Governo, o mercado de café apresente melhores cotações.
Brasília, 08 de outubro de 2009.
INFORMATIVO DEPUTADO SILAS BRASILEIRO
“Como os produtores de café devem proceder para vender café ao Governo ”
Conforme já divulgamos em informativos anteriores, o Governo Brasileiro autorizou a CONAB a adquirir 1.000.000(um milhão) de sacas de café diretamente dos produtores. O preço pago por saca de café pelo Governo para cafés arábicas bebidas duro para melhor, será de R$261,69 para tipo 6 e R$254,01 para tipo 7. O Governo irá comprar também cafés tipo 7 bebida riada a R$240,16 e tipo 7 bebida rio a R$213,16. Todas as aquisições são acrescidas de reembolso do valor da sacaria e do ICMS. Cada produtor poderá participar com até mil sacas de 60 kg.
A CONAB deverá divulgar em breve as normas para aquisição e informou que está apenas aguardando o repasse dos recursos por parte do Tesouro Nacional para iniciar as operações.
Os produtores interessados devem tomar as seguintes providências:
- Comunicar a gerencia operacional (GEOPE) da superintendência estadual da CONAB(vide endereços no final deste informativo), via telefone, email, ou pessoalmente, sobre a intenção de realizar a venda para o Governo. Feita esta comunicação, a CONAB irá informar ao produtor em quais armazéns ele pode realizar a entrega. Esta comunicação já pode ser feita, sendo importante para que a CONAB faça a distribuição dos recursos conforme a demanda apresentada.
- Após a comunicação a CONAB irá entrar em contato com os interessados indicando a partir de que data a entrega pode ser realizada.
- No dia da entrega a CONAB efetua a classificação e empilhamento do café, e emite o certificado de depósito e a AGF (que é a Nota Fiscal de aquisição da CONAB).
- De posse da AGF, o produtor se dirige a uma agência do Banco do Brasil, que providenciará o pagamento do café.
- Para os produtores rurais Pessoas Jurídicas é necessário a inscrição no SICAF (cadastro de fornecedores do Governo Federal), com a apresentação das certidões negativas de FGTS, INSS, Receitas Federal, Estadual e Municipal.
- Para os produtores rurais Pessoas Físicas, basta a apresentação da Declaração de Produtor Rural atualizada.
Somadas as aquisições diretas e as opções de venda, cujos exercícios se iniciam em novembro próximo, o Governo irá adquirir aproximadamente 4 milhões de sacas dentro dos próximos 180 dias. Acreditamos que a partir das primeiras vendas ao Governo, o mercado de café apresente melhores cotações.
Brasília, 08 de outubro de 2009.
Rali do real preocupa governo
Rali do real preocupa governo
O Estado de S. Paulo
08/10/09
Equipe econômica teme formação de mini-bolha no câmbio, com entrada de US$ 20 bi a US$ 30 bi até o fim do ano
Adriana Fernandes e Fabio Graner, BRASÍLIA
O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, admitiu ontem que o atual "rali" do real traz preocupação com o risco de que uma entrada maior de dólares provoque maior desvalorização da moeda americana e prejudique a economia. O governo, disse Augustin, está atento para que esse movimento não traga dificuldades adicionais às exportações. Com o dólar mais baixo, os exportadores recebem menos por suas vendas e o produto nacional perde competitividade em relação aos importados.
Augustin disse que o Banco Central monitora diariamente o mercado para evitar distorções na taxa de câmbio. Ontem o dólar interrompeu o processo de queda quase contínua que vem sofrendo e subiu 0,19%, fechando a R$ 1,75. Como tem feito desde 4 de maio, o BC comprou dólares.
"O BC está monitorando no sentido de manter os fluxos compatíveis. Isso é feito diariamente e continuará sendo feito", disse.
Segundo analistas de mercado, o BC já havia comprado US$ 4,5 bilhões na terça-feira, evitando que a entrada de investimentos estrangeiros na oferta de ações do Santander pressionasse ainda mais o câmbio.
Para Augustin, o aumento do fluxo de dólares é resultado do "sucesso" da economia. "Com o nosso terceiro grau de investimento, isso se fortaleceu. É natural que haja um efeito de mercado financeiro."
Segundo fontes, a equipe econômica contabiliza que nos próximos três meses devem ingressar no País pelo menos US$ 20 bilhões com captações de recursos externos realizadas por instituições financeiras e as emissões de IPO (oferta inicial de ações por empresas). Mas há avaliações que os investimentos podem ultrapassar US$ 30 bilhões.
Com poucas alternativas para estancar a enxurrada de capital, a equipe econômica tenta armar uma rede de proteção no curto prazo. O problema será levado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No Ministério da Fazenda, espera-se uma atuação mais agressiva do BC na tarefa de conter a excessiva valorização do real frente ao dólar.
Técnicos do governo já enxergam a formação de uma mini-bolha de valorização do real.
A avaliação é de que é possível conter parte da alta do real com compras mais intensas de dólares no mercado. O BC já disse que compra o excesso de dólares para evitar fortes oscilações nas cotações.
Para a Fazenda, o BC poderia ser mais agressivo não só em quantidade, mas também na definição das taxas de compra, de modo a tornar mais arriscadas especulações no câmbio.
O problema é que nem o Brasil nem outro país tem capacidade de mudar uma tendência mundial, lembra outra fonte do governo. A queda do dólar, resultante dos desequilíbrios econômicos dos EUA, é o argumento usado para relativizar a preocupação com a valorização do real . A fonte lembra que, na comparação com uma cesta de moedas, a valorização do real é bem menos acentuada.
Por isso, também há avaliações no governo que os impactos da desvalorização do dólar no comércio exterior podem ser diluídos por meio de negócios com moedas locais. O Brasil fechou acordo com a Argentina, negocia com o Uruguai e tenta avançar com nas trocas com seus parceiros dos Brics: Rússia, Índia e China.
Essa estratégia, embora ainda tímida, é considerada uma alternativa à alta volatilidade do dólar. Apesar de considerar natural a busca de alternativas ao dólar, a fonte reconhece que dificilmente a divisa americana deixará de ser a reserva de valor mundial em um horizonte de médio prazo. "Não existe quantidade suficiente de outra moeda para substituir o dólar como moeda de reserva."
O Estado de S. Paulo
08/10/09
Equipe econômica teme formação de mini-bolha no câmbio, com entrada de US$ 20 bi a US$ 30 bi até o fim do ano
Adriana Fernandes e Fabio Graner, BRASÍLIA
O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, admitiu ontem que o atual "rali" do real traz preocupação com o risco de que uma entrada maior de dólares provoque maior desvalorização da moeda americana e prejudique a economia. O governo, disse Augustin, está atento para que esse movimento não traga dificuldades adicionais às exportações. Com o dólar mais baixo, os exportadores recebem menos por suas vendas e o produto nacional perde competitividade em relação aos importados.
Augustin disse que o Banco Central monitora diariamente o mercado para evitar distorções na taxa de câmbio. Ontem o dólar interrompeu o processo de queda quase contínua que vem sofrendo e subiu 0,19%, fechando a R$ 1,75. Como tem feito desde 4 de maio, o BC comprou dólares.
"O BC está monitorando no sentido de manter os fluxos compatíveis. Isso é feito diariamente e continuará sendo feito", disse.
Segundo analistas de mercado, o BC já havia comprado US$ 4,5 bilhões na terça-feira, evitando que a entrada de investimentos estrangeiros na oferta de ações do Santander pressionasse ainda mais o câmbio.
Para Augustin, o aumento do fluxo de dólares é resultado do "sucesso" da economia. "Com o nosso terceiro grau de investimento, isso se fortaleceu. É natural que haja um efeito de mercado financeiro."
Segundo fontes, a equipe econômica contabiliza que nos próximos três meses devem ingressar no País pelo menos US$ 20 bilhões com captações de recursos externos realizadas por instituições financeiras e as emissões de IPO (oferta inicial de ações por empresas). Mas há avaliações que os investimentos podem ultrapassar US$ 30 bilhões.
Com poucas alternativas para estancar a enxurrada de capital, a equipe econômica tenta armar uma rede de proteção no curto prazo. O problema será levado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No Ministério da Fazenda, espera-se uma atuação mais agressiva do BC na tarefa de conter a excessiva valorização do real frente ao dólar.
Técnicos do governo já enxergam a formação de uma mini-bolha de valorização do real.
A avaliação é de que é possível conter parte da alta do real com compras mais intensas de dólares no mercado. O BC já disse que compra o excesso de dólares para evitar fortes oscilações nas cotações.
Para a Fazenda, o BC poderia ser mais agressivo não só em quantidade, mas também na definição das taxas de compra, de modo a tornar mais arriscadas especulações no câmbio.
O problema é que nem o Brasil nem outro país tem capacidade de mudar uma tendência mundial, lembra outra fonte do governo. A queda do dólar, resultante dos desequilíbrios econômicos dos EUA, é o argumento usado para relativizar a preocupação com a valorização do real . A fonte lembra que, na comparação com uma cesta de moedas, a valorização do real é bem menos acentuada.
Por isso, também há avaliações no governo que os impactos da desvalorização do dólar no comércio exterior podem ser diluídos por meio de negócios com moedas locais. O Brasil fechou acordo com a Argentina, negocia com o Uruguai e tenta avançar com nas trocas com seus parceiros dos Brics: Rússia, Índia e China.
Essa estratégia, embora ainda tímida, é considerada uma alternativa à alta volatilidade do dólar. Apesar de considerar natural a busca de alternativas ao dólar, a fonte reconhece que dificilmente a divisa americana deixará de ser a reserva de valor mundial em um horizonte de médio prazo. "Não existe quantidade suficiente de outra moeda para substituir o dólar como moeda de reserva."
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
E o mercado físico heim?
E o mercado físico heim?
A bolsa de café em seus últimos pregões mostrou sua cara, caiu em movimento de realização de lucro depois de um período de alta na semana passada. Passado o período de sangria sem noticias fundamentais em sem força pra cair fez o movimento inverso acompanhado todas as bolsas .Em movimento de rally fundos entraram comprando mas não conseguiu quebrar a resistência anterior na casa dos 138.50 pontos,mas saiu da casa dos 125.3 pontos fechando hoje a 134.25 cents de dólar por libra peso .
O dólar mantendo sua tendência saiu da casa dos R$1.80 e veio pra casa dos R$1.76 continuando seu ritual de queda, e podando no mercado físico o repasse da alta da ICE.
Agora e o mercado físico heim?
Este esta uma beleza deixando o produtor com vontade de vender sua propriedade tal à felicidade dele em produzir café. A bolsa com seus movimentos técnicos característicos só dá pra quem atua nela muito longe da realidade do mercado físico que seria bem mais próximo do amigo produtor.
A bolsa cai perde força volta a subir, perde a força volta a cair e o mercado patina na mesmo, não muda nada.
Na zona da mata café rio saiu do R$188,00/190.00 com a alta veio pra 192/195
Os cafés melhores de bebida na casa dos R$240,00/242,00. O que nos da o sentimento que o mercado esta a espera de algum milagre divino ou esperando que chegue a hora de entregar as opções do governo pra ver se o mesmo ira realmente receber estes cafés na casa dos R$300,00.
Enquanto isso o silencio nas praças cafeeiras impera com poucos negócios e o produtor igual a peixe:
Só nada!!!!
Wagner Pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com
MANHUAÇU MG 07/10/09
A bolsa de café em seus últimos pregões mostrou sua cara, caiu em movimento de realização de lucro depois de um período de alta na semana passada. Passado o período de sangria sem noticias fundamentais em sem força pra cair fez o movimento inverso acompanhado todas as bolsas .Em movimento de rally fundos entraram comprando mas não conseguiu quebrar a resistência anterior na casa dos 138.50 pontos,mas saiu da casa dos 125.3 pontos fechando hoje a 134.25 cents de dólar por libra peso .
O dólar mantendo sua tendência saiu da casa dos R$1.80 e veio pra casa dos R$1.76 continuando seu ritual de queda, e podando no mercado físico o repasse da alta da ICE.
Agora e o mercado físico heim?
Este esta uma beleza deixando o produtor com vontade de vender sua propriedade tal à felicidade dele em produzir café. A bolsa com seus movimentos técnicos característicos só dá pra quem atua nela muito longe da realidade do mercado físico que seria bem mais próximo do amigo produtor.
A bolsa cai perde força volta a subir, perde a força volta a cair e o mercado patina na mesmo, não muda nada.
Na zona da mata café rio saiu do R$188,00/190.00 com a alta veio pra 192/195
Os cafés melhores de bebida na casa dos R$240,00/242,00. O que nos da o sentimento que o mercado esta a espera de algum milagre divino ou esperando que chegue a hora de entregar as opções do governo pra ver se o mesmo ira realmente receber estes cafés na casa dos R$300,00.
Enquanto isso o silencio nas praças cafeeiras impera com poucos negócios e o produtor igual a peixe:
Só nada!!!!
Wagner Pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com
MANHUAÇU MG 07/10/09
Fiscalização apreende 1 milhão de quilos de agrotóxicos na Syngenta
Brasília, 5 de outubro de 2009 - 9h50
Fiscalização apreende 1 milhão de quilos de agrotóxicos na Syngenta
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou cerca de 1 milhão de quilos de agrotóxicos com irregularidades e adulterações, na fábrica da empresa Syngenta, de origem suíça, em Paulínia (SP). Os problemas foram encontrados após fiscalização da Agência, realizada na última semana.
Após três dias nas instalações da maior empresa em vendas de agrotóxicos no Brasil e no mundo no ano de 2008, a equipe da Anvisa encontrou várias irregularidades na importação, produção e comércio de produtos agrotóxicos. A ação contou com apoio da Polícia Federal.
Do total de produtos interditados, 600 mil kg correspondiam a agrotóxicos e componentes com datas de fabricação e de validade adulteradas. Esses produtos não poderão ser utilizados ou comercializados até que se restituam as datas verdadeiras de produção e de validade.
A empresa também foi autuada por destruição total das etiquetas de identificação de lote, data de fabricação e de validade do agrotóxico Flumetralin Técnico Syngenta, igualmente interditado. Vários lotes do mesmo produto também foram interditados por apresentarem certificado de controle de impurezas sem assinatura, data da sua realização ou com data de realização anterior à produção do lote analisado.
O controle de impurezas toxicologicamente relevante no Flumetralin Técnico é obrigatório uma vez que tais impurezas são reconhecidamente carcinogênicas e capazes de provocar desregulação hormonal. Também foram interditados todos os lotes do produto PrimePlus, formulados com os lotes interditados do Flumetralin Técnico.
Outro produto técnico interditado com o certificado de análise insatisfatório (sem assinatura e sem a quantidade real de ingrediente ativo) foi o Score Técnico. Já o agrotóxico Verdadeiro 600 teve as embalagens interditadas por confundir o agricultor quanto ao perigo do produto. Apesar de ser da classe toxicológica mais restritiva, as cores dos rótulos do referido agrotóxico induziam o agricultor a concluir que o produto poderia ser pouco tóxico.
A Syngenta também foi autuada por venda irregular do agrotóxico Acarmate (Cihexatina). A fiscalização da Anvisa identificou que o produto, com venda restrita ao estado de São Paulo, era comercializado para outros estados.
A empresa foi notificada, ainda, a efetuar alterações no sistema informatizado que possui de modo que seja possível controlar efetivamente, lote a lote, a quantidade dos componentes utilizados nos Produtos Formulados. Dentro de 30 dias, a empresa está sujeita a nova fiscalização para verificação do cumprimento das condições estabelecidas na notificação.
As infrações encontradas podem ser penalizadas com a aplicação de multas de até R$1,5 milhão e com o cancelamento dos informes de avaliação toxicológica dos agrotóxicos em que foram identificadas tais irregularidades. Em caso de possibilidade de outras infrações além das administrativas, a Anvisa encaminha representação à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal para possível investigação criminal.
Adulteração
Agrotóxicos são produtos com alto risco para saúde e meio ambiente e, por isso, sofrem restrito controle de três órgãos de governo: Anvisa, IBAMA e Ministério da Agricultura. Alterações na fórmula desses produtos aumentam significativamente as chances do desenvolvimento de diversos agravos à saúde como câncer, toxicidade reprodutiva e desregulação endócrina em trabalhadores rurais e consumidores de produtos contaminados.
Só este ano, a Anvisa já apreendeu, 5,5 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. As fiscalizações ocorrem, principalmente, quando são identificados indícios de irregularidades nos produtos acabados.
Fiscalização apreende agrotóxicos adulterados na Bayer
http://www.anvisa.gov.br/imagens/noticias_destaques/280909_destaque_maior.jpg
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária interditou, na última sexta-feira (24), 1 milhão de litros de agrotóxicos adulterados, em Belford Roxo (RJ). A fiscalização, realizada pela Agência com apoio da Polícia Federal, ao longo de toda semana passada na empresa Bayer, de origem alemã, identificou a produção de agrotóxicos com formulação adulterada, sem autorização dos órgãos competentes.
No total foram encontradas irregularidades em 12 agrotóxicos. O caso mais grave, identificado pela Agência, foi a importação do ingrediente ativo do agrotóxico Procloraz e a produção do agrotóxico comercial Sportak 450 EC, sem controle obrigatório de impurezas toxicologicamente relevantes. A falta desse controle pode causar câncer nos trabalhadores expostos ao agrotóxico e na população que ingere alimentos contaminados com tais produtos.
A interdição é valida por 90 dias, prazo em que os produtos não poderão ser produzidos nem comercializados. Caso sejam comprovadas as irregularidades, a empresa poderá pagar multa de até R$ 1,5 milhão por irregularidade.
No começo do ano, a Bayer, segunda maior empresa no segmento de agrotóxicos em todo mundo em 2008, teve o registro do agrotóxico Evidence (imidacloprido) cancelado. O produto, usado nas culturas de cana de açúcar e fumo, era produzido com adulteração na fórmula.
Adulteração
Agrotóxicos são produtos com alto risco para saúde e meio ambiente e, por isso, sofrem restrito controle de três órgãos de governo: Anvisa, IBAMA e Ministério da Agricultura. Alterações na fórmula desses produtos aumentam significativamente as chances do desenvolvimento de diversos agravos à saúde como câncer, toxicidade reprodutiva e desregulação endócrina em trabalhadores rurais e consumidores de produtos contaminados.
Só este ano, a Anvisa já apreendeu, 4,5 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. As fiscalizações ocorrem, principalmente, quando são identificados indícios de irregularidades nos produtos acabados.
Produtos Apreendidos
Produto
Ingrediente ativo
Culturas
Sphere Max
Ciproconazole + trifloxistrobina
Café e soja
Cropstar
Imidaclopride + tiodicarbe
Milho
Rovral SC 500
Iprodiona
Alface, batata, café, cebola, cenoura, cevada, crisântemo, feijão, morango, pêssego, pimentão, trigo e uva
Folicur 200 EC
Tebuconazole
Abacaxi, álamo, algodão, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, batata, beterraba, cacau, café, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva
Tríade
Tebuconazole
Abacaxi, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, batata, beterraba, cacau, café, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva
Tamaron BR
Metamidofós
Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo
Quasar
Metamidofós
Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo
Rivat
Metamidofós
Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo
Dinafós
Metamidofós
Feijão e soja
Sportak 450 EC
Procloraz
Cebola, cenoura, cevada, mamão, manga, melancia, rosa, tomate e trigo
Procloraz Técnico
Procloraz
Produto não acabado sem indicação agrícola
Sencor 480
Metribuzim
Aspargo, batata, café, cana de açúcar, mandioca, soja, tomate e trigo
Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa
Fiscalização apreende 1 milhão de quilos de agrotóxicos na Syngenta
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) interditou cerca de 1 milhão de quilos de agrotóxicos com irregularidades e adulterações, na fábrica da empresa Syngenta, de origem suíça, em Paulínia (SP). Os problemas foram encontrados após fiscalização da Agência, realizada na última semana.
Após três dias nas instalações da maior empresa em vendas de agrotóxicos no Brasil e no mundo no ano de 2008, a equipe da Anvisa encontrou várias irregularidades na importação, produção e comércio de produtos agrotóxicos. A ação contou com apoio da Polícia Federal.
Do total de produtos interditados, 600 mil kg correspondiam a agrotóxicos e componentes com datas de fabricação e de validade adulteradas. Esses produtos não poderão ser utilizados ou comercializados até que se restituam as datas verdadeiras de produção e de validade.
A empresa também foi autuada por destruição total das etiquetas de identificação de lote, data de fabricação e de validade do agrotóxico Flumetralin Técnico Syngenta, igualmente interditado. Vários lotes do mesmo produto também foram interditados por apresentarem certificado de controle de impurezas sem assinatura, data da sua realização ou com data de realização anterior à produção do lote analisado.
O controle de impurezas toxicologicamente relevante no Flumetralin Técnico é obrigatório uma vez que tais impurezas são reconhecidamente carcinogênicas e capazes de provocar desregulação hormonal. Também foram interditados todos os lotes do produto PrimePlus, formulados com os lotes interditados do Flumetralin Técnico.
Outro produto técnico interditado com o certificado de análise insatisfatório (sem assinatura e sem a quantidade real de ingrediente ativo) foi o Score Técnico. Já o agrotóxico Verdadeiro 600 teve as embalagens interditadas por confundir o agricultor quanto ao perigo do produto. Apesar de ser da classe toxicológica mais restritiva, as cores dos rótulos do referido agrotóxico induziam o agricultor a concluir que o produto poderia ser pouco tóxico.
A Syngenta também foi autuada por venda irregular do agrotóxico Acarmate (Cihexatina). A fiscalização da Anvisa identificou que o produto, com venda restrita ao estado de São Paulo, era comercializado para outros estados.
A empresa foi notificada, ainda, a efetuar alterações no sistema informatizado que possui de modo que seja possível controlar efetivamente, lote a lote, a quantidade dos componentes utilizados nos Produtos Formulados. Dentro de 30 dias, a empresa está sujeita a nova fiscalização para verificação do cumprimento das condições estabelecidas na notificação.
As infrações encontradas podem ser penalizadas com a aplicação de multas de até R$1,5 milhão e com o cancelamento dos informes de avaliação toxicológica dos agrotóxicos em que foram identificadas tais irregularidades. Em caso de possibilidade de outras infrações além das administrativas, a Anvisa encaminha representação à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal para possível investigação criminal.
Adulteração
Agrotóxicos são produtos com alto risco para saúde e meio ambiente e, por isso, sofrem restrito controle de três órgãos de governo: Anvisa, IBAMA e Ministério da Agricultura. Alterações na fórmula desses produtos aumentam significativamente as chances do desenvolvimento de diversos agravos à saúde como câncer, toxicidade reprodutiva e desregulação endócrina em trabalhadores rurais e consumidores de produtos contaminados.
Só este ano, a Anvisa já apreendeu, 5,5 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. As fiscalizações ocorrem, principalmente, quando são identificados indícios de irregularidades nos produtos acabados.
Fiscalização apreende agrotóxicos adulterados na Bayer
http://www.anvisa.gov.br/imagens/noticias_destaques/280909_destaque_maior.jpg
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária interditou, na última sexta-feira (24), 1 milhão de litros de agrotóxicos adulterados, em Belford Roxo (RJ). A fiscalização, realizada pela Agência com apoio da Polícia Federal, ao longo de toda semana passada na empresa Bayer, de origem alemã, identificou a produção de agrotóxicos com formulação adulterada, sem autorização dos órgãos competentes.
No total foram encontradas irregularidades em 12 agrotóxicos. O caso mais grave, identificado pela Agência, foi a importação do ingrediente ativo do agrotóxico Procloraz e a produção do agrotóxico comercial Sportak 450 EC, sem controle obrigatório de impurezas toxicologicamente relevantes. A falta desse controle pode causar câncer nos trabalhadores expostos ao agrotóxico e na população que ingere alimentos contaminados com tais produtos.
A interdição é valida por 90 dias, prazo em que os produtos não poderão ser produzidos nem comercializados. Caso sejam comprovadas as irregularidades, a empresa poderá pagar multa de até R$ 1,5 milhão por irregularidade.
No começo do ano, a Bayer, segunda maior empresa no segmento de agrotóxicos em todo mundo em 2008, teve o registro do agrotóxico Evidence (imidacloprido) cancelado. O produto, usado nas culturas de cana de açúcar e fumo, era produzido com adulteração na fórmula.
Adulteração
Agrotóxicos são produtos com alto risco para saúde e meio ambiente e, por isso, sofrem restrito controle de três órgãos de governo: Anvisa, IBAMA e Ministério da Agricultura. Alterações na fórmula desses produtos aumentam significativamente as chances do desenvolvimento de diversos agravos à saúde como câncer, toxicidade reprodutiva e desregulação endócrina em trabalhadores rurais e consumidores de produtos contaminados.
Só este ano, a Anvisa já apreendeu, 4,5 milhões de litros de agrotóxicos adulterados. As fiscalizações ocorrem, principalmente, quando são identificados indícios de irregularidades nos produtos acabados.
Produtos Apreendidos
Produto
Ingrediente ativo
Culturas
Sphere Max
Ciproconazole + trifloxistrobina
Café e soja
Cropstar
Imidaclopride + tiodicarbe
Milho
Rovral SC 500
Iprodiona
Alface, batata, café, cebola, cenoura, cevada, crisântemo, feijão, morango, pêssego, pimentão, trigo e uva
Folicur 200 EC
Tebuconazole
Abacaxi, álamo, algodão, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, batata, beterraba, cacau, café, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva
Tríade
Tebuconazole
Abacaxi, alho, amendoim, arroz, aveia, banana, batata, beterraba, cacau, café, cebola, cenoura, cevada, citros, crisântemo, feijão, figo, gladíolo, goiaba, manga, maracujá, melancia, melão, milho, morango, pepino, pêssego, rosa, soja, sorgo, tomate, trigo e uva
Tamaron BR
Metamidofós
Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo
Quasar
Metamidofós
Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo
Rivat
Metamidofós
Algodão, amendoim, batata, feijão, soja, tomate e trigo
Dinafós
Metamidofós
Feijão e soja
Sportak 450 EC
Procloraz
Cebola, cenoura, cevada, mamão, manga, melancia, rosa, tomate e trigo
Procloraz Técnico
Procloraz
Produto não acabado sem indicação agrícola
Sencor 480
Metribuzim
Aspargo, batata, café, cana de açúcar, mandioca, soja, tomate e trigo
Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa
ICE Future sobe 3,20% com compras especulativas de fundos
ICE Future sobe 3,20% com compras especulativas de fundos
Compras especulativas por parte dos fundos e rallies em mercados de commodities e de bolsas de valores garantiram bons ganhos( + 3,20%) para os contratos de café arábica negociados nesta terça-feira na ICE Futures US, em um dia caracterizado, também, pela retração do dólar ante outras moedas internacionais. No encerramento do dia, o dezembro apresentou alta de 415 pontos, com 133,60 centavos de dólar por libra peso, com a mínima em 129,70 e a máxima em 135,35 centavos por libra, com o março aferindo um ganho final da ordem de 405 pontos, com a libra a 136,50, sendo a máxima em 138,20 e a mínima em 132,65 centavos de dólar.
Na Euronext/Liffe, a posição novembro teve alta de 43 dólares, com 1.419 dólares por tonelada, ao passo que o janeiro teve valorização de 42 dólares, com 1.447 dólares por tonelada. Desde a manhã os contratos de café passaram a verificar altas, mas não chegaram a testar as máximas da segunda-feira. Entretanto, os contratos passaram a ganhar mais força com a retração do dólar e com rallies em vários segmentos de commodities. Sendo assim, novos ganhos passaram a ser produzidos, principalmente com as perdas do dólar se acentuando em relação a outras moedas. Os preços do café encontraram algumas resistências quando os produtores do Brasil passaram a vender um pouco mais, com a força do real brasileiro contra o dólar norte-americano, disse Rodrigo Costa, vice-presidente de vendas institucionais da Newedge USA, em Nova Iorque.
As bolsas de valores internacionais passaram a se comportar de forma positiva, diante de um cenário bullish (altista) da economia internacional, que fez, inclusive, que o banco central da Austrália fosse estimulado a aumentar a taxa de juros do país oceânico .Com as altas, alguns stops de compra no dezembro para o café foram verificados acima de 131,50 e 133,50 centavos por libra, permitindo que a posição atingisse a máxima de 135,35 centavos de dólar por libra peso, sustentou Boyd Cruel, analista sênior de commodities softs da Vision Financial Markets, de Chicago. O direcionamento do mercado de café deverá continuar a depender das condições dos mercados externos, ressaltou Cruel. Caso o clima positivo continue, a tendência é se testar a resistência de 138,30 centavos para o dezembro, apontou. Essa cotação é uma resistência técnica "triple top", que, em três tentativas anteriores, não conseguiu ser rompida.
O dezembro de café tem possibilidades técnicas de superar a resistência de 137,30 centavos nesta quarta-feira, no entanto, se tal objetivo não puder ser alcançado e os 132,00 centavos volte a ser testado, é possível que o contrato volte a procurar se posicionar próximo do suporte de 130,00 centavos, disse Veronique Lashinski, analista técnica da Newedge USA, em Chicago.
As exportações de café do Brasil em outubro, até o dia 5, somaram 28.530 sacas, contra 1.370 sacas do mesmo período de setembro, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os contratos em aberto na bolsa nova-iorquina tiveram um aumento de 1.006 lotes, indo para um total de 100.001. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 15.479 lotes, com as opções tendo 4.551 calls e 4.795 puts. O dezembro na ICE Futures US tem suporte em 129,70, 129,60-129,50, 129,30, 129,15, 129,00, 128,70, 128,65 e 128,50 centavos de dólar por libra peso, com a resistência em 135,35, 135,50, 135,70, 135,85, 136,00, 136,20, 136,40-136,50, 136,70, 136,85 e 137,00 centavos por libra.
Compras especulativas por parte dos fundos e rallies em mercados de commodities e de bolsas de valores garantiram bons ganhos( + 3,20%) para os contratos de café arábica negociados nesta terça-feira na ICE Futures US, em um dia caracterizado, também, pela retração do dólar ante outras moedas internacionais. No encerramento do dia, o dezembro apresentou alta de 415 pontos, com 133,60 centavos de dólar por libra peso, com a mínima em 129,70 e a máxima em 135,35 centavos por libra, com o março aferindo um ganho final da ordem de 405 pontos, com a libra a 136,50, sendo a máxima em 138,20 e a mínima em 132,65 centavos de dólar.
Na Euronext/Liffe, a posição novembro teve alta de 43 dólares, com 1.419 dólares por tonelada, ao passo que o janeiro teve valorização de 42 dólares, com 1.447 dólares por tonelada. Desde a manhã os contratos de café passaram a verificar altas, mas não chegaram a testar as máximas da segunda-feira. Entretanto, os contratos passaram a ganhar mais força com a retração do dólar e com rallies em vários segmentos de commodities. Sendo assim, novos ganhos passaram a ser produzidos, principalmente com as perdas do dólar se acentuando em relação a outras moedas. Os preços do café encontraram algumas resistências quando os produtores do Brasil passaram a vender um pouco mais, com a força do real brasileiro contra o dólar norte-americano, disse Rodrigo Costa, vice-presidente de vendas institucionais da Newedge USA, em Nova Iorque.
As bolsas de valores internacionais passaram a se comportar de forma positiva, diante de um cenário bullish (altista) da economia internacional, que fez, inclusive, que o banco central da Austrália fosse estimulado a aumentar a taxa de juros do país oceânico .Com as altas, alguns stops de compra no dezembro para o café foram verificados acima de 131,50 e 133,50 centavos por libra, permitindo que a posição atingisse a máxima de 135,35 centavos de dólar por libra peso, sustentou Boyd Cruel, analista sênior de commodities softs da Vision Financial Markets, de Chicago. O direcionamento do mercado de café deverá continuar a depender das condições dos mercados externos, ressaltou Cruel. Caso o clima positivo continue, a tendência é se testar a resistência de 138,30 centavos para o dezembro, apontou. Essa cotação é uma resistência técnica "triple top", que, em três tentativas anteriores, não conseguiu ser rompida.
O dezembro de café tem possibilidades técnicas de superar a resistência de 137,30 centavos nesta quarta-feira, no entanto, se tal objetivo não puder ser alcançado e os 132,00 centavos volte a ser testado, é possível que o contrato volte a procurar se posicionar próximo do suporte de 130,00 centavos, disse Veronique Lashinski, analista técnica da Newedge USA, em Chicago.
As exportações de café do Brasil em outubro, até o dia 5, somaram 28.530 sacas, contra 1.370 sacas do mesmo período de setembro, informou o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). Os contratos em aberto na bolsa nova-iorquina tiveram um aumento de 1.006 lotes, indo para um total de 100.001. O volume negociado no dia na ICE Futures US foi estimado em 15.479 lotes, com as opções tendo 4.551 calls e 4.795 puts. O dezembro na ICE Futures US tem suporte em 129,70, 129,60-129,50, 129,30, 129,15, 129,00, 128,70, 128,65 e 128,50 centavos de dólar por libra peso, com a resistência em 135,35, 135,50, 135,70, 135,85, 136,00, 136,20, 136,40-136,50, 136,70, 136,85 e 137,00 centavos por libra.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Escancarando a rotulagem
Escancarando a rotulagem
Nesta semana muito esta se discutindo sobre a rotulação do café. Não vejo mal nenhum em dar essa informação a mais para o consumidor ,e um direito do mesmo, a não ser que as industrias tem algo a esconder.
Os blends de café usando o café canephora foi a saída que as indústrias encontraram para diminuir o custo final do produto, esse tipo de café rende mais na hora da torra, enquanto um saco de 60 kg de arábica rende a media de 48 kg de café torrado, o conilon na media rende 50 kg de café, e da aquilo que alguns consumidores chamam de tinta, que no café arábica puro realmente é menor.
Nos últimos anos desde o governo de Fernando Henrique e depois do Luis Inácio da Silva vimos uma escalada no salário mínimo que saiu da casa dos $70 dólares para o atual que chega à casa do $262 dólares. Esse aumento de renda per capta no Brasil alavancou a nossa economia como um todo onde batemos recordes de produção de carros, carne, soja, milho, algodão, roupas, vende-se tudo a mais no Brasil. Lógico que também iríamos vender mais café torrado também, é a segunda bebida mais consumida no Brasil perdendo só pra água.
Esta semana vi comentários que o café aumentou sua venda de café torrado porque colocou no blend o café conilon, será que ficaram todos cegos, o recorde de café torrado vendido no Brasil se deu por causa da melhoria da economia, quem, que não quer ver isso, é uma questão de lógica, o consumo maior é porque tem mais dinheiro para se consumir, consome-se mais café porque é uma bebida tradicional do brasileiro, quando chega uma visita oferece-se logo um cafezinho.
A economia mundial cresceu muito nestes últimos anos, dando uma trégua com essa crise que se iniciou o ano passado, mas segundo a OIC o consumo do café continua crescendo, e vai continuar assim. Temos muitos mercado inexploradas para atingir.
O consumo segundo a entidade OIC cresce a uma razão de 2.4% ao ano, se torramos 130 milhões de sacas de café ao ano teremos um crescimento a uma razão de 3.12 milhões de sacas ao ano, em 10 anos teremos um acréscimo de 31.2 milhões de sacas de café em 20 anos serão 62.4 milhões de sacas, isso se não cairmos na graça do consumidor chinês.
Com o aquecimento global, o aumentando de áreas dedicadas ao plantio de cana para se fazer etanol, uma tecnologia que ira se espalhar pelo mundo .
Onde iremos encontrar terras o suficiente para a produção de café, para agüentar um aumento de consumo desses?
Quando chegam visitas em minha casa e toma o café que ofereço logo querem saber que café que é, e respondo meu café é 100% arábica de bebida dura pra melhor, e me perguntam onde encontraria um café parecido pra comprarem, respondo é difícil, as marcas não tem interesse de fazer um café melhor para o consumidor.
Concluindo o consumo aumentou porque existe mais dinheiro no mercado para comprar café e pronto, dar essa conotação para o café conilon seria encher a bola deste tipo de café demais para meu gosto.
O consumidor bem informado vai preferir um café de qualidade superior, também terá mercado para os cafés blendados existe consumidor para todos os gostos.
Wagner Pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com
MANHUAÇU MG 05/10/09
Nesta semana muito esta se discutindo sobre a rotulação do café. Não vejo mal nenhum em dar essa informação a mais para o consumidor ,e um direito do mesmo, a não ser que as industrias tem algo a esconder.
Os blends de café usando o café canephora foi a saída que as indústrias encontraram para diminuir o custo final do produto, esse tipo de café rende mais na hora da torra, enquanto um saco de 60 kg de arábica rende a media de 48 kg de café torrado, o conilon na media rende 50 kg de café, e da aquilo que alguns consumidores chamam de tinta, que no café arábica puro realmente é menor.
Nos últimos anos desde o governo de Fernando Henrique e depois do Luis Inácio da Silva vimos uma escalada no salário mínimo que saiu da casa dos $70 dólares para o atual que chega à casa do $262 dólares. Esse aumento de renda per capta no Brasil alavancou a nossa economia como um todo onde batemos recordes de produção de carros, carne, soja, milho, algodão, roupas, vende-se tudo a mais no Brasil. Lógico que também iríamos vender mais café torrado também, é a segunda bebida mais consumida no Brasil perdendo só pra água.
Esta semana vi comentários que o café aumentou sua venda de café torrado porque colocou no blend o café conilon, será que ficaram todos cegos, o recorde de café torrado vendido no Brasil se deu por causa da melhoria da economia, quem, que não quer ver isso, é uma questão de lógica, o consumo maior é porque tem mais dinheiro para se consumir, consome-se mais café porque é uma bebida tradicional do brasileiro, quando chega uma visita oferece-se logo um cafezinho.
A economia mundial cresceu muito nestes últimos anos, dando uma trégua com essa crise que se iniciou o ano passado, mas segundo a OIC o consumo do café continua crescendo, e vai continuar assim. Temos muitos mercado inexploradas para atingir.
O consumo segundo a entidade OIC cresce a uma razão de 2.4% ao ano, se torramos 130 milhões de sacas de café ao ano teremos um crescimento a uma razão de 3.12 milhões de sacas ao ano, em 10 anos teremos um acréscimo de 31.2 milhões de sacas de café em 20 anos serão 62.4 milhões de sacas, isso se não cairmos na graça do consumidor chinês.
Com o aquecimento global, o aumentando de áreas dedicadas ao plantio de cana para se fazer etanol, uma tecnologia que ira se espalhar pelo mundo .
Onde iremos encontrar terras o suficiente para a produção de café, para agüentar um aumento de consumo desses?
Quando chegam visitas em minha casa e toma o café que ofereço logo querem saber que café que é, e respondo meu café é 100% arábica de bebida dura pra melhor, e me perguntam onde encontraria um café parecido pra comprarem, respondo é difícil, as marcas não tem interesse de fazer um café melhor para o consumidor.
Concluindo o consumo aumentou porque existe mais dinheiro no mercado para comprar café e pronto, dar essa conotação para o café conilon seria encher a bola deste tipo de café demais para meu gosto.
O consumidor bem informado vai preferir um café de qualidade superior, também terá mercado para os cafés blendados existe consumidor para todos os gostos.
Wagner Pimentel
www.cafezinhocomamigos.blogspot.com
MANHUAÇU MG 05/10/09
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